1.gestão de mudanças change management

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1.gestão de mudanças change management

  1. 1. Change Management<br />Master Business Leadership<br />Mudanças<br />próxima saída<br />
  2. 2. 2<br />Daniel de Carvalho Luz<br />Workshop <br />Change Management<br />
  3. 3. Porque o ambiente muda<br />Por que as Empresas Mudam?<br />Para adaptar-se às mudanças externa<br />Regulamentações externas<br />Gerenciamento de metas – reestruturação – eficiência<br />Responder aos desafios inerentes do negócio<br />Implementar melhores práticas<br />Influencias externas – nem sempre para melhor<br />Estar à frente da concorrência<br />Fazer a diferença<br />Ser mais competitivo<br />Planejamento e Desenvolvimento<br />Alguém no topo diz: nós temos que mudar!<br />Para atender necessidades / aspirações dos stakeholders<br />Para criar novas oportunidades<br />
  4. 4. O que é mudança?<br />• Reestruturação organizacional<br />• Fusões & Aquisições<br />• Novos processos e tecnologias<br />• Profissionalização da empresa<br />• Troca de comando<br />• Demissões em massa e PDV<br />• Aposentadoria dos líderes ou heróis<br />• Contratação de especialistas<br />• Formação de profissionais<br />
  5. 5. Kurt Lewin – análise do campo de força e as três etapas<br />Peter Senge – Modelo sistêmico<br />John Kotter – Oito etapas<br />Beckhard e Harris- A fórmula da mudança<br />Willian Bridges – Gerenciamento da transição<br />5<br />Estudiosos do Tema Mudança<br />
  6. 6. 6<br />Kurt Lewin, psicólogo alemão, nasceu em 1890 na Alemanha e morreu em 1947 nos Estados Unidos.<br />Foi o psicólogo que deixou a herança mais importante para o movimento das Ciências do Comportamento. <br /><ul><li>Criação da Teoria de Campo
  7. 7. Criação da Pesquisa Ação
  8. 8. Considerado o fundador de Dinâmica de Grupo..
  9. 9. A partir dele houve uma gradativa diversificação das ciências sociais. </li></ul> <br />
  10. 10. 7<br /> C = f (P,M) <br />Onde: ( C) é função ( F) ou resultado da interação entre a pessoa ( P) e o meio ambiente ( M) que a rodeia. <br />
  11. 11. 8<br /> Peter Senge<br />é uma das marcas de prestígio internacional do Massachusetts InstituteofTechnology (MIT)<br />na área da gestão. <br />A ele se deve a difusão do conceito de 'aprendizagem organizacional' e de 'organização que aprende' (conhecido mundialmente pela “buzzword”, em inglês 'learningorganization') que passou a entrar na linguagem de negócios. <br />  <br />
  12. 12. 9<br />John Kotter<br />Dr. John Kotter é o guru da liderança e da mudança em Harvard Business School. <br />É autor de 11 livros, todos best-sellers da área de gestão. Kotter, é palestrante em diversos seminários em Harvard e por todo o mundo. Vive em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos da América. <br /> <br />
  13. 13. O Mundo Mudou Debaixo de Nossos Olhos!<br />Muros foram derrubados;<br />Fronteiras desapareceram;<br />Distâncias encolheram;<br />Diversidade: de inconveniente a altamente desejável;<br />O consumidor se tornou importante;<br />Meio ambiente virou preocupação;<br />Qualidade de vida tornou-se uma aspiração;<br />A concorrência ficou mais esperta;<br />E as horas ficaram mais curtas…...<br />
  14. 14. 11<br /> A difusão da Internet; O crescimento do modelo neoliberal; A tentativa de ressurgimento das ditaduras (ex: Venezuela);<br /> A crise ambiental: os graves problemas do aquecimento global, o aumento do consumo, a incapacidade do planeta em suprir as atuais demandas e a dificuldade de se chegar a uma solução que não comprometa a economia dos países;<br /> O atentado de 11-09-2001 e outros atos terroristas; a invasão dos EUA no Afeganistão e no Iraque; A ascensão da China.<br />O Mundo Mudou Debaixo de Nossos Olhos!<br />
