Sistema nervoso

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  • Irritabilidade (excitabilidade ou responsividade) é a capacidade que permite a uma c é lula responder a est í mulos, sejam eles internos ou externos. Portanto, irritabilidade não é uma resposta, mas a propriedade que torna a c é lula apta a responder. A resposta emitida pelos neurônios assemelha-se a uma corrente el é trica transmitida ao longo de um fio condutor: uma vez excitados pelos est í mulos, os neurônios transmitem essa onda de excita ç ão - chamada de impulso nervoso - por toda a sua extensão em grande velocidade e em um curto espa ç o de tempo. Esse fenômeno deve-se à propriedade de condutibilidade .  
  • O RE rugoso é o maior s í tio de s í ntese prot é ica nos neurônios. O RE liso é muito heterogêneo e assume diferentes fun ç ões em locais distintos: acredita-se que os que estão em continuidade com o RE rugoso sejam os locais onde as prote í nas que transpõem a membrana sejam dobradas, assumindo sua forma tridimensional; outros tipos de RE liso regulam as concentra ç ões internas de c á lcio e outras substâncias. O aparelho de Golgi é um grande s í tio de processamento bioqu í mico p ó s- tradu ç ão de prote í nas. Acredita-se que uma fun ç ão importante seja a distribui ç ão de certas prote í nas destinadas a diferentes partes do neurônio, tais como dendritos e axônios. As mitocôndrias são os locais da respira ç ão celular, que fornece a energia qu í mica necess á ria para o processamento de todas as atividades neuronais. O citoesqueleto é respons á vel por altera ç ões na viscosidade do citoplasma, pela organiza ç ão integrada das organelas citoplasm á ticas e pelo deslocamento de determinadas organelas citoplasm á ticas, como as mitocôndrias.
  • Em repouso a membrana da c é lula nervosa é praticamente imperme á vel ao s ó dio, impedindo que esse í on se mova a favor de seu gradiente de concentra ç ão (de fora para dentro);   por é m, é muito perme á vel ao pot á ssio, que, favorecido pelo gradiente de concentra ç ão e pela permeabilidade da membrana, se difunde livremente para o meio extracelular. A bomba de s ó dio e pot á ssio bombeia ativamente o s ó dio para fora, enquanto o pot á ssio é bombeado ativamente para dentro. Por é m esse bombeamento não é eq ü itativo: para cada três í ons s ó dio bombeados para o l í quido extracelular, apenas dois í ons pot á ssio são bombeados para o l í quido intracelular. Como a sa í da de s ó dio não é acompanhada pela entrada de pot á ssio na mesma propor ç ão, estabelece-se uma diferen ç a de cargas el é tricas entre os meios intra e extracelular: h á d é ficit de cargas positivas dentro da c é lula e as faces da membrana mantêm-se eletricamente carregadas. O potencial eletronegativo criado no interior da fibra nervosa é chamado potencial de repouso da membrana, ficando o exterior positivo e o interior negativo. Dizemos, então, que a membrana est á polarizada.  
  • A repolariza ç ão normalmente se inicia no mesmo ponto onde se originou a despolariza ç ão, propagando-se ao longo da fibra. Ap ó s a repolariza ç ão, a bomba de s ó dio bombeia novamente os í ons s ó dio para o exterior da membrana, criando um d é ficit extra de cargas positivas no interior da membrana, que se torna temporariamente mais negativo do que o normal. A eletronegatividade excessiva no interior atrai í ons pot á ssio de volta para o interior (por difusão e por transporte ativo). Assim, o processo traz as diferen ç as iônicas de volta aos seus n í veis originais.
  • A ligação do neurotransmissor aos receptores causa uma série de mudanças fisiológicas no segundo neurônio que constituem o sinal. Normalmente a liberação do primeiro neurônio (chamado pré-sináptico) é causado por uma série de eventos intracelulares evocados por uma despolarização de sua membrana, e quase que invariavelmente quando um potencial de ação é gerado.
