A Grécia Antiga

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A Grécia Antiga

  1. 1. GRÉCIA ANTIGA O BERÇO DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL
  2. 2. O LEGADO GREGO HISTÓRIA FILOSOFIA DEMOCRACIA OLIMPIADAS TEATRO POESIA ARQUITETURA ESCULTURA
  3. 3. A GRÉCIA ENTRE NÓS “Que deus grego!” “Esse é meu calcanhar de Aquiles”. “Toma esse presente de grego.”
  4. 4. Aspectos geográficos
  5. 5. Resumo da Trajetória Grega Chegada dos Povos Formadores Dominação Dórica Diásporas Eupátridas Auge G.Médicas G.Peloponeso Macedônicos Helenismo XX aC XII aC Pólis Colonização XII aC VIII aC VIII aC VI aC V aC IV aC IV aC I aC Pré-Homérico Homérico Arcaico Clássico 2000 aC 30 aC Cultura
  6. 6. 3000 aC 2000 aC 1700 aC 1400 aC 1200 aC 1100 aC Chegada dos Povos Formadores Dominação Dórica XX aC XII aC Pré-Homérico Creta Aqueus Jônios Eólios Dórios Civilização Cretense Fundam Micenas no Sul Creta : Destruição Natural Aqueus Tomam Creta Período Micênico Tróia Dominação Dórica e declínio
  7. 7. Período Homérico A Grécia Antiga desenvolveu-se na península Balcânica, local de solo pobre e costa bastante recortada. O homem grego foi o resultado da miscigenação dos pelasgos com os indo-europeus (arianos): aqueus, eólios, jônios e dórios. A civilização cretense foi sucedida pela micênica que, por sua vez, foi destruída pelos dórios, causadores da primeira diáspora grega.
  8. 8. A antiguidade clássica: Grécia A primeira diáspora grega ocorreu devido a invasão dos Dórios na região da Grécia. Eles impuseram um violento domínio sobre a região, causando não só o fim da civilização micênica como também o deslocamento de grupos humanos da Grécia continental (jônios, eólios) para as ilhas do mar Egeu e o litoral da Ásia menor, no período pré- homérico da história grega
  9. 9. A antiguidade clássica: Grécia A ordem gentílica era uma comunidade primitiva, sem propriedade privada e sem desigualdade social. A desintegração gentílica deu origem à segunda diáspora grega, à formação de várias pólis e à colonização do Mediterrâneo ocidental. Dando destaque á Atenas e Esparta.
  10. 10. Geno 1 Frátria 1 Geno 2 Geno 1 Geno 2 Geno 1 Geno 2 Geno 1 Geno 2 Frátria 2 Frátria 1 Frátria 2 Tribo 1 Tribo 1 DEMO Basileu Basileu
  11. 11. A expansão grega
  12. 12. A antiguidade clássica: Grécia “Guerra de Tróia” Pelas narrativas mitológicas, a Guerra de Tróia foi um conflito entre gregos e troianos entre 1300 a.C. Disposto a se vingar do rapto de sua esposa Helena por Páris (príncipe de Tróia, filho do rei Príamo), Manelau, rei de Lacedemónia (Esparta), reuniu os gregos em um exército comandado por seu irmão mais velho, Agamenon, rei de Micenas. Aquiles e Ulisses se destacaram entre a legião do exército, que atravessou o mar Egeu a bordo de mais de mil navios.
  13. 13. A antiguidade clássica: Grécia Helena de tróia e Menelau, seu marido:
  14. 14. A antiguidade clássica: Grécia Durante dez anos cercaram Tróia, até que os gregos teriam construído um grande cavalo de madeira e fingindo o seu abandono. Por considerarem o cavalo um animal sagrado, os troianos recolheram o presente, levando-o para a cidade.
  15. 15. A antiguidade clássica: Grécia De seu interior saíram os guerreiros Ulisses, sendo Tróia saqueada e destruída. Príamo foi morto e sua filha Cassandra violentada:
  16. 16. AQUILES “HEITOR” IRMÃO DE PÁRIS
  17. 17.  Páris e Helena
  18. 18. Agamenon, rei de Micenas, irmão de Menelau.
  19. 19. A antiguidade clássica: Grécia O herói troiano Enéias, filho de Vênus, e alguns partidários se instalaram no Lácio, dando origem ao povo romano. Até a descoberta do sítio arqueológico com sete cidades superpostas, na Turquia no final do século XIX, por Heinrich Schliemann, questionava-se a existência real da cidade e da guerra como um fato histórico e não mitológico.
