Bibliotecas Digitais: novos desafios e oportunidades

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Conferência dedicada ao tema "Bibliotecas Digitais: divulgação e preservação", dia 10 de dezembro, entre as 15h00 e as 17h00, na Sala de Extrações SCML, em Lisboa.

Uma biblioteca digital pode definir-se como um conjunto de documentos digitais disponibilizados em linha, com mecanismos de pesquisa e de recuperação da informação. A disponibilização dos acervos através das bibliotecas digitais confere um elevado índice de visibilidade, sem contingências de horários ou distâncias, fomenta a preservação dos originais e permite o acesso a pessoas em circunstâncias ou com necessidades especiais. A constituição dos acervos digitais exige um cuidadoso planeamento, que se inicia com o desenho da biblioteca digital e termina com a efetiva disponibilização em linha. Para qualquer instituição, é inviável colocar em linha toda a coleção, pelo que a seleção dos documentos é um processo fulcral, que deve obedecer a critérios bem definidos. Antes de iniciar o projeto, deve estabelecer-se os parâmetros da digitalização, como o formato, a resolução e os metadados a aplicar às imagens de arquivo e de consulta, em função dos objetivos do projeto. Ainda que o processo de digitalização esteja suficientemente estabilizado, nomeadamente, através de várias normas ISO que se aplicam às várias fases do processo, é necessário elencar, de forma objetiva e coerente, os procedimentos a seguir e criar um manual de boas práticas para a digitalização. Por fim, deve considerar-se a organização das imagens digitalizadas, tanto internamente, na armazenagem da matriz e das cópias, como na disponibilização em linha. A criação de uma biblioteca digital pressupõe a sua manutenção no tempo, a eficácia da recuperação dos dados, o incremento dos conteúdos e a atualização tecnológica.

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Bibliotecas Digitais: novos desafios e oportunidades

  1. 1. Bibliotecas Digitais: Novos desafios e oportunidades 10 de dezembro de 2014 Dália Guerreiro Bolsa de SFRH / BD / 82229 / 2011
  2. 2.  Coleções digitais  Conceitos  Definições  Objetivos Coleções digitais: conceitos, definições e objetivos 2
  3. 3.  Biblioteca virtual  Inexistência física  Disponibilização em linha de obras digitais Biblioteca Digital Mundial http://www.wdl.org/es/ Coleções digitais Digital Public Library of America http://dp.la/ 3
  4. 4.  Biblioteca híbrida  Disponibilização de conteúdos digitais e analógicos  Repositório  Conjunto de serviços oferecidos por uma instituição aos membros da sua comunidade para a gestão e disseminação da sua produção técnico-científica em meio digital Coleções digitais 4 Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal http://www.rcaap.pt/
  5. 5.  Agregador de conteúdos  Plataforma informática que facilita a pesquisa e o acesso à informação  Organização, no próprio sistema, dos metadados fornecidos por outras instituições Coleções digitais 5 Europeana http://www.europeana.eu/portal/
  6. 6.  Biblioteca digital  “Digital libraries offer unique ways of recording, preserving, and propagating culture in multimedia form.” (Witten and Bainbridge 2003, p. 5)  Conjunto de documentos, imagens, sons, textos, vídeos – nados digitais ou digitalizados – colocados em linha na Web, devidamente organizados e estruturados, usando as novas tecnologias no acesso e na recuperação da informação  Sentido lato: a biblioteca digital engloba um relevante conjunto de recursos bibliográficos de suporte às atividades de ensino, investigação e aprendizagem: catálogo, repositório, b-on, bases e dados, revistas e e-books acessíveis em linha e edições digitais. Coleções digitais 6
  7. 7. Documentos Digitalização Adição dos metadados Biblioteca Digital Seleção Nados digitais Documentos digitalizados e digitais Mecanismos de pesquisa e recuperação da informação + Coleções digitais 7
  8. 8.  Biblioteca digital  Vertente comercial direta  Emerald  Ebsco  …  Vertente comercial indireta  Google book  Youtube  …  Projetos patrimoniais  Acesso é gratuito e universal Coleções digitais 8
  9. 9.  Biblioteca digital  Aumento da visibilidade das coleções (acesso/difusão)  Funciona sem horário  Permite o acesso à distância  Permite o acesso direto às obras  Permite o acesso simultâneo de vários utilizadores  Pode facilitar o acesso a pessoas com deficiência  Contribui para a preservação física dos documentos  Exige pouco espaço de armazenamento Coleções digitais 9
  10. 10.  Planeamento de coleções digitais  Contextos  Público-alvo  Conteúdos Planeamento de coleções digitais 10
  11. 11.  Definição prévia de:  Contextos  Caraterização das bibliotecas, dos serviços e do pessoal envolvido  Público-alvo  A quem se destina a biblioteca digital  Quais as expetativas dos utilizadores  Conteúdos  Que se adequam à missão da biblioteca Planeamento de coleções digitais 11
