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Mito da Caverna
 Escrita pelo filósofo Platão, encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Na
caverna existe ...
Aristóteles ocupou-se com a alegação dos
megáricos contra a possibilidade (ou a
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Santo Agostinho
Nasceu em Tagasta, cidade da Numídia, de uma
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São tomas de Aquino, nasceu em um castelo próximo à cidade de
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 A Passagem da idade média à idade moderna trouxe-nos profundas mudanças,tão profundas
que se caracterizaram tanto no cam...
Período histórico que sucedeu a Idade Média, durante os séculos XV e XVI. Intensificou-se na
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O Humanismo pode ser definido como um conjunto de
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 O Empirismo no ponto de partida da reflexão filosófica não é
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René Descartes nasceu em 1596 na França em uma família de
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Aristóteles. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles> Acesso em: 24/Mar/2010.
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  1. 1. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos. Para buscar um significado, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral. Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informação para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos, políticos e culturais. Mitologia Grega: É um conjunto de crenças e práticas ritualísticas dos antigos gregos. É composta basicamente de um conjunto de histórias e lendas sobre uma grande variedade de deuses. A mitologia grega enfatizava o contraste entre as fraquezas dos seres humanos e as grandes e aterradoras forças da natureza. Minotauro : figura da mitologia grega
  2. 2.  Os filósofos pré-socráticos além de desenvolverem seu pensamento antes de Sócrates, foram aqueles que possuíam uma só unidade temática: a physis. No grego, physis significa renascimento, características espontâneas de um ser e a força responsável pela criação dos seres e a transformação destes. Os pré-socráticos buscavam a origem natural do universo, as transformações que ocorriam e seu destino. Para isso utilizavam aforismos (expressão moral que é compreendida por meio de poucas palavras) para relatar sobre a natureza utilizando conceitos metafísicos e místico- religiosos. Os pré-socráticos se originaram em Mileto, Éfeso, Samos, Clazômena, Crotona, Tarento, Eléia, Agrigento e Trácia. Dentre os filósofos dessa época, pode-se destacar: Tales de Mileto, Anaximandro, Anaxímenes, Pitágoras, Heráclito, Parmênides, Zenão, Empédocles, Anaxágoras, Leucipo e Demócrito. Tales de Mileto c. 624/625 a.C. - 556/558 a.c.
  3. 3. Este período compreendeu os séculos IV e V a.C. e envolveu poucos, porém grandes intelectuais, pensadores e cientistas. Os sofistas sistematizaram e transmitiram uma série de conhecimentos estudados até os dias de hoje. Eles não ensinavam em um determinado local, eram conferencistas itinerantes, viajando constantemente. Ensinavam por meio de uma designação geral de filosofia que compreendia uma série de conhecimentos não abordados pela escola regular, como: física, geometria, medicina, astronomia, retórica, artes e a filosofia em si. Para eles não interessava se o que estavam falando era verdadeiro, pois o essencial era conquistar a adesão do público ouvinte. A retórica dos sofistas busca inculcar no ouvinte ideologias que sejam aproveitáveis para a manipulação do povo. Os sofistas cobravam por suas lições preços bastante elevados, diferente de Sócrates que, lecionava mais por paixão que por uma compensação financeira. A filosofia de vida dos sofistas adotava uma visão de mundo extremamente egoísta e utilitária diante dos problemas da atividade prática, por esse motivo Sócrates se levantou fortemente contra esta doutrina.
  4. 4. Nascido em Atenas em 470 ou 469 a.C, admirado pelos jovens e criticado por outros, Sócrates dedicava-se ao que considerava sua missão: dialogar com as pessoas. Com base no diálogo, Sócrates buscava desconstruir a falsa idéia de sabedoria presente nos cidadãos da sua época através da ironia para depois incentivá-los a buscar respostas por si próprios, o que é chamado Maiêutica. Sócrates sempre dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância (Só sei que nada sei). É a partir de Sócrates que surge a concepção de alma como sede da consciência normal e do caráter, a alma que no cotidiano de cada um é aquela realidade interior que se manifesta mediante palavras e ações, podendo ter conhecimento ou ignorância, bondade ou maldade. E que, por isso, deveria ser o objeto principal da preocupação e dos cuidados do homem. Considerado uma ameaça à estrutura política ateniense, Sócrates é. julgado e condenado à morte, sendo esta executada em 399 a.C.. O filósofo foi obrigado a beber cicuta, um veneno muito utilizado na época.
