Gestão
Aplicada III
Prof. Allan Clemente
Apresentação da Disciplina
GESTÃO APLICADA III
Ementa da disciplina
 Carga horária de 50h – (10 aulas);
 Competências e Habilidades:
 Elaborar planos de manutenção;
...
Metodologia
 Exposição verbal dos conceitos;
 Troca de experiências entre os participantes;
 Exercícios para aplicação ...
Critério de Avaliação
 Assiduidade em todas as aulas – 20
presenças – valerá 10% da media final, ou
seja, 1 ponto. Caso o...
Critério de Avaliação
 Estudos de caso em equipes (8 atividades):
 Feito pela equipe e entregue por um dos membros;
 En...
Critério de Avaliação
 PROVA (ÚLTIMA AULA) – 10PTOS:
 INÍCIO DA PROVA 19H: 30MIN e TEMPO MÍNIMO SUGERIDO: 20 MINUTOS;
 ...
Critério de Avaliação
 PONTO DE PARTICIPAÇÃO: BONIFICAÇÃO
DADO AO ALUNO QUE PARTICIPA DA
AULA, DEMOSTRANDO INTERESSE, BOM...
Critério de Avaliação
 DESSA FORMA, A MÉDIA FICA:
 NOTA 1 (N1): PONTO EXTRA + PONTO DE
PRESENÇA + ENTREGA DOS ESTUDOS DE...
Critério de Avaliação
 Resumindo.....
ATIVIDADE QDE MÁX. DE PONTOS
Frequência 1
ESTUDOS DE CASOS 8
PONTO DE PARTICIPAÇÃO ...
Bibliografias Recomendadas
 Apostila Cepep – Petróleo e Gás – Gestão
Aplicada III
 Notas de aula
 Material a ser enviad...
CAPITULO 1
VISÃO GERAL DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO
1.1 PRODUÇÃO
 DEFINIÇÃO: OFERTA DE UM BEM OU
SERVIÇO À COMUNIDADE.
 NÃO SE LIMITA A MANUFATURA OU
MONTAGEM, MAS TAMBÉM A...
1.1 PRODUÇÃO
TIPOS DE
OPERAÇÕES
SISTEMAS PRODUTIVOS
PRODUÇÃO DE
BENS
MANUFATURA, MINERAÇÃO E REFINO
DE PETRÓLEO - FPSO
MOV...
1.1 PRODUÇÃO
FPSO – FLOATING,
PRUDUCTION, STORAGE AND
OFFLOADING
FSO - FLOATING, STORAGE
AND OFFLOADING
1.1 PRODUÇÃO
ROV - Remotely Operated Vehicle
1.1 PRODUÇÃO
SONDA DE PERFURAÇÃO
1.1 PRODUÇÃO
 FUNÇÃO DA PRODUÇÃO: GARANTE A
RAZÃO PRINCIPAL DA EMPRESA: GERAR
BENS E SERVIÇOS.
INSUMOS
CAPITAL
TRABALHO
M...
1.1 PRODUÇÃO
SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 32
1.1 PRODUÇÃO
SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 33 - ADAPTADO
1.5 QUESTIONÁRIO
1.5.1 Coloque-se na situação de um gerente industrial de
uma fábrica de roupas para homens, senhoras e cr...
1.2 Sistemas Produtivos
 VARIA MUITO CONFORME A ATIVIDADE DA
EMPRESA, AS ENTRADAS (INPUTS) E AS
SAÍDAS (OUTPUTS).
 EXIST...
1.2 Sistemas Produtivos
1.2.1 PRODUTO
 PODE INFLUENCIAR CONFORME A COMPLEXIDADE DO MESMO – “PRODUTO PADRÃO”
OU “PRODUTO E...
1.2 Sistemas Produtivos
1.2.4 CLASSIFICAÇÃO GERAL
1.2.4.1 PRODUÇÃO CONTINUA: VISUALIZA-SE UM ÚNICO FLUXO SIMPLES DE
TRANSF...
1.2 Sistemas Produtivos
 As classificações a seguir variar ainda
conforme o tempo de setup, ou seja, tempo
em que a maqui...
1.5 QUESTIONÁRIO
1.5.3 De acordo com o tipo de produção, as
empresas industriais podem ser classificadas
em:
a) Contínuas ...
1.2 Sistemas Produtivos
 PODE-SE AINDA TER SUBDIVISÕES DO
SISTEMA PRODUTIVO.
 DESSA FORMA, DEFINIR-SE COMO
MACROPERAÇÕES...
SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 41
SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 42
1.2 Sistemas Produtivos
 OS FATORES INFLUENCIAM OS SISTEMAS
PRODUTIVOS :
 QUANTIDADE MAIOR NA PRODUÇÃO
INTERMITENTE;
 Q...