  20. 20. A antiguidade clássica: Grécia Com o fim das comunidades gentílicas (genos – polis – cidades-estado) teve início o período arcaico, que se caracterizou pela formação de várias pólis.
  21. 21. Período arcaico ESPARTA
  22. 22. Pólis VIII aC VI aC Arcaico Atenas Esparta Tebas
  23. 23. A antiguidade clássica: Grécia Esparta A pólis de Esparta foi formada na região do Peloponeso pelos dórios, que detiveram o domínio oligárquico da cidade-Estado.
  24. 24. Os dórios (espartanos) exerciam seu domínio sobre os periecos e, principalmente, sobre os hilotas. Sua economia era a agricultura, e no governo diarquia. A sociedade espartana estava assim constituída:
  25. 25. Espartanos - Descendentes dos dórios e únicos detentores de terra e poder político. Periecos: Aqueus livres, sem direitos políticos, deveriam participar do exército quando necessário.
  26. 26. Hilotas - Aqueus escravizados nas guerras messênicas
  27. 27. Sociedade espartana  Espartanos Periecos Hilotas
  28. 28. A formação política espartana O governo espartano era exercido pelo Eforato (5 membros) pela Gerúsia (ou Senado) composta por 28 ou 30 senhores de mais de 60 anos de idade, a quem cabiam funções legislativas e pela Ápela ou Assembleia do povo. Esparta era governada por uma diarquia e seu regime politico tinha um caráter oligárquico-aristocrático.
  29. 29. A educação espartana A educação espartana era basicamente militar.  “Das letras aprendiam apenas o indispensável; toda educação restante dizia respeito a bem obedecer a ordens, resistir a fadigas e vencer em combates. Por isso, ao chegar a idade, a exercitação era mais extensa; seus cabelos eram cortados rente e habituavam-se a marchar descalços e a brincar quase sempre nus. Aos doze anos passavam a viver sem túnica, recebiam um manto por ano, andavam sujos, desconhecendo os banhos e os unguentos (...) Dormiam reunidos, em grupos ou por turmas, sobre palhas que eles mesmos ajuntavam, quebrando com as mãos e sem facas as pontas dos caniços que crescem nas ribas do Eurotas.” (PLUTARCO) “É belo morrer, caído na primeira fila, como bravo que combate pela pátria”. (Tirteu) “espero que meu filho volte com seu escudo ou deitado sobre ele” (Mães espartanas)
  30. 30. A educação espartana
  31. 31. A antiguidade clássica: Grécia O estado também se encarregava da educação dos espartanos, que inculcava nos indivíduos os seus principais valores, enfatizando o aprimoramento físico. Soldado por excelência, o espartano deveria estar sempre pronto para uma provável revolta dos servos – daí a característica militarista da cidade. O incentivo ao crescimento demográfico era inócuo, pois o rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes e resistentes. Quanto aos hilotas, uma das formas de controle sobre seu crescimento populacional era a “kripitia”, que consistia na eliminação sumária dos servos por espartanos que estavam completando sua educação. Se esse recurso não fosse suficiente, recorria-se à matança em massa.
  32. 32. A pólis de ATENAS
  33. 33. Atenas: Situada na Ática, Atenas foi comandada em seu início pelos eupátridas, durante os governos monárquico e oligárquico.
  34. 34. A antiguidade clássica: Grécia As lutas sociais deram origem aos legisladores: Drácon e Sólon.
  35. 35. A antiguidade clássica: Grécia Depois de Sólon, Atenas foi governada pelos tiranos (ditadores) Com Clístenes criou-se a democracia ateniense, destacando-se a prática do ostracismo
  36. 36. A antiguidade clássica: Grécia O apogeu da democracia aconteceu durante o governo de Péricles, no século V a.C., que ficou conhecido como Século de Péricles ou a Idade de Ouro Ateniense.
  37. 37. Sociedade ateniense  EUPÁTRIDAS METECOS ESCRAVOS
  38. 38. A antiguidade clássica: Grécia Para ser considerado um cidadão em Atenas, a pessoa deveria ser: HOMEM LIVRE 18 ANOS GREGO PAIS GREGOS
  39. 39. A antiguidade clássica: Grécia Cidade de origem jônica, tornou-se padrão de desenvolvimento para as cidades-Estado gregas. Quando se deu a desintegração dos genos, seus grupos sociais assim delinearam: os eupátridas, que ficaram com as melhores terras; os georgóis, que ficaram com as piores; e os thetas, que não receberam terras. Sem posses, desempregados devido ao aumento do número de escravos por dívidas, os thetas passaram a se dedicar ao comércio e ao artesanato (technay), desenvolvendo um poderoso comércio marítimo, com base no porto de Pireu.
