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Figura 3 – Estrutura do banco de dados do sistema SystemFisio
Fonte: Elaborado pelo autor
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Figura 4 - Diagrama de classes do sistema SystemFisio
Fonte: Elaborado pelo autor
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Figura 5 - Tela de Login
Fonte: Elaborado pelo autor
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6.2 CADASTRO DE FICHA DE AVALIAÇÃO
As Figuras 7 e 8 apresentam a tela de cadastro de ficha de avaliação do paciente.
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6.3 CADASTRO DE FICHA DE EVOLUÇÃO
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Figura 11 - Tela de Gráfico ADM
Fonte: Elaborada pelo autor
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6.6 RELATÓRIO
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7. CONCLUSÃO
Conclui-se que a criação do sistema, SystemFisio, poderá ajudar clínicas de
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CALDEIRA, Wallace; JUNIOR, Jorge Aikes; SIQUEIRA, Jeverson. Software
automatizado para controle de consultas da Clínica de...
REZENDE, Denis Alcides. Engenharia de software e sistemas de informação. 3. Ed.
rev. Ampl - Rio de Janeiro: Brasport. 2005...
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SISTEMA INFORMATIZADO PARA OTIMIZAÇÃO DOS PROCESSOS EM CLÍNICAS DE FISIOTERAPIA

  1. 1. *Aluno do curso de Sistema de Informação da PUC-Minas/Campus Betim SISTEMA INFORMATIZADO PARA OTIMIZAÇÃO DOS PROCESSOS EM CLÍNICAS DE FISIOTERAPIA Diego Felipe Maia* RESUMO A tecnologia da informação está sendo cada dia mais utilizada pelas empresas, seja para melhora dos processos internos ou para armazenar informações de forma segura. Os sistemas informatizados fornecem às empresas um maior controle sobre o negócio e auxiliam na tomada de decisão. Este trabalho consiste no desenvolvimento de um software, chamado SystemFisio, para clínicas de fisioterapia que tem como objetivo otimizar o processo de avaliação e evolução de pacientes, deixando-o totalmente informatizado. O sistema objetiva também o gerenciamento e acompanhamento da evolução do paciente, sendo possível emitir relatórios e gráficos a respeito de sua melhora clínica. Para o desenvolvimento do sistema foi realizada uma pesquisa de campo com alunos do 6º, 7º e 9º período do curso de Fisioterapia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, campus Betim. Com base no resultado identificou-se que existe uma escassez de sistemas próprios para este fim, tornando viável o desenvolvimento deste. Palavras-chave: Tecnologia. Sistema. Fisioterapia. Evolução. Avaliação. ABSTRACT Information technology is being used more every day by companies, to improve internal processes or to store information securely. Computerized systems provide enterprises greater control over the business and assist in decision making. This work consists to develop a software, called SystemFisio, for physiotherapy clinics that aims to optimize the evaluation process and outcome of patients, leaving it fully computerized. The system also aims to managing and monitoring the evolution of the patient, and can issue reports and graphs about their clinical improvement. For the development of the system was conducted field research with students from 6th, 7th and 9th period Physiotherapy course at the Catholic University of Minas Gerais,
  2. 2. Betim campus, chosen at random where they were asked if they have already performed stage in physical therapy clinics, and if so, whether these clinics had computerized system for patient data management. Based on the result it was found that there is a shortage of own systems for this purpose, making feasible the development of this system. Keywords: Technology. System. Physiotherapy. Evolution. Evaluation. 1. INTRODUÇÃO A sociedade atual vive sob grande influência da tecnologia, principalmente no que diz respeito às adaptações do local de trabalho para se oferecer um produto diferenciado, de baixo custo e em curto espaço de tempo, para a satisfação do cliente. Diversas áreas vêm sofrendo a implementação da informatização em seu meio de atuação. Porém, algumas ainda resistem a essa mudança, a exemplo da área de saúde (CARVALHO e outros, 2012). Existe uma crescente necessidade da informatização de dados para facilitar a pesquisa científica e o ensino médico, criando uma padronização na forma de preenchimento dos prontuários dos pacientes (SANTOS, 2012). Essas informações sobre paciente são armazenadas em forma de avaliações do paciente ao chegar e evoluções do tratamento durante cada consulta, além de exames de imagem e reavaliações, que em conjunto formam o prontuário. De acordo com a resolução CFM nº 1.638/2012, prontuário é definido como um documento único sobre a saúde de um paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que facilita e possibilita a comunicação entre membros da equipe multidisciplinar e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo (CARVALHO e outros, 2012). Em clínicas de fisioterapia, a utilização de sistemas que tem como objetivo otimizar o serviço oferecido, proporcionariam ao profissional rapidez no armazenamento e busca de informações dentro do prontuário do paciente avaliado ou acompanhado. Além de facilitarem na compreensão e diagnóstico do caso, pode-se também gerar resultados dinâmicos e diferenciados para se demonstrar os resultados atingidos