1.3 FLUXO DE INFORMAÇÕES
E PRODUÇÃO
 TRATA-SE DA COMUNICAÇÃO ENTRE OS
DEPARTAMENTOS DA EMPRESA,
FORNECEDORES E CLIENTES;
...
CEPEP(2014) PÁG. 06
1. RECEPCIONA E AVALIA AS
PRODUTOS DOS
FORNECEDORES.
2. ENCAMINHA PARA OS
SETORES ESPECÍFICOS –
PEÇAS ...
1.3 FLUXO DE INFORMAÇÕES
E PRODUÇÃO
“É claro que nem todas as empresas industriais
têm seu fluxo de informações e de produ...
1.5 QUESTIONÁRIO
1.5.2 Numa empresa de pequeno porte
costuma-se recomendar um PCP mais simples.
Assim se procede porque:
a...
1.5 QUESTIONÁRIO
1.5.4 Costuma-se dizer que não existe um PCP padrão,
isto é, não existe um conjunto de técnicas de
planej...
1.4 ORGANIZAÇÃO DA
PRESTADORA DE SERVIÇOS
 EXISTEM GRANDES DIFERENÇAS ENTRE A
PRODUÇÃO DE BENS E DE SERVIÇOS.
 UMA DIFER...
1.4 ORGANIZAÇÃO DA
PRESTADORA DE SERVIÇOS
 ORIENTAÇÃO DO PRODUTO: OS SERVIÇOS SÃO INTANGÍVEIS E, EM CONSEQUÊNCIA DISSO, O...
1.4 ORGANIZAÇÃO DA
PRESTADORA DE SERVIÇOS
 TANTO A MANUFATURA DE BENS, COMO O
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POSSUEM ASPECTO DE
TR...
1.5 QUESTIONÁRIO
1.5.5 A prestação de serviços é muito variada
não sendo possível encontrar uma organização
empresarial tí...
1.6 ESTUDO DE CASO
Uma fábrica possuía um Departamento de Fabricação e várias
Linhas de Montagem. No Departamento de Fabri...
RESUMINDO....
AO FINAL DESSA AULA VOCÊ DEVERIA SABER:
1. DEFINIR PRODUÇÃO.
2. QUAIS AS DUAS FORMAS PRODUÇÃO.
3. IDENTIFICA...
FIM
CAPÍTULO 1 - VISÃO GERAL DOS SISTEMAS DE
PRODUÇÃO
Como resolver um Estudo de
Caso?
 No estudo de caso, não existe resposta 100%
correta ou 100% errada.
 Deve-se, então, p...
Como resolver um Estudo de
Caso?
Analise SWOT
“Concentre-se nos PONTOS FORTE,
reconheça as FRAQUEZAS, agarre as
OPORTUNIDA...
Como resolver um Estudo de
Caso?
Analise SWOT
Como resolver um Estudo de
Caso?
PONTOS FORTES
• AMBIENTE INTERNOS
(DOMÍNIO)
• DEVEM SER MAXIMIZADOS
PONTOS FRACOS
• AMBIE...
Como resolver um Estudo de
Caso?
EXEMPLO...
RESTAURANTE
Como resolver um Estudo de
Caso?
EXEMPLO DO RESTAURANTE
PONTOS FORTES OPORTUNIDADES
PONTOS FRACOS AMEAÇAS
REQUINTE
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Como resolver um Estudo de
Caso?
CONCLUÍDO A ANÁLISE SWOT, DEVE-SE
INICIAR O PROCESSO DE TOMADA DE
DECISÃO. DESSA FORMA, O...
Como resolver um Estudo de
Caso?
NESSE CONTEXTO, COMO FICARIA O
NOSSO ESTUDO DE CASO?
Como resolver um Estudo de
Caso?
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
– FCS (CRITICAL SUCCESS
FACTOR)
“Uma condição mensurável que
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Como resolver um Estudo de
Caso?
 Os FCS devem ser identificados por meio da
aplicação dos princípios e/ou definições com...
Como resolver um Estudo de
Caso?
DISTINGUE -SE CINCO FONTES DE
FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO:
1ª FONTE
• INTRÍNSECO DA INDÚS...
Como resolver um Estudo de
Caso?
Fatores críticos à competitividade da cadeia produtiva do café [...] resultados esperados...
Como resolver um Estudo de
Caso?
QUAIS SERIAM OS FCS DO NOSSO
ESTUDO DE CASO?
Como resolver um Estudo de
Caso?
5 PORQUÊS
 FAZEM-SE 5 PERGUNTAS (POR QUÊS).
 CASO CONSIGA AS 5 RESPOSTAS O
PROBLEMA EST...
Como resolver um Estudo de
Caso?
PORQUE A PLANTA ESTÁ DOENTE?
Como resolver um Estudo de
Caso?
ALTO ÍNDICE DE RECALL NUMA FÁBRICA
• DEFEITO DE
FABRICAÇÃPOR QUÊ?