  15. 15. Principais Direcionadores das Mudanças<br />GLOBALIZAÇÃO <br />Fenômeno iniciado na década de 80<br />FUSÕES E AQUISIÇÕES <br />Movimento de US$ 4 trilhões.<br />REVOLUÇÃO TECNOLOGICA <br /> O conhecimento se renova a cada dia.<br />CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO<br />
  16. 16. Principais Direcionadores das Mudanças<br />CRESCIMENTO DA DIVERSIDADE<br />Multiplicidade de gerações <br />Raça e etnia<br />Mulheres<br />Excluídos ( pessoa portadora de deficiência)<br />MAIS FLEXIBILIDADE<br />Nova relação contratual<br />SUPER QUALIFICAÇÃO <br /> Life long learning.<br />
  17. 17. Principais Direcionadores das Mudanças<br />GLOBALIZAÇÃO<br />Fenômeno iniciado na década de 80 – Conforme o jornalista Thomas Friedman – O Mundo É Plano. <br />SUSTENTABILIDADE<br />O tripé Ambiente, Social e Econômico.<br />Lester Brown, fundador do Worldwatch Institute no inicio dos anos 80 definiu sociedade sustentável como aquela apta a satisfazer suas necessidades sem diminuir as oportunidades das futuras Gerações de suprirem as suas. <br />BRIC<br />Emergentes – 3 bilhões de novos capitalistas.<br />REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA<br />O conhecimento se renova a cada dia – L3= Lifelong Learner.<br />CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO<br />Envelhecimento da população ativa e crescimento da diversidade e necessidade de inclusão social.<br />World Economic and Social Survey 2007<br />
  18. 18. Agricultura<br />Industria<br />Sustentabilidade<br />Informação<br />Conhecimento<br />As Ondas das Mudanças<br />
  19. 19. Amplitude de Alcance dos Temas<br />Empresa<br /><ul><li>Inovação
  20. 20. Conteúdo comportamental</li></ul>Pessoal<br />Mudanças<br /><ul><li>Tendências</li></ul>Mercado<br />Gestão de MudançasO conteúdo do tema de Gestão de Mudanças alcança as três esferas mais importantes para o sucesso de um negócio: EMPRESA e necessidade de inovar, o MERCADO e suas tendências e as PESSOAS e suas atitudes.<br />
  21. 21. DESEMPENHO<br />ESTADO<br />DESEJADO<br />ESTADO<br />ATUAL<br />TEMPO<br />O Que Parece a Mudança?<br /> ESTADO DE TRANSIÇÃO <br /> VALE DO DESESPERO<br />
  22. 22. Receptividade Para Mudanças em Culturas Estáveis<br />10%<br /> ACEITAM DE IMEDIATO<br />20%<br />ACEITAM COM UM POUCO DE CONVENCIMENTO<br />40%<br />ACEITAM COM MUITO CONVENCIMENTO<br />30%<br />SÓ ACEITAM DEPOIS QUE A MUDANÇA<br /> FOI BEM SUCEDIDA<br />According to Daryl R. Conner - Managing at the speed of Change<br />
  23. 23. Ativa<br />RESPOSTA EMOCIONAL<br />Passiva<br />RespostasEmocionaisàsMudanças<br />Raiva<br />Aceitação ou Abandono<br />Barganha<br />Estabilidade<br />Negação<br />Teste<br />Imobilização<br />Depressão<br />TEMPO<br />Developed by Sharon M. Danes, Professor, University of Minnesota, Family Social Science Department, College of Human Ecology & Resource Management Specialist, Minnesota Extension Service, and illustrated by Jim Kiehne Graphics. From Kubler-Ross, E., 1969, On Death and Dying.<br />
  24. 24. O Campo do fluir<br />Ansiedade<br />Estresse<br />Depressão<br />Desafios<br />FLUIR DESAFIOS<br />Tédio<br />Desinteresse<br />Depressão<br />Habilidades<br />MihaliCsikszentmihalyi “Flow: the psycology of optimal experience”<br />
