INICIAÇÃO
NA ARLS ACADÊMICA UNIÃO UBERABENSE N°3661 GOBMG
ORIENTE DE UBERABA AOS 13 DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2016 DA E....
• Patrocinada pela ARLS Estrela Uberabense
n°0941 – GOBMG
• – CRUZ DA PERFEIÇÃO
• MAÇONICA
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
Índice
RITO BRASILEIRO
Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima
afirmação de B...
Índice
Em 1878, em Recife surgiu a Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro com aval
de 838 obreiros, presidi...
Índice
Lauro Sodré
Em 23 de dezembro de 1914, surgiu o decreto n° 500, que deu o conhecimento aos Maçons
e Oficinas da Fed...
Índice
Lauro Sodré
Em 1941, foi instalado o Supremo Conclave do Rito Brasileiro através do ato n° 1636. Este
Supremo Concl...
Índice
Avental do Rito Brasileiro em 1940
Em 1968, considerado o ano da implantação do Rito Brasileiro, Álvaro Pimenta Sob...
urbi et orbi (para cidade e para o mundo) homo hominis
frater (o homem e irmão para o homem)
Índice
Índice
G.`.A.`. D.`. U.`.
A grande loja unida da Inglaterra no enunciado fundamental de 21 de junho de 1985,
reafirmou que...
Índice
A Maçonaria não é um movimento filosófico aberto a todas as orientações e opiniões. A
verdadeira Maçonaria é um cul...
Índice
À G D S A D U
URBI ET ORBI
HOMO HOMINI FRATER
À G D S A D U
O Brasão do Rito Brasileiro é constituído de uma estrela de nove pontas, resultante de
três triângulos...
Índice
OBJETIVO
• Aspectos históricos do Rito Brasileiro;
• Síntese da hierarquia do Rito Brasileiro.
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
• Lauro Sodré – Decreto 500 – 1914
• Veríssimo José da Costa – Decreto 536 - ...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
• ÁLVARO PALMEIRA
Grande Instrutor do Rito Brasileiro
Grão-Mes...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
• O Rito Brasileiro é teísta, afirma a crença em u...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
• 1 – Do significado simbólico ou d...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
• 1 – Do significado simbólico ou d...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
• 1 – Do significado simbólico ou d...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
• Retorno da P ....
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
• Retorno da P.:...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
• Retorno da P.:...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
• Retorno da P.:...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
• Retorno da P.:...
Índice
RITO BRASILEIRO
DO APELO
DOS DECRETOS
DA IMPLANTAÇÃO
DA LITURGIA
DOS PRINCÍPIOS
DAS PECULIARIDADES
DOS PRECEITOS DO...
Índice
Denominação dos Oficiais e Disposição dos IIr em Loja -
Rito Brasileiro GOB
1 - Venerável
2 - 1° Vigilante
3 - 2° ...
Índice
Circulação em Loja - Rito
Brasileiro GOB
Índice
• A circulação em Loja maçônica
•
• Gustavo Aurichio Cordeiro
•
• Este trabalho é fruto de grande curiosidade sobre...
Índice
• Vários outros povos em diferentes épocas, tendo sempre o aparente movimento do Sol como referência,
também adotav...
Índice
• A CIRCULAÇÃO:
• Para circular em Loja, há 4 regras essenciais que devem ser adotadas em todos os graus simbólicos...
Índice
• Considerações gerais:
• Os Oficiais devem se deslocar com passos vivos, decididos, demonstrando que conhecem o tr...
Índice
• SINAIS E USO DA PALAVRA:
• Sinal de ordem:
• Ao se levantar para fazer uso da palavra, passando imediatamente ao ...
Índice
Ornamentação da Loja e Instrumentos de
Trabalho do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB
• A Sala dos PP PP, o Átrio ou Ve...
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• Venerável – Um Esquadro de hastes desiguais.
• 1º Vigilante – Um Nível....
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• INSÍGNIAS DO VENERÁVEL-MESTRE
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• INSÍGNIAS DO EX-VEN-MESTRE
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
COLAR E PUNHOS 1º VIGILANTE
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
COLAR E PUNHOS 2º VIGILANTE
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
COLAR DOS OFICIAIS
Índice
Insígnias do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
FAIXA E AVENTAL DE MESTRE-MAÇOM
Índice
Cobridor do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• Palavra Sagrada - B
• Palavra de Passe – Não há.
• Sinal de O – M d ...
Índice
Cobridor do Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• Toque – Tomar a mão direita do Ir com sua própria
mão direita e tocar l...
Índice
Trolhamento Grau 1 – Rito
Brasileiro GOB
• Ven - De onde vindes meu Irmão?
• Visit - De uma Loja de São João, Ven...
Índice
Tempo de trabalho Grau 1
– Rito Brasileiro GOB
• Desde o Meio-Dia até a Meia-Noite
Índice
Observações – Rito
Brasileiro GOB
• No início e no término dos TTrab o 2º. Vig faz uso do “Tímpano”.
• Cerimônia ...
Índice
ESOTERISMO
MAÇÔNICO
Índice
O EGITO – OS GRANDES
INICIADOS
• A INICIAÇÃO NO EGITO;
• HERMES TRIMEGISTO (3X) 42 LIVROS
• ZOROASTRO – ZEND-AVESTA...
Índice
A RELIGIÃO NO ANTIGO
EGITO
• ESSÊNCIA DA RELIGIÃO
EGÍPCIA;
• LENDA DE OSIRIS - SUA
MORTE;
• SEU RETORNO COM OS
SEGR...
Índice
O APRENDIZ EGÍPCIO –
O MAÇOM
• POSIÇÃO DOS PÉS;
• O AVENTAL DO Ap;
• O CINTO
MAGNÉTICO; ...
Índice
A ENERGIA E SUA TROCA
COM O AMBIENTE
CHAKRAS
• ENERGIAS E ENTIDADES;
• IMÃ E ANTENA;
• CONSCIÊNCIA COLETIVA;
• FORM...
Índice
ENERGIA – ENTIDADES –
EGREGORA
• ACENDIMENTO DAS VELAS;
• PROCISSÃO - O CAMINHO DO SOL E A
CIRCULAÇÃO;
• INCENSAÇÃO...
Índice
INICIAÇÃO
• A INICIAÇÃO AOS
MISTÉRIOS MENORES E
MAIORES, NA GRÉCIA OU
EGITO.
• PREPARO DO TEMPLO –
SUA MAGNETIZAÇÃO...
Índice
SIGNIFICADO ESOTÉRICO
• PURIFICAÇÃO MENTAL INICIAL;
• DE PÉ E À ORDEM;
• VERIFICAR SE O TEMPLO ESTÁ A COBERTO;
• VE...
Índice
SALMO 133
• OH! QUÃO BOM E QUÃO SUAVE É QUE
OS IIR VIVAM EM UNIÃO
• É como o óleo preciosos sobre a cabeça, que
de...
Índice
AARÃO E MOISÉS
• wikipedia
• Aarão (Ou Arraron, tranliterado para hebraico.) teria sido filho mais velho
de Anrão e...
Índice
SIGNIFICADO ESOTÉRICO
• A MIM, MEUS IIr
• PELA SAUDAÇÃO;
• PELA BATERIA;
• PELA ACLAMAÇÃO.
• INICIAM-SE OS TRABALH...
Índice
ENCERRAMENTO dos TTr
• QUANDO VELAS SÃO ACESAS, AS MESMAS
SERÃO APAGADAS NA ORDEM INVERSA,
ENTRETANTO SENDO SUPLIC...
Índice
RITO BRASILEIRO
• Os Graus 1 a 3 são ministrados pelas Lojas Simbólicas subordinadas ao
Grande Oriente do Brasil, n...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 4º Grau: MESTRE DA DISCRIÇÃO...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 4º Grau: MESTRE DA DISCRIÇÃO...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 5º Grau: MESTRE DA LEALDADE ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 7º Grau: MESTRE DA VERDADE- ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 9º Grau: MESTRE DA JUSTIÇA O...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 9º Grau: MESTRE DA JUSTIÇA O...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 10º Grau: MESTRE DA TOLERÂNC...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 12º Grau: MESTRE DA TEMPERAN...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 14º Grau: MESTRE DA PERSEVER...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria
• 14º Grau: MESTRE DA PERSEVER...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria
• 15º Grau: CAVALEIRO DA LIBERDADE -...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria
• 15º Grau: CAVALEIRO DA LIBERDADE -...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria
• 16º Grau: CAVALEIRO DA IGUALDADE -...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria
• 18º Grau: CAVALEIRO DA ROSA-CRUZ -...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria
• 18º Grau: CAVALEIRO DA ROSA-CRUZ -...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 19º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 19º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 20º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 21º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 22º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 22º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 23º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 25º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 26º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 26º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 27º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 29º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 29º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO (x/xx)
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 30º Grau: MISSI...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários
• 30º Grau: MISSIONÁRIO ...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões
• 31º Grau: GUARDIÃO DO BEM PÚBLICO...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões
• 31º Grau: GUARDIÃO DO BEM PÚBLICO...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões
• 32º Grau: GUARDIÃO DO CIVISMO - O...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões
• 32º Grau: GUARDIÃO DO CIVISMO -
P...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Supremo Conclave do Brasil (33º grau) - Servidor
• 33º Grau: SERVIDOR DA ORDEM...
Índice
RITO BRASILEIRO
OS GRAUS FILOSÓFICOS
Supremo Conclave do Brasil (33º grau) - Servidor
• 33º Grau: Servidor da Ordem...
Índice
•
• Escolhi este tema de forma independente às orientações da 2ª Vig.'. para os trabalhos oficiais a
minha postura ...
Índice
•
• Comecemos com a Virtude, em suas definições Filosóficas, que nos levam a discernir como um
estado de Comportame...
Índice
•
Para que um determinado comportamento moral possa ser considerado uma virtude não é suficiente
à prática de atos ...
Índice
•
A Fraternidade Maçônica sempre foi conseguida através de um laço que se poderia chamar de
cumplicidade maçônica. ...
Índice
• Percebi em minhas pesquisas, que pouco se fala sobre os Vícios, até mesmo a própria Bíblia Sagrada,
O Livro dos E...
Índice
•
Quando citei o exercício desequilibrado do egoísmo, quis demonstrar que jamais um vício pode ser
uma desvantagem ...
Índice
• Que se procurem , então em todas as partes de nossa organização social, desde as famílias até
nossa comunidade, d...
