Palestra tenso atividade uma perspectiva cognitiva da dor lombar brasil

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Charla de la relación del dolor lumbar con aspectos TensoActivos de los tejidos y sistema neuromotor en portugues, Congreso InterCobraf 2006

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Palestra tenso atividade uma perspectiva cognitiva da dor lombar brasil

  1. 1. TensoAtividade: Uma perspectiva cognitiva da Dor Lombar Klgo. David López Sánchez Chiropractor D.C. •Presidente da Confederação Latino- Americana de Fisioterapia e Kinesiologia - CLAFK •Presidente da Associação Chilena de Terapia Manual •Professor Diretor de Diplomados, especialização e MC em Terapia Manual da Universidade Santo Tomas
  2. 2. DORPOSTURA ALTERADAOUTRAS ALTERAÇÕESASSOCIADASMOVIMENTO ANORMAL
  3. 3. Postura“Uma postura normal e o estadode balance muscular eosteoarticular que protege aestrutura corporal contra a injúriados tecidos ou de suasdeformidades progressivas emdiferentes situações estáticasdinâmicas, ativas ou passivas(bipedestaçao, inclinação, deitar-se, parar-se, etc.)” Committee of the American Academy of Orthopedic Surgeons. (Extracto)
  4. 4. Complexo Motor Funcional A estrutura neuro-musculo-esquelética se organiza funcionalmente em um complexo motor que funciona em uma cadeia kinésica, e esta atua em forma integrada e interdependente entre seus componentes em quanto a retroalimentaçao perceptiva e executora da açao motriz. Complexo Motor Funcional Complexo Motor FuncionalAtv. Muscular MuscularAtv. Muscular Muscular Mov. Articular Articular Mov. Articular Articular Atv. Neural Atv. Neural
  5. 5. Controle Motor e Estabilidade Espinhal• Très subsistemas correlacionados contribuem para o controle motor estabilizador espinhal:• Sistema de sustentação passivo dado pelo tecido ósseo, capsular ligamentoso conectivo em general.• Sistema sustentação ativo dado pelos tecidos moles contráteis.• Sistema de Coordenação Neural dado pela função sensorial e propioceptiva de ambos sistemas vía centros de controle nervoso Panjabi, J. Spinal Disoders,1992. local e central. Kirkaldy-Willis y Yong Hing “ The Pathophysiology of Degenerative Disease”.Orthop.Clin. N.A.,Vol.14,N°3,Jul.1983
  6. 6. Estabilidade segmentaria vertebral• A capacidade muscular de manter o movimento segmentário dentro dos limites fisiológicos e sem compromisso neurológico, dor discapacitante ou deformação tissular por sua sobrecarga.• A existência de uma alta flexibilidade na porção inicial do movimento chamada Zona Neutra; enquanto aumenta a resistência passiva na zona elástica, próxima do final do rango.• Panjabi MM. The stabilizing system of the spine, part II: neutral zone and instability hypothesis. J Spinal Disord. 1992;5:390–396.
  7. 7. SISTEMA ESTABILIZADOR LIGAMENTOSO-MUSCULAR DA COLUMNA VERTEBRAL• Os ligamentos da coluna estão equipados com terminações nervosas nociceptivas, mecanoreceptores de pressão, corpúsculos de adaptação rápida de Paccini, órgaos de Golgi e Ruffini de adaptação lenta entre outras.• Estes detectam sinais de estiramentos, inclinações e angulações articulares, stress de pressão, vibração e dano tissular.• Desencadeiam respostas reflexas que engatilham as adaptações musculares que estabilizam o movimento segmentário da coluna.• M. Solomonow, M. Harris, B. Zhou, Y. Lu and R.V. Baratta. North American Congress on Biomechanics. 1998
  8. 8. Disfunção dos multífidos post LBP agudo: chave para o raciocínio clínico• A ativação dos músculos multifidos não e automática depois da resolução de um episodio agudo de LBP. Hides JA, Richardson CA, Jull GA. Spine1996, Dec. 1;21(23):2763- 2769.• Na ecotomografía de partes moles ha demonstrado atrofia do multifidus depois de um episodio agudo de LBP. E possível que isto seja um fator de dor recorrenteSolomonow M e al. Biomechanics and electromyography of a cumulative lumbar disorder: response to static flexion. Clin Biomech . 2003 Dec;18(10):890-8. Stokes IA et al. Spine. 2000 Aug 1;25(15):1957- 64. Radebold A, Cholewicki J, Panjabi MM, Patel TC. Spine. 2000 Apr 15;25(8):947-54.
