Ciclos De Vida 3

28.185 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
17 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
28.185
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
10.633
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
1
Gostaram
17
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Ciclos De Vida 3

  1. 1. Ciclos de Vida
  2. 2. Ciclos de Vida ► Ciclo de vida Sequência de acontecimentos que se verificam na vida de um ser vivo, desde que se forma até que produz descendência. Apresenta dois fenómenos complementares, meiose e fecundação . Difere de acordo com o momento de ocorrência da meiose.
  3. 3. Ciclos de Vida ► Alternância de fases nucleares Num ciclo de vida uma fase haplóide (entidades com núcleo haplóide) alterna com uma fase diplóide (entidades com núcleo diplóide). Compreendida entre a meiose e o momento da fecundação: . constituída por células haplóides; . n cromossomas; .Resulta da meiose. Compreendida entre a fecundação e o momento da meiose: . constituída por células diplóides; . 2n cromossomas; . resulta da fecundação. ► Fase haplóide ou haplofase ► Fase diplóide ou diplofase
  4. 4. Ciclos de Vida Ciclo diplonte Ciclo haplonte Ciclo haplodiplonte
  5. 5. Ciclos de Vida ► Tipos de ciclo de vida Ocorre após a formação do zigoto. O organismo (ou ciclo de vida) é haplonte. (ex: espirogira). ► Meiose pós-zigótica ► Meiose pré-espórica ► Meiose pré-gamética Ocorre na formação dos esporos. O organismo (ou ciclo de vida) é haplodiplonte (ex: maioria das algas e plantas). Ocorre na formação dos gâmetas. O organismo (ou ciclo de vida) é diplonte (ex: animais e algumas algas).
  6. 6. Ciclo de vida haplonte- Spirogyra sp. <ul><li>Alga de água doce </li></ul><ul><li>Agregados filamentosos – “limo” </li></ul><ul><li>Fragmentação </li></ul><ul><li>Condições favoráveis – reprodução sexuada </li></ul><ul><li>Preparações definitivas </li></ul>
  7. 7. EXERCÍCIO <ul><li>Com base nas observações descreva o processo de reprodução sexuada na espirogira. </li></ul>
  8. 8. Ciclos de Vida
  9. 9. Ciclos de Vida
  10. 10. <ul><li>O processo de reprodução sexuada em espirogira começa quando se formam saliências nas células de 2 filamentos próximos. </li></ul><ul><li>As saliências crescem e entram em contacto. Por desagregação da parede celular no ponto de contacto, forma-se o tubo de conjugação. </li></ul><ul><li>Nas células de um filamento, o conteúdo celular condensa e move-se, através do tubo de conjugação, para a célula do outro filamento. </li></ul><ul><li>O conteúdo celular que se move para a outra célula é o gâmeta dador . </li></ul><ul><li>O que não se movimenta – gâmeta receptor </li></ul><ul><li>Formação do ovo ou zigoto – função dos conteúdos celulares </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Após a fecundação, os filamentos desagregam-se. </li></ul><ul><li>Cada um dos zigotos, rodeado de uma parede espessa, fica em estado latente até que as condições voltem a ser favoráveis. </li></ul><ul><li>Nessa altura, ocorre meiose no zigoto, formando-se 4 núcleos haplóides. </li></ul>
  12. 12. Ciclos de Vida ► Ciclo de vida da espirogira ▹ organismo haplonte - só o zigoto pertence à fase diplóide. ▹ o conteúdo de um filamento move-se (gâmeta dador) em direcção ao conteúdo celular de outro filamento (gâmeta receptor). ▹ meiose pós-zigótica – a seguir à formação do zigoto. ▹ gâmetas morfologicamente indiferenciados. ▹ alternância de fases nucleares – entidades de núcleo haplóide alternam com entidades de núcleo diplóide.
  13. 13. Ciclos de Vida
  14. 14. Ciclos de Vida
  15. 15. FETO <ul><li>O polipódio é um feto comum </li></ul><ul><li>Sistema vascular – com vasos condutores </li></ul><ul><li>Não produzem sementes </li></ul><ul><li>Caule subterrâneo – rizoma – com raízes </li></ul><ul><li>Folhas pinuladas – megáfitos </li></ul><ul><li>Reprodução assexuada e sexuada </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Descreva a reprodução assexuada do polipódio </li></ul>
  17. 17. Ciclos de Vida
  18. 18. Reprodução assexuada <ul><li>A reprodução assexuada ocorre por fragmentação vegetativa do rizoma </li></ul><ul><li>Por morte de partes intermédias, os extremos separam-se, dando origem a novas plantas </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Descreva os esporângios do polipódio </li></ul>
  20. 20. Ciclos de Vida Produção e projecção de esporos
  21. 21. <ul><li>Os esporângios encontram-se agrupados nos soros e apresentam uma parede espessada em forma de U, que permite a libertação dos esporos contidos no seu interior, quando maduros </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Esporângios – com células-mãe dos esporos  meiose  esporos </li></ul><ul><li>Os esporângios rompem, libertando os esporos </li></ul>
  23. 23. Ciclos de Vida Crescimento da planta
  24. 24. Protalo <ul><li>É o estado do ciclo de vida do polipódio em que se produzem os gâmetas </li></ul><ul><li>- indique as estruturas em que dão origem ao protalo </li></ul>Os esporos <ul><li>Em que local são produzidos os esporos? </li></ul>Nos esporângios
  25. 25. <ul><li>Indique os locais do protalo onde são produzidos </li></ul><ul><li>A- os gâmetas masculinos </li></ul>Anterídeos <ul><li>B- os gâmetas femininos? </li></ul>Arquegónios
  26. 26. Ciclos de Vida Crescimento da planta
  27. 27. <ul><li>O protalo é uma estrutura haplóide </li></ul><ul><li>Justifique </li></ul>O protalo é formado por mitoses sucessivas a partir de um esporo haplóide, pelo que também é haplóide
  28. 28. Ciclos de Vida
  29. 29. Ciclos de Vida ► Ciclo de vida do polipódio ▹ meiose pré-espórica – aquando da formação dos esporos. ▹ fecundação dependente da água. ▹ alternância de fases nucleares – entidades de núcleo haplóide alternam com entidades de núcleo diplóide. ▹ alternância de gerações – uma geração produtora de esporos (geração esporófita) alterna com uma geração produtora de gâmetas (geração gametófita). ▹ organismo haplodiplonte .
  30. 30. Ciclos de Vida
  31. 31. Ciclos de Vida
  32. 32. Ciclos de Vida ► Ciclo de vida do homem ▹ gâmetas morfologicamente diferenciados e produzidos em ovários e testículos. ▹ meiose pré-gamética – aquando da formação dos gâmetas. ▹ alternância de fases nucleares – entidades de núcleo haplóide alternam com entidades de núcleo diplóide. ▹ organismo diplonte – só os gâmetas pertencem à fase haplóide.
  33. 33. Ciclos de Vida
  34. 34. Ciclos de Vida Intervenção do Homem no ciclo de vida dos organismos As actividades humanas têm vindo a causar várias interferências no ciclo vida de numerosas espécies: ▸ Alteração de ritmos de crescimento (aumento ou diminuição de efectivos); ▸ As acções podem fazer-se em qualquer momento do ciclo de vida: . Adultos (caça, pesca, agricultura, destruição de habitats, etc.); . Posturas e locais de nidificação (alterações climáticas, destruição de habitats, etc.); . Diminuição da fertilidade dos gâmetas (agentes poluentes, destruição de habitats, etc.) ▸ Manipulação da fecundação – produção de novas variedades que poderão criar desequilíbrios nas populações autóctones.

×