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Diz Jornal Edição 114

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  1. 1. Edição Online Para Um Milhão e Duzentos Diz: Todo Mundo Gosta Mil Leitores Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com Para Que Servem as Pesquisas 16 Mil Exemplares Impressos n a C e c i l i a M a i a - N i t M o d e l s - B e l e z a: K a t i a L e i t e - P h - F o t o: J u l i o C e r i n o Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói Jornal Plural Ano 06 Nº 114 D i r e t o r R e s p o n s á v e l: E d g a r d F o n s e c a Página 03 1ª Semana de setembro de 2014 Eleitorais? A
  2. 2. 3 Niterói 06/09 a 13/09/13 pesquisas, os votos migrarão ainda que seja a pior opção para Dizem: “fulano não vai vou desperdiçar meu voto.” Desperdiçar é votar em quem as pesquisas www.dizjornal.com Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@póteses para Tenho lido bastante ultimamente. Opta-do, inclusive, por ficar em casa, duran-te esse fenômeno são muitas. Possivelmente, tra-ta- tardes que passava no cinema. Hi- se do avançar da idade. Ou seria a insatisfa- - Documento dizjornal@Para que Servem as As pesquisas são instrumentos para aferir opiniões, comporta-mentos, mensurar diagnósticos socio-lógicos e até para retratar realidades sociais com vistas a Vamos considerar o número de eleitores de Niterói que tem algo em torno de 372.000 eleitores. Uma pesquisa utiliza algo em torno de 1.500 entrevista-dos, ou seja: equivale a 0,04% do número de eleitores. Vai demonstrar uma tendência equivalente a esse universo de 0,04%, apenas. Se quiser ser tendenciosa, bastará enca-minhar a pesquisa para um reduto sabidamente favorável a tal candidato. Isso sem levar em conta a formulação da pergunta e a possível influência do entrevistador em relação ao entrevistado. Daí é que se diz que existe a pesquisa es-pontânea, onde se pergunta apenas em quem votaria, sem citar nomes, ou quando se oferece as opções de nome. Nas classes sociais onde o nível de escolaridade e cultura é menor, essa pesquisa tem variáveis incríveis, pois na maioria das vezes o entrevistado, inseguro e sentindo-se questiona-do responde qualquer coisa, livrando-se rapidamente da in-cumbência penosa que é emitir opinião. Daí, essa margem de erro é muito maior que a considerada de dois pontos percentuais, para mais ou menos. As pesquisas passam a ser em períodos eleitorais instru-mentos de guerra e com a possibilidade de transformar-se num grande balcão de negócios, dependendo da instituição e do tamanho da oferta. Não se pode afirmar que todas as empresas sejam tendenciosas e que não existam instituições especializadas com retidão de propósitos e ética, mas, é inteiramente questionável uma instituição como o IBOPE que ao longo do governo do PT trabalha sistematicamen-te para esses dirigentes. Ou seja: aquele governo-cliente torna-se favorito em qualquer situação, ainda que se tenha propósitos sérios. A intimidade e a proximidade da imagem familiar vai infectar de “simpatias e afetos” o entrevista-dor, o apurador, o digitalizador, etc. Afinal, “é um povo de casa...” Coerentemente, deveríamos ter uma legislação que considerasse impedida a instituição que tivesse relações de negócios com governos há pelo menos 12 meses das elei-ções. Deveriam ser impedidas, juridicamente, falando. O brasileiro tem uma cultura competitiva em pleitos que não lhe pertencem diretamente. Todos dizem que “ganharam a eleição”, ainda que não fossem candidatos. A tendência de votar, sem critérios ideológicos e programáticos, é quase uma totalidade. Se uma candidato vai bem nas pesquisas, todos desejam votar naquele “vencedor”. Mas, se cair nas Marina
