Plano de melhoria

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Plano de melhoria

  1. 1. ESCOLA S/3 ARQº OLIVEIRA FERREIRA PLANO DE MELHORIA ANO LETIVO 2012/2013
  2. 2. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 1 FICHA TÉCNICA Título Plano de Melhoria de Escola Coordenação Deolinda Rosa Camarinha da Silva Equipa Anabela Tomás Isabel Maria Cardoso Martins Silva Maria Etelvina Dias ESAOF Fevereiro 2013
  3. 3. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 2 SIGLAS UTILIZADAS AA - Autoavaliação AAE – Autoavaliação de Escola CE- Comunidade Educativa CEB – Ciclo do Ensino Básico DT – Diretores de Turma EB – Ensino Básico EAA – Equipa de Autoavaliação EE – Encarregados de Educação ESAOF – Escola Secundária Arqº Oliveira Ferreira IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional). PAA – Plano Anual de Atividades PEE – Projeto Educativo de Escola PM - Plano de Melhoria PND – Pessoal Não Docente RAA - Relatório de Autoavaliação UCC - Unidade de Cuidados na Comunidade - Arcozelo-Gaia
  4. 4. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 3 ÍNDICE INTRODUÇÃO ………………………………………………………………………………………………………… 4 METODOLOGIA ……………………………………………………………………………………………………. 5 DOCUMENTO PARA RECOLHA DE SUGESTÕES…………………………………………………………. 6 CONCLUSÕES ………………………………………………………………………………………………………………. 8
  5. 5. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 4 INTRODUÇÃO O presente PLANO DE MELHORIA (PM) surge na decorrência do processo de Autoavaliação (AA), iniciado no ano letivo de 2010/2011 e pretende divulgar junto da comunidade educativa os resultados obtidos mediante o envio, por e-mail, de um documento para auscultação de sugestões a uma amostra de agentes da ESAOF, nomeadamente professores, assistentes técnicos, técnicos operacionais e pais e encarregados de educação (EE) que integram o Conselho Geral, o Conselho Pedagógico e a Associação de Pais. O referido documento foi igualmente enviado à chefe dos assistentes técnicos e ao chefe da secretaria. Assim, e tendo em consideração as conclusões aqui apresentadas, baseadas nas sugestões recolhidas, elaboramos um PM cuja implementação permitirá chegar à meta desejada pela Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira: Mais Competência, Mais Cidadania!
  6. 6. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 5 METODOLOGIA Até à elaboração do presente PM foram percorridas as seguintes etapas:  Constituição de uma equipa de AA;  Elaboração do desenho da AA, incluindo a definição de objetivos, contextualização, metodologia de AA e calendários de execução;  Divulgação/envolvimento da comunidade educativa (CE) – construção de um blogue para fácil acessibilidade dos materiais e instrumentos da AA e recolha de comentários e sugestões dos diversos agentes educativos – http://autoavaliacaoesaof.blogspot.com/;  Seleção dos referentes e das dimensões;  Definição dos domínios, indicadores, métodos e instrumentos de avaliação;  Criação e aplicação de questionários para recolha de informação;  Elaboração do Relatório de Autoavaliação (RAA);  Elenco dos aspetos onde deve incidir a Melhoria de Escola e produção de um documento com questões para orientar a apresentação de sugestões para prosseguimento das tarefas da equipa da AA.  Conclusões e elaboração do PM.