• SETOR DE MONTAGEM
COM...
Como resolver um Estudo de
Caso?
COMO SERIAM OS 5 POR QUÊS DO
NOSSO ESTUDO DE CASO?
Como resolver um Estudo de
Caso?
 IDEAL PARA UMA COMPARAÇÃO
QUALITATIVA OU QUANTITATIVA DE DOIS
OU MAIS PONTOS DE VISTA.
...
Como resolver um Estudo de
Caso?
QUAIS SERIAM OS FCS DO NOSSO
ESTUDO DE CASO?
Como resolver um Estudo de
Caso?
PLANO DE AÇÃO
Como resolver um Estudo de
Caso?
5 FORÇAS DE PORTER
MICHEL PORTER
Como resolver um Estudo de
Caso?
Como resolver um Estudo de
Caso?
 Pode-se ainda não se fazer uso dessas
ferramentas
 As ferramentas mostradas são um gra...
Referências
 CEPEP 2014, Capítulo 1 – VISÃO GERAL
DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO
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Gestão Aplicada 3 - Aula 01

  1. 1. Gestão Aplicada III Prof. Allan Clemente
  2. 2. Apresentação da Disciplina GESTÃO APLICADA III
  3. 3. Ementa da disciplina  Carga horária de 50h – (10 aulas);  Competências e Habilidades:  Elaborar planos de manutenção;  Prevenir a demanda com auxílio de ferramentas estatísticas;  Utilizar diversas técnicas de gestão da produção.  Bases teóricas:  Planejamento, programação e controle da produção;  Planos de produção;  Técnicas de previsão de demanda;  MRP I (Material Requirements Planning ) e MRP II (Manufacturing Resource Planning);  Just in time – JIT;  Optimized Production Technology - OTP.
  4. 4. Metodologia  Exposição verbal dos conceitos;  Troca de experiências entre os participantes;  Exercícios para aplicação prática dos conceitos vistos em classe;  Estudos de casos feitos em classe ou extra classe individuais ou em grupo.
  5. 5. Critério de Avaliação  Assiduidade em todas as aulas – 20 presenças – valerá 10% da media final, ou seja, 1 ponto. Caso o aluno falte, mesmo por motivo justificável, o percentual ficará: Percentual de Faltas [%] Dias de falta [dia] Percentual sobre a média [%] 10 1 5 15 11/2 2.5 20 2 - 25 21/2 Reprovado!
  6. 6. Critério de Avaliação  Estudos de caso em equipes (8 atividades):  Feito pela equipe e entregue por um dos membros;  Entrega via e-mail, até às 17:00h da aula seguinte: allan.cepep@gmail.com ou Manuscrito;  No mínimo 7 e no máximo 21 linhas, fora gráficos e tabelas quando houver;  Notas pela entrega: 0,5 pto;  Natas de apresentação: 0,5 pto.  Equipes variadas.
  7. 7. Critério de Avaliação  PROVA (ÚLTIMA AULA) – 10PTOS:  INÍCIO DA PROVA 19H: 30MIN e TEMPO MÍNIMO SUGERIDO: 20 MINUTOS;  20 questões* de múltipla escolha com 5 itens cada questão, sendo apenas 1 correta;  Só é permitida ao aluno portar na hora da prova: lápis ou lapiseira, borracha e caneta. É vetado qualquer compartilhamento de material durante a prova  SOMENTE SERÁ CONSIDERADA A RESPOSTA DE CANETA. Questão RASURADAS NÃO SERÃO CONSIDERADAS.  Celulares ou quaisquer equipamentos eletrônicos devem ser desligado ou postos em modo de silêncio e devidamente guardados. Não é permitido efetuar ou receber ligação. Em caso de algum sinal sonoro, a prova do aluno será cancelada;  Não é permitida a inda ao banheiro ou deixar a sala de aula após o início do teste;  Qualquer material de consulta é terminantemente proibido;  Conversas paralelas são proibidas ;  Após a saída do primeiro aluno, não será permitida a entrada de alunos atrasados;
  8. 8. Critério de Avaliação  PONTO DE PARTICIPAÇÃO: BONIFICAÇÃO DADO AO ALUNO QUE PARTICIPA DA AULA, DEMOSTRANDO INTERESSE, BOM COMPORTAMENTO, ORGANIZAÇÃO, PONTUALIDADE E ESMERO COM OS TRABALHOS.