  3. 3. Documento dizjornal@gmail.com Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com 2 Pesquisas Eleitorais? prcecchetti@ig.com.br providências institucionais e/ou até mesmo políticas. Trabalham com prospecção por amostragem, ou seja: pega amostras de di-versas camadas em número proporcional, muito reduzido, mas que por estatísticas e projeções indicam ve-tores. O exemplo mais ção quanto Aécio aos filmes em cartaz? Ou ainda, por conta da qualidade das escassas salas de cinema? Hum... Difícil precisar o motivo... Eu diria, porém, que tenho recebido material literário abundante – e muito bom! E na dúvida entre Thaís Fraga (foto) faz show no para outro melhor colocado, para o país , estado ou muni-cípio. vai ganhar mesmo... Então, não Desperdiçar o voto? Desperdi-çar pesquisas apontam como possível vencedor, que esse eleitor não tem qualquer critério de jul-gamento justo, e com essa atitude insana, derrota o melhor candidato, apenas pelo medo de “ perder a eleição”. As pesquisas no Brasil além de influenciar, perverte o voto espontâneo, amarrando os números apresentados a quem não tem capacidade de julgar. É uma espécie de “curral eleitoral moderno”, televisivo e eletrônico. Fala-se em controle das mídias sociais e querem amordaçar a imprensa, mas, convenientemente, não discutem os efei-tos manipuladores que podem ocorrem com uma pesquisa maliciosa. Vira jogo perdido e impulsiona o país a resultados manipulados por cordões dos mesmos mandantes interessados, com os mesmos objetivos, ainda que travestidos de bandeiras e partidos diferentes. Neste momento está ocorrendo algo no gêne-ro. Com a morte do Eduardo Campos (PSD) e a entrada da Marina Silva, o quadro eleitoral se modificou e era esperado que assim fosse. Entretanto, se não fossem as influências das pesquisas a Marina não teria avançado tanto e nem tão rapidamente. Ela passou o Aécio Neves (PSDB), até então, segundo colocado e provável competidor no segundo turno. Ele passou para o terceiro lugar, pelo clamor da emoção da morte e da necessidade explícita de mudança, esperada por todo brasileiro. Entretanto, o Aécio Neves, com propostas transformadoras, mas sólidas, com passado exemplar, como deputado, presidente da Câmara dos De-putados, dois mandatos de Governador em Minas Gerais (o estado com o maior número de municípios do país), que é maior que muitos países europeus; e uma conduta brilhante no senado, está sendo posto a margem por um impulso que diz: “a outra está na frente. É uma pena, mas já que o Aécio não vai ganhar vou votar na Marina”. Isso poderá conduzir o país a mais uma encruzilhada social e política e
  4. 4. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com Informes Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Simulação para Eventual 5 Internet Eleições na Internet Faltando um mês para as eleições, a dica é sobre elas. A internet já é parte fundamen-tal do processo eleitoral. Hoje, a redes sociais, principalmente o Facebook, são um campo de batalha, praça de guerra ou sim-plesmente palanque para can-didatos e, principalmente eleitores, exporem suas opiniões eleitorais. Para o bem ou para o mal, a internet divulga todo e qualquer tipo de ideia política e arrasta multidões para o debate virtual do que em breve se tornará a nossa realidade parlamen-tar. A maioria dos debatedores da inter-net já tem seu voto certo, e, pra es-ses, qualquer argumento é implicân-cia partidária, mas, para aqueles que ainda estão na dúvida, segue uma dica preciosa para conhecer melhor seus possíveis candidatos. O site eleicoes2014. com.br mapeia todos os candidatos de todo o Brasil e apresen-ta um guia do eleitor com dados de todas as pesquisas eleito-rais, os principais re-sultados das pesqui-sas para presidência, Lhufaso calendário eleitoral - com as principais datas sobre o processo e tipos de votos, todas as informações sobre os cargos em disputa federal, estadual e municipal e, claro, informações so- ORAÇÃO A SANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum Problema Difícil e , precisa de aparentemente sem Solução Ajuda Urgente , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. ORAÇÃO : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Obrigado. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Santo Expedito Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.