  3. 3. pelo paciente durante o tratamento (AGUIAR e outros, 2011). De acordo com Oliveira (2012, p.35), “sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função. 2. OBJETIVO O objetivo deste trabalho é criar um sistema informatizado que auxilie e facilite o gerenciamento de consultas de pacientes e resultados por ele alcançados dentro de uma clínica de fisioterapia, por meio do cadastramento pessoal do paciente e do especialista, cadastramento de ficha de avaliação e de evolução. Com a otimização desses processos, espera-se facilitar a atuação dos profissionais de fisioterapia no que se refere à análise do estado clínico do paciente, tornando-a mais intuitiva. O sistema fornecerá aos usuários informações completas sobre o paciente, desde sua entrada na clínica até a saída, onde se espera a melhora do caso clínico, através de relatórios e gráficos sobre sua evolução durante o tratamento. Facilitará também a compreensão por parte do paciente, pois o mesmo estará interagindo com seu tratamento, através dos gráficos e relatórios gerados no sistema. 3. JUSTIFICATIVA Foi feita pesquisa com alunos do curso de Fisioterapia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, campus Betim, onde foram questionados sobre a utilização de sistemas informatizados em clinicas de fisioterapia, as perguntas realizadas foram: 1ª) Você já realizou estágio ou trabalhou dentro de alguma clínica de Fisioterapia? 2ª) A Clínica utilizava algum sistema para evolução e avaliação de paciente ou armazenamento de dados? Os alunos foram escolhidos de forma aleatória e participaram da pesquisa um total de 48 estudantes, 29 responderam que já haviam realizado estágio e apenas 6 dos entrevistados disseram ter contato com algum tipo de sistema durante o estágio, e os 23 restantes não. Portanto, é notável que os dados de pacientes das clínicas são armazenados de forma manual e através de fichas impressas, tornando o trabalho moroso e sem reaproveitamento das fichas utilizadas, além do grande acúmulo de
  4. 4. arquivo morto em papéis com pouca utilidade. Ainda se pode destacar que o acompanhamento do histórico do tratamento do paciente torna o trabalho de busca dessas fichas difícil e inviável. Sendo assim, fica claro que o desenvolvimento de um sistema para auxiliar as atividades dos profissionais de fisioterapia proporcionará praticidade e otimização do serviço, tornando exequível a execução do mesmo. 4. CONHECIMENTOS EM FISIOTERAPIA Em clínicas de fisioterapia do gênero ortopédico são oferecidos serviços de avaliação e tratamento de indivíduos com algum tipo de lesão, por meio de uma avaliação musculoesquelética funcional. A avaliação do paciente é realizada basicamente sob três aspectos, amplitude de movimento, força muscular e classificação de dor. Amplitude de movimento é conceituada como o arco de movimento completo de um segmento sem restrições, realizado pelo eixo de uma articulação. Ela é classificada por meio de uma tabela de graus predeterminados que variam de articulação para articulação e de amplitude ativa, quando uma força externa que executa o movimento, ou passiva, quando os músculos que cruzam a articulação realizam o movimento. A classificação de força muscular é analisada por meio da tabela de Kendell e Kendell (Quadro 1), onde os graus de força muscular alcançados durante movimentos ativos da musculatura variam de 0 a 5, sendo que 0 representa nenhum esboço de contração muscular e 5 representa a força total do músculo. Isso se dá mediante uma comparação entre a musculatura de um membro lesado com a mesma musculatura do membro não comprometido, quando possível. Por fim a classificação de dor se dá por meio de uma Escala Visual Numérica (EVN), constante na Figura 1, que consiste em uma linha numerada de 0 a 10, no qual 0 significa ausência de dor, e 10, a pior dor imaginável, classificada pelo paciente (CARDOSO; FERREIRA e SILVA, 2011; ENOKA, 2000; GRASSI; MARQUES e MARTINEZ, 2011). Após o registro desses dados é realizada a comparação desde a avaliação inicial do paciente até as presentes evoluções.
