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ARLS CONSTRUTORES DO TEMPLO DE SALOMÃO
SOB OS AUSPÍCIOS DO GRANDE ORIENTE PAULISTA – COMAB - C...
Maçonaria e Maçons
A definição mais aceita e mais divulgada da Maçonaria — com
ligeiras modificações, nas Constituições da...
Sem esforços dirigidos, sem trabalho ordenado, sem previsão dos
meios, sem unidade, tudo aconteceria, nada se realizaria. ...
Haver-se sempre com probidade, praticando o bem, a tolerância e a
fraternidade humana".
A ética, todavia, não fica restrit...
Noticiário Cultural do Boletim do Grande Oriente do Brasil
Textos:
- Ir.'. José Castellani (“in memorian”)
- Extraído do B...
Taquaritinga, 27 de agosto de 2.010.
A .∙. R .∙. L .∙.S .∙. “LÍBERO BADARÓ”
Ir .∙. Apr .∙. FÁBIO RONEY GIROTTO
TRABALHO S...
ACÁCIA AMARELA DO IRMÃO LUIZ GONZAGA.
autor: Diogo Nunes Da Silva
publicado em : 02/06/2008
DIA 13 DE DEZEMBRO DE 1912, UM...
EM 1981, NASCE A MUSICA “ACÁCIA AMARELA”. O IRMÃO LUIZ
GONZAGA, ACHANDO OPORTUNA UMA HOMENAGEM MUSICAL À
MAÇONARIA, ELABOR...
Gonzaguinha filho adotivo de Gonzagão
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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NASCIMENTO MESTRE MAÇOM
O REI DO BAIÃO...
GRUPO
APRENDIZES DA ARTE REAL
Luiz Gonzaga... nasceu em
13/12/1912... na modesta
fazenda Caiçara... localizada
na zona rural de Exu... no
Sertão do Pern...
O amor pela música começou
quando ainda era criança...
Adorava acompanhar seu pai...
Januário José dos Santos... nas
festa...
Aos oito anos... Luiz Gonzaga
tocava zabumba e um velho fole
do pai... logo depois aprendeu a
usar sanfona... instrumento
...
Na puberdade começou
a se apresentar em festas
religiosas... feiras e forrós.
Aos 18 anos pensou em casar
com Nazinha... a...
Por conta do amor... recebeu
de sua mãe... Dona Ana...
uma grande surra...
Humilhado... foi para Crato - CE
e de lá para F...
Foram nove anos de vida militar...
Em 1939... deu baixa... resolveu
tentar a vida no Rio de Janeiro...
.
Nessa cidade... a...
Luiz Gonzaga não demorou muito
para se tornar um dos artistas mais
famoso do Brasil...
Passou a tocar em diversos
rádios e...
Em parceria com o Cearense
Humberto Teixeira... gravou Asa
Branca... que se tornou o hino do
sertanejo e outros sucessos
p...
Em 1945... a cantora Odaléia
deu à luz um menino. Ele tinha um
caso com a moça – assumiu a
paternidade da criança... dando...
Aos 36 anos... Gonzagão... casou-se
com a pernambucana Helena
Cavalcanti... uma professora que tinha
se tornado sua secret...
Gonzagão... vestido a
caráter como nordestino...
tornou-se uma instituição da
música brasileira.
O dia 13 de dezembro... d...
Interprete de sucessos imortais nos
mais diferentes ritmos... é o maior
responsável pelo sucesso do
forró... mudou definit...
Dois meses antes da sua morte
(2 de agosto de 1989) a gravadora
do compositor... lançou o “Forró
do Gonzagão”... foi sua d...
Gonzagão era maçom e compôs a música “Acácia Amarela”
(áudio da apresentação) em homenagem a Maçonaria !
