Estereotipo

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Estereotipo, preconceito e discriminação

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Estereotipo

  1. 1. Daniela Luise. Kamila Dias. Scheila Palma. Stephany Lais. CONSEGUEM IDENTIFICAR QUAL O NOSSO TEMA?
  2. 2. É uma categorização generalizada das características de um grupo, referentes a uma suposição; pré-julgamentos à respeito de um meio social. Positiva ou negativamente Uma vez interiorizada, o estereótipo é aplicado de forma automática; uma construção social.
  3. 3. Faça uma analise da pessoa estereotipada O que vê? O que pensa? Como a conceitua?
  4. 4. Os estereótipos simplificam uma interpretação individual, estabelecendo-o especificamente de uma forma geral. As imagens criadas facilitam nossa orientação no meio social. Os estereótipos favorecem a seleção, por exemplo, quando precisamos escolher a qual grupo ‘pertencer’.
  5. 5. 1. Discutam o tema 2. O rótulo deve ser levado em conta nas discussões, sem que o possuidor saiba o significado. 3. Exponham suas conclusões 4. Retirem a etiquetas. Conseguem saber quais são seus rótulos?
  6. 6. Nos fornece informação sobre as características de um grupo, relacionando um sentido à realidade, ideias seguras como orientações para as relações sociais. Pois, ao haver a categorização da realidade social, esta transmite dados que promovem a nossa adaptação. http://www.criacionismo.com.br/2013/01/a-dessensibilizacao- da-consciencia.html
  7. 7. Relacionado ao sentimento de identidade social. Como a identificação que criamos de nós mesmo com um grupo, reforçando a identidade grupal permitindo-o este definir-se em relação a outro. Reforçam o sentimento do “nós” por oposição aos outros. Parte do que somos tem a ver com o grupo a qual pertencemos
  8. 8. Os estereótipos não são, no entanto, apenas um “atalho” para a nossa compreensão do mundo, mas também uma forma de projetarmos sobre este o “nosso valor, a nossa posição e os nossos direitos” funcionando como uma espécie de armadura protetora, que nos assegura acerca do nosso lugar no mundo. (Lippmann, 1997)
  9. 9. 1. Sentem-se em círculos. 2. Com o presente em mãos, passem-no para aquele que você ache que corresponde a indicação.
  10. 10. Segundo Pereira, o enfoque da instalação do estereótipo observa que pessoas, inicialmente, imaginam e definem o mundo e em seguida o observam. Ou seja, a interpretação estaria fundamentalmente associada à cultura, que determinaria de forma estereotipada a noção interna sobre o mundo externo. Com isto, já haveria uma opinião formada, de acordo com os códigos da cultura, para se analisar o mundo antes mesmo de observá-lo.
  11. 11. Todos os processos são envolvidos; cognitivos, afetivos, motivacionais, sociais e culturais. Ambos estão correlacionados aos contatos e experiências com as pessoas e agentes de socialização. A família tem uma forte influência na formação dos estereótipos, assim como os mecanismos sociais, políticos, econômicos e educacionais que também possuem grande influência na formação de estereótipos.
  12. 12. Segundo Serge Moscovici (1978), os estereótipos visam à “domesticar o que é estranho”. Com isto limitam nossas expectativas das atitudes e comportamentos dos membros de tal grupo. Moscovici evidencia que é de extrema importância considerar que essas representações sociais são capazes de influenciar o comportamento do individuo, como quando há movimentos que alcançam uma coletividade.
  13. 13. Segundo Jean Maisonneuve (1977), tanto a opinião pública quanto a particular interferem entre si... “de forma sutil e movediça.” http://scienceblogs.com.br/socialmente/2014/07 /preconceito-e-estereotipo/
  14. 14. Conclui-se portanto, segundo os autores citados, que a argumentação abordada procede que a multicausalidade do fenômeno estereótipo, admite-se a ação conjunta dos fatores físicos, biológicos, individuais, grupais e contextuais envolvidos no processo de estereotipização.
  15. 15. Estereótipo, preconceito e discriminação Vimos que estereótipo é um conjunto de crenças, ou seja, ideias “feitas”, que transmitem uma imagem generalizada de um objeto ou pessoas. Portanto, o preconceito também é uma atitude que tem como base o estereótipo. Pois, através da informação do estereótipo é feita uma avaliação, um pré-juízo em relação aos outros indivíduos e aos grupos que os constituem transformando-os em sentimentos estereotipados em relação a estes. Por sua vez, entra a discriminação, que são os comportamentos que derivam dos estereótipos e dos preconceitos. Geralmente são negativos podendo acentuar-se em situações de crise (política, econômica, social...), constituindo por maioria das vezes, de violência e agressão.
  16. 16. No entanto, as ideias acerca dos grupos estão tão enraizadas que podem se transformarem em verdadeiros estereótipos, levando ao preconceito, conduzindo, por fim, às discriminações. Cognitivo Estereótipo Crenças generalizadas Emocional Preconceito Sentimentos sem fundamentos Comportamental Discriminação Ações negativas
  17. 17. 1. Formar uma roda e passar a caixa indicada enquanto a música toca. 2. Quando a música for interrompida, a caixa deve ficar com quem estiver no momento. 3. A pessoa que permanecer com a caixa terá que cumprir um desafio indicado dentro dela. Sem reclamar, sem ter ajuda, independente do que seja.
  18. 18. “Assumimos que o que cada homem faz é baseado não em um conhecimento direto e certo, mas em imagens feitas por si próprio ou que lhe são dadas” (Lippmann, 1997)
  19. 19. Referências • Moscovici , Serge. Representações Sociais, 1958 • Maisonneuve, Jean . Introdução a psicosociologia, 1977 • Pereira, Marcos Emanoel. (2002). Psicologia social dos estereótipos. São Paulo, SP: EPU. • Monteiro, Manuela Matos. Ferreira, Pedro Tavares. (2007), Ser Humano, Psicologia B, Porto Editora. • Lippmann, Walter (1997), Public Opinion, New York, Free Press Paperbacks. • Psicologia social dos estereótipos. Paula Bierrenbach de Castro Guerra. Psico-USF (Impr.) vol.7 no.2 Itatiba July/Dec. 2002. Disponível: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413- 82712002000200013 • Borges, Susana. Estereotipização e Lutas de Identidade. Disponível: http://www.aps.pt/vicongresso/pdfs/38.pdf

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