Jn 19 04

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Jn 19 04

  1. 1. S.O.S. VERDE GRANDE 7.489/90 dias O Verde Grande agoniza, e o Velho Chico está morto graças à insensibilidade dos governos JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASO GRANDE PORO GRANDE PORO GRANDE PORO GRANDE PORO GRANDE PORTTTTTA-VA-VA-VA-VA-VOZ DO NOROZ DO NOROZ DO NOROZ DO NOROZ DO NORTE DE MINTE DE MINTE DE MINTE DE MINTE DE MINASASASASAS ----- wwwwwwwwwwwwwww.jnnoticiais.jnnoticiais.jnnoticiais.jnnoticiais.jnnoticiais.com.com.com.com.com MONTES CLAROS-MG - DOMINGO/SEGUNDA, 19/20 DE ABRIL DE 2015 - ANO XXVI - Nº 6.888 - R$ 2,00 Umacidadeemluto.MontesClarosficouórfãdesuamaiorpersonalidade da cultura, educação e nas letras.Aescritora e professora Yvonne Silveira, presidente daAcademia Montes-clarense de Letras, faleceu na noite dessa sexta-feira (17), aos 100 anos, de falência múltipla dos órgãos. Há dois meses, ela estava internada na Santa Casa. O velório foi realizado no salão do Centro Cultural e o sepultamento aconteceu ao final da tarde desse sába- do,sobumclimademuitacomoçãoehomenagens. Mestre para inúmeras gerações, conhecia um talento nato já no primeiro olhar. Dona Yvonne deixa um legado indelével de como a educação pode transformar a vida. Usava o próprio exemplo para falar sobre isso: formou-se na faculdade aos 53 anos e foi uma das principais responsáveis pela implan- tação do ensino superior no Norte de Minas. No centenário, em 30/12/2014, fez questão de comemorá-lo agradecen- do: “primeiro, tem que ter a bondade de Deus. Depois, tem que levar uma vidametódicaesemvícios.Osegredoéterumavidametódica”.Colaborado- ra do JORNALDE NOTÍCIAS desde sempre, DonaYvonne é homenageada nestaediçãocomapublicaçãodesuas crônicas “ÀProcuradoTempoPerdi- do e da Paz, I e II”, na página 2 desta edição, nas quais fala sobre encontros, passagens,agradecimentosedafé.DonaYvonnefundouoInstitutoHistórico e Geográfico de Montes Claros e aAcademia Feminina de Letras de MOC. Cidade perde sua mestrecentenária Dona Yvonne Silveira FAZER O BEM FAZ BEM - AAssociação de Pais eAmigos dos ExcepcionaisdeMontesClaros(APAE)seráainstituiçãobeneficia- dapelacampanhasocialqueasFaculdadesSantoAgostinhofazem na realização do seu vestibular de meio de ano. Parte do valor arrecadado com as inscrições será doado à entidade, que assim comooutrasquetrabalhampelafilantropia,apresentaumquadrode constantelimitaçãofinanceira.Omotedacampanhaé“Fazerobem fazbem”eaprojeçãododiretorCristianoGimenes (foto)édeuma arrecadação expressiva. PÁGINA 5 CRUZEIRO E ATLÉTICO decidem neste domingo qual será o grande de Minas que vai à decisão estadual – PÁGINA 9 Embora esteja a mais de mil quilômetros da cidade de São Paulo,MontesClarostemumnúmerosignificativodetorcedores do Palmeiras, que fazem questão de se reunirem a cada vez que o alviverde entra em campo. E neste domingo não será diferen- te. Pelo menos cem “verdões” prometem se reunir neste domin- go, no Bairro São Judas, para acompanhar o clássico da semifinal paulista contra o rival Corinthians. PÁGINA 9 Palmeirensesmostramque MOCtambéméredutoverde Bar no São Judas é concentração dos alviverdes em todo jogo Mais do que uma disputa pelo paladar dos clientes, o concurso Comida di Buteco tornou-se uma referência na geração de rendas. A coorde- nação local aponta um au- mentonovolumedevendase na geração de empregos du- ranteadisputagastronômica, quenesteanotem15concor- rentes na maior cidade do Norte de Minas. O JN é par- ceiro oficial desde a primeira edição realizada em Montes Claros. PÁGINA 6 A cobrança na taxa de lixo não para de gerar polêmica em Montes Claros. É que a bancada de sustentação da administração municipal arti- cula com o prefeito Ruy Mu- niz, do PRB, uma redução de 30% da taxa de coleta de lixo, a partir do próximo ano, en- quanto para este ano será de 15%. A sugestão foi apresen- tada para se resolver a polê- mica em relação ao projeto que tramita no Legislativo e cujo parecer de advogados tributaristas é de que é ilegal e inconstitucional. Embora não haja vício de iniciativa, a ilegalidade se deve ao fato de o autor, vereador Edwan do Detran, do PV, não ter apre- sentadoumaformamaiscon- creta de compensação da re- ceita, como prevê a legisla- ção. O parecer da Comissão de Legislação, Justiça e Reda- ção era pela legalidade no to- cante ao vereador poder le- gislar sobre a matéria. PÁGINA 3 Bancada aponta inconstitucionalidade em projeto e mostra alternativa ao Executivo Reduçãode30%nataxadelixo Disputaporpaladaré apenasumdetalheno ComidadiButeco 30/12/1914 17/04/2015 ADefesaCivilesteveemumloteamentolocalizadonasimediaçõesdoParqueMunicipalMiltonPrates.Nolocal,os agentes constataram que uma galeria de água pluvial estava recebendo esgoto - PÁGINA 5
  2. 2. (*) Felipe Gabrich Modismo mundial, en- tendido em outros países, principalmente na Inglaterra, como crime de violência moral ou psíquica que se comete contra uma pessoa, o bullying chegou com força de lei no Brasil do século vin- te e um, mas travestido da fi- gura jurídica de um mero apelido que um indivíduo coloca no outro. Os jurisconsultos verdes- amarelos trataram logo de in- troduzi-lo em sua acepção estrangeira no Código Penal e no Estatuto da Criança e do Adolescente, mesmo que ali já existissem artigos com punição para os diversos cri- mes de violência. Física e verbal. Pelo novo dispositivo le- gal, chamar negrão de negão passou a ser bullying. Nas escolas. Nos campos de futebol. Também em quadras es- portivas. Nada de preconceito ra- cial. Nada de racismo. Tais crimes nunca existiram no Brasil. Bullying descriminalizado No banco de reservas, o treinador tinha à sua disposi- ção João Bosta, Tião Tititica de Galinha, Carlim Punhe- teiro, Tone Cara Ruim, Rui da Porra e Zé Pinto Mole. Esses jogadores não de- vem ter ingressado na justi- ça, na época, talvez temendo levar cartão vermelho antes mesmo de entrarem em cam- po por indisciplina verbo-no- minal. Já pensaram os leitores o que acontece quando al- guém chama uma pessoa pelo nome de batismo e de cartório quando esse mesmo indivíduo é conhecido desde criancinha em todos os mei- os sociais da cidade em que nasceu por um apelido cari- nhoso? Em casos desse modelo pode acontecer situação idêntica à ocorrida com o jo- vem atleta polivalente Adal- berto Patrício, que defendia as cores da Faculdade de Ad- ministração e Finanças do Norte de Minas, a popular Fadec da hoje Unimontes. Ele praticava todas as modalidades do esporte es- pecializado, assim como era também exímio nadador e atleta de ponta no atletismo. No jogo de peteca individual, então, era imbatível. Eu digo era, porque são passados al- guns anos do caso narrado e Adalberto, com toda certeza, também está limitado pela idade do físico a esta altura do campeonato da vida. Não era um rapaz de cor Tampouco homofobia. Segundo as novas regras jurídicas, tachar branquelo de branquelo é mais violento do que um simples bulimento. E tome-se enquadramen- to do infrator nos corredores forenses por bullying. Os delitos que nas leis do país da República do Petró- leo eram tratados sob a ótica de bulimentos - desde os tempos de Cabral - transfor- maram-se como num passe de mágica em sofisticados casos de bullying, talvez por- que o anglicismo seja mais bonito do que o verbo bulir do português-brasileiro. Modismo linguístico ou não, fenômeno social ou não, o bullying que criminaliza apelidos não passou pelas peladas da rua de minha me- ninice, onde o time principal era composto por Zé Cagão, Antônio Bundão, Chico Dei- xa-Que-Eu-Chuto e Esmeral- do Pica Grossa; Nem Xibiu e Zequinha de Dona Xoxota; Cu de Rã, Tonhão Cara-de- Rola, Abelardo Cadê-Minha- Égua e João da Bilóia. O en- tregador de camisas era Ca- belo de Xuranha. branca; nem mulato; nem ca- fuzo. Também não era mestiço. Nem da cor da cocada- preta. Era de uma cor chegada ao marrom e com esse nome acabou batizado pelos ami- gos de infância. Nem vermelho nem ama- relo. Simplesmente Marrom. Aconteceu que, por suas qualidades esportivas, Mar- rom foi indicado naquele ano para coordenar as equipes de atletismo da faculdade nas olimpíadas universitárias. Cuja disputa, inclusive, se deu no parque esportivo do 55º BI do Exército, em Mon- tes Claros. Estava o polivalente Mar- rom fazendo a chamada dos acadêmicos que iriam parti- cipar das diversas provas, quando, ao convocar os joga- dores da modalidade de pe- teca, esbarrou-se no nome de um atleta que não respondeu presente. Mas ele continuou a cha- mada, gritando: - Adalberto Patrício, quei- ra se apresentar, por favor. E nada do convocado confirmar sua presença. Após o quinto chamamen- to, uma estudante-atleta, que estava nas proximidades, acercou-se do coordenador e o advertiu aflita e também aos berros: - Oi Marrom, oi Marrom: Adalberto Patrício é você mesmo, cara... JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASMONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE20152 -2 -2 -2 -2 - OPINIÃOOPINIÃOOPINIÃOOPINIÃOOPINIÃO FvonneY ilveiraS Eis-me de novo, após trinta anos, no Santuário Bom Jesus do Matozinho. Estou aos pés da imagem que a fé traz presente o próprio filho de Deus, para receber os pedidos de gra- ças dos conceicionenses e de milhares de romeiros, que ocorrem ao Jubileu, esperando até milagres. Lágrimas correndo pela face cansada e envelhe- cida. Também eu suplica- va: Dai-me paz, Bom Je- sus. Dai-me aceitação desta passagem difícil de minha vida - longa vida que me destes, pois me curastes da enfermidade que os três médicos da antiga Montes Claros de- cretaram incurável. Primeira filha, com um ano de idade, meu pai, farmacêutico, já em de- sespero, recorreu a vós, recebendo logo a intuição: uma colher de água de meia em meia hora, até pararem os vômitos. E sal- vou-me, graças a vossa misericórdia. Anos depois, cumpri a À procura do tempo perdido e da paz! promessa de visitar-vos e agradecer. E, agora,aqui estou, novamente, pedindo a saúde da alma doente, pela perda do companhei- ro de minha vida há oi- tenta