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Num dia quando o mundo em geral considera todas as normas morais como apertas asmudanças do pensar e da moral do homem, co...
já notamos que quando examinado em conjunção de Apoc. 13, é uma profecia implicada deestonteantes cortes de liberdade nos ...
É alto tempo para nós lembrarmos de maneira mais ampla que fizemos antes que a apostasiacrescente da negativa da criação d...
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As tres mensagens angélicas e o declinio da liberdade

  1. 1. As tres mensagens angélicas e o declinio da liberdadePor F. D. NicholA Primeira Mensagem AngélicaNos últimos dias "o evangelho eterno" deve ser proclamado. Que significado e força aquelafrase adquiriu ao estudarmos a história do pensamento religioso durante o século. Nummundo em que grande parte abandonou o evangelho eterno, por abandonar a crença naqueda do homem e o sacrifício substituinte de Cristo, deve ser ouvido outra vez nas últimashoras da história terrestre "o evangelho eterno". Aqueles que devem proclamá-lo devemconstruir outra vez os fundamentos de muitas gerações. Eles não são os pregadores de novas aestranhas doutrinas mas do evangelho eterno.Este evangelho deve ser pregado a toda a nação, tribo, língua e povo. Num tempo em que omundo religioso perdeu sua visão de missões estrangeiras, porque ele perdeu o caráter divinodo evangelho, um movimento deve surgir para reafirmar a distinção e a supremacia damensagem cristã a todos os homens em todas as terras, e declará-la aos quatro cantos daterra.Uma mensagem deve ser proclamada para "adorar Aquele que fez os céus e a terra". Num diaem que o mundo em parte abandonou a idéia de um Deus pessoal como Criador, um grandeDeus que chega para controlar todas as coisas, e aceitou a idéia de um Deus panteísta, ou aomenos um deus finito, misturado no processo da natureza, quando de fato o mundo emgrande parte abandonou o culto de Deus pelo culto do homem, nós tomamos como nossoclamor de batalha: "Adorai Aquele que fez os céus, a terra, e o mar, e as fontes das águas",pois "o Senhor Deus onipotente reina."Nós chamamos os homens a adorar a Deus "pois é vinda a hora do Seu juízo." Num dia em queos homens em parte perderam qualquer crença escatológica claramente definida, qualquercrença, nas últimas coisas da história terrestre, e também perderam a fé na possibilidade demelhorar este mundo; num dia em que os homens sentem que o mundo está disparando rumoa um fim cego, explosivo, e sem sentido, quão vital que devesse soar a solene e significativaverdade que o destino da terra está nas mãos de Deus e que a hora de Seu juízo é vinda, ahora do juízo investigativo que em breve alcançará o clímax no juízo executivo do segundoadvento. O mundo não está correndo a um fim cego e sem significado; está se movendo semparar para aquele fim que os santos profetas predisseram, aquele fim quando homens estarãoperante a barra do juízo de Deus para receber um galardão pelos feitos praticados no corpo adoutrina do juízo de Deus que está dando significado à vida num tempo em que todo osignificado parece ter sido afastado da vida.Num dia quando homens abandonaram amplamente as idéias do pecado, e portanto pelotrabalho intermediário de Cristo pelos pecadores, quão importante que clamemos bem alto amensagem do serviço do santuário, que está agora em sua fase final. É quando os homensvêem a Cristo ministrando Seu sangue para 1avar, purificando a culpa do penitente que elespodem sentir outra vez a terrível realidade do pecado e o preço que foi pago para nossasalvação.
