Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado

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Aula a respeito da instabilidade do joelho no esporte adaptado, ou atletas para-olímpicos.
Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior em atletas para-olímpicos ou de esportes adaptados.

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  • Resultado de uma lesão traumática dos ligamentos
  • Instabilidade do Joelho no Esporte Adaptado

    1. 1. HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. EDGARD SANTOSHOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. EDGARD SANTOS Chefe do Serviço de Cirurgia e Ortopedia do HUPES /Chefe do Serviço de Cirurgia e Ortopedia do HUPES / UFBAUFBA Prof. Dr. Gildásio DaltroProf. Dr. Gildásio Daltro Chefe da residência em Ortopedia e Traumatologia doChefe da residência em Ortopedia e Traumatologia do HUPESHUPES Dr. Alex GuedesDr. Alex Guedes Cirurgia do Joelho - Hospital dasCirurgia do Joelho - Hospital das ClínicasClínicas Dr. Marcio P. LeandroDr. Marcio P. Leandro Dr. David SadigurskyDr. David Sadigursky
    2. 2. CHEFE DO SERVIÇO HMV DR. DANIEL ALENCAR COORDENADOR DA RESIDÊNCIA EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DR. MATEUS AZI DR. DAVID SADIGURSKY
    3. 3. David Sadigursky MD MScDavid Sadigursky MD MSc
    4. 4. Atividade Física Adaptada IDEA (Lei Norte-americana) Pessoas ou crianças que já tenham deficiências diagnosticadas Atraso nos seus aspectos físicos ou limitações adquiridas
    5. 5. Atividade Física Adaptada – Desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor RealizaçãoRealização pessoalpessoal Incidência de lesõesIncidência de lesões joelhojoelho
    6. 6. Instabilidade do Joelho Conceito Frouxidão – Diminuição da tensão dos ligamentos – Normal X Patológico Instabilidade – Aumento de mobilidade ou translação do joelho – Lesão traumática dos ligamentos
    7. 7. Lesões AtléticasEstatística nacional - atletas de alto nível Total - 11.316 pacientes > 6.955 Traum. Esportiva Carazzato et al, 2003Carazzato et al, 2003Carazzato et al, 2003Carazzato et al, 2003
    8. 8. Número %Número % %% LesõesLesões AtléticasAtléticas
    9. 9. LesõesLesões ParaolímpicaParaolímpica ss 1280 pcts – Trauma 45% Joelho 9,8% Tornozelo 7,7% Ombro
    10. 10. Lesões traumáticas do joelho Lesão ligamentares - 25 a 40%Lesão ligamentares - 25 a 40% 70 % -70 % - 80%80% Ligamento CruzadoLigamento Cruzado AnteriorAnterior (Thiele E, 2009)(Thiele E, 2009)
    11. 11. Fatores Predisponente s Idade - 20 - 30 anos, Sexo – mulheres –Alterações anatômicas –Força Músculo-esquelética –Agilidade/Coordenação • Distúrbio neuromuscular • Retardo do recrutamento dos isquiotibiais –História de lesão prévia Fatores Intrinsecos
    12. 12. Fatores Predisponente s
    13. 13. AnatomiaAnatomia AnteriorAnterior PosteriorPosterior
    14. 14. Anatomi a ORIGEM E INSERÇÃOORIGEM E INSERÇÃO LCALCA
    15. 15. Anatomia B. pósteroB. póstero LateralLateral - tensa- tensa em extensãoem extensão B.anteroB.antero MedialMedial -Tensa-Tensa em flexãoem flexão
    16. 16. Biomecânica  Restritor primário - 86% (Translação AP)  Restringe - RI + RE + Hiperextensão  Estabi. Secundário - Trato I.T, Lig Colaterais, Capsula art.  Mecanismo “Screw - home”  20º de ext. Joelho / 15° Rot. ext. Tibia > Ext. final
    17. 17. Biomecânica Centro instantâneoCentro instantâneo de rotaçãode rotação Move posteriormenteMove posteriormente durante a flexãodurante a flexão
    18. 18. Biomecânica Rolamento e DeslizamentoRolamento e Deslizamento
    19. 19. Biomecânica LCA •400 a 500 N – Andando •1700 N – Stress *Stress máximo antes de romper *1730N ( Noyes ) *2500N ( S. Woo)
    20. 20. História da Lesão Valgo/Rot. Ext. Hiperext./ Rot. Int. Hiperflexão ( rara) Diagnóstico PrecoDiagnóstico Preco
    21. 21. Sintomas AGUDA Hemartrose 75% a 85% Dor > carga Incap. de retorno à atividade Falseio Bloqueio (meniscos)
    22. 22. EXAME FÍSICO
    23. 23. LACHMANLACHMAN ++ Sensível ( fase aguda ) 20º a 30º flexão EXAME FÍSICO