  5. 5. Platão nasceu em Atenas, veio de uma família aristocrática. Se interessou pela filosofia quando se encontrou com Sócrates, tornando-se um grande discípulo. Quando Sócrates faleceu, o filósofo grego viajou durante muitos anos, por vários lugares até se fixar no Egito. Logo depois, Platão voltou para Atenas e em 387 a.C fundou uma escola denominada “A Academia”. Essa escola tinha como objetivo mostrar os ensinamentos de Sócrates. A escola também estimulava o estudo e a pesquisa, principalmente nas áreas de ciência, matemática e retórica. Quando o filósofo grego estava com cerca de oitenta anos serviu como exemplo para os outros filósofos. Haviam pessoas que aceitavam as suas teorias outros não, porém todos foram influenciados por Platão. Platão cria em reencarnação. Ele acreditava que pessoa que faziam maldade aqui na terra, não poderiam retornar novamente, pois essa era condenada. As obras mais conhecidas são: Apologia de Sócrates, Banquete e A República. Platão morreu em 347 a.C. em Atenas.
  6. 6. VITRIOL ("Pedra que rola não cria limo", diz o dito popular) Na iniciação, os inusitados acontecem vertiginosamente. Para aumentar a tensão, a venda, a tolher talvez um dos mais preciosos sentidos, que é o da visão, eleva a tempera-tura. Os choques com os inesperados, com os segredos que os IIr.'. não falam para neófito nenhum, para não tirar deles, MMaç.'., o prazer de saborear a reação do iniciando em face de um “obstáculo praticamente intransponível". Tantas coisas, tantas coisas... Ah! a iniciação. Momento tão especial, repleto das mais altas indagações e dos mais altos símbolos ma-çônicos, que deixam aturdido a todo aquele que por ele passa. A vontade é escrever sobre tudo o que ocorreu. Dá um livro, ou mais. A vontade é essa. Só algum tempo de-pois, lendo sobre a Ordem, estudando o Ritual e assistindo a uma iniciação é que se pode começar a compreender o ocorrido durante a iniciação. Procura-se estabelecer divisões, estanquizando os fatos para dissecá-los. E dessa estanquização surge um símbolo repre-sentado pelas iniciais “VITRIOL”. Qual o seu significado? O que designa? Para que finalidade se encontra na parede da Câm.'. de Refl.'.? Inicialmente, verifica-se que não é ele elemento obrigatório, para o GOB, numa Câm.'. de Refl, segundo dispõe o REAA, edição 1998, pg. 10. Elementos obrigatórios são, por exemplo. a ampulheta, o esqueleto humano, o pão e a água. Mas, embora facultativo, ele se encontra presente na maioria das Câm.'. de Refl.'., enquanto que outros objetos, obrigatórios, às vezes ali não estão presentes. “VITRIOL” é a abreviatura de palavras de uma frase em latim: “Visita Interiorem Terrae, Rectificandoque, Invenies Occultum Lapidem”. Ao pé da letra isto significa: “visita o interior da terra e, retificando-te, encontrarás a pedra oculta”. A profundidade de tal frase salta aos olhos, primeiramente, por que é no interior da terra, ou seja, na Câm.'. de Refl.'., que o Prof.'. morre para nascer um Maç.'.. A Câm.'. de Refl, na realidade, relembra as cavernas das antigas iniciações, inclusive religiosas. Como qualquer iniciação, simboliza a morte material de alguém e o seu ressurgimento num plano mais elevado. O iniciando permanecia no interior de uma caverna da qual, em dado Avaliar vote com_content 106 http://w w w .maco momento, saía por uma fenda ou orifício, como se estivesse nascendo. Segundo o Pod.'. Ir.'. José Castellani, ainda existem tribos na África que, vivendo na idade da pedra, se utilizam desse ritual, quando considera morta a criança que ali entrou e nascido o ho-mem maduro, pronto para a vida. A Câm.'. de Refl.'