  12. 12.  Planeamento  Que (trabalho tem de ser feito)?  Quem (deverá fazê-lo)?  Onde (deverá ser feito)?  ƒQuando (será feito)?  ƒComo (será feito)? Planeamento de coleções digitais 12
  13. 13.  Que (trabalho tem de ser feito)?  Definição de metas e objetivos a atingir  Seleção das obras  Caraterização das obras  Definição das politicas de digitalização  Elaboração do orçamento  Elaboração da proposta  Elaboração do caderno de encargos  Organização dos espaços  Concurso(s) Planeamento de coleções digitais 13
  14. 14.  Que (trabalho tem de ser feito)?  Preparação das obras para digitalizar  Limpeza e restauro das obras  Digitalização  Metacodificação  Verificação da obra digitalizada  Disponibilização em linha  Divulgação Planeamento de coleções digitais 14
  15. 15.  Quem (deverá fazê-lo)?  Que recursos humanos, da instituição, devem ser alocados ao projeto  Quais as tarefas de cada pessoa ou grupo  Será necessária formação específica? Planeamento de coleções digitais 15
  16. 16.  Onde (deverá ser feito)?  Na instituição  Nas instalações de empresas  Noutras instalações públicas  Será realizado com os recursos da instituição  Será realizado com outros recursos Planeamento de coleções digitais 16
  17. 17.  Quando (será feito)?  Planificação no tempo  Calendarização a longo prazo  Como (será feito)?  Definição das políticas de digitalização e de preservação digital Planeamento de coleções digitais 17
  18. 18. Critérios de seleção  Digitalização  Critérios de seleção  Direito de autor  RNOD 18
  19. 19. A digitalização, enquanto processo que permite a transformação do sinal analógico num sinal digital, é também designada por conversão A/D. O objeto analógico é representado digitalmente através de um conjunto discreto de amostras, o resultado é chamado de "representação digital”. (Cfr. RIBEIRO: 2004, pp. 31-39) “Digitization should be done in a «use-neutral» manner, not for a specific output. Image quality parameters have been selected to satisfy most types of output.” (Nara 2004a, p. 5) Critérios de seleção 19
  20. 20.  Definição do tema/assunto da BD  Em função da missão da instituição  Em função dos respetivos acervos  Análise das coleções existentes  Exemplos:  Memórias BND http://purl.pt/401/1/  Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa http://ww3.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm Critérios de seleção 20
  21. 21. 21
  22. 22. http://ww3.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
  23. 23.  Direito de autor  Obras em domínio publico (art. 31.º do Decreto-Lei n.º 16/2008, de 1 de Abril)  O direito de autor caduca, na falta de disposição especial, 70 anos após a morte do criador intelectual, mesmo que a obra só tenha sido publicada ou divulgada postumamente  Obras protegidas pelo direito de autor  Negociação com o autor/editor  Obras órfãs, obras anónimas e equiparadas (art. 33.º do Decreto-Lei n.º 16/2008, de 1 de Abril)  Em alteração na União Europeia Critérios de seleção 24
  24. 24.  Critérios de valor:  Patrimonial,  Histórico,  Cultural,  Artístico.  Objetivos:  Garantir a coerência do conjunto. Critérios de seleção 25  A nível:  Local,  Nacional,  Internacional.
  25. 25.  Critérios de acessibilidade:  Obras em reserva;  Estado de conservação das obras:  Preservação dos originais;  Intervenções de conservação e restauro em obras em mau estado Critérios de seleção 26
  26. 26.  Outros:  Dimensões  Materiais inferiores a A0 (84,1 × 118,9cm) ou A1 (59,4 × 84,1cm).  Níveis de utilização  Materiais muito solicitados.  Avaliação das necessidades de informação  Verificar se o documento já foi ou está em vias de ser digitalizado por outra instituição. Critérios de seleção 27
  27. 27.  RNOD Registo Nacional de Objetos Digitais  Agregador de conteúdos digitais e digitalizados disponibilizados em rede por entidades portuguesas que visa a coordenação e difusão desses recursos . Critérios de seleção 28 http://rnod.bnportugal.pt/
  28. 28.  Definição do tema/assunto da BD  Direitos de autor  Valor patrimonial, histórico, cultural ou artístico a nível local, nacional ou internacional  Disponibilização de obras reservadas  Estado de conservação das obras  Dimensões  Níveis de utilização  Avaliação das necessidades de informação  Se já foi digitalizada por outra instituição Critérios de seleção 31
  29. 29. Imagem Digital  Conceitos  Formatos de imagem  Utilização de cunhas de calibração  Edição 32
  30. 30.  Espaços de cor Imagem digital 33
  31. 31.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 34 O pixel é o elemento mais pequeno na resolução de uma imagem.
  32. 32.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 35 A cor numa imagem digital é caracterizada pelo número de bits associados a cada pixel. Modelos de cor: RGB (Red, Green,Blue) aditivo CMYK (Cyan, Magenta, Yellow, Blak) subtrativo Etc.
