Curso ica ato m upf passo fundo setembro 2014

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urso de ICA-AtoM - Sistema em Software Livre para Descrição Arquivística de Documentos. Conselho Internacional de Arquivos.

Curso ministrado pelo Grupo de Pesquisa CNPq - Ged/A - Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos da UFSM - Coordenação do Prof. Dr. Daniel Flores.

Ica-AtoM, Descrição, Software Livre, Arquivologia, Arquivos, Documentos Arquivísticos, EAD, EAC, Nobrade, ISAD(G)

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Curso ica ato m upf passo fundo setembro 2014

  1. 1. Curso ICA-AtoM UPF - Setembro 2014 Prof. Dr. Daniel Flores danielflores@ufsm.br Grupo de Pesquisa CNPq: Ged/A-UFSM Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos http://documentosdigitais.blogspot.com
  2. 2. Estrutura ● Software Livre; ● Distribuições Linux; ● SIGADs e Repositórios; ● ICA-AtoM; ● Normas; ● instalação e Demo; ● Uso, Menu - usuário, etc.; ● Inserções de Descrições Arquivísticas, da Inst.arq até obj.dig.
  3. 3. Contexto ● Gestão, ● Preservação Digital, ● Acesso e Difusão; ● As Funções Arquivísticas; ● Sistemas de GED; ● SIGAD’s; ● Repositórios Digitais; ● O Software Livre enquanto política.
  4. 4. Especificidade ● O documento digital apresenta especificidades que podem comprometer sua autenticidade, uma vez que é suscetível à degradação física dos seus suportes, à obsolescência tecnológica de hardware, software e de formatos, e a intervenções não autorizadas, que podem ocasionar adulteração e destruição. Somente com procedimentos de gestão arquivística é possível assegurar a autenticidade dos documentos arquivísticos digitais.
  5. 5. Complexidade O Documento Arquivístico Digital é complexo, desde o seu sistema de gestão, o SIGAD, que trata da captura, armazenamento, indexação e recuperação de todos os componentes digitais do documento arquivístico como uma unidade complexa, até os sistemas de Preservação e Acesso; Um documento arquivístico digital pode ser constituído por vários componentes digitais, como, por exemplo, um relatório acompanhadode planilhas, fotografias ou plantas, armazenados emdiversos arquivos digitais. Além disso, há que se considerar a relação orgânica dos documentos arquivísticos.
  6. 6. Um pouco da história do SL Em 1983, Richard Stallman iniciou o projeto GNU, e em outubro de 1985 fundou a Free Software Foundation (FSF) onde os conceitos quais foram especificamente desenvolvidos para garantir que a liberdade dos usuários fosse preservada. Até meados da década de 1990 a fundação dedicava-se mais à escrita do software. Como hoje existem muitos projetos independentes de software livre, a FSF dedica-se mais aos aspectos legais e estruturais da comunidade do software livre. Entre suas atribuições atuais, encarrega-se de aperfeiçoar licenças de software e de documentação (como a GNU General Public License, GPL ou a GNU Free Documentation License, GFDL), de desenvolver um aparato legal acerca dos direitos autorais dos programas criados sob essas licenças, de catalogar e disponibilizar um serviço com os softwares livres desenvolvidos (o Free Software Directory), e de discutir e aperfeiçoar a própria definição de software livre.
  7. 7. O Software Livre O termo Software Livre se refere aos softwares que são fornecidos aos seus usuários com a liberdade de executar, estudar, modificar e repassar (com ou sem alterações) sem que, para isso, os usuários tenham que pedir permissão ao autor do programa (o direito autoral sempre é preservado).
  8. 8. O Software Livre Exemplos ● Sistemas operacionais (Linux, Haiku, OpenSolaris, OpenBSD, ReactOS); ● Interfaces gráficas (KDE, Gnome, XFCE); ● Ferramentas de escritório (LibreOffice, BrOffice.org, Koffice, GnomeOffice, KPDF); ● Banco de dados (MySQL, PostgreSQL, SQLite); ● CAD (computer aided design) QCad, Varicad; ● Desenho vetorial: Inkscape, Sodipodi; ● Ferramentas para Internet (Firefox, Seamonkey, Thunderbird, Konqueror); ● Editoração eletrônica: Scribus; ● Editor de imagens: Gimp; ● EaD, Educação a distância: Moodle; ● Modelagem Tridimensional Blender3d, Wings3d.