  25. 25. Erros Comuns no Gerenciamento das Mudanças<br />Excesso de complacência<br />Falhar no estabelecimento de uma coalizão com os centros de poder<br />Subestimar a força da visão<br />Processo de comunicação pobre<br />Permitir que obstáculos impeçam a nova visão<br />Falhar em estabelecer objetivos de curto prazo<br />Declarar sucesso muito cedo<br />Negligenciar a ancoragem da mudança na cultura organizacional.<br />
  26. 26. Conseqüências dos Erros no Processo<br />Novas de Estratégias Não são bem implementadas.<br />Fusões e aquisições não alcançam a sinergia esperada.<br />Reestruturações levam muito tempo e acabam custando muito mais do que estava previsto.<br />Downsizing não reduzem custos.<br />Programas de qualidade ou excelência operacional não geram os resultados esperados.<br />
  27. 27. 1<br />2<br />3<br />4<br />5<br />6<br />7<br />8<br />Os Oitos passos para umamudança<br />bem Sucedida<br />Kotter & RathgeberOur Iceberg Is MeltingChanging and Succeeding Under Any Conditions<br />
  28. 28. Oito Passos para a Mudança<br />8. Faça isto Colar!<br />Implemente & Sustente a Transformação<br />7. Sustentar a Mudança<br />6. Criar Indic. de Curto Prazo<br />Comprometa & Capacite toda Organização<br />5. Plan/Organizar/Agir<br />4. Comunicar para Comprometer<br />Crie um Clima para a Mudança<br />3. Definir os Impactos para Mudança<br />2. Criar um Senso de Visão / Orientação para a Equipe<br />1. Criar um Senso Comum de Necessidade e Urgencia<br />Basedon Kotter, John P. LeadingChange. Boston: Harvard Business School Press<br />
  29. 29. EFEITOS DOS PARADIGMAS“Quanto mais tempo se está nos negócios, maior a chance de não entendermos realmente o que nossos clientes valorizam”<br />(1927) WARNER BROTHERS:<br /> “Quem quer ouvir os atores falarem?”<br />(1964) INDÚSTRIA RELOJOEIRA SUÍÇA:<br /> “Um relógio sem mola mestra não é um relógio!”.<br />(1968) IBM COMPUTADORES:<br /> “Quem iria querer ter um computador em casa?”<br />(1973) MONTADORAS AMERICANAS DE AUTOMÓVEIS:<br />“Nunca trocarão o conforto dos nossos carros pelos pequenos carros japoneses!”<br />(1995) INDÚSTRIA FONOGRÁFICA: <br /> “O cliente sempre irá preferir o original!”<br />(1997) MOTOROLA CELULARES:<br />“A tecnologia digital não será valorizada pelo cliente de telefonia móvel!”.<br />
  30. 30. 26<br />Mudanças Planejadas<br />DESCONGELAMENTO<br />MOVIMENTO<br />RECONGELAMENTO<br />Fornece informações que dão respaldo às mudanças propostas<br />Fornece argumento para a mudança<br />Implementa novos sistemas de avaliação<br />Cria níveis sutis de culpa/ansiedade quanto ao fato de não mudar<br />Cria níveis sutis de culpa/ansiedade quanto ao fato de não mudar<br />Traz à tona mudanças efetivas no comportamento<br />Cria senso de segurança psicológica com relação á mudança<br />De acordo com Kurt Lewin, psicólogo social<br />
  31. 31. 27<br /> M = (AxBxD)≥X <br />Onde: <br />M = Mudança<br />A = Nível de insatisfação com o estado atual das coisas<br />B = Receptividade da mudança proposta ou estado final<br />D = Praticidade da mudança (Risco mínimo e perturbação)<br />X = Custo da mudança <br />
  32. 32. 28<br />Paradigma<br /> É uma estrutura mental, consciente ou não queserve para classificar o mundo e poder abordá-lo(Kuhn, 1989)<br /> É o corpo de conhecimentos científicos e crençastidas como verdadeiras por uma comunidadecientífica; Formado por um conjunto de suposições gerais sobre o mundo (ontologia do paradigma) e sobre como a realidade deve ser estudada(epistemologia do paradigma) (Alonso etalli, 2005)<br />

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