os valores da nossa residência

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os valores da nossa residência

  1. 1. Maria Imaculada OS VALORES DE NOSSA RESIDÊNCIA
  2. 2. nossos valores HONESTIDADE AMAR INTEGRALIDADE SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO ALEGRIA E FESTA AMOR AL TRABALHO ESPIRITUALIDADE SOLIDARIDADE
  3. 3. AMAR SE A SI MESMO AMAR SE ENTRE SI AMAR A DEUS "Sejam afáveis e caridosas com todos, jamais servis nem adula­ras. Amem com veneração a seus patrões e estimem também aos mais moradores da casa, considerando que a caridade é o melhor vinculo de união. Não obstante, sejam ao mesmo tempo reservadas prudentes para evitar toda familiaridade com qualquer pessoa" (Regu­ lamento para as jovens). "As colegiais hão de amar-se entre si como irmãs, considerando-se uma mesma família, dissimulando seus defeitos mutuamente e cada qual fazendo o que possa para dar bom exemplo as demais" (Regul­ amento para as jovens).
  4. 4. AMOR AO TRABALHO "Deve procurar que as moças aproveitem o tempo que passam no Colégio, ensinando-lhes, com todo primor possível, a costurar, cerzir, marcar, segundo a capacidade, e como estas jovens não têm outro patrimônio que seu trabalho, ... fazendo amar o trabalho como uma virtude que lhes há de dar a felicidade e paz de suas almas nesta vida e que há de ser o caminho mais seguro que as conduz ao céu. Não percam de vista que a falta de amor ao trabalho, e de submissão a seus patrões, é o que as leva mais rapidamente a uma segura perdição"
  5. 5. vejo as o Quand res , me “ ns aleg ção” jove o cora dilata
  6. 6. INTEGRALIDADE "Procure que no tempo em que estejam desempregadas apren­dam a ler, escrever e contar, como também as Regras de Urbanidade, como aprendem o Catecismo, as quais se lhes explicará como se lhes explica o Regulamento" (Regras da Prefeita Geral de internas, V CGRMI, Madri, 1911, n. 244).
  7. 7. HONESTIDADE "Em todas partes se veem os frutos na honradez, fidelidade e bons costumes das que recebem a educação e instrução que lhes dá, não tão somente enquanto tem de servir, mas também quando mais tarde chegam a ser mães de família"
  8. 8. SOLIDARIDADE "Finalmente, procure introduzir nas fami1ias, por meio do serviço doméstico, a boa semente semeada no coração de nossas aco­lhidas; porém isto se há de revestir com a conveniência de uma ex­celente empregada em fidelidade, honradez e disposição para o de­sempenho de seus trabalhos, e assim a todos se estenderá o bem e a maior gloria de Deus"
  9. 9. "Nossa finalidade, depois da santificação própria, é a moralização das jovens que se dedicam a servir. Para isso as recebemos nossas casas durante seu desamparo, gratuitamente, sempre que sejam de boa conduta, e, depois, de instruí-las, principalmente no necessário para salvar-se, são colocadas em casas de confiança, cuidando de que vivam nelas cristãmente por meio da frequência dos sacramentos.” SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO SALVAÇAO E SANTIFICAÇAO (Moral) (Moral) "Em todos seus ministérios deve representar-se a Nosso Se­nhor quando andava pelo mundo tratando com todo tipo de gente e fazendo o bem a todos. Não se fixe no exterior das acolhidas, mas considere em todas o preço infinito de suas almas, redimidas com o Sangue de um Deus, que para salvar a uma delas voltaria a dá-lo todo"
  10. 10. ESPIRITUALIDAD E "É preciso que entendam que o Senhor é "Muito especialmente procurarão inculcar-lhes um verdadeiro amor e devoção a Santíssima Virgem, um espírito sólido de piedade" fazendo-lhes entender bem quais são suas obrigações como cristãs e quais como trabalhadoras, que umas não possam estorvar as outras. Uma jovem verdadeiramente piedosa tem de ser indispensavelmente boa trabalhadora e uma boa trabalhadora não pode sê-lo sem ser uma boa cristã" infinito em poder e misericórdia; que para Ele nada é impossível; que sempre nos atende quando não lhe pedimos coisa contrária a nossa salvação, e, se alguma vez atrasa em fazer-nos a concessão, devemos perseverar orando, sem desanimar. Muitas vezes o Senhor faz que não nos ouve para fazer-nos um bem maior que aquele que lhe estamos pedindo, como acudir a Ele com frequência, conhecer o quanto é doce e suave o serviço e amor uns dos outros. Do que foi dito se aprende que nossa oração, além de ser humilde, há de ser confiada e perseverante" (Regulamento para as jovens, V CG-RMI, Madri, 1911, n. 97-98).
  11. 11. Como nós os vamos assimilar ? Propostas e meios... Como vamos os transmitir? Propostas e meios...
  12. 12. ri s C o om ivos ... C at orm F ios tér
  13. 13. LH CO A A PREV E Pedagogia do CUIDADO NÇ ÃO "Aproximam-se a cem as moças que temos sob nossos cuidados; essas criaturas vivem em una Corte, onde tudo é corrupção, rodea­das de perigos por todas as partes, sem ter quem as avise e as desvie dos precipícios que a cada momento se encontram, pois quanto bem não resultaria em acolher essas moças em suas situações incómodas, instruílas, distraí-as nos dias festivos e cuidar, enfim, de que vivam cristãmente!" (A seu pai, Cascante. Madri, 16 de junho de 1868) PERS ONA L IÇAO DAD ALI EGR E INT
  14. 14. FIRMEZA e DOÇURA 227. De estar persuadida de que es la llamada a hacer el bien más de cerca a las acogidas, y, por lo tanto, ha de procurar adquirir mucha virtud, para edificarlas con su ejemplo, mucha oración y un constante empeño de aprovecharlas por todas la vías posibles. 228. No ha de extrañarse de la ignorancia, de la grosería y demás defectos de esas pobres jóvenes, sino con santo fervor se animará a conducir al bien de estos preciosos depósitos que Jesús le confía. 229. Al mismo tiempo que muestra afecto y dulzura a las acogidas,
  15. 15. ESCUTA E ACOMPANHAMENTO "Nas tardes dos dias festivos, seu principal oficio deve ser ver e falar as colegiais externas que vão chegando, procurar, de acordo com a Madre Superiora, fazer-lhes o tempo mais agradável possível, não perdendo ocasião de infundir-lhes mais e mais carinho, confiança e apreço ao Colégio, o amor ao trabalho, que é seu único patrimônio,”

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