  5. 5. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com 4 D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara Petrucci bre a aplicação da Lei da Ficha Lim-pa que, pela primeira vez, será apli-cada em uma eleição geral, de nível estadual e federal. O site não está relacionado a ne-nhum órgão de governo, autoridade pública, empresa pública ou socie-dade econômica mista e não realiza nenhum tipo de propaganda eleito-ral. LhufasCatso ? Necas PSNADA
  6. 6. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com 6 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@gmail.com Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Conviver com o Contraditório Sempre disse que prefiro lidar com um inimigo forte e bom de briga, a lidar com aparentes fracotes ladinos, dis-simulados, farsantes e imprevisíveis. O cara forte vem pra dentro com disposição e até com a certeza que vai me quebrar. Aí, da-rei as minhas providências de enfrentamen-to e saberei o que fazer. Entretanto, com o inimigo rasteiro, que não sei se é cobra, bactéria ou ET, fica mais difícil. Temo pela covardia, pela perfídia, a conversa alicia-dora e pelas surpresas desagradáveis. Até mulher que muito se curvava eu não tive preferências. As vassalas são sempre trai-doras e imprevisíveis. Dizia minha vó que “quem muito se abaixa a bunda aparece e que nem toda mostra de dente é sorriso!” Uma democracia se constrói com ideias diversas e muita contradição. Respeitar o contraditório é dever elegante que atua no campo das ideias. Prefiro lidar com Jair Bol-sonaro, que certamente discordo em quase tudo, mas sei com quem estou lidando e cabe-me o dever de respeitar a sua coe-rência em relação ao seu pensamento, Ele acredita no que diz. E mais, tem seguido-res fiéis; tanto que irá se eleger novamente. Não concordo com suas ideias, mas o res-peito. Ele está num campo e eu em outro e vamos travar batalhas de ideias, respeitosa-mente. Assim se faz uma democracia. O deputado Jean Wyllys que na eleição passada teve uma votação mínima e se não fossem os votos do deputado Chico Alen-car não teria sido eleito, trabalhou dura-mente com seriedade nos pontos de vista em que acredita. Defendeu a liberdade dos homossexuais, lutou pela legalização e reconhecimento da união homoafetiva com direitos legais, no combate da AIDS e outras tantas questões polêmicas. Sofreu agressões e preconceitos e enfrentou tudo com seriedade e muita dignidade. Teve um forte opositor que foi o deputado Jair Bol-sonaro. Wyllys não se intimidou e levou a termo todos os seus projetos e ideais. Ele é o contraditório do Bolsonaro, diametral-mente oposto, mas não menos respeitável. Fez um trabalho corajoso e louvável. Certa-mente vai ter uma grande votação. Assim se constrói uma democracia. É preciso dizer que desse confronto entre Bolsonaro e Jean Wyllys, ambos saíram ga-nhando. Protagonizaram um embate- show de democracia que dá mídia espontânea. Se não tivessem propósitos firmes, cada um na sua filosofia, não estariam tão populares. Difícil é lidar com os escorregadiços, ensa-boados e avalsilinados. Sem perfil definido ou perfil mutante e conveniente. Molda-se como for preciso para se encaixar. Parecem aqueles peixes da Amazônia que penetram o corpo das pessoas usando o orifício anal e no ambiente que encontram se alimentam e se fartam. Esta estória que político é sinô-nimo de “vaselina” já passou do limite. Po-lítico tem que ter lado. Fazer suas escolhas e garantir o que defendem e professam. Se quiséssemos prestidigitação contrataríamos os mágicos de circo. É urgente uma reforma política neste país, ou correremos o risco de não sermos mais um país. Existe o risco de divisão geográ-fica, invasão consentida de vizinhos opor-tunistas e quebra das nossas instituições com a constituição transformada em papel de pão. Ninguém se iluda. Debaixo deste angu tem caroço. Muito cuidado com seu voto. Será que já não basta de tanta falta de ver-gonha na cara? Lá Vem Vindo o Arrastão Já se foi o tempo que apenas se ouvia Elis Regina cantando “tem jangada no mar, ei, ei ei, lá vem vindo o arrastão...” Bons tempos, mas, que estão sendo lembrados diariamente nas ruas de Niterói. Tem um bar na esquina da XV de Novembro, no Centro, que só nesta semana já foi “arrastado” duas vezes. E não tem moleza não. Foi coronhada, cotovelada, porrada mesmo nos frequentadores do bar. Diz-se que bandido não atua em áreas onde moram, mas parece que