Índice
• E quanto mais se sofre com isso, mais sentirá a necessidade de combatê-lo, assim combate a peste,
os animais noci...
Índice
PARA APROFUNDAR-SE NO
TEMA
Bibliografia:
• A vida oculta na Maçonaria: Irm Charles Webster
Leadbeater – G 33°, (T...
Índice
EPÍLOGO
Por esse trabalho deduzimos que os ritos nascem crescem e
se transformam. Como uma planta. Nascem e crescem...
Índice
CONTATOS CRÉDITOS
• Nei Inocêncio dos Santos – nei.inocencio@bol.com.br
• Antonio Naccaratto – asnaccaratto@ig.com....
Índice
AGRADECIMENTOS
• Loja Caetano Nacarato N° 3812 GOB–GOSP
Rito Brasileiro
– VM Antonio Sergio Basseti Naccaratto
– ...
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
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Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
Iniciação na arls acadêmica união uberebense  n°3661   gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.
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Iniciação na arls acadêmica união uberebense n°3661 gobmg 13 de fevereiro de 2016 da e.`. v .`.

  1. 1. INICIAÇÃO NA ARLS ACADÊMICA UNIÃO UBERABENSE N°3661 GOBMG ORIENTE DE UBERABA AOS 13 DIAS DO MÊS DE FEVEREIRO DE 2016 DA E.`. V .`.
  2. 2. • Patrocinada pela ARLS Estrela Uberabense n°0941 – GOBMG • – CRUZ DA PERFEIÇÃO • MAÇONICA
  3. 3. Índice
  4. 4. Índice
  5. 5. Índice
  6. 6. Índice
  7. 7. Índice
  8. 8. Índice
  9. 9. Índice
  10. 10. Índice
  11. 11. Índice
  12. 12. Índice
  13. 13. Índice
  14. 14. Índice
  15. 15. Índice
  16. 16. Índice
  17. 17. Índice
  18. 18. Índice
  19. 19. Índice
  20. 20. Índice
  21. 21. Índice
  22. 22. Índice
  23. 23. Índice
  24. 24. Índice
  25. 25. Índice
  26. 26. Índice
  27. 27. Índice
  28. 28. Índice
  29. 29. Índice
  30. 30. Índice
  31. 31. Índice
  32. 32. Índice RITO BRASILEIRO Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima afirmação de Brasilidade e um autêntico ato de amor ao Brasil. É o segundo Rito mais praticado no Brasil nos dias de hoje e em alguns estados do Brasil, é o mais praticado, a exemplo da Bahia. Dos diversos ritos praticados pela Maçonaria Regular, em todos os recantos da Terra, o Rito Brasileiro é um deles. O Rito Brasileiro à muito tempo é Regular, Legal e Legítimo. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria, podendo ser praticado em qualquer país. Teria sido o embrião do Rito Brasileiro o apelo feito por um irmão Lusitano, um Cavaleiro Rosa Cruz, no ano de 1864, dirigido aos Orientes Lusitano e Brasil, no sentido de que fosse criado um Rito novo e independente, mantendo os três graus simbólicos, de acordo com a tradição maçônica, comum a todos os ritos e, os demais, altos graus, fossem diferenciados com características nacionais. Este apelo vinha com a seguinte afirmação: “Convimos em que semelhante reforma é contraria ao cosmopolitismo e a tolerância Maçônica mas também é verdade que, enquanto os Maçons forem patriotas, e os povos fisicamente desiguais, a conservação de um Rito Universal, parece-nos impossível: Talvez que um tão gigantesco projeto só poderá ser possível no vigésimo século”. Esta ideia está publicada às páginas 6, vol. I da obra clássica em Maçonaria, intitulada Biblioteca Maçônica ou Instrução Completa do Franco-Maçom, publicada em Paris, por Ailleaud Guillard.
  33. 33. Índice Em 1878, em Recife surgiu a Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro com aval de 838 obreiros, presidido pelo comerciante José Firmo Xavier, para as Casas do Circulo do Grande Oriente de Pernambuco; Esta Constituição era Maçonicamente totalmente irregular, pois a mesma além de se assentar sob os auspícios de sua Majestade Imperial Dom Pedro II, Imperador do Brasil, da Família Imperial e sua Santidade Sumo Pontífice o Papa, nela estava incluído vários preceitos negativos, como por exemplo: A admissão somente de Brasileiros natos, e em seu artigo 4° afirmava que uma das finalidades do Rito era defender a Religião Católica e sustentar a Monarquia Brasileira. Evidentemente o Rito não prosperou, pois era Irregular. Esta Constituição se encontra na Biblioteca Nacional e também publicada nos livros A Maçonaria e o Rito Brasileiro, de Hercules Pinto,Editora Maçônica, 1981 e Rito Brasileiro de Maçons Antigos Livres e Aceitos de Mário Name, Ed. A Trolha, 1992. Em 21 de dezembro de 1914, na reunião do Conselho Geral da Ordem, presidido pelo Soberano Grão Mestre Lauro Sodré, o irmão Eugênio Pinto, orador interino, fez a proposta para a criação do Rito Brasileiro, quando foi aprovada a criação do Rito Brasileiro.
  34. 34. Índice Lauro Sodré Em 23 de dezembro de 1914, surgiu o decreto n° 500, que deu o conhecimento aos Maçons e Oficinas da Federação, da aprovação, do reconhecimento e da adoção do Rito Brasileiro. Kurt Prober, pesquisador maçônico, tece severas críticas à forma de criação do Rito, alegando: que o quorum da reunião era insuficiente, realizada ao apagar das luzes e que o Rito teria sido invenção dos militares. Em 1916, Lauro Sodré, afastou-se do 3° mandato de Soberano Grão Mestre do GOB, assumindo em seu lugar Veríssimo José da Costa que encaminhou o decreto n° 500 para a aprovação da Soberana Assembleia Geral. Assim através de um novo decreto, desta vez, o de n° 536, de 17 de outubro de 1916, reconheceu, consagrou e autorizou o Rito, criado e incorporado ao GOB. Em junho de 1917, o Conselho Geral da Ordem aprovou a constituição do Rito com seus regulamentos, estatutos e rituais. Mesmo assim o Rito não prosperava pela falta de uma oficina chefe e de rituais publicados. Em agosto de 1921, através do decreto n° 680, o Soberano Grão Mestre do GOB expulsou o Grão Mestre e outros 45 Veneráveis de Lojas do Estado de São Paulo, cassando as cartas constitutivas daquelas Oficinas, que passaram a adotar o Rito Brasileiro, publicaram rituais para os três primeiros graus, cópias fiéis do Rito Escocês. Em 1940, Álvaro Palmeira propõe a formação de uma comissão para analisar, estudar e atualizar o projeto do Rito Brasileiro, que naquela época achava-se adormecido.
  35. 35. Índice Lauro Sodré Em 1941, foi instalado o Supremo Conclave do Rito Brasileiro através do ato n° 1636. Este Supremo Conclave viria adormecer, pois havia pequenas diferenças entre o Grão Mestre Rodrigues Neves com o presidente do Supremo Conclave Otaviano Bastos
  36. 36. Índice Avental do Rito Brasileiro em 1940 Em 1968, considerado o ano da implantação do Rito Brasileiro, Álvaro Pimenta Soberano Grão Mestre assinou o decreto n° 2080, reativando o Supremo Conclave, determinando que 15 irmãos revissem a Constituição do Rito, adequando-a as exigências internacionais de regularidade, fazendo um Rito Universal, separando o simbolismo dos altos graus, conciliando a tradição com a evolução. Publicaram-se os rituais necessários .
  37. 37. urbi et orbi (para cidade e para o mundo) homo hominis frater (o homem e irmão para o homem)
  38. 38. Índice
  39. 39. Índice G.`.A.`. D.`. U.`. A grande loja unida da Inglaterra no enunciado fundamental de 21 de junho de 1985, reafirmou que "A Maçonaria não é uma religião, nem um substituto da religião". A Maçonaria "exige de seus adeptos da crença em um ser supremo, do qual, no entanto, não oferece uma própria doutrina de fé". E adverte que " os diversos nomes utilizados para indicar ao ser supremo permitem a homens de fé diferente se unir em oração (destinada a Deus, tal como cada um deles o concebe), Sem que o conteúdo dessas orações possa ser causa de discórdia ". E esclarece que " Não existe um Deus maçônico. O Deus do pedreiro é o próprio Deus da religião por ele mesmo professada. Os Maçons têm um respeito mútuo pelo ser supremo quanto ele continua a ser supremo em suas religiões respectivas ". Retomando os antigos deveres, a declaração reafirma que " durante os trabalhos da loja está proibido de discutir religião, " e que " Não é missão da Maçonaria tentar unir credos religiosos diferentes ". A consequência de que " Não existe [...] Um Deus maçônico único " é que a maçonaria não pretende ser um " Sincretismo " entre credos diferentes, nem uma super-Religião, uma verdade absoluta e superior às " verdades " (ou " crenças " das crenças particulares. Por conseguinte, na Maçonaria "não encontram-se os seguintes elementos constitutivos da religião : a ) uma doutrina teológica ; b ) a oferta de sacramentos ; c ) a promessa de salvação por meio de obras, conhecimentos secretos e vários meios". Em função disto, a grande loja unida da Inglaterra aceitou ou recusou estreitar os laços fraternos com as outras comunidades maçônicas aplicando com coerência esses princípios. Assim, por exemplo, a declaração de 1929 estabelece, no primeiro ponto: "a crença no grande arquiteto do universo e na vontade revelada são condições essenciais para que estão isentos de seus membros". Ao quebrar os laços com a grande loja de Uruguai, em 18 de outubro de 1950, a glui endureceu ainda mais sua posição teísta, declarando: " todo homem que peça entrar na Maçonaria tem que professar a fé no ser Supremo, Deus invisível e todo-Poderoso. A este respeito não permite nenhuma exceção.