  9. 9. O Software Livre As políticas ou liberdades Ademais da relação íntima do SL com Liberdade, os usuários devem poder executar, copiar, distribuir, estudar, alterar e melhorar o software, daí as quatro liberdades (GNU, 2003): ● Liberdade 0 - A liberdade de usar o programa, com qualquer propósito; ● Liberdade 1 - A liberdade de estudar como funciona o programa, e adaptá-lo a tuas necessidades. O acesso ao código fonte é uma condição prévia para isso; ● Liberdade 2 - A liberdade de distribuir cópias, com o que podes ajudar a teu vizinho; ● Liberdade 3 - A liberdade de melhorar o programa e tornar públicas as melhoras aos demais, de modo que toda comunidade se beneficie. O acesso ao código fonte é um requisito prévio para isso.
  10. 10. O Software Livre As vantagens ●auditabilidade; ●acesso ao código fonte; ●acesso à documentos sem restrições de licenças proprietárias, com pagamentos de royalties; ●padrões abertos de documentos – ODF (ISO 26.300); ●colabora para a preservação digital; ●não é o grátis, e sim o acesso (liberdade).
  11. 11. O Software Livre Vantagens da adoção de políticas de SL para a Arquivística Ainda, ● a interoperabilidade; ● a segurança; ● a privacidade; ● o enriquecimento tecnológico do país; ● fomento do idioma próprio; ● o princípio do conhecimento científico, não reinventando a “roda”; ● etc.
  12. 12. O Software Livre Desvantagens da adoção de políticas de SL para a Arquivística Nas investigações do Grupo de Pesquisa CNPq, como forma de manter o equilíbrio e a possibilidade de controvérsia, foram identificadas as seguintes carências: ●Falta de mão de obra qualificada, o que vem gradativamente se alterando; ●Resistência dos CPDs em adotar SL em consequência do lobby muito forte do software proprietário; ●Usuários resistentes ao novo; ●Alguns resquícios de uma vinculação equivocada do SL à movimentos partidários; ●Identificação do SL à economia de recursos e não à Liberdade; ●Anteriores faltas de políticas governamentais no tocante à softwares e padrões e formatos de documentos aderentes às políticas do SL.
  13. 13. Destaques ICA-AtoM ICA-AtoM é o acrônimo de Access to Memory. O projeto de software ICA-AtoM resulta de um esforço de colaboração entre o ICA e alguns parceiros e patrocinadores (a UNESCO, a Escola de Arquivos de Amsterdam, o Banco Mundial, a Direção dos Arquivos de França, o projeto Alouette Canadá e o Centro de Documentação dos Emirados Árabes Unidos). Destaques: - Total conformidade às normas do ICA; - Apoio para outras normas relacionadas, incluindo EAD, EAC, METS, MODS, Dublin Core; - Aplicação concebida inteiramente para ambiente web; - Interfaces multilingues; - Catálogo multi-institucional; - Interfaces com repositórios digitais. SEPIADES Software com código aberto, para a descrição de fotografias e que permite a inclusão de metadados, possui funções de descrição multinível (árvore hierárquica), armazenamento de registros em formato XML (eXtensible Markup Language); função de exportação de acordo com o recomendado pelo mapeamento no relatório consultivo, implementação do Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) Archivematica Sistema de preservação digital que visa oferecer um ambiente integrado de ferramentas free e Open Source para capacitar o processamento de objetos digitais de acordo com o modelo funcional ISO-OAIS (14721);
  14. 14. ICA-AtoM ICA-AtoM é o acrônimo de Access to Memory. O projeto de software ICA-AtoM resulta de um esforço de colaboração entre o ICA e alguns parceiros e patrocinadores (a UNESCO, a Escola de Arquivos de Amsterdam, o Banco Mundial, a Direção dos Arquivos da França, o Projeto Alouette Canadá e o Centro de Documentação dos Emirados Árabes Unidos). Destaques: - Total conformidade às normas do ICA; - Apoio para outras normas relacionadas, incluindo EAD, EAC, METS, MODS, Dublin Core; - Aplicação concebida inteiramente para ambiente web; - Interfaces multilingues; - Catálogo multi-institucional; - Interfaces com repositórios digitais. Requer Wamp ou Lamp. ICA-AtoM ou o Atom 2.0
  15. 15. Destaques (CIA) SEPIADES Software com código aberto, para a descrição de fotografias e que permite a inclusão de metadados; possui funções de descrição multinível (árvore hierárquica), armazenamento de registros em formato XML (eXtensible Markup Language); função de exportação de acordo com o recomendado pelo mapeamento no relatório consultivo, implementação do Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH).