  5. 5. 0 Ausência de contração muscular à palpação 1 Contração muscular palpável 2 Movimento articular com eliminação da gravidade 3 Movimento articular completo contra a gravidade 4 Movimento articular completo contra a gravidade e alguma resistência 5 Força normal do músculo contra a gravidade e resistência Quadro 1 – Escala de Kendall e Kendall Fonte: CARDOSO e outros, 2011 Figura 1 - Escala visual numérica - EVA Fonte: FORTUNATO e outros, 2013 5. METODOLOGIA Desenvolver um sistema de informação é um processo de resolução de problemas, e a tecnologia e a ferramenta utilizadas são decisivas para a qualidade do resultado final. Sistemas são dinâmicos e devem ser construídos pensando em possíveis evoluções, tais como tamanho, complexidade e abrangência. Essas mudanças são originadas por diversos fatores, seja pela necessidade de melhoria solicitada pelo cliente ou nova estratégia de mercado. A programação orientada a objetos é um modelo muito utilizado atualmente pelas empresas de desenvolvimento. O correto desenvolvimento de um sistema o torna flexível a mudanças e pode ser mantido com facilidade e rapidez. A documentação de um sistema é também de fundamental importância no seu desenvolvimento, como a sua modelagem que é uma forma eficiente de documentação. O levantamento de requisitos é o primeiro passo no desenvolvimento. Através dele define-se qual será o objetivo do sistema, o que de fato ele irá fazer. Este levantamento consiste na entrevista ao cliente sobre quais necessidades devem ser
  6. 6. atendidas (REZENDE, 2005). Esta é uma etapa muito importante, pois as decisões tomadas nesta fase determinam a qualidade final do produto. Para este sistema, o levantamento de requisitos foi realizado através de entrevistas com fisioterapeuta, que forneceu parâmetros e informações necessários para a modelagem de dados do sistema. A partir disso, utilizou-se para modelar as funcionalidades do sistema um diagrama de casos de uso principal (Figura 2) da UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem Unificada). A UML é uma linguagem visual utilizada para modelar sistemas computacionais por meio do paradigma da orientação a objetos. Ela é representada através de diversos diagramas, onde cada um representa o sistema sob uma determinada visão (PRESSMAN, 2006). A figura a seguir apresenta o diagrama de casos de usos elaborado na modelagem do sistema SystemFisio, nele é exibido todas as funcionalidades do sistema. Figura 2 - Diagrama de casos de uso principal do sistema SystemFisio Fonte: Elaborado pelo autor Usuário Manter usuários Manter especialistas Manter pacientes Manter avaliações Manter evolução Consultar relatórios Consultar gráfico evolução <<extend>>
  7. 7. Depois de realizada a análise de requisitos, terão início a modelagem de dados do sistema. As telas do sistema foram planejadas, simulando a entrada de algumas informações constantes na modelagem de dados do sistema. Depois do modelo desenvolvido, o sistema começará a ser criado. O desenvolvimento fez-se na linguagem C Sharp (C#), que é uma linguagem de programação orientada a objetos, fortemente tipada, desenvolvida pela Microsoft como parte da plataforma .NET. O sistema foi implementado nessa linguagem de programação porque se trata de uma linguagem de ampla utilização no mercado e também pelo seu poder de reutilização de código, tornando o desenvolvimento mais eficiente. Foi utilizado como IDE (Integrated