  9. 9. Spine 29( 1): 3-8, 2004Força, área de secçãotransversal e densidade dosmúsculos eretores do troncoem pacientes com LBP FusaoLombar ou exercícios deintervenção cognitiva Keller etalPacientes com exercicios:• Area secçao transversalaumentou 12%•Densidade 16%
  10. 10. PACIENTES SEMEXERCÍCIO – FUSAO• Não houve mudanças na secção transversal• A densidade fibrilardiminuiu
  11. 11. Consequências do desequilibrio muscular • Mecanismos articulares alterados, distribuição desigual da pressão intraarticular • Restrição do movimento e hipermovilidade compensatória • Distorção da entrada propioceptiva • Inibição recíproca engatilhada • Ativação alterada dos movimentosVladimir Janda 1993, Los Angeles College of chiropractic
  12. 12. Disfunção articular e desbalance muscular Chu D, LeBlanc R, DAmbrosia P, DAmbrosia R, Baratta RV, Solomonow M. Neuromuscular disorder in response to anterior cruciate ligament creep. Clin Biomech. 2003 Mar;18(3):222-30. Ligamentos, superfícies articulares e cápsulas albergam a maior quantidade de mecanorreceptores e nociceptores. O sistema compensará seus modelos adaptativos musculares e estes persistirão incluso depois da recuperação da lesão. O encurtamento ou hiperatividade compensatória aumenta a pressão intraarticular e a rigidez, enquanto a inibição compensatória deixa a função articular instável, incluso hipermóvil. A instabilidade do tornozelo pode ser devido a uma inibição do glúteo maior e médio durante a marcha. Bullock-Saxton JE, Janda V. Spine 18:704,1993.
  13. 13. O Sistema Tensoativo: Relevancia no Controle Motor Espinhal?• Panjabi confirma a necessidade de imcorporar as propriedades físicas dos tecidos espinhais a seu modelo matemático de estudo da CV (1).• Geradores da dor estão presentes a nivel ligamentoso, tecidos moles e da placa terminal. 1. Panjabi. A hypothesis of chronic back pain: ligament subfailure injuries lead to muscle control dysfunction. Eur Spine, July 2005. 2006 May;15 (5):668-76.
  14. 14. Curva típica de deformação elástica dos Tecidoscargas ou Stress End Feel EndRuptura Feel Anterógrado: Rango Fisiológico Posterógrado: A Rangobarreira A barreira elástica está Traumático NZ elástica está EZ PZ alongada e o encurtada e o límite de límite de estiramiento NZ = Neutral Zone estiramento máximo e EX = Elastic Zone máximo e prematuro. PZ = Plastic Zone prematuro. Deformação de tensão Deformaç tens
  15. 15. Falha tensora do tecido conectivo e a consequente interrupção do sinal propioceptivo mecanorreceptorPanjabi: XVI Congressochileno de Kinesiología,Sept. 2005
  16. 16. LBP e Disfunção e o Controle Motor• Retardo da resposta muscular. Tainela et Al. Arch Phys Med Rehab, 1993• Co-contração muscular. Radebold et Al Spine J. 2000, 2000• Estabilização ineficiente da coluna. Hodges, Spine 1996, 1996• Pobre balance postural. Radebold, Spine 2001, 2001• “Um dano ao tecido ligamentoso e um dano aos mecanorreceptores” Yamashita et Al. Spine 1993
  17. 17. Estudos de Rangos de movimentosegmentario lombar de pacientes com LBP v/s controle sadio CONCLUSAO Um aumento do ROM: Não e seguro indicador de LBP “Debe-se voltar para as bases” Panjabi, Chile 2005
  18. 18. Maior hipomovilidade / Maior LBP
  19. 19. COMPLEXO MOTOR FUNCIONAL COMPLEXO MOTOR FUNCIONALAtv. MuscularAtv. Muscular Mov. Articular Mov. Articular Atv. Neural Atv. Neural Fascias-cápsulas-tendoes-ligamentos-perineuro- cartílagos SISTEMA TENSOATIVO Integração sensoriomotora propioceptiva e kinestésica Integração sensoriomotora propioceptiva e kinestésica Controle Motor Espinhal Controle Motor Espinhal
  20. 20. EFEITOS PROVADOS DA FIXAÇAO A NIVEL ARTICULAR1. Fibrose e retraçao da cápsula e ligamentos2. Invasão vascular.3. Osteofitosis.4. Remodelaçao subcondral.5. Condrólise e clonação.6. Ausencia de proteoglicanos.7. Atrofia de fibras musculares.8. Disminução da resistencia das cargas (ponto de ruptura precoz).9. Rigidez articular Mudanças inrreversiveis despois de 2 meses Salter; Spine 9(3): 268, 1984.