. representa, ainda, o útero da mãe terra, de onde os filhos da viúva nascem para uma nova vida. Esse conceito atual de masmorra foi introduzido pelos franceses na metade do Século XIX, influenciados pela Revolução Francesa e por um certo sentimento anti-místico oriundo do iluminismo fran-cês, mas esses fatos não podem desvirtuar a sua origem. Em segundo lugar, “retificando-te” significa, na verdade o “seguir em linha reta”, ou seja, agir em si mesmo com profundidade. É nesse momento de solidão, de encontro consigo mesmo, de meditação diante do inusitado, do desconhecido, que o novo homem se retifi-ca interiormente, deixando de lado todos os vícios de uma vida anterior para adotar no-vos padrões de conduta moral. E, ao fazer isso, mostra-se para o novo homem a pedra oculta que há dentro de todos. Tal pedra ainda se encontra em estado bruto, necessitando ser lapidada, trabalhada, o que só acontece com o aprendizado constante, com a prática incessante das boas ações, com o respeito às normas, com a presença constante em Loja, com a aplicação dos princípios fundamentais da Maç.'., como a fraternidade e a humildade! De nada adianta descobrir que em seu interior há uma pedra bruta, se essa pedra não é tocada, não tem a sua rusticidade conhecida, se nada se faz para seu polimento. Esse polimento é pesado, o desbaste das arestas, dos excessos, é doloroso, mas necessário para fazer crescer aquele que encontrou dentro de si o que o diferencia dos demais ani-mais: a pedra oculta, isto é, a inteligência, a capacidade de raciocinar, de discernir entre o certo e o errado, de dominar o desejo pessoal, de vencer paixões e submeter vontades! A menção à pedra oculta, ainda, significa atingir o mais profundo do EGO do iniciando e é usada como originária da força dos alquimistas, que acreditavam na PEDRA FILOSOFAL, ou seja, aquela pedra que transformava os vis metais nos mais puros e raros metais, ou os metais inferiores em ouro. Esse processo de transmutação, visto pela alquimia prática como “pedra filosofal”, é também conhecido como Obra do Sol, ou Crisopéia, ou Arte Real. No entanto, para a alquimia oculta, todavia, a frase
  7. 7. é um convite ao conhecimento do ser interior, da espiritualidade, já que a Obra do Sol é a transmutação do quaternário humano, inferior, no ternário divino, superior ao homem. A PEDRA OCULTA é a PEDRA DO SÁBIO, que pode se transformar na PEDRA FILOSOFAL, ou seja, dentro de cada homem há uma PEDRA OCULTA, conhecida tam-bém como PEDRA DO SÁBIO, que o diferencia do animal irracional e que qualifica o ser humano como tal. Trabalhada a PEDRA DO SÁBIO tem-se a PEDRA FILOSOFAL, ou a PEDRA POLIDA, surgida com a transformação do bruto Prof.'. em um novo homem, um Maç.'.. Encontrada a pedra oculta, ou a PEDRA DO SÁBIO, mas se esquecendo de que o traba-lho com essa pedra bruta deve ser constante, o homem não avança, não cresce espiritu-almente e a pedra permanece bruta, não dando a público a sua beleza interior, permane-cendo carregada de jaça, de sujeira que a obscurece e a torna imprestável para o uso a que se destina. O Maç.'. que mantém a sua pedra oculta com traços de impureza, causa-dos por ações ou omissões denominadas vícios, não pode ser chamado de Maç.'., antes, pelo contrário, deve ser alijado do meio sadio para não impregná-lo com seu hálito sujo, pois é ele indigno de ser chamado Ir.'.. Daí, pode-se afirmar sem temor que o trabalho do Maç.'. na pedra bruta deve ser diário e incessante, devendo ele, com constância, visitar o interior da terra, retificando-se, na busca da pedra oculta. E seguir trabalhando-a na busca da evolução contínua e infinita! Carlos Roberto Pittoli, M.'.M.'., A.'.R.'.L.'.S.'. Antonio Francisco Lisboa, “O Aleijadinho” - Or.'. de Bauru-SP BRASIL.