anos. E repetia: salvai-me, Jesus, salvai-me... Contrita, mãos pos- tas... e a graça fluindo, pelo poder da oração. A paz de Cristo, milagrosa paz, deu-me alento para aceitar a dor da pior per- da, na sucessão de tan- tos anos. Era noite. No adro do santuário, romeiros e mais romeiros, até pelos inú- meros degraus do Alto do Matozinho - nome dado à colina desde o início do Ju- bileu, há mais de duzen- tos anos, oravam, supli- cantes. Depois da celebração eucarística, descemos de carro pela rampa, eu, os irmãos Nilza e Wilson, o so- brinho Wallenstein e a pri- ma Zaia, que ali estavam pela primeira vez. Centenas de barracas de venda de alimentos, bebi- das, até o desnecessário, contornavam a colina, es- palham-se pelas ruas e a tranquila e histórica Concei- ção do Mato Dentro que, por dez dias, agita-se, re- gorgita-se como grande centro comercial e turísti- co com inúmeros ônibus e carros pelas ruas. Encontrada a paz, na manhã seguinte saímos à la recheche du temps perdu, visitando a prima Tonica e Santiago, únicos parentes ainda ligados ao passado, pela convivência com nos- sos pais e tios, todos leva- dos para o outro lado do mistério da criação. E fo- mos puxados a fio, ou pas- sando o filme da memória. Os Utsh-Hermam, a mu- lher e três filhos vindos da Alemanha, para trabalharem na fábrica de fundição de ferro, do Intendente Câma- ra, no Morro do Pilar. O fi- lho John Utsh, apaixonan- do-se por Maria Tereza, da aristocrática família Costa Sena, e impedido de casar por ser operário, o que não impediu de terem seis filhos, entre eles nosso avô Ber- nardino, casado com Gui- lhermina Ferreira Aguiar. Foram lembrados os filhos, Niquinho, nosso pai, e tia Cocota, de batismo Antô- nio e Maria, tio Dudu, Ber- nadino Júnior, pai de Zaia e tio Adalberto, pai de Lau- delino, Lalá - o Frei Henri- que, vigário da paróquia do Bom Jesus do Matozinho, por muitos anos. Àtardefomosaopontocruci- al:PraçadaSaudade,ondevive- ram os antepassados, há muito maisdecemanos.Alifoioinício dopovoado,amatacortadapelo Córrego de Vintém, uma fonte ondeaspessoaslavavamasrou- pas.Muitosanosdepois,passou achamar-seFontedaSaudade, lembrando o grande amor de MariaTianaporJoãoLuiz,foras- teiro,àprocuradelavrasdeouro. Ela lhe deu esperanças, pois já tinharecolhidocascalhos,compe- pitasdeouro. Juntoaopoçoforamajuntan- docascalhorecolhido.Desespe- rado,JoãoLuizpartiu,semlevar Maria Tiana, e esta, desespera- da, ficou até a morte, depois do nascimentodafilha,aqualpediu que batizassem com o nome de Maria Saudade. Recolhida por umaFamília,Mariaabandonou-a aos oito anos, vivendo a peram- bularsemdestino,pelasruas,ea cantar. E os conceicionenses passaram a chamá-la por Maria Doida,ecomestenomeficouaté morrer. Construídaapraça,deram-lhe onomedePraçadaSaudade,na qual um dos irmãos do meu avô comprouoterrenoondeexistiram afonteeocasebredeMariaTia- na.Construiuumacasaeosítio. Afontedesapareceu,masdeuma bicacorreáguasemcessar.Deve ser a Fonte da Saudade, imagi- nei, quandoláestivepelaprimeira vez. Onomemudaraparaa"Cha- crinhadoVovô",apelidodotioavô, quealiviveucomafamília,atéa morte. Os filhos casaram-se, mastrêsmeninasficaramsoltei- À procura do tempo perdido e da paz II ras,morandonosítio,quepassou a ter o nome de "Chacrinha das Meninas", até mesmo terem oi- tentaenoventaanos.Emília,não conheci,Letajáestavaemdeclí- nio,masNininhacontinuavaforte elépida,apesardemaisdeoiten- ta, levando-me pelas ruas de al- tosebaixos,calçamentoantigo, depedras. Conheciigrejas,praças,mer- cado,lugarespitorescos,acasa doparenteilustre,JoséAparecido deOliveira,infelizmente,fechada. Encontramo-nos,depois,emuma reunião. Eacasadosavós,ondecres- ceramnossospais? Naprimeiravisita,láestavana Praça, do outro lado da "Chacri- nhadoVovô",agora,oprogresso levou-a, como todos, bem como as casas dos Costa Sena e do poetaAlphonsusdeGuimarães, casadocomaprimaZilah. As"meninas",também,parti- ram, e lá encontramos apenas Conceição,viúvadeDeusdito,fi- lhoadotivodeNininha,eemduas casas, mais modernas, as filhas casadas. No fundo da casa, os mesmoscanteirosfloridos,lindas rosas e cravos, e a fonte corren- doabica.Perdidostioseprimas. DeixamosaChacrinhaeaPra- çadaSaudadecomacertezade queéinútilàlarecherchedutemps perdu,comoProustverificou. Na manhã do dia seguinte, passeiopelocampo,maisrochas doquevegetação,visitasàsigre- jasbarrocas,eànoite,aoparaíso deSaid,filhodeTonicaeSantia- go, que lá já estavam com duas filhasenetos. Instaladoemumsobradoanti- go,Said,oprimoartistadegrande valor, com arte decorou o sobrado; antiguidades,nosmóveis,mesase paredesaténoatelier,emquerecu- peraimagenssantas,envelhecidas, compinturamarchetadadepartícu- lasbrilhantes,tornadasobrasartísti- casdebeleza,muitassãoadquiridas em várias cidades e capitais. Con- versas,livros,jornais. E ei-nos a ver a passagem da últimaprocissãodoJubileu,centenas, milharesderomeiros,velasacesas, estrelas naTerra, orando e cantan- do, contritos. Chegaram ao alto do Matozinhoparaasbênçãoseasdes- pedidas. E, também eu, Frederico, motoristadeNilza,conduzindoocar- ro.Recebiabênçãoe,emlágrimas, agradeci ao Bom Jesus a graça da paz. Na manhã seguinte, eis-nos de volta,descendopelascurvasdaro- dovia da Serra do Cipó, extasiados com a bela paisagem das "Monta- nhasdeMinas",cantadaspelopoeta AlphonsusdeGuimarães. Aolonge,oveludodetapeteazul claro-escuro,conformeaincidência doSolnosrecôncavospelavegeta- ção,erochosas,diantedoesplendor danatureza,omedodesaparecia. Sãos e salvos - assim se diz - graças a Deus, chegamos ao sopé florido,águaconcorrendo,balneári- os,pousadas,restaurantes. EmSeteLagoas,despedimo-nos. NilzaeWilson,conduzidosporFre- derico,seguiramparaBeloHorizon- te,Zaiaeeu,nocarrodeWallestein, prosseguimospormaiscincohoras, atéchegarmosemcasa. Com lágrimas, mas sem deses- pero,pelaausênciaquerida,descan- sei. O tempo perdido, perdido está, mas a paz doada pelo Bom Jesus, duranteoJubileu,permanecerá. A voz das ruas, do Fora Dilma, emdefesadoimpeachmentdapresi- dentedaRepública,começaaecoar com mais força junto à oposição ao Palácio do Planalto e em setores da sociedade. Os partidos de oposição –PSDB,DEM,SDePV-resolveram compraraideia,defendidapormovi- mentos sociais desde as primeiras manifestaçõesdemarçocontraogo- vernoeasmaisrecentes,de12des- te mês, quando o povo retornou às ruasparareafirmaraindignaçãocom a corrupção e os rumos do País. A oposição resolveu unificar o discur- sonomovimentopeloimpeachment. Apressão popular, não se pode ne- gar, é crescente nesta direção. Aoposiçãopretendeformalizaro pedido de impeachment, em bloco, emcurtoespaçodetempo,masnão se sabe exatamente quando. Tudo depende de conjunto de pareceres jurídicos,encomendadopeloPSDB, com previsão de que fique pronto nesta semana. São indispensáveis para saber se há embasamento le- gal, no ordenamento jurídico, neste casoespecífico.Recenteparecerdo renomado jurista Ives Gandra Mar- tins deixou esta possibilidade clara. Entretanto,foicontestadoporoutros juristas também renomados.Assim, nãosetemdúvidadequesetratade temacontroverso. Apropostadeafastamentodapre- sidente ganha força com a prisão do tesoureiro do PT, João Vacari Neto, acusadodeenvolvimentonaOpera- ção Lava Jato, que apresenta des- dobramentos através de investiga- çõesdaPolicialFederal.Trata-sede esquema de desvio de bilhões da Petrobras,comintensarepercussão emnívelnacionaleinternacional.Até entãocomedidoemrelaçãoaoimpe- achment, o PSDB, que lidera a opo- sição ao Palácio do Planalto, repre- sentado pelo senadorAécio Neves, passaaempunharmaisfortementea bandeira. E eleva o tom do discurso direcionado ao governo petista. Adefesadoimpeachmet,quega- nhou as ruas durante as manifesta- ções de março, se reforçou nos pro- testos de 12 de abril, embora menor número de pessoas o tenha feito. Mostra que parcela significativa da população está insatisfeita com os rumos do governo. E a insatisfação está ligada diretamente às ações de governo, que contrariam os interes- Defesa do impeachment sesdapopulação.Tudoqueatribuía, durante a campanha, ao adversário Aécio Neves, Dilma está fazendo. Além do que, o governo enfrenta sériasdificuldadesnorelacionamen- to com o Congresso Nacional.Are- lação não é boa sequer com sua basedesustentação,quejádemons- trou o descontentamento por repeti- dasvezesemcurtointervalodetem- po ao vetor contra os interesses do Palácio do Planalto. Dilma parece perdidanesteiníciodesegundoman- dato e não consegue encontrar um rumo para sair da crise que sufoca osbrasileiros,comumainflaçãocres- cente, a alta de preços e, conse- quentemente, do custo de vida. Responsávelpelolançamentode Dilmanavidapúblicaeporsuaeleição parasucedê-lo,comexpressivavota- ção, o ex-presidente Lula, a maior li- derançadoPTemnívelnacionalacom- panhaatudodazonadeconforto,de braços cruzados. Parece assumir a posiçãodemagistrado.Nãosetemno- tíciadequeestejaarticulandoparaaju- darapresidenteacontornaracrise.A impressãoédequeasrelaçõesentre osdoisestãoestremecidas. Experiente,Lulasabequeoqua- dro político de momento lhe é extre- mamente desfavorável. E isto ficou evidente em recente pesquisa de opinião público que mostrou a que- dadeseuprestígiopolítico.Seconti- nuar assim, o ex-presidente corre sério risco de comprometer seu pro- jeto político de candidatar-se à su- cessão de Dilma, em 2018. A alter- nativa é funcionar agora como bom- beiro para apagar o incêndio que ronda o Palácio do Planalto. Defendido com maior vigor a cada dia, ainda que haja motivos de sobra, o impeachment não nos pa- receàmelhoralternativapolíticapara o País, neste momento de extrema criseeconômica,políticaemoral.Soa como espécie de terceiro turno das eleições, ou mesmo golpe.Além do que, não é bom para a democracia. Enãomudariamuitacoisa.SeDilma for apeada do poder, quem assume é o PMDB. Troca-se apenas o ges- tor. Queira ou não, a presidente foi reeleitademocraticamente,pelovoto direto da maioria dos brasileiros. E tem que se respeitar a vontade po- pular. É preciso buscar alternativa para redirecionar os rumos do País, deformamenostraumática.
