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  1. 1. INCLUSÃO DIGITAL iD – INCLUSÃO DIGITAL
  2. 2. iD – INCLUSÃO DIGITAL Incluir uma pessoa digitalmente não é só inseri-la no meio digital, mas a partir dessa “educação” melhorar as condições sociais desse indivíduo.
  3. 3. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>A Inclusão Digital , para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas . </li></ul>
  4. 4. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>O analfabetismo digital é um grande fator de exclusão, que resulta em sérias implicações sociais, políticas, jurídicas e econômicas. </li></ul><ul><li>Qualquer profissional precisa dominar as tecnologias de informação, seja ele quem for, esteja ele onde estiver,ou seja, sem informação não há comunicação, o que resulta em exclusão, marginalização. </li></ul>
  5. 5. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>A  exclusão digital  é um conceito dos campos teóricos da comunicação, sociologia, tecnologia da informação, História e outras humanidades, que diz respeito às extensas camadas das sociedades que ficaram à margem do fenômeno da sociedade da informação e da expansão das redes digitais </li></ul>
  6. 6. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>No Brasil, o termo “ exclusão digital ” é mais usado para se referir ao problema, indicando o lado dos excluídos, enquanto em outros idiomas os termos equivalentes a “ brecha digital ” ou “ fissura digital ” são preferidos (como no inglês  digital divide  e o francês  fracture numérique ). Os dois termos, porém, não são sinônimos perfeitos, pois enquanto “exclusão digital” se refere apenas a um dos lados da questão, “brecha digital” faz referência à própria diferença entre excluídos e incluídos </li></ul>
  7. 7. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>O Saber Digital está dividido em dois níveis: básico onde o sujeito usa funções prescritas pelo programa (digita caracteres, formata parágrafos, insere imagens ou tabelas ou solicita a impressão do texto) </li></ul>
  8. 8. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>No nível Intermediário o sujeito identifica o problema e desenvolve ações para solucioná-lo, a fim de viabilizar o uso desejado do programa. Nesses dois níveis o sujeito transforma o Saber Digital em “instrumentação” do uso. </li></ul>
  9. 9. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>No Conhecimento Digital ocorre a transposição do saber existindo tanto uma visão crítica do raciocínio como um raciocínio sobre o seu uso. Dividimos então esse conhecimento em processos intuitivo e meta-cognitivo. </li></ul>
  10. 10. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>No Processo Intuitivo o sujeito não sabe muito bem como utilizar o programa, mas tem a experiência de usos anteriores. Ele testa várias funções do programa na sistemática da tentativa-e-erro até alcançar o resultado esperado. </li></ul>
  11. 11. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>No Processo Meta-cognitivo o sujeito desenvolve uma nova lógica e começa a utilizar funções do programa produz uma memória do processo e tem a capacidade de repetir tal operação e de ensinar aos outros, para que aqueles também façam e atinjam o mesmo resultado. </li></ul>
  12. 12. iD – INCLUSÃO DIGITAL <ul><li>“ as transformações realmente significativas para os seres humanos virão quando eles começarem a intervir conscientemente no desenho da tecnologia […] desde sempre, esse é o nosso principal desafio político como seres humanos” </li></ul><ul><li>Rüdiger </li></ul>

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