Revoltas na república velha

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Revoltas na república velha

  1. 1. Revoltas na República Velha Professor Daniel Cauenga@bol.com.br
  2. 2. 1. Messianismo: enviado de Deus (messias) ● crença da religião judaica na futura vinda do messias que libertará o povo Judeu dos sofrimentos e os conduzirá a felicidade eterna. ► crença de um grupo de pessoas em um líder político-religioso que conduzirá a uma nova era de justiça e felicidade. ♦ esperança de uma vida melhor. → fome. → miséria. → injustiças sociais. ► movimentos sertanejos de áreas rurais pobres. ♦ comunidades comandadas por um líder religioso → líder: › milagreiro. › curandeiro. › profetizar acontecimentos. ● movimentos de caráter messiânico - República Velha; ► Canudos. ► Contestado. ♦ acusados de desejarem o restabelecimento da monarquia 2. Guerra de Canudos (BA 1893 – 1897): ● Governo: Prudente de Morais. ● líder: Beato Antônio Conselheiro. ► católico fervoroso. ► pequena família de proprietários ► obrigado a abandonar o seminário. perseguida por latifundiários. ► abandonado pela mulher. ● população nordestina – região do semiárido. ►sertanejos sem terras, vaqueiros, ex-escravos, pequenos proprietários pobres e perseguidos da justiça (jagunços). ► miséria crônica da população nordestina. ♦ declínio da produção açucareira. ♦ constantes secas. ♦ preponderância dos coronéis-fazendeiros. ♦ má distribuição de terras ♦ república que não trouxe benefícios a população. ♦ aumento de impostos
  3. 3. ♦ descaso com o trabalhador rural. ♦ latifúndios improdutivos ♦ separação entre Estado e Igreja decorrente da proclamação da República. → contra o casamento civil ● Camponeses seguem Antônio Conselheiro ► Arraial de Canudos: Belo Monte - interior da BA. ♦ população entre 25 a 30 mil sertanejos. ♦ à margem do rio Vaza-Barris. → cachimbo de barro com “canudo-de-pito”. ♦ comunidade forma um Estado paralelo a República. → desobediência ao Estado › “monarquistas (contra a República) › “fanáticos religiosos” ♦ abandono das fazendas. separação do Estado e Igreja ♦ recusa de pagamento de impostos ao Estado e a Igreja (dízimo). ♦ clero católico. → campanha de reformas e renovação espiritual › desconfiança do beato Conselheiro. * previsão de mudança no mundo. ≡ proibição de suas pregações. → confiança dos fiéis nos ensinos do beato Conselheiro. ♦ sistema comunitário → colheitas, rebanhos e o lucro do trabalho. → excedente de produção: comércio local. → inexistência de impostos. ♦ vida de consagração. → inexistência de prostituição. → proibição de bebidas. → penitência. → consagração → obediência às determinações da liderança do beato Conselheiro.
  4. 4. ● Reação contra Canudos ► ameaça a sociedade brasileira ♦ desobediência Estado Republicano. ► ameaça à Igreja. ♦ desobediência ao clero regular. ♦ perda de fiéis. ► desestabilização do latifúndio. ♦ perda de mão de obra na lavoura. Expedições contra Canudos 1ª expedição: novembro de 1896 ● liderada pelo Tenente Manuel Pires Ferreira ► com 100 homens. ● resistência dos sertanejos ► vitória dos conselheiristas. ♦ estratégia de guerrilha rural → Líderes: Pajeú e João Abade. 2ª expedição: 18 Janeiro de 1897 ● Comandada pelo major Febrônio de Brito ► atravessa da serra do Cambaio ♦ tropa repelida com pesadas baixas ● jagunços conselheiristas ► aumento das armas abandonadas ou tomadas à tropa ♦ sertanejos: grande coragem e habilidade militar ● Antônio Conselheiro ► ocupação das questões civil e religiosa.
  5. 5. 3ª expedição: Março de 1897 ● Governo Federal: pressão de políticos florianistas ► Canudos: perigoso foco monarquista ♦ o governo federal assumiu a repressão → preparação da primeira expedição regular → comando: Coronel Antônio Moreira César › herói do exército brasileiro: "corta-cabeças“ * repressão à Revolução Federalista em Santa Catarina ♦ pesadas baixas: 1.300 homens. → causadas pela guerra de guerrilhas. → na travessia das serras. → morte de Moreira César e Pedro Nunes Batista Ferreira Tamarindo em combate. › expedição foi obrigada a retroceder. ● apoio de grande número de pessoas ► Nordeste: defesa do "homem Santo" ♦ chefes militares sertanejos. → Pajeú → Pedrão → Joaquim Macambira → João Abade (braço direito de Antônio Conselheiro) › travessia de Cocorobó, e em Uauá. 4ª expedição: Abril de 1897. ● marechal Carlos Machado de Bittencourt: Ministro da Guerra. ► comando do general Artur Oscar de Andrade Guimarães. ♦ composição de duas frentes de combate: → generais João da Silva Barbosa → generais Cláudio do Amaral Savaget. ♦ mais de quatro mil soldados. ♦ mais modernas armas da época.