  3. 3. EXCELÊNCIA SidneyCRUZ sidaocruz@ig.com.br e-mail: comercialjn@yahoo.com.br redacaojn@hotmail.com Telefone3222-2731 FAX-(038)3221.4592- 3221-8615 Asmatériaspublicadassãoderesponsabilidadesdoseditores,conformeoartigo28,Inciso1daLei5.250/ 67. Os artigos assinados não expressam, necessariamente, a opinião do jornal e são de respon- sabilidades de seus autores. Redação Cobrança 9986-1055 - 3082-1056 Comerciais - 3221-1090 Site: www.jornaldenoticias.com Assinaturas Trimestral à vista: R$ 95,00 ou 2 x 51,00;Semestral à vista: R$ 159,00 ou 4 x R$ 45,00 ou 5 de R$ 36,00.Anual àvista - R$ 307,00 ou 4 x R$ 86,00. Preço exemplar dias úteis: R$ 1,40; Sábado/Domingo: R$ 2,00. - Editor Luis Carlos Novaes JN Artes Gráficas Ltda. - ADI - Associação dos Diários do Interior Abancadadesustentaçãodaad- ministração municipal articula com o prefeito Ruy Muniz, do PRB, uma re- dução de 30% da taxa de coleta de lixo,apartirdopróximoano,enquan- to para este ano será de 15%.Asu- gestão foi apresentada para se re- solver a polêmica em relação ao pro- jeto que tramita no Legislativo e cujo parecer de advogados tributaristas é de que é ilegal e inconstitucional. Embora não haja vício de iniciativa, a ilegalidade se deve ao fato de o autor, vereador Edwan do Detran, do PV, não ter apresentado uma for- ma viável de compensação da re- ceita, como prevê a legislação. O parecer da Comissão de Legislação, Justiça e Redação era pela legalida- de no tocante ao vereador poder le- gislar sobre a matéria. Depois de reunir com advogado tributarista e tirar dúvidas em relação ao projeto em tramitação, a bancada apresentouapropostaaoprefeito,que ficou de elaborar o projeto de redu- ção de 30% do valor da taxa e en- viá-lo à Câmara de imediato, com o propósito de se resolver o impasse. Os 14 vereadores que integram a basedesustentaçãodogovernomu- nicipal reuniram-se por diversas ve- zes,nosúltimosdiasparadiscutiruma solução para o problema. Líder da base governista, o vereador Ladis- lau Ferreira, do PMDB, entende que o bom senso deve prevalecer, pois se o projeto em tramitação for apro- vado, o Executivo vai derrubá-lo no A Comissão de Direitos Humanos daAssembleiaLegislativadeMinasGe- raisaprovounareuniãodessaquarta- feira,requerimentododeputadoCarlos Pimenta,doPDT,paraquesejamrea- lizadasaudiênciaspúblicasevisitasàs unidades prisionais e de atendimento socioeducativosituadasemcadauma dasRegiõesIntegradasdeSegurança Pública,paraexaminarasituaçãodas pessoasnelasrecolhidas,bemcomoas condiçõesmateriaisedetrabalhodos agentes de segurança penitenciário e socioeducativos. O requerimento deu ensejoaumdebateentreosdeputados sobreapropostadereduçãodamaio- ridade penal de 18 para 16 anos, que tramitanoCongressoNacional. ParaCarlosPimenta,odebateque serárealizadonoâmbitodacomissão sobreascondiçõesdasunidadespri- sionais no Estado poderá contribuir paraquesereflitasobreaquestãoda maioridade penal. Para ele, o jovem vem sendo cooptado pelo crime or- ganizadoeopoderpúblicotemassis- tidoinerteaesseproblema.Alémdis- so, o parlamentar entende que o sis- tema carcerário brasileiro é uma “es- cola do crime”, o que torna a questão maispolêmica. Paraopresidentedacomissão,de- putadoCristianoSilveira,doPT,apro- postaemtramitaçãonoCongressoNa- cionalnãoéasoluçãoparaaredução dacriminalidadenoPaís.Segundoele, de todos os homicídios cometidos no Brasil,apenas0,3%contamcomapar- ticipaçãodejovens.“Portanto,nãovou mepautarpelaexceção”,considerou. Alémdisso,oparlamentardisseque 48%doscrimescometidosporjovens sãopraticadosporpessoasentre14e 15 anos, dado que mostra que a pro- postadereduçãodamaioridadepenal para 16 anos se limitaria a contribuir para a solução de apenas parte do problemadacriminalidade.Eletambém ponderou que, como geralmente o preso é solto após o cumprimento de umterçodapena,amudançanasre- gras da maioridade penal não resol- veriaesseproblema. ParaodeputadoPauloLamac,do PT,amaiorpartedapopulaçãobrasi- leira tem se mostrado favorável à re- duçãodamaioridadepenal,oquecon- figuraria um anseio social por uma maior sensação de segurança. Con- forme pontuou, como no Brasil não JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIAS MONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20 DEABRILDE2015 POLÍTICA - 3POLÍTICA - 3POLÍTICA - 3POLÍTICA - 3POLÍTICA - 3 Bancadaquerreduçãoe30%nataxadelixo Vereadores esperam que o prefeito envie o projeto à Câmara nesta semana JudiciáriocomAçãoDiretadeIncons- titucionalidade(ADI).Assim,garante, não haverá os efeitos práticos que a população imagina em relação à re- dução da taxa de coleta de lixo. De acordo com o vereador, a le- gislação é clara de que pode legislar sobreamatériadesdequeapresente compensação da receita condizente com a perda e que primeiro seja efe- tivada. Contudo, prossegue, não é este o caso, porque a compensação seria feita por meio de propaganda nos caminhões de coleta de lixo, o quesetornainviável.Istoporque,com este mecanismo, não se vai atingir a R$ 1 milhão por mês que é a estima- tiva de perda da receita. Para o vice- líder da bancada, vereador Fábio Ladislau Ferreira aponta ilegalidade do projeto que tramita na Câmara Maioridade penal Deputados divergem sobre redução Neves, do Pros, não há dúvida so- bre a ilegalidade do projeto à luz da legislação e que a alternativa para acabarcomoimpasseéoprojetoque reduz a taxa em 30%, a partir do pró- ximo ano. Abancadareconhecequeovalor da taxa de cobrança de lixo está ele- vado e precisa ser reduzido, mas de forma legal, sem contrariar a legisla- ção. Por isso, articula nesta direção juntoaoExecutivo.PresidentedaCo- missão de Legislação e Justiça da Câmara Municipal, o vereador Valcir da Ademoc, do PTB, explica que o parecerdelegalidadesedeveuàpos- sibilidade de o vereador legislar so- bre a matéria. Contudo, depois rece- beu o relatório do impacto financeiro dando conta de que haveria necessi- dade de se apontar uma receita de compensação condizente com a re- núnciafiscal. IMPACTO – De acordo com le- vantamentodaadministraçãomunici- pal, o impacto financeiro do projeto seria de R$ 12 milhões por ano, o que significa R$ 1 milhão por mês. Com propaganda em caminhões de lixo, como sugere o projeto, de acor- do com a bancada, não se chegaria de forma alguma a estes valores. Os vereadores não esconderam o des- contentamentocomasituação,frisan- do que se acena com um benefício para a população, com o projeto em tramitação, que não se vai materiali- zar, em função da ilegalidade. A Secretaria de Estado de Traba- lhoeDesenvolvimentoSocial(Sede- se) vai fazer o repasse dos recursos do Piso Mineiro referentes a 2015 para os municípios que estão aptos aorecebimento.AinformaçãoédoSe- cretário da pasta,André Quintão, au- tor da lei que cria o repasse de verba mensalparaasprefeiturasinvestirem emassistênciasocial. “Assim que o decreto de regula- mentaçãodaLeiOrçamentáriaforpu- blicado,vamoscomeçaropagamen- todoqueédevidoesteano.Estamos estudando também uma forma legal de quitar a dívida deixada pelo go- verno passado e buscando verba para fazê-lo”, explica o secretário. Hoje, todos os municípios estão com o repasse atrasado. De acordo comdiagnósticorealizadopelogover- no,asituaçãofoideixadapelagestão passada, que publicou uma Resolu- existepenademorteouprisãoperpé- tua, todo cidadão que é preso voltará em algum momento de sua vida ao convívio social. Dessa forma, na opi- niãododeputado,énecessárioconsi- derar não apenas o caráter de isola- mento e punição do indivíduo preso, mastambémaperspectivadesuares- socialização. “Temos que avaliar se, para o jovem, o melhor é o convívio comosistemaprisional”,ponderou. Oparlamentaraindaressaltouque, como o jovem só pode cumprir um máximodetrêsanosdemedidasocio- educativa, vem sendo mais utilizado pelas organizações criminosas, para praticareassumirocrime.Dessafor- ma, Paulo Lamac defendeu punição maisrigorosaparaocidadãomaiorde idade que cooptar um jovem para a práticacriminal. JáodeputadoSargentoRodrigues, do PDT, que se disse favorável à pro- postadereduçãodamaioridadepenal, defendeu que o primeiro objetivo da pena deve ser a punição, e não a res- socializaçãodoindivíduo.“Aleipenalé brandademais.Nãoconheçoninguém que ficou preso no Brasil por 30 anos. Normalmente,apósumterçodapena, apessoajáestásolta”,afirmou. Eletambémconsiderouquedeter- minadosdelitos,comoporexemplo,o furtodealimentorealizadoporalguém que tem fome, pode ser reputado à condiçãosocialnaqualoindividuoestá inserido.Noentanto,crimescomoas- salto,sequestroeestupro,porexem- plo, não podem ser justificados pela questãosocial.“Omenortemcapaci- dadedediscernimentoparasaberse o crime que comete é grave”, defen- deu.Porfim,casoadiscussãosobrea reduçãodamaioridadepenalnãopros- pere, ele defendeu que, para os cri- mesviolentoscontraapessoa,nãoseja fixadaaidademínimapararesponsa- bilizaçãodoinfrator. Piso mineiro Secretaria anuncia repasse ção em 2014 suspendendo o paga- mento. Com isso, 476 cidades (56% do total) não receberam nenhuma parcela do benefício relativa ao ano passado e ainda as 377 (44%) têm pendente o recebimento das parce- lasdesetembroadezembrode2014. O governo pretende ainda fazer mudançasnaregulamentaçãodopa- gamento para que os recursos pos- samsairdoscofrescommenosburo- cracia e sem atrasos.Ainda segundo o diagnóstico, apenas 16% dos mu- nicípios do estado receberam visita técnica da Sedese no ano de 2013. Por isso, a secretaria vai ampliar o assessoramentoàsprefeiturasainda esteano. ASSISTÊNCIA - O Piso Mineiro éumrecursoprevistoporleiquecom- plementaofinanciamentoaosmunicí- piosparaaçõesdeassistênciasocial para todas as cidades de Minas Ge- rais. O valor é de R$ 2,20 por pessoa inscritanoCadÚnicoeomontanteto- taldeveserrepassadomensalmente paraqueasprefeituraspossamefeti- var a política pública. ORIGEM-OsecretárioAndréQuin- tãoexplicaque,segundodadoslevan- tados,desde2012osrepassesdestes recursostêmsidorealizadoscomatra- soedescontinuidadepelagestãoan- terior.Noanopassado,osmunicípios receberam parcelas atrasadas refe- rentes a 2013. A existência de verba noscaixasdasprefeiturascriouaprer- rogativa para que o governo da épo- ca bloqueasse o repasse, alegando que os recursos acumulados não es- tavamsendoutilizadoscomoprevisto emlei.Asituaçãocomprometeosser- viços,programas,projetosebenefíci- ossocioassistenciaisdeproteçãosoci- alàsfamíliaseindivíduosemsituação devulnerabilidadesocial. Carlos Pimenta enseja maior discussão sobre redução da maioridade penal CASA SANTA BERNADETE - A diretoria da Casa de Apoio San- ta Bernadete comemora mais uma etapa da construção das novas instalações da entidade. Sexta-feira (17/04) os direto- res receberam o prefeito Ruy Muniz e o chefe de Gabinete, Geraldo Edson, na nova sede. A Casa Santa Bernadete, foi idealizada pelo Padre Tião e é uma associação filantrópica. Conta com equipe completa (enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, etc) que busca atender portadores de câncer. Dentre os serviços prestados estão: es- clarecimentos e atendimentos continuados aos usuários e seus acompanhantes, ações preventivas, momentos de lazer, con- cessão de cesta básica e a promoção da saúde. Para quem quiser contribuir com a entidade, o telefone para contato é o (38) 3222-6055 e o e-mail: casasantabernadete@yahoo.com.br. TREINAMENTO - Enfermeiros da Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho - Hospital Dilson Godinho que atuam na área de urgência e emergência realizaram treinamento com a equipe do Núcleo de Educação Permanente do Samu Macro Norte, com o objetivo de otimizar a qualidade da assistência prestada aos pacientes e promover o crescimento e desenvol- vimento da instituição e do funcionário. Com o evento, a ins- tituição deu início também a programação em comemoração ao Dia da Enfermagem, que acontecerá em 12 de maio. AUDIÊNCIAS DA ALMG - Problemas do Norte de Minas e do Estado estarão em debate durante a semana em audiências da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). As demandas e as dificuldades dos pequenos hospitais, bem como o impacto da judicialização da saú- de serão assuntos em debate na audiência que a Co- missão de Saúde promove na Câmara de vereadores de Montes Claros, dia 23/04 (quinta-feira), às 15 horas, a pedido dos deputados Arlen Santiago (PTB), Doutor Wilson Batista (PSD), Carlos Pimenta (PDT) e Gil Pereira (PP). No mesmo dia, em Belo Horizonte, a Comissão de Administração Pública da ALMG realiza audiência públi- ca para discutir soluções para o impasse que teria sido criado com registro de pessoas jurídicas na comarca de São Francisco. ASSEMBLEIA DOS MÉDICOS - O Sindicato dos Médicos de Montes Claros e do Norte de Minas (Sindimed) promove assembleia geral no próximo dia 23 (quinta-feira), às 19 horas, no Auditório do Hospital Universitário Clemente de Faria, com o objetivo de discutir os constantes atrasos de salários dos profissionais médicos de Montes Claros; esclarecer dúvidas; e pontuar a necessidade de ações de intervenção para que o problema seja resolvido definitivamente. ECONOMIZAR ÁGUA - Visando atender meta estabelecida pelo Governo do Estado para reduzir o consumo de água em 30% em todos os prédios e repartições públicas estaduais, a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) iniciou campanha de conscientização da comunidade acadêmica, que visa combater o desperdí- cio de água no campus-sede e nas demais unidades da instituição. A campanha "Pingo de Consciência" - Diga não ao Desperdício de Água envolve professores, alu- nos e servidores técnico-administrativos. A Rádio FM Unimontes - 101,1 - também vai divulgar as ações da campanha. A presidente da Casa Santa Bernadete, Karla Malveira, e o vice-presidente Newton Figueiredo, com o chefe de Gabinete, Geraldo Edson, e o prefeito Ruy Muniz na nova sede da entidade Fábio Marçal Enfermeiros do Dilson Godinho recebem treinamento do Samu em suporte básico de vida Jerúsia Arruda