Development Environment) o Visual Studio 2013, ambiente de desenvolvimento integrado de múltiplas linguagens, também criado pela Microsoft, tendo como principal linguagem de programação utilizada o C# (MICROSOFT, 2015). Com as informações colhidas com o fisioterapeuta e a pesquisa de mercado foi iniciado o projeto (Figura 3) do banco de dados, que é definido como coleções organizadas de dados que se relacionam de forma a criar algum sentido (informação). Em outras palavras, um banco de dados tem alguma fonte da qual o dado é derivado, algum grau de interação com eventos no mundo real e um público que está ativamente interessado em seu conteúdo (ELMASRI; NAVATHE, 2011). O Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) utilizado foi o SQL SERVER 2012, ferramenta criada pela Microsoft que fornece mecanismos para a manipulação de dados estruturados em forma de tabelas relacionais. A escolha dessa ferramenta para armazenar os dados do sistema foi devido a ela fornecer todos os recursos necessários para realizar o gerenciamento eficiente e seguro dos dados que serão armazenados. Posteriormente, foram criadas as classes (Figura 4) que compõem o sistema, sendo elas uma abstração dos dados colhidos no mundo real para implementação do sistema. Pressman (2006, p.166) afirma que classes podem ser identificadas examinando o enunciado do problema, executando uma “análise gramatical” das narrativas de casos de uso ou de processamento do sistema desenvolvidas para o sistema a ser construído.
  8. 8. Figura 3 – Estrutura do banco de dados do sistema SystemFisio Fonte: Elaborado pelo autor ALONGAMENTO IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao QuantidadeSeries QuantidadeRepeticao Observacao ELETROTERAPIA IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao IndFES ParametroFES IndTEENS ParametroTEENS IndCorrenteRussa ParametroCorrenteRussa IndUltrassom ParametroUtrassom ENDERECO IdPessoa IdEndereco Logradouro Numero Bairro Cidade Complemento UF CEP ESPECIALISTA IdPessoa IdEspecialista IdEspecialidade CodigoCRM ESTADO_CIVIL IdEstadoCivil DescricaoEstadoCivil FICHA_AVALIACAO IdFichaAvaliacao IdPaciente IdEspecialista DataAvaliacao Peso Altura IMC DiagnosticoClinico EncaminhadoPor Telefone QueixaPrincipal HMA HistoriaPregressa Pulso FrequenciaRespiratoria PressaoArterial InspecaoCabeca InspecaoOmbro InspecaoClavicula InspecaoCotovelo InspecaoEIAS InspecaoJoelho InspecaoPatela InspecaoTornozelo InspecaoPe ColunaCervical ColunaToraxica ColunaLombar Palpacao TesteEspecifico ForcaMuscular DiagnosticoFisioterapico ObjetivosTratamento AmplitudeMovimento Goniometria ClassificacaoDor FICHA_EVOLUCAO IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao IdEspecialista DataEvolucao FORTALECIMENTO_MUSCULAR IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao QuantidadeSeries QuantidadeRepeticao Observacao MEMBRO_JOELHO IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao FlexaoPassiva FlexaoAtiva ExtensaoPassiva ExtensaoAtiva RotacaoInternaPassiva RotacaoInternaAtiva RotacaoExternaPassiva RotacaoExternaAtiva PACIENTE IdPessoa IdPaciente Profissao IdEstadoCivil PESSOA IdPessoa IdTipoPessoa Nome Cpf Sexo DataNascimento REAVALICAO IdFichaAvaliacao IdFichaEvolucao AmplitudeMovimento Goniometria ClassificacaoDor TELEFONE IdPessoa IdTelefone IdTipoTelefone DDD NumeroTelefone TIPO_ESPECIALIDADE IdEspecialidade DescricaoEspecialidade TIPO_PESSOA IdTipoPessoa DescricaoTipoPessoa TIPO_TELEFONE IdTipoTelefone DescricaoTipoTelefone USUARIO IdUsuario NomeUsuario Usuario Senha Email Status