  6. 6. ● O primeiro combate: Junho de 1897 ► verificou-se em Cocorobó: 25 de junho. ♦ coluna Savaget: No dia 27de junho. → perdas consideráveis. → exército chegara a Canudos. › falta de infra-estrutura. * necessária para alimentar: fome das tropas. ● Marechal Carlos Machado de Bittencourt: Agosto de 1897. ► base de operação militar: Monte Santo. ♦ fim ao caos do abastecimento da tropa. ► cerco sobre o arraial após várias batalhas: Setembro de 1897. ♦ Antônio Conselheiro: morre em 22 de setembro. → decorrência de uma disenteria. ► promessas da República de garantiria a vida ♦ população sobrevivente rende com bandeira branca. → presos: homens, grupos de mulheres e crianças › execução sumária: "gravata vermelha". * Guerra de Canudos: constituiu num dos maiores crimes já praticados em território brasileiro. ► resistência do Belo Monte: 5 de outubro de 1897 ♦ cadáver de Antônio Conselheiro foi exumado e sua cabeça decepada ♦ o arraial foi arrasado e incendiado: 6 de outubro de 1897 → Exército registrou ter contado 5.200 casebres.
  7. 7. 3. Guerra do Contestado (SC/PR 1912 – 1916): ● 50 mil camponeses. ► posseiros expulsos por fazendeiros. ► posseiros expulsos por companhias colonizadoras. ► desempregados de construção ferroviária. ► influenciados pela doutrina católica. ► lutavam pela posse da terra. ► crença nas pregações dos líderes místicos. ► reino milenarista: “monarquia milenarista”. ● planalto catarinense. ► região rica em erva-mate e madeira. ♦ área disputada pelos estados do Paraná e Santa Catarina. ● figura de três monges ● 1º monge: José Maria (Italiano). ► pregação do Evangelho ► atendendo doentes de 1844 a 1870. ► vida extremamente humilde (ética e forma de viver) ♦ arrebanhou milhares de crentes. → reforçando o messianismo coletivo. → pregava o fim da República: a “Lei do diabo”. ● 2º monge: José Maria (Atanás Marcaf : Sírio). ► postura firme e posição messiânica. ► Aparece com a Revolução Federalista: 1893. ♦ previsões sobre fatos políticos.
  8. 8. ● 3º monge: Miguel Lucena de Boaventura José Maria de Santo Agostinho (conhecido como curandeiro de ervas). ► considerado santo ♦ ressuscitou uma jovem (vítima de catalepsia patológica). ♦ recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida → acometida de uma doença incurável. ► homem que veio apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. ● Causas. ► conflito entre a caboclos e representantes do poder estadual e federal brasileiro. ► exploração de camponeses: extração da erva-mate, madeira e criação de gado. ► concessão de terras e benefícios para empresas. ♦ falta de regularização da terra. → inexistência do poder público. ♦ inglesas e americanas. → doação do governo brasileiro › madeireiros › Southern Brazil Lumber & Colonization Company. → provocaram a expulsão e marginalização. › pequenos camponeses da região. › contratação de mão de obra em outros estados com baixos salários. ► fanatismo religioso. ♦ Guerra Santa ● integrantes violentamente massacrados. ► uso de canhões, metralhadoras e aviões de bombardeio.
  9. 9. 4. Banditismo Social ou Cangaço (NE 1890 – 1940): ● Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos. ● Principais bandos: Lampião e Curisco. ● movimento social não organizado. ► não existia uma política dos oprimidos contra os opressores. ♦ conquista a simpatia do povo ● movimento independente ( consciente ou não). ► tamanho variado ♦ dependendo da seca. ♦ miséria ♦ fome. ► mulheres participavam em pé de igualdade ♦ Maria Bonita (Lampião). ♦ Inácia (Gato). ♦ Sebastiana (Moita Brava) ♦ Dadá (Corisco) ● ataques de preferência a grandes proprietários ► dinheiro ►alimentos ► abrigo contra polícia ♦ oposição aos capangas. ► miséria crônica da população nordestina. ► seca ► má distribuição de terras. ► injustiças dos coronéis. ● Mito do “Robin Hood”. ► Os cangaceiros foram perseguidos pela polícia volante ♦ exterminados um a um. ♦ despertavam medo nos coronéis. → sem perspectiva de melhorar sua condição. → não temiam o desrespeito das leis vigentes.