  8. 8. VITRIOL ou V.I.T.R.I.O.L. é a sigla da expressão, do latin "Visita Interiorem Terrae, Rectificandoque, Invenies Occultum Lapidem", que quer dizer: Visita o Centro da Terra, Retificando-te, encontrarás a Pedra Oculta (ou Filosofal).[1] Filosoficamente ela quer dizer: Visita o Teu Interior, Purificando-te, Encontrás o Teu Eu Oculto, ou, "a essência da tua alma humana". É o símbolo universal da constante busca do homem para melhorar a si mesmo e a sociedade em geral.[1] A Pedra Oculta ou Filosofal é uma expressão que vem da Idade Média e era usada pelos alquimistas. Os alquimistas acreditavam que a pedra filosofal era uma matéria que teria o poder de transformar todos os metais em ouro ou prata, era a panaceia universal (remédio para curar todas as doenças) e o elixir de longa vida que garantiria a longevidade do homem.[1] Para os místicos, este é o termo mais misterioso e secreto que se conhece, a verdadeira palavra-passe ou o "abre-te Sésamo" para o "Mundo Oculto dos Deuses" ou dos "Homens Semi-Deuses".[1] No ritual da Iniciação Maçônica, Templária, Rosa-cruz ou outra do gênero (consignada pela Tradição Hermética das Idades), o neófito/aprendiz em dado momento se vê confrontado com essa expressão e frequentemente não tem a menor idéia do que se trata.[1] Esta sigla está presente principalmente em Câmara de Reflexão, uma área utilizada na maçonaria onde os maçons entram e refletem sua mortalidade, a mortalidade da sua alma.
  9. 9. Mito da Caverna  Escrita pelo filósofo Platão, encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.  Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.  Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.  Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.  Platão não buscava as verdadeiras essências da forma física como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a verdade essencial das coisas.
  10. 10. Aristóteles ocupou-se com a alegação dos megáricos contra a possibilidade (ou a potencialidade, no sentido de algo ainda não real) sem, todavia, mencionar diretamente a Diodoro. Mas, ao referir-se especialmente aos megáricos e esta questão, terá pensado em Diodoro; sendo ele posteriormente o principal citado por Sexto Empírico, este fato confirma a hipótese de que visava em primeira mão a Diodoro. Abordando Aristóteles a questão da potência e do ato, diz que para alguns filósofos a potencialidade não existe; sendo senão o ato que se realiza, somente há ato e não potência "Há filósofos, os megáricos, por exemplo, que pretendem que não há potência quando acontece o ato, e quando não há ato, não há potência: Assim, aquele que não constrói, não tem a potência de construir, mas somente aquele que constrói, no momento quando constrói, e assim por diante".
  11. 11. Santo Agostinho Nasceu em Tagasta, cidade da Numídia, de uma família burguesa, a 13 de novembro do ano 354. Seu pai, Patrício, era pagão, sua mãe, Mônica, pelo contrário, era uma cristã fervorosa. Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza. Porém, o conhecimento e as idéias eram de origem divina. Para o bispo, nada era mais importante do que a fé em Jesus e em Deus. A Bíblia, por exemplo, deveria ser analisada, levando-se em conta os conhecimentos naturais de cada época. Defendia também a predestinação, conceito teológico que afirma que a vida de todas as pessoas é traçada anteriormente por Deus. "Se você acredita no que lhe agrada nos evangelhos e rejeita o que não gosta, não é nos evangelhos que você crê, mas em você."