  33. 33. Imagem digital 36 Modelo RGB – aditivo Vermelho (Red) Verde (Green) Azul(Blue) Modelo CMYK – subtrativo Ciano (Cyan) Magenta (Magenta) Amarelo (Yellow) Preto (black)
  34. 34.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 37 A dimensão digital da imagem é representada pelo número de pontos total da mesma. 8 bite = 1 Bytes 1 KiloByte (KB) = 1,024 Bytes 1 MegaByte (MB) = 1,024 KB 1 GigaByte (GB) = 1,024 MB 1 TeraByte (TB) = 1,024 GB
  35. 35.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 38 A resolução espacial é a medida usada para quantificar o detalhe da imagem em relação ao número de pontos que a compõem. PPP (ppp) – pixel por polegada DPI – pontos por polegada
  36. 36.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 39 A profundidade de cor é o número de bits utilizado para codificar cada pixel 1 bit (21) = 2 tons 2 bits (22) = 4 tons 3 bits (23 ) = 8 tons 4 bits (24 ) = 16 tons 8 bits (28) = 256 tons 16 bits (216 ) = 65,536 tons 24 bits (224 ) = 16.7 million tons
  37. 37.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 40 Cada formato codifica a informação associada a cada imagem de acordo com os seus parâmetros específicos. É a estrutura que permite armazenar informação relativa a uma imagem digital, ou seja descreve, do ponto de vista formal, o modo como a informação está organizada Ex.: BMP, GIF, JPEG, PNG, TIF, RGBc
  38. 38.  Caraterísticas  Pixel (picture element)  Cor  Dimensão  Resolução  Profundidade de cor  Formatos  Compressão de imagens Imagem digital 41 A compressão de imagens permite diminuir o espaço ocupado em disco. Tipos de compressão: - Sem perdas – a compressão seguida da descompressão preserva integralmente os dados da imagem LZW [Lempel, Ziv e Welch] - Com perdas – a compressão seguida da descompressão conduz à perda de alguma informação da imagem RLE [Run Length Encoding]
  39. 39. Imagens digitais TIF 300 ppp 1,3 MB
  40. 40. JPG 75 ppp 100% 53 KB
  41. 41.  Cunha de cor (calibração de cor)  Padrões de referência de cor.  Objetivos:  Fazer o tratamento adequado das imagens;  Verificar a qualidade da digitalização. Imagem digital 44
  42. 42.  Cunha de cor  Exemplos:  Kodak  Escala de cor e de cinza Q-13 ou Q-14.  Xrite  ColorChecker Classic: 21,59 x 27,94 cm  ColorChecker Mini: 5,7 x 8,25 cm  Spyder Checkr  Seculine ProDisk II PD201  Fuji IT8.7 Targets Imagem digital 45
  43. 43.  Cunha de cor Imagem digital 46 Área de cor Branco Cinza fundo Preto Ponto escolhido RGB 237-237-237 102-102-102 23-23-23 % Preto 7% 60% 91% Amplitude possível RGB 233 a 241 98 a 106 19 a 27 % preto 5% a 9% 58% to 62% 89% a 93%
  44. 44.  Cunha de cor Imagem digital 47 Kodak Q-13/Q-14 A M 19 B Densidade visual 0.05 a 0.10 0.75 a 0.85 1.95 a 2.05 1.65 a 1.75 RGB 242-242-242 104-104-104 12-12-12 24-24-24 % Preto 5% 59% 95% 91% RGB (amplitude possível) 239 a247 100 a 108 8 a 16 20 a 28 % Black (amplitude possível) 3% a 6% 58% a 61% 94% a 97% 89% a 92%
  45. 45. Imagem digital BNF, RC-A-82074
  46. 46.  Edição de imagem:  Imagens de arquivo;  O tratamento de imagem deve limitar-se a rotações de 90º ou 180º.  Imagens de consulta:  Criadas digitalmente a partir das imagens de arquivo;  Aplicação de tratamento em função da finalidade.  Redução da resolução  Rotações, corte e redimensionamento  Ajuste de brilho e contraste  Ajuste do equilíbrio de brancos  Ajuste de saturação, luminosidade e matiz ("hue“)  Utilização do histograma e ajuste de curvas  Clonagem e limpeza de elementos indesejáveis Imagem digital 49
  47. 47. 50 Boas práticas em digitalização
  48. 48.  Cuidados com as obras:  Ter, no posto de trabalho, apenas a obra que está a digitalizar;  Fechar a obra, sempre que se interrompa o trabalho;  No final de cada período de trabalho, guardar as obras em local reservado;  Transportar os livros com ambas as mãos e na horizontal;  Manusear apenas um volume de cada vez;  As obras de grande porte ou pesadas devem ser manuseadas por duas pessoas e requerem a utilização de um carro específico para o efeito.  Colocar sempre as obras em suportes adequados. Boas práticas em digitalização 51