  16. 16. Repositório arquivístico digital Um repositório digital de documentos arquivísticos é um repositório digital que armazena e gerencia esses documentos, seja nas fases corrente e intermediária, seja na fase permanente. Como tal, esse repositório deve: ● gerenciar os documentos e metadados de acordo com as práticas e normas da Arquivologia, especificamente relacionadas à gestão documental, descrição arquivística multinível e preservação; ● resguardar as características do documento arquivístico, em especial a autenticidade (identidade e integridade) e a relação orgânica entre os documentos.
  17. 17. Archivematica (CIA) Sistema de preservação digital que visa oferecer um ambiente integrado de ferramentas free e Open Source para capacitar o processamento de objetos digitais de acordo com o modelo funcional ISO-OAIS (14721); ● Pacote de Informação de Submissão (SIP) [enviada pelo produtor da informação ao arquivo]. ● Pacote de Informação de Armazenamento (AIP) [pacote de informação armazenado pelo arquivo]. ● Pacote de Informação de Disseminação (DIP) [pacote transferido para o usuário em resposta a uma solicitação].
  18. 18. o RODA http://demo.roda-community.org/
  19. 19. SIGADs / Repositórios / Descrição Descrição arquivística: SepiaDES, ICA-AtoM, etc. Instrumentos Repositórios Digitais: DSpace, Fedora, Eprints e ARCHIVEMATICA (OAIS) e RODA (OAIS e InterPares) Corrente e Intermediário (Gestão SIGAD) e Permanente de pesquisa: Guías, catálogos, inventários, etc. SIGAD (e-ARQ) Fases: Corrente e Intermediária
  20. 20. Ciclo de vida dos documentos, as 3 idades, Lei 8.159 (Lei de Arquivos), a 12.527, a LAI de acesso à informação, Princípios Arquivísticos, Normas, Metodologias, sua epistemologia, etc CORRENTE (1ª idade documental) INTERMEDIÁRIO (2ª idade documental) PERMANENTE (3ª idade documental) valor secundário Destinação Final é o Recolhimento/ Preservação “Permanente” TTD Gestão considerando o e-ARQ Sistema: SIGAD Um ou vários sistemas, e pode conter sistemas de GED como ferramentas, garantindo controle do ciclo de vida, o cumprimento da destinação prevista e a manutenção da autenticidade e da relação orgânica. Repositório Arquivístico Digital Confiável: Corrente e Intermediário Repositório Arquivístico Digital Confiável: Permanente Pode utilizar Repositórios No permanente é estratégico, fundamental: Resolução n° 39/2014 Conarq, OAIS, TRAC, METS, PREMIS Plano de Classificação, Navegação multinível,
  21. 21. Sistemas em pesquisa atualmente: contemplação e-ARQ Brasil (Gestão) ● Nuxeo DM ● KnowledgeTree ● Agorum Core ● Alfresco ● Archivista Box ● Maarch ● Owl Intranet ● Archivist ToolKit
  22. 22. Outros SIs que foram estudados ou estão em tratativas: contemplação e-ARQ Brasil (Gestão) ● SIE - Sistemas de Informações para o Ensino (Diário de Classe, Afastamentos, Resoluções e Portarias; Licitações) - UFSM; ● SEI - Sistema Eletrônico de Informações - Tribunal Regional Federal 4a. Região; ● SIPAC - Sistema Integrado de Patrimônio, Administração e Contratos - SIGED - UFRN; ● SPED - Sistema de Protocolo Eletrônico - Portal do Software Público; ● SIGADAer; ● LightBASE - Portal do Software Público; integrado ao ● GoldenDOC - Framework Gestão Documental (Adm. Pública) - Portal Software Público;
