1a Oficina Cidades para Pessoas - Inovação Social em Passarelas pelo Brasil

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E se todas as passarelas de pedestres das cidades do Brasil fossem lugares sombreados, bonitos e lúdicos para as pessoas terem uma experiência interessante e agradável passando por elas? É o que queremos fazer com o Passanela: um projeto de diagnóstico > protótipo > projeto > replicação para ativar as passarelas de pedestres de todo o Brasil: http://www.catarse.me/pt/passanela

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1a Oficina Cidades para Pessoas - Inovação Social em Passarelas pelo Brasil

  1. 1. passarelas como não-lugares
  2. 2. um não-lugar é um espaço que não cria conexões com as pessoas. o que define um não-lugar
  3. 3. e se transformássemos a passarela em um LUGAR?
  4. 4. #1. observação e experiência Antes de qualquer coisa, precisávamos conhecer a fundo o espaço a ser transformado. // observamos como as pessoas a utilizam // desenhamos os detalhes da passarela // vivemos o espaço: passagens, fluxos, oportunidades
  5. 5. #1. observação e experiência fotos e desenhos resultados da oficina Cidades para Pessoas
  6. 6. #2. diagnóstico local O diagnóstico do espaço escolhido envolve a observação e a análise dos 12 critérios do bom espaço público que se dividem em critérios de proteção, conforto e ambiente.
  7. 7. #2.# d2i.a dginaógsntóicsoti clooc laolcal
  8. 8. #2. diagnóstico local
  9. 9. #3. partes interessadas Para fazer com que o projeto funcione, as pessoas precisam se sentir parte dele. Pontuamos, então, quem são as pessoas envolvidas com o entorno da passarela e o seu funcionamento. Os identificamos enquanto zeladores e usuários.
  10. 10. #3. partes interessadas // os zeladores carlinhos São pessoas de relações mais próximas e menos passageiras com o espaço. Cuidam e sentem-se responsáveis por ele.
  11. 11. #3. partes interessadas // os usuários passageiros moradores de rua rede do hospital transeuntes Os usuários tem relação passageira com o espaço. São os personagens que devemos ouvir para poder mudar a maneira como se relacionam com a passarela.
  12. 12. #4. protótipo: confirmação do diagnóstico O passo seguinte ao diagnóstico tem a ver com a sua confirmação: prototipamos soluções para os problemas identificados na passarela, buscando entender a eficácia que elas teriam no dia-a-dia de quem se relaciona com esse espaço. // áreas de permanência: mobiliário e sombras // sinalização // intervenções de experiência
  13. 13. #4. protótipo: confirmação do diagnóstico
  14. 14. #5. estruturas temporárias Após o teste com os protótipos, chega a hora de instalar algumas das estruturas, de forma temporária, para observação da reação dos envolvidos com o espaço e da utilização das mesmas. // para o sol escaldante: o varal e a proteção do corrimão // para convívio e descanso: os mobiliários // para sinalização: arte // para experiência: caleidoscópio e fitinhas
  15. 15. #5. estruturas temporárias MOBILIÁRIO
  16. 16. #5. estruturas temporárias MOBILIÁRIO EXPERIÊNCIA
  17. 17. #5. estruturas temporárias MOBILIÁRIO EXPERIÊNCIA SINALIZAÇÃO
  18. 18. #5. estruturas temporárias MOBILIÁRIO EXPERIÊNCIA O VARAL
  19. 19. #6. estruturas perenes A etapa final da ativação da passarela foi o desenvolvimento de um projeto de financiamento coletivo que pudesse viabilizar a construção de estruturas mais resistentes e definitivas, além de possibilitar que essa metodologia seja replicada em qualquer outra passarela do país e do mundo. O objetivo é que essa seja só a primeira ativação das muitas que podem surgir através da metodologia Passanela.
  20. 20. #6. estruturas perenes

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