  4. 4. celiacaldeirajn@yahoo.com.br EMPRE$AS &EMPRE$ÁRIO$ Célia CaldeiraCélia CaldeiraCélia CaldeiraCélia CaldeiraCélia Caldeira WORK Shop MERCADO S/AMERCADO S/A Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa tem foco nas múltiplas transformações do segmento Marcado para os dias 26, 27 e 28 de maio, em São Paulo, encontro debaterá o tema Rupturas e conexões da nova Co- municação Corporativa num novo espaço, em novo formato, com premiações inéditas e a participação de alguns dos mais respeitados profissionais do País Ponto de encontro há 17 anos dos profissionais de Comuni- cação Corporativa de todo o País, o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa mudou. Mudou de espaço, de con- cepção, de grade, de formato e de objetivos. O que nele não muda é a qualidade de seu conteúdo e de sua organização, sob a responsabilidade da Mega Brasil, empresa com atuação verticalizada na área de comunicação e marca e que também responde pelo Jornal da Comunicação, a Rádio Mega Brasil Online e o Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. A partir deste ano, o Congresso passa a adotar o conceito de Festival da Comunicação Corporativa, buscando reunir em torno de si múltiplas e complementares iniciativas, como as que já estão programadas. “Optamos pela troca das receitas prontas por um formato que estimule o debate, amplie as fronteiras do conhecimento e contribua para aflorar a inteli- gência da nossa atividade”, diz Rossi. diretor da Mega . Se- gundo ele, a esta nova conduta se soma a realização do even- to num novo e moderno espaço, com maior conforto e acessi- bilidade, sem mudar de endereço: o Novo Centro de Conven- ções Rebouças, recém-inaugurado. Informações e inscrições A programação do Congresso está em fase de elaboração, devendo ser anunciada nas próximas semanas. As inscrições ainda não foram abertas, mas interessados poderão fazer pré-inscrição ou reserva de vagas na Mega Brasil, pelo 11- 5576-5600 ou eventos@megabrasil.com.br. O Congresso tem patrocínio máster da GM, Ambev, Itaú e Casas Bahia, patrocínio temático das agências Ideal, Planin, Edelman Significa, FSB, Fleishman Hillard, Imagem Corporativa, In Press Porter Novelli e S2 Publicom, e apoio institucional da Aberje, Abracom, ABRH-SP e da Maxpress. Centro de Convenções Rebouças - Congresso Brasileiro de Comuni- cação. NOVO CONCEITO Congresso da Mega Brasil terá aula sobre as mídias que estão revolucionando o jornalismo O curso mostrará como conversar e construir relacionamento nesse novo cenário da comunicação.As novas mídias – Quais são, o que buscam, onde estão e como se relacionar com elas é o tema do minicurso que será ministrado pelo jornalista Lean- dro Beguoci, no 18º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, promovido pela Mega Brasil, que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de maio, no novo Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Ao todo, o Congresso terá seis minicursos no primeiro dia de encontro, sobre temas estratégicos para os que atuam ou tem interesse na área de Comunicação Corporativa, entre eles Mídias e Estratégias Digitais, Inovação e Criatividade, Comunicação Pessoal e Monitoramento de Riscos. TEMA DO CURSO Sobre o tema, Beguocci lembra que “o mercado de comuni- cação está passando por uma fragmentação acelerada. No passado, você poderia se relacionar com poucos veículos e, por meio deles, se comunicar com muita gente. O cenário, hoje, é diferente”. Segundo ele, as pessoas acessam veículos específicos para assuntos específicos. Elas acessam um site específico para esportes. Uma conta no twitter para tecnologia. Uma newsletter para notícias internacionais. “Você precisa se relacionar com muita gente para participar da conversa das pessoas. Os canhões de mídia de massa estão perdendo força” – ressalta, explicando que “as novas mídias respon- dem a esse comportamento. São mais pessoais, informais e específicas. Elas se relacionam com as pessoas como se fos- sem amigas delas, e não como se estivessem acima delas”. No curso que ministrará no Congresso, falará sobre isso: como conversar com as mídias que participam, ativamente, da conversa de milhões de indivíduos. “Passamos, definitiva- mente, para a era da mídia como relacionamento” – enfatiza. PATROCINADORES O Congresso tem patrocínio máster da GM, Ambev, Itaú e Ca- sas Bahia, patrocínio temático das agências Approach, Edelman Significa, Fleishman Hillard, FSB Comunicação, Ideal, Imagem Corporativa, Textual e S2 Publicom; a colaboração de CDN, Grupo In Press, Maxpress e Planin; e apoio institucional da Aberje, Abracom, ABRH-SP, ABRP, Conferp, Conrerp 2ª Região, Fespesp e Instituto Vladimir Herzog.As inscrições estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo site da Mega Brasil. Outras informa- ções pelo 11-5576-5600 ou eventos@megabrasil.com.br. Novo formato O 18º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que deba- terá o tema central Rupturas e conexões da Comunicação Corporativa, foi estruturado da seguinte forma: no primeiro dia (26/5) haverá a Jornada de Míni Cursos, em que o objetivo será oferecer cursos inédi- tos e inovadores, com professores com alta especialização na maté- ria; serão seis mini cursos, três pela manhã e outros três à tarde (eles ocorrem simultaneamente em três auditórios, nos dois períodos). No segundo dia (27/5), acontece a Jornada de Debates e Reflexões, reu- nindo temas contemporâneos e de vanguarda da atividade em mesas- redondas com a participação de grandes profissionais do mercado; serão oito mesas-redondas, realizadas duas a duas, simultaneamen- te, sendo quatro pela manhã e quatro à tarde – todas terão, ao final, dentro do próprio auditório, um café com os convidados, favorecendo o acesso direto dos congressistas aos debatedores. No último dia de evento (28/5), na parte da manhã, o destaque será o Fórum do Pensa- mento, reunindo líderes da sociedade civil num debate sobre o Brasil e suas potencialidades – o evento também marcará o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. Já na parte da tarde, a Jornada das Conferências fará com que os participantes reflitam com os temas de vanguarda que serão apresentados por expoentes (naci- onais e internacionais) da comunicação corporativa. O encerramento do evento (à noite), acontece a Jornada de Celebração, com a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação e uma homenagem ao Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa. Jovem talento da geração digital do jornalismo brasileiro, Beguocci é editor-chefe da F451, núcleo que produz os sites Gizmodo, Trivela, Kotaku e Extratime, e professor da Faap – Fundação Armando Álvares Penteado. Classe rural pede renegociação mais justa em audiência na Assembleia Legislativa A Assembleia Legislativa de Minas Gerais, através da Comissão de Pecuária, recebeu, neste mês, uma audiência pública cujo tema foi "Seca, Secutirização e Renegociação dos Débitos Rurais dos Agropecuaristas". Na oportunidade estiveram presentes inúmeros representantes da clas- se rural, bem como instituições representativas do meio como o Sindi- cato dos Produtos Ruraisde Montes Claros. O presidente do Sindicato, Ricardo Laughton, informou que foram mobilizados um total de 180 pro- dutores rurais do Norte de Minas, sendo destes 42 de Montes Claros e os demais de municípios como Bocaiúva, Pirapora, Francisco Sá, São Francisco e Januária. "Na Assembleia participaram mais de 800 produtoresque tiveram a chance de debater sobre vários assuntos, como a resolução de n° 4.315, editada em 27 de março de 2017 e reeditada em 18 de outubro de 2014 autorizando a renegociação de operações rurais contratadas até 31 de dezembro de 2008 e que tenham sido financiadas ao amparo de recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Centro Oeste (FCO), Nordeste (FNE) e Norte (FNO)", explica. Hotel Boutique Le Six em Paris é a melhor opção para os brasileiros Instalado em um imóvel haussmaniano de 1875, inteiramente refeito pelo arquiteto-decorador Philippe Maidenbeg, que aliou a arte contemporânea ao es- pírito e estilo parisiense, o hotel encontra-se em uma rua calma e residencial, ideal para quem busca tranquilidade, longe do alto trânsito de turistas do centro de Paris. Cercado de bons restaurantes e cafés, o hotel também está ao lado de três linhas do metrô, possibilitando fácil acesso aos principais pontos turísticos. São apenas 10 minutos até a famosa Torre Eiffel, 15 minutos do Arco do Triunfo e do Museu do Louvre. Le Six aposta nos brasileiros O staff geral do hotel é extremamente educado e prestativo, todas as solicita- ções são prontamente atendidas, tudo para que os hóspedes se sintam em casa, assim como deve ser dentro do conceito de hotel boutique.Geralmente, as pesso- as que vão viajar para fora de seu país nativo ficam apreensivas se vão ser bem atendidas e entendidas. Pois os brasileiros podem ficar tranquilos! O Le six apos- tou em uma gerente brasileira que fica no hotel em tempo integral e que tem um papel importante e fundamental de lidar com os hóspedes brasileiros.Atendimento à Imprensa.AtitudeCom - Estratégia em Comunicação Pronunciamento do presidente do Sindicato Rural de Montes Claros, Ricardo Laughton, na Assembleia Legislativa de MinasGerais TURISMO Vencedor do Tripa- dvisor Certificado de Ex- celência por quatro anos consecutivos, o hotel boutique 4 estre- las aposta e disponi- biliza um staff para atendimento exclusivo e personalizado aos hóspedes brasileiros, tornando a hospeda- gem ainda mais espe- cial e única Mesmo com toda essa crise, o setor de franquias vem registrando fortes altas. Segundo dados da ABF - Associação Brasileira de Franquias, o segmento cresceu 7,7% em 2014. A área de casa e construção, que inclui imobiliárias, empresas de manutenção doméstica e decoração, é uma das que mais cresce, tendo registrado 17% em relação ao ano anterior. Quem aborda esse assunto é Germano Leardi Neto, diretor de relações institucionais da franqueadora imobiliária Paulo Roberto Leardi. Germano Leardi Neto é dire- tor de relações institucionais da franqueadora imobiliária Paulo Roberto Leardi. Recentemente, a ABF - Associação Brasileira de Franchising, divulgou o aguar- dado balanço do mercado de franquias em 2014. Mesmo com o cenário econômi- co longe de ser favorável, o setor de franquias teve desempenho positivo, com alta de 7,7% para faturar 127,3 bilhões de reais no ano passado no país.