  23. 23. Resolução n° 39 do CONARQ
  24. 24. Portaria MEC nº 1.224, de 18 de dezembro de 2013 Art. 1º Aplicam-se às Instituições de Educação Superior (IES) previstas no art. 16 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, todas as normas constantes no Código de Classificação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior e na Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-Fim das Instituições Federais de Ensino Superior, aprovados pela Portaria AN/MJ nº 92, de 23 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 26 de setembro de 2011, e constantes no ANEXO I desta Portaria. ● Código de Classificação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior ● Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo Relativos às Atividades-fim das Instituições Federais de Ensino Superior
  25. 25. Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013 Determina a obrigatoriedade do uso do Código de Classificação e a Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo relativos às Atividades-Fim das Instituições Federais de Ensino Superior, aprovado pela Portaria nº 92 do Arquivo Nacional, de 23 de setembro de 2011, pelas IFES e dá outras providências.
  26. 26. Linux - Distribuições/Ubuntu O Linux é o núcleo (kernel) de um sistema operacional compatível com Unix. Foi criado por Linus Torvalds em 1991 e subsequentemente desenvolvido com a ajuda de programadores de todo o mundo como software livre (SL). A mascote do Linux é um pinguim chamado Tux, criado por Larry Ewing. O motivo pelo qual a mascote é um pinguim é, como Torvalds disse: "O Linus gosta de pinguins. É isso." O nome Tux foi sugerido para representar Torvalds' Unix.
  27. 27. Distribuições Uma distribuição Linux é o conjunto dos vários programas que compõem o Linux, o kernel e, com frequência, um sistema gerenciador de programas e um instalador. As distribuições de Linux podem ser tão pequenas a ponto de caber em apenas 1 Gb para instalação ou ainda Live....
  28. 28. Distribuições Links de algumas Distros Linux: ● Slackware: http://www.slackware-brasil.com. br/web_site/ ● Ubuntu: http://www.ubuntu.com/ ● Debian: http://www.debian.org/index.pt.html ● Fedora: http://fedoraproject.org/ ● Linux Mint: http://www.linuxmint.com Ambientes gráficos: ● KDE; ● Gnome; ● XFCE; ● MATE; ● Cinnamon; ● etc.
  29. 29. Arquivos .ISO Se pode utilizar um S.O. realizando o Download da Imagem de CD/DVD, um arquivo .ISO, e gravando-o numa mídia ótica ou mesmo em Pendrive: ● No Windows: ○ utilize seu programa preferido para escrever ISO na mídia, Nero, etc.; ○ Ou instale o UNETBootIN; ● No Linux: ○ Botão Direito, Escrever Imagem na Mídia Ótica ou; ○ Usar o Criador de Discos de Inicialização; ou ○ Instale o UNETBootIN
  30. 30. ICA-AtoM ICA-AtoM é um software de descrição arquivística Web baseado nos padrões do CIA. 'AtoM' = 'Access to Memory'. ICA-AtoM é um software livre, open-source. É multi idioma e suporta coleções de multi repositórios.