    24. 24. EXAME FÍSICO GAVETA ANTERIOR Joelho a 90° Falso negativo ( contração dos IT )
    25. 25. Pivot Shift Confiavel ( sob anestesia) 0° - 30° pé - rot int + valgo EXAMEEXAME FÍSICOFÍSICO
    26. 26. RessonânciaRessonância MagnéticaMagnética Precisão - 78 a 97% “Bone Bruise” (Contusão óssea ) Lig. Colaterais e Cruzados Meniscos Cartilagem Fraturas Exame de ImagemExame de Imagem
    27. 27. Rotura do LCA * Nível de atividade * Grau de instabilidade * Idade * Lesões associadas Operar ?Operar ? NãoNão Operar?Operar?
    28. 28. Tratamento Conservador Fase agudaFase aguda •Analgésico e antinflamatório •Punção •Mobilidade •Quadriceps (evitar atrofia) •Carga ( progressiva)
    29. 29. Tratamento Cirúrgico Objetivo Estabilizar o Joelho Retardar/Prevenir – artrose 90% Bons resultados Retorno ao esporte
    30. 30. Tratamento Cirúrgico História natrural da lesão do LCA = OSTEOARTROSE Rotura do LCA com Instabilidade funcional Revisão da LiteraturaRevisão da Literatura 1 ano 40% 5 anos 60% 10 anos 60% a 90%
    31. 31. Artroscopia  Sinovite  Lesões meniscais  Lesões osteocondrais LesõesLesões associadasassociadas
    32. 32. Riscos e benefícios da cirurgiaRiscos e benefícios da cirurgia Tipos de enxertoTipos de enxerto DisponibilidadeDisponibilidade MorbidadeMorbidade PropriedadesPropriedades FixaçãoFixação InfecçãoInfecção RigidezRigidez FalhaFalha TVPTVP
    33. 33. Resulta dos Clinical outcome and prevalence of osteoarthritis after isolated anterior cruciate ligament reconstruction using hamstring graft: follow-up after two and ten years. Int Orthop. 2012 Sep 2 Struewer J, Ziring E, Frangen TM, Efe T, Meißner S, Buecking B, Bliemel C, Ishaque B. • Alto nível deAlto nível de satisfaçãosatisfação  Bom resultadoBom resultado clínico > 2 anosclínico > 2 anos • 25% desenvolvem25% desenvolvem
    34. 34. associadasassociadas Lesão osteocondral no côndilo medialLesão osteocondral no côndilo medial Lesão do menisco medialLesão do menisco medial SinoviteSinovite
    35. 35. Integração do LCA L. Patelar - 6 a 8 sem (cond. normais) T. Quadríceps – 6 sem (cond. anormais) Isquiotibiaias - 8 a 12 sem
    36. 36. Enxerto Enxerto livre não vascularizado Necrose Repopulação Revascularização LIGAMENTIZAÇÃLIGAMENTIZAÇÃ OO 1 A 3 MESES1 A 3 MESES
    37. 37. UTS (Ultimate Tensile Strength) Propriedades estruturaisPropriedades estruturais LCA Normal 2.160 N T. Patelar 14mm 164% T. Quadríceps 10mm 107% Semi-tendíneo Simples 70% Grácil Simples 49% ST/Grácil Duplo 250%
    38. 38. Reabilita ção • Protocolo acelerado (adaptado) = original  Retorno mais precoce às atividades de rotina • Carga conforme tolarado • Cadeia cinéticada fechada
    39. 39. Tratamento Cirúrgico Falhas Técnica Cirúrgica Localiz. dos túneis - "Impingiment" Fixação Tensão Incorporação do enxertoIncorporação do enxerto Revascularização Alargam. do Túnel Fatores Imunológicos
    40. 40. Preven ção Procedimentos de avaliaçãoProcedimentos de avaliação individualindividual – Insuficiências e discrepânciasInsuficiências e discrepâncias individuaisindividuais – Treino neuromuscular eTreino neuromuscular e proprioceptivoproprioceptivo
    41. 41. Considerações • A reconstrução do LCA - técnica eficaz para a estabilização do joelho • Retorno ao esporte e atividades habituais • Diminui a progressão da degeneração articular – Osteoartrose Manutensão da atividade física e qualidade de vida em níveis adequados
    42. 42. HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. EDGARD SANTOSHOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. EDGARD SANTOS Chefe do Serviço de Cirurgia e Ortopedia doChefe do Serviço de Cirurgia e Ortopedia do HUPES / UFBAHUPES / UFBA Prof. Dr. Gildásio DaltroProf. Dr. Gildásio Daltro Chefe da residência em Ortopedia e TraumatologiaChefe da residência em Ortopedia e Traumatologia do HUPESdo HUPES Dr. Alex GuedesDr. Alex Guedes Cirurgia do Joelho - Hospital dasCirurgia do Joelho - Hospital das ClínicasClínicas Dr. Marcio P. LeandroDr. Marcio P. Leandro

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