  10. 10. 5. Revolta de Juazeiro (CE – 1913/1914): ● Líder: Padre Cícero. ► homem santo e "fazedor de milagres“: "Padim Ciço". ● confronto ocorrido entre as oligarquias ► cearenses e o governo federal ♦ interferência do poder central na política estadual. → afastamento do poder a tradicional família Accioly. › posição ao governo federal → Política das Salvações. › anular oposição eleita no governo estadual. * governo de Hermes da Fonseca. ● Padre Cícero lidera um exército formado por fiéis que recuperam o poder para a tradicional família. ► aumento do prestígio político do Padre Cícero. ♦ família Accioly retoma o controle do Estado do Ceará.
  11. 11. MOVIMENTOS URBANOS: ESPONTANEÍSTAS 6. Revolta da Vacina (RJ – 1904) ● manifestação popular: elevado índice de pobreza e aumento do desemprego. ► cidade do Rio de Janeiro, Brasil. ♦ campanha de vacinação obrigatória → Lei da Vacina Obrigatória (31 de Out. de 1904). › imposta pelo governo federal. › varíola. › brigadas sanitárias acompanhadas por policiais: invasão de domicílio. ● projeto de modernização da Capital: Rio de Janeiro. ► cartão-postal: Brasil república. ► inexistência de saneamento: febre amarela, peste bubônica e varíola. ♦ mangues, lixo às ruas, ratos e mosquitos transmissores de doenças. ► Presidente Rodrigues Alves. ► Prefeito da Capital: Francisco Pereira Passos. ♦ destruição de cortiços e favelas ♦ alta do custo de vida (inflação) ♦ ampliação das avenidas. ♦ construção de novos prédios. ♦ expulsão de comunidades pobres das regiões centrais. → formação de favela. ► A população exaltada ♦ depredação de lojas. ♦ incêndio de bondes. ♦ barricadas. ♦ quebra de trilhos e poste. ♦ ataque a polícia. ♦ sublevação dos alunos da Escola Militar da Praia Vermelha. ► a suspensão da obrigatoriedade da vacina ► declaração de estado de sítio (16 de Novembro). ♦ controle da rebelião: 30 mortos e 110 feridos. ♦ centenas de pessoas presas. ♦ envio de pessoas muitas para o Acre. ► erradicação da doença.
  12. 12. 7. Revolta da Chibata - 1910 ● desigualdade social e violência urbana ► Marinha do RJ devido aos castigos e humilhações sofridas pelos marinheiros. ♦ maus tratos. ♦ baixos soldos. ♦ péssima alimentação. ♦ castigos corporais → (chibata) dentro da corporação. ● líder: João Cândido (“Almirante Negro”). ► marujos apoderam dos navios de guerra - 22 de novembro 1910. ♦ Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Deodoro. ♦ ultimato ao Governo Federal: Hermes da Fonseca → apontaram os canhões dos navios para lugares estratégicos da capital. → reforma do Código Disciplinar. › fim dos castigos corporais (chibatas, bolos, etc). › aumento dos soldos. › preparação e educação dos marinheiros. → projeto de lei aprovada no Parlamento: Rui Barbosa. › fim aos açoites. › concessão de anistia aos revoltosos. ► governo ignorou anistia. ♦ decreta afastamento dos marinheiros indesejáveis. ♦ prisão dos marinheiros participantes do movimento. → revolta dos marinheiros em 09 de dezembro. → bombardeio do Exército ao movimento. › dezenas de mortos. ›inúmeros presos. › 97 marinheiros enviados a Amazônia. * trabalhos forçados na extração da borracha. * conspiração: fuzilamento.