  7. 7. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 6 DOCUMENTO PARA RECOLHA DE SUGESTÕES O grupo de trabalho da AAE esteve a elencar os aspetos onde deve incidir a Melhoria de Escola e fornece, de seguida, uma lista desses pontos. As questões devem ser analisadas e respondidas, no sentido de serem apresentadas sugestões para prosseguimento das tarefas da equipa da AA. GRAU DE SATISFAÇÃO/IDENTIFICAÇÃO COM A ESCOLA O que fazer para aumentar o gosto pela escola por parte dos alunos, do PND e dos EE? PARTICIPAÇÃO NA VIDA DA ESCOLA O que fazer para aumentar a participação efetiva de todos os agentes escolares? O que fazer para aumentar a participação dos EE/pais na escola? CANAIS DE COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO O que fazer para incrementar a consulta da página da escola e do mail, principalmente por parte dos pais/EE e do PND? ATITUDE CÍVICA FACE ÀS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS O que fazer para melhorar a atitude dos alunos face às instalações (salas de aula, wc e os restantes espaços escolares)? CONHECIMENTO DOS DOCUMENTOS ESTRUTURANTES E ENVOLVIMENTO NA SUA ELABORAÇÃO O que fazer para aumentar o grau de conhecimento dos documentos que gerem a escola e o grau de envolvimento dos diversos agentes (como, por exemplo, dos pais/EE) na elaboração dos referidos documentos? TRABALHO COOPERATIVO ENTRE DOCENTES O que fazer para incrementar práticas mais efetivas de colaboração docente? INDISCIPLINA O que fazer para controlar os focos de indisciplina e entender as razões pelas quais esta surge? GESTÃO INTERMÉDIA
  8. 8. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 7 O que fazer para melhorar a articulação entre as estruturas de gestão intermédia (departamentos curriculares, áreas disciplinares e secções)? CONTINUIDADE DOS ALUNOS NA ESCOLA APÓS O 3º CEB O que fazer para incentivar a permanência dos alunos na escola para além do EB? IMAGEM DA ESCOLA O que fazer para alterar a imagem da escola para os pais/EE?
  9. 9. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 8 CONCLUSÃO O QUE FAZER PARA AUMENTAR O GOSTO PELA ESCOLA POR PARTE DOS ALUNOS, DO PND E DOS EE? Embelezamento do espaço comum de cada pavilhão, mantendo-o limpo e com uma decoração adequada a um espaço educativo (exposição de trabalhos nas vitrines, plantas decorativas,….). Promoção de um concurso subordinado ao tema “ A sala mais limpa…”. Rentabilização das verbas disponíveis para a biblioteca, laboratórios de ciências e salas de informática numa perspetiva a longo prazo e não com caráter temporário. Montagem de Kits experimentais com caráter permanente para utilização a curto, médio e longo prazo, com vista a facilitar o trabalho dos docentes e a promover o trabalho experimental. Monitorização sistemática das instalações ao nível do conforto, iluminação, mobiliário e da funcionalidade dos equipamentos. GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS Eficaz distribuição de serviço docente, com vista à atribuição de cargos e níveis de ensino de acordo com as competências específicas de cada docente. Distribuição de serviço docente por sugestão da área disciplinar. Distribuição dos horários por ordem de graduação na docência. Colocação dos técnicos operacionais nos locais onde se sentem mais motivados e onde se rentabiliza o seu potencial, aproveitando as qualificações dos mesmos. Implementação de uma organização diferente no escalonamento do pessoal não docente, com vista a uma maior eficácia na questão da limpeza das salas de aula. Aumento do número de colaboradores não docentes colocados pelo IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional).
  10. 10. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 9 PARTICIPAÇÃO NA VIDA DA ESCOLA Definição/clarificação das competências do papel do DT e do representante dos pais/EE de cada turma. Criação de um mail entre DT e representante dos pais/EE que possibilite a comunicação entre ambos. Apresentação da página da escola, na primeira reunião do DT com os pais/EE, com vista a explorar as suas funcionalidades. Conhecimento do mail e do endereço da página da escola por todos os alunos. Atualização sistemática do site da escola. Acompanhamento, por parte do DT, do representante dos pais, de forma mais diligente, reunindo de forma regular e propondo que seja incrementado o contacto permanente entre todos os encarregados de educação, por exemplo via mail. Assim, antes de cada reunião intercalar, o representante dos pais/EE está munido de todas as informações recebidas dos outros encarregados de educação. No final, o representante fará um resumo dos assuntos tratados na reunião, para apresentar aos restantes encarregados de educação. Envolvimento dos pais/EE na organização de atividades previstas no PAA e na elaboração do PEE e RI. Criação de mecanismos que permitam que a informação chegue a todos com objetividade e rigor, transmitindo conteúdos inequívocos e selecionando o destinatário, de modo a evitar o envio generalizado de documentos. Promoção de parcerias com diversas instituições. Realização de pequenas oficinas de formação sobre a utilização da Internet, asseguradas, por exemplo, pelos alunos do Curso Profissional de Informática de Gestão.