> Aliás, desde> 2001, quando começou a série de levantamentos dos dados de franquia, o crescimen- to desse setor sempre superou a evolução do PIB brasileiro. Para se ter uma ideia enquanto o PIB avançou 2,3%, em 2013, o mercado de franquias registrou alta de 11,9%. Já em relação ao ano passado, o Banco Central prevê uma contração de 0,15% no PIB. E não é por menos que muitos procuram investir nesse modelo de negócio. Apenas 5% das franquias fecham as portas depois dos três primeiros anos, enquanto a taxa de mortalidade das empresas é de 48% no mesmo perío- do, segundo dados do IBGE. EXPANSÃO A expansão do mercado de franquias pode ser observada também pela en- trada de novas marcas. Em 2014, estrearam no país nada menos do que 239 marcas. Dessa forma, o número de redes em operação saltou de 2.703 para 2.942 no último ano. Esse número coloca o Brasil na quarta posição no ranking mundial do World Franchise Council (WFC), atrás apenas de China (4.000), Estados Unidos (3.828) e Coreia do Sul (3.691). Quanto às unidades franqueadas, o Brasil se man- teve na sexta colocação mundial, com mais de 125 mil unidades em funciona- mento em todo o país. EXPANSÃO II As franquias de serviços nunca saem da moda. Isso porque, cedo ou tarde, todo mundo vai precisar, por exemplo, comprar uma casa. Nesse sentido, o seg- mento de “Casa e Construção” - que inclui imobiliárias, empresas de manuten- ção doméstica e decoração, entre outras - cresceu 17% em relação ao ano ante- rior. Apenas os setores de “Comunicação, Informática e Eletrônicos” (27%) e “Aces- sórios Pessoais e Calçados” (19%) ficaram à sua frente. Dentro desse contexto, se encaixa o modelo de franquia imobiliária da Paulo Roberto Leardi. Informa- ções para a imprensa: InformaMídia Comunicação Mensuração de resultados não é o foco das assesso- rias de comunicação Dados completos da pesquisa Agências de Comunicação: Funções e Atribui- ções em 2015, a mesma que indica que o foco das assessorias de imprensa mu- dou e a principal função vai além do papel isolado da assessoria de imprensa, mostra que para mensurar resultados poucas utilizam três indicadores de de- sempenho considerados importantes: fortalecimento da marca (46%), geração de leads (43%) e prevenção de crise (32%). Além disso, 89% das 201 agências de comunicação brasileiras entrevistadas documentam o plano de comunicação de seus clientes — ou de parte deles. Por isso, conseguem distribuir o conteúdo por uma diversidade maior de canais. E embora as agências se encarreguem de produzir conteúdo, quase todas assu- mem o desenvolvimento da estratégia de comunicação. Outras informações indicam que dentre as empresas que entrevistam os públicos-alvo de seus clientes, os serviços mais prestados são: estratégia (88%), redes sociais (88%) e outros canais (82%). E que as agências com mais de 20 co- laboradores assumem com mais frequência (92%) o papel de estrategista que agências menores (82%). O Facebook também é assunto da pesquisa, hoje uma empresa precisa apenas ter uma boa fan-page na rede social e pensar nela como uma plataforma de vídeo. “É importante abordar e entender todo o trabalho de uma assessoria, desde a criação de estratégias até a mensuração de resultados. Assim podemos fazer uma análise completa das especificidades destas empresas e como estão no mercado brasileiro”, afirma o fundador da Tracto, Cassio Politi. O estudo completo foi realizado pela Tracto – empresa especializada em content marketing e referência em consultoria e de treinamentos deste método – e pode ser baixado no link: www.tracto.me/assessorias2015 Vídeos ainda são poucos adotados pelas agências, segundo a pesquisa JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASMONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE201544444 - CIDADE- CIDADE- CIDADE- CIDADE- CIDADE
  5. 5. Filósofos de todas asépocastêmfeitoesta pergunta:"Oqueéohomem?"sem nuncateremalcançadoumarespos- tasatisfatória.Ohomeméoenigma domundo,esemessaresposta,fica difícil obter respostas para os pro- blemasdomundo. Certa noite, ao observar a bele- za do universo e contemplar os céus, obra do Deus criador, o salmistaDavitambémfezessaper- gunta: "... O que é o homem para que te lembres dele? E o filho do homemparaqueovisites?"(Sl8.8). Diferentemente dos filósofos, Davi fez esta pergunta após admirar as obras da criação e a grandeza do universo; ele considerou primeiro nãoohomem–acriatura,masDeus - o Criador. Está é uma lógica correta, pois quandovamosdescreverumaobra de arte, uma Monalisa, por exem- plo,aprimeiracoisaquetemosque levar em consideração é o criador da obra, não a obra por si mesma. Começando a identificar o homem através de Deus, o seu criador, o salmista teve oportunidade de ver que todas as coisas estavam har- moniosamente inseridas no plano divino.Todas as coisas, incluindo o homem. "Quandocontemploosteuscéus, obra dos teus dedos... que é o ho- memparaquetelembresdele?"(SI. 8.3,4).Quandoohomemcomeçou a explorar os céus, aceitou o desa- fio do espaço sideral. E, em 21 de julho de 1969 o astronauta Neil Armstrong realizou a grande faça- O QUE É O HOMEM? nha de ser o primeiro homem a co- locar os pés na lua.Armstrong a tal ponto se emocionou ao constatar essa prova de real grandeza de Deus, que colocou ao lado da ban- deira americana uma tabuleta com os dizeres do salmista Davi, quan- do falava sobre a grandeza da cri- ação: "Os céus declaram a glória de Deus e o (irmamento anuncia a obra das suas mãos" (SI 19.1). A viagemàluafoiumaprovadegran- decapacidadedoHomoSapiense inaugurou uma nova fase - de sua história: a da era espacial. "O que é o homem para que te lembres dele?" A pergunta aqui é feita no contexto do universo e das obras de Deus. Por muitos anos, noentanto,osgrandescérebrosdo mundoafirmaramqueohomemera oproduto,oresultadodecertascir- cunstâncias num universo que é também resultado fantasioso de mutaçõeseocorrênciasdesconhe- cidas.Estescientistasselibertaram de conceitos religiosos e de pa- drões de moral idade para produ- zir suas ideias sobre o homem. MasaBíbliainsisteemdizerque ohomeméoprodutointeligentede umCriadorinteligente,equefoifei- to um pouco abaixo de Deus... "Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste",continuaosalmista,econ- clui dizendo: "... de glória e de hon- ra o coroaste" (SI 8.5). Foi assim queDeusfezohomemeéissoque é o homem: uma criatura de Deus, feitaàsuaimagem,umpoucoabai- xo de Deus, coroado de glória e de honra. Isso nos leva a crer que há um lugar especial no coração de Deus para o homem a quem Elefezcomoacoroadacriação.E aindafezmais:deuaohomemdo- mínio sobre toda a criação: "Des- te-lhe domínio sobre as obras das tuas mãos" (SI 8.6). Ele colocou todas as coisas debaixo dos pés dohomem.Esteéohomemcriado porDeus.Estaéarazãopelaqual Deus criou o homem. E este homem, ao longo dos anosdesenvolveumuitosprojetos einventoumuitacoisa.Explorouo mundoselvagem,encontrouocar- vão,oferroedescobriuosal;cons- truiu estradas, pontes, casas e ci- dades; inventou os meios de co- municação,atelevisãoeocompu- tador; descobriu o raio laser e fez lentes de contato; produziu medi- camentos para a cura da tubercu- lose e febres virulentas; abriu o peito do homem para transplantar órgãos sadios em lugar dos doen- tes.Efezmaisainda:fezamúsica para deleite da alma, pintou qua- drosefezdaarteobjetodeenlevo e admiração. Masohomemsetornouumrei errante quando, ao mesmo tempo emqueproduzia,destruía,aomes- mo tempo em que criava, extermi- nava; e, ao mesmo tempo em que curava, matava. Essa é uma pro- va que, o 'homem, sendo criado por Deus, pode também ser influ- enciado pelo diabo para fazer coi- sas más, para destruir a organiza- ção do universo de Deus. O ho- memrejeitouolugarqueDeuslhe deu de exercer domínio sobre o mundo, e começou afazer aquilo que não lhe era destinado fazer... Então, Jesus veio ao mundo, e, através de sua morte e ressur- reição, retirou o homem do lama- çal do pecado, das garras de Sa- tanás, restaurando-lhe o lugar de honraqueDeuslhehaviadestina- do desde o principio. JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIAS MONTESCLAROS, DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE2015 CIDADE - 5CIDADE - 5CIDADE - 5CIDADE - 5CIDADE - 5 Construção e reforma de imóveis comerciais e residenciais. Baixo custo, transparência, seriedade e qualidade. 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Sinal: 100% Comissão: 5% INFORMAÇÕES: (38) 3221-5324 / 9125 4664 /9909-7240 www.marcusviniciusleiloes.com.br / marcusviniciusleiloes@yahoo.com.br MARCUS VINICIUS DA SILVA LEILOEIRO OFICIAL LEILÃOPÚBLICO JUSTIÇA FEDERAL DE MONTES CLAROS/MG 1ª Vara FAZER O BEM FAZ BEM Faculdades Santo Agostinhoinvestem também no social Depois da Fundação Sarah, será a vez da APAE ser beneficiada pela instituição Reafirmandoseucompromissoso- cial e atuando como empresa-cidadã, as Faculdades SantoAgostinho - que lançaram no ano passado a campa- nha “Fazer o bem faz bem” - colabo- ram com diversas instituições filantró- picasmontes-clarenses,comooCon- selhoPaulaElizabeth,AsiloSantaAna, ProjetoPresentee,maisrecentemen- te, a Fundação Sara, que este ano recebeu doação expressiva, fruto da arrecadaçãodainstituiçãocomasins- crições do Processo Seletivo do pri- meirosemestrede2015. Aajudaveio emboahora,porqueaFundaçãoSara tem apresentado déficit mensal de R$15mil. AAssociaçãodePaiseAmigosdos Excepcionais de Montes Claros (APAE)seráapróximabeneficiada pelas FASA, no vestibular do se- gundo semestre. O tema será vol- tado para a questão das crianças especiais.Comolema“Fazerobem faz bem”, a instituição de ensino buscaconscientizaraspessoasda necessidadedeacomunidadeapoi- ar crianças e adolescentes com necessidadesespeciais. Ano passado as Faculdades Santo Agostinho doaram ao Asilo SantaAna fraldas geriátricas e ali- mentos cultivados na horta do Campus JK, pelos professores e alunos do curso de Engenharia Ambiental.Deacordocomodiretor da instituição, professor Cristiano MarchiGimenes,“Alémdesensibi- lizar, alertar e conscientizar, a FASA querserumexemplodesolidarieda- de para outras empresas e institui- ções, para que também se solidari- zemcomosmaiscarenteserealizem ações práticas que promovam a in- clusão de todos na sociedade, objetivando maior justiça e igualda- de”. NOVOS CAMPUS As Faculdades SantoAgostinho inauguram brevemente três novos campus - em Sete Lagoas (MG), Vi- tória da Conquista (BA), onde já são oferecidososcursosdeArquiteturae Urbanismo, Medicina e Engenharia, eemMontesClaros.OprefeitoMárcio Reinaldo, seu vice Ronaldo João e diversas autoridades visitaram o campusdaSantoAgostinhonoBair- ro Jardim Europa, em Sete Lagoas, eficaramsatisfeitoscomoandamen- to das obras. As dificuldades econômicas de momento não têm arrefecido a von- tade e o desempenho da instituição. Para Cristiano Marchi, é em tempos de crise que os investimentos mais aparecem. “Devido à solidez do gru- po e a visão empreendedora, estamos preparados para oferecer novas oportunidades aos jovens e ao futuro de nosso País. Por isso in- vestimos em educação. Esse sem- pre foi o nosso lema e este ano não será diferente. Não podemos perder a nossa vocação. Em qualquer tem- po a universidade deve estar prepa- rada para arar formar bons profissi- onais para o mercado”, destacou. VESTIBULAR O vestibular do segundo semes- tredaFASAaconteceránodia31de maio, para os cursos deAdministra- ção,Arquitetura e Urbanismo, Direi- to, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Enge- nharia Elétrica, Engenharia de Pro- dução, Farmácia e Sistemas de In- formação. As inscrições podem ser feitaspelositeoumesmopelotelefo- nedainstituição CONSÓRCIO EM ALTA Cidadetemcrescimento recorde nas vendas O Consórcio União registrou re- cordedecrescimentonoprimeirotri- mestre de 2015 em Montes Claros. Asvendassubiram56%,comdesta- queparaoconsórciodeimóveis,que cresceu 254%. Na comparação do mês de março (2014 vs. 2015), o crescimento foi de 113% em volume de vendas, novamente com desta- queparaoconsórciodeimóveis,que cresceu 483%. Comparado ao mesmo período doanoanterior,oConsórcioUniãoe outras seis empresas - agregadas administrativamentepelaBRConsór- cios - apresentaram, no primeiro tri- mestrede2015,umcrescimentoim- portantenaoperaçãodeconsórcios, tanto no número de clientes ativos (carteira) quanto no volume de comercializaçãodecotas. A carteira de clientes ativos das administradoras