estão quebrando a regra. Os caras fazem a limpa e correm na direção do Morro do Estado. Tem até bastantes viaturas da PM circulando, mas os bandidos não estão dando bolas... Tem arrastão até na Estrada Fróes! Na quarta feira estava no Iate Clube Brasileiro, por volta da 21 horas, quando ouvimos tiros, provavelmente de fuzis, pois as rajadas eram características e o barulho era mui-to alto. Um funcionário do clube me disse que é comum. Quase todo dia tem tiros ao vento. Pelas imediações devem estar vindo do Morro do Cavalão. Fico imaginando: o cara possui uma daquelas belíssimas e valorizadíssimas casas da Estrada Fróes; mas tem que mandar blindar tudo, fazer um muro de arrimo a prova de balas. Quanto ao desagradável barulho... Só se fizer isolamento acústico. E aí, a mansão vai virar uma fortaleza ou uma prisão. Até onde vamos chegar? Que Plano é Este? É a tal estória: se não fabricamos fuzis e nem granadas, mas está tudo passando como agua nas fronteiras brasileiras. Qual é a intenção? Mais uma deficiência do governo da União que joga a responsabilidade da guerra nos governos dos Estados? O governo do PT precisa parar com estas amigáveis relações com terroristas das na-ções bolivarianas. Ou será esta a intenção? Somos cidadãos desarmados e com lei que nos criminaliza se usarmos armas. As nossas forças armadas foram sucateadas e esva-ziadas. E estão chegando ao Brasil, mercenários, milicianos colombianos, treinadores cubanos... O que será que estão armando? Zaps... ... A água, bem mais precioso do planeta nesse momento, está sendo mal tratada e esquecida da grande função que tem na existência. É que a Águas de Niterói, que deveria, mais do que ninguém preservá-la, serve-se dela para seus lucros, mas lhe dispensa tratamento de quinta categoria. Basta vir a cidade. Desperdício! Jean Wyllys Jair Bolsonaro
  7. 7. Niterói 06/09 a 13/09/13 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores www.dizjornal.com 7 Clínica Dr. Helder Machado Urologia Tratamento de Caá Rlcauiloo LRaesnearl Atendee Pmaortsi c UuNlaIrMED Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001 e 9956-1620 Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels: 2620-2084 / 2613-1747 Ameaças Continuam Insatisfeitos sempre existirão. Contra-dizer, denunciar, apontar deficiência e mutitas vezes elogiar, vai gerar con-traditórios e arrogantes inquisidores. Tudo isso é normal e faz parte da prática do jornalismo. Neste útimos 40 anos em que milito na imprensa já enfrentei de tudo. Fe-lizmente todos aqueles que se opuseram com atitudes perversas e violentas já se fo-ram. Estão todos enterrados como manda a verdade e a justiça do mundo. Entretan-to, de uns anos para cá existem uns ame-açadores que fazem terrorismo, mandando cartas, deixando mensagens em para brisa de carro, ou mesmo na internet, mandan-do mensagens desairosas, pornográficas e ameaças até de morte. Mandam-me calar a boca. Caso contrário, pagarei com a vida ou o que é pior, ameaçam meus familiares. São realmente covardes. Já chamei para porrada explicita mil vezes e eles nem aparecem. São do tipo que trabalham nas sombras, nas tocaias e à traição. Atacam meus computadores, picham minhas pare-des e me insultam pelas costas. Os motivos são sempre os mesmos. Contrariei alguma picaretagem, denunciei desvios de dinhei-ro público ou comportamentos obscenos. Jamais insultei alguém por motivos pes- soais. Pois quem me conhece sabe quando é pessoal, vou pessoalmente e resolvo de qualquer forma. Não preciso escrever aqui-lo que posso escrever na cara deles. Agora estão ameaçando me varrer da inter-net. Um e-mail que se intitula “intertet lim-pa”. Acusam-me de mandar SPAM, o que não é verdade. O jornal DIZ é postado para um milhão e duzentas mil pessoas. Aqueles que não querem receber, por razões ide-ológicas, discordâncias ou antipatia, tem o recurso de clicar num dispositivo (botão) que o retira da lista. Ou ainda podem num clique nos bloquear. É tão simples... Entretanto, por razões políticas, eu sei, res-pondem agressivamente com xingamentos e ameaças. Sempre pedimos que amigos postem as nossas edições para seus amigos como forma de desenvolver um trabalho em progressão. A partir deste momento, perdemos o controle para quem está sendo mandado. Se algum petsista doente rece-beu e resolve se agitar, o problema é dele. Nós não mandamos nada para ele. Basta ele bloquear. Não precisa se rasgar todo. Quero deixar