  • Sistema nervoso

    1. 1. Apostila página 17 a 31SISTEMA NERVOSO
    2. 2. FUNÇÕESSENSITIVA: detecção de estímulos variados,dentro e fora do corpo. Células nervosasespecializadas (neurônios sensitivos) conduzem ainformação para o encéfalo.INTEGRADORA: processamento, análise earmazenamento da informação sensitiva e tomadade decisões para respostas apropriadas.Participação dos interneurônios.MOTORA: resposta às decisões integradoras,através da ação dos neurônios motores. Ex.:fibras musculares, células glandulares.
    3. 3. O TECIDO NERVOSO Origem ectodérmica
    4. 4.  CÉLULAS • NEURÔNIOS Recepção e transmissão dos estímulos do meio externoe do interior do corpo. Potenciais de ação. Comunicação por meio de sinapses.Propriedades:Irritabilidade  capacidade de responder a um estímulo.Condutibilidade  resposta ao estímulo se dá mediantepropagação de uma onda excitatória de natureza elétrica(impulso nervoso) ao longo da membrana plasmática dascélulas.
    5. 5. • NEURÔNIOS Corpo celular (pericário/ soma): citoplasma,organelas e núcleo. Granulações escuras(corpúsculos de Nissl) – Retículo ER bemdesenvolvido (ribossomos, síntese proteica). Prolongamentos (neuritos): finos e podem serde dois tipos:Axônios (axon= eixo)  compridos, poucoramificados. Eferentes: Condução do impulsonervoso (IN) para fora do corpo celular.Dendritos (dendros= galhos, ramos)  curtos eramificados. Aferentes: Condução do IN emdireção ao corpo celular.
    6. 6. • NEURÔNIOSAxônios Transmissão da informaçãoDendritos Recepção da informação
    7. 7. • TIPOS DE NEURÔNIOS De acordo com o número de neuritos, osneurônios podem ser classificados em: Unipolares: apresentam um único neurito. Bipolares: apresentam dois neuritos. Multipolares: apresentam três ou mais neuritos.
    8. 8. • TIPOS DE NEURÔNIOS De acordo com as conexões ou funções nacondução dos impulsos, os neurônios podem serclassificados em: Neurônios receptores ou sensitivos (aferentes): são osque recebem estímulos sensoriais e conduzem o impulsonervoso ao sistema nervoso central. Neurônios motores ou efetuadores (eferentes):transmitem os impulsos motores (respostas ao estímulo). Neurônios associativos ou interneurônios: estabelecemligações entre os neurônios receptores e os neurôniosmotores.
    9. 9. • Os Neurônios e a organização do SN Os corpos celulares dos neurônios sãogeralmente encontrados em áreas restritas dosistema nervoso:Sistema Nervoso Central (SNC – formado pelo encéfalo epela medula espinhal)Gânglios Nervosos (próximos à coluna vertebral). Do SNC partem os prolongamentos dosneurônios, formando feixes chamados nervos,que constituem o Sistema Nervoso Periférico(SNP).
    10. 10. • Os Axônios e a Bainha de Mielina O axônio está envolvido por um dos seguintestipos celulares : Célula de Schwann: encontrada apenas no SNP. Oligodendrócito: encontrado apenas no SNC. Em muitos axônios, esses tipos celularesdeterminam a formação da bainha de mielina( invólucro lipídico e proteico, que atua comoisolante térmico e aumenta a velocidade detransmissão do impulso nervoso) Em axônios mielinizados existem regiões dedescontinuidade da bainha de mielina (nódulo deRanvier).
    11. 11. SNC
    12. 12. SNP
    13. 13. REGENERAÇÃO DOS NEURÔNIOS Capacidade de replicação e de realização doseu próprio reparo é muito limitada. Corpos celulares lesionados não se regeneram. SNP: axônios e dendritos podem sofrer reparo,se o corpo celular estiver intacto e se as célulasde Schwann forem funcionais. SNC: mesmo quando o corpo celularpermanece intacto, um axônio cortado em geralnão é reparado. A presença de mielina no SNC é um fatorinibidor da regeneração dos neurônios.