  9. 9. Figura 4 - Diagrama de classes do sistema SystemFisio Fonte: Elaborado pelo autor Para a formulação de telas do sistema foram utilizados os formulários (Form) do Visual Studio 2013 e toda sua gama de ferramentas que muito contribuem para a criação de interfaces amigáveis e intuitivas para os usuários. 6. FUNCIONAMENTO DO SISTEMA Nesta seção será mostrado o funcionamento do sistema desenvolvido, por meio da apresentação e descrição de suas telas. 6.1 TELA INICIAL A Figura 5 apresenta a página inicial do sistema. O usuário ao acessá-la, deverá digitar seus dados de login, e clicar no botão Entrar. Após a validação dos dados o usuário será direcionado para a tela principal do sistema.
  10. 10. Figura 5 - Tela de Login Fonte: Elaborado pelo autor A Figura 6 apresenta os subitens do menu principal, sendo as demais telas dos menus superiores (cadastros, configurações e relatórios) similares à tela apresentada a seguir. Portanto elas não serão exibidas. Figura 6 - Menu Principal Fonte: Elaborado pelo autor
  11. 11. 6.2 CADASTRO DE FICHA DE AVALIAÇÃO As Figuras 7 e 8 apresentam a tela de cadastro de ficha de avaliação do paciente. Esta tela é acessada através do menu Principal na opção Ficha de Avaliação. A tela exibe todos os campos pertinentes ao cadastro de uma avaliação em uma clínica de fisioterapia da área de ortopedia. Ela é constituída de duas abas, Avaliação (Figura 7) e Exames Físicos (Figura 8). Figura 7 – Tela Ficha de Avaliação Paciente – Aba Avaliação Fonte: Elaborada pelo autor Figura 8 – Tela Ficha de Avaliação Paciente – Aba Exames Físicos Fonte: Elaborada pelo autor
  12. 12. 6.3 CADASTRO DE FICHA DE EVOLUÇÃO A Figura 9 apresenta a tela de cadastro de ficha de evolução do paciente. Esta tela é acessada através do menu Principal na opção Evolução Paciente. Figura 9 – Tela Ficha de Evolução Paciente Fonte: Elaborada pelo autor A tela Ficha Evolução Paciente possui os campos para preenchimento dos dados referentes à evolução do paciente. Essa ficha deve ser preenchida após o preenchimento da ficha referente às Figuras 7 e 8, que tratam da avaliação inicial do paciente em sua chegada à clínica. A cada evolução realizada com o paciente, esta tela (Figura 9) deverá ser acessada e seus campos preenchidos conforme a necessidade, sendo obrigatório informar uma avaliação à qual esta evolução será relacionada, bem como o especialista (fisioterapeuta) responsável pela evolução e a data da evolução. 6.4 PESQUISAS O sistema possui telas de pesquisas, tanto para avaliação quanto para evolução (Figura 10). Nessas telas será possível pesquisar pelo nome do paciente suas respectivas avaliações e evoluções realizadas durante o tratamento. Por serem telas de layout e funcionamento similares, é apresentada neste artigo somente a tela referente à pesquisa de avaliação. Esta tela possui outras funções importantes e que funcionam como atalhos no sistema, pois o usuário poderá através dela acionar a