  40. 40. A antiguidade clássica: Grécia Entretanto, as desigualdades sociais e políticas do início da história ateniense motivaram sucessivas lutas e causaram permanente instabilidade. A fundação da cidade coube à elite eupátrida (os bem-nascidos), àqueles que ficaram com as melhores e maiores terras da região. De início, portanto, o comando político era exercido por um eupátrida, o chamado “basileu” (rei), ficando desse modo constituído a monarquia, a primeira foram de governo ateniense. Depois, um conselho legislativo eupátrida, o Areópago, assumiu o governo da cidade, e seus nove membros, os arcontes, executavam todas as decisões desse conselho.
  41. 41. A antiguidade clássica: Grécia Assim, sem mudanças substanciais, Atenas manteve-se nas mãos de uma minoria rica e poderosa (aristocracia), caracterizando esse período inicial como uma oligarquia. O descontentamento popular dos georgóis e thetas, apoiados pelos ricos demiurgos (comerciantes), foi fortalecendo e impondo mudanças nessa ordem política tradicional. No entanto, nem mesmo as reformas criadas pelo legislador Drácon acabaram com as insatisfações, pois sua legislação escrita, além de ser rigorosíssima, favorecia – como sempre – a aristocracia.
  42. 42. A antiguidade clássica: Grécia Outro legislador importante foi Sólon, que pôs fim aos privilégios tradicionais e a habitual escravidão por dívidas. Sólon dividiu os cidadãos em 4 classes, de acordo com suas rendas, definindo direitos diferenciados, inaugurando uma verdadeira “república censitária” (dos que têm rendas). Como o critério de riqueza passou a definir direitos, os novos ricos demiurgos ascenderam ao mando ateniense, o que desagregou aos aristocratas, que reagiram tomando o poder pela força (ilegalmente) e instalando a tirania.
  43. 43. A antiguidade clássica: Grécia Iniciou-se então o período da tirania, com Psístrato, que usou todo o rigor que faltara a Solón. Seus sucessores foram: Hípias, Hiparco e Hiságoras. Mas foi outro tirano, o legislador Clístenes, que, ao aperfeiçoar a obra de Sólon fez nascer a revolução democrática. Em 508 a.C, a Eclésia (assembleia legislativa), em conjunto com o Conselho dos 500, tornou-se o órgão mais importante de
  44. 44. A antiguidade clássica: Grécia A justiça seria aplicada pelos tribunais da Heliae (tribunais de justiça), e o poder executivo, inicialmente nas mãos dos arcontes, passou gradativamente às mãos dos estrategos (militares executivos), que o exerciam coletivamente. Clístenes criou também o ostracismo (exílio por 10 anos), medida que desestimulava o aparecimento de novos tiranos, pois suspendia os direito
  45. 45. A antiguidade clássica: Grécia O aperfeiçoamento desses instrumentos democráticos coube ao sucessor de Clístenes, Péricles, que, apesar de ter governado apenas 15 anos, deixou seu nome ligado a todo um século: o século chamado de “SÉCULO DE PÉRICLES OU IDADE DE OURO ATENIENSE”.
  46. 46. A antiguidade clássica: Grécia Com o término das dissensões políticas internas, Atenas prosperou economicamente, sobretudo por suas relações comerciais nas áreas dos mares Egeu e Negro e com as colônias da Ásia Menor (Jônia), além das explorações de minas, que dinamizaram e fizeram do porto ateniense de Pireu um dos mais importantes entrepostos comerciais da Antiguidade.
  47. 47. A antiguidade clássica: Grécia A base de sua economia era a Agricultura e o Comércio.
  48. 48. ESPARTA X ATENAS
  49. 49. Período Clássico
  50. 50. A Antiguidade clássica: Grécia Relativamente equilibradas no plano interno, as cidade-Estado gregas buscaram, no final da época arcaica, a ampliação de suas áreas de influência, dando início à época das hegemonias e dos imperialismos helênicos. As rivalidades entre Atenas e Esparta acabariam por gerar lutas fratricidas, que favoreciam os inimigos externos e possibilitariam a hegemonia (supremacia) macedônica, por exemplo.