  40. 40. Índice A Maçonaria não é um movimento filosófico aberto a todas as orientações e opiniões. A verdadeira Maçonaria é um culto para preservar e difundir a crença na existência de Deus, que tem que ser o de uma religião monoteísta ". Por medo de que se lhe retire de deísmo, a grande loja inglesa e, atrás dele, as da Escócia e Irlanda, impuseram a fé monoteísta aos seus filiados e aos iniciados a obediências ligadas com ela. Em conclusão, pode-se afirmar que a maçonaria é religiosa, sem chegar a converter-se em religião ela mesma. A glui não pretende conciliar a fé dos indivíduos em uma religião única, superior ou diferente. Extraído de: José a. Ferrer Benimeli (Universidade de Évora), "o grande arquiteto do universo", Em José a. Ferrer Benimeli (Dir.) Maçonaria e religião: Convergências, oposição, incompatibilidade?, Madrid, 1996, PP. 49-55. Traduzido de Espanhol
  41. 41. Índice
  42. 42. À G D S A D U URBI ET ORBI HOMO HOMINI FRATER
  43. 43. À G D S A D U O Brasão do Rito Brasileiro é constituído de uma estrela de nove pontas, resultante de três triângulos dispostos em conjugação simétrica, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul. Tal estrela está contida numa orla circular em cuja a parte superior aparece a legenda Urbi et Orbi (para a Cidade e para o Mundo) e, na parte inferior, separada no equador pelo sol e pelo crescente, a locução latina Homo Homini Frater (O Homem é um Irmão para o Homem), princípio formulado em oposição ao famoso adágio hobbesiano Homo Homini Lupus ( Homem é um lobo para o Homem). Encimando o brasão, um timbre constituído por dois ramos de oliveira sustentando um capute formando uma cercadura onde se lê: Rito Brasileiro.
  44. 44. Índice OBJETIVO • Aspectos históricos do Rito Brasileiro; • Síntese da hierarquia do Rito Brasileiro.
  45. 45. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS • Lauro Sodré – Decreto 500 – 1914 • Veríssimo José da Costa – Decreto 536 - 1916 • – Decreto 554 - 1917
  46. 46. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO • ÁLVARO PALMEIRA Grande Instrutor do Rito Brasileiro Grão-Mestre Geral Honorário do GOB • Atualização do Projeto em 1940 • Instalação do Supremo Conclave do Brasil – 1941 • Reativação Supremo Conclave - Decreto 2080 - 1968
  47. 47. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA
  48. 48. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA • O Rito Brasileiro é teísta, afirma a crença em um Deus Criador. Proclama a Glória do Supremo Arquiteto do Universo e a fraternidade dos homens, filhos do mesmo Pai. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria. Nas Lojas simbólicas do Rito, estão sempre presentes as Três Grandes Luzes:- o Livro da Lei Sagrada, o Esquadro e o Compasso (art. 4º, da Constituição do Rito). Integra, na Maçonaria contemplativa, a Maçonaria militante, harmonizando o estrutural com o temporal. É um dos seus fins a formação da cultura político-social dos Obreiros, paralela à indispensável cultura doutrinário-maçônica, para que os Maçons possam sentir, captar e dirigir o espírito de cada século.
  49. 49. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS
  50. 50. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS • 1 – Do significado simbólico ou doutrinário;
  51. 51. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS • 1 – Do significado simbólico ou doutrinário; • 2 – Do procedimento tradicional;
  52. 52. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS • 1 – Do significado simbólico ou doutrinário; • 2 – Do procedimento tradicional; • 3 – Dos aspectos práticos.
  53. 53. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES
  54. 54. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES • Retorno da P .`. S .`.
  55. 55. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES • Retorno da P.: S.: • Cerimônia das Luzes
  56. 56. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES • Retorno da P.: S.: • Cerimônia das Luzes • Tímpano
  57. 57. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES • Retorno da P.: S.: • Cerimônia das Luzes • Tímpano • Bastões
  58. 58. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES • Retorno da P.: S.: • Cerimônia das Luzes • Tímpano • Bastões • Inversão das Colunas
  59. 59. Índice RITO BRASILEIRO DO APELO DOS DECRETOS DA IMPLANTAÇÃO DA LITURGIA DOS PRINCÍPIOS DAS PECULIARIDADES DOS PRECEITOS DOUTRINÁRIOS
  60. 60. Índice Denominação dos Oficiais e Disposição dos IIr em Loja - Rito Brasileiro GOB 1 - Venerável 2 - 1° Vigilante 3 - 2° Vigilante 4 - Orador 5 - Secretário 6 - Tesoureiro 7 - Chanceler 8 - M de Cerimônias 9 - Hospitaleiro 10 - 1° Diácono 11 - 2° Diácono 12 - 1° Experto 13 - 2° Experto 14 - Porta-Bandeira 15 - Porta-Estandarte 16 - Cobridor 17 - Cobridor Externo 18 - Arquiteto 19 - Mestre de Harmonia 20 - Mestre de Banquetes 21 - Ex-Venerável Imediato 22 - Dignitários Visitantes 23 - Ex-Veneráveis da Loja 24 - Coluna dos Mestres 25 - Coluna dos Companheiros 26 - Coluna dos Aprendizes 27 - Altar dos Compromissos 28 - Carta Constitutiva 29 - Altar dos Perfumes 30 - Pavimento Mosaico 31 - Quadro do Grau 32 - Pedra Polida 33 - Mar de Bronze 34 - Pedra Bruta 35 - Estátua de Minerva 36 - Estátua de Hércules 37 - Estátua de Vênus 38 – Maior Autoridade Maçônica Presente 39 - Mestres Instalados B - Bandeira do Brasil G - Bandeira do GOB E - Estandarte da Loja
  61. 61. Índice Circulação em Loja - Rito Brasileiro GOB
  62. 62. Índice • A circulação em Loja maçônica • • Gustavo Aurichio Cordeiro • • Este trabalho é fruto de grande curiosidade sobre os motivos verdadeiros que nos • obrigam a atender regras, quando reunidos em loja, principalmente no tocante ao deslocamento e suas formalidades. Compõe também, em consonância com os últimos dois trabalhos apresentados, intitulados “A sala dos passos perdidos e o átrio” e “ A egrégora”, um conceito que trata especificamente da reunião maçônica e a energia contida no templo. Ao deslocamento em loja maçônica, chamamos CIRCULAÇÃO, mas podemos encontrar também outras denominações, tais como: Circumambulação e circunvolução. • A Maçonaria possui modelos de circulação que variam conforme o Rito praticado. Há a circulação em esquadria, que respeita a linha entre o Trono da Sabedoria e o Altar e se orienta pelo Pavimento Mosaico recuado; a circulação em sentido anti-horário, chamada de sinistrocêntrica (rara); a circulação em sentido horário no Ocidente e anti-horário no Oriente (mais rara ainda); e a circulação apenas em sentido horário, conhecida como dextrocêntrica, adotada no Rito brasileiro. • O ato de girar em sentido horário, em volta de um Altar, não é coisa recente. Enquanto os egípcios valorizaram o lado esquerdo como o lado espiritual, os gregos antigos tinham o lado esquerdo como o “desfavorável” e o direito como o “favorável”, visto que, em regra, o braço direito favorece mais o dono do que o esquerdo. Daí surgiu a referência popular de que “fulano é meu braço direito”. Por esse entendimento, a circulação em torno dos altares gregos era sempre realizada de forma que o lado direito ficasse próximo ao altar. • Já os romanos, adotando o mesmo procedimento, vieram a chamar essa circulação de “dextrovorsum” e a relacionaram ao aparente movimento que o Sol faz diariamente em torno da Terra. Esse aparente movimento do Sol se deve ao fato da Terra girar no sentido anti-horário em torno de seu eixo (Rotação), o que gera a percepção para seus habitantes de que é o Sol que está se movendo no sentido horário.
  63. 63. Índice • Vários outros povos em diferentes épocas, tendo sempre o aparente movimento do Sol como referência, também adotavam a circulação em sentido horário, tendo altares, fogueiras, totens ou sacrifícios como eixo. Uma prática de certa forma universal. Interpretando o Templo Maçônico como um microcosmo da Terra, é fácil compreender sua adoção nos vários Ritos. • Mas porque os maçons se deslocam em sentido dextrogiro? • Raul Silva em seu livro, Maçonaria simbólica, nos explica: • “Lojas maçônicas estão situadas sobre terrenos sagrados, (a sagração destes terrenos é assunto por demais interessante e deve ser matéria de outra revisão) n.a. . Estas lojas, estão edificadas do oriente para o ocidente, e são três os motivos para que isso aconteça: • O sol, aparece em nosso planeta do oriente para o ocidente, Porque vindo a luz do oriente, aí tiveram origem todas as ciências que se espalham por todos os recantos da terra Desde os tempos mais remotos, o homem vem aprendendo e admirando os maravilhosos trabalhos da criação; esta obra sublime que sob qualquer aspecto que se contemple, nos ensina e convence da existência de um ser supremo. São provas patentes da sua existência o culto de nossos antepassados, que jamais vacilaram em oferecer sacrifícios. Um destes sacrifícios foi a edificação do tabernáculo, situado no eixo oriente para o ocidente e mais tarde a criação do Templo de SALOMÃO.” O oriente nos templos maçônicos deve ser entendido como lugar onde está a luz eterna para ser irradiada em todas as direções. • Uma Loja é uma pseudo materialização do universo, é o famoso micro e macrocosmo. Nas paredes dos Templos temos as Colunas Zodiacais e um ano é o tempo que o sol gasta para “circular” por todos os signos zodiacais. O interessante é que todo ano se inicia sob o signo zodiacal de Capricórnio (22/12 - 20/1), mas a nossa primeira Coluna Zodiacal é Áires. Seguindo a mesma seqüência da astronomia (Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão e Virgem) encontraremos estas colunas do extremo Ocidente indo para o Oriente do lado norte. A segunda seqüência (Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes) incia-se junto ao Oriente e segue até o extremo ocidente do lado sul. Portanto fazer uma volta ou circular no Templo é passar em frente a estas colunas é como aparentemente faz o astro rei, sempre no sentido dextrocentrico.