  9. 9. Critério de Avaliação  DESSA FORMA, A MÉDIA FICA:  NOTA 1 (N1): PONTO EXTRA + PONTO DE PRESENÇA + ENTREGA DOS ESTUDOS DE CASOS.  NOTA 2 (N2): PROVA  CALCULANDO-SE A MÉDIA(M): 𝑴 = 𝑵𝟏 + 𝑵𝟐 𝟐
  10. 10. Critério de Avaliação  Resumindo..... ATIVIDADE QDE MÁX. DE PONTOS Frequência 1 ESTUDOS DE CASOS 8 PONTO DE PARTICIPAÇÃO 1 TOTAL (N1) 10 PROVA (N2) 10 MÉDIA (M) 10 M ≥ 𝟔, 𝟎 𝑨𝑷𝑹𝑶𝑽𝑨𝑫𝑶!
  11. 11. Bibliografias Recomendadas  Apostila Cepep – Petróleo e Gás – Gestão Aplicada III  Notas de aula  Material a ser enviado por e-mail.
  12. 12. CAPITULO 1 VISÃO GERAL DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO
  13. 13. 1.1 PRODUÇÃO  DEFINIÇÃO: OFERTA DE UM BEM OU SERVIÇO À COMUNIDADE.  NÃO SE LIMITA A MANUFATURA OU MONTAGEM, MAS TAMBÉM A ATIVIDADES DE ARMAZENAMENTO, ALUGUEL E ETC.  EXEMPLOS...
  14. 14. 1.1 PRODUÇÃO TIPOS DE OPERAÇÕES SISTEMAS PRODUTIVOS PRODUÇÃO DE BENS MANUFATURA, MINERAÇÃO E REFINO DE PETRÓLEO - FPSO MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM CORREIOS, HOTELARIA , AEROLINHAS, NAVIOS ALIVIADORES - FSO ENTRETENIMENTO E COMUNICAÇÃO ESTAÇÕES DE TV, RÁDIO, ETC. ALUGUEL, PERMUTA E EMPRÉSTIMO ALUGUEL DE SONDAS, ROV , ZELADORES E DEMAIS SERVIÇOS TERCEIRIZADOS - TABELA 1.1 Operações Produtivas , CEPEP( 2014) PÁG. 02
  15. 15. 1.1 PRODUÇÃO FPSO – FLOATING, PRUDUCTION, STORAGE AND OFFLOADING FSO - FLOATING, STORAGE AND OFFLOADING
  16. 16. 1.1 PRODUÇÃO ROV - Remotely Operated Vehicle
  17. 17. 1.1 PRODUÇÃO SONDA DE PERFURAÇÃO
  18. 18. 1.1 PRODUÇÃO  FUNÇÃO DA PRODUÇÃO: GARANTE A RAZÃO PRINCIPAL DA EMPRESA: GERAR BENS E SERVIÇOS. INSUMOS CAPITAL TRABALHO MATERIAIS CONVERSÃO TRANSFORMAR ALUGAR TRANSFORMAR SAÍDAS BENS E SERVIÇOS FIGURA 1.1 – A FUNÇÃO DA PRODUÇÃO , CEPEP( 2014) PÁG. 02
  19. 19. 1.1 PRODUÇÃO SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 32
  20. 20. 1.1 PRODUÇÃO SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 33 - ADAPTADO
  21. 21. 1.5 QUESTIONÁRIO 1.5.1 Coloque-se na situação de um gerente industrial de uma fábrica de roupas para homens, senhoras e crianças (confecções), que está precisando de um elemento para chefiar seu PCP. O Departamento de Recursos Humanos encaminha-lhe três candidatos com experiência anterior em outros tipos de indústria. Que elemento escolheria? a) Um que tivesse trabalhado numa fiação; b) Um que tivesse trabalhado numa tecelagem; c) Um que tivesse trabalhado numa fábrica de malhas e bolsas de couro.
  22. 22. 1.2 Sistemas Produtivos  VARIA MUITO CONFORME A ATIVIDADE DA EMPRESA, AS ENTRADAS (INPUTS) E AS SAÍDAS (OUTPUTS).  EXISTEM VÁRIOS FATORES QUE AFETAM A COMPLEXIDADE E O CONTROLE DA PRODUÇÃO, DENTRE ELES PODE-SE DESTACAR:  PROJETO DO PRODUTO  VOLUME DA PRODUÇÃO;  VARIEDADE DE PRODUTOS;  TIPO DE CLASSIFICAÇÃO GERAL DA PRODUÇÃO.