  49. 49.  Cuidados com as obras:  Jamais escrever, apoiar qualquer objeto ou fazer pressão sobre um livro ou documento;  Folhear os livros com os dedos secos, evitando tocar nas zonas de texto ou imagem;  Marcar os livros e documentos com tiras de papel adequadas (acid-free);  As obras devem ser sempre colocadas sobre os suportes destinados para esse efeito;  Os documentos avulsos apenas devem ser retirados da respetiva capa de proteção no momento da digitalização, sendo imediatamente recolocados após a tarefa. Boas práticas em digitalização 52
  50. 50.  Cuidados com as obras:  Sempre que necessário, utilizar luvas de algodão; Os pergaminhos, códices, incunábulos e reservados em geral devem ser sempre manuseados com luvas.  Manter limpo o equipamento de digitalização de poeiras:  Retirar poeiras e resíduos que caiam das obras, usando apenas pincéis ou panos de limpeza secos;  Seguir as indicações do fabricante para a manutenção e limpeza geral do equipamento. Boas práticas em digitalização 53
  51. 51.  Fatores de qualidade na digitalização A digitalização deve ser realizada de forma a garantir:  Autenticidade – o conteúdo digitalizado deve ser conforme o original, sem o alterar, no todo ou em parte;  Fidedignidade – o conteúdo digitalizado é digno de crédito, porque reproduz fielmente o original;  Integridade – o conteúdo digitalizado reproduz integralmente o original;  Inteligibilidade – o conteúdo digitalizado permite a leitura do documento garantindo a nitidez dos pormenores;  Usabilidade – o conteúdo digitalizado deve ser de fácil acesso e utilização. Boas práticas em digitalização 54
  52. 52.  Área de captura  A digitalização deve abranger completamente o motivo a digitalizar com uma margem contrastante (geralmente, a negro) e tão pequena quanto possível. Boas práticas em digitalização 55 BÍBLIA. Latim [Bíblia S. Latina]. Maguntñ : Ionez Fust et Petrü Schoiffher de gernsheym, 14 Agosto 1462. UCBG Cofre 24-1 p. 1 http://goo.gl/yylKGg
  53. 53. 56
  54. 54.  Transparência do papel  Quando o material a digitalizar é muito transparente pode optar-se por uma folha branca. Boas práticas em digitalização 57
  55. 55.  Colocação da cunha de cor  Colocar a cunha de cor junto ao documento a digitalizar;  Usar uma cunha de cor adequada ao tamanho do documento. Se a obra tiver uma coloração homogénea, pode colocar-se apenas no início. Boas práticas em digitalização 59 Homem, Lopo. Cartógrafo [Atlas nautique du Monde, dit atlas Miller] ; 1. [Atlas Miller : hémisphère portugais et page de titre], 1519. BNF, Ge D 26179 Rés. http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b59011395/f 1.item.langPT
  56. 56. Digitalização  Documentos a digitalizar  Definição da resolução  Organização das imagens 60
  57. 57. Printed Text Pictorial Materials Oversized Materials Manuscripts Library of Congress 300 ppi, 1-bit, TIFF ITU- T.6 3,000 to 5,000 pixels 8-bit gray or 24-bit color, TIFF, uncompressed [Maps] Color: 300 ppi, 24-bit, TIFF, uncompressed 300 ppi, 8-bit gray or 24- bit color, uncompressed TIFF or JPEG 5:1 compressed NARA 300 ppi, 8-bit gray, TIFF, uncompressed 3000 pixels—long side, 2700 for square, 8-bit gray/24-bit color, TIFF, uncompressed 200 ppi, 8-bit gray or 24- bit color, TIFF, uncompressed See printed text Columbia 600 ppi, 1-bit, TIFF ITU- T.6 200 to 300 ppi, 8-bit gray or 24-bit color, TIFF [Large format transparency] 4096x6144, 24-bit, PhotoCD or TIFF See pictorial materials JIDI 300 ppi, 8-bit (24-bit for color, tinted or discolored originals), TIFF v.6, uncompressed [Photographic prints] Same as printed text. [Art works] 600 ppi, 8-bit gray /24-bit color, TIFF, uncompr. Scan from photo intermediates at 2400 ppi minimum Memory of the World 200 ppi, 1-bit, TIFF v.6, ITU-T.6 100 ppi, 8-bit gray or 24- bit color, TIFF-JPEG lossless or lossy for non- critical images 100 ppi, 8-bit or 24-bit, TIFF-JPEG lossless. For maps larger than A3, use photointermediates. 100 ppi, 4-bit gray, 24-bit color, TIFF-JPEG lossless, or lossy for non-critical images Colorado Digitization Project 600 ppi, 1-bit, TIFF, uncompressed 300 ppi, 8-bit gray, 24-bit color, TIFF, uncompressed [Photographs] 3000 to 5000 pixels, 8-bit gray/24-bit color or greater, TIFF, uncompr. [Graphic Materials] 3000 pixels or 300 ppi, 8- bit gray/24-bit color or greater, TIFF, uncompressed [Maps] 300 ppi, 8-bit gray/24-bit color, TIFF, uncompressed California Digital Library 600 ppi, 8-bit gray, TIFF- LZW 600 ppi, 24-bit color, TIFF-LZW 600 ppi if possible, but no less than 300 ppi, 24-bit color, TIFF-LZW See pictorial materials 2002, in: http://www.library.cornell.edu/preservation/tutorial/conversion/table3-1.html 61