Texto e formatação- acaciana@terra.com.br
Som – enviado pelo Coré por email
coré1940@oi.com.br
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  1. 1. À G.: D.: G.: A.: D.: U.: - ARLS CONSTRUTORES DO TEMPLO DE SALOMÃO SOB OS AUSPÍCIOS DO GRANDE ORIENTE PAULISTA – COMAB - CMI Presidente; IIr.’. 1o . e 2o . Vvig, demais IIr.’. S.’.F.’.U.’. Trabalho para Tempo de Estudos em Grau de A.´. M.´. Tema: “A Loja e o Maçom, Significados, sua Missão, Moral e Ética na Maçonaria” Loja - significado O termo surgiu pela primeira vez, em 1292, num documento de uma GUILDA, organização de oficio medieval (ver - Síntese da Historia da Maçonaria -). As Guildas de Mercadores adotaram a palavra para designar os locais de depósito e venda de produtos manufaturados, enquanto as Guildas artesanais a usaram para designar os seus locais de trabalho, ou seja, as oficinas dos artesões. Destas ultimas, originou-se o nome das corporações Maçônicas e a reunião dos seus membros. A Loja Ideal e a Loja Real A Loja ideal, traçada nos Rituais, é uma Loja unida, onde todos vivem em união, compartilhando seus ideais, onde ninguém critica ninguém, e todos trabalham procurando levar os princípios maçônicos ao maior número possível de pessoas. A Loja ideal é atuante por parte de todos os seus membros, não havendo ninguém ocioso ou preferindo a neutralidade ou isentando-se de responsabilidade. Todos fazem, trabalham e não dão trabalho. Ela é aquela onde todos estão conscientes de suas obrigações e com elevado desenvolvimento espiritual, não havendo lugar para rancor, ódio, raiz de amargura, inveja, ciúmes, angústia, depressão, desrespeito, etc. Nela existe uma liderança participativa, atuante, amiga e transmissora de poder. Mas há a Loja real, a Loja do estatuto, a Loja visível, palpável, Onde vivemos, sentimos, percebemos e amamos. A Loja real, por sua vez, é composta de pessoas com pensamentos profanos, ainda ligados a vícios e preconceitos, agindo egoisticamente, precisando de auxílio, de libertação. Nela há críticas, discórdias, entre tantos outros tratamentos mesquinhos, eivados de erro, vício e ignorância. Há pessoas que só querem receber, mas nunca dão, nunca compartilham. Pessoas que se esquecem facilmente dos ensinamentos recebidos, ficando apenas em sua lembrança o que não foi feito, ignorando tudo que foi realizado e os esforços para sua consecução. Mas esta é a Loja do nosso dia-a- dia. Esta é a Loja real, sem utopias, quimeras. É esta a Loja que está sendo lapidada, moldada, restaurada, renovada, revigorada a cada dia. É esta a Loja que devemos amar, honrar, vestir a sua camisa, gastar nosso tempo e nossos talentos, nossa vida, tudo quanto temos e somos para transformá-la à Glória do Grande Arquiteto do Universo. A Significação da Palavra Irmão Não basta dizer Irmão, esta palavra tem sentido iniciático e assim e que o Maçom deve usa-la. Marco Aurélio, Imperador dos Romanos, praticante da filosofia estóica, iniciado em Elêusis, um dos antigos mistérios de que somos herdeiros, assim precisou o sentido iniciático da palavra IRMÃO: "Todas as manhas fazer a interrogação e a ti mesmo respondes: Hoje, como todos os dias, sei que vou encontrar indiscretos, velhacos, ingratos e insolentes! Esses infelizes tem todos estes defeitos porque ignoram o que e o Bem; mas eu que aprendi o que o bem consiste no que e honesto, sei qual e a verdadeira natureza daquele que comete tais faltas, E sei mais, que ele é meu Irmão, não pela carne, nem pelo sangue, mas pôr nossa comum participação no espirito emanado de Deus. Portanto, o seu mau procedimento não pode me ofender. Com efeito, é impossível que possa zangar-me com um Irmão e que o odeie, porque nós dois fomos criados para agir de conformidade um com o outro, do mesmo modo que acontece com os nossos dois pés, as nossas duas mãos, as nossas duas pálpebras e as nossas duas fileiras de dentes, que, pôr isso, uma é superior e a outra inferior, contudo não podem funcionar isoladamente. Assim, a imperfeição de meu Irmão é tão perdoável quanto a invalidez de um cego, que não pode distinguir o branco do preto" Portanto, não basta "dizer" Irmão, o iniciado dá a essa palavra o alto significado que implica, no plano físico e no plano espiritual: um generoso e devotado Amor Fraternal.