  23. 23. 1.2 Sistemas Produtivos 1.2.1 PRODUTO  PODE INFLUENCIAR CONFORME A COMPLEXIDADE DO MESMO – “PRODUTO PADRÃO” OU “PRODUTO ESPECIAL”. 1.2.2 VOLUME DA PRODUÇÃO  É DIRETAMENTE PROPORCIONAL AO NÍVEL DE COMPLEXIDADE DE CONTROLE DA PRODUÇÃO. 1.2.3 VARIEDADE  A COMPLEXIDADE VARIA DA MESMA FORMA QUE O ITEM ANTERIOR. PORÉM, GERAM TRÊS TIPO DE SISTEMAS PRODUTIVOS: 1.2.4 CLASSIFICAÇÃO GERAL  DE UMA MANEIRA GERAL, PODE-SE CLASSIFICAR AS EMPRESAS EM DOIS TIPOS BÁSICOS DE QUE DESDOBRAM EM TRÊS IMPLOSIVO DE PROCESSO EXPLOSIVO SISTEMA PRODUTIVO CONTÍNUO INTERMITENTE REPETITIVO SOB ENCOMENDA
  24. 24. 1.2 Sistemas Produtivos 1.2.4 CLASSIFICAÇÃO GERAL 1.2.4.1 PRODUÇÃO CONTINUA: VISUALIZA-SE UM ÚNICO FLUXO SIMPLES DE TRANSFORMAÇÃO DE INPUTS EM OUTPUTS. 1.2.4.2 PRODUÇÃO INTERMITENTE: 1.2.4.2.1 REPETITIVA: PRODUÇÃO DE LOTES REPETITIVOS. CONFORME A DEMANDA, A PRODUÇÃO “STARTA” REPONDO O PRODUTO. AO LONGO DO TEMPO, OS PRODUTOS SOFREM POUCAS VARIAÇÕES. ASSEMELHA-SE COM A PRODUÇÃO CONTINUA. 1.2.4.2.1 SOB ENCOMENDA: É COMANDADA PELO PEDIDO DO CONSUMIDOR. OBS.: Pode-se apresentar, também, um tipo misto muito comum que é o da fábrica que produz repetitivamente nas suas Seções de Fabricação e continuamente nas Linhas de Montagem (Figura 1.3).
  25. 25. 1.2 Sistemas Produtivos  As classificações a seguir variar ainda conforme o tempo de setup, ou seja, tempo em que a maquina precisa para está pronta para operação.  Dessa forma como ficaria? PRODUÇÃO CONTINUA INTERMITENTE REPETITIVA INTERMITENTE SOB ENCOMENDA BAIXO TEMPO, DEVIDO POUCA VARIABILIDADE DE PRODUTOS VÁRIOS SETUPS, GERANDO UM TEMPO GRANDE PREPARAÇÃO CONFORME O PEDIDO, PODENDO GERAR TEMPOS VARIADOS
  26. 26. 1.5 QUESTIONÁRIO 1.5.3 De acordo com o tipo de produção, as empresas industriais podem ser classificadas em: a) Contínuas ou sob encomendas; b) Contínuas ou intermitentes; c) Contínuas ou repetitivas
  27. 27. 1.2 Sistemas Produtivos  PODE-SE AINDA TER SUBDIVISÕES DO SISTEMA PRODUTIVO.  DESSA FORMA, DEFINIR-SE COMO MACROPERAÇÕES, AQUELAS OPERAÇÕES GLOBAIS DE UMA EMPRESA E AS MICROPERAÇÕES, AS SUBDIVISÕES OU SUBPROCESSOS MENORES DA EMPRESA.  SURGE PORTANTO, O CONCEITO DE CLIENTE / FORNECEDOR INTERNO E EXTERNO.
  28. 28. SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 41
  29. 29. SLAK ET AL . (2006) – ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO , PÁG. 42
  30. 30. 1.2 Sistemas Produtivos  OS FATORES INFLUENCIAM OS SISTEMAS PRODUTIVOS :  QUANTIDADE MAIOR NA PRODUÇÃO INTERMITENTE;  QUALIFICAÇÃO DO OPERÁRIO ;  MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS ;  EXISTIRIAM OUTROS.?
  31. 31. 1.3 FLUXO DE INFORMAÇÕES E PRODUÇÃO  TRATA-SE DA COMUNICAÇÃO ENTRE OS DEPARTAMENTOS DA EMPRESA, FORNECEDORES E CLIENTES;  O FLUXO DA INFORMAÇÃO DEVE SER CLARA, SIMPLES E OBJETIVA;  CADA DEPARTAMENTO DEVE RECEBER E TRANSMITIR AS INFORMA ESPECÍFICAS PARA SEUS RESPECTIVOS FORNECEDORES E CLIEETES INTERNOS OU EXTERNOS;  QUANTO MAIS EFICIENTE A GI – GESTÃO DA INFORMAÇÃO - MAIS RÁPIDA É A TOMADA DE DECISÃO, QUE PODE IMPACTAR NOS CUSTOS;  ACOMPANHEMOS O FLUXOGRAMAA SEGUIR:
  32. 32. CEPEP(2014) PÁG. 06 1. RECEPCIONA E AVALIA AS PRODUTOS DOS FORNECEDORES. 2. ENCAMINHA PARA OS SETORES ESPECÍFICOS – PEÇAS COMPRADAS (PC) 3. PODE ATUA AO LONGO DO PROCESSO 1. RECEBE A SOLICITAÇÃO DO PCP ATRAVÉS DA OF, 2. SOLICITA MP ENCAMINHA PARA A PRODUÇÃO. GERA ESTOQUE – RENOVANDO- O GERA RECEITA
  33. 33. 1.3 FLUXO DE INFORMAÇÕES E PRODUÇÃO “É claro que nem todas as empresas industriais têm seu fluxo de informações e de produção exatamente dentro desse contexto, o que não significa que estejam erradas. O tamanho da empresa e o tipo de produção são fatores determinantes, tanto da estrutura organizacional da empresa quando do seu fluxo de informações e de produção.” CEPEP(2014), PÁG. 7.