cresceu 29% nos primeiros três meses deste ano, sal- tando de 69.824 para 89.805. Este crescimento se deve ao aumento do número de empresas associadas, bem como ao crescimento das ven- das ocorridas. Emvolumedecréditosvendidos, as associadas cresceram, juntas, 72% no período, sendo os maiores percentuaisobservadosnavendade cotasdeconsórciodeimóveis(94%), seguidas de automóveis (63%) e de motocicletas(34%). Comparando somente o mês de março de 2014 com março de 2015, o crescimento das empresas foi na ordem de 26,6% em número de co- tas vendidas – 1.480 para 1.874. Já ovalordoscréditoscomercializados, aumentou em 55,4%. Os números indicam que, além do aumento de comercialização de cotas, ocorreu tambémaumentodovalordocrédito de cada uma. No consórcio de auto- móveisocrescimentofoide15%em créditosvendidose18%emnúmero de cotas. No consórcio de imóveis, 112% em créditos e 64% em cotas vendidas.Motocicletastiveramcres- cimento na ordem de 37% em crédi- tos e 22% em número de cotas. ANGELINA ANTUNES/JN O DIRETOR das Faculdades Santo Agostinho, Cristiano Marchi Gimenes ADefesaCivil,atendendodenún- cia,esteveemumloteamentolocali- zadonasimediaçõesdoParqueMu- nicipal Milton Prates. No local, os agentes constataram que uma gale- ria de água pluvial, que deságua na lagoa do Parque Municipal, estava recebendo esgoto, causando a con- taminaçãodolocal. Imediatamenteaequipeacionou a Secretaria Municipal de ´MeioAm- biente que, por sua vez, entrou em contato com a Copasa, para resol- ver a situação. Uma verificação no local constatou que a sujeira provi- nhadeumarededeesgotoentupida no Bairro Chiquinho Guimarães, e também de duas casas do mesmo bairroqueestavam,deformairregu- lar,despejandooesgotonaredeplu- vial. De acordo com Edvaldo Mar- ques, secretário municipal de Meio Ambiente, a Copasa foi multada em R$ 50 mil pela Prefeitura devido a esta situação, e já está tomando as providências necessárias para cor- rigir o problema. Esgotonalagoa doParque Municipal ESGOTO viria do Bairro ChiquinhoGuimarães
  6. 6. EMAIL: vanguardavidros@outlook.com TODO TIPO DE VIDRO -BOX PARA BANHEIRO-PERSIANAS - FACHADAS-BIZOTÊ ESPELHOS -TAMPOS DE MESA JATO DE AREIA -MODULADOS-DIVISÓRIAS FORRO PVC- ACABAMENTOS MATERIAL ELÉTRICO E HIDRAULICO (38) 3221-4740 /3221-5005/3084-0004 FONES: COMIDA DI BUTECO Geraçãodeempregoerenda commuitoentretenimento Índices mensurados em 2014 (números apurados respecti- vos apenas aos 31 dias de con- curso) referentes às 16 cidades participantes no ano: VOTOS: 400 MIL TIRA-GOSTOS VENDIDOS: 340 MIL EMPREGOS GERADOS: 3.900 MIL PESSOAS IMPACTADAS: 4 MI- LHÕES APROXIMADAMENTE 400 BO- TECOS EM 16 CIDADES Patrocinadores O Comida di Buteco é 100% vi- Comida di Buteco em números abilizado com investimento de empresas que acreditam na sua CAUSA, como plataforma de desenvolvimento de suas marcas. Cerveja Oficial: Brahma Patrocinadores Nacionais: Lays, Trident. Apoio: Doritos, Philadelphia Chandon Parceiros:, Jornal de Notícias, Rádio Unimontes, Dubai Apart Hotel, Espaço Bela Tavolla, Prefeitura Municipal de Mon- tes Claros, Senac, Abrasel. Promoção: Inter TV Grande Mi- nas. Apuração: Vox Populi. Para valorizar a nossa cozi- nha de raiz e estimular a criati- vidade e a dedicação dos bote- cos participantes, além de atrair a curiosidade do público e im- prensa, o Concurso Comida di Buteco, escolheu em 2015, o tema “Frutas”. E as delícias preparadas pe- los botecos podem ser sabore- adas, até o dia 3 de maio, nos 15 bares que estão na disputa pelo título de melhor petisco de Montes Claros. Fruta é o nome vulgar dado aos frutos e pseudofrutos co- mestíveis de sabor adocicado. Trocando em miúdos, podemos dizer que toda fruta é um fruto mas nem todo fruto é fruta. Mas por que esse tema? Es- colhemos Frutas porque elas fa- zem parte do cardápio diário dos brasileiros; é um tema amplo, pois o país tem mais de 300 es- pécies de frutas; e versátil, abrindo um lvasto leque de op- ções de utilização. Trata-se de um tema com amplitude nacio- nal e que também tem uma rica abordagem regional. E o que a fruta, o boteco e o Comida di Buteco têm em co- mum? Um forte ícone de identi- dade brasileira. Regionalmente a fruta demarca características do lugar, assim como os bote- cos, em cada cidade traz influ- ências étnicas, culturais , etc . A fruticultura brasileira é uma atividade que promove a inclu- são sócio econômica, assim como o Comida di Buteco pro- move no setor. Abrange grandes e pequenos produtores, gera renda e emprego .A fruta e a fru- ticultura tem semelhanças com alguns dos valores do Comida di Buteco: simplicidade, identida- de, alegria, transformação, sen- sorialidade, brasilidade. A regra geral continua valen- do: o concurso é de petiscos, isto é, tiragosto para comparti- lhar. Quaisquer frutas, sejam elas brasileiras ou adotadas no Brasil, podem ser usadas como ingrediente convidado no Comi- da di Buteco 2015. O atual campeão do Concurso,Thonnely Mendes da Silva, do Thom Bar, explica que o segredo para o sucesso é tra- balhar com amor, determinação e gostar do que se faz. Ele faz questão de dividir o sucesso com a mãe, que é a grande mentora das delícias que são oferecidas em seu bar. “Ela é o nosso porto seguro”, conta. Thom, como é conhecido, explica que chega a vender uma média de 120 peticos por noite. E conta que no ano passado, na última semana, esse número chegou a 130 pedidos. E para dar conta de tanta procura, in- vestiu mais de 20 mil reais em sua cozinha, que agora passou até por uma certificação e refor- çou o quadro de funcionários contratando dois garçons e uma cozinheira. Outro empresário que também investe e colhe os frutos que vem plantando é Pablo Junio. Ele con- ta que teve que reforçar o quadro de funcionários para dar conta dos pedidos. ,Junio e a esposa, Julia- na Rocha, trabalham duro para atender da melhor forma possível os seus clientes. “Não é fácil, mas estamos muito felizes em participar do Concurso Comida di Buteco. É um concurso sério e que nos faz trabalhar a imaginação. Para chegar ao prato que fizermos e que está concorrendo este ano, tivemos que fazer vários testes até chegar ao resultado espera- do”, conta o empresário. Um dos mais antigos partici- pantes Antônio Geraldo de Sou- za Mangeira, o popular Man- gueira, conta que participar do concurso é um prazer e explica que o concurso ajudou a reali- zar o sonho de comprar o seu espaço próprio e a concretizar um desejo antigo. “Devo muito ao concurso que nos colocou em evidência e nos ajudou a conseguir o nosso espaço pró- prio”, finaliza Mangueira. Este ano, estão na disputa: Bar do Alan, Bar do Baixinho, Bar do Mangueira, Bar do Muci, Bar dos Amigos, Empório Ca- nadá, Jurumas Bar, Pampulhas Sport Bar, Pettiscus Bar, Quin- tal Avenida, Rancho Mineiro, Sabor Mineiro, SerTão, Thom Bar e Universo do Beiju. Desde quando entrou em vi- gor,aleiquegaranteaosestudan- tesoacessoàsatividadesdeen- tretenimento e cultural pagando 50%dovalorcobradoaopúblico geral é desrespeitada por toda a partedopaís. Umexemplodessa afronta estava por acontecer na cidade de São Francisco, Norte deMinasnodia11destemês. O evento “São music Festi- val” organizado pela Tamburil Produções,quechegouacomer- cializar ingressos de inteira ao Meia-entradaemshowégarantida paraestudantesemSãoFranciscovalor de R$50,00, à princípio não disponibilizavaoacessoaosingres- sosdemeia-entradaparaosestudan- tes.Noentanto,oestudanteEduardo Soares que não concorda com a medidapraticada,procurouopromo- tordoeventoeaPromotoriadeJusti- çapararegularizarasituaçãodaven- dadeingressosdemeiaentrada. Sensívelaoapelodaclassees- tudantil a Promotora de Justiça de Defesa do Consumidor, Danielle Cristina reconheceu que a organi- zaçãodoeventoestavaferindoalei 11.052/93,quegaranteaosestudan- tesdevidamentematriculadosepro- pôsumTermodeCompromissode Ajustamento de Conduta – TAC, obrigando o promotor do evento a disponibilizasse ingresso de meia- entrada para todos os estudantes queportassemodevidodocumen- to comprobatório de vínculo estu- dantil. “Não podemos aceitar que esses abusos continuem passan- do por cima das leis em nome do capital.Essaéumalutaquevamos continuarpelotempoqueforneces- sário para assegurar o direito dos estudantes.Nãopodemosdeixarque osestudantesdeSãoFranciscote- nhamseusdireitosusurpadospelos poderosos,continuaremoscomafis- calizaçãoemtodososshowsqueirão acontecer.Lutaremostambémpara quemaisdireitossejamcumpridos”, afirmaoestudanteEduardoSoares. O evento “São music Festival” trouxecomoatraçãoprincipalocan- tor sertanejo Gustavo Lima, com participaçãodaduplaAlex&Rafael e da DJ Samira Lima. FRUTAS que fazem parte do cardápio diário dos brasileiros invadiram, literalmente, o vasto leque de opções de diversos pratos de bares de Montes Claros e região FOTOS: IARA VELOSO JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASMONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE201566666 - CIDADE- CIDADE- CIDADE- CIDADE- CIDADE
  7. 7. PETRÔNIO BRAZ (*) A lenda do Arco Iris nos veio do legado cultural indígena, e já existia muito antes do descobri- mento, dizem. Mas ela somente tevevidaapartirdeIldeuBraúna e Pedro Boi, do Grupo Agreste. Mas, agora vai tomar corpo com oprojetoculturaldeIsabelLôpo, em parceria com Amelina Chaves,aprovadopeloConselho Municipal de Cultura de Montes Claros, e que poderá ser rodado emSãoFrancisco. O rio São Francisco, esclare- ceaautor,comtodoseuesplen- dor e estreita relação com os moradores ribeirinhos, acumu- lou muitas histórias e lendas ao longo do tempo. Muitas dessas setornaramlivros,peçasdetea- tro,eletrasdemúsica.Amúsica “A lenda do Arco Íris” fala da relação do pescador com o rio, do seu cotidiano de trabalho, dossonhosepaixõesdeumho- memribeirinho. ”A lenda do Arco Iris” em vi- deoclipe será dirigida por Isabel Lôpoeexecutadoporumaequi- pe de filmagem de Montes Cla- ros.Observaaautor,emconclu- são, que o projeto “A lenda do Vende-se uma casa nova, em área nobre do Ibituruna, na Av. Espanha, nº 55. Primeiro piso: garagem coberta p/4 carros, lavabo, cozinha com dispensa, área de churrasqueira coberta, jardim interno, área de serviço. Segundo piso: suite com closet, 2 quartos com banho social, saladeTV,escritório.Portasejanelasemblindex fumê, teto rebaixado em todos ambientes. Tratar nos fones: (38) 9932-8665 / 9193-2006. CASA NOVA NO IBITURUNA Casa pronta para morar, Aceita-se Imóvel (Lote) ou Gado como entrada, documentação pronta pra financiamento. 