claro que sou de paz, mas não levo desaforo para casa. Quem quiser me achar é fácil. Pode tentar a sorte! Tributo a Edgard Venâncio Curiosa ou coerentemente a morte do ilustre cirurgião Edgard Stepfá Venâncio não teve o destaque ou mesmo a divulgação do seu passamento, equivalente ao brilhantismo profissional e a figura ímpar que era. Muita gente na cidade lamentou não ter sabido da morte no dia 28 passado e quando muito soube da missa de 7º Dia na terça feira, dia 2 de setembro. Talvez por ter sido sempre tão discreto, saiu da vida discretamente. Ele era de Bom Jesus do Itabapoana, foi o pioneiro da Cirurgia Pediátrica em Niterói, pro-fessor da UFF e cirurgião pediatra do Hospital Universitário Antônio Pedro. No HUAP já entrou como chefe de serviço. Permaneceu como chefe de serviço de Cirurgia Pediátrica do HUAP e professor da UFF até 2000, quando se aposentou de forma compulsória. Vol-tou a dar aulas na UFF em 2002, como professor convidado, de onde saiu em definitivo no ano de 2009. Muitas crianças, tantas já adultas, devem a saúde e muitas a própria vida a este craque da cirurgia infantil. Deixou um legado de fraternidade e boas ações. Saudemos esse homem brilhante que saiu com a mesma simplicidade que entrou. Festival de Gastronomia Festival de gastronomia, criação do deputado Felipe Peixoto (ao centro), transformou a orla de São Francisco num verdadeiro festival de comidas de alto nível. Sucesso total. Edgard Stepfá Venâncio
  8. 8. Niterói 06/09 a 13/09/13 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores www.dizjornal.com 8 Renda Fina Como Princesas Vanessa de Souza e George Lopes Ferreira - Clube Central Vanessa de Souza Monica de Aquino Galeano Da Hora - Igreja São Francisco - Maison Cascade Nathalia Vianna da Silva - Igreja de São Francisco Aniversariantes da Edição Fausto & Valéria Claudia Barcellos João Carvalho e Silva Eliane Souto José Haddad Liana Cardoso Saldanha
  9. 9. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com 9 T! News Terapeuta Holística thatiana.ncunha@gmail.com E! Games contato@erisveltonsantana.com erisveltonsantana.com Acupuntura, Yoga, Meditação, Shiatsu, Reiki, RPG Respiração e Drenagem Linfática Rua Miguel de Frias, 40 - Icaraí, Niterói - (21) 2717-9117 O Pior dos Medos Uma trilha sombria, um enredo cheio de mistério, cenários tenebrosos e monstros assustadores. Esses são os elementos básicos presentes em pratica-mente todos os games do gênero “survi-vor horror”. De fato, existem centenas de games desse tipo, porém, são poucos os que realmente conseguem assustar ou dar medo. Afirmo com experiência de causa, pois nessa edição listarei os três games de dar medo e sustos atrás de sustos. Silent Hill é considerado até hoje um gran-de clássico do terror. Por trás da névoa, os gamers encontraram cenários arrepiantes, criaturas grotescas e os seus piores pesade-los. Mas foi na primeira sequência da série que os jogadores experimentaram o terror com gráficos melhorados no Playstation 2, intensificando essa experiência assustadora. (O.O) Mais tarde, em 2012, o jogo foi relança-do em versão remasterizada para o Xbox 360 e PS3, junto com o terceiro jogo da série, Silent Hill 3 Resident Evil chegou ao Playstation em 1996 para marcar toda uma geração de fãs de terror e zumbis. Seu primeiro título popu-larizou o gênero survival horror e deu origem a uma longa série de jo-gos, filmes e histórias em quadrinhos. Cachorros e zumbis pulando pe-las janelas aceleraram os batimentos cardíacos de muitos jogadores que ti-veram a oportunidade de jogar esse clássico há 18 anos. É... o tempo passa! (•_•) O primeiro Resident Evil levou os jogadores à investigar uma série de assassinatos com a ajuda do grupo S.T.A.R.S. Personagens que marcaram a série como Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton e Albert Weske fizeram sua estreia no primeiro game, assim como os mistérios e experimentos da Um-brella Corporation e o temido T-Vírus. Siren: Blood Curse baseou-se nas classi-cas histórias japonesas te terror trazendo mortos, maldições e espíritos vingativos para assombrar o PlayStation 3 em 12 epi-sódios. Com uma perspectiva sombria, Si-ren apresenta a história de um grupo de jovens jornalistas que trabalham para uma TV, enviados para investigar uma vila. Em meio à rituais com sacrifícios humanos, os mortos vivos surgem por toda a parte, com aparências bizarras de revirar o estômago e arrepiar os cabelos. É