  34. 34. 1.5 QUESTIONÁRIO 1.5.2 Numa empresa de pequeno porte costuma-se recomendar um PCP mais simples. Assim se procede porque: a) Em tal empresa a coordenação entre várias funções é mais fácil; b) Fica mais oneroso um sistema mais sofisticado; c) Em tal empresa as funções de produção são em menor número.
  35. 35. 1.5 QUESTIONÁRIO 1.5.4 Costuma-se dizer que não existe um PCP padrão, isto é, não existe um conjunto de técnicas de planejamento e controle da produção adaptável a qualquer empresa industrial. Isso ocorre porque: a) Nem todas as empresas industriais precisam de PCP; b) Cada empresa industrial merece um PCP especial, diferente de todos os outros; c) Cada empresa industrial tem um tipo de produção e tamanho peculiar.
  36. 36. 1.4 ORGANIZAÇÃO DA PRESTADORA DE SERVIÇOS  EXISTEM GRANDES DIFERENÇAS ENTRE A PRODUÇÃO DE BENS E DE SERVIÇOS.  UMA DIFERENÇA BÁSICA RESIDE NO FATO DE A MANUFATURA DE BENS É ORIENTADA PARA O PRODUTO – TANGÍVEL - ENQUANTO A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS É ORIENTADA PARA A AÇÃO - INTANGÍVEL.  DESSA FORMA, PODE-SE ELENCAR PELO MESMO 4 CARACTERÍSTICAS INTRÍNSECAS DESSE SISTEMA DE PRODUÇÃO:
  37. 37. 1.4 ORGANIZAÇÃO DA PRESTADORA DE SERVIÇOS  ORIENTAÇÃO DO PRODUTO: OS SERVIÇOS SÃO INTANGÍVEIS E, EM CONSEQUÊNCIA DISSO, OS SERVIÇOS NÃO PODEM SER PREVIAMENTE EXECUTADOS E ESTOCADOS COMO OS BENS; HÁ NECESSIDADE DA PRESENÇA DO CLIENTE PARA OCORRER A AÇÃO, POIS A PRODUÇÃO E O CONSUMO OCORREM SIMULTANEAMENTE.  CONTATO COM O CLIENTE: OS SERVIÇOS ENVOLVEM MAIOR CONTATO DO CLIENTE, OU UM BEM DE SUA PROPRIEDADE, COM O SISTEMA PRODUTIVO, ENQUANTO A MANUFATURA DE BENS SEPARA CLARAMENTE A PRODUÇÃO DO CONSUMO, OCORRENDO A FABRICAÇÃO DOS BENS LONGE DOS OLHOS DOS CLIENTES. NESSE SENTIDO, O PLANEJAMENTO DA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS DEVE LEVAR EM CONTA O TEMPO QUE OS CLIENTES ESTÃO DISPOSTOS A ESPERAR NESTA OPERAÇÃO, BEM COMO A QUALIFICAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA PRESTADORA DO SERVIÇO, POIS É ELA QUE TERÁ CONTATO DIRETO COM O CLIENTE, SENDO POR ELE AVALIADA.  UNIFORMIDADE DOS FATORES PRODUTIVOS: OS SERVIÇOS ESTÃO SUJEITOS A MAIOR VARIABILIDADE DE ENTRADA (INPUT) DO QUE A MANUFATURA. POR EXEMPLO, UM CARRO QUEBRADO QUE CHEGA A UMA OFICINA OU UM PACIENTE QUE É ATENDIDO EM UMA CONSULTA MÉDICA PODEM TER UMA GAMA MUITO VARIÁVEL DE PROBLEMAS A SEREM TRATADOS.  AVALIAÇÃO DO SISTEMA: COMO AS ENTRADAS, O PROCESSAMENTO E AS SAÍDAS (OUTPUT) DO SISTEMA DE SERVIÇOS SÃO VARIÁVEIS, FICA MAIS COMPLEXO AVALIAR SEU DESEMPENHO. DEVIDO A ESTA DIFICULDADE DE AVALIAÇÃO BEM COMO SENTI-LOS ANTES DA COMPRA, OS CONSUMIDORES TENDEM A SER MAIS INSTÁVEIS E A BASEAR-SE EM OPINIÕES (OUTROS CLIENTES OU A REPUTAÇÃO DA EMPRESA) DO QUE EM DADOS REAIS PARA SUA ESCOLHA.