  58. 58.  Tarefas a executar antes da digitalização  Higienizar as obras  Remover agrafos, clips e outros elementos extrínsecos à obra;  Separar as obras em lotes, preferencialmente por tamanhos e tipologias  Por exemplo: com e sem desdobráveis, manuscritos e impressos, etc.  Elaborar uma lista exaustiva das obras, incluindo aspetos particulares a ter em consideração no manuseamento, transporte, digitalização, etc.;  Atribuir um valor de seguro. Digitalização 62
  59. 59.  Elementos determinantes na escolha do processo de digitalização  Dimensão  Tipologia dos documentos  Estado de conservação  Material encadernado  Digitalização de capa a capa, 1 página por imagem  Material iconográfico ou cartográfico  Não se digitalizam as páginas em branco  Espólios  Digitaliza-se na íntegra, mesmo as páginas em branco  Desdobráveis em monografias  Não se digitalizam os versos dos desdobráveis Digitalização 63
  60. 60.  Fatores adversos à digitalização:  Mau estado de conservação, nomeadamente, o papel frágil ou com lacunas;  Altura da lombada;  Encadernação muito apertada;  Margens pequenas;  Transparência das folhas;  Vincos;  Obra sem numeração ou com vários tipos de numeração ou numeração errada. Digitalização 64
  61. 61. Digitalização 65 Formato Resolução Problemas Encadernados Manuscritos TIFF 600ppp Altura da lombada Encadernação muito apertada Margens pequenas Transparência das folhas Vincos em particular nos mapas e desdobráveis Desdobraveis Impressos 600ppp ou 300ppp Desenhos Mapas Desdobráveis Folha avulsa Manuscritos TIFF 600ppp Transparência das folhas Vincos em particular nos mapas e desdobráveis Impressos 600ppp ou 300ppp Desenhos Mapas Desdobráveis
  62. 62.  Fatores adversos à aplicação de OCR (Optical character recognition):  Pouca resolução, inferior a 300ppp;  Não há informação suficiente para o reconhecimento de caracteres.  Muita resolução, 600ppp ou superior;  Informação a mais, causa ruído.  Mais do que uma língua no mesmo documento;  Texto em colunas;  Diversos tipos de letras no mesmo documento;  Documentos muito ilustrados;  Pouco contraste;  Documentos sublinhados, rasurados ou anotados. Digitalização 66
  63. 63.  Organização das imagens:  Nomeação das pastas:  Cada obra é colocada numa pasta, identificada pela respetiva cota;  Na pasta de cada obra, são criadas subpastas para a matriz e cópias de outros formatos ou resoluções. Digitalização 67
  64. 64. Digitalização 68 Os ficheiros, imagens de arquivo (IA) <identificador> <identificador>_TIF [ficheiros TIFF] Os ficheiros das imagens de consulta (IC): <identificador> <identificador>_JPG <identificador>_JPG_24-C-R0150 [ou R0100] [ficheiros JPG] <identificador>_JPG_24-C-W0140 [ficheiros JPG] <identificador>_PDF <identificador>_PDF_24-C-R0300 [ficheiro PDF]
  65. 65.  Organização das imagens:  Nomeação das imagens:  Cada imagem é referenciada com a cota da obra, a numeração sequencial e a respetiva página. Digitalização 69
  66. 66.  Organização das imagens  Nomeação das imagens  Exemplo: Digitalização 70 l-79440-p_0019_16_t0.TIF Cota _ Número de ordem _ Página _ Indicação da matriz (ou cópia)
  67. 67.  Nomeação das imagens: monografias  <identificador>_<série>_<página>_<tipo>  Identificador:  Cota  Outro, desde que único  Preferencialmente inicia-se com a sigla da instituição  Série  Quatro dígitos  Inicia-se em 0001  Página  Numeração da obra  Denominação de algumas páginas específicas (capa, rosto, etc.)  Tipo  Depende do formato do ficheiro e da resolução  24-C-R0150  24-C-W0140 Digitalização 71
  68. 68.  Nomeação das imagens: periódicos  <identificador>_<data>_<série>_<página>_<tipo>  Identificador:  Cota  Outro, desde que único  Data  AAAA-MM-DD  AAAA-MM  AAAA  Série  Quatro dígitos  Inicia-se em 0001  Página  Numeração da obra  Denominação de algumas páginas específicas (capa, rosto, etc.)  Tipo  Depende do formato do ficheiro e da resolução Digitalização 72