  2. 2. Maçonaria e Maçons A definição mais aceita e mais divulgada da Maçonaria — com ligeiras modificações, nas Constituições das Obediências — é a seguinte: "A Maçonaria é uma instituição essencialmente iniciática, filosófica, filantrópica, progressista e evolucionista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da Humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. Suas finalidades supremas são: Liberdade, Igualdade, Fraternidade". Entretanto, sem prejuízo de suas finalidades educativas e filantrópicas, a Maçonaria é, na realidade, uma instituição político-social, atuando dentro de padrões éticos, consubstanciados na essência sociológica da Política, no sentido da manutenção das grandes conquistas sociais da humanidade e da defesa das idéias libertárias. As grandes transformações sociais da humanidade, desde o século XVII, as quais, em maior ou menor escala, contaram com a participação subterrânea da Maçonaria, demonstram as finalidades político-sociais, que determinaram a sua evolução e crescimento. Apesar disso, algumas Obediências maçônicas, negando, à Política, um lugar de destaque na evolução social dos povos, rejeitam qualquer escopo político nas atividades maçônicas, quando o que deve ser rejeitado é o sectarismo político, assim como o religioso. Essa rejeição, anacrônica, ignora o progresso racional e nega o espírito crítico do homem. A Política, como um ramo das ciências sociais, estuda as diversas formas do poder político, bem como sua dinâmica, suas instituições e seus objetivos, mostrando íntima relação com outros ramos da ciência, como a História, a Sociologia, a Filosofia, a Economia. Assim, nenhum homem esclarecido pode se mostrar indiferente à atividade política, assim como nenhuma instituição de cunho social pode pretender proibir debates em torno da Política — em seu sentido social, amplo e não sectário, ou partidário — já que todas as Constituições, que regem a vida de povos livres, consideram a liberdade de pensamento e de expressão como um direito inalienável do cidadão. Se não é muito difícil definir o que é maçonaria — ou o que ela não é — já definir um maçom deveria ser muito mais fácil. Maçom completo seria, então, o que foi iniciado e que segue, rigorosamente, os princípios gerais da instituição maçônica. Esse seria, porém, um raciocínio absolutamente simplista, que ignoraria as imperfeições humanas, as paixões, momentâneas, ou não, as vaidades, a ambição, a inveja. Não há por isso, maçom completo, maçom perfeito. Mas há os que procuram se aperfeiçoar, pois a maçonaria é uma escola de aperfeiçoamento do homem. Evidentemente, muitos não conseguem e se deixam levar pela correnteza de suas próprias imperfeições, chegando, inclusive, à difamação de Irmãos, o que, para a doutrina maçônica — e não só para a Justiça — é um crime inominável. Esses acabam sendo marginalizados e deixam a instituição. E, quando não a deixam, a seleção natural acaba mostrando o que são e enviando-os para o limbo das coisas inúteis, separando, assim, o joio do trigo. A missão maior dos Maçons Num mundo de desavenças e de insatisfações, num mundo de homens tristes e sós, num mundo de inverno constante no corpo e na alma, encontramos na Maçonaria um facho de luz iluminando o caminho do futuro, como o fez no passado. Encontramos um punhado de homens plenos de Ideal. Um punhado de homens cheios de esperanças a concretizar coisas e sentimentos. Encontramos homens que beijaram as sombras e não macularam os lábios. Encontramos homens que tiveram, nos olhos, luz intensa e ofuscante e não se feriram. Por tudo isto e mesmo por nada disto, cumpre-nos uma missão árdua, mas compensatória, cumpre-nos buscar a formação integral do homem, cumpre-nos combater um bom combate e guardar a Fé. É preciso realizar o máximo do chão batido e vicioso. É preciso que cada um saia de sua própria casa para, silenciosamente, apanhar o fardo do outro e ajudar a carregá-lo. Não se aguarda que a vida ofereça as oportunidades sagradas de servir. Busca-se espontaneamente, esta oportunidade, com o arrojo próprio de quem confia na grandeza de sua missão. Se cada um de nós, isoladamente, aplicar seus esforços, muito provavelmente não atingiremos as metas.