    14. 14. O TECIDO NERVOSO CÉLULAS • NEURÓGLIA (GLIA) Proteção, sustentação, isolamento e nutrição dosneurônios.Células menores que os neurônios e mais numerosas. Metade do volume do SNC. Histologistas antigos: “cola” que mantinha unido otecido nervoso. Não produzem nem conduzem impulso nervoso. Podem multiplica-se e dividir-se no sistema nervosomaduro. Lesão/Doença: neuróglia multiplica-se para preencherespaços anteriormente ocupados pelos neurônios.
    15. 15. • NEURÓGLIA (GLIA) Tumores cerebrais derivados da Glia (Gliomas):altamente malignos e crescem rapidamente.Tipos de células da glia:Oligodendrócitos Formação bainha de mielina (SNC). Um único oligodendrócito contribui para a formação demielina em vários neurônios (no sistema nervosoperiférico, cada célula de Schwann mieliniza apenas umúnico axônio). Importantes na manutenção dos neurônios. Sem eles,os neurônios não sobrevivem em meio de cultura.
    16. 16. Astrócitos Maiores células da neuróglia. Sustentação e nutrição dos neurônios. Preenchimento de espaços entre neurônios.Regulam o excesso de neurotransmissores nafenda sináptica. Podem ativar a maturação e a proliferação decélulas-tronco nervosas adultas. Fatores decrescimento produzidos pelos astrócitos podemser críticos na regeneração dos tecidoscerebrais ou espinhais danificados por traumasou enfermidades.
    17. 17. Micróglia Célulafagocitária. Análoga aosmacrófagos. Defesa dosistemanervoso.
    18. 18. O IMPULSO NERVOSO Comunicação entre neurônios: potenciais deação nervosos ou impulsos nervosos (IN). A geração deste potencial de ação (neurônios/fibras musculares) depende de 2 característicasbásicas da membrana plasmática: Potencial de repouso Canais iônicos
    19. 19. CANAIS IÔNICOS Difusão de íons específicos através damembrana plasmática.Difusão = transporte passivo de soluto a favor dogradiente de concentração Diferença de cargas elétricas também promoveo transporte iônico através da membrana. Fluxo de íons gera uma alteração na cargaelétrica através da membrana (potencial demembrana).
    20. 20. POTENCIAL DE REPOUSO Neurônios não recebem estímulos.Em repouso: membrana polarizada (Exterior +/ Interior-). Distribuição desigual de íons no citoplasma e no líquidointersticial. Líquido intersticial: elevada [Na+] e [Cl-]. Citoplasma: elevada [K+] e íons fosfato. Estabelecimento de cargas opostas entre os meios intrae extracelular. POR QUE ISSO ACONTECE?
    21. 21. Canais de sódio (Na+) fechados e em poucaquantidade  membrana praticamente impermeável aosódio  impede sua difusão a favor do gradiente deconcentração (de fora para dentro). Canais de potássio (K+) abertos  gradiente deconcentração e permeabilidade da membrana permitem asua difusão para o meio extracelular.  Bomba de sódio e potássio ativa  sódio é bombeadoativamente para fora da célula e o potássio é bombeadoativamente para dentro (transporte não equitativo) diferença de cargas elétricas entre os meios intra eextracelular  déficit de cargas positivas dentro da célula faces da membrana eletricamente carregadas.  Íons com carga negativa não estão livres para sair dacélula, pois estão ligados a proteínas e a outrasmacromoléculas.
    22. 22. POTENCIAL DE AÇÃO Membranas dos neurônios recebem algum estímulo.ESTÍMULO = Qualquer coisa no ambiente da célula capazde alterar o seu potencial de membrana em repouso. Uma pequena região da membrana torna-se permeávelao sódio (abertura dos canais de sódio)  sódio atravessaa membrana no sentido do interior da célula acompanhado pela pequena saída de potássio. Esta inversão vai sendo transmitida ao longo do axônio onda de despolarização. Impulso nervoso ou potencial de ação: sequência deeventos de ocorrência rápida, que invertem o potencial demembrana e, depois, restituem o estado de repouso(repolarização).