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De coração, agradeço à presença de todos. LANÇAMENTO EM PORTO SEGURO Amigos me pediram pra lançar o livro em Porto Seguro, no Arraial D'Ajuda. Só indo lá. São os dinossauros do pedaço, aos quais eu me integro.SemprefaçoumjantarnoCantoD'Alvorada,naPraiadeAraçaípe, quando lanço um novo livro. Acho que vou aproveitar o feriadão e fazer isso logo. Já estou quase ajustado com o Dr. Leão. Mando a ele minha declaração do IR e me mando pra beira do mar. ESPERANÇA Cada dia me convenço mais ainda de que o que vale mesmo na vida é a vida que a gente leva. As posições que ocupamos e as ho- menagens que recebemos são coisas muito pequenas em relação à paz interior que buscamos conquistar. Essa busca, afinal, é o que importa. Mergulhados quase sempre em coisas insignificantes para nossas existências,perdemo-nos em vaidades, cegados por nos- sos orgulhos e é justo aqui é que começam a brotar nossas gran- des angústias. Não temos o direito de deixar de amar, simplesmente por termos sido traídos, pois é quando isso acontece que passa- mos a entender melhor as coisas mais lindas da vida, que são nos- sas amizades e nosso amor a nós mesmos e a nossos semelhantes. Não temos o direito de odiar a quem nos humilhou, porque o ódio só nos fará prisioneiros da humilhação. Não temos o direito de exigir que as pessoas, inclusive as mais caras a nós, sempre nos amem. Elas têm todo direito de deixaram de gostar de nós. Nós é que devemos sempre procurar os motivos de nossos desentendi- mentos e ver se e onde erramos. Se concluirmos, ainda que por engano, que não agimos errado, mesmo assim devemos perdoá- las, de coração, na esperança de que elas, caso não se julguem mais com razão, se arrependam de seus gestos e nos procurem para se desculparem. Não devemos criar barreiras intransponíveis em nossos corações, que deverão estar sempre abertos às reconci- liações e sempre dispostos a pedir perdão e a perdoar. Paradoxalmente, nos momentos mais felizes é que ocorrem nos- sos grandes revezes, talvez para que aprendamos a distinguir o que realmente nos toca o fundo do ser e o que simplesmente nos roça a pele. Mesmo que ganhemos medalhas e títulos, eles nada valerão se perdermos, ainda que só um amigo ou o amor de um só ente querido. Trocaríamos, tranquilamente, todos os nossos lau- réis para recuperar uma só amizade e um só grande amor. Nem tudo é como a gente quer ou gostaria que fosse. O que importa é sempre caminhar. É sempre pelejar. É nunca desistir do amor, ainda que o mundo esteja impregnado de extremo individua- lismo, de odiosa hipocrisia e mentalmente doente do maior mal que já o afligiu: o consumismo. E como está cada vez mais difícil a convivência humana! E como as pessoas estão cada vez mais do- entes mentais! E como os donos dos meios de comunicação de massa estão cada vez mais descompromissados com o bem da humanidade! E como está tão próxima a destruição de nosso pla- neta! Ainda assim, nos resta a esperança, essa luz indecifrável e inex- plicável, que clareia nossos horizontes para a busca de tempos melhores e de uma vida mais saudável para todos nós. Nunca a percamos de vista, porque a vida nos tem demonstrado, à sacieda- de, que tudo ressurge das cinzas. Certoéqueháumaenormidade dereligiõesnomundo;cercadeoito mil.DentrodopróprioCristianismo, inúmeras são as crenças basea- dasnosEvangelhos,detodootipo de racionalidade. Umas enfatizan- doosprocedimentosexteriores,se perdendoemlongosecomplicados rituais,outrasseapegandoafrieza dasletrasescritasdeformaatédis- cutidapelosestudiosossegundoa purezaoriginal. Assim caminhamos nessa ver- dadeiraflorestadereligiões“salva- doras” que nada salvam se não houverareformaíntimadecadaser humano. Écertoqueasreligiõesconstitu- em um freio aos maus ímpetos do homem,mashojesomenteistonão é bastante para satisfazer a ânsia desaberdahumanidade. Sentimos que a todo instante maior é a necessidade de se explicar...de forma a convencer o intelectodoshumanos.Entãopara que servem as religiões?Acredito que muito pouco servem se não houver mudança de atitudes, de ações.“ O que salva o homem são as suas ações” principalmente no campo da Caridade Evangélica dentro do conceito:” que não saiba suamãoesquerdaoquefezadirei- ta”. Mesmo assim, o espírita deve respeitartodareligião.Cadahomem adotaareligiãoquecorrespondea suacondiçãoevolutivaetambémá idadedoseuespírito.Portanto,toda religiãoénecessáriaàmedidaque promove a reforma do ser huma- no.AescritoraespíritaMônicaBran- dão afirma:”Premente se faz a ne- cessidade de respeito á religião alheia”. Muitasvezes,portermosencon- trado o caminho na doutrina, des- prezamos e discriminamos as de- mais religiões. Não nos esqueça- mos, os que subordinados às leis de evolução, se afeiçoam às nos- sasinerênciaspeculiaressegundo aregênciadaafinidadeedoenten- dimento. Não se exige do índio compre- ensão das leis físicas ou daTeoria daRelatividade.Tudoseencaixaa seu tempo. Os espíritos e a huma- nidade não têm como escapar da evolução. O caminho evolutivo é inevitáveleparacadaníveldecres- cimento há uma religião que será responsável pelo afloramento da responsabilidade e do amor em Cristo em cada consciência. CitonovamenteaescritoraMô- nicaBrandão:”Irmãoscristalizados narebeldiaenoinícioemgraumais forte, são reconduzidos à seara do Senhor e à retidão, pelo formão de uminstitutoreligiosorígido,semco- nhecimentoscientíficos,entretanto, baseado no Evangelho de Jesus. Erros de doutrina são restritos aos comportamentosdohomem.Jesus espera de nós serviço em silêncio, compreensão e amor; não discus- sõesinúteisondeolvidamoso“não julgueis”enosdispomosalutasan- gustiosas de crença”. Écertoqueareligiãoécaminho de luz e condução para ventura, mas o seu fundo real é a instaura- çãodocódigodivinoedaleiuniver- sal de amor no tribunal da consciência.Sejamos como “os simples”quesobaTuteladoDivino Poder reconhecem que além da esfera obscura de razão física res- plandeceotemplosoberanoeinvi- sível do Mestre no qual recolhe os servidoresfieis,semdeter-senacor ounofeitiodesuasroupas. Acimadoseparatismoinfelizhá umaIgrejaAugustaeLivre,navida espiritual,queéacolhedoramãede todos nós, como cita Paulo deTar- so em Gálatas 4:26 : “Mas a Jeru- salémqueédecima,élivre,aqual é mãe de todos nós”. NolivroEspiritismoeEvolução, a escritora já citada, coloca esses conceitos excelentemente desen- volvidosenossaopiniãonãoreluta em afirmar: a grande religião é o próprio Homem quando visto den- trodocontextodesuaevoluçãono eterno caminhar da humanidade. Espero que cada um possa arras- tar no vácuo provocado pelo seu desempenho, outros irmãos, pelo menososmaispróximos,afamília, osdiscípulos,osamigosetodosque possam, mesmo que seja apenas, distinguirobemdomal. (*) Médico Cardiologista - es- pírita-Escreveaosdomingos ASBOASAÇÕES –VISÃOESPÍRITA Telefones para contato: VENDE -SE APTO NOVO , 02 QUARTOS 01 VAGA NA GARAGEM BAIRRO: AUGUSTAMOTA 1º ANDAR - 66 m² PRIVATIVA 89m² CONSTRUÇAO (38)3222-0119 (38)8808-6199 IRAN REGO A DEPUTADA Federal Raquel Muniz desembarcou no aeropor- to e seguiu direto para o lançamento do livro. Aqui com o prefeito Ruy Muniz e a amiga Fatinha Xavier JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIAS MONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE2015 CIDADE - 7CIDADE - 7CIDADE - 7CIDADE - 7CIDADE - 7 AlendadoArcoIris ArcoIrisemvideoclipe”,temple- nas condições de ser desenvol- vido.Trata-sedeumprojetoatra- ente, objetivo e acessível às mí- dias do mundo contemporâneo. A música “A lenda do Arco Iris”temumatrajetóriadesuces- sodemaisdetrêsdécadas,mui- to conhecida pelos norte minei- ros e por apreciadores da musi- ca regional de todo o pais. Não existe até então nenhu- marelaçãodamusicacomalgu- macidaderibeirinhaetambéma nenhuma época, pois iria limitar a fantasia contada na história a apenas um grupo de ribeirinhos deumacidadeeumadetermina- da data. Desta forma, a história pode ter várias interpretações pelo fato de não estar presa a nenhumlocaloutempo.Aesco- lhadeatoresefigurantesribeiri- nhos fará toda a diferença nos aspectos estéticos e de expres- são corporal, muito valorizado nostrabalhoscinematográficos. A criação desse videoclipe será uma nova maneira de apre- sentar a musica para o publico quejáaconhece,etambémpara asnovasgeraçõesquenãotive- ram a oportunidade de valorizar essamúsicaregionalnorteminei- ra. Os encantos do rio São Fran- cisco, e essa lenda maravilhosa que é apresentada na letra da musica, poderá ser apreciada comimagensdeatoresinterpre- tandoempaisagensdeslumbran- tes, representando todo a rique- za e simplicidade da vida ribeiri- nhanortemineira. A realização desse projeto ampliaráoshorizontesparaadi- vulgação da musica, trazendo também benefícios para a arte e para o turismo no Norte de Mi- nas.Asdiversasexperiênciasem trabalhos artísticos por parte da realizadora,aliadoàpaixãoede- sejodeapresentarparaomundo as riquezas da região, resultará emumaobraartísticadegrande qualidadeereconhecimentope- losexpectadores. Isabel Cristina Lôpo Sobral é graduadaemHistóriapelaUNO- PAR e pós-graduada em ciênci- as políticas pela ESAB. Isabel Lôpo é um nome atuante na cul- tura Montesclarense. Atriz des- de2012,jáviveuváriospersona- gensdesdeodramaatéacomé- dia. Recentemente realizou na CasadeArtesLaranjeiras,noRio de Janeiro, curso de interpreta- ção para TV e cinema. (*) Do Conselho Municipal de Cultura de Montes Claros.
  8. 8. 3221-1404 3222-2731 3221-1090 3224-8000 2101-4000 3229-2000 3229-4000 3221-1999 193 116 195 192 190 197 e 181 3229-1300 3229-3000 3212-2191 3222-1198 3212-2800 3222-1361 3221-6655 3221-6650 3214-3987 3229-4841 3222-5233 3212-1087 3229-1000 3229-7800 3223-5644 3229-1200 3214-2440 3224-2288 3223-9669 3213-6498 9942-4446 9986-2988 9913-9676 3212-3368 3221-8347 3223-1215 REDAÇÃOJN........................... ASSINATURAJN..................... ANÚNCIOSJN......................... HospitalUniversitário.......... HospitalAroldoTourinho.... HospitalSantaCasa............. HospitalDilsonGodinho..... Prontosocor............................ CorpodeBombeiros............................ Cemig....................................................... Copasa.................................................... SAMU........................................................ RádioPatrulha....................................... Disquedenúncia..................... FórumGonçalvesChaves..... Prefeitura................................. SuperintendênciaEnsino..... OAB............................................. RISP.............................................. DefensoriaPública................. DelegaciadePolícia............. DelegaciadeTrânsito........... PolíciaFederal......................... PolíciaAmbiental................... PolíciaRodoviáriaFederal.... PolíciaRodoviáriaEstadual.. ReceitaFederal...................... ReceitaEstadual..................... DER/MG.................................... Aeroporto................................. Rodoviária................................. Guinchoautomóveis............. IBAMA........................................ TÁXIS PçadeEsportes...................... Agnaldo(plantão)................. Valdei(plantão)....................... MOTOTÁXIS Sinval.......................................... SãoLuís......................... Panorama...................... Brasil.............................. JORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASJORNAL DE NOTÍCIASMONTESCLAROS,DOMINGO/SEGUNDA-FEIRA,19/20DEABRILDE201588888 - POLÍCIA- POLÍCIA- POLÍCIA- POLÍCIA- POLÍCIA FRAUDE EM LICITAÇÃO Ex-prefeito continuará em prisãopreventivadomiciliarA5ªTurmadoSuperiorTribunal deJustiça(STJ)rejeitourecursoem Habeas corpus apresentado por Maurílio Neris de Andrade Arruda, ex-prefeitodeJanuária,querespon- de a acusação de crimes contra a administraçãopúblicaeestáempri- sãopreventivadomiciliar. Oex-prefeito,oentãosecretário municipal de Educação e um sócio de empresa vencedora de licitação são investigados por suposto en- volvimento em 19 crimes.Além do delito de formação de quadrilha, a acusação cita oito fraudes à licita- ção e dez crimes de responsabili- dade, os quais teriam causado pre- juízo de cerca de R$ 580 mil à fa- zenda pública. MaurílioArrudafoipresoemsetem- brode2013.Depoisdisso,osecretário deDesenvolvimentoSocialdomunicí- pioemsuagestão,queétestemunha noprocesso,teriapassadoareceber telefonemasintimidadoresdoex-prefei- to,osquaissupostamenteobjetivavam influenciarseudepoimento. No STJ, a defesa do ex-prefeito questionouanecessidadedaprisão preventiva e alegou que não foram atendidososrequisitosparaamedi- da. Disse ainda tratar-se de réu pri- mário,comresidênciafixa,bonsan- tecedentesetrabalholícito. SEGREGAÇÃO JUSTIFICADA O desembargador convocado LeopoldodeArrudaRaposo,relator do recurso, entendeu que a prisão preventivaestá“devidamentejustifi- cada para a garantia da ordem pú- blica em razão da gravidade con- Maurílio Arruda teve o habeas corpus rejeitado pelo STJ Nessa sexta-feira (17/4), a Se- cretaria de Estado de Defesa So- cial (Seds) apresentou ações e ini- ciativas bem sucedidas de educa- ção e profissionalização de deten- tos de Minas durante o Seminário Estadual de Profissionalização e Ensino nas Prisões, realizado no Palácio das Artes, no centro de Belo Horizonte. OSemináriocontoucomaapre- sentação do coral Vozes da Cela, um dos cases de sucesso, com- posto por custodiados do Presídio deSãoLourenço,quejásomamais de500apresentaçõesnoseucurrí- culo. O maestro José Henrique Martinséocriadordainiciativaeins- trutordosdetentosnocoral.Paraele a música é uma das responsáveis porauxiliarsignificativamentenopro- cesso de ressocialização de diver- sosdetentos.