  38. 38. 1.4 ORGANIZAÇÃO DA PRESTADORA DE SERVIÇOS  TANTO A MANUFATURA DE BENS, COMO O PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POSSUEM ASPECTO DE TRANSFORMAR INSUMOS EM PRODUTOS ÚTEIS AOS CLIENTES.  AMBAS DEVEM PROJETAR SEUS PRODUTOS, PREVER SUA DEMANDA, BALANCEAR SEU SISTEMA PRODUTIVO, TREINAR SUA MÃO-DE-OBRA, VENDER SEUS PRODUTOS, ALOCAR SEUS RECURSOS E PLANEJAR E CONTROLAR SUAS OPERAÇÕES.  NÃO OBSTANTE HAJA DIFERENÇAS CLARAS ENTRE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E MANUFATURA DE BENS, NA PRÁTICA A MAIORIA DAS EMPRESAS ESTÁ SITUADA ENTRE ESSES DOIS EXTREMOS, PRODUZINDO SIMULTANEAMENTE BENS E SERVIÇOS.
  39. 39. 1.5 QUESTIONÁRIO 1.5.5 A prestação de serviços é muito variada não sendo possível encontrar uma organização empresarial típica nem aplicar os princípios administrativos usados na produção industrial. Esta afirmativa está: a) Certa; b) Errada; c) Incompleta.
  40. 40. 1.6 ESTUDO DE CASO Uma fábrica possuía um Departamento de Fabricação e várias Linhas de Montagem. No Departamento de Fabricação eram fabricados peças e subconjuntos que exigiam operações mecânicas. Era organizado por processo. Algumas peças eram compradas prontas. Nas Linhas de Montagem, uma para cada modelo de produto, executavam-se apenas operações manuais. Um dos subconjuntos preparados na fabricação, uma vez que as seções se localizavam distantes uma das outras e o seu transporte era complexo, chegava constantemente danificados na Linha de montagem. Qual a sua opinião sobre a criação de uma seção de fabricação exclusiva para a fabricação desse subconjuntos, onde seriam agrupadas as operações de sua fabricação? Explicar, detalhadamente, as vantagens e desvantagens dessa solução. Haveria uma solução intermediária melhor?
  41. 41. RESUMINDO.... AO FINAL DESSA AULA VOCÊ DEVERIA SABER: 1. DEFINIR PRODUÇÃO. 2. QUAIS AS DUAS FORMAS PRODUÇÃO. 3. IDENTIFICAR OS PRINCIPAIS “INPUTS E OUTPUTS” DE UMA EMPRESA. 4. SABER O QUE SÃO E QUAIS AS QUATRO PRINCIPAIS FORMAS DE INFLUENCIA O SISTEMA PRODUTIVO 5. O QUE SÃO MACRO E MICROOPERAÇÕES E QUAL O CONCEITO DE CONSUMIDOR INTERNO E EXTERNO? 6. COMPREENDER A IMPORTÂNCIA E A FORMA COMO A INFORMAÇÃO INFLUENCIA A EMPRESA. 7. DIFERENCIAR O QUE É TANGIBILIDADE E INTANGIBILIDADE 8. QUATRO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO.
  42. 42. FIM CAPÍTULO 1 - VISÃO GERAL DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO
  43. 43. Como resolver um Estudo de Caso?  No estudo de caso, não existe resposta 100% correta ou 100% errada.  Deve-se, então, preocupa-se em explicar a opinião tomada.  Existem algumas ferramentas que facilitam o processo de tomada de decisão.
  44. 44. Como resolver um Estudo de Caso? Analise SWOT “Concentre-se nos PONTOS FORTE, reconheça as FRAQUEZAS, agarre as OPORTUNIDADES e proteja-se contra as AMEAÇAS.” Sun Tzu( 500 a.C.)
  45. 45. Como resolver um Estudo de Caso? Analise SWOT
  46. 46. Como resolver um Estudo de Caso? PONTOS FORTES • AMBIENTE INTERNOS (DOMÍNIO) • DEVEM SER MAXIMIZADOS PONTOS FRACOS • AMBIENTE INTERNO (DOMÍNIO) • DEVEM SER MITIGADOS OPORTUNIDADES • AMBIENTE EXTERNO (ALHEIO) • DEVEM SER APROVEITADOS AMEAÇAS • AMBIENTE EXTERNO (ALHEIO) • DEVEM SER EVITADAS ANALISE SWOT
  47. 47. Como resolver um Estudo de Caso? EXEMPLO... RESTAURANTE
  48. 48. Como resolver um Estudo de Caso? EXEMPLO DO RESTAURANTE PONTOS FORTES OPORTUNIDADES PONTOS FRACOS AMEAÇAS REQUINTE QUALIDADE CHEF COPA DO MUNDO ASCENSÃO SOCIAL LINHA DE CREDITO CONCORRENTE AUMENTO DO DÓLAR PREÇO ALTO ATENDIMENTO
  49. 49. Como resolver um Estudo de Caso? CONCLUÍDO A ANÁLISE SWOT, DEVE-SE INICIAR O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO. DESSA FORMA, O QUE IMPORTA É O QUE SE FAZ DEPOIS DA ANÁLISE.