  21. 21. Mudançasarticulares com Dor Imobilizaçãoa imobilização edesuso. D. López 2004.(Adaptado de Woo, Lantz,Liebenson y Troup) Espasmo muscular Postura antalgicaDor Atrofia Cambio estrutural muscular Retração elástica Incoordinação Rigidez articular Pérdida de Microtraumatismo Mais de 2 meses proteoglicanos cambios inrreversiveis e compressão Degeneração cartílagos articular
  22. 22. Dominancia sinérgica e inhibición recíprocaProceso donde un sinergista compensa ladebilidad del efector principal durante un patrónde movimiento Si musculos flexores profundos del cuello están débiles: ECOMs compensarán predominando sobre la debilidad del agonista principal Si músculos suboccipiales están acortados o hiperactivos inhibiran los flexores profundos del cuello
  23. 23. Complejo lumbopélvico •El acortamiento del ileopsoas inhibe neurológicamente al glúteo mayor ademas limitar su excursión (Sherrington Law: reciprocal inhibition) • Esta mezcla biomecánica y neurofisiológica perpetua los desequilibrios musculares
  24. 24. Elastancia de fascias e tecidos periarticulares da coluna e extremidades: Relação com a coordenação cognitiva alterada• Efeito do desbalance muscular sobre o equilibrio lombosacro.• Inibição recíproca desencadeada por end feel anterógrado.• Informação propioceptiva aberrante (End feel anterógrado).
  25. 25. Mudanças articulares com a imobilização: ¿ Relações de tensão -longitudinal dos tecidos para uma coordenaçãocognitiva, uma otima co-contração muscular e otimo controle artrokinemático?
  26. 26. Modelo Pato-Kinesiológico Lombo-pélvico• Quando os componentes do Complexo Motor Funcional Lombo-pélvico atúam em forma integrada não existem desequilibrios:  Relações de tensão -longitudinal serão otimas (TENSOATIVIDADE)  Forças de acoplamento serão otimas (MOTOATIVIDADE)  O controle artrokinemático será normal Isquion (ARTROKINEMÁTICA)  Assim mesmo o controle neuromuscular será ótimo (NEUROATIVIDADE) A eficiência do controle motor será ótima
  27. 27. Dispraxia motora Dispraxia motora Relação tensão Relação tensão Força de acople Força de acople Artrokinemáica Artrokinemáicalongitude alterada longitude alterada alterada alterada alterada alterada Informação propioceptiva e kinestésica aberrante Postura, Alinhamento articular, Balance muscular alterados Postura, Alinhamento articular, Balance muscular alterados Inibição recíproca e sinergia dominante Inibição recíproca e sinergia dominante Adatado de William Fatiga e stress dos tecidos Prentice, XVI Fatiga e stress dos tecidos Congreso Chileno de Kinesiología 2005 Ciclo dispráxico da lesão crónica muscular Ciclo dispráxico da lesão crónica muscular
  28. 28. PROCESSAMENTO COGNITIVO DA AÇAO DO COMPLEXO MOTOR FUNCIONAL (D.López 2006) PadrãoProcessamento preestabelecido ou perceptivo e Significado Motor adquirido de registro construção motriz Elaboração ReconstruçãoDecisão Práxica Motoatividade DISPRAXIA Posição Tensão articular conectiva neuroatividade Processos de Informação controle, Ação Motriz propioceptiva execução e ajustes e motores kinestésica Retroalimentación
  29. 29. VARIABLES IMPLICADAS NA DISPRAXIA NEUROMOTORA• VARIABLES BIOLÓGICAS cambio plasto- estrutural.• VARIABLES NEUROFISIOLÓGICAS: Dor, aferentação propioceptiva aberrante, retardo de potenciais evocados.• VARIABLES COGNITIVAS: Padrão Motor Adquirido Aberrante: Dispraxia posturo-cinetica imcorporada. ¿A repetição de uma ação imperfeita pode resultar em uma função cinética imperfeita, e padrões posturais imperfeitos e repetidos podem tornar-se arraigados?.
  30. 30. Processo do Significado Motor• Nos movemos segundo os parâmetros de sensação que hemos assimilado no sensaç cerebelo ao largo de nossa vida.• Clínica: A posição ereta, se alcançará segundo o que se "sente" o que e "reto. A solicitude de alinhamento fará sentir que se está inclinado em um paciente com cabeça normalmente inclinada.• A postura e um significado adquirido, um hábito aprendido e “normalizado” a partir da aferentação de sinais para o controle, reconhecimento, aprendizagem e programação motora provenientes dos tecidos.
  31. 31. Integra informação Guía e dirige ossensorial e espacial movimentos ao arredor do corpo
  32. 32. TREINAMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA? Etapa Associativa → etapa Automática • Internalização do Controle Motor → prática → milhares de repetiçoes? →Sem restaurar relaçoes tensão longitudinal?hipermovilidade, hipomovilidade, fatiga muscular ou dor ?