  64. 64. Índice • A CIRCULAÇÃO: • Para circular em Loja, há 4 regras essenciais que devem ser adotadas em todos os graus simbólicos, ressalvados os procedimentos próprios: • 1- No Ocidente, caminha-se sempre virando à direita (dextrógiro), contornando-se a Loja, ou seja, o lado direito do corpo deve sempre estar voltado para a parte interna da Loja. Exceto entrada ritualística quando os VVig.´. entram paralelamente no Templo. Um giro completo seria: passar ao lado do 1º Vigilante, ir até as escadas do Oriente, passar em frente ao 2º Vigilante, passar ao lado do 1º Vigilante, sem formar esquadrias nas conversões. No Oriente, se mantém o dextrogiro, contornando o Altar dos Juramentos, salvo expressa cominação do ritual. • 2 - Saudar o Venerável Mestre antes adentrar o oriente, na balaustrada de separação, e antes de sair do Oriente e ao cruzar da coluna do norte para a coluna do sul, junto à balaustrada, de frente para o Venerável Mestre. • Quando o Irmão entrar ou sair do Oriente faz a saudação quando não estiver com nenhum instrumento de trabalho nas mãos; se estiver carregando algum objeto saúda o Venerável com uma respeitosa inflexão da cabeça. Não faz o sinal de saudação ao cruzar o sul para o norte próximo as colunas, nem no oriente quando passa do lado esquerdo para o direito. • 3 - O Mestre de Cerimônias, portando bastão, sempre acompanha, à direita e um pouco à frente, os Irmãos que fora de funções específicas previstas nos rituais, eventualmente se deslocam em Loja. • O M.´. de CCer.´. portará bastão: • 1) durante os Cortejos de entrada e saída do Templo; • 2) quando acompanhar Ir.´., no decorrer da sessão; • 3) nos Pálios de abertura e de fechamento do Livro da Lei. • 4 - Não há deslocamento com o Sinal de Ordem ou Sinal de Obediência, salvo se expressamente previsto no ritual; não há sinal com as mãos ocupadas, ou sentado, ou andando (para um sinal, salvo disposições expressas dos rituais, exigem-se mãos livres, obreiro em pé e parado, e as três condições reunidas).
  65. 65. Índice • Considerações gerais: • Os Oficiais devem se deslocar com passos vivos, decididos, demonstrando que conhecem o trabalho. Todo Ir.´. que estiver circulando carregando algum objeto ou instrumento, fará saudação, com respeitosa inflexão de cabeça • Falarão assentados, O Venerável mestre, o primeiro e segundo vigilantes, o orador, o secretário, o tesoureiro e o chanceler. • Antes das sessões todas a luzes deverão estar acesas, permanecendo apagadas somete se indicadas no ritual. • Iniciados os trabalhos, nenhum irmão poderá deixar a loja sem autorização do venerável mestre. Autorizado, deixará seu óbolo no tronco de beneficência se ainda não o tiver deixado • No rito brasileiro não existe giro do saco de propostas e informações, que fica na sala dos passos perdidos e é responsabilidade do mestre de cerimonias leva-lo para o interior do templo • Também no rito brasileiro não existe giro do livro de presenças dentro da loja. Todos os irmãos devem assina-lo na sala dos passos perdidos. Faltando algum irmão que por ventura chegue atrasado, este deve ser encaminhado ao altar do chanceler, acompanhado pelo mestre de cerimonias, para a assinatura do mesmo e logo depois tomar seu lugar em loja. • A circulação do tronco de beneficência deve ser realizada de forma sistemática pelo irmão hospitaleiro e pode ser auxiliado pelo irmão primeiro experto • O irmão hospitaleiro terá seu óbolo colhido com auxílio do irmão guarda do templo • Na sessão do rito brasileiro, após o anuncio: “ Em loja meus irmãos” até o anúncio, “está encerrada a sessão, retiremo nos em paz”, toda a circulação será feita obedecendo o sentido dextrogiro, e todos os irmãos sem exceção, deverão respeitar esta regra e saudar ao venerável e o delta luminoso ao cruzar o sentido norte sul próximo a balaustrada. • A postura correta que os irmãos manterão assentados durante a sessão, é a de manter as pernas paralelas, nunca cruzadas, assim como os braços, em hipótese alguma é permitida uma postura menos formal.
  66. 66. Índice • SINAIS E USO DA PALAVRA: • Sinal de ordem: • Ao se levantar para fazer uso da palavra, passando imediatamente ao sinal de obediência • Sinal de obediência: • Usado na abertura dos trabalhos, no encerramento após o fechamento do livro da lei, e toda vez que o irmão estiver de pé para fazer uso da palavra • ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS • Independente do grau que a loja estiver trabalhando, o irmão que chegar após o início dos trabalhos, deverá dar somente três batidas na porta. Se não for possível adentrar no momento, deverá o cobridor responder com uma batida na porta, indicando que o irmão deve aguardar. Caso a loja esteja trabalhando no grau de aprendiz, companheiro ou mestre, deverá o irmão cobridor se dirigir a sala dos passos perdidos e proceder o telhamento relativo ao grau. É incorreta a prática de alterar a batida do grau para permitir a entrada do irmão. • Concedida a entrada, deverá o irmão proceder com formalidades. • Devemos ter em mente que não se encerra aqui o assunto, e que, os estudos frequentes com a prática levarão a perfeição. Já é um avanço reconhecer que uma sessão maçônica, se realizada com esmero, atenta aos detalhes ritualístico, simbólicos e litúrgicos tem o poder de renovar a todos . • Bibliografia:Maçonaria simbolismo e tradição, Raymundo Delia Jr/Maçonaria simbólica , Raul Silva/Apresentação do irmão José Robson Gouveia Freire, secretário da reitoria do supremo conclave – internet • http://lojamad.com.br/…/i…/211-a-circulacao-em-loja-maconica
  67. 67. Índice Ornamentação da Loja e Instrumentos de Trabalho do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • A Sala dos PP PP, o Átrio ou Vestíbulo, e a Câmara das Reflexões em local discreto do edifício. • No Átrio ficam os materiais para a recepção das Autoridades. • A mesa do Venerável é retangular ou hexagonal, fechada, adornada com toalha bordô, com franjas douradas: é o Altar. Sobre ele, candelabro de três braços. Na face principal do Altar, gravada, a figura de um Esquadro. Por sobre as três poltronas e o Altar, ergue-se um dossel, também adornado com sanefa bordô e franjas douradas. Sob o dossel, no alto, penderá à esquerda a Estrela Radiante, com a letra G no centro. • Aos pés do Altar, ao centro, sobre os degraus, expõe-se a Carta Constitutiva da Loja; ao lado, à direita, a Prancheta de Traçar ou Tábua de Delinear. • No centro do Oriente, acha-se o Altar dos Compromissos (ou Juramentos), sobre o qual se encontram o Livro da Lei, que é a Bíblia, o Esq e o Comp, este aberto em 45°, a Espada Flamejante e três castiçais. • Estátua de Minerva (Sabedoria, Sapiência), sobre uma coluna jônica. • À esquerda e um pouco atrás do Pedestal do 1° Vigilante vê-se a Estátua de Hércules (Força ou Salus), sobre uma coluna dórica. À esquerda e ao lado do Pedestal do 2° Vigilante, a Estátua de Vênus (Beleza ou Stabilitas), sobre uma coluna coríntia. • Mar de Bronze, Pedra Polida e Pedra Bruta.
  68. 68. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • Venerável – Um Esquadro de hastes desiguais. • 1º Vigilante – Um Nível. • 2º Vigilante – Um Prumo ou Perpendicular. • Orador – Um Livro aberto Rutilante. • Secretário – Duas Penas cruzadas. • Tesoureiro – Duas Chaves cruzadas. • Chanceler – Um Timbre. • Hospitaleiro – Uma Bolsa. • Mestre de Cerimônias – Um Triângulo equilátero vazado. • Diáconos – Uma Pomba. • Expertos – Um Punhal. • Porta-Bandeira – Uma Bandeira. • Porta-Estandarte – Um Estandarte. • Cobridor Interno – Duas Espadas cruzadas. • Arquiteto – Uma Trolha. • Mestre de Harmonia – Uma Lira. • Mestre de Banquetes – Uma Taça. • Cobridor Externo – Um Alfanje. • Bibliotecário – Um Livro Aberto com uma Pena. • Ex-Venerável – Um Compasscom escala, sobre um Esqtendo no centro um olho.
  69. 69. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • INSÍGNIAS DO VENERÁVEL-MESTRE
  70. 70. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • INSÍGNIAS DO EX-VEN-MESTRE
  71. 71. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB COLAR E PUNHOS 1º VIGILANTE
  72. 72. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB COLAR E PUNHOS 2º VIGILANTE
  73. 73. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB COLAR DOS OFICIAIS
  74. 74. Índice Insígnias do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB FAIXA E AVENTAL DE MESTRE-MAÇOM
  75. 75. Índice Cobridor do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • Palavra Sagrada - B • Palavra de Passe – Não há. • Sinal de O – M d ao p com os dd uu e estendidos e o p separado em equadria. Palma p b. • Sinal de S – Est à O, lev a m d horizontalmente ao o d e deixá-la cair perpendicularmente ao longo do corpo e retornar ao S de O. • Sinal de Ob – Col a m d aberta por c da e sobre o avental. • Sinal do Rito – Levar naturalmente a m d ao o e, depois ao o d e estender o braço à frente, formando e, com a p da m p c.
  76. 76. Índice Cobridor do Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • Toque – Tomar a mão direita do Ir com sua própria mão direita e tocar levemente com a extremidade do polegar a primeira falange do dedo indicador do outro, dando três toques no ritmo da bat do Grau *-**. • Marcha – 3 pp para frente com o p e; juntar o calc d ao calc e formando esq. • Bateria - *-** • Idade - T AA • Aclamação - GLÓRIA! GLÓRIA! GLÓRIA!
  77. 77. Índice Trolhamento Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • Ven - De onde vindes meu Irmão? • Visit - De uma Loja de São João, Ven Mestr. • Ven - Que trazeis, meu Irmão? • Visit - Amizade, paz e prosperidade a todos os meus Irmãos. • Ven - Nada mais trazeis? • Visit - O VM  de minha Loj - V S P T V T. • Ven - Que se faz em vossa Loj? • Visit - Levantam-se TT à Virtude e cavam-se masmorras ao Vício • Ven - O que vindes aqui fazer? • Visit - Vencer minhas paixões, submeter minha vontade e fazer novos progressos na Maç. • Ven - O que desejais, meu Irmão? • Visit - Um lugar entre vós. • Ven - Ele vos é concedido.