  2. 2. Num dia quando o mundo em geral considera todas as normas morais como apertas asmudanças do pensar e da moral do homem, com um declínio moral é evidente, quãoimportante clamar bem alto que Deus virá para julgar todos os homens pela Sua santa lei, eque aqueles que permanecerem de pé nestes dias, serão aqueles que guardam osmandamentos de Deus.A Segunda Mensagem AngélicaA mensagem deve proclamar "Caiu Babilônia." Quão apropriada esta mensagem quando tudoa nosso redor prova claramente que a apostasia tem gradativamente engolfado o mundoreligioso. Notem que eu uso a palavra "gradativamente". A queda de Babilônia tem sidoprogressiva. Esta é a conclusão que devemos alcançar de nosso exame da história religiosa, eesta é a compreensão da queda de Babilônia que a Sra. White a tanto tempo atrás esclareceuao movimento do Advento, quando estávamos inclinados a compreender a queda de Babilôniacomo tendo sido completa no começo da história do Advento. Na primeira edição de O GrandeConflito (1888), a Sra. White escreveu:“A mensagem do segundo anjo, porém, não alcançou o completo cumprimento em 1844. Asigrejas experimentaram então uma queda moral, em conseqüência de recusarem a luz damensagem do advento; mas essa queda não foi completa. Continuando a rejeitar as verdadesespeciais para este tempo, têm elas caído mais e mais. ... Mas a obra da apostasia não atingiuainda a culminância.” (O Grande Conflito, p. 389)A nova edição de 1911, também afirma que "o processo de. apostasia ainda não alcançou suaculminância." Nós sabemos que a culminância deve encontrar-se no engatilhar dos interessesprotestantes e católicos e a colocação da marca da besta. Mas o ponto importante que a Sra.White esclarece tanto é que a queda descrita pelo segundo anjo é progressiva, para que aapostasia de 1844 aumentaria à medida que os anos decorriam. Quão verdadeiro isto secumpriu.Porém, permiti que eu chame vossa atenção a uma diferença evidente entre o fraseado davelha e a nova edição do The Great Controversy. Na velha edição nós lemos nesta mesmalinha: "No capitulo 18 do Apocalipse, numa mensagem que ainda está no futuro, o povo deDeus é chamado a. sair de Babilônia." Na mesma edição, publicada em 1911, está frase reza,"em uma mensagem que ainda é futura", foi apagada. Em outras palavras, a Sra White em1911 declarou que a mensagem dos versos introdutórios de Apoc. 18, não é mais futura. Osadventistas sempre têm considerado a mensagem nesses primeiros versos de Apoc, 18, comoa reafirmação da segunda mensagem angélica, só em tonalidade mais preponderante, como seum último apelo devesse ser dado aos homens. Certamente ao olharmos atrás sobre nossoexame de história religiosa notamos como a apostasia veio à exuberância na primeira parte doséculo vinte, nós somos levados espontaneamente a clamar em alta voz, "Caiu, caiu Babilônia;sai dela, povo meu."Se no começo do século vinte, a queda progressiva de Babilônia tinha alcançado o ponto emque a Sra. White pôde declarar que a mensagem de Apocalipse 18, não está mais no futuro,nós devíamos fazer a mensagem do segundo anjo mais central à nossa pregação como nuncaantes. Nós não somos pregadores de coisas fáceis. Nós temos uma mensagem do juízo, bemcomo de salvação a proclamar aos homens.A Mensagem do Terceiro AnjoComo pregadores da tríplice mensagem, nós devemos declarar que “se qualquer homemadorar a besta e sua imagem, e receber seu sinal”, os últimos juízos de Deus virão sobre ele.Como já foi dito antes, esta mensagem é uma profecia, implicada do grande poder de Roma edos Estados Unidos, e o poder unido do Protestantismo Americano nos últimos dias. Também,é uma profecia, com respeito a colaboração unida de Roma e dos Estados Unidos. Nós também
  3. 3. já notamos que quando examinado em conjunção de Apoc. 13, é uma profecia implicada deestonteantes cortes de liberdade nos últimos momentos da terra. Agora, no tempo em quevemos estas mesmas profecias se cumprindo diante de nossos olhos, nós podemos clamarcom novo poder contra aquilo que é o sinal, a marca desta apostasia, chegada ao clímax, aInstituição do Domingo.E, ao nós pregarmos deveríamos apresentar o domingo em sua mais ampla condição como amarca da apostasia do homem em todas as idades, pois é um símbolo desse afastamento daverdadeiro Deus que criou os céus e a terra, que distinguiu o homem caído desde os temposmais remotos. Paulo declara que os homens se afastaram do verdadeiro Deus porque Oglorificavam não como Deus, mas, "adorando e servindo a criatura, em lugar do Criador " Rom.1:25. Nos antigos tempos era central o culto ao sol, e então no cristianismo falsificado veio "ohomem do pecado" exaltando-se "a si mesmo sobre tudo que se chama deus" e "ostentando-se como se fosse o próprio Deus." II Tess. 2:3 e 4. Por ele o domingo pagão foi introduzido naigreja tanto como uma marca de seu poder e como um substituto para o sábado, o quesempre nos lembra que Deus, o Criador está cima de todos. O domingo também aparece comoo único símbolo unificador do Protestantismo, e o Protestantismo agora fica distinto por suanegação da criação, sua diminuição de Deus, e sua exaltação do homem. O domingo poisaparece como a marca identificadora das religiões pagã, papal e Protestantismo, todos os que,por sua vez, têm exaltado a criatura sobre o Criador.