  31. 31. Manual do Usuário http://ica-atom.org/doc/User_manual/pt
  32. 32. O ICA-AtoM compreende: Páginas HTML servidas para um navegador de internet a partir de um servidor de internet. O servidor web Apache foi usado para o desenvolvimento, mas o ICA-AtoM também é compatível com o IIS ● Uma base de dados em um servidor de base de dados. O servidor de bases de dados MySQL foi usado no desenvolvimento, mas o ICA-AtoM utiliza uma camada de abstração de dados e, portanto, também é compatível com PostgreSQL, SQLite, SQLServer, Oracle, etc. ● O código de software PHP5 que gerencia os pedidos e respostas entre os clientes de internet, a aplicação lógica e a aplicação de conteúdos armazenados na base de dados ● symfony, estrutura que organiza as partes componentes usando orientação a objetos e as melhores práticas padrões de web design ● O Qubit, Open Information Management Toolkit, desenvolvido pelo projeto ICA-AtoM e personalizado para desenvolver o aplicativo ICA-AtoM
  33. 33. Código aberto ● O ICA-AtoM foi desenvolvido com ferramentas de código aberta (Apache, MySQL, PHP, symfony) em vez de softwares comerciais com direito de propriedade. O código subjacente Qubit Toolkit, desenvolvido pelo projecto ICA-AtoM, é também um softwware de código aberto, com o código fonte disponíveis gratuitamente para uso ou modificação por usuários ou outros desenvolvedores que entenderem (sob a licença GPL version 2). ● Portanto, não há custos para o download de nenhum dos programas necessários para a utilização do ICA-AtoM.
  34. 34. Tipos de usuários Pesquisador [editar] ● Não requer um nome de usuário ou senha ● Tem acesso unicamente para vizualização do aplicativo ● Pode pesquisar e procurar descrições (descrição arquivística, registros de autoridade, instituição arquivística)(descrição arquivística, registros de autoridade, instituições arquivísticas) ● É o tipo padrão sempre que um usuário acessa o ICA-AtoM sem entrar no sistema Colaborador [editar] ● É um usuário registrado com um único nome de usuário ou senha senha ● Pode pesquisar, procurar, criar, editar e exportar descrições Editor [editar] ● É um usuário registrado com um único nome de usuário ou senha ● Pode pesquisar, procurar, criar, editar, publicar e exportar descrições ● Pode excluir registros ● Pode editar termos do vocabulário controlado Tradutor [editar] ● É um usuário registrado com um único nome de usuário ou senha ● Pode pesquisar e procurar descrições ● Pode traduzir elementos de interface do usuário e o conteúdo do banco de dados Administrador [editar] ● É um usuário registrado com um único nome de usuário ou senha ● Pode importar, exportar, criar, ler, atualizar, publicar ou eliminar qualquer registro no sistema ● Pode personalizar o aplicativo para os requisitos específicos da instituição ● Gerencia contas de usuários e perfis
  35. 35. Personalização
  36. 36. Tradução: https://www.transifex.com/projects/p/atom/
  37. 37. ICA-AtoM ou AtoM 1.x ou 2.x Apache NginX Buscas ElasticSearch GeoReferenciamento Plugins Conexão Archivematica Escalabilidade Filtros em todas as pesquisas Mudar padrão de exibição da Descrição, ISAD, RAD, etc. Temas e Multirepositórios Objetos Digitais redesenhado Novas possibilidades como História Oral, AudioMD e VideoMD, etc.
  38. 38. Requisitos de Descrição Arquivística: Normas, objetivos, âmbito e funcionalidades
  39. 39. NORMAS DE DESCRIÇÃO O ICA-AtoM foi desenvolvido com base nas normas de descrição do Conselho Internacional de Arquivos (CIA): ● ISAD(G) - Norma Internacional de Descrição Arquivística; ● ISAAR (CPF) - Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas, Pessoas e Famílias; ● ISDF - Norma Internacional para Descrição de Funções; ● ISDIAH - Norma Internacional para Descrição de Intituições com Acervo Arquivístico.