    23. 23. ESTÍMULO
    24. 24.  Membrana em repouso: canais de sódio fechados sódio bombeado ativamente para fora (bomba de sódio epotássio)  polarização  potencial de repouso. Estímulo: abertura dos canais de sódio  entrada nacélula  despolarização  potencial de ação. Transmissão do impulso nervoso.
    25. 25.  Após a onda de despolarização ter-se propagado ao longo dafibra nervosa, o interior da fibra torna-se carregado positivamente= difusão de íons sódio para o interior. Positividade determina a parada do fluxo de íons sódio para ointerior da fibra  membrana torna-se novamente impermeávelaos íons sódio e ainda mais permeável ao potássio. Devido à alta concentração de K+ no interior muitos íons sedifundem para o lado de fora  cria novamenteeletronegatividade no interior da membrana e positividade noexterior  repolarização  reestabelece a polaridade normal damembrana.
    26. 26. POTENCIAL DE AÇÃO - características São de tamanho e duração fixos.Aplicação de uma despolarização crescente a umneurônio não tem qualquer efeito até que se cruze o limiare, então, surja o potencial de ação = "lei do tudo ou nada". É UNIDIRECIONAL = Um potencial de ação iniciado emuma extremidade de um axônio apenas se propaga emuma direção, não retornando pelo caminho já percorrido.A velocidade depende do tamanho e do diâmetro doaxônio. Aumenta com o diâmetro axonal; axônios menoresnecessitam de uma maior despolarização para alcançar olimiar do potencial de ação (mais susceptíveis aos efeitosda anestesia)A bainha de mielina acelera a velocidade da conduçãodo impulso nervoso = condução saltatória.
    27. 27. Nas regiões dos nódulos de Ranvier, a onda dedespolarização "salta“ diretamente de um nódulo para outro,não acontecendo em toda a extensão da região mielinizada (amielina é isolante). Fala-se em condução saltatória e com issohá um considerável aumento da velocidade do impulsonervoso.
    28. 28. POTENCIAL DE AÇÃO - percursoSempre no sentido: dendrito  corpo celular  axônio
    29. 29. SINAPSE NERVOSA São os pontos onde as extremidades de neurônios vizinhosse encontram e o estímulo passa de um neurônio para oseguinte por meio de mediadores químicos, osneurotransmissores. Ocorrem no "contato" das terminações nervosas (axônios)com os dendritos. O contato físico não existe realmente, poisambas estruturas estão próximas, mas há um espaço entre ela(fenda sináptica). Dos axônios são liberadas substâncias(neurotransmissores), que atravessam a fenda e estimulamreceptores nos dendritos e assim transmitem o impulsonervoso de um neurônio para o outro. Podem acontecer entre axônio e (dendrito/ corpocelular/axônio/ células musculares/ glandulares/ sensoriais)
    30. 30.  É a forma de transmissão do impulso nervoso (IN) deuma célula a outra. (do grego synapsis, ação de juntar)Apresenta dois lados:Lado pré-sináptico: consiste de um terminal axonal. Lado pós-sináptico: pode ser dendrito ou corpo celularde outro neurônio ou ainda outra célula inervada peloneurônio.As sinapses podem ser: Elétricas Químicas (maioria).
    31. 31. Arranjos sinápticos no SNC. A. Uma sinapse axo-dendrítica. B. uma sinapse axo-somática. C. Uma sinapse axo-axônica.
    32. 32. SINAPSE ELÉTRICA Forma mais simples de sinapse. Permite a transferência direta da corrente iônica de umacélula para a célula seguinte. Ocorrem em locais especializados chamados junções. Elasformam canais que permitem que os íons passem diretamentedo citoplasma de uma célula para o citoplasma da outra. Maioria permite que a corrente iônica passe adequadamenteem ambos os sentidos = bidirecionais. A transmissão nas sinapses elétricas é muito rápida; assim,um potencial de ação no neurônio pré-sináptico, pode produzirquase que instantaneamente um potencial de ação no neurôniopós-sináptico.