  12. 12. São tomas de Aquino, nasceu em um castelo próximo à cidade de Aquino, Itália, de uma família nobre. Para Tomás, o conhecimento passa por vários graus de abstração cujo objetivo é conhecer a imaterialidade. O primeiro esforço da existência abstrativa consiste em considerar as coisas independentemente dos sentidos e da noção que tiramos dele. O segundo esforço consiste em considerar as coisas independentes das qualidades sensíveis. No terceiro esforço tem que se consideraras coisas independentes do seu valor material. Assim chega-se ao objeto metafísico, que é imaterial, espiritual. Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, contribui bastante na filosofia cristã na Idade Média para compreensão do ser humano diante da vida eterna. Santo Agostinho, em Cidade de Deus, diz: "Constitui uma grande coisa o homem porque Deus o fez à sua imagem, mas o homem permanece em si mesmo um mistério". São Tomás de Aquino adverte que a Boa Nova não é salvação apenas para a alma, mas de todo o homem, porque nele há o mistério e o sagrado. O mistério, porque o homem é ao mesmo tempo material e espiritual; sagrado, porque a existência não o atinge senão por sua alma.
  13. 13.  A Passagem da idade média à idade moderna trouxe-nos profundas mudanças,tão profundas que se caracterizaram tanto no campo político,econômico e cientifico.  As forças econômicas e políticas com novo modo de produção,na passagem do feudalismo ao capitalismo,na derrubada nobreza e no clero,tendo assim uma nova forma de pensar e agir,se distanciando do controle teológico em tão pouco tempo que possibilitou um definitivo modelo de sociedade que perdura até nos dias de hoje. Trata-se de estabelecer bases ao pensamento moderno,o termo pensamento moderno é de difícil precisão ou seja composto por diretrizes fundamentadas em torno da postura relacional homem/natureza. A partir desta perspectiva que podemos compreender a realidade,pois percebe-se que as antigas concepções estão se desmoronando por causa dos avanços no campo da ciência e do surgimento de novas instâncias. Por exemplo: no período que há grande confiança no homem e no seu poder racional diferentemente das concepções antigas e medievais que se fundamentavam em Deus ou no ser.
  14. 14. Período histórico que sucedeu a Idade Média, durante os séculos XV e XVI. Intensificou-se na Europa, a produção artística e científica. Foi na Península Itálica que o comércio mais se desenvolveu neste período. Por este motivo, a Itália passou a ser conhecida como o berço do Renascimento.  Características Principais - Valorização da cultura greco-romana. - A inteligência, o conhecimento e o domínio artístico passaram a ser mais valorizados no ser humano. - Antropocentrismo - O Homem renascentista passou a utilizar métodos experimentais e de conservação da natureza e do universo. Arte Renascentista - Teto da capela Sistina – Roma, Michelangelo ( 1475 – 1564)
  15. 15. O Humanismo pode ser definido como um conjunto de ideais e princípios que valorizam as ações humanas e valores morais. Para os humanistas, os seres humanos são os responsáveis pela criação e desenvolvimento destes valores, idéia esta que se opõe ao pensamento religioso, que tem Deus como criador destes valores. O humanismo se desenvolveu e se manifestou em vários momentos da história e em vários campos do conhecimento e das artes. Na antiguidade clássica manifestou-se principalmente na filosofia e nas artes plásticas. Já no Renascimento, resgataram-se os valores humanistas da cultura greco-romana. O antropocentrismo norteou o desenvolvimento intelectual e artístico desta fase. O artista renascentista italiano Leonardo Da Vinci pode ser reconhecido como um dos artistas mais destacados do período, que, além disso, fortemente expressa os ideais de humanismo em obras como o "Homem Vitruviano". O homem Vitruviano tornou-se o mais admirado de descrição da composição humana. Esta peça exprime os ideais de humanismo. Arte Humanista – São Jorge, Donatello (1386? – 1466). Estátua em mármore
