Na bigorna de Deus

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Ministração Culto de Domingo 15 de Abril 2012, por daniel de Caravalho Luz

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    1. 1. na bigorna de Deus Por Daniel de Carvalho LuzComunidade Evangélica Cristo para as Nações
    2. 2. Na bigorna de Deus Por Daniel de Carvalho LuzMinistração no culto domingo 15 de abril 2012
    3. 3. Na bigorna de Deus Quase escondido, em um calmo canto da bíblia, está este versículo que Transborda Emoção. Leia atentamente essas antigas palavras da pena de Jó:Jó 24:12“ Dentro das cidades gemem os moribundos, e 12 a alma dos feridos clama...” Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    4. 4. Na bigorna de Deus Visualize a cena!Uma grande metrópole...Movimento, agitação, velocidade,ruídos, prédios, escritórios, casas,bares, restaurantes, supermercados, carros, bicicletas, motos, crian ças, animais, etc. Um nervoso frenesi
    5. 5. Na bigorna de DeusQualquer morador de umagrande cidade poderiadescrever a cena, delinear aação.Más existe mais...Por detrás e sob a barulhentaonda de atividadeshumanas... Existe doresinvisíveis.Jó as chama de Gemidos.
    6. 6. Na bigorna de DeusNo hebraico, a palavra sugere queesse gemido vem daquele que foiferido. Talvez seja por isso que Jócoloca o próximo verso de formapoética: “a alma dos feridos clama...”Nessa linha, “Feridos” vem dotermo que significa trespassadocomo se fosse apunhalado. Nãouma punhalada física – por isso éque “a alma” está clamando.O que ele estava querendo dizer? Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    7. 7. Na bigorna de DeusVamos a um outro canto... Não tãoescondido, no Novo Testamento.Com a seguinte pergunta:“O meu Deus se preocupa?”Marcos 4:38“... Mestre, não te importas que morramos?” Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    8. 8. Marcos 4:3838 Ele, porém, estava na popa dormindo sobre aalmofada; e despertaram-no, e lhe perguntaram:Mestre, não se te dá que pereçamos?
    9. 9. Na bigorna de DeusQue clamor Honesto, um obstinado e doloroso clamor. É possível que você nesta semana... Nestes últimos dias, neste mês... Tenha perguntado:“Deus, você não se importa?” Por que comigo? Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    10. 10. Deus, você não se importa?Por que comigo?
    11. 11. Na bigorna de DeusÉ a eterna pergunta. A pergunta feita literalmentepor todas as pessoas que pisaram esta terra. Nuncaexistiu uma só alma que não tenha lutado com estadolorosa pergunta. O meu Deus se preocupa?Ou, não será a minha dor um grande errode Deus? Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    12. 12. Na bigorna de DeusE uma vez que os ventos bramiam e o mar rugia, osdiscípulos amedrontados e impacientes falavam sobreo medo para Jesus.“Mestre, não te importas que morramos?”Com toda paciência que somente alguém que sepreocupa pode ter, ele respondeu a pergunta. Eleacalmou a tempestade de maneira que os trêmulosdiscípulos pudessem ouvir sua resposta. Jesus deu umasó resposta para o todos os nossos dolorosos dilemas:Onde está Deus quando eu estou ferido? Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    13. 13. Na bigorna de Deus Escutando!É exatamente onde Ele está. Ele se importa com Você.
    14. 14. Na bigorna de Deus DEUS É MUITO BOM PARA FAZER ALGUMA CRUELDADE... MUITO SÁBIO PARA COMETER ALGUM ERRO... MUITO PROFUNDO PARA SE EXPLICAR.Romanos 11:33“Ó profundidade... da sabedoria e doconhecimento de Deus! Quão insondáveis são osseus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!” Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    15. 15. Na bigorna de Deus Na Bigorna de Deus. Talvez tenhamos estado lá, nestes últimosdias, semanas ou meses...Derretido. Sem forma.Desfeito. Colocado na bigorna para ser refeito? Na Bigorna. Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    16. 