  78. 78. Índice Tempo de trabalho Grau 1 – Rito Brasileiro GOB • Desde o Meio-Dia até a Meia-Noite
  79. 79. Índice Observações – Rito Brasileiro GOB • No início e no término dos TTrab o 2º. Vig faz uso do “Tímpano”. • Cerimônia das luzes (círios): – Vela branca = S (VenMestr) – Vela vermelha = F (1º. Vig) – Vela azul = B (2º. Vig) • O V M no seu altar tem uma vela que se denomina tocha. • O V M; "IIr VVg, eu vos convido para vindes ao altar dos juramentos, para que procedamos à Cerimônia das Luzes. • O V M desce do altar com a tocha acesa, acende a vela branca dizendo: "Que a luz da sabedoria ilumine nossos trabalhos". Passa a tocha ao 1° Vig que acende a vela vermelha dizendo: "Que a luz da força dê vigor a nossa obra". O 1° Vig entrega a tocha ao 2° Vig que acende a vela de cor azul dizendo: "Que a luz da beleza se manifeste entre nós". • O livro da lei é aberto no salmo 133 onde se lê primeiro versículo. Rogando proteção do SUPREMO ARQUITETO DO UNIVERSO. • Na leitura que o Orador faz do salmo 133, é formado o pálio com os dois Diác e o M CC. • Os IIr do Rito Brasileiro ao cruzarem o eixo da loja no Ocidente fazem a saudação ao V M. Ao subir para o Oriente da Loja ou descer, cumprimentam o V M. • No encerramento ocorre o "AMORTIZAÇÃO DAS LUZES". • No cortejo de entrada e saída faz parte os hinos:
  80. 80. Índice ESOTERISMO MAÇÔNICO
  81. 81. Índice O EGITO – OS GRANDES INICIADOS • A INICIAÇÃO NO EGITO; • HERMES TRIMEGISTO (3X) 42 LIVROS • ZOROASTRO – ZEND-AVESTA • MOISES - PENTATEUCO • SUA INFLUÊNCIA NAS RELIGIÕES E NA MAÇONARIA.(MOISES, DAVID, SALOMÃO); ...
  82. 82. Índice A RELIGIÃO NO ANTIGO EGITO • ESSÊNCIA DA RELIGIÃO EGÍPCIA; • LENDA DE OSIRIS - SUA MORTE; • SEU RETORNO COM OS SEGREDOS DO AMENTI; • JULGAMENTO DOS MORTOS; A PENA DE MAAT, A VERDADE -JUSTIÇA. • “CADA SER DEVE ESTAR SEMPRE PREPARADO PARA COMPARECER PERANTE O TRIBUNAL, SER ABSOLVIDO E RECEBIDO DE VOLTA AO SEIO DIVINO”.
  83. 83. Índice O APRENDIZ EGÍPCIO – O MAÇOM • POSIÇÃO DOS PÉS; • O AVENTAL DO Ap; • O CINTO MAGNÉTICO; ...
  84. 84. Índice A ENERGIA E SUA TROCA COM O AMBIENTE CHAKRAS • ENERGIAS E ENTIDADES; • IMÃ E ANTENA; • CONSCIÊNCIA COLETIVA; • FORMAÇÃO DA EGREGORA;
  85. 85. Índice ENERGIA – ENTIDADES – EGREGORA • ACENDIMENTO DAS VELAS; • PROCISSÃO - O CAMINHO DO SOL E A CIRCULAÇÃO; • INCENSAÇÃO E CANTOS, ORAÇÃO E OS ANJOS ATENDEM AO CHAMADO; • OS NOMES EM LOJA; • A INICIAÇÃO; ...
  86. 86. Índice INICIAÇÃO • A INICIAÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES, NA GRÉCIA OU EGITO. • PREPARO DO TEMPLO – SUA MAGNETIZAÇÃO PREPARO DO TEMPLO; PROCISSÃO; INCENSO; MÚSICA; CANTORIA; • INICIAÇÃO E SUAS VIAGENS INICIAÇÃO • A INICIAÇÃO AOS MISTÉRIOS MENORES E MAIORES, NA GRÉCIA OU EGITO. • PREPARO DO TEMPLO – SUA MAGNETIZAÇÃO PREPARO DO TEMPLO; PROCISSÃO; INCENSO; MÚSICA; CANTORIA; • INICIAÇÃO E SUAS VIAGENS ...
  87. 87. Índice SIGNIFICADO ESOTÉRICO • PURIFICAÇÃO MENTAL INICIAL; • DE PÉ E À ORDEM; • VERIFICAR SE O TEMPLO ESTÁ A COBERTO; • VERIFICAR SE TODOS OS PRESENTES SÃO MAÇONS; • SOIS MAÇOM? • DO MEIO DIA A MEIA NOITE; • ZOROASTRO (ZARATUSTRA); • LUZ DO MEIO DIA EM PONTO; • CIRCULAÇÃO DA PS; • FORMAÇÃO DA ABÓBADA TRIANGULAR(PALIO); • ABERTURA DO LL; • SALMO 133; ...
  88. 88. Índice SALMO 133 • OH! QUÃO BOM E QUÃO SUAVE É QUE OS IIR VIVAM EM UNIÃO • É como o óleo preciosos sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de AARÃO, e que desce à orla de suas vestes. • Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o SENHOR ordena a benção e vida para sempre
  89. 89. Índice AARÃO E MOISÉS • wikipedia • Aarão (Ou Arraron, tranliterado para hebraico.) teria sido filho mais velho de Anrão e Joquebede (Êxodo 6:20), da Tribo de Levi(1Crônicas 6:1-3). Era bisneto de Levi.1 Tinha uma irmã mais velha,Miriam,2 Êxodo 2:4). Casou com Eliseba, filha de Aminadabe, daTribo de Judá, que lhe deu quatro filhos, Nadabe, Abiú, Eleazar eItamar.3 • Aparece na bíblia quando Jeová, o Deus de Israel o envia desde oEgito para se reunir com o seu irmão Moisés no Monte Horeb.4Tornou-se escolhido por Deus como porta-voz (profeta) de Moisés (que teria problemas de dicção de acordo com a tradição),e serviu como orador junto do Faraó, nas diligências que permitiram a realização do Êxodo e da libertação do povo hebreu do Egipto, em direcção à Terra prometida. • Seu papel central levou à sua escolha e de sua descendência em perpetuidade como sumo sacerdote dos israelitas quando da constituição do sacerdócio noTabernáculo, ainda que posteriormente por covardia tenha participado de algumas rebeliões contra autoridade divina como na criação do bezerro de ouro, ídolo pedido pelos israelitas para guiar-lhes já que Moisés estaria desaparecido pois estava no Monte Sinai recebendo os Dez Mandamentos. • Aarão e Moisés não foram autorizados por Deus a entrar em Canaã. A razão alegada é que os dois irmãos apresentaram impaciência em Cades, no último ano de peregrinação no deserto, quando Moisés bateu na rocha para sair água, quando a ordem de Jeová era que ele deveria comandar a rocha.5 Da morte de Aarão temos duas historias, a principal e mais detalhada de que Aarão, Eleazar seu filho e Moisés, subiram ao monte Hor, Moisés tirou as vestes de Aarão e as colocou em seu filho Eleazar. E Aarão morreu no alto do monte. Depois disso, Moisés e Eleazar desceram do monte, e , quando toda a comunidade soube que Aarão tinha morrido, toda a nação de Israel pranteou por ele durante trinta dias.6 Aarão tinha cento e vinte e três anos de idade quando morreu no monte Hor, no primeiro dia do quinto mês do quadragésimo ano depois que os israelitas saíram do Egito..7 A outra historia conta em8 que os israelitas partiram dos poços dos jaacanitas e foram atéMoserá. Ali Arão morreu e foi sepultado, e o seu filho Eleazar foi o seu sucessor como sacerdote. O monte Hor ficava nos limites da tribo dos Edomitas, próximo aPetra, atualmente é território da Jordânia. • A Vara de Aarão [editar] • Ver artigo principal: Vara de Aarão • A Vara de Aarão é o nome dado à vara que usada por Aarão para executar sinais prodigiosos diante de Faraó e que serviu como sinal de escolha para o sacerdócio por Deus quando da rebelião de Corá (Números xvii. 8). Esta vara teria sido colocada na Arca da Aliança, o que a tradição cristã também concorda (Hebreus ix. 4) como um sinal da autoridade do sacerdócio aarônico.
  90. 90. Índice SIGNIFICADO ESOTÉRICO • A MIM, MEUS IIr • PELA SAUDAÇÃO; • PELA BATERIA; • PELA ACLAMAÇÃO. • INICIAM-SE OS TRABALHOS; ...
  91. 91. Índice ENCERRAMENTO dos TTr • QUANDO VELAS SÃO ACESAS, AS MESMAS SERÃO APAGADAS NA ORDEM INVERSA, ENTRETANTO SENDO SUPLICADO QUE PERMANEÇA CONOSCO SUAS INFLUENCIAS BENFAZEJAS; • OS TRABALHOS DEVEM SER RITUALISTICAMENTE ENCERRADOS EM RESPEITO AS ENTIDADES INVOCADAS; • NÃO IMPORTA QUAL TENHA SIDO O RITO PRATICADO; ...
  92. 92. Índice RITO BRASILEIRO • Os Graus 1 a 3 são ministrados pelas Lojas Simbólicas subordinadas ao Grande Oriente do Brasil, na conformidade do Tratado com ele assinado. Os Graus 4 a 33 constituem a Maçonaria Filosófica; os Graus 4 a 32 são ministrados pelos Corpos Filosóficos subordinados ao Supremo Conclave do Grau 33, na forma da Constituição e do Regulamento do Rito. • Como órgão máximo do Rito Brasileiro, erige-se o Supremo Conclave, em que residem os Poderes de Grão-Mestrado para toda a extensão do Território sob sua Jurisdição. Em virtude de Tratado, tais Poderes podem ser transferidos, em relação aos do Simbolismo, a outra Potência Maçônica legal, legítima e regular. No caso do Brasil, os Graus Simbólicos do Rito Brasileiro são administrados pelo Grande Oriente do Brasil, cabe, porém, ao Supremo Conclave do Brasil a intransferível responsabilidade pela elaboração da doutrina contida nos Rituais, pela produção de Atos administrativos do Rito e pela ordem dos 33 (trinta e três) Graus que lhe integram a Hierarquia. • Há apenas um Supremo Conclave legal, legítimo e regular para cada Nação
  93. 93. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 4º Grau: MESTRE DA DISCRIÇÃO - Neste grau, o Obreiro tem a oportunidade de aperfeiçoar valores do Morais e colocar em exercício mais uma virtude que é a "Discrição", indispensável à convivência em sociedade, pois devemos ter discernimento, regulando nossas palavras e ações, afim de evitar situações que possam ferir outrem.