  69. 69.  Metadados  METS  Esquema a aplicar aos TIFF  Dublin Core  Europeana Data Model Metacodificação 73
  70. 70. “Metadata is data about data. The term refers to any data used to aid the identification, description and location of networked electronic resources.” http://www.ifla.org/II/metadata.htm [consultado em: 2014-05-09]  Metadados utilizados para a descrição de objetos bibliográficos:  UNIMARC (Universal Machine Readable Cataloging )  MARC21 (MAchine Readable Cataloging)  DC (Dublin Core)  TEI (Text Encoding Initiative)  METS (Metadata Encoding and Transmission Standard)  ESE (Europeana Semantic Elements) Metacodificação 74
  71. 71. Metacodificação 75
  72. 72. Metacodificação 76
  73. 73.  Classificação dos metadados:  Em relação ao estado  Estáticos; dinâmicos; persistentes ou temporários  Quanto ao modo como estão associados à informação  Externos ou internos  Quanto ao modo como foram criados  Automáticos; semiautomáticos ou manuais  Em relação aos seus criadores  Por especialistas ou por não especialistas  Em relação à semântica utilizada  Controlados ou não controlados  Em relação à estrutura  Estruturados ou não estruturados Metacodificação 77
  74. 74.  Metadados TIFF Tagged Image File Format Metacodificação 78
  75. 75.  Metacodificação através da ferramenta Papaia  Verificação  Introdução de novos metadados Metacodificação 79
  76. 76.  METS Metadata Encoding and Transmission Standard  Mantido pelo Network Development and MARC Standards Office, da Library of Congress, e pela Digital Library Federation;  Permite armazenar a informação referente a um conjunto de ficheiros, para os colocar em linha e efetuar a sua preservação.  Esquema:  Cabeçalho  Metadados descritivos  Metadados administrativos  Ficheiros  Mapa estrutural  Ligações estruturais  Comportamento Metacodificação 80
  77. 77.  DC – Dublin Core  A designação foi escolhida em função do local da primeira reunião (Dublin, Ohio, USA);  Mantido e desenvolvido pela Dublin Core Metadata Initiative (DCMI) que promove o DC e fomenta a adoção de padrões de interoperabilidade entre os vários esquemas de metadados existentes;  Constituído como norma ISO com a designação de ISO 15836-2003.  Aplica-se à descrição de uma ampla gama de objetos digitais: livros, sons, imagens fixas e em movimento, sítios e documentos eletrónicos, etc.  Simples,  Qualificado. Metacodificação 81
  78. 78.  Dublin Core simples  Constituído por quinze elementos:  Nome – a etiqueta atribuída ao elemento de dado;  Identificador – o identificador único atribuído ao elemento de dado;  Versão – a versão do elemento de dado;  Autoridade de registo – a entidade autorizada a registar o elemento de dado;  Língua – a linguagem na qual o elemento de dado é definido;  Definição – uma afirmação que representa claramente o conceito e a natureza do elemento de dado;  Obrigatoriedade – indica se o elemento de dados é obrigatório ou não;  Tipo de dados – indica o tipo de dados que podem ser representados no valor do elemento de dado;  Máxima ocorrência – indica qualquer limite à repetição do elemento de dado;  Comentário – uma nota relativa à aplicação ao elemento de dado. Metacodificação 82
  79. 79.  Dublin Core qualificado  Permite um refinamento dos elementos , introduzindo qualificadores nos elementos do Dublin Core simples:  Título,  Descrição,  Data,  Formato,  Relação,  Cobertura,  Direitos de autor.  Introduz três elementos adicionais:  Audiência,  Proveniência,  Direito de autor. Metacodificação 83
  80. 80.  Europeana  Recolhe os metadados a partir das entidades fornecedora segundo a norma ISO 2709 ou qualquer esquema XML;  Utilizada o MarcXchange, Dublin Core e os perfis de metadados da Europeana:  Europeana Semantic Elements (ESE)  Baseado no DC com alguns elementos específicos.  Europeana Data Model (EDM)  Menos redutor que o anterior  Congrega elementos do Open Archives Object, Reuse and Exchange Model (OAI-ORE), Dublin Core e SKOS (Simple Knowledge Organization System). http://pro.europeana.eu/home Metacodificação 84
  81. 81.  Encadernação digital  Exemplos de documentos digitalizados e disponibilizados em linha Organização de coleções de imagens digitalizadas 85