  33. 33. FATOS• 1.4% (1) - 2% (2) de todos os pacientes com dor lombar tem uma patología fundamental seria.• Só 1 de 100 casos de dor lombar se beneficiam da cirugía.(2) Parisien RC, Ball PA. William Jason Mixter (1880-1958). Ushering in the "dynasty of the disc". Spine. 1998 Nov 1;23(21):2363-6. Shen FH, Samartzis D, Andersson GB. Nonsurgical management of acute and chronic low back pain. J Am Acad Orthop Surg. 2006 Aug; 14(8):477-87.
  34. 34. • Alta Incidência de imagenología patológica na população assintomática : – Discos Degenerativos, protusoes, e HNP 1 - 5 – Estenosis espinhal 1,2,3,5 – Espondilolistesis < grado III 1 – Vértebra lombar transicional 6,7 1. Jensen, M et al., NEJM, 1994,14:331(2): 69-73 2. Boden SD et al., J Bone Joint Surg Am 1990 Mar;72(3):403-8 3. Borenstein DG et al., J Bone Joint Surg Am 2001 Sep;83-A(9):1306-11 4. Boos N et.al. Spine 1995 Dec 15;20(24):2613-25 (Volvo Award) 5. Greenberg JO et al., J Neuroimaging 1991 Feb;1(1):2-7 6. Bonaiuti D, et al., Med Lav 1997 May-Jun;88(3):226-36 7. Elster AD. Spine 1989 Dec;14(12):1373-7
  35. 35. Ejercicio• A atividade aeróbica e mais efetiva que o exercicio em flexão 1• A exercitação especifica não e efetiva 2• “Só deve manter-se ativo” 3 1. Tritilanunt T J Med Assoc Thai 2001 Oct;84 Suppl 2:S528-33 2. van Tulder MW Schmerz 2001 Dec;15(6):499-503 3. Koes BW, van Tulder MW Spine 2001 Nov 15;26(22):2504-13
  36. 36. Dor postural e aspectos psicológicos1. Swinkels-Meewisse IE, Roelofs J, 2. Storzbach D et al., Oostendorp RA, Verbeek AL, Vlaeyen JW. Psychosom Med 2000 Sep- Acute low back pain: pain-related fear and pain catastrophizing influence physical Oct;62(5):726-35 performance and perceived disability. Pain. 2006 Jan; 120 (1-2):36-43.– Satisfação Laboral– Atitudes a respeito no trabalho– Atitudes a respeito da dor lombar– Suporte Social
  37. 37. Manipulação Vertebral Colloca CJ, Keller TS, Harrison DE, Moore RJ, Gunzburg R, Harrison DD. Spinal manipulation force and duration affect vertebral movement and neuromuscular responses. Clin Biomech. 2006 Mar;21(3):254-62.1. Knutson GA, JMPT 2001 Feb:24(2):101-92. Eingorn AM, Muhs GJ, JMPT 1999 Mar-apr;22(3):161-53. Budgell B, Hirano F, Auto Neurosci, 2001 Aug 13;19(1-2)96-94. Dishman JD et al, Spine 2000 25(19):2519-25225. Dishman et al, JMPT 2002; 25;1-9
  38. 38. A postura e praxis motora ¿um significado adquirido? Mao Mao Entrenada Día 0 Control Día 3 Día 5Quantidade de cortez excitável,que gera potenciais evocadosmotores(MEPs/EMG) na mao contralateral Pascual-Leone y cols., Annu Rev Neurosci 28: 377-401, 2005
  39. 39. E notavel el hecho que la práctica mental del ejercicio incrementa en similar grado larepresentación motora de la mano entrenada en la corteza cerebral. Pascual-Leone y cols., Annu Rev Neurosci 28: 377-401, 2005
  40. 40. Teoría TensoActiva: Praxis motora y relación tensión – longitud alterada. D. López 2003 Inputs Propioceptivos Sistema Sistema tensoactivo acortado aferentes anterógradostensoactivo•Fascias Dispraxia•Ligamentos persistente•Cápsulas•Perineuro Memoria tisular Inhibición incorporada temprana del antagonista
  41. 41. A repetição de uma ação imperfeita pode resultar em uma função cinética imperfeita, e padrões posturaisimperfeitos e repetidos podem tornar-se arraigados. Pascual-Leone y cols., Annu Rev Neurosci 28: 377-401, 2005
  42. 42. VISAO ECOSSISTEMICA TEORIA TENSOATIVA DO CONTROLE MOTOR David López S. D.C. 2003 MEDIO Componente emocional EXTERNO MEDIO Componente GRAVIDADE INTERNO neural CONTROLE MOTORComponente Componente Componente moto-ativo Elasto-ativo passivo
  43. 43. TERAPIA MANUALE TENSOATIVA www.dolordeespalda.clEmail: consultas@dolordeespalda.cl

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