  94. 94. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 4º Grau: MESTRE DA DISCRIÇÃO – Paramentos
  95. 95. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 5º Grau: MESTRE DA LEALDADE - Através do estudo da prática da lealdade, conforme as leis da honra e dedicação, ser franco, sincero e honesto, fiel no cumprimento dos compromissos assumidos, traduz consciência limpa e inteireza de caráter. • 6º Grau: MESTRE DA FRANQUEZA - O Maçom dedica-se ao estudo para aperfeiçoar mais as suas virtudes e atuar com franqueza. É a manifestação do juízo próprio sobre fatos, e coisas, com base na verdade, é ser sincero em suas palavras, sem, contudo, usá-la de forma agressiva para ofender outrem sem necessidade
  96. 96. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 7º Grau: MESTRE DA VERDADE- O estudo deste Grau analisa em detalhes o triunfo da verdade, pois a mentira é sempre negativa, devendo o Maçom ser real. Ela é a base da vida social. • 8º Grau: MESTRE DA CORAGEM - O Maçom deste Grau aprende a agir com coragem, que é uma atitude consciente e firme, em face do erro. Para combatê-lo, o fazemos com a força ou energia serena e firme que nos leva a enfrentar os perigos e prover a Justiça
  97. 97. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 9º Grau: MESTRE DA JUSTIÇA OU RETIDÃO - Em Maçonaria a Justiça é a Verdade, que dá a cada um aquilo que lhe é devido e não ofende a nenhum direito. Constituindo a Justiça o fundamento, o sustentáculo de qualquer sociedade, pois nada subsiste na desordem e na violência. Compete ao Mestre da Justiça do Rito Brasileiro, principalmente, em nosso País com tanta desigualdade e injustiça social, o dever de ser sempre fiel aos postulados morais do Grau e combater as injustiças, enfrentar os perigos e prover a Justiça
  98. 98. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 9º Grau: MESTRE DA JUSTIÇA OU RETIDÃO - Paramentos
  99. 99. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 10º Grau: MESTRE DA TOLERÂNCIA - O objetivo deste Grau é o desenvolvimento de praticar a tolerância, que é a boa disposição dos que ouvem com paciência opiniões opostas às próprias, e também suportar as faltas alheias. • 11º Grau: MESTRE DA PRUDÊNCIA - O estudo deste Grau possibilita ao Maçom agir com prudência, que é a virtude que nos faz conhecer e evitar a tempo as inconveniências ou os perigos, nos faz conhecer e praticar o que convém na vida social, com moderação. A prudência é a disposição que permite deliberar corretamente sobre o que é bom ou mau para o Homem e, conseqüentemente, como conviver em sociedade.
  100. 100. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 12º Grau: MESTRE DA TEMPERANÇA - Praticar a temperança, agir com moderação dos nossos atos. A temperança impede a petulância, a imodéstia, a vaidade, a insolência e o orgulho do poder. O Maçom desenvolve a moderação pela qual permanece senhor de seus próprios prazeres, em vez de ser escravo. • 13º Grau: MESTRE DA PROBIDADE - O estudo deste Grau possibilita ao Maçom compreender que agir com probidade é ser íntegro de caráter, que leva à observância estrita dos deveres, quer públicos quer privados, honesto, reto e justo.
  101. 101. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 14º Grau: MESTRE DA PERSEVERANÇA - Ela é a firmeza e constância. O Maçom perseverante é aquele que permanece firme em seus objetivos e ideais, pois cada fracasso ensina algo que devemos aprender. O não perseverante é aquele inconstante e o instável. A Perseverança nos obriga à educação da vontade. É a virtude que contribui para o êxito das nossas vidas. A Perseverança difere da obstinação, que leva o indivíduo a insistir em algo absurdo e da teimosia é que nasce a ignorância. Não é a força, mas a perseverança, que realiza grandes sonhos.
  102. 102. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Loja Complementar (do 4º ao 14º grau) – Mestria • 14º Grau: MESTRE DA PERSEVERANÇA - Paramentos
  103. 103. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria • 15º Grau: CAVALEIRO DA LIBERDADE - O Maçom deste Grau estuda a vitória da liberdade como conseqüência do uso das virtudes e compreende a Liberdade como bem inestimável que deve ser reconquistado todo dia, pois trata-se de um direito Universal e de todos os cidadãos. A Liberdade é por certo um espaço invisível e somos livres na medida em que ousamos pertencer à liberdade, deixando que se cumpra em nós o fundamento de nossa origem Divina.
  104. 104. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria • 15º Grau: CAVALEIRO DA LIBERDADE - Paramentos
  105. 105. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria • 16º Grau: CAVALEIRO DA IGUALDADE - Estudo profundo da igualdade, a fim de garantir a igualdade entre as pessoas em virtude da qual todos são portadores dos mesmos direitos e deveres. • 17º Grau: CAVALEIRO DA FRATERNIDADE - Estudo da fraternidade humana por meio de valores sociais. Também analisa e mostra formas de combate contra vícios como a hipocrisia, ambição exagerada, a ignorância, além de propiciar a fraternidade que é o amor ao próximo, convivência como Irmãos.
  106. 106. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria • 18º Grau: CAVALEIRO DA ROSA-CRUZ - O Maçom deste Grau dedica-se ao estudo de meios para obter o triunfo da Luz sobre as trevas, como forma de libertação pelo amor. Grau de cunho espiritualista, consagrando a evolução espiritual do Maçom, isto é, ao culto evangélico, nos ensinamentos morais deixados por Jesus Cristo, resumidos nas três virtudes teológicas: Fé, Esperança e Caridade. Como podemos verificar ao longo do aprendizado nos Graus Maçônicos do Rito Brasileiro, é que afirmam os valores espirituais e virtudes morais da pessoa humana.
  107. 107. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Capítulo (do 15º ao 18º grau) - Cavalaria • 18º Grau: CAVALEIRO DA ROSA-CRUZ - Paramentos
  108. 108. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 19º Grau: MISSIONÁRIO DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA - É consagrado ao estudo das origens da civilização, do momento histórico em que o homem social transmuda-se do bando para o clã e deste para a comunidade urbana - a cidade. Esse longo caminho é balizado pelo Rito Brasileiro através de marcos fundamentais da economia, sempre dominante nos movimentos humanos mais profundos. Pecuária e Agricultura, mais do que conceitos econômicos, são conceitos globalizantes, os quais, a uma atividade econômica dominante, num certo tempo; agregam toda riqueza dos instantes significativos da linha evolucional da espécie humana.
  109. 109. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 19º Grau: MISSIONÁRIO DA AGRICULTURA E DA PECUÁRIA - Paramentos
  110. 110. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 20º Grau: MISSIONÁRIO DA INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO - São atividades indispensáveis à vida e ao progresso social lembrando ainda a necessidade da retidão também recriar (indústria) e redistribuir (comércio).
  111. 111. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 21º Grau: MISSIONÁRIO DO TRABALHO - O cunho do Grau é, realmente, o trabalho e está ligado a Noé (construção da arca) e a Faleg (construção da Torre de Babel). “O homem nasceu para o trabalho como o pássaro para voar”., O trabalho reto e digno com o seu justo pagamento.
  112. 112. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 22º Grau: MISSIONÁRIO DA ECONOMIA - Esse Grau é uma seqüência dos Graus; 19; 20; e 21 e mantém o espírito tradicional do Grau. Na Maçonaria Tradicional, quando batem à porta, se diz que são "os patriarcas noaquitas, que cortaram as árvores do Líbano e com elas construíram a nau". E com o cedro do Líbano e o machado se faziam as naus, para o intercâmbio comercial entre os povos antigos, atendendo à produção, à circulação e à repartição das riquezas. Os tírios e os sidônios foram os iniciadores da navegação marítima: rasgaram rotas para o mundo então conhecido. Alegoricamente, o machado é o instrumento para se pôr abaixo as discriminações econômicas; as cores do arco-íris, significa a bonança, que resultaria de uma Economia mundial equilibrada, isto é supletiva e não competitiva.
  113. 113. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 22º Grau: MISSIONÁRIO DA ECONOMIA - Paramentos
  114. 114. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 23º Grau: MISSIONÁRIO DA EDUCAÇÃO - Essa denominação deriva do conteúdo, tradicional do Grau: Os 7 degraus do trono, no Oriente, lembrando o, trivium e o quadrivium: a gramática, a retórica e a dialética (lógica) a aritmética, a geometria, a música e a astronomia. • 24º Grau: MISSIONÁRIO DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL – - Essa denominação se impõem pelo conteúdo da Maçonaria Tradicional. É a legenda do Tabernáculo de Moisés. Resume o Decálogo.
  115. 115. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 25º Grau: MISSIONÁRIO DA JUSTIÇA SOCIAL – A denominação está ligada à divisa “Virtude e Coragem” e desenvolve a legendas mosaicas da Serpente de Bronze e do eufórbio. Moisés também usava o suco de eufórbio para a cura sendo que o eufórbio também destruía o ferro.
  116. 116. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 26º Grau: MISSIONÁRIO DA PAZ - Na Maçonaria tradicional este Grau tem várias denominações, como Maçom do Segredo (Rito Primitivo de Namur) e Companheiro Perfeito Arquiteto (Misraim). No Rito Escocês Antigo Aceito é o Príncipe da Mercê ou Escocês Trinitário. É um Grau templário. No altar há uma estátua que representa a verdade que é o paládio do Grau.
  117. 117. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 26º Grau: MISSIONÁRIO DA PAZ - Paramentos
  118. 118. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 27º Grau: MISSIONÁRIO DA ARTE - O Grau 27 do Rito Brasileiro é consagrado à Arte. A Arte é livre, nobre e gloriosa. Não admite escravizações. O artista nasce artista e traz consigo a sensibilidade da percepção e originalidade criadora. Por isso se define a Arte como uma livre atividade espiritual, criadora de beleza. • 28º Grau: MISSIONÁRIO DA CIÊNCIA - O Grau 28 do Rito Brasileiro é o Missionário da Ciência, Porque: 1º - O real objetivo desse Grau, na antiga Maçonaria, era fazê-lo uma escola de ciências, interpretando a Natureza e devassando-lhe as leis, em procura da Verdade. Assim pensava o criador desse grau, o monge Pernetti, em 1766, fundador da Ordem dos Iluminados de Avinhão.
  119. 119. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 29º Grau: MISSIONÁRIO DA RELIGIÃO- No Rito Primitivo de Namur, de 1770, denominava-se Grande Eleito da Verdade. Mais tarde tomou as denominações de Grande Escocês de Santo André da Escócia ou Patriarca dos cruzados, ou Cavaleiro do Sol ou Grão-Mestre da Luz. No Rito Brasileiro o Grau é orientado no sentido de conciliar a Fé com a Razão sendo um dos seus objetivos o expurgo de símbolos e outros elementos maçônicos de grande influência nos ritos irmãos de doutrina diferente. André, irmão de Simão Pedro, foi o primeiro discípulo a ser chamado, daí a tradição bizantina denominá-lo protokelos, com significado literal de “o primeiro chamado” A tradição cristã nos conta que André teve grande atividade missionária na região do Mar Negro atual Turquia. Uma narrativa do Século IV cristão, registra que André foi martirizado numa cruz em forma de X, sendo que na bandeira da Escócia, país em que Santo André e padroeiro consta tal alegoria.