    33. 33. SINAPSE QUÍMICA Forma de transmissão do IN mais comum no sistemanervoso humano. Liberação de neuro-hormônios ou mediadores químicosou neurotransmissores na fenda sináptica. Transmissão do sinal de entrada : um neurônio liberaum neurotransmissor na fenda sináptica, o qual édetectado pelo segundo neurônio através da ativação dereceptores situados do lado oposto ao sítio de liberação(membrana pós-sináptica). A informação que viaja na forma de impulsos elétricosao longo de um axônio é convertida, no terminal axonal,em um sinal químico que atravessa a fenda sináptica. Namembrana pós-sináptica, este sinal químico é convertidonovamente em sinal elétrico.
    34. 34.  NEUROTRANSMISSORES  são substâncias químicasproduzidas pelos neurônios e utilizadas por eles paratransmitir sinais para outros neurônios ou para célulasnão-neuronais (células do músculo esquelético,miocárdio, células glandulares) que eles inervam.Produção e transporte dos neurotransmissores:Vesículas sinápticas  Neurônio pré-sináptico (axônioterminal)  Fenda sináptica  Neurônio pós-sináptico. O que dispara a liberação de um neurotransmissor?
    35. 35. 1. Impulso elétrico (potencial de ação);2. Abertura canais de sódio;3. Abertura canais de cálcio;4. Estimulação das vesículas sinápticas;5. Liberação (exocitose) dos neurotransmissores na fenda sináptica;6. Ligação a receptores específicos na membrana pós-sináptica;7. Abertura canais de sódio na membrana pós-sináptica;8. Geração de outro potencial de ação;9. Passagem do impulso nervoso;10. Para impedir que o neurotransmissor associe-se novamente a um receptor e recomece o ciclo, ele é destruído pela ação de uma enzima, ou absorvido, normalmente na terminação pré- sináptica.Obs: cada neurônio produz somente um tipo de neurotransmissor.
    36. 36. ANIMAÇÃO SINAPSE QUÍMICA
    37. 37. PLACAS MOTORAS As sinapses químicas também ocorrem nas junções entre asterminações dos axônios e os músculos  placas motoras oujunções neuro-musculares Neurotransmissor: ACETILCOLINA
    38. 38. NEUROTRANSMISSORES1. DOPAMINA Controla níveis de estimulação e controle motor em muitas partes do cérebro. Quando os níveis estão extremamente baixos na doença de Parkinson, os pacientes são incapazes de se mover voluntariamente. Presume-se que o LSD e outras drogas alucinógenas ajam no sistema da dopamina. Sensações de satisfação e prazer. Uma forma de esquizofrenia é devida ao excesso desse neurotransmissor.
    39. 39. • SEROTONINA Regula o humor, o sono, a atividade sexual, o apetite, o ritmo circadiano, as funções neuroendócrinas, temperatura corporal, sensibilidade à dor, atividade motora e funções cognitivas. Relacionada aos transtornos do humor, ou transtornos afetivos e a maioria dos medicamentos chamados antidepressivos agem produzindo um aumento da disponibilidade dessa substância no espaço entre um neurônio e outro.3. ACETILCOLINA Controla a atividade de áreas cerebrais relacionadas à atenção, aprendizagem e memória. Pessoas que sofrem da doença de Alzheimer apresentam tipicamente baixos níveis de acetilcolina. Ação excitatória na junção neuromuscular (placa motora).
    40. 40. • ENCEFALINAS e ENDORFINAS São opiáceos que, como as drogas heroína e morfina, modulam a dor, reduzem o estresse, etc. Elas podem estar envolvidas nos mecanismos de dependência. Bloqueiam a dor, agindo naturalmente como analgésicos.4. NORADRENALINA/ ADRENALINA Além de servir como neurotransmissor no encéfalo, são hormônios liberados pelas glândulas suprarrenais. Têm efeito sobre o sistema nervoso simpático, preparando o organismo para um grande esforço físico (reações rápidas de fuga e de luta). Liberação: suor, vasoconstrição, aumento dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial, dilatação das pupilas e brônquios, respiração ofegante e elevação na glicemia.

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