  3. 3. Sem esforços dirigidos, sem trabalho ordenado, sem previsão dos meios, sem unidade, tudo aconteceria, nada se realizaria. Ao encetarmos aventura, planejamo-la e o fazemos nos mínimos detalhes. Maçonaria não é aventura, é realização efetiva, é concentração de gerações, é despojamento, é identificação, é preparação prévia, preparação durante, preparação sempre. É vivência do dia-a-dia, de momento a momento, é cair, é um levantar-se constante, é somar, pacienciosamente, seu trabalho ao trabalho do outro. Maçonaria é CRESCER. É colocar-se diante da verdade, diante do Belo, é colocar-se diante do bem, e o que é mais importante, ASSIMILÁ-LOS. Maçonaria deve ser caminho, deve ser encarnação e o MAÇOM deve sentir o sopro do infinito a uni-lo a seus Irmãos, unindo-os por laços mais fortes que os laços do próprio sangue. Os mações nasceram para iluminar e ser luz é ser mais que um fator: É abrir picadas sobre caminhos sem sede. A luz é uma denúncia, na obscuridade é impossível construir. O que nos facilitaria a enorme tarefa que abraçamos ao entrar na Maçonaria? Repudiar dogmas e outras imposições! - liberdade! respeitar os pontos de vista alheios! - tolerância! acercar-nos do homem como seu irmão! - fraternidade! Respeitar-nos e Considerarmo-nos Mutuamente! - Igualdade! A Maçonaria Como Escola de Moral Todos sabemos que antes de um profano ser admitido na Fraternidade Maçônica, é objeto de rigorosas indagações pela comissão de sindicância que a Loja escolhida nomeia e, ainda, sua Iniciação depende da votação dos Maçons. É louvável o sistema de seleção adotado na Maçonaria, guardando-se a inviolabilidade da origem dos votos impeditivos numa consagrada homenagem à dignidade de caráter dos seus fautores. Há aí verdadeiro segredo funcional. A nenhum Irmão é dado o direito de tentar descobrir de onde partiu o embargo. A moral do votante é a garantia de que agiu com honradez e espírito de justiça. É no trabalho das Oficinas, nos encontros da Fraternidade, no balanço operativo dos Irmãos, na aplicação doutrinária, no ensinamento geral a que todos abrange, que a Maçonaria cumpre integralmente sua finalidade na sociedade humana. Desbastar a Pedra Bruta só encontra analogia e significado real com o trabalho primitivo dos Pedreiros Livres, quando, na própria Oficina, procura a Maçonaria anular as arestas de seus próprios membros, quaisquer que sejam as suas posições em Loja, sejam quais forem seus títulos iniciáticos. A doutrina maçônica procura aperfeiçoar o homem no sentido moral. A importância da ética na maçonaria Parto a exposição em duas premissas: A primeira: esclarece que a Maçonaria é uma Fraternidade. Ora, o substantivo feminino fraternidade designa o parentesco de irmãos, o amor ao próximo, a harmonia, a boa amizade, a união ou convivência como de irmãos. A Segunda: afirma que a Maçonaria, como uma Fraternidade, deve ser uma instituição fundamentalmente ética. O substantivo feminino ética designa a reflexão filosófica sobre a moralidade, ou seja, sobre as regras e códigos morais que orientam a conduta humana. Refere-se, também, à parte da Filosofia que tem por objetivo a elaboração de um sistema de valores e o estabelecimento dos princípios normativos da conduta humana, segundo esse sistema de valores. Sendo, a Maçonaria, até pela sua definição, uma organização ética, devem ser rígidos os códigos de moral e alto o sistema de valores, que orientam a conduta entre maçons. Todos os códigos maçônicos ressaltam a importância dos valores éticos entre maçons, ou seja, entre Irmãos. Isso está bem evidente em disposições inseridas em textos constitucionais, as quais, com pequenas variações de Obediência para Obediência, afirmam que, entre outros, são deveres do maçom: "Reconhecer como Irmão todo maçom e prestar-lhe, em quaisquer circunstâncias, a proteção e ajuda de que necessitar, principalmente contra as injustiças de que for alvo;
