O menino que não gostava de sopa

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O menino que não gostava de sopa

  1. 1. . u, _ . . u¡ . vo. _ ¡A! A¡ O »Í el» I . _ . V. . Ó. 2_ Í u uu _É VW . _. Í p, . 4.. .- u . . Nr. .. m N . P f u . Uf. . n O . V -1 . ._ Y 4› _ - r . . . ..a . H - *HE 75h51.¡ . ..a - ›t 1 Ó l â, ,tn _u H 1 l.
  2. 2. 'O MQWÍWÕ, ;e nãa de Texto Cidália Fernandes Ilustrações Sandra Serra
  3. 3. Era uma vez um menino Que se chamava joão Com dois aninhos apenas já sabia dizer não. Quando a mãe lhe pedia Para a sopinha comer Ele fazia que brincava E não queria saber.
  4. 4. Ela reagia assim E sabem qua¡ era a razão. ? É que a sopa era o primeiro Prato da refeição. - Anda comer, meu tesouro! - Dizia a mãe com carinho. li/ ias o nosso Joãozinho Fazia logo beicinho.
  5. 5. Fazia birra e chorava Dizia sempre que não. Que não gostava de sopa Que preferia. .. o pão. - Mas a sopa dá saúde, ' Faz os meninos crescer. h - insistia a mamã . aff/ N Sem saber o que fazer. . :h wii;
  6. 6. ?tao um dia a mãe Z : se-lhe desesperada: - Se não comeres a sopa, 53 podes comer mais nada! : .início o menino 3e^sava que era a brincar às a mãe era exigente ã: podia vacilar.
  7. 7. O menino olhou o prato Cheio de cores variadas E de repente viu nele Duas faces encarnadas. 7 ç e *S* s í_ f_ __¡ A' (/ I > à k ' 97» _xj ' ' _a l . _ . iq T -f / XX DX' xxx E'. x : :s-s e í * e l l °
  8. 8. (Sá . a _ ; A . si. . . M. i 't/ Úálâliãltíííêíívíâl r, 5 í* ' 3' l -1 3. fr "'-*_. _ _ . _, »ñ ; tgullg l: mí a - " : érzicrérrillaz: _____›, Ã? V _- '~¡. __ ~. ,-_ -. .- ; ,- ^- _ › _r . - ?1 *i-. eilnÍlll-'à É' : :blg rlÊÍÉf5.l. "“? -; . -:1'§i; :s*il: ;~7 *ifrílííti íêrlêf iíitii” "j. ;; ~jr›j§x_aê? li; _i m
  9. 9. ar' é , , a j Jr . ..sã i “ - _ b. : 4 , l ; _.. 5,. V'. › _ 4. _ a 2?; ;'-". _-; '. ._2'¡ › _F1 i h _^ "v- "g-¡Vg . ~›, ' 'Li-f'<. ~^r~ . ; gy” . L-Ínfi¡ ¡ -_ . .ça ~ w*-, »¡. _. _v iêílãt? ? s “atrai làsfttzaifrztgzstsgeírs . na f; M' f; a-“Vfh” . ^ buys: : affi- l ~, t “ ~ c.
  10. 10. l 7.23 W” e . 'Ff ? Í ', . '. s? vzeü' f' : íí/ ¡IÍ 1a. _ . E. . , a ' 7 - . em. _- HM ~ n* M-*ñtrv -- - e ~ -sr- : r - , l -i «i t. . . . . . . . .. . J r Nai-vu na* f-x Í_? Q.-›. ' _ f. 1 v . ¡L Í_f : J 5. , "W ' - . -' 7:. . a "x x' *a . [1 J_ ^ ' n# lr › l Í y l . h 5 ' í _ t! h v› . _ l . Il l › ~ J , v : a . A. _ t” ' »- . ,Í rf. ;- h AQ_ É: a its-u. .. .
  11. 11. Para ficares bem forte Espinafres deves comer. Somos todos teus amigos Queremos ver-te crescer. A cebola e a alface São importantes também Somos legumes gentis E queremos o teu bem. Os tomates vermelhinhos A soja e as lentilhas Pertencem à mesma família q r ' Das pequeninas ervilhas. ', IV'. ' QJ d_ x e 7" 9 ~_ 1/ _PS2 *x ( , m3 . X h- --' "Í É
  12. 12. ' Anda lá, ó Joãozinho. À tua espera ficamos A¡ Agora já nos conheces › . l 'à g Sabes por que aqui estamos. " J : :V7 “7 . at”›3-'>°°* “ l ' ' i r si . ? / N: 7x¡ O menino olhou o prato ~ 1, l E cumpriu o seu dever. H/ '. ~" t . /f r” x_ -Se quero ficar bem forte Toda a sopa vou comer!
  13. 13. E querem saber, meninos, Ao que a mãe assistiu. ? Depois de comer um prato. O João outro pediu. - Queres mais sopa, meu filho. ? x - Pergunta a mãe admirada. Tinha-se afastado um pouco Não tinha dado por nada.
  14. 14. ;ist -t ; r 7.1' í
  15. 15. . J _. .H. ... ... .., ..vw_.

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