  120. 120. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 29º Grau: MISSIONÁRIO DA RELIGIÃO - Paramentos
  121. 121. Índice RITO BRASILEIRO (x/xx) OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 30º Grau: MISSIONÁRIO DA FILOSOFIA - É a cúpula dos Graus culturais do Rito. O Maçom, desde o Grau 19 ao 29, passou por todos os departamentos da atividade e da cultura humana e está apto a adquirir o superior espírito filosófico, numa compreensão da Vida, da Sociedade e do Universo, pela apreensão dos Princípios e das Causas.
  122. 122. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Conselho de Kadosch (do 19º ao 30º grau)-Missionários • 30º Grau: MISSIONÁRIO DA FILOSOFIA - Paramentos
  123. 123. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões • 31º Grau: GUARDIÃO DO BEM PÚBLICO - O detentor do Grau 31 precisa ter uma consciência esclarecida de julgamento, capaz de distinguir entre o Bem e o Mal, o justo e o injusto. No Rito Brasileiro, o Grau 31 é o complemento superior do Grau 9, o Mestre da Justiça. O Maçom tem o dever fundamental de contribuir para o Bem Público, porque se a Maçonaria não tem Pátria, os Maçons a têm.
  124. 124. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões • 31º Grau: GUARDIÃO DO BEM PÚBLICO - Paramentos
  125. 125. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões • 32º Grau: GUARDIÃO DO CIVISMO - O Guardião do Civismo, nesse particular não usa a força pela força, no serviço da Comunidade. Um homem forte é aquele que se conforma com as Verdades espirituais, oriundas da Religião que professe ou da Filosofia que cultive e em cada Pátria procura seguir o exemplo de seus maiores paradigmas do Bem e da Honra. Um Maçom, assim estruturado, é inexpugnável e serve efetivamente a Pátria através dela, à Humanidade.
  126. 126. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Alto Colégio (31º e 32º graus) - Guardiões • 32º Grau: GUARDIÃO DO CIVISMO - Paramentos
  127. 127. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Supremo Conclave do Brasil (33º grau) - Servidor • 33º Grau: SERVIDOR DA ORDEM, DA PÁTRIA E DA HUMANIDADE - É título é conferido ao Iniciado no Grau 33 do Rito Brasileiro de Maçons Antigos, Livres e Aceitos. Cabe-lhe o exercício de sui generis sacerdócio não-religioso e não profissional: trabalhar com destemor na propagação dos princípios da Maçonaria; identificar, como ser individual ativo, as polaridades opostas, a fim de neutralizá-las, freando o jogo espontâneo e instável do pensamento, para transformá-lo, de corrente tormentosa de reflexos do mundo, na quietude harmoniosa da disciplina interior.
  128. 128. Índice RITO BRASILEIRO OS GRAUS FILOSÓFICOS Supremo Conclave do Brasil (33º grau) - Servidor • 33º Grau: Servidor da Ordem, da Pátria e da Humanidade - Paramentos
  129. 129. Índice • • Escolhi este tema de forma independente às orientações da 2ª Vig.'. para os trabalhos oficiais a minha postura como Ap.'. M.'., pois, acredito que , enquanto Ap.'., cada passo dentro de nossa Ordem , deve ser pesquisado , compreendido e postulado aos queridos IIr.'. , e, contudo, em conjunto, tentarmos consenso na interpretação destas duas palavras que conotam uma das mais discutidas dualidades inversas de nossa vida. Outro motivo, que me pendi a este estudo/ pesquisa, foi o impacto de duas perguntas que a mim foram proferidas durante o Ritual de Iniciação, que, dentro de minha ignorância momentânea, percebi que minhas respostas não foram claras o suficiente, talvez pela emoção emanada do momento, ou até mesmo, pelo fato do desconhecimento profundo e misterioso que ambas as palavras nos submetem no dia a dia, na vida social e maçônica. Relembro neste momento as seguintes perguntas: • O que entendeis por Virtude? O que Pensais ser o Vício? • Relembro também as seguintes Palavras do Ir.'. Orad.'. : Se desejar tornar-vos um verdadeiro Maçom, deveis primeiro morrer para o vício, para os erros, para os preconceitos vulgares e nascer de novo para a Virtude, para a honra e para a Sabedoria. • Como Homens livres e de bons costumes, entendo que além do sagrado dever de levantarmos templos a Virtude e cavarmos masmorras aos Vícios, devemos saber interpretar ambas as questões, para que no dia a dia, não sejamos submetidos ao despertar de nossa ignorância quando interpelado sobre seus significados. Daí, minhas conclusões que disserto a seguir. VIRTUDES E VÍCIOS
  130. 130. Índice • • Comecemos com a Virtude, em suas definições Filosóficas, que nos levam a discernir como um estado de Comportamento do Homem: • O primeiro desses significados se refere às qualidades materiais ou físicas de qualquer ser, inclusive do homem. São as virtudes da água, do ar, ou como as virtudes naturais dos seres vivos de respirar, reproduzir-se, ou do homem de raciocinar, de ser bípede etc. Esse significado se refere às qualidades não adquiridas, mas próprias da natureza de cada ser, tanto em razão de sua composição química como em razão de sua estrutura orgânica ou de sua evolução natural. São as qualidades e as capacidades naturais que os seres em geral manifestam, desde os átomos até os seres organizados superiores. O segundo significado diz respeito às habilidades próprias do ser humano, como tocar um instrumento musical, saber usar uma ferramenta, saber escrever, pintar, ler, raciocinar logicamente etc. São, na verdade, destrezas, habilidades ou capacidades de execução de alguma atividade, adquiridas através de exercícios e experiências, tanto em nível corporal como em nível mental. São as qualidades adquiridas pelo aprendizado. O terceiro sentido de virtude diz respeito ao comportamento moral resultante do exercício do livre arbítrio e, portanto, diz respeito exclusivamente ao homem. É exatamente desse terceiro sentido, o comportamento moral, que nos interessa como Maçons, pois somente ele diz respeito exclusivamente à educação do espírito, uma tarefa extremamente valorizada dentro da Maçonaria porque conduz ao comportamento moral, ao amor e a generosidade. • Comportamento moral é a pratica da solidariedade humana em todos os sentidos, e que pode ser manifestada de infinitas maneiras, pois são infinitas as maneiras que nos podem conduzir na pratica da solidariedade. Podemos, por exemplo, trabalhar com dedicação para tirar o homem de sua ignorância, podemos ajudar o nosso semelhante a superar suas necessidades materiais, podemos nos colocar ao lado do nosso semelhante em suas dores mais profundas, podemos estar ao lado dele quando abatido em seus males corporais, enfim há vários meios de praticar a solidariedade.
  131. 131. Índice • Para que um determinado comportamento moral possa ser considerado uma virtude não é suficiente à prática de atos morais esporádicos ou isolados. É necessário antes de tudo haver uma continuidade, um hábito, um estado de espírito sempre ativo e presente na consciência, a cada dia e a cada momento. Dentro do Comportamento Moral, podemos acrescentar o próprio comportamento social que vivemos para fazermos valer na tríade Liberdade, Igualdade e Fraternidade , onde cujas são por excelência, os elementos para construir em nosso templo interior o verdadeiro espírito maçônico. E para tanto, ao entender das pesquisas, temos que praticar constantemente as virtudes que relacionamos a seguir: • A Virtude da Justiça: por justiça entende-se como virtude moral, pela qual se atribui a cada indivíduo aquilo que lhe compete no seio social: praticar a justiça. A justiça em nossa Ordem é a verdade em ação, é a arma para as conquistas da Liberdade. A Virtude da Prudência: éa Virtude que nos auxilia a nossa inteligência para distinguir a qualidade do ser humano que age com comedimento, com cautela e moderação, enriquecendo nossa igualdade, e respeito entre os irmãos, estendendo à sociedade que vivemos em nossa vida profana. A Virtude da Temperança: podemos relacionar diretamente a virtude da Temperança com uma espícula extremamente dura a ocupar uma das infinitas arestas da Pedra Bruta, pois é ela que disciplina os impulsos , desejos e paixões humanas. Ela é a moderação e barragem dos apetites e das paixões, sendo o império sobre si mesmo. Com ela, estaremos deixando cada vez mais forte e profunda as raízes da Fraternidade. • Faço destaque à Fraternidade, ora regida por nossas temperanças, pois da importância do conjunto de nossa tríade, considero-a a mais direcionada às nossas causas e conquistas enquanto Maçons, pois ela é a diferença de nossa Ordem, ela que serviu de arma forte e reluzente, que fez com que nossos irmãos antepassados, entregando muitas vezes suas próprias vidas a repugnância, resistindo às perseguições e se deixando abater pela inquisição, pela própria rusga Cuibana não deflagraram nossos segredos, nossos augustos mistérios, e salvaram com os princípios fraternos a continuidade de nossa Ordem durante séculos que se passaram.
  132. 132. Índice • A Fraternidade Maçônica sempre foi conseguida através de um laço que se poderia chamar de cumplicidade maçônica. Essa cumplicidade nasceu entre os irmãos a partir do compartilhamento de diversos sigilos, como o aspecto secreto das reuniões, os sinais de reconhecimento, o segredo dos graus, os simbolismos etc., que começa a se formar a partir do momento da iniciação. É essa gama de atos e fatos ligados à estrutura básica da Maçonaria que faz nascer essa ligação de cumplicidade que gera a inconfundível fraternidade Maçônica. Este laço material se reforça com a prática da Filosofia, das Virtudes e dos Princípios Maçônicos, principalmente da Justiça, da Prudência, do Amor, e da Generosidade. Existem certamente momentos em que afloram os instintos, ou seja, vícios ainda não convenientemente dominados, tal como o egoísmo, provocando desentendimentos pessoais. Isso é natural que aconteça mesmo depois de nos tornarmos maçons, pois é sabido que mesmo após muitos anos o espírito dentro de sua cavalgada na busca da perfeição não consegue absorver o verdadeiro sentido do que é uma fraternidade. Não conseguem deixar-se dominar pela cumplicidade maçônica. Nesses momentos deve agir o sentimento de temperança dos demais irmãos para serenar os ânimos e não deixar os ressentimentos se avolumarem. O Importante é não deixar de lutar pela fraternidade a cada dia e a cada instante, mas para isso é preciso termos em primeiro lugar domínio sobre nossos vícios, cujo também alvo desta peça, discuto a seguir, pois do que vale pregar o bem, sem o entendimento do mal?