16. Na bigorna de DeusCom um forte braço, o ferreiro vestido com um avental coloca as pinçasdentro do fogo, agarra o metal fervendo e o coloca sobre a bigorna. Oseu olho aguçado examina a peça ainda em brasa. Ele vê o que aferramenta é agora e visualiza o que ele quer que ela seja – maiscortante, mais achatada, mais larga, mais comprida. Com visão maisclara em sua mente, ele começa a martelá-la. A sua mão esquerda aindasegura as pinças, com o metal quente, e a mão direita bate no metalmoldável com a marreta de aproximadamente um quilo.Na sólida bigorna, o ferro ainda em combustão começa a serremodelado.O ferreiro sabe que tipo de instrumento que ele quer. Ele sabe otamanho. Ele sabe o formato. Ele sabe a força.
    17. 17. Na bigorna de DeusPáh! Páh! Bate o martelo. Os barulhos ressoam na fábrica, oar se enche de fumaça, e o metal ainda mole responde.Mas a resposta não vem fácil. Não vem sem desconforto.Para derreter o ferro velho e fundi-lo como novo passa-seum processo de ruptura. O metal ainda se mantém nabigorna, permitindo que o ferreiro remova ascicatrizes, repare as rachaduras, preencha as lacunas, epurifique as impurezas.E com o tempo, uma mudança ocorre: O que era sem cortese torna afiado, o que era torto se torna reto, o que erafraco se torna forte, e o que era inútil se torna valoroso. Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    18. 18. Na bigorna de DeusEntão o ferreiro para. Ele cessa asbatidas e coloca o martelo de lado.Com um forte braço esquerdo, elelevanta as pinça até que o metalrecém moldado esteja à altura dosseus olhos. Ainda em silencio, eleexamina a ferramenta em brasa. Oimplemento incandescente é giradoe examinado para ver se existemmarcas ou rachaduras.Não existe nenhuma.
    19. 19. Tempos de provação não são para seremdesprezados; eles são para seremexperimentados.Embora o túnel seja escuro, elevai através da montanha. Temposde provação nos fazem lembrarde quem nós somos e de quemDeus é.Nós não deveríamostentar escapar deles.Escapar desses momentospode significar escapar deDeus.
    20. 20. Na bigorna de DeusDeus vê nossas vidas do começoao fim. Talvez ele nos faça passarpor uma tempestade aos 19 anosou aos trinta para que possamossuportar um furacão aos setenta.Um instrumento é útil somente seele estiver na forma certa. Ummachado sem corte ou uma chavede fenda torta precisa deatenção, e nós também. Um bom ferreiro mantém as suas ferramentas em boa forma. E Deus faz mesmo.
    21. 21. Na bigorna de DeusO tempo que ficamos na bigornadeveria servir para entendermos qual éa nossa missão e definir os nossospropósitos. Quando uma ferramentaemerge da bigorna de um ferreiro,sabe-se exatamente para que fim ela foifeita. Não existe dúvida do porquê elafoi feita.Uma só olhada na ferramenta é o suficiente para sabermos qual é suafunção. Você pega um martelo e sabe que ele foi feito para martelar ospregos. Você pega um serrote e sabe que ele foi feito para serrar madeira.Você pega uma chave de fenda e sabe que ela foi feita para apertarparafusos. Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    22. 22. Na bigorna de Deus Quando o ser humano emerge da bigorna de Deus, deveria acontecer o mesmo com ele. Ser testado por Deus nos faz lembrar que a nossa função e tarefa têm a ver com as coisas de Deus, que nosso propósito é de ser uma extensão da Sua natureza, um embaixador da sala de Seu trono e um proclamador de sua mensagem. E a certeza de que Ele se importa e está atento às nossas angustias, dores e sofrimentos. Mas é necessário que todos passem pela bigorna de Deus. Deus tem falado comigo e sinto o seu remodelar em minha vida. Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações
    23. 23. Na bigorna de Deus Daniel de Carvalho Luz Daniel.luz@jci.comDaniel.luz2020@hotmail.com Fone (15) 9126 5571 Por Daniel de Carvalho Luz Comunidade Evangélica Cristo para as Nações

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