  13. 13. 8. Economia na República Velha: Governo Federal ● agro exportação: café (MG e SP expansão cafeeira no início do séc. XX). ► abertura de linhas de crédito. ♦ mão-de-obra estrangeira: europeia. ♦ mercado internacional favorável. → Final do séc. XIX e início do sé. XX. » aumento da população brasileira. * italianos, espanhóis, portugueses, etc. • crise da economia cafeeira 1901 – 1909 ► superprodução: produção acima do consumo. ♦ queda do preço. → convênio de Taubaté: governos estaduais (SP, MG, RJ) – 1906. » compra do excedente da produção para regular o preço. * contrair dívidas no exterior para financiar a compra das safras. * aumento de impostos para o pagamento das dívidas externas. • mercadorias destinadas à exportação: ► borracha: 1905 -1913 (Norte: Acre). ♦ látex: seringueira. → procura nos países industrializados a partir de 1840. » pneus de bicicleta e automóveis ♦ Queda: cultivo dos seringais ingleses na Ásia → contrabando de sementes (Ingl., Fr. e Hol.) ► cacau ♦ sul da Bahia: Itabuna e Ilhéus (E.U.A. e Europa). ► cana-de-açúcar: Nordeste. ♦ açúcar de beterraba na Europa ► carne: Sul.
  14. 14. 9. desenvolvimento industrial. • pouco desenvolvimento na república velha. ► domínio agrícola: concentração de capital. ♦ indústria: complementação às atividades agrícolas (RS, PE, SC e MG). • crise do café: superprodução. ► transferência de capital para o setor industrial - SP. • transferência de capital para o setor comercial. ► RJ: indústria têxtil. • capital financeiro internacional. • Classe operária. ► reorganização das forças de trabalho no Brasil. ► crescimento da produção industrial brasileira. ► Principais centros: SP e RJ. ► imigração europeia: italiana, alemã, espanhola, etc. ► feminino e infantil. ♦ baixos salários: competição do trabalho masculino adulto. ► Jornada de trabalho: 10 a 12 horas. ► punições: agressões físicas. ► inexistência de leis trabalhistas: ♦ salários. ♦ descanso semanal. ♦ férias ou licenças remuneradas. ► indústrias leves. ► indústrias de bens de consumo. ♦ têxtil, alimentos, bebidas, calçados, chapéus, etc. • Avanço industrial: 1914-1917. ► Primeira Guerra Mundial. ♦ substituição das importações. • Condições de vida: (Cortiço: 3 por 5 ou 6 m²). ► 4 a 6 pessoas. ► Promiscuidade. ► banditismo. ► desemprego. ► problemas de vizinhança. ► sem privacidade. ► falta de higiene. ► proliferação de doenças contagiosas. ► violência • vilas operárias: casas construídas no terreno da fábrica. ► privacidade familiar rígida disciplina e controle constante sobre os moradores.
  15. 15. 10. Greve geral de 1917: marco inicial das lutas operárias na República Velha. • cotonifício Crespi ► aumento de salário. ► jornada de trabalho de 8 horas. ► pontualidade no pagamento ► regulamentação do trabalho infantil e feminino. ► assistência médico-hospitalar. • correntes operárias: ► anarquistas. ♦ inexistência do Estado: sociedade livre de qualquer controle político. ► anarco-sindicalismo (greve: principal instrumento de luta). ♦ sindicato principal órgão de luta e organização dos trabalhadores. → o sindicato: luta contra o Estado. ► socialismo: luta de classes. ♦ ditadura do proletariado. ♦ controle dos meios de produção e das propriedades. ► corrente católica ♦ afastar os trabalhadores das influências da anarquista e socialista • Patrões: fechamento das fábricas por tempo indeterminado. ► confronto entre policiais e grevistas. • Objetivos: ► aumento de 20% do salário. ► fixação do dia pagamento. ► sem demissão de grevistas, etc. ► governo. ♦ respeito ao direito de reunião dos operários. ♦ cumprimento às normas de defesa da mulher e do menor. ♦ principais determinações descumpridas. • partido comunista - 1922: declínio do anarco-sindicalismo. ► ação direta nas fábricas e a greve poderiam transformar a sociedade. ► governo de Washington Luís ♦ Lei Celerada: censura a imprensa, proibição as reuniões e limite à liberdade de expressão. » PCB: atividade na clandestinidade. ♦ postura do governo em relação ao movimento operário: repressão (“caso de polícia”).