de dar muito medo! (O.o) Medo, pavor e susto são emoções que mar-cam juntamente com todos os protagonis-tas desses clássicos games que vão entrar na nova geração de consoles promentendo muito mais pra quem desconhece e acele-rar novamente os batimentos cárdiacos dos saudosos fãs. Inté! Os Véus da Depressão A inesperada morte do ator americano Robin Williams no mês passado acendeu uma luz de alerta para um dos maiores problemas da nos-sa sociedade: a depressão. Tenho certeza que assim como eu, você também se perguntou como um mes-tre da comédia foi capaz de tirar a própria vida? A resposta é mesmo um grande vazio quan-do pensamos o que pode levar uma pessoa a atentar contra a própria vida. Talvez, o mesmo vazio que as pessoas que sofrem de depressão sentem. Sem ânimo para levantar da cama e viver lá fora. Depressão é a insegurança diante do futu-ro, é ausência de objetivos, a falta de pers-pectiva que atraia, motive e empolgue, e é a quarta principal causa de incapacitação em todo o mundo. De acordo com proje-ções fornecidas em 2009 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no ano de 2030, a depressão será o mal mais prevalente do planeta, à frente do câncer. A depressão é diferente das mudanças de humor mais comuns, que todos nós temos. Ela se manifesta por um sentimento de tris-teza que perdura. Ao olharmos pelo prisma holístico (Holos = Todo), há um cuidado em desvendar o que chamo de “gatilho”, ou seja, o desencadeador, a origem que pode ser por traumas, como perdas, abu-sos, separações. Doenças em famí-lia, principalmente terminais ou dege-nerativas, causam enorme impacto emocional em todo um grupo, mas ge-ralmente há aque-le que manifesta fisicamente esse trauma em maior proporção e exige cuidados maiores. Devido ao estigma associado à doença, muitos portadores de depressão não admitem que estão doentes. A primeira etapa do tratamento consiste em admitir que sofre com a doença e buscar ajuda. Os tratamentos psicossociais e far-macológicos associados com os alternativos dão bons resultados e quanto antes forem iniciados, mais eficientes serão. Por outro lado, a participação ativa das pessoas de-primidas e de seus parentes no tratamento é essencial. Nas próximas edições abordarei algumas terapias alternativas e seus benefícios para a depressão. O assunto pede atenção pela sua gravidade e principalmente, por estar se manifestando em mais pessoas. Depressão na adolescência, em idosos, em animais, entre outras. Mas se assim está, é porque temos mais capacidade para resolvermos o “problema”. Fique atento com seus fami-liares e amigos e sempre que necessário, ofereça ajuda. Namastê!
  10. 10. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com 10 Fernando de Farias Mello Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com O Candidato Neste terreno pantanoso, mal cheiro-so e cheio de armadilhas que é a política em geral, estamos nós aqui, eleitores, que mais deveríamos ser conhe-cidos como vingadores. Não se sabe desde quando, mas o políti-co brasileiro deve dar aquela sambadinha que o Barrichello dá quando vai ao Podium, toda vez que volta para casa. Isso porque ele sabe que a nossa cultura, a cultura do nosso povo é da pouca memória e do per-dão automático quando o candidato entra pobre e sai rico. Acho que essa nossa cultura é um erro e traz as consequências do que somos hoje, como nação. O país do jeitinho também é o país da impunidade, da desobediência às leis e do “é corrompendo que recebemos”. Por isso, retrato aqui um pouquinho do candidato brasileiro, cujo dia é assim: O Candidato: Para garantir uma outra sambadinha o can-didato, em 10 minutos no trânsito, ultra-passa pelo acostamento, evita a Lei Seca, fura um sinal de trânsito devagar para não bater forte e dá um adeusinho para um PM amigo. Acaba estacionando no seu “comitê elei-toral” que é uma loja do amigo do amigo do vizinho do porteiro do edifício, que não consegue alugar e ele ofereceu uma grana, prometendo pagar “após as elei-ções”!. Na loja, decide fazer as ligações mais comuns. Primeiro, ligou para sua bela amante, que é a esposa mal amada de outro político que vai muito à Brasília. Ele se apoderou do coração dela e ela do seu bol-so. Em seguida, recebe a agenda do seu fiel assessor: visitar os coitados suas futuras vítimas, que são os co-merciantes cujo café da manhã ele agendou. Ofereceu mundos e fundos aos palermas presentes. Ele prometeu resolver vários problemas, inclusive os nacionais. Quase ultrapassou a barreira do impossível prometendo “mudar a constituição rapidamen-te...”