  4. 4. Haver-se sempre com probidade, praticando o bem, a tolerância e a fraternidade humana". A ética, todavia, não fica restrita apenas às relações entre maçons, mas, também,, às destes com as Obediências que os acolhem, principalmente nas referências a estas, ou aos seus dirigentes, em textos escritos. Isso está bem caracterizado no dispositivo legal, que admite ser direito do maçom participar de uma Loja Regular. Atitudes antiéticas, ocorrem todos os dias, na sociedade atual, principalmente em épocas de campanha eleitoral, de crises econômicas, de tumulto social. A sociedade atual, graças ao esgarçamento de sua estrutura familiar e ao avanço avassalador da amoralidade, é, hoje, altamente antiética : a solidariedade é moeda em baixa; o respeito às demais pessoas é praticamente inexistente; o acatamento da lei e da ordem sumiu; a deslealdade, no sentido de auferir vantagens, vai bem, obrigado. A Maçonaria, contudo, deveria dar o exemplo de moral e de ética. Afinal de contas, ela afirma, em todas as suas Cartas Magnas, que: "Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. (...) Proclama que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um". Nem sempre, porém, isso acontece. A Instituição maçônica, doutrinariamente, é perfeita, mas os homens são apenas perfectíveis. Maçom sem Loja" Atentem para esta afirmação: - Não tenho tempo para freqüentar a Loja mas aqui fora, sou mais maçom que muito irmão no templo. A nossa Sublime Ordem torna possível a todos seus adeptos, um terreno fértil para estudo da verdade. Através da valorização do trabalho intelectual de cada irmão, por mais simples que seja, criamos o pano de fundo necessário ao autodesenvolvimento do Maçom. Embora uma Loja proporcione este ambiente, esta não é a única organização que proporciona meios para atingir a valorização humana. A essência está no algo mais, e encontram na Maçonaria, refúgio para sua livre manifestação, não sendo questionados em sua crença, religião, raça, classe social, em seu partido político, podendo estudar e se manifestar livremente. Existem refúgios de virtudes e de bons costumes, fora da maçonaria. A maçonaria não possui o privilégio, nem pretende ser a única instituição capaz de trazer e dar ao homem a felicidade. Homens virtuosos existem e existiram em todos os tempos e lugares. Fora de um templo maçônico também praticam-se as boas qualidades. Estaríamos praticando a arrogância se assim não pensássemos. O único dono da verdade é o G.'.A.'.D.'.U.'.. Concluímos que fora do templo, praticamos as qualidades de um maçom ou seja virtudes, que qualquer homem de bem, livre e de bons costumes, possui. Mas pode haver maçonaria sem seus símbolos, sem seu ensinamento esotérico e sem um templo para abrigar tudo isso? Não, certamente que não. Ao reunirem-se os primeiros maçons especulativos e aceitos, nas tabernas inglesas, desenhavam a tábua da loja no piso e somente após esta pronta, declaravam a loja aberta. Sem aqueles símbolos não existia loja, não existia sessão, não existia a própria maçonaria. Com estes dados acreditamos que, para praticarmos maçonaria, necessitamos obrigatoriamente de um templo maçônico aberto e em sessão. Sem um templo não existe o maçom. Compactuo da idéia que fora do templo praticam-se as qualidades do maçom, mas "nunca" maçonaria. Maçonaria só no templo. Este Trabalho foi apresentado em São Paulo, 10 de agosto de 2005 (E.’.V.’.), na ARLS Monte Sinai, com discussões dos IIr.´. em Tempo de Est.´.. Fontes de Pesquisas:
  5. 5. Noticiário Cultural do Boletim do Grande Oriente do Brasil Textos: - Ir.'. José Castellani (“in memorian”) - Extraído do Boletim nº 2 - marco/abril de 2002 – do Colégio de Estudos do Rito Schroder - Florianópolis - SC. - Ir.’. Edson Fernando S. Sobrinho M.'.I.'. Home Page: ARLS Acácia Sertaneja - Nr. 2690 - GOB. - Ir.’. José Gonçalves Villanova; - Ir.’. Fernando Mano Careta - A.'.R.'.L.'.S.'. Sete de Dezembro 382 - Glesp / Or.'. Birigüi - SP Irm:. José Fernandes de Oliveira - Or:. de Itaúna – MG Lido V.’.M.’. Sumaré, 28 de maio de 2013 (E.’.V.’.) Antônio Bueno de Oliveira Neto – M.’.M.’.