  40. 40. NORMAS DE DESCRIÇÃO O ICA-AtoM também foi preparado para ser flexível para a adaptação de outras normas de descrição. Exemplos: ● RAD - Rules for Archival Description, do Conselho Canadense de Arquivos; ● Dublin Core - Metadata Element Set ● MODS - Metadata Object Description Schema
  41. 41. OBJETIVO DAS NORMAS
  42. 42. OBJETIVO DAS NORMAS
  43. 43. ISAD (G) Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística. Publicada pelo Arquivo Nacional em 2000. Ela estabelece diretrizes gerais para a preparação de descrições arquivísticas. Deve ser usada em conjunção com as normas nacionais existentes ou como base para a sua criação. No caso do Brasil a NOBRADE.
  44. 44. ISAD (G) O objetivo da descrição arquivística é identificar e explicar o contexto e o conteúdo de documentos de arquivo a fim de promover o acesso aos mesmos. O acesso se dá por meio dos instrumentos de busca. (guias, inventários, catálogos, etc) Os instrumentos representam a informação de acordo com uma organização pré-estabelecida. (geralmente a classificação ou arranjo) A Descrição é mais comum na terceira fase do cliclo vital dos documentos, porém, pode ser realizada mesmo antes da sua produção.
  45. 45. ISAD (G)
  46. 46. ISAD (G) A norma está dividida em 26 elementos. Todos os elementos podem ser utilizados, mas apenas alguns elementos são considerados essenciais para o intercâmbio internacional de informação descritiva, os chamados elementos obrigatórios: a) código de referência; b) título; c) produtor; d) data(s); e) dimensão da unidade de descrição; e f) nível de descrição.
  47. 47. Norma Internacional de Registro de Autoridade Arquivística para Entidades Coletivas, Pessoas e Famílias Publicada no Brasil pelo Arquivo Nacional em 2004. Esta norma dá diretivas para a preparação de registros de autoridade arquivística que forneçam descrições de entidades (entidades coletivas, pessoas e famílias) relacionadas à produção e manutenção de arquivos. ISAAR (CPF)
  48. 48. ISAAR (CPF) Todos os elementos abrangidos por estas regras estão disponíveis para o uso, mas somente os quatro elementos a seguir são essenciais: – Tipo de entidade (elemento 5.1.1); – Forma(s) autorizada(s) do nome (elemento 5.1.2); – Datas de existência (elemento 5.2.1); e – Identificador do registro de autoridade (elemento 5.4.1).
  49. 49. A Norma Internacional para Descrição de Funções (ISDF) foi publicada no Brasil pelo Arquivo Nacional em 2008. Trata da descrição de funções em sistemas arquivísticos de informação, através de um conjunto de instruções. ISDF
  50. 50. ISDIAH Norma Internacional para Descrição de Instituições com Acervo Arquivístico. Publicada pelo Arquivo Nacional em 2009.
  51. 51. ISDIAH Todos os elementos abrangidos por estas regras estão disponíveis para uso, mas os seguintes são obrigatórios: - Identificador (elemento 5.1.1); - Forma(s) autorizada(s) do nome (elemento 5.1.2); - Endereço(s) (elemento 5.2.1).
  52. 52. Instalação no Ubuntu 1. Instalação do Ubuntu Linux; 2. Abertura de um Terminal - Konsole e executar os seguintes comandos: 3. Para instalar Apache+MySQL e PHP: $ sudo apt-get install lamp-server^ (será pedida uma senha para o Banco de Dados MySQL); 4. Após realizar o download do ICA-Atom do site: www.ica-atom.org, extraia os arquivos: $ cd /var/www $ tar zx < /CaminhoArquivoICAAtom/icaatom-1.3.0.tgz 5. Dar a "propriedade" dos arquivos do ICA-AtoM ao usuário www-data: $ sudo chown -R www-data icaatom-1.3.0 6. Criar o Banco de Dados para o ICA-AtoM utilizar: $ sudo mysql -u root -p -e ' create database qubit character set utf8 collate utf8_unicode_ci' 7. Executar o navegador e indicar o endereço: http://localhost/icaatom- 1.3.0 Seguir os passos informando usuários, banco de dados e senha e está OK, ICA-AtoM rodando.