  13. 13. tela de avaliação para realizar um novo cadastro, consultar, editar ou excluir uma ficha cadastrada anteriormente. Figura 10 – Tela para Pesquisa Ficha de Avaliação Fonte: Elaborada pelo autor 6.5 GRÁFICOS As telas apresentadas nas Figuras 11 e 12 são referentes ao menu Relatório e subitem Gráficos. Nela será possível consultar a evolução do quadro clínico do paciente através de gráficos intuitivos e dinâmicos. É possível gerar três tipos de gráficos, sendo eles gráfico ADM (Amplitude de Movimento), gráfico Classificação de Dor e por fim o gráfico de Força Muscular. Esta tela facilitará a análise, diagnóstico e demonstração ao paciente sobre sua atual condição física, sendo os gráficos bem intuitivos no que se refere à interpretação. A figura a seguir representa a exibição de quatro gráficos do tipo ADM (amplitude de movimento), gerados a partir de evoluções de um paciente que realizou tratamento no joelho. No eixo ‘x’ do gráfico estão as quantidades de evoluções realizadas pelo paciente, e no eixo ‘y’ o grau de amplitude dos movimentos constatados a cada evolução. As linhas geradas no gráfico representam as evoluções do movimento ativo e passivo do membro avaliado. Caso sejam crescentes, significa que o paciente está se recuperando bem da lesão, no caso de serem decrescentes implica que o mesmo está com dificuldade em sua recuperação.
  14. 14. Figura 11 - Tela de Gráfico ADM Fonte: Elaborada pelo autor A seguir (Figura 12) são exibidos os gráficos de Força Muscular e Classificação de Dor respectivamente. No eixo ‘x’ do gráfico são exibidas as quantidades de evoluções realizadas pelo paciente, no eixo ‘y’ é exibido o grau de força detectado em cada evolução. Observa-se que os gráficos geram linhas inversas, pois espera- se que à medida que o paciente realize o tratamento, sua força muscular aumente gradualmente, ao passo que sua dor diminua progressivamente. Figura 12 - Tela de Gráficos Classificação Dor e Força Muscular Fonte: Elaborada pelo autor
  15. 15. 6.6 RELATÓRIO A imagem apresentada a seguir (Figura 13) é referente ao relatório que poderá ser gerado pelo sistema. Este relatório tem como finalidade exibir de forma organizada todos os dados do paciente e de sua evolução, bem como as informações referentes à sua avaliação feita no início do tratamento, podendo auxiliar o fisioterapeuta a fazer uma melhor análise de seu estado atual, uma vez que ele terá em mãos todo o seu histórico. O relatório traz em si também os gráficos sobre sua evolução, sendo estes gráficos os mesmos apresentados nas Figuras 11 e 12, tornando o relatório bem intuitivo, pois eles ilustram a recuperação do paciente de forma bem clara. Figura 13 - Relatório de avaliação de paciente Fonte: Elaborado pelo autor
  16. 16. 7. CONCLUSÃO Conclui-se que a criação do sistema, SystemFisio, poderá ajudar clínicas de fisioterapia na realização do seu trabalho que até então acontecia de forma manual e morosa. Facilitará seus processos de evolução, avaliação, cadastramento de profissionais e pacientes, além de um retorno dinâmico e diferenciado sobre o tratamento de seus clientes, em forma de gráficos em tempo real. Dentre as técnicas utilizadas para a criação do sistema, pode–se dizer que todas se demonstraram eficazes e contribuíram para o desenvolvimento do mesmo, atendendo a todos os requisitos levantados e identificados através das pesquisas e entrevistas realizadas. Portanto, sua utilização se mostra importante para as clínicas em questão. O SystemFisio foi desenvolvido em sua versão inicial 1.0. No futuro serão desenvolvidas novas versões que contemplarão a princípio mais áreas da fisioterapia, tais como respiratória, estética e neurológica. O intuito é abranger uma gama maior de especialidades para o sistema ter a capacidade de gerenciar não só clinicas de