  6. 6. Taquaritinga, 27 de agosto de 2.010. A .∙. R .∙. L .∙.S .∙. “LÍBERO BADARÓ” Ir .∙. Apr .∙. FÁBIO RONEY GIROTTO TRABALHO SOBRE A ACÁCIA  A Acácia na Botânica A Acácia é uma árvore da família das leguminosas de madeira dura; muitas das espécies produzem goma- arábica e outras fornecem o guaxe (fruto comestível), tanino, madeiras de grande valor, flores perfumadas brancas e amarelas, sendo usadas como enfeite. A Acácia possui quase 600 variedades, existindo praticamente no mundo todo; América do Norte, Ásia, índia, Egito, Norte da África, China, Austrália, etc. No Brasil a espécie da Acácia Negra constitui uma das grandes riquezas do Rio Grande do Sul. Autores maçônicos acreditam que a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus, bem como a cruz onde foi pregado era do tipo de uma árvore de Acácia espinhosa. O irmão Ir .∙. “Olintho de Almeida” afirma que “a coroa de Acácia espinhosa colocada na cabeça de Jesus significa a sabedoria”.  A Acácia na Antiguidade (Egípcios, Tribos Árabes, Israelitas). Os povos antigos tinham respeito extremo pela Acácia chegando a ser considerada um emblema solar porque suas folhas se abrem com a luz do sol ao amanhecer e se fecham ao desaparecer do sol no fim do dia; sua flor imita o disco solar.  A Acácia na Bíblia Como devemos interpretar o gesto dos soldados romanos quando coroaram Jesus com espinhos? Interpretamos como um ato de crueldade com sentido burlesco (cômico) ou será que, aparentemente, houve alguém que conhecendo a simbologia começada do ramo da Acácia induziu a soldadesca (bando de soldados indisciplinados) a usar este tipo de coroa? O sentimento dos israelitas pela Acácia começa com Moisés quando na construção dos elementos mais sagrados utilizou-se a Acácia e os estudiosos concordam que a Arca, a Mesa e o Tabernáculo foram construídos com a Acácia que existia no deserto no deserto por ela ser: imputrescível, incorruptível e inatacável pelos predadores naturais. A Bíblia é rica em alusões sobre a madeira de Acácia dando para ela vários usos, o que por sua vez, a converte em uma árvore sagrada como podemos ler em Isaías (41c :19v ) “Plantarei no deserto o cedro a árvore da Acácia, e a murta da oliveira ...” (Êxodo 25c :10v ) “Também farão uma arca de madeira de Acácia...”  A Acácia na Maçonaria A interpretação simbólica e filosófica da planta sagrada é riquíssima e lembra a parte espiritual que existe dentro de nós que, como uma emanação de Deus, jamais pode morrer e mantém-se em uma tradição dos tempos antigos porque por sua característica de imputrescível simboliza a imortalidade da alma. A Acácia é simplesmente, a representação da alma e nos leva a estudar seriamente nosso espírito, nosso eu interior e a parte imaterial da nossa personalidade. Um dos significados simbólicos mais importantes sobre a Acácia foi dado por “Albert Gallatin Makey” (1.807-1.881) um dos mais importantes médicos, juristas, historiadores, escritores e maçons que a nação americana e o mundo já conheceu em que ressalta a Inocência; onde a palavra grega akakia é usada para definir a qualidade moral, a inocência e a pureza de vida. Estima-se que a Acácia nasce em nosso simbolismo junto com a maçonaria especulativa tendo incorporado em seus rituais a Robinia, mais conhecida como falsa Acácia sendo que qualquer das variedades utilizadas não tira em absoluto o simbolismo do ritual. Bibliografia  Guia do Maçom – IR .∙. Francisco Geraldo Fernandes de Almeida;  Grande Loja Maçônica do Estado SP;  Revista A Verdade - GLESP – Jan./Fev. 1.995;  A Maçonaria Simbólica - Jules Boucher -1.996;  Árvores e seus Simbolismos – Descartes de Souza Teixeira – 1.995;  Bíblia Sagrada.
  7. 7. ACÁCIA AMARELA DO IRMÃO LUIZ GONZAGA. autor: Diogo Nunes Da Silva publicado em : 02/06/2008 DIA 13 DE DEZEMBRO DE 1912, UMA SEXTA-FEIRA, NASCE NO MUNICÍPIO DE EXU, ESTADO DE PERNAMBUCO, DIVISA COM OS ESTADOS DO CEARÁ E PIAUÍ. LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO, O SEGUNDO DE NOVE FILHOS DO CASAL JANUÁRIO JOSÉ DOS SANTOS E DE ANA BATISTA DE JESUS, RECEBE O NOME DE "LUIZ" POR SER DIA DE SANTA LUZIA "GONZAGA" POR SUGESTÃO DO VIGÁRIO E "NASCIMENTO" POR TER NASCIDO EM DEZEMBRO, TAMBÉM MÊS DE NASCIMENTO DE JESUS CRISTO. EM 1920, AOS OITO ANOS DE IDADE, SUBSTITUI UM SANFONEIRO EM FESTA TRADICIONAL NA FAZENDA CAIÇARA, NO ARARIPE, EXU, A PEDIDO DE AMIGOS DO PAI; CANTA E TOCA A NOITE INTEIRA E, PELA PRIMEIRA VEZ RECEBE O QUE HOJE SE CHAMA CACHÊ, FATO QUE AMOLECE O ESPÍRITO DA MÃE, QUE NÃO O QUERIA SANFONEIRO. EM 1929, VIRA "ESCOTEIRO" E APAIXONA-SE POR UMA MULHER A CONTRAGOSTO DA MÃE, DE QUEM LEVA UMA SURRA E FOGE DE CASA PARA A CIDADE DO CRATO. O REVOLTADO "LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO" FICA SABENDO QUE AS FORÇAS ARMADAS ESTÃO RECRUTANDO VOLUNTÁRIOS. ERA ISSO O QUE