Livro de Daniel – capítulo 03
Prontos a morrer não a pecar!
O mais importante não é viver, mas ser fiel a Deus e obedecê-LO
Esta era a frase que ecoava dentro dos corações dos amigos...
Em primeiro lugar: tome cuidado, pois a sede pelo poder ou
sucesso pode tornar você cego e louco. Nabucodonozor era um
hom...
Terceiro lugar: os poderes deste mundo esbarram na fidelidade
dos servos de Deus. Os poderosos deste mundo sempre
encontra...
Outras cinco lições:
A prova (Vs. 01-07) – Nabucodonozor esta embriago pelo poder.
Seu coração se engrandeceu (01-05) e qu...
A acusação (vs. 08-12): Pessoas ingratas têm memória curta.
Todos aqueles que haviam sido salvos pela intervenção de
Danie...
A fidelidade incondicional não é uma barganha com Deus. Muitas
vezes nossa fidelidade a Deus nos levará às fornalhas desta...
A firmeza (vs. 13-18) - é importante entender que não somos
chamados para sermos advogados de Deus, mas Suas
testemunhas. ...
Os três jovens disseram que Deus poderia livrá-los, mas, não
dizem que Deus obrigatoriamente o faria. Eles não são donos d...
A liberdade (vs. 19-25) – O rei ficou irritadíssimo. Uma pessoa
assim sempre cometes atos insanos, impensados. Irritação e...
Queridos:
Só temos duas escolhas nesta vida: ou ficamos fora da
fornalha com Nabucodonozor (mundo) ou dentro dela
com Cris...
A promoção (vs. 26-30) – Quando você honra a Deus Ele honra
você (Vs. 26). O mesmo rei que ficou transtornado agora os
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Jesus é Deus conosco!
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Livro de Daniel - Cap. 03

  1. 1. Livro de Daniel – capítulo 03 Prontos a morrer não a pecar!
  2. 2. O mais importante não é viver, mas ser fiel a Deus e obedecê-LO Esta era a frase que ecoava dentro dos corações dos amigos de Daniel e do próprio Daniel ! Pessoas comprometidas com Deus resistem ao pecado até o fim e estão sempre dispostas a morrer do que pecar. Em Daniel 03 veremos algumas verdades que nos chamam a atenção. Que o Espírito Santo de Deus grave estas verdades em seu coração!
  3. 3. Em primeiro lugar: tome cuidado, pois a sede pelo poder ou sucesso pode tornar você cego e louco. Nabucodonozor era um homem assim, ficou embriagado pelo poder. Ficou cego em sua própria glória e por isso afundou. Ele não se contentou em ser um rei poderoso, queria ser muito mais, queria ser um “deus” reverenciado e adorado por todos! Em segundo lugar: tenha muito cuidado com a síndrome de dono do mundo. Ela causa em você uma falsa sensação que todas as coisas giram em torno de sua vontade. Nabucodonozor constrói uma estátua de ouro com 30 metros de altura e ordena que todos a adorem. Pessoas tomadas por esta síndrome sempre tentaram obrigar você a fazer o que elas querem.
  4. 4. Terceiro lugar: os poderes deste mundo esbarram na fidelidade dos servos de Deus. Os poderosos deste mundo sempre encontram limites em pessoas fiéis a Deus. A verdade é inegociável para nós. Um cristão verdadeiro é intransigente (no bom sentido), não vende sua consciência e seus absolutos (naquilo que crê de todo coração). Prefere a morte do que ser infiel. Estão sempre prontos a morrer não a pecar!
  5. 5. Outras cinco lições: A prova (Vs. 01-07) – Nabucodonozor esta embriago pelo poder. Seu coração se engrandeceu (01-05) e quis ser adorado como Deus. Diante da revelação de seu sonho, não se humilhou, mas exaltou-se ainda mais. Ele instituiu culto a si mesmo, todos deveriam reverenciá-lo, usou a força política para consolidar uma religião opressora (islamismo). Esta religião obrigava as pessoas a prestar lealdade e culto ao rei. Ele não conquista por amor seus súditos, mas pela força. As pessoas se curvam por medo e não por devoção. É um culto ao terror, ao medo. Quem não obedecia era condenado à morte na fornalha ardente. Quando a religião se desvia da verdade, torna-se intolerante e opressiva.
  6. 6. A acusação (vs. 08-12): Pessoas ingratas têm memória curta. Todos aqueles que haviam sido salvos pela intervenção de Daniel e seus amigos agora os acusam de desobediência ao rei. Nunca se esqueça: ingratidão é uma atitude que fere demais as pessoas e entristece o coração de Deus. Outro detalhe: pessoas invejosas sempre são ingratas e traiçoeiras. A inveja é um mal terrível – destrói não só a própria pessoa, mas tenta destruir as pessoas que estão ao seu redor. A inveja foi o pecado que levou Lúcifer a ser um querubim descontente mesmo no céu onde habitava. A inveja provoca brigas, contendas, críticas, mortes e desastres. Mesmo assim aqueles jovens não temeram. A principal lição deste capítulo não é o grande livramento de Deus, mas a fidelidade inegociável.