pequeno porte, mas também grandes clínicas onde a variedade de serviços prestados à saúde é grande. REFERÊNCIAS ACIOLY, Marcus A.; MENDES, Plínio D.; PARISE, Maud; TELLES, Carlos. O papel da cirurgia descompressiva no tratamento da neuropatia em hanseníase. Vol.10, N.1 – Hanseníase Jan/Mar. 2011. Disponível em: <http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=138>. Acesso em: 01 jun. 2015. AGUIAR, Isabella de Carvalho; COSTA, Leonardo Oliveira Pena; MOSER, Auristela Duarte de Lima; OLIVEIRA, Luís Vicente Franco; SHIWA, Sílvia Regina. PEDro: a base de dados de evidências em fisioterapia - Fisioterapia em Movimento Fisioter. mov. (Impr.) vol.24 no.3 Curitiba Julho/Setembro. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103- 51502011000300017>. Acesso em: 07 abr. 2015 BATISTA, Emerson de Oliveira. Sistema de Informação: o uso consciente da tecnologia para o gerenciamento. São Paulo: Saraiva, 2004.
  17. 17. CALDEIRA, Wallace; JUNIOR, Jorge Aikes; SIQUEIRA, Jeverson. Software automatizado para controle de consultas da Clínica de Fisioterapia. Disponível em: <http://udc.edu.br/v3/udcanglo/producoes/SeminarioCientifico2014/files/CC/03.pdf>. CARDOSO, Ana Paula; FERREIRA, Guilherme Costa; SILVA, Sidney Benedito. MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DA FORÇA GERADA PELOS MÚSCULOS. Disponível em: <http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2011/anais/arquivos/0590_0595_01.pdf> Acesso em: 15 mai. 2015 CARVALHO, Deborah Ribeiro; DA SILVA, Verônica Andrade; DALLAGASSA, Marcelo Rosano; MOSER, Auristela Duarte. Mineração de Dados aplicada à Fisioterapia – Fisioterapia em Movimento, Fisioter. mov. Vol.25. no.3 Curitiba Julho/Setembro. 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103- 51502012000300015&script=sci_arttext>. Acesso em: 05 abr. 2015 ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de banco de dados. 6. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2011. ENOKA, R. M. Bases Neuromecânicas da Cinesiologia. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2000. FORTUNATO, Juliana G. S.; FURTADO, Monique de S.; HIRABAE, Leni F. de Assis; OLIVEIRA, Josiana A. de. ESCALAS DE DOR NO PACIENTE CRÍTICO: UMA REVISÃO INTEGRADA. Vol. 12, N. 3 – Terapia Intensiva. Jul/Set 2013. Disponível em: <http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=426>. Acesso em: 15 mai. 2015 GRASSI, Daphine Centola; MARQUES, Laura Gasbarro; MARTINEZ, José Eduardo. Análise da aplicabilidade de três instrumentos de avaliação de dor em distintas unidades de atendimento: ambulatório, enfermaria e urgência. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbr/v51n4/v51n4a02.pdf>. Acesso em: 15 mai. 2015 MICROSOFT. Visual Studio. Disponível em: <https://msdn.microsoft.com/pt- br/library/dd831853.aspx />. Acesso em: 19 mai. 2015. OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas, organizações e métodos: uma abordagem gerencial. 13. ed. São Paulo, 2002. PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
  18. 18. REZENDE, Denis Alcides. Engenharia de software e sistemas de informação. 3. Ed. rev. Ampl - Rio de Janeiro: Brasport. 2005. SANTOS, Wendel Mombaque dos. Aplicação de recursos de informática na área da saúde. 2012. Disponível em: <http://www.portaleducacao.com.br/enfermagem/artigos/11784/aplicacao-de- recursos-de-informatica-na-area-da-saude>. Acesso em: 01 jun. 2015.

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