  50. 50. Como resolver um Estudo de Caso? NESSE CONTEXTO, COMO FICARIA O NOSSO ESTUDO DE CASO?
  51. 51. Como resolver um Estudo de Caso? FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO – FCS (CRITICAL SUCCESS FACTOR) “Uma condição mensurável que deve ser satisfeita a fim de que o processo atenda aos requerimentos dos clientes. A condição pode ser física ou comportamental.” FONTE:http: //www.pinho.com.br/dicionario/F.htm
  52. 52. Como resolver um Estudo de Caso?  Os FCS devem ser identificados por meio da aplicação dos princípios e/ou definições com base em pesquisa teórica, utilizando as diversas fontes de dados disponíveis e serem complementados com pesquisas de campo.  Esses dados, depois de analisados, se transformam em informações estratégicas e táticas, para nortear o projeto e a operacionalização do empreendimento. Bullen e Rockart (1981, apud GRUNERT e ELLEGAARD, 1992).
  53. 53. Como resolver um Estudo de Caso? DISTINGUE -SE CINCO FONTES DE FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO: 1ª FONTE • INTRÍNSECO DA INDÚSTRIA OU RAMO DE NEGÓCIO 2ª FONTE • ESTRATÉGIA E POSICIONAMENTO COMPETITIVO DO NEGÓCIO 3ª FONTE • FATORES AMBIENTAIS EXTERNOS 4ª FONTE • FATORES TEMPORAIS 5ª FONTE • POSIÇÃO ADMINISTRATIVA
  54. 54. Como resolver um Estudo de Caso? Fatores críticos à competitividade da cadeia produtiva do café [...] resultados esperados com sua utilização.
  55. 55. Como resolver um Estudo de Caso? QUAIS SERIAM OS FCS DO NOSSO ESTUDO DE CASO?
  56. 56. Como resolver um Estudo de Caso? 5 PORQUÊS  FAZEM-SE 5 PERGUNTAS (POR QUÊS).  CASO CONSIGA AS 5 RESPOSTAS O PROBLEMA ESTARÁ BEM IDENTIFICADO OU A SOLUÇÃO É BOA.  DEVE-SE FAZER O AFUNILAMENTO, PROCURANDO RELACIONAR UMA RESPOSTA COM A OUTRA, REDUZINDO O CAMPO DE POSSIBILIDADES
  57. 57. Como resolver um Estudo de Caso? PORQUE A PLANTA ESTÁ DOENTE?
  58. 58. Como resolver um Estudo de Caso? ALTO ÍNDICE DE RECALL NUMA FÁBRICA • DEFEITO DE FABRICAÇÃPOR QUÊ? • SETOR DE MONTAGEM COM PROBLEMASPOR QUÊ? • MAQUINA COM DEFEITO PRO QUÊ? • FALTA DE MANUTENÇÃOPOR QUÊ? • GERENTE DO PCP NÃO DIMENSIONOU CORRENTEMENTE O PCM PRO Quê?
  59. 59. Como resolver um Estudo de Caso? COMO SERIAM OS 5 POR QUÊS DO NOSSO ESTUDO DE CASO?
  60. 60. Como resolver um Estudo de Caso?  IDEAL PARA UMA COMPARAÇÃO QUALITATIVA OU QUANTITATIVA DE DOIS OU MAIS PONTOS DE VISTA.  AS FORÇAS INTERAGEM ENTRE SI.  DEVE-SE ESTIPULAR UM GRAU DE COMPARAÇÃO BASEANDO-SE NA EXPERIÊNCIA E OPINIÃO DO AVALIADOR OU EQUIPE.
  61. 61. Como resolver um Estudo de Caso? QUAIS SERIAM OS FCS DO NOSSO ESTUDO DE CASO?
  62. 62. Como resolver um Estudo de Caso? PLANO DE AÇÃO
  63. 63. Como resolver um Estudo de Caso? 5 FORÇAS DE PORTER MICHEL PORTER
  64. 64. Como resolver um Estudo de Caso?
  65. 65. Como resolver um Estudo de Caso?  Pode-se ainda não se fazer uso dessas ferramentas  As ferramentas mostradas são um grande auxilio para resolução de ESTUDOS DE CASOS E TOMADAS DE DECISÃO na vida profissional
  66. 66. Referências  CEPEP 2014, Capítulo 1 – VISÃO GERAL DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

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