É alto tempo para nós, salientarmos mais amplamente a segmentos Protestantes amantes daBíblia que quando eles observam o domingo, em honra da ressurreição, declarando que sãomais cristãos do que os que guardam o sábado em honra da. criação, eles esquecem que é acriação com sua perfeição, seguida pela queda do homem, que dá significado à morte de Cristoe da ressurreição. Quando a criação é desfeita o significado da ressurreição desaparece. Como,então, pode ser mais importante de honrar o evento da ressurreição, do que o evento dacriação. Quanto mais importante do que o fundamento da criação seja preservado, para nãocair toda a estrutura do cristianismo, inclusive a ressurreição.Estou me lembrando de uma conversa que tive com um ministro batista quando a controvérsiafundamentalista moderna, chegou ao seu auge. Ele deplorou as divergências nas igrejas etambém apostasia geral. Então ele se virou para mim, e disse: "Eu suponho que em vossaigreja, vós tendes a mesma divisão?" Eu lhe declarei que, em vez de nós termos uma divisão,nós não tínhamos sequer um começo dela. Ele olhou-me admirado e perguntou se eu podiatalvez explicá-lo. Eu respondi: "Como seria possível um adventista dar crédito à teoriaevolucionista, quando cada semana eles separam um dia inteiro como memorial dAquele quecriou os céus e a terra, como o livro de Gênesis descreve?" Ele olhou-me admirado por ummomento e então exclamou: "Eu jamais pensei no sábado dessa maneira antes."Proclamar o Sábado Mais AmplamenteHomens e mulheres pregadores da tríplice mensagem, é chegado o tempo de ajudarmos aoshomens a verem o sábado desta maneira. É chagado o tempo de proclamarmos o sábado maiscompletamente, como o sinal, a marca daqueles que não têm parte na apostasia mundial, amarca dos que realmente crêem que o Senhor Deus Onipotente reina, que Ele é o Criador doscéus e da terra, e criará um coração novo naqueles que põem sua confiança nEle. Sim, a marcadaqueles que crêem que este mundo não está no pulso de forças frias e sem sentido, levando-nos não sabemos para onde, mas antes que, o mundo está sob a mão diretora de um SerDivino que o criou, não em vão, e que virá em breve para recrear esta terra em justiça.Quão apropriado que um dia quando a apostasia mais claramente se revela em um ataquesobre a. criação e um Deus pessoal, os céus deviam comandar que homens sejam chamadospara exaltar o memorial da criação e o Deus da criação.
  4. 4. É alto tempo para nós lembrarmos de maneira mais ampla que fizemos antes que a apostasiacrescente da negativa da criação deu a Roma certas de suas forças únicas hoje. Pois, como jánotamos, seu apelo aos homens é o apelo da certeza e afirmativa no meio de um século cético.Em outras palavras, a apostasia do Protestantismo, fortalece as mãos de Roma. Assim arenúncia do relatório da criação, produziu um efeito duplamente mau. O Protestantismoapostatado, sob a autoridade da razão humana, lançou fora o relatório da criação. Ocatolicismo apóstata, sob a autoridade da tradição, levantou o domingo como uma marca de.seu poder. Assim o sábado aparece revelado como símbolo da oposição bíblica para as duasgrandes forças de apostasia no mundo cristão, nestes últimos dias. O sábado que guardamos éo sinal que mostramos ao mundo que nós não temos parte em nenhuma apostasia; é umtestemunho que damos a todos os homens que, nossa aliança está no Deus dos tantosprofetas e apóstolos, e que a nossa esperança está nAquele que fez os céus e a terra.Eu vejo significado cada vez mais crescente nas palavras da Sra. White, que "ao início dotempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado maisamplamente." (Primeiros Escritos, p. 33). Nós podemos pregar o sábado com uma plenitudeque era impossível aos pioneiros lhe darem. Está na natureza da profecia em cumprimentoque quando o tempo estiver à mão, a mensagem de Deus pode ser vista em sua plenitude edevia ser pregada em sua plenitude também.Nós podemos apertas concluir que se nenhuma tríplice mensagem tivesse sido especialmenteescrita sobre as páginas da profecia Bíblica, alguma coisa semelhante precisaria serproclamada hoje para enfrentar a última grande apostasia. Desde o começo nós como umpovo, declaramos que a justificação para a existência deste movimento, residia em nossadeclaração que nós tínhamos uma mensagem especial a proclamar, a tríplice mensagem. Nósfizemos esta declaração num tempo quando nossa pregação do sábado, parecia aos homens,uma mera discussão tola sobre dias, e quando nossa declaração sobre a. apostasia nacristandade não parecia mais que a propaganda de entusiastas proselitistas. Nós fizemos estadeclaração, numa hora quando nossa declaração do juízo vindouro parecia como se fosse osruídos de clarinistas irracionais. Mas fizemos nossa declaração, proclamando que o futurodemonstraria verdadeiras todas as nossas predições. O tempo abaliza completamente estadeclaração. Levantemo-nos e terminemos o trabalho de Deus.

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