  51. 51. A Antiguidade clássica: Grécia O gatilho que disparou o processo encontra-se na série de guerras pela conquista do território grego em que se digladiaram gregos e persas: as Guerras Médicas. Em expansão desde a época de Ciro, no reinado de Dario I os persas chegaram à Jônia e lá enfrentaram a resistência de Mileto e outras cidades. Os atenienses, procuraram auxiliar a resistência, mais foi em vão: os persas ocuparam a Jônia, e o auxílio que os atenienses deram aos jônios acabou servindo de pretexto para a continuidade natural do imperialismo persa: a invasão da Grécia.
  52. 52. A Antiguidade clássica: Grécia Guerras Médicas: A primeira expedição, enviada por Dario I, foi desbaratada em Maratona. Xerxes, sucessor de Dário, esteve mais próximo da vitória, após bater os espartanos de Leônidas nas Termópilas. E arrasar Atenas, mas viu malograr seus intentos com a derrota de sua esquadra em Salamina. Sem suprimentos nem reforços, o exército de Xerxes foi vencido na batalha de Plateia por forças atenienses e espartanas, sob o comando de Pausânias e Aristides. Por duas vezes – em Maratona e Salamina – os atenienses haviam decidido o futuro da Grécia.
  53. 53. A Antiguidade clássica: Grécia Tal situação permitiu a Atenas elaborar a composição de uma liga de cidades gregas para levar a guerra até os persas. Atenas assumiu o comando da chamada Liga de Delos, instrumento de sua supremacia, e liderou a guerra contra os persas, libertando o Egeu e a Jônia e impondo, a Paz de Címon, que lhe dava o controle do Egeu. Os gregos haviam vencido.
  54. 54. A Antiguidade clássica: Grécia A confederação de Delos firmou a liderança grega de Atenas, que ampliou sua hegemonia e sua política imperialista. Esparta retirou-se da Liga de Delos e formou a Liga do Peloponeso, rivalizando com Atenas. A Guerra do Peloponeso representou o fim da democracia ateniense e o esgotamento da Grécia.
  55. 55. O período Helenístico Aproveitando-se da fraqueza das cidades helênicas, e sob um pretexto religioso, Filipe II, rei da Macedônia, interveio na Grécia. Foi assim o fim da Grécia independente. Filipe II, rei da Macedônia
  56. 56. O período Helenístico Um velho sonho dos macedônicos era conquistar o Império Persa, mas Filipe II não concretizou esse sonho. Foi assassinado em Pela, capital da Macedônia, ele deixou a seu filho, Alexandre, cognominado “o Grande” (Magno), a tarefa de realizar esse sonho. Alexandre “o Grande”
  57. 57. O período Helenístico Educado por Aristóteles, Alexandre tinha uma mentalidade tipicamente grega e profundo respeito e admiração por essa brilhante civilização. Tal fato foi determinante no caráter de suas conquistas e no seu principal legado à posterioridade: a civilização helenística. Religião grega: Politeísta antropomórfica Deuses imortais Heróis Mitos
  58. 58. Império de Alexandre
  59. 59. Cultura grega Religião Arquitetura Pintura Escultura Olimpíadas
  60. 60. Panteão greco-romano
  61. 61. Os Deuses gregos:
  62. 62. Deuses e deusas > Zeus: "pai de todos e o mais poderoso. Sentava-se num trono com uma águia aos pés, tendo na mão um raio, isto é, um ziguezague de fogo. Quando queria vingar-se de alguém, arremessava este raio, seguido de um trovão." > Posseidon: "irmão de Zeus que governava os mares num carro carro puxado por uma parelha de cavalos-marinhos, tendo na mão o tridente." > Hefesto: "o deus do fogo. Era um ferreiro manco, que trabalhava numa oficina dentro da Terra." > Hermes: "o mensageiro dos deuses, o leva-e-traz. Tinha asas no capacete e usava uma vara mágica de paz, que posta entre duas pessoas em luta imediatamente as fazia amigas." > Ártemis: "irmã gêmea de Apolo, deusa da Lua e
  63. 63. Olimpíadas Da segunda quinzena de agosto a primeira de setembro De 776 a.C a 393 d.C (só reaparecendo em 1896)
  64. 64. Esculturas
  65. 65. Arquitetura
  66. 66. Pintura

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