“Essainiciativaémui- tomaisqueumprojeto,éumagran- de escola de vida e humanização. Acredito que a música possa trans- formar essas vidas”, afirmou. Duranteosemináriohouvetam- bém a assinatura dos Termos de Cooperação Técnica (TCT) com o ServiçoNacionaldeAprendizagem Rural(Senar),oInstitutoFederalde Educação, Ciência e Tecnologia (IFET)eoInstitutoFederaldoSulde Minas, garantindo quatro mil novas vagasdeensinoprofissionalizanteno sistemaprisional. O Plenário da Câmara dos Depu- tados aprovou nesta semana, o Pro- jetodeLei8137/14,dodeputadoPau- derney Avelino (DEM-AM), que au- menta as penas para o crime de re- ceptação de mercadorias roubadas. O projeto tramitava em conjunto com oPL779/95,quetambémaumentava a pena. A matéria será enviada ao Senado. De acordo com o texto aprovado, a pena geral do crime passará a ser de 2 a 8 anos de reclusão e, no crime qualificado, de 3 a 10 anos de reclu- sãoemulta. Atualmente, o Código Penal pre- vê pena de reclusão de 1 a 4 anos para o caso geral e de 3 a 8 anos paraareceptaçãoqualificada,carac- terizadaporteremdepósito,desmon- tar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utili- zar coisa que se deva saber ser fruto de crime de furto ou roubo. O texto adotado pelo Plenário é uma emenda relatada pelo deputado Efraim Filho (DEM-PB), em parecer pelaComissãodeConstituiçãoeJus- tiça e de Cidadania. COMBATEAO CRIME O deputado Subtenente Gonza- cretadodelito”. A conveniência da instrução cri- minal também foi fator decisivo para a manutenção da custódia cautelar devido à intimidação de testemunha e ao fato de Maurílio Arruda, apesar de não ser mais prefeito de Januária, ocupar cargo Câmara aprova aumento de pena para receptação de mercadorias roubadas ga (PDT-MG) apoiou o aumento de pena, lembrando que a receptação alimenta outros crimes, como furto e roubo. “Com a pena atual, compen- safazerareceptaçãoemvezdecom- prar o produto no mercado”, disse. OdeputadoMoroniTorgan(DEM- CE) disse que, atualmente, o recep- tador sai em vantagem. “Não pode- mosadmitirqueoreceptadordêuma de bonzinho e fale que não está co- metendo um grande delito porque apenas vende um produto que lhe venderam. A violência é fomentada pelotráficodedrogasepelarecepta- ção”,afirmou.ParaodeputadoMajor Olimpio(PDT-SP),aspenasatuaissão “insignificantes”. DESEQUILÍBRIO Doisdeputados,noentanto,foram contra o projeto. Alessandro Molon (PT-RJ) e João Campos (PSDB-GO) ressaltaram que aumentar penas de umcrimeououtropodedesestruturar osistemaprevistopeloCódigoPenal. Molon lembrou que, por conta de mudanças pontuais, o Código Penal já está cheio de distorções. “Vamos desequilibrando esse sistema e pro- movendo injustiças. Por exemplo, a penamínimaparahomicídiosimplesé seis anos, enquanto a pena mínima para falsificação de cosméticos é 10 anos. É razoável que seja mais gra- vefalsificarumcosméticodoquema- tar uma pessoa?”, questionou. João Campos, por sua vez, criti- cou o projeto por tornar a pena para oreceptadormaiordoqueaaplicada à pessoa que furtou o produto a ser vendido. “A receptação vai ter uma pena mais gravosa que o furto, o que nãomeparececoerente.Ofurtosim- plestempenade1a4anos,enquan- to a receptação passará a ter pena de 2 a 8 anos, ou seja, o dobro do crime principal, que é o furto”, disse. Ele defendeu uma revisão completa do Código Penal. PRISÕES–MINAS Governo apresenta casos de profissionalização no sistema OsuperintendentedeAtendimen- toaoPresodaSecretariadeEstado de Defesa Social (Seds), Helil Bru- zadelli, destacou a importância de parceriasnoincentivoàcapacitação dosdetentosdoEstado.Eleafirmou queaassinaturadosTermosdeCo- operaçãoTécnicaémuitomaisque uma formalização, já que contribui paraquemaispresostenhamopor- tunidade de mudar suas vidas. "A nossa missão é custodiar os indiví- duos, mas, sobretudo, acreditar na transformação deles. Daí a impor- tância de encontrar parceiros que apostem nisso junto com a gente", finalizou. NÚMEROS –Abusca pela res- socializaçãoepelahumanizaçãono cumprimento da pena já resulta em 8.500presosestudando,sendoque cercade200cursamonívelsuperi- or. No final do ano passado, cerca de seis mil detentos prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cerca de 13 mil detentos também trabalham enquanto cum- prem pena. Comoformadeincentivoaotra- balho ou estudo, eles têm remição da pena.Acada 24h de atividades laboraisou12horasnasaladeaula, um dia é diminuído da sentença a ser cumprida. de influência política na região – o de procurador do município de Claro dos Poções. Porfim,orelatorexplicouqueas alegadascondiçõessubjetivasfavo- ráveisdoréunãoimpedemaprisão cautelarquandopresentesosrequi- sitoslegaisparasuadecretação. Aprovado o Projeto Lei 1404/ 11,doSenado,quedisciplinaain- filtraçãodeagentespoliciaisnain- ternetnasinvestigaçõessobredi- versos crimes sexuais contra cri- anças e adolescentes. Devido às mudanças ocorridas com a apro- vação de emendas, a matéria re- tornaaoSenado. De autoria da Comissão Par- lamentardeInquérito(CPI)sobre Pedofilia,queatuounoSenadoaté 2008, o projeto determina que a infiltraçãodoagentedependeráde autorizaçãojudicialfundamentada estabelecendo os limites desse meiodeobtençãodeprova.Apro- postaalteraoEstatutodaCriança edoAdolescente(Lei8.069/90). Segundooprojeto,ainfiltração seráapedidodoMinistérioPúbli- co ou de representação do dele- gadodepolíciaenãopoderápas- sar de 90 dias, prorrogáveis por até720dias.Ainfiltraçãosomente poderá ocorrer se a prova não puderserobtidaporoutrosmeios legais. CRIMES – Entre os crimes contra a dignidade sexual de cri- ança ou adolescente que pode- rão ser investigados estão os de produzir cenas de sexo explícito ou pornográfica envolvendo cri- ança ou adolescente; exibir, ofe- recer, vender ou comprar essas cenas; simular a participação de crianças nesses tipos de cenas por meio de adulteração ou montagem; ou assediar criança com o fim de praticar ato libidino- so com ela. O requerimento do Ministério Público deverá demonstrar sua necessidade, o alcance das tare- Seds apresenta dados de projetos bem sucedidos de inclusão dos detentos Políciapassaaterdireitodeinfiltração na internet para investigar pedofilia fas dos policiais e os nomes ou apelidos das pessoas investiga- das.Sepossível,tambémdeverá informar os registros de conexão (hora,data,inícioetérminodaco- nexão,duração,endereçodopro- tocolodeinternet). SIGILO E RELATÓRIOS – Segundo o projeto, a autoridade judicial e o Ministério Público po- derãorequisitarrelatóriosparciais daoperaçãodeinfiltraçãoantesde sua conclusão, que serão enca- minhadosdiretamenteaojuizres- ponsávelpelaautorizaçãodame- dida,aoqualcaberázelarpeloseu sigilo. Essesigiloenvolvearestrição aos autos apenas ao juiz, ao Mi- nistério Público e ao delegado de políciaresponsávelpelaoperação. Em qualquer investigação, as in- formaçõescoletadassomentepo- derão ser utilizadas como prova doscrimescontraadignidadese- xualdecriançaouadolescente. EXCESSOS E EXCEÇÃO – Se o agente policial infiltrado não observaraestritafinalidadedain- vestigação, ele responderá pelos excessos praticados. Entretanto, oagenteseráisentodeenquadra- mento criminal por ocultar a sua identidadeparacolherindíciosde autoriaematerialidadedoscrimes sexuaisinvestigadospormeioda internet. Para facilitar a simulação de personagem do agente infiltrado, oprojetopermiteainclusãodeda- dos nos órgãos de registro e ca- dastropúblicoparaefetivaraiden- tidade fictícia criada. Esse proce- dimento será sigiloso e a requeri- mentodaautoridadejudicial.
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A Raposa não queria ir para o sacrifício mais uma vez: fazer dois jogos com um intervalo de apenas dois dias. O efeito para oclubenaprimeiravezqueisto aconteceu foi ruim e ameaça sua classificação para o mata matadaLibertadores:empatou com o Galo no domingo e per- deu para o Huracán, terça, em Buenos Aires. Agora, a história se repete: enfrenta o rival hoje e depois de amanhã recebe o Universi- tário de Sucre, pela última ro- dada da primeira fase da Liber- tadores. O técnico Marcelo Oli- veira deixa a entender que usa- rá força máxima nos dois jogos. Para hoje, ele tem a volta de Alisson e Joel aos planos. Fábio e Damião foram poupados nos treinos finais, mas estão confir- mados. O único fora dos planos é William Farias, contundido. GALO Doladoalvinegro,quebateu o pé para que a marcação da partidafossemesmonodomin- go conforme a TV determinou pela primeira vez, o técnico Le- vir Culpi também tem proble- masnãosófísicos,mastambém de ansiedade para administrar a tensão que o clube vive para decidir o seu futuro. Joga con- tra o rival neste final de sema- na e na quarta-feira receberá o ColoColo,precisandovencerpor doisazeroparachegaraomata mata da Libertadores. Substituídonoprimeiroclás- sico, Marcos Rocha é a princi- pal dúvida por causa de uma entorse no tornozelo direito. Ele ficou de fora da derrota para o Atlas, no México, e o maisprováveléquenãoenfren- te o Cruzeiro outra vez. O can- saço pela maratona de jogos e viagens pode também tirar o atacante Lucas Pratto dos pla- nos para esta tarde. INTERIOR –CaldenseeTom- bense se enfrentam às 18h30, emPoçosdeCaldas.Noprimei- ro jogo, houve empate em 0 a 0. A Veterana do técnico Léo Condé fez a melhor campanha geral e tem a vantagem de um novo empate. Clássicopaulistavaiseracompanhado por centenas de palmeirenses em MOC Natardedessedomingo(19) milhares de torcedores estarão com as atenções voltadas para a decisão da semifinal do cam- peonato Mineiro. Em um dos jogos, os eternos rivais Cruzei- ro e Atlético vão se enfrentar pela partida de volta. Com a vantagem de jogar por um em- pate para chegar à final do campeonato, o Cruzeiro terá ainda 90% da torcida a seu fa- vor por causa do mando de campo. Mas essa partida não será o ponto principal para pelo me- nos cem outros torcedores de MontesClaros.Semanalmente, o grupo, todos torcedores do Palmeiras/SP, se reúne para acompanhar os jogos do time paulista. Hoje, o time verde faz umadassemifinaisdoCampeo- nato Paulista contra o arquiri- val Corinthians. De acordo com Leandro Frois, idealizador do encontro de palmeirenses, quase todos os torcedores são montes-cla- renses. A paixão pelo clube paulista se deve à boa fase atu- al, sem se esquecer da década de 90 quando tinha um time quase imbatível. “O pessoal co- meçou aos poucos se reunindo no bar Lanche Mania no centro da cidade. Como nesse local sempre transmitia os jogos dos times mineiros e a freqüência depalmeirenses,oproprietário sempre cedia uma TV para nos- sa torcida assistir aos jogos. Es- sesencontrosnoLancheMania erammarcadospeloFacebook. Como o pessoal estava aumen- tando, foi criado o grupo Pal- meiras Moc para o Whatsapp. E assim ficou mais fácil pra to- dos se encontrarem”, conta. Contudo, o grupo crescia a cada jogo. Novos palmeirenses apareciam e para assistir aos jogos era preciso fazer novas improvisações na lanchonete para conseguir receber o gran- depúblicodecruzeirenses,atle- ticanos e palmeirense. “E nisso um dos integrantes do grupo possuía uma lanchonete no Bairro São Judas. Resolvemos começar a assistir aos jogos nessalanchonetedenossoami- go que também é palmeirense. E atualmente a lanchonete vi- rou o reduto do alviverde em Montes Claros. Ele propôs para o pessoal ir assistir aos jogos do Palmeiras lá e a cada jogo sem- pre aparece um palmeirense diferente. E para o jogo contra o Corinthians, convidamos aquelemoradordeMontesCla- ros que tem a paixão pelo Pal- meiras para assistir aos jogos conosco. Não tem violência e o local é totalmente familiar”, enfatiza. Ainda segundo o idealizador do encontro de palmeirenses, emmédia,aquantidadedetor- cedoresvaria,atéporqueopes- soal trabalha e estuda. “Muitos jogos são realizados na quarta- feira.Eissoéumempecilhopara conseguir juntar mais pessoas no local, mas normalmente, a mediaé de30a40pessoasque sempreestãopresente.Masno jogo de domingo, contra o rival Corinthians,onúmerodepalmei- renses aumenta consideravel- mente”, frisa. Leandro observa que ele criouumgruponoWhatsapphá pouco mais de um ano. “Com 100participantesativos,temos várias propostas de mais torce- dores querendo participar. O palmeirense é muito apaixona- do e aqui em Montes Claros eu posso afirmar que somos a ter- ceira maior torcida na cidade. Perdemossomenteparaosdois times mineiros”, conta. Maiores informações para interessados que queiram par- ticipardogrupooutorcerjunto com os palmeirenses podem li- gar no (38) 9235 9444. William e Dátolo: duelo se repete neste domingo à tarde, no Mineirão, pela semifinal do Mineiro

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