Malaquias - Cap. 01 parte 2

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Estudo do livro do profeta Malaquias

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Malaquias - Cap. 01 parte 2

  1. 1. Malaquias 01:06-14 Perigos em relação ao culto que prestamos a Deus
  2. 2. Malaquias inicia uma declaração indiscutível: “O filho honra a seu pai e o servo ao seu senhor”. É uma relação que envolve afeição e respeito. Mas os sacerdotes não demonstraram amor nem respeito a Deus. Desde o início Deus tratou o povo de Israel como um filho amado, tirando-o do Egito, dando-lhe proteção e uma herança, mas Israel tornou-se um filho rebelde. Aqui o profeta acusa Israel de uma enorme ingratidão para com Deus. Como Israel retribuiu o amor gracioso do Senhor? Não honraram nem respeitaram a Deus. Malaquias fala que os sacerdotes e o povo profanaram e não glorificaram a Deus como Ele merece.
  3. 3. O culto havia perdido seu valor. Deus não estava sendo honrado como merece. Culto é momento de honrar e glorificar a Deus e isto não estava acontecendo. Vejamos quais os sinais da decadência do culto:
  4. 4. Dois perigos graves Em primeiro lugar - O perigo de fazer a Obra de Deus sem andar com Deus. Os sacerdotes tinham perdido o relacionamento pessoal com Deus. Eles eram profissionais da religião e não eram fiéis à Palavra. Eles haviam se corrompido doutrinária e moralmente. Faziam o contrário do que a Bíblia ensina.
  5. 5. A apostasia começa sempre nas lideranças. As falsas doutrinas começam nos púlpitos e descem para o povo no meio da Igreja e matam as Igrejas. O povo estava cego e com o coração endurecido. Quando a Igreja se desvia da Palavra de Deus caiu na imoralidade. O liberalismo, a falta de temor e a falta de conhecimento da Palavra leva a uma vida espiritualmente relaxada.
  6. 6. Em segundo lugar: O perigo da liderança ser uma maldição e não benção! A liderança jamais será neutra. Ou ela é benção ou é maldição! Sempre que a liderança é um exemplo o povo segue seus passos. Sempre que o líder transgride as leis do Senhor ele se torna um laço de morte para o povo. A liderança é como um espelho e como tal precisa estar sempre limpo e bem iluminado. Líderes apáticos produzem crentes mundanos, vazios e omissos. Vida com Deus é essencial para liderar.
  7. 7. Versos 06-07 O dois perigos da racionalização O primeiro: O perigo de praticar o mal sem percebê-lo. O profeta Malaquias denuncia o pecado como se estivesse em um tribunal. A acusação é feita: o povo não honra mais a Deus como Pai, não o respeitam como Senhor e ainda profanam a mesa de Deus e não percebem isso! O povo está vivendo em total desobediência e acredita que tudo isso é normal. Não enxergam seus erros e a situação decadente que estavam.
  8. 8. O Segundo: o perigo de não aceitar a repreensão Divina. (vs.06) – Eles estavam com os olhos vendados pela arrogância. Ficaram retrucando a palavra de Deus através do profeta: “de que maneira temos desprezado o teu nome?”. Assim como Caim foi advertido e não obedeceu, pelo contrário, cometeu o pecado do homicídio, assim o povo estava com o coração endurecido para a repreensão de Deus. Eles prestavam culto, mas Deus não via sinceridade em seus corações. Culto não é show ou espetáculo de entretenimento para agradar pessoas, mas o momento sublime que o povo de Deus se aproxima de Sua Glória!
  9. 9. O perigo de oferecer a Deus sobras e não primícias Versos 07-09 e 13-14.
  10. 10. Conceito de primícia O sentido bíblico mais comum da palavra primícia nos é revelada em Êxodo 23. 19: “As primícias dos frutos da tua terra trarás à Casa do SENHOR, teu Deus.” No Antigo Testamento havia ordem de Deus para que o povo dedicasse os primeiros e melhores frutos de suas colheitas ao Senhor. Isso era feito quando esses frutos eram colhidos e levados aos sacerdotes como oferta consagrada a Deus no tabernáculo e mais tarde no templo. Era uma oferta de gratidão acima de tudo.
  11. 11. O profeta é enfático ao afirmar que Deus não aceita nada menos que o melhor. Os sacerdotes e o povo estavam oferecendo para Deus animais cegos, coxos e enfermos. Eles estavam oferecendo a Deus uma oferta defeituosa. Eles estavam oferecendo a Deus o pior, o resto, as sobras, o imprestável. Deus sempre exigiu um sacrifício perfeito porque Ele mesmo um dia deu o maior exemplo - Jesus Cristo. Contudo o povo pensava: para Deus qualquer coisa serve. Eles retribuíam o amor e a Graça de Deus com ofertas miseráveis e mesquinhas. Mas a verdade é que Deus não aceita nada que não seja o nosso melhor (vs.09). Malaquias ergue sua voz para dizer que Deus não aceita ofertas vazias ou cultos vazios e hipócritas!
  12. 12. Malaquias deixa claro que ninguém pode enganar a Deus. Deus examina os corações, os bolsos e o gazofilácio. O povo era abençoado por Deus, mas oferecia o pior. Prometiam trazer primícias mas ofertavam o resto. Eles estavam roubando a Deus nos dízimos e pensavam que Deus não estava vendo (03:08). O pregador Dionísio Pape disse certa vez que é possível contribuir com a Obra de Deus e ser ainda um grande enganador. Muitos hoje em dia fazem o mesmo, tentam enganar a Deus trazendo ao altar o que chamam de dízimo, mas Deus está vendo que o valor não é todo o dízimo! Eles sonegam, subtraem o que é de Deus e pensam que sairão ilesos deste roubo! Reter o que pertence a Deus é colocar nossa renda em um saco furado! Ninguém pode enganar a Deus! O Deus vivo não aceita sobras! Ele requer as primícias!
  13. 13. “Ainda hoje o gazofilácio é termômetro que mede a temperatura espiritual da Igreja!” Hernandes Dias Lopes
  14. 14. Que tipo de cristão nos tornamos?

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