  82. 82.  Aplicação da ferramenta informática ContentE  Encadernação digital (agrupamento das imagens de acordo com a estrutura da obra);  Replicação dos sumários para os vários formatos de imagem;  Possibilidade de escolha de estilos. 86 Organização de coleções de imagens digitalizadas
  83. 83.  Biblioteca Nacional Digital 87 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://purl.pt/1
  84. 84.  Biblioteca Nacional Digital 88 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://purl.pt/1
  85. 85.  Alma mater 89 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://bibliotecadigital.fl.ul.pt/ULFL036836_3/ULFL036836_3_master/ULFL036836/ULFL036836_item1/index.html
  86. 86.  Alma mater 90 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-Ft-cx-01_4/UCFCTBt-Ft-cx-01_4_item1/UCFCTBt-Ft-cx-04/UCFCTBt-Ft-cx-04_item1/index.html
  87. 87.  Alma mater 91 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://bibdigital.bot.uc.pt/obras/UCFCTBt-E-21-26-29_72/UCFCTBt-E-21-26-29_72_item3/UCFCTBt-E-21-26-s1-02/UCFCTBt-E-21-26-s1- 02_item3/index.html
  88. 88.  Alma mater 92 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://almamater.uc.pt/wrapper.asp?t=Compendiu%5Bm%5D+logicae+conimbricensis&d=http%3A%2F%2Fbdigital%2Esib%2Euc%2Ept%2F manuscritos%2FUCBG-MS-2214%2FglobalItems%2Ehtml
  89. 89.  Alma mater 93 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://almamater.uc.pt/wrapper.asp?t=Compendiu%5Bm%5D+logicae+conimbricensis&d=http%3A%2F%2Fbdigital%2Esib%2Euc%2Ept%2F manuscritos%2FUCBG-MS-2214%2FglobalItems%2Ehtml
  90. 90.  Bibliothèques Virtuelles Humanistes 94 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://www.bvh.univ-tours.fr/
  91. 91.  Bibliothèques Virtuelles Humanistes 95 Organização de coleções de imagens digitalizadas http://www.bvh.univ-tours.fr/
  92. 92.  Disponibilização em linha  URL (Uniform Resource Locator)  Endereço de localização na internet  protocolo://máquina/caminho/recurso  Páginas de hipertexto com atualizações manuais Exemplos: http://ww3.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm http://bibdigital.fd.uc.pt/ 96 Organização de coleções de imagens digitalizadas
  93. 93.  Servidor de endereço  PURL (Persistent Uniform Resource Locators) Exemplo: http://purl.pt/index/geral/PT/index.html  DOI (Digital Object Identifier)  Sistema que atribui um endereço fixo aos recursos eletrónicos. É atribuído um número único para cada recurso. Exemplo Bibilioteca digital da Faculdade de Letras http://digitool01.sibul.ul.pt/R/6ITPS7RECA2S7FDXJJD7FV2TC43I2I95DH6FM7QQD25UUDDD HJ-00346?func=search-simple 97 Organização de coleções de imagens digitalizadas
  94. 94.  Alterações no catálogo  UNIMARC 856: 40$uhttp://purl.pt/23744 856: ^uhttp://Patrimonia.porbase.org/hg-7-p/hg-7-p_y-01_rosto_t24-C- R0150.jpg^zPágina de título 98 Organização de coleções de imagens digitalizadas
  95. 95. Persistência e Preservação 99
  96. 96.  A preservação digital deve ter início no próprio momento em que o projeto começa a ser planeado:  O esquema de metadados e respetivos valores;  O identificador das imagens;  Os formatos dos ficheiros para as imagens de arquivo e de consulta;  A nomenclatura dos ficheiros, os campos que devem incluir e os respetivos valores;  O esquema das pastas para armazenamento dos dados;  A política de cópias de segurança;  A identificação persistente dos conteúdos digitais;  A calendarização para a migração ou conversão dos ficheiros. 100 Persistência e preservação
  97. 97.  Preservação digital 101 Persistência e preservação Preservação Estratégia a aplicar Física Acondicionamento adequado dos suportes físicos, utilização de suportes de longa duração, salas de prevenção contra desastres naturais, etc. Lógica Refrescamento, cópias de segurança, replicação local e/ou remota, etc. Conceptual Migração, emulação, encapsulamento, etc. Social Implementação de mecanismos que impeçam ou corrijam os erros provocados por operadores internos ou atacantes externos: função de undo, registo de actividades, autenticação e gestão de permissões, etc. Económica Definição de modelos de financiamento sustentáveis. Organizacional Definição de planos de sucessão que garantam a sobrevivência dos materiais face à eventual cessação de atividade por parte da organização detentora.