! Acabou almoçando duas vezes. A primeira com o pessoal da campa-nha e donos de restaurante, quando aproveitou para não pagar a conta, claro. Saiu alegando compromisso e “se esqueceu”. Depois, encontrou com a sua aman-te numa casa que alugou de um amigo. Não paga aluguel há meses, mas o IPTU está em dia, ele brada como se tivesse razão e adimplente. Ao amigo ele diz que vai pagar br com um cargo que “ele vai adorar” e para a amante, dá carinho e um par de brincos que havia comprado de outra assessora, desesperada para pagar uma conta e que ele “ajudou” comprando por valor vil. Depois desse “cansativo” dia, pois ainda recebeu a ligação do dono da gráfica onde rodou seus santinhos e banners, desespe-rado, pois não recebeu a parcela seguinte. O Candidato chega em casa. Toda a família deve ter orgulho do candi-dato, pois na garagem está uma frota de carros. Todos novos e da cor preta (para evitar sequestro). Menos o cachorro, que entendeu que seu dono não é lá aquelas coisas e acabou por sair de fininho para a sua casinha nos fundos da casa. À mesa do jantar, coisa rara nos momentos de campanha, o Candidato proíbe a família de lembrar-se dos anos de pobreza e difi-culdade porque para ele é um retrocesso. Mas todas sabem o porquê: ele não tem como justificar tamanha e repentina rique-za, sem ter feito nada pelo país, pelo povo. Apenas para o seu bem-estar e o de sua família. Aliás, bem mais à noite, quando saiu do seu banheiro da sua suíte de 75m, este político ri até dos seus assessores, pois um deles à tarde chegou a chorar por falta de dinheiro e ele sem perder a pose sacou do bolso uma nota de R$ 50,00 e entregou ao pobre rapaz e ainda disparou: “meu filho, amanhã deverá ter mais, ok?” Pronto! Mais um dependente!!! Ah!Ah!Ahh! Gargalhou no meio do enorme quarto. Sua plastificada e siliconada esposa, na verdade uma mulher só de aparências, mulher-bibelô ( porque é a amante que todo mundo sabe que ele ama de verdade), acabou disparando: “eco-nomizou mais uns troquinhos infernizando sua equipe, né? Olha, este ano quero ir para a tal de Ilhas Maldivas... É local de gente fina... blá blá blá.” O Candidato voltará. Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com PALÁCIO T IRADENTES: LUGAR DE MEMÓRI A DO PARLAMENTO BRASILEIRO. La Furnicacion CorporacionJá Deu... A Volver los Fundos
  11. 11. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com Pela Cidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Academia Niteroiense de Letras Repaginada A Academia Niteroiense de Letras após uma obra de restauração e reforma das insta-lações, reabre com inauguração entre membros da casa que tem como presidente a escritora Marcia Pessanha. Cartas Portuguesas: um Romance Malfadado O Clube Portu-guês recebe o premiado projeto teatral “Car-tas Portuguesas: um romance malfadado” com apresentação úni-ca em Niterói, no dia 28 de setembro, do-mingo, às 17h. O grupo “6 Marias e Meia” conta com o apoio da Femptec – Fundação de Empre-endimentos, Pesquisa e Desenvolvimento Institucional, Científico e Tecnológico do Rio de Janeiro – na pre-paração, realização e divulgação do espe-táculo. O tema central do espetáculo está centra-do em Portugal, século XVII. Uma freira de um convento da cidade de Beja se apaixona por um oficial francês. Triste, ela escreve ao seu amado cartas em que revela todo o seu Rose’s Bacs Model Forma Nova Turma Julio Cerino A Escola e Agência de modelos da Rosi Marinho concluiu esta semana mais um ciclo de formação de novos modelos. Foi feita uma apresentação no salão do Abrigo de Bondes onde os alunos e alunas puderam mostrar suas novas habilidades profissionais. São modelos de passarela e fotográficos, divididos em faixas etárias que os qualifica para atividades específicas. Felipe Peixoto Explica o Bairro Novo O Bairro Novo, que é um dos mais vi-toriosos projetos do Governo do Es-tado do Rio de Janeiro, não teve a di-vulgação de suas realizações proporcional aos benefícios que efetivamente trouxe. O deputado Estadual Felipe Peixoto, coor-denador da campanha ao governo do gover-nador Luiz Fernando Pezão, explicou que o projeto se desenvolve auxiliando municípios, como Maricá e Niterói, que são contempla-dos com obras. Disse Felipe: “o governador Pezão é uma pessoa extremamente generosa e permite que