QUERIA. NÃO PENSA MUITO E ALISTA-SE NO PRIMEIRO POSTO DE ALISTAMENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO. O ANO, 1930. EXPLODE A REVOLUÇÃO NOS ESTADOS DO RIO GRANDE DO SUL, MINAS GERAIS E PARAÍBA. O ENTÃO SOLDADO "GONZAGA" Nº 122, CORNETEIRO, SEGUE COM O 2º BATALHÃO DE CAÇADORES PARA A CIDADE DE SOUZA, ESTADO DA PARAÍBA; AINDA EM MISSÃO, SEGUE PARA AS CIDADES DE BELÉM, ESTADO DO PARÁ, E TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ; E DEPOIS PARA OS ESTADOS DO RIO GRANDE DO SUL, RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS. GANHA FAMA NO EXÉRCITO BRASILEIRO E UM APELIDO: "BICO DE AÇO", POR SER EXÍMIO CORNETEIRO. EM 1939, DÁ BAIXA DO EXÉRCITO BRASILEIRO E, AVENTUREIRO, SEGUE PARA SÃO PAULO; DESEMBARCA NA ESTAÇÃO DA LUZ E, NAS IMEDIAÇÕES COMPRA A SUA PRIMEIRA SANFONA "BRANCA" (TODAS AS SUAS SANFONAS SEGUINTES SERIAM DE COR BRANCA) DE 120 BAIXOS. EM 1942, COMEÇA A FAZER SUCESSO E AS EMISSORAS DE RÁDIO COMEÇAM A SE INTERESSAR DE FATO PELO NOVO CARTAZ. ENQUANTO ISSO, O BRASIL DECLARA GUERRA À ALEMANHA E SEUS ALIADOS. EM 1946, COM HUMBERTO TEIXEIRA, COMPÕE E GRAVA A PRIMEIRA DE UMA SÉRIE DE 18 PARCERIAS: "NO MEU PÉ DE SERRA". O SUCESSO É IMEDIATO E ENORME, E, AO MESMO TEMPO, O SEU NOME COMEÇA A CORRER O MUNDO: EUROPA, EUA, JAPÃO. ALÉM DE NO MEU PÉ DE SERRA, COM TEIXEIRA, COMPÔS, ENTRE OUTRAS, "ASA BRANCA", "JUAZEIRO", "LÉGUA TIRANA", "ASSUM-PRETO", "PARAÍBA" E "RESPEITA JANUÁRIO". ATE AI, LUIZ GONZAGA É UM PROFANO ARTISTA BRASILEIRO, CONHECIDO POR SEU TALENTO MUSICAL, SANFONEIRO ARRETADO. EM 03 DE ABRIL DE 1971, LUIZ GONZAGA DEIXA DE SER APENAS O ARTISTA LUIZ GONZAGA, É PASSA A SER O IRMÃO LUIZ GONZAGA, INICIADO NA MAÇONARIA, NA ARLS.'. "PARANAPUAN" Nº 1477, DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL, OR.'. DA ILHA DO GOVERNADOR, DO RITO MODERNO" OU "FRANCÊS". ELEVADO AO GRAU DE COMPANHEIRO MAÇOM, EM 14 DE DEZEMBRO DE 1972 E EXALTADO AO GRAU DE MESTRE MAÇOM, EM 05 DE DEZEMBRO DE 1973, TENDO COMO SEU "PADRINHO" O IRMÃO FLORENTINO GUIMARÃES, MEMBRO DO QUADRO DA LOJA "PARANAPUAN". FOI INICIADO NO GRAU 4, EM 29 DE AGOSTO DE 1984. NO SUBI .'. CAP.'. "PARANAPUAN", JURISDICIONADO AO SUPREMO CONSELHO DO BRASIL PARA O REAA.
  8. 8. EM 1981, NASCE A MUSICA “ACÁCIA AMARELA”. O IRMÃO LUIZ GONZAGA, ACHANDO OPORTUNA UMA HOMENAGEM MUSICAL À MAÇONARIA, ELABOROU A LETRA E O TEMA MUSICAL. O IRMÃO ORLANDO SILVEIRA DEU ALGUMAS SUGESTÕES E HARMONIZOU A MELODIA. CONCLUÍDO O TRABALHO, A GRAVAÇÃO FOI FEITA
  9. 9. Gonzaguinha filho adotivo de Gonzagão Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1945 — Renascença, 29 de abril de 1991) foi um cantor e compositor brasileiro. Biografia Gonzaguinha era filho adotivo1 do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil.2 O site oficial do cantor afirma que ele era filho legítimo de Luiz Gonzaga.3 Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos 14 anos, e em 1961, com 16 anos, foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve 2 filhos: Daniel e Fernanda. Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra, a atriz e cantora Amora Pêra. Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação. Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS. Assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, Comportamento Geral. Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos dos meios de comunicação lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como Piada infeliz e Erva. Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor canções de tom mais aprazível para o público da época, como Começaria tudo outra vez, Explode Coração, Grito de alerta eO que é o que é, e também temas de reggae, como Nem o pobre nem o rei. As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina(Redescobrir ou Ciranda de Pedra), Fagner, e Joanna. Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de Sangrando, Mulher, e daí e Começaria tudo outra vez, Da maior liberdade, É, Petúnia Resedá. Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986 fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos. Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins (Lelete) e a filha deles, a caçula Mariana.4 Morte Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 7h30min de 29 de abril de 1991, entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel, um Chevrolet Monza, rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu. Gonzaguinha foi enterrado no Cemitério Parque da Colina, em Belo Horizonte, em abril de 1991.5 Dedicou os últimos anos da sua vida a cuidar da obra de seu pai, Luiz Gonzaga.[carece de fontes?] Discografia Referências 1. Ir para cima↑ José Neumani Pinto. Belo e comovente, mas com falha de verossimilhança. Visitado em 18 de janeiro de 2013. 2. Ir para cima↑ Diário do Nordeste, Globo.com, página visitada em 18 de janeiro de 2013. 3. Ir para cima↑ Biografia_Infância Página oficial do artista. Visitado em 7 de outubro de 2014. 4. Ir para cima↑ Biografia_Maturidade Página oficial do artista. Visitado em 7 de outubro de 2014. 5. Ir para cima↑ Dicionário Cravo Albin. Biografia. Visitado em 29 de janeiro de 2013. Bibliografia  Euclides Amaral. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.  Regina Echeverria. Gonzaguinha e Gonzagão – Uma história brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.  Ricardo Cravo Albin. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  10. 10. IR.`.LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO MESTRE MAÇOM O REI DO BAIÃO... GRUPO APRENDIZES DA ARTE REAL
  11. 11. Luiz Gonzaga... nasceu em 13/12/1912... na modesta fazenda Caiçara... localizada na zona rural de Exu... no Sertão do Pernambuco...
  12. 12. O amor pela música começou quando ainda era criança... Adorava acompanhar seu pai... Januário José dos Santos... nas festas rurais
  13. 13. Aos oito anos... Luiz Gonzaga tocava zabumba e um velho fole do pai... logo depois aprendeu a usar sanfona... instrumento que o acompanhou por toda a vida!
  14. 14. Na puberdade começou a se apresentar em festas religiosas... feiras e forrós. Aos 18 anos pensou em casar com Nazinha... a filha do coronel Raimundo... homem rico da região... Afewwwww... o pai dela não gostou da idéia... ameaçou - o de morte...
  15. 15. Por conta do amor... recebeu de sua mãe... Dona Ana... uma grande surra... Humilhado... foi para Crato - CE e de lá para Fortaleza... Decidiu entrar no exército como voluntário...
  16. 16. Foram nove anos de vida militar... Em 1939... deu baixa... resolveu tentar a vida no Rio de Janeiro... . Nessa cidade... acompanhado com sua sanfona... passou se apresentar nos cabarés da Lapa... até ser descoberto por Ary Barroso... que o levou para seu programa de calouros no rádio...
  17. 17. Luiz Gonzaga não demorou muito para se tornar um dos artistas mais famoso do Brasil... Passou a tocar em diversos rádios e conseguiu impor sua Música... marcada pela sofrida vida do nordestino... ao lado de outros nomes consagrados da MPB...
  18. 18. Em parceria com o Cearense Humberto Teixeira... gravou Asa Branca... que se tornou o hino do sertanejo e outros sucessos populares em variados estilos... entre os quais... Xaxado e baião!
  19. 19. Em 1945... a cantora Odaléia deu à luz um menino. Ele tinha um caso com a moça – assumiu a paternidade da criança... dando-lhe o seu nome... Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior...
  20. 20. Aos 36 anos... Gonzagão... casou-se com a pernambucana Helena Cavalcanti... uma professora que tinha se tornado sua secretária particular. Não teve filhos... era estéril,Gonzaguinha Filho adotivo.
  21. 21. Gonzagão... vestido a caráter como nordestino... tornou-se uma instituição da música brasileira. O dia 13 de dezembro... data que ele nasceu... instituiu-se o dia Nacional do forró
  22. 22. Interprete de sucessos imortais nos mais diferentes ritmos... é o maior responsável pelo sucesso do forró... mudou definitivamente os caminhos da MPB... À partir dos anos 70... muitos outros cantores gravaram Luiz Gonzaga... entre eles... Geraldo Vandré... Gil... Caetano e o grego Demis Roussos...
  23. 23. Dois meses antes da sua morte (2 de agosto de 1989) a gravadora do compositor... lançou o “Forró do Gonzagão”... foi sua despedida!
  24. 24. Gonzagão era maçom e compôs a música “Acácia Amarela” (áudio da apresentação) em homenagem a Maçonaria !
  25. 25. Texto e formatação- acaciana@terra.com.br Som – enviado pelo Coré por email coré1940@oi.com.br
  26. 26. GRUPO APRENDIZES DA ARTE REAL

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