  11. 11. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 10 ATITUDE CÍVICA FACE ÀS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Resolução do problema da limpeza, por parte da direção, quer das salas de aula e espaços interiores, quer dos espaços exteriores (problema das pombas). Manutenção do equipamento. Para tal, podem ser espalhados pela escola avisos/apelos para uma boa manutenção do mesmo. Sensibilização da comunidade escolar para denunciar situações ou tentativas de destruição. Criação de uma brigada de alunos com vista à inspeção/manutenção de equipamentos, sob a supervisão de professores. Esta atividade poderá funcionar como uma oficina em ligação com o projeto Eco-escolas. Atribuição de sanções, de acordo com o definido na lei, às atitudes ostensivas de dano em propriedade do estado. TRABALHO COOPERATIVO ENTRE DOCENTES Regresso dos subdepartamentos na próxima revisão do PEE. Criação de condições que favoreçam o encontro intradisciplinar (tempo/espaço). Instituição de encontros para partilha de materiais e apresentação de determinadas estratégias, em modelo de seminário, liderados de forma rotativa. Utilização das plataformas de trabalho colaborativo em rede, como Google docs, Colibri e Skype. INDISCIPLINA Realização de rondas durante os intervalos, pelos vários espaços da escola, a cargo dos elementos da direção. Referenciação de alunos indisciplinados, os quais devem ser excluídos de todas as atividades extra aula e impedidos de frequentar a escola em períodos fora do seu horário letivo. Atuações mais céleres e rigorosas com os alunos indisciplinados.
  12. 12. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 11 Definição de um programa interno de educação/formação para a cidadania. Construção e divulgação de um pequeno corpo de regras simples, claras e objetivas, com a participação dos alunos. Definição de medidas sancionatórias eficazes, elaboradas por uma equipa constituída para o efeito. Criação de um espaço no horário do DT e do respetivo grupo, com vista à reflexão conjunta sobre problemas no âmbito da educação cívica e outros. Neste espaço de encontro, haveria lugar para apresentação de estudos de caso de alunos indisciplinados, de forma a serem encontradas soluções propostas pelos alunos, perspetivando a diminuição da indisciplina. Necessidade da existência de um psicólogo na escola. Manutenção da parceria já existente entre o GIAA e a Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) Arcozelo-Gaia para a sinalização de alunos com patologias diversas (psicossomáticas). Este trabalho conjunto visa a resolução dos problemas identificados. GESTÃO INTERMÉDIA Incentivo do trabalho conjunto ao nível da construção/ avaliação do PAA, e da reflexão sobre a avaliação interna/ externa dos discentes. Rotatividade em todos os cargos, de acordo com o perfil de cada docente. CONTINUIDADE DOS ALUNOS NA ESCOLA APÓS O 3º CEB Inclusão de turmas CEF e turmas de cursos profissionais formadas por alunos com problemas de disciplina e/ou problemas de aprendizagem criam um ambiente de indisciplina e de facilitismo que afasta os alunos mais atentos e com perspetivas mais altas. Na preparação do ano letivo será de repensar o cuidado a ter na formação de turmas e na atribuição do cargo de DT, pois poder-se-á evitar, não só a indisciplina como também o insucesso escolar.
  13. 13. Escola S/3 Arquiteto Oliveira Ferreira (Cód. 403337) 12 IMAGEM DA ESCOLA Utilização, por parte da escola, de todas as oportunidades de contacto com os pais para passar informações relevantes sobre os seus objetivos, recursos, problemas e também sobre as questões pedagógicas. Só assim os pais poderão sentir-se comprometidos com a melhoria da qualidade escolar. Divulgação, junto da comunidade, das boas práticas existentes na escola, por exemplo, através da imprensa local, dos editais da autarquia, da página da escola, dos blogues produzidos no âmbito dos projetos e das newsletters de entidades culturais e científicas locais. Apresentação da oferta formativa da escola, apostando numa divulgação mais específica do trabalho desenvolvido em cada curso/área. Exercício da gestão de forma não autoritária. A imagem da escola passa também pelas questões de segurança, principalmente ao nível do controlo apertado dos alunos durante os recreios e nos momentos de entrada e saída da escola. Daí a importância da escolha criteriosa do porteiro.

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