prefeituras contempladas divulguem estas obras como ‘parcerias’, incluindo o aspecto do financiamento das intervenções. Recente-mente, na cidade de Niterói, em Piratininga, no Maravista em Itaipu e no Bairro Peixoto, na Região Oceânica, foram concluídas muitas ruas num investimento aproximado de R$100 milhões; com verba integral do governo do sentimento exacerbado, que vai do amor à decepção por não ser correspondida. Até hoje, permanece a dúvida sobre a veracida-de da história, mas o fato é que ela rendeu um dos maiores clássicos da literatura lusi-tana. Ingressos a R$40 (sócios) e R$50,00 (não sócios) a venda no clube. Classificação etária 14 anos. O endereço é: Rua Profes-sor Lara Vilela, 176 – São Domingos, Ni-terói – RJ. Estado, contemplando 200 ruas que equiva-lem a mais de 100 quilômetros de obras.” A grande maioria destas obras foram indica-ções do deputado Felipe Peixoto. “Não houve uso de verba do município e o governo do Estado é o único responsável por tudo. Muito ainda está por vir e nas mesmas condições. O governo Pezão está atuando!” Com o intuito de estender as obras do Bairro Novo e do Asfalto na Porta na Região Metro-politana, o deputado Felipe Peixoto ingressou no último mês, na Alerj, com nove indicações solicitando ao governador Luiz Fernando Pe-zão e à Secretaria de Estado de Obras a in-clusão de mais ruas de Niterói e Maricá nos dois programas. Na foto, durante uma inauguração feita pelo governador Pezão, estavam na sua companhia o presidente da Câmara dos Vereadores de Niterói, Paulo Bagueira e o deputado Estadu-al Felipe Peixoto. Francisco Pellegrini Marine Martins, Nykollas Ribeiro e Yohanna
  12. 12. Niterói 06/09 a 13/09/13 www.dizjornal.com Em Foco dizjornal@gmail.com 12 Edição na internet para Hum milhão e 200 mil leitores Associação de Clubes Apoia Comte Bittencourt A Associação de Clubes de Niterói, que tem como presidente Sergio Werneck (AABB), reunidos, apoia a reeleição do deputado Estadual Comte Bittencourt. A maciça maio-ria de presidentes e Comodoros atuais e passados, concordam que a presença de Comte Bittencourt na Assembleia Legislativa continua sendo uma garantia à estabilidade e desen-volvimento da atividade social, esportiva e recreativa na cidade de Niterói. O Comodoro Cesar Serrão do Iate Club Brasileiro disse: “Comte sempre foi um grande aliado dos clubes. Efetivamente incentivou e esteve solidário em todas as nossas questões e dificuldades. Ele é a certeza da continuidade do apoio político e institucional que sempre necessitamos.” Gastronomia do Mar Além das Expectativas O IV Festival de Gastronomia do Mar, que teve movimento esti-mado em cerca de 15 mil pessoas, não só superou as expectativas ba-seadas nas edições anteriores, como surpreendeu o público oferecendo novidades para todos os gostos e idades. Foram nove dias envolvendo 70 restaurantes em Niterói e dez em Copacabana que além da gastrono-mia, contou com atividades lúdicas e dos tradicionais palcos gourmets com workshops gratuitos (dois em Niterói e um no Rio). O evento instituiu a Orla Gourmet em São Francisco, com direito à animação dos chamados Sombra. Por um dia, che-fs trocaram as cozinhas pela calçada, ser-vindo a R$ 15,00 porções caprichadas de comidinhas de camarões e outras espécies de pescado, com espumante a R$ 10,00. A inovação foi repetida no encerramento no domingo, 31, no Jardim Icaraí, fazendo, literalmente, a festa do público integrado por crianças, jovens, adultos e idosos. Idealizador do Gastronomia do Mar em 2011 quando era secretário de estado de Desenvolvimento Social, Abastecimento e Pesca, o deputado Felipe Peixoto acompa-nhou os eventos e comemora o sucesso do festival, que em muitos restaurantes repre-sentou um aumento de até 60% nas vendas, e em alguns deles chegou a zerar o estoque de pescado. A Associação dos Clubes de Niterói congrega a maioria dos grandes clubes de Vela e Náu-ticos, Sociais e Esportivos, que abrange desde o Pampo Clube de Itacoatiara, o Country Club, o Praia Clube São Francisco, Regatas Icaraí, Rio Cricket, Central, Português, Canto do Rio e os de Vela e Náutica: Naval de Charitas, Jurujuba Iate clube, e o Iate Clube Bra-sileiro. Seguindo essa progressão, os associados dessas agremiações que fazem a “família dos clubes” irão se unir nessa grande corrente pela reeleição do patrono de todos os clubes, o deputado Comte Bittencourt.

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