  133. 133. Índice • Percebi em minhas pesquisas, que pouco se fala sobre os Vícios, até mesmo a própria Bíblia Sagrada, O Livro dos Espíritos, Livros afins e várias peças de arquitetura que o entendimento da palavra e do substantivo declarado Vício é de forma singela e simploriamente declarada como o "O oposto da Virtude", havendo logicamente mais espaços destinados ao assunto "Virtude", o qual não sou contra, pois dentro dos conceitos atuais de estruturalismo, é mais fácil corrigir o mal com o reforço do ensino e prática do bem, tal como nosso Ritual de Iniciação que o Ven.'. M.'. dita o seguinte discurso: • ".'. É o oposto da Virtude. É o hábito desgraçado que nos arrasta para o mal; e é para impormos um freio salutar a esta impetuosa propensão, para nos elevarmos acima dos vis interesses que atormentam o vulgo profano e acalmar o ardor das paixões, que nos reunimos neste templo.'.". • O Vício pode ser interpretado como tudo quanto se opõe a Natureza Humana e que é contrário a Ordem da Razão, um hábito profundamente arraigado, que determina no individuo um desejo quase que doentio de alguma coisa, que é ou pode ser nocivo. Em síntese, tudo que é defeituoso e que se desvia do caminho do Bem. Do ponto de vista abstrato, podemos dizer também que tudo que não for perfeito é Vício, mas do ponto de vista prático, é um termo relativo que depende do grau de evolução do Individuo em questão, pois o que seria um Vício para um Homem cultivado, poderia ser uma virtude para um selvagem. Na verdade, nenhum vicio poderá ser jamais uma desvantagem absoluta, pois toda forma de expressão indica um desenvolvimento de força. O que devemos realmente é estabelecer e proclamar nossa guerra interna, conflitarmos espiritualmente o combate às nossas imperfeições seja nessa vida ou nas próximas que estamos por vir. De todos os vícios que sofremos e estamos expostos no dia a dia para com a sociedade, nosso templo, nosso ego, enfim, aquele que podemos declarar como o Orientador a todos os outros vícios é o egoísmo, e este vem assolando todas as comunidades, todas as religiões, todas as irmandades, enfim, todo o Mundo está submisso ao Egoísmo, e , na prática e exercício deste de forma desequilibrada, teremos os demais vícios aflorando facilmente e deflagrando em cada canto do mundo, a discórdia,a intemperança, as guerras, o fanatismo, a injustiça, a fome, as doenças, a infelicidade, enfim, as mortes prematuras que assolam os ditos paises não desenvolvidos.
  134. 134. Índice • Quando citei o exercício desequilibrado do egoísmo, quis demonstrar que jamais um vício pode ser uma desvantagem absoluta (dito a dois parágrafos anteriores) , pois como exemplo, podemos citar que o Egoísmo de um PAI na proteção de seu filho não pode ser tratado como um desequilíbrio egoísta e sim uma reação que não podemos condenar desde que para isso não tenha praticado o mal ao seu semelhante. Assim como tudo na vida e em nossas ações estaremos submetendo ao equilíbrio, os vícios também o são submetidos, pois com certeza, nós homens nunca seremos perfeitos, a imperfeição faz parte do Homem, e isto é lógico e notório, partindo do principio que somos Espíritos tendo experiências humanas na terra e não humanos tendo experiências espirituais. Nosso mundo nada mais é que uma grande escola espiritual e que para conseguirmos nossa evolução, temos que ser submetidos às vivências carnais tempo a tempo, até que sejamos perfeitos, e isto ocorrendo não mais estaremos de volta e sim estaremos ajudando em outro plano os demais que assim se fizerem de coração aberto para os ensinamentos. Outra citação que coloco, é a questão das Paixões, também fruto do egoísmo, que dentro de uma estrutura hierárquica, posso considerá-la como uma segunda posição depois do Egoísmo. • A Paixão está no excesso acrescentado à vontade, já que este princípio foi dado ao homem para o bem, e suas paixões podem levá-lo a realizar grandes coisas. É no seu abuso que está a sua definição como um vício. A Paixão é semelhante a um cavalo, que é útil quando dominado e extremamente perigoso quando domina. Uma paixão será por demais perigosa no momento em que deixar de governá-la e resultar qualquer prejuízo para você ou aos outros. Sem dúvida grandes esforços são feitos para que a Humanidade, e nós Maçons que fazemos parte dela, avance, encoraje-se, honre-se os bons sentimentos mais do que em qualquer outra época deste nosso mundo, entretanto a desgraça roedora do egoísmo continua sendo sempre a nossa chaga social. É um mal real que cai sobre todo o mundo, do qual cada um é mais ou menos vítima. É preciso combater os vícios, equilibrá-los, assim como se combate uma doença epidêmica. Para isso, devemos proceder como médicos: ir à origem.
  135. 135. Índice • Que se procurem , então em todas as partes de nossa organização social, desde as famílias até nossa comunidade, desde os barracos de tábuas, até as grande Mansões, todas as causas, todas as influências evidentes ou escondidas que excitam, mantêm e desenvolvem o sentimento do egoísmo. Uma vez conhecidas as causas, o remédio se mostrará por si mesmo. Restará somente combatê-las, senão todas de uma vez, pelo menos parcialmente e, pouco a pouco, o veneno será eliminado. A cura poderá ser demorada, porque as causas podem e são numerosas, mas não impossível. Isso só acontecerá se o mal for atacado pela Raiz, ou seja, pela educação, não a educação que tende a fazer homens instruídos, mas a que tende a fazer homens de bem. A Educação, bem entendida é a chave para o progresso moral. Quando conhecermos a arte de manejar o conjunto de qualidades do homem, como se conhece a de manejar as inteligências, será possível endireitá-los, como se endireitam plantas novas, mas esta arte exige muito tato, muita experiência e uma profunda habilidade de observação e vigilância. É um grave erro acreditar que basta ter o conhecimento da ciência, dos augustos mistérios de nossa ordem para que exercemo-las com proveito. Todo aquele que acompanha o filho do rico ou do pobre, desde o nascimento e observa todas as influências más que atuam sobre eles por conseqüência da fraqueza, do desleixo e da ignorância daqueles que os dirigem, quando, frequentemente, os meios que se utilizam para moralizá-lo falham não se pode espantar em encontrar no mundo tantos defeitos. Que se faça pela moral tanto quanto se faz pela inteligência e se verá que, se existem naturezas refratárias, que se recusam a aceitá-las, há, mais do que se pensam, as que exigem apenas uma boa cultura para produzir bons frutos. O Homem, meus IIr.'., deseja ser feliz e esse sentimento é natural, por isso trabalha sem parar para melhorar sua posição neste mundo que vivemos. Ele procurará a causa real de seus males a fim de remediá-los. Quando compreender que o egoísmo é uma dessas causas, responsável pelo orgulho, ambição, cobiça, inveja, ódio, ciúme, que o magoam a cada instante, que provoca a perturbação e as desavenças em todas as relações sociais e destrói a confiança que o obriga a manter constantemente a defensiva, e que, enfim, do amigo faz um inimigo, então compreenderá também que esse vício é incompatível com sua própria felicidade e até mesmo com sua própria segurança.
  136. 136. Índice • E quanto mais se sofre com isso, mais sentirá a necessidade de combatê-lo, assim combate a peste, os animais nocivos e os outros flagelos; ele será levado a agir assim por seu próprio interesse. O egoísmo é a fonte de todos os vícios, assim como a fraternidade é a fonte de todas as virtudes; destruir um e desenvolver outro ( Levantar templos a Virtude e Cavar masmorras aos Vícios ), esse deve ser o objetivo de todos os esforços do homem, se quiser assegurar sua felicidade em nosso mundo e no seu mundo espiritual. • "Quem é bom , é livre, ainda que seja escravo, Quem é mau é escravo, ainda que seja livre.“ • Santo Agostinho Moacir José Outeiro Pinto, A'.M.'. - A.'.R.'.L.'.S.'. Razão 4 / Brasil
  137. 137. Índice PARA APROFUNDAR-SE NO TEMA Bibliografia: • A vida oculta na Maçonaria: Irm Charles Webster Leadbeater – G 33°, (The Hidden life in Freemasonry), traduzido pelo Irm J. Gervásio de Figueiredo – G 30° • Os Grandes Iniciados – Édouard Schuré • A Verdade - numero 451 – Nov./Dez. – A Maçonaria e a Ordem Rosa-Cruz. • Rituais Graus 1 a 33 do Rito Brasileiro – GOB • Pesquisas Internet principalmente Wikipédia • Constituição e Regulamento do Rito Brasileiro • Estatutos do Supremo Conclave do Brasil
  138. 138. Índice EPÍLOGO Por esse trabalho deduzimos que os ritos nascem crescem e se transformam. Como uma planta. Nascem e crescem fortes quando cultivadas com denodo pelas potências e pelos irmãos. Os ritos nascem por diversas circunstâncias. Dissidência, causas sociais e ate políticas, cuja as origens do nascimento, as vezes, perde-se no tempo. Reconstituí-las com precisão seria necessário longevas pesquisas. Assim o rito assemelha-se a uma flor, que quando vergastada pelo vento, lancinada pelo sol, resistem espalhando o pólen que depositado em solo fértil germina, ofertando novas flores, preservando a natureza e a vida. Assim são os ritos quando no seu fenecimento espargem novas sementes nascendo novos ritos, iluminando a maçonaria, conduzindo a ordem real na busca da perfeição humana. É grande mistério da vida, e da maçonaria, apanágio do Supremo Arquiteto do Universo.
  139. 139. Índice CONTATOS CRÉDITOS • Nei Inocêncio dos Santos – nei.inocencio@bol.com.br • Antonio Naccaratto – asnaccaratto@ig.com.br • Alexandre Petri – alepetri@bol.com.br
  140. 140. Índice AGRADECIMENTOS • Loja Caetano Nacarato N° 3812 GOB–GOSP Rito Brasileiro – VM Antonio Sergio Basseti Naccaratto – Ex VM IMEDIATO Paulo Luiz Maximiliano • A todos vocês que participaram nesta oportunidade

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