  53. 53. ICA-AtoM versão DEMO ● www.ica-atom.org ● http://demo.ica-atom.org ● usuário: demo@example.com ● senha: demo
  54. 54. ICA-AtoM Máquina Virtual Estratégia de Preservação Digital de Miguel Ferreira ● exemplo com o VirtualBox (download e instalação em Linux/Windows) no PDF em anexo: ● https://www.ica-atom.org/doc/ICA-AtoM_ virtual_appliance
  55. 55. Criação de DVD ou Pendrive inicializável do ICA-Atom (boot) Instruções para criação de DVD ou Pendrive inicializável criadas pelo Grupo de Pesquisa CNPq GED/A-UFSM: http://documentosarquivisticosdigitais.blogspot.com;
  56. 56. Criação de DVD ou Pendrive inicializável do ICA-Atom (boot) Download do Arquivo .ISO do ICA-AtoM; .ISO é uma imagem de CD http://ica-atom.org/ Ou site de download do CARBICA (Versão 1.2): http://ica-atom.org/doc/Tutorials Ou site do Grupo de Pesquisa CNPq GED/A-UFSM: http://documentosarquivisticosdigitais.blogspot.com;
  57. 57. Versão CARBICA demo do ICA-AtoM 1° Passo – Baixar o arquivo .ISO: http://ica-atom. org/download/ica-atom-20110818.iso (850 MB) 2° Passo – Grave o arquivo ISO em DVD. Instruções: https://help.ubuntu.com/community/BurningIsoHowto 3° Passo – Reinicie o computador com o DVD inserido (verifique opções de inicialização – BIOS); 4° Passo – Siga as instruções do Manual de Treinamento CARBICA ou tutorial de sua preferência, ou o tutorial deste Curso ICA-AtoM.
  58. 58. Em Pendrive ● Ou utilize o ”Criador de Discos de Inicialização” no Ubuntu, quando for uma Distribuição Ubuntu; ● Ou instale e utilize o UNETBootIN para qualquer distro/S.O. http://unetbootin.sourceforge.net/
  59. 59. Boot / Inicialização ● Verificar a Bios - ordem de inicialização ● Quando um PC/Notebook inicia, o BIOS do sistema começa a verificar uma lista predeterminada de unidades e dispositivos que podem conter um sistema operacional, como o Windows. O computador pode inicializar um sistema operacional a partir de uma unidade de disco rígido, disquete, unidade óptica de CD ou DVD, dispositivo de armazenamento USB ou rede. A ordem pela qual os dispositivos são verificados é configurável por meio do menu do BIOS.
  60. 60. Boot / Inicialização ● Qual é a ordem de inicialização padrão? ● A ordem de inicialização padrão de um computador é configurada na fábrica: ○ Unidade de disquete; ○ Unidade óptica (DVD, CD-ROM); ○ Unidade de disco rígido; ○ Dispositivo USB; ○ Placa adaptadora de rede.
  61. 61. Teclas de Bios/Dispositivo ● Del, F1, Enter, F8, F12 - http://www.hardware.com. br/comunidade/configurar-passo/976723/
  62. 62. DEMO O Demo do ICA ou AtoM pode ser utilizado como experiência e como treinamento, pois ele já possui alguns dados inseridos, o que facilita na compreensão do sistema, pelo menos um pouco. V. 1.3 – http://demo.ica-atom.org V. 2.0.1 - http://demo.accesstomemory.org
  63. 63. Personalização ICA-AtoM - pode-se trabalhar de duas maneiras: ● Pela Administração do sistema; ou ● Direto no código fonte, ou CSS, etc. O que diferencia? ● Pela Administração: limitada; ● Pelo código-fonte: ilimitado.
  64. 64. Acessando o AtoM
  65. 65. Inserindo dados no ICA-AtoM Menu: Adicionar 1º passo - Instituição Arquivística; 2º passo - Descrição arquivística - (Fundo); 3º passo - Seguir inserindo descrições até o objeto digital (multinível).