  7. 7. A fidelidade incondicional não é uma barganha com Deus. Muitas vezes nossa fidelidade a Deus nos levará às fornalhas desta vida, à covas de leões, à prisões, à sermos rejeitados, despedidos e humilhados. Nosso compromisso não é com homens ou com o sucesso, mas com a fidelidade a Deus! Ceder à pressão da maioria pode destruir sua vida mais que o fogo da fornalha. Muitos são tentados a ceder hoje em dia. O mundo tem sua própria fornalha ardente à espera daqueles que não se dobram aos ídolos destes dias. Os chamados “fiéis” a Cristo são ridicularizados e chamados de retrógrados ou fanáticos. Cuidado com a opinião da maioria... Via de regra ela está errada!
  8. 8. A firmeza (vs. 13-18) - é importante entender que não somos chamados para sermos advogados de Deus, mas Suas testemunhas. Os três jovens não ficaram discutindo, eles não precisavam provar para o rei quem Deus é, eles apenas testemunhavam mostrando que estavam prontos a morrer, mas, não ser infiéis a Deus. O rei tenta intimidá-los dizendo que nenhum deus poderia livrá-los de suas mãos e de uma fornalha sete vezes mais quente que o normal. Mas os três jovens não tentam defender a reputação de Deus, procuram apenas obedece- Lo (vs. 16-17). É importante notar também que a fé daqueles jovens não era arrogante.
  9. 9. Os três jovens disseram que Deus poderia livrá-los, mas, não dizem que Deus obrigatoriamente o faria. Eles não são donos da agenda de Deus. Eles não decretam nada, apenas deixam a vontade de Deus prevalecer. As vezes Deus livra seus servos da morte, outras vezes não. Não importa, pois “se vivemos para Deus vivemos, ou se morremos para Deus, morremos. De sorte quer vivamos ou morramos, somos do Senhor” – Rom. 14:08. Somos fiéis a Deus não apenas pelas coisas que Ele faz, mas por quem Ele é. Aqueles jovens serviam a Deus não por causa dos benefícios, mas por causa do caráter de Deus. Hoje é justamente o contrário: as pessoas querem as bênçãos, mas não o Deus das bênçãos. Viver não é preciso, mas andar com Deus sim!
  10. 10. A liberdade (vs. 19-25) – O rei ficou irritadíssimo. Uma pessoa assim sempre cometes atos insanos, impensados. Irritação e ódio sempre nos levam à loucura. Nabucodonozor desafiou o DEUS VIVO. Mandou aquecer a fornalha sete vezes mais. Lembre-se: Deus não nos livra de problemas, mas nos problemas. Deus não impediu a fabricação da imagem, da fúria do rei, da fornalha sete vezes mais poderosa, das acusações de insubordinação. Deus transformou o instrumento de morte em instrumento de livramento. O fogo só queimos as amarras e libertou os três servos de Deus. Eles foram amarrados, mas saíram livres! Quando todos os recursos da terra acabam, encontramos livramento no quarto Homem, ainda que em meio à fornalha (vs. 24-25).
  11. 11. Queridos: Só temos duas escolhas nesta vida: ou ficamos fora da fornalha com Nabucodonozor (mundo) ou dentro dela com Cristo. O lugar do calor da prova é o mesmo lugar da comunhão íntima com Deus. O “quarto Homem” sempre vem ao nosso encontro, pois Ele prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” – Mateus 28:20 Perceberam quem é o quarto Homem?
  12. 12. A promoção (vs. 26-30) – Quando você honra a Deus Ele honra você (Vs. 26). O mesmo rei que ficou transtornado agora os chamou reverentemente de “servos do Deus Altíssimo”. O mesmo rei que decretou a morte agora os faz prosperar. Quem pode fazer isso senão o Deus Todo Poderoso? Quando você é fiel a Deus, o nome de Deus é exaltado. Que a igreja destes dias responda às pressões deste mundo com uma fidelidade inegociável. Muitos homens já haviam passado por “fornalhas”: Abraão, Jacó, José e Davi. Muitos depois também passaram: Paulo, Pedro e João em Patmos. Todos estes também experimentaram a presença consoladora e libertadora do “quarto Homem”. Ele sempre vem ao nosso encontro quando os recursos acabam e nossas chances desaparecem. Ele sempre caminhará conosco no meio do fogo da dor, da doença, do abandono, da solidão e da morte.
  13. 13. Jesus é Deus conosco!

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