  16. 16.  O Empirismo no ponto de partida da reflexão filosófica não é mais o problema do “ser”, mas o do conhecer, no que nos conduz a desenvolver uma concepção racionalista do conhecimento entre a verdade e a realidade. Exemplo: Alguns Filósofos ingleses se encontravam em ambientes estranhamente diferentes em seu país, pois a ciência por sua vez encontrava-se em pleno desenvolvimento, no entanto é lógico que as preocupações sejam voltadas para pesquisa do conhecimento e que corresponda às exigências das ciências. Para o pensamento empírico nossos órgãos excitam sentidos, cores, sabores odores, são sensações que reúnem forma de percepção que se combinam e se associam formando todos nossos pensamentos
  17. 17. René Descartes nasceu em 1596 na França em uma família de Burgueses enobrecidos. Estudou num dos melhores colégios instituídos pelos Jesuítas, o colégio La Fléche, fundado em 1604. Morre em 1650, bem informado faz curso de direito aperfeiçoando-se na matemática e na física e por fim resolve se dedicar a filosofia. Ele era considerado pela história filosófica como um dos maiores pensadores modernos. Foi ele quem lançou as bases da filosofia e da ciência moderna. Descarte enquanto clássico do pensamento traz condições e possibilidades que podem contribuir para elucidação, clareza ou superação de alguns problemas atuais. Pois ele edificou um sistema filosófico que ainda encontra-se por ser explorado. Descarte também pode ser conhecido pelas explicações do sistema cartesiano, uma de suas visões idealistas e a relação do sujeito/objeto. O sujeito e o objeto são componentes autônomos, ou seja, é a relação que os constitui,,o sujeito é sempre independente do objeto,isto porque existe uma separação entre a consciência e o mundo materialista,considerados como substância independentes e autônomas,ou seja a consciência é uma substância,um cogito independente do mundo dos objetos. Criou o cogito, e com ele iniciou a concepção de homem enquanto consciência instituiu a duvida como método de buscar a verdade, e imprimiu à radicalização de forma racional a construção do conhecimento.
  18. 18. Aristóteles. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles> Acesso em: 24/Mar/2010. MASUKO, Marcos Hideichi. PAE – Programa Atualizado de Ensino: fundamental, médio, profissionalizante. São Paulo, Editora Didática do Brasil, 2005. Sócrates. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates> Acesso em: 26/Mar/2010. Humanismo. Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/o_que_e/humanismo.htm>Acesso em: 20/Mar/2010 Mitos/Mitologia Grega. Disponível em: <http://www.mitosedeuses.hpg.ig.com.br/viagens/9/index_int_3.html> Acesso em: 31/Mar/2010 Mitologia grega. Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/mitologiagrega/> Acesso em: 31/Mar/2010 Platão. Disponível em: <http://www.meuartigo.brasilescola.com/biografia/platao.htm> Acesso em 31/Mar/2010 Renascença. Disponível em: <http://pt.shvoong.com/social-sciences/education/1100066- educa%C3%A7%C3%A3o-na-renascen%C3%A7a/> Acesso em: 31/Mar/2010 Sofistas. Disponível em <http://www.infoescola.com/filosofia/sofistas/> Acesso em: 22/Mar/2010 HESSEN, Johannes; CORREIA, Antonio (Trad. Portuguesa). Teoria do conhecimento. Portugal, Editora Coimbra, 1987. Pré - Socráticos. Disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/presocraticos.htm> Acesso em:07/Abril/2010 AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. 1. CHESTERTON, G.K.. Santo Tomás de Aquino. Braga: Livr. Cruz, 1957. 2. AGOSTINHO DE HIPONA. Confissões. Trad. J. Oliveira Santos e A. Ambrósio de Pina. São Paulo: Nova Cultural, 1999. 416 p. (Coleção Os pensadores). Original latim. ISBN 85-13-00848-6. 3. Mito da caverna - disponível em: http/WWW.pt.wikipedia.org/wiki>acesso em 23/abril/2010
  19. 19. CONTRIBUIÇÃO IR.`. WAGNER DA CRUZ .`. M .`. I .`.

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