  98. 98.  Objetivo principal – pôr a informação ao alcance dos internautas:  Possuir conteúdos relevantes e inéditos;  Apresentar o conteúdo maioritariamente em formato texto, em vez de ligações;  Usar palavras-chave significativas e em número reduzido;  Permitir que os spiders dos motores de busca utilizem os seus crawlers nas páginas do sítio, sem necessidade de aceitar sessões com cookies e fatores relacionados;  Criar a tag HTML <TITLE>, em cada página do sítio, designando-a de forma clara e concisa (até 75 caracteres); 102 Persistência e preservação
  99. 99.  Objetivo principal – pôr a informação ao alcance dos internautas:  Criar a tag HTML <meta name= "keywords" content=>, em cada página do sítio, associando as palavras-chave que lhe descrevem o conteúdo da página e colocando-as por ordem de importância;  Criar a tag HTML <meta name= "description"= content>, em cada página do sítio, resumindo o tema principal da página e expandir a mensagem do tag <TITLE>;  Incluir o identificativo no Alt das imagens nos objetos museológicos, autor, título, data, dimensões, número de inventário, secção a que pertence nas obras bibliográficas, autor, título, data, volume, número de página. 103 Persistência e preservação
  100. 100. 104 Persistência e Preservação
  101. 101.  Objetivos:  Ser eficaz – verificar se o seu conteúdo é relevante para o objetivo e a missão enunciados, se a apresentação permite uma fácil navegabilidade na informação e se os mecanismos de recuperação da informação são eficientes;  Ter manutenção – o sítio deve ser mantido e atualizado a um nível adequado para garantir a qualidade do serviço prestado;  Ser transparente – indicar claramente o objetivo e a missão do sítio e a entidade que o produziu;  Ser acessível – garantir que o sítio seja totalmente acessível por todos os usuários, independentemente da tecnologia que usam ou de eventuais deficiências; 105 Persistência e preservação
  102. 102.  Objetivos:  Ser centrado no utilizador – as necessidades do utilizador devem nortear, não só a seleção dos conteúdos, como a forma como estes são apresentados;  Ser responsável perante o utilizador – responder às questões e sugestões apresentadas pelos utilizadores do sítio;  Ser interoperável dentro de redes culturais – permitir que os utilizadores localizem facilmente os conteúdos e serviços facultados no sítio, dando particular atenção aos metadados e à tecnologia utilizada e, sobretudo, seguindo as normas existentes; 106 Persistência e preservação
  103. 103.  Objetivos:  Ser multilingue – permitir, através de versões em várias línguas, um acesso alargado a um maior número de utilizadores;  Estar legal – o sítio deve obedecer às normas jurídicas existentes como, por exemplo, os direitos de propriedade intelectual, de privacidade e de ética;  Ser preservado no tempo – os responsáveis pelo sítio devem assegurar uma política de preservação adequada, não só ao nível dos conteúdos individuais, como do sítio no seu conjunto .  Em Portugal, assim como nos outros países, existe legislação sobre a acessibilidade. 107 Persistência e preservação
  104. 104. Referências 108
  105. 105. 109 Referências bibliográficas BESSER, Howard. Introduction to imaging. Edited by Sally Hubbard with Deborah Lenert. Rev. ed. Published/Created: Los Angeles : Getty Research Institute, 2003. Disponível em: <http://www.getty.edu/research/publications/electronic_publications/introimages/index.html > [consultado em: 2014-05-10] Cornell University Library, Department of Preservation and Collection Maintenance Digital Imaging Tutorial Disponível em: <http://www.library.cornell.edu/preservation/tutorial/index.html [Consultado em 2014-05-10] Estados Unidos. – Library of Congress – <Mets> Metadata encoding and transmission standard: primer and reference manual. 2007. Disponível em: <http://www.loc.gov/standards/mets/METS%20Documentation%20draft%20070310p.pdf> [consultado em: 2014-05-10]
  106. 106. 110 Referências bibliográficas ESTADOS UNIDOS. NARA (National Archives and Records Administration) – Technical guidelines for digitizing archival materials for electronic access [Em linha]: creation of production master files: raster images, por Steven Puglia, Jeffrey Reed, e Erin Rhodes. 2004. Disponível em : <http://www.archives.gov/preservation/technical/guidelines.pdf> [Consultado em 2014-05-10] GILL, Tony; GILLILAND-SWETLAND, Anne; BACA, Murtha – Introduction to Metadata: pathways to digital information. Los Angeles: Getty Research Institute. 1998. Disponível em: <http://www.getty.edu/research/publications/electronic_publications/intrometadata/index.html> [Consultado em 2014-05-10] GUERREIRO, Dália Maria Godinho Repositório digital de património cultural móvel: uma aplicação a objectos do culto católico [Em linha]. Lisboa: ISCTE, 2009. Tese de mestrado. [2014-05-02] Disponível em: http://hdl.handle.net/10071/1829 [Consultado em 2014-05-10]
  107. 107. 111 Referências bibliográficas I2020 Digital agenda for Europe. Disponível em: http://ec.europa.eu/information_society/eeurope/i2010/index_en.htm [Consultado em 2014- 05-10] LEE, D. Stuart – digital imaging: a pratical handbook. Facet Publishing, London, 2002. Zeng, Marcia Lei – Metadados http://marciazeng.slis.kent.edu/metadatabasics/Portuguese/cover.htm [Consultado em 2014-05- 10] RIBEIRO, Nuno Jorge Gonçalves de Magalhães – Multimédia e Tecnologias Interactivas. Lisboa: FCA, 2004. (Tecnologias de informação)
  108. 108.  damague@gmail.com;  @DaliaGuerreiro;  http://bdh.hypotheses.org/;  https://www.facebook.com/groups/bib.digital/ Muito obrigada • FIM Contatos 112

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