  66. 66. Referências CENADEM. O GED, plataforma e Software Livre. Jornal Mundo da Imagen. No 60, Nov/Dez, 2003, p. 1 – 9. ___. Tecnologias de GED / CENADEM. [on-line] 2005. <http://www.cenadem.com.br/ged04quadro.php> [Consultado em outubro de 2005] CHARÃO, Andrea Schwertner, FLORES, Daniel, SANTOS, Flaviane Cezar dos. Análise de produtos para gerenciamento eletrônico de documentos. 2002. [On-line] <http://www.cinform.ufba.br/iv_anais/artigos/TEXTO09.HTM> CIA – Conselho Internacional de Arquivos. Documentos de Arquivo Electrónicos: Manual para Arquivistas. Estudo no 16 – Manual para Arquivos Electrónicos, Abril de 2005. Tradução do original: “Electronic Records: A Workbook for Archivists (ICA Study 16)”, disponível on-line: http://www.ica.org/biblio/ICAEstudo16_PT_4.pdf. CONDE, Maria Luisa. Os Sistemas de Gestão de Documentos e as Novas Tecnologias. 2005. IV Seminário Internacional de Arquivos de Tradição Ibérica. ALA – Associação Latino Americana de Arquivos. 24-28 Out.05. Lisboa. COUTURE, Carol, MARTINEAU, Jocelyne, DUCHARME, Daniel. A formação e a pesquisa em Arquivística no mundo contemporâneo. Trad. Luis Carlos Lopes. Brasília: FINATEC, 1999. 190 p. FLORES, Daniel. Análise do Programa de Legislação Educacional Integrada – PROLEI : uma abordagem Arquivística na gestão eletrônica de documentos – GED. Santa Maria, 2000. (Dissertação de Mestrado da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM). ___. Gestão de Documentos Eletrônicos - G.D.E.. JIARQ – Jornal Informativo de Arquivos. Santa Maria-EDUFSM, 1998. ___. Ged – Gerenciamento Eletrônico de Documentos: uma abordagem enquanto sistema e área de conhecimento arquivístico das ciências da informação, no desempenho das funções arquivísticas e de políticas de software livre. 2002. [on-line]. <http://www.arquivologia.ufsm.br> [Consultado em: outubro de 2003] LIBRO BLANCO. El libro blanco del software libre en España. [en línea]. 2004. <http://www.libroblanco.com> [Consulta en: 20 de enero de 2004] ___. El libro blanco del software libre en España. [en línea]. 2005.<http://www.libroblanco.com> [Consulta en: 20 de noviembre de 2005] LUZ, André Ricardo. PSL - Ciência da Informação: Projeto de Software Livre em Ciência da Informação. 2005. Arquivística.net, Rio de Janeiro, v.1, n.2, p.43-52, jul./dez. 2005. PROYECTO GNU – el proyecto GNU e a Fundação para el Software Libre [em línea]. 2003. <http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.es. html> [Consulta en: 21 de dezembro de 2003] PSL BRASIL. Projeto software libre – Brasil. [en línea]. <http://www.softwarelivre.org> [Consulta en: 20 de enero de 2004 TRAMULLAS, Jesús. Herramientas de software libre para la gestión de contenidos [en linea]. “Hipertext.net”, núm. 3, 2005. <http://www. hipertext.net> [Consulta: 15 jan. 2005].
  67. 67. REFERÊNCIAS (Normas ICA-AtoM) ISAAR(CPF): norma internacional de registro de autoridade arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias/tradução de Vitor Manoel Marques da Fonseca. 2. ed., Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004. ISAD(G): Norma geral internacional de descrição arquivística: segunda edição, adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999, versão final aprovada pelo CIA. – Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000. ISDIAH: Norma internacional para descrição de instituições com acervo arquivístico/Conselho Internacional de Arquivos; tradução de Vitor Manoel Marques da Fonseca. - Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2009. ISDF: Norma internacional para descrição de funções. Tradução de Vitor Manoel Marques da Fonseca. 1. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
  68. 68. Obrigado! Prof. Dr. Daniel Flores danielflores@ufsm.br Grupo de Pesquisa CNPq: GED/A-UFSM Gestão Eletrônica de Documentos Arquivísticos http://documentosdigitais.blogspot.com

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