  16. 16. 11. Oposição ao Estado Oligárquico. • Burguesia industrial: origem na elite agrária cafeeira. ► Governo federal privilegiava o setor agroexportador (café). ♦ crítica ao governo. ♦ Repressão ao movimento operário → uso da força estatal (questão social era caso de polícia). ♦ contra a existência de qualquer tipo de associação operária. ► contra a qualquer interferência do Estado na economia. • classe média urbana: oposição ao regime oligárquico. ► funcionários públicos, empregados de escritório, comerciários, bancários. ♦ excluídos do sistema do poder. ► fim do voto aberto, construção de moradias, diminuição do custo de vida. ► negros e mestiços. ♦ discriminação racial. ♦ desqualificação profissional. → subempregados. » ambulantes, biscateiros, empregados domésticos e desempregados. • oligarquia dissidente (Norte, Nordeste, Sul). ► rompem contra o domínio do café-com-leite no governo federal. ► manutenção do latifúndio, monocultura, produção voltada para exportação. ► comando na política federal. 12. Tenentes: 1922 – 1926 • jovem oficialidade do Exército. ► tenentes e capitães. ♦ insurreição contra a cúpula militar. ♦ oposição as oligarquias dominantes.
  17. 17. • Escola de Realengo (Vila Militar – RJ.). ► oriunda das classe médias. ♦ missão do Exército: “servir a nação” • ideal: salvação nacional (controle militar). ► moralização da administração pública. ► luta armada: derrubar as oligarquias. ► fim da fraude eleitoral. ♦ voto secreto. ♦ Justiça eleitoral confiável. ♦ fim da corrupção do governo. ► defesa da economia nacional. ► contra a exploração das empresas. ► contra o capital estrangeiro. ► reforma da educação pública: obrigatório e gratuito. • Cúpula militar: sustentação do poder oligárquico. ► “servilismo contumaz”: obstinado. • apoio da classe média urbana. • predominância da ideologia liberal reformista. ► descrença na população como mecanismo de mudança social. ► poder centralizado. ♦ reconstruir o Estado. ♦ construir a nação. A. Revolta de Copacabana – 1922 (18 de Forte de Copacabana). • Contra a posse do presidente Arthur Bernardes (1922). ► Reação Republicana: ♦ apoio das oligarquias para o Governo Federal (Borges Medeiros). → Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. → apoio dos militares Hermistas. » Episódio das “Cartas Falsas”: publicação no Correio da Manhã – RJ. * insultos ao Exército.
  18. 18. ♦ Prisão do Marechal Hermes da Fonseca (ex-presidente) e fechamento do Clube Militar. → sublevação de várias unidades militares. → indisposição como governo federal. » Forte do Vigia (vila militar). » Escola Militar do Realengo. » 1° Batalhão de Engenharia. ► tropas fiéis ao governo: bombardeio do Forte ♦ 17 militares e 1 civil enfrentam as tropas leais ao governo na praia de Copacabana. → 2 sobreviventes (Tenentes Eduardo Gomes e Siqueira Campos). B. Revolta paulista – 1924 (apoio dos batalhões do Rio Grande do Sul e São Paulo). • 2° aniversário dos 18 do Forte (Isidoro Dias Lopes). • valorização do café. ► aumento do custo de vida. ► elevação da dívida externa. • governo decreta estado de sítio (repressão). ► Reformas na Constituição. ♦ aumento do poder de intervenção federal nos Estados. ♦ restrição dos direitos individuais. ► manifestações populares contra carestia. ► greves promovidas por anarquistas. • Revolta tenentista paulista: publicação de suas exigências. ► limitação do poder Executivo. ► independência dos poderes. ► eleição de uma nova assembleia constituinte. ► voto secreto. ► obrigatoriedade do ensino. ♦ primário e profissionalizante. • Cidade de São Paulo sofre intenso bombardeio. ► revoltosos seguem ao Paraná -1925.
  19. 19. • batalhão do Amazonas: tendências radicais (caráter socialista). ► Conselho governativo (Comuna de Manaus): Tenente Ribeiro Júnior. ♦ Tributo da redenção: impostos dos ricos para socorrer os pobres. ♦ prisão de especuladores. ♦ expropriação de matadouros ingleses na região. ► forças legalistas derrotam o movimento. C. Coluna Prestes (1924 – 1926): “ a mais importante demonstração de guerrilha do continente” na época. • União as forças tenentistas de São Paulo e Rio Grande do Sul. ► tenente Luís Carlos Prestes (“o Cavaleiro da Esperança”). ► general Miguel costa. ♦ rebeldes entre 800 a 1.500 civis e militares. → percorreram 24 mil quilômetros. → vitória em 53 combates travados contra as forças do governo e jagunços dos coronéis. » denunciar a miséria do povo. » os interesses da oligarquias. » Caráter social mais amplo. * voto feminino. * reforma agrária. ► integrantes se exilaram na Bolívia. ► perda de sentido do movimento. ♦ fim do governo de Arthur Bernardes.

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