Surrealismo

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Surrealismo

  1. 1.
  2. 2. Surrealismo<br />
  3. 3. Histórico:<br />MovimentoArtístico eLiterário<br /><ul><li>1° em París
  4. 4. Anos 20
  5. 5. VanguardasModernistas
  6. 6. Entre Guerras</li></li></ul><li>
  7. 7. Futurismo<br />
  8. 8. Cubismo<br />
  9. 9. Dadaísmo<br />
  10. 10.
  11. 11. Surrealismo<br />
  12. 12. Surrealismo<br />
  13. 13. Surrealismo<br />
  14. 14. Método<br />Escrita Automática – Impulso criativo/ fluxo de consciência<br />Sem planejamento<br />Atividade coletiva que vai se completando<br />Representativo<br />+ <br />Abstrato <br />+ <br />Irreal <br />+<br /> Inconsciente<br />
  15. 15. Uma pessoa escreve e a outra completa<br />Um cão Andaluz – Luis Bruñuel<br />
  16. 16. Surrealistas<br />Breton<br />AntoninArtaud<br />Luis Bruñuel<br />Max Ermst<br />ReneMagritti<br />Salvador Dali<br />
  17. 17. Surreal XXI<br />
  18. 18. FILMES E HISTÓRIAS<br />
  19. 19. Histórias/Filmes<br />
  20. 20.
  21. 21. Verdade psicológica<br />Despir Objetos<br />Diferente de seu significante<br />2º Guerra<br />Magritte – Valores Pessoais<br /> Império da Luz<br />
  22. 22. Portugal<br />Foi curto -1947 a 1952<br />Grupo Surrealista de Lisboa - 1948<br />Reuniões Pastelaria Mexicana<br />Exposição – 1949<br />Antonio Pedro<br />Candido Costa Pinto<br />Vespeira<br />Fernando de Azevedo<br />José augusto França<br />Mario Cesariny<br />
  23. 23. CESARINY: O POETA E O PINTOR SURREALISTAVOZ NUMA PEDRA<br />Não adoro o passadonão sou três vezes mestrenão combinei nada com as furnasnão é para isso que eu cá andodecerto vi Osíris porém chamava-se ele nessa altura Luizdecerto fui com Isis mas disse-lhe eu que me chamava Joãonenhuma nenhuma palavra está completanem mesmo em alemão que as tem tão grandesassim também eu nunca te direi o que seia não ser pelo arco em flecha negro e azul do ventoNão digo como o outro: sei que não sei nadasei muito bem que soube sempre umas coisasque isso pesaque lanço os turbilhões e vejo o arco írisacreditando ser ele o agente supremodo coração do mundovaso de liberdade expurgada do menstruorosa viva diante dos nossos olhosAinda longe longe essa cidade futuraonde «a poesia não mais ritmará a acçãoporque caminhará adiante dela»Os pregadores de morte vão acabar?Os segadores do amor vão acabar?A tortura dos olhos vai acabar?Passa-me então aquele caniveteporque há imenso que começar a podarpassa não me olhas como se olha um bruxodetentor do milagre da verdadea machadada e o propósito de não sacrificar-se não construirão ao sol coisa nenhumanada está escrito afinal<br />
  24. 24. PASSAGEM DOS ELEFANTES<br /> (Cisnes Refletindo Elefantes - Salvador Dalí)<br />

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