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  1. 1. EXEMPLOS DE PRÁTICAS DE LEITURAS(MEDIADORES DE LEITURA<br />ROSE, ANDRESSA, LISANGÊLA E MÔNICA<br />
  2. 2. PÚBLICO ALVO(Pré) Adolescentes- Alunos das séries finais do Ensino Fundamental <br />
  3. 3. Em uma sociedade onde a cultura está um pouco esquecida, despertar o desejo de aprofundar o conhecimento sobre o tema proposto, a partir de textos sob os mais variados suportes.<br />OBJETIVO PRÁTICA LEITORA<br />
  4. 4. MATERIAIS E RECURSOS UTILIZADOS<br />Leitura de textos literários:<br />*Texto informativo :apresentação e história ;<br />*Conto: A Demanda ( as sete Maravilhas do Mundo), autor Pedrito Domus.<br />*Poemas: Lembrança, Toda a Paz.<br />. Leitura de vídeo: som e imagem sobre o tema proposto.<br />
  5. 5. ETAPAS PROPOSTAS<br /> Apresentar o texto” As sete Maravilhas do Mundo” com comentários(diálogo) para ver o que conhecem a respeito do tema , após realizar sua leitura.<br /> AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO<br /> <br /> As sete maravilhas do mundo já existiam. Mas, faziam parte do mundo antigo. Todas elas foram construídas antes de Cristo. Eram o Farol de Alexandria, o Templo de Artemis, a Estátua de Zeus, o Colosso de Rodes, os Jardins Suspensos da Babilônia, o Mausoléu de Halicarnasso e as Pirâmides de Gizé. Das sete, apenas as Pirâmides de Gizé, no Egito, ainda existem. <br /> Por essa razão, Bernard Weber cineasta suíço, apaixonado por história antiga, criou o projeto que começou depois de uma conversa com um amigo, Carlos Vaz Marques, professor de história antiga, quando discutiam quais seriam as sete maravilhas do mundo atual.         <br /> Bernard Weber formou-se em cinema pela Universidade de Nova Iorque e trabalhou a partir de 1974 como assistente de Frederico Fellini, em Roma. Participou da produção de dois longa-metragem, além de diversas produções para TV. Atua como conservador do Museu Lê Corbusier, em Zurique, construído por sua mãe, Heidi. <br /> Essas características o levaram à sua grande aventura. Por considerar que nos últimos 2000 anos, a humanidade criou muitas maravilhas, Weber decidiu fazer uma página na Internet e promover uma votação mundial. <br /> Para chegar aos 25 nomes indicados em sua página, Weber recorreu a um grupo de especialistas, entre os quais um professor de história da arte, um de história da arquitetura, um jornalista, um arqueólogo e um arquiteto. Um grupo de estudantes foi contratado para catalogar as sugestões que chegassem pela Internet.<br />  A Unesco deu apoio informal ao projeto de Weber, pois seus estatutos a proíbem de tomar parte ativamente em operações como esta. Isso não significou problema para ele, pois tinha certeza de que sua legitimidade viria dos milhões de votos recebidos para uma idéia que rapidamente se tornou popular.<br /> O custo projeto, bem superior a US$ 1 milhão, saiu do bolso de Weber e do de empresários amigos que, na verdade, fizeram um investimento para a venda de produtos relacionados com as novas sete maravilhas pela Internet.<br />          E assim, no dia 7 de julho de 2007, no estádio da Luz, em Lisboa, mais de 40 mil pessoas assistiram à cerimônia de declaração das Sete Novas Maravilhas do Mundo, listadas a seguir.<br /> <br /> <br />
  6. 6. 1º lugar: A Grande Muralha da China<br /> <br /> <br /> <br /> Para se protegerem ou separarem, os homens <br />constroem muros desde a Antigüidade. <br />O exemplo mais ancestral é o da Grande Muralha <br />da China, com seus 3.460 quilômetros de extensão, <br />mais outros 2.860 quilômetros de ramificações. <br />Formidável obra de defesa militar, em alguns pontos <br />com 16,5 metros de altura e torres invariavelmente <br />erguidas a cada 60 metros, ela serviu de fronteira <br />durante mil anos. Seus primeiros sinais remontam <br />ao século VII antes de nossa era.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />
  7. 7. 2º Lugar: Ruínas de Petra - Jordânia <br /> Petra (9 a.C. - 40 d.C), Jordânia<br />Na extremidade do Deserto árabe, Petra era a capital <br />reluzente do império dos Nabateus, na época do Rei <br />Aretas IV (9 a.C. - 40 d.C.). <br />Mestres em tecnologia para o abastecimento de água, <br />os nabateus  construiram grandes túneis e câmaras <br />com esse propósito, além de um teatro,  calcado em <br />protótipos grego-romanos, para uma audiência de <br />4.000 pessoas. Hoje, as Tumbas do Palácio de Petra, <br />com uma fachada de 42 metros de altura  (El-Deir <br />Monastério),  são um exemplo impressionante de <br />cultura do Oriente Médio.<br /> <br />
  8. 8. 3º Lugar: Cristo Redentor, Rio de Janeiro, Brasil<br />  <br /> Um dos mais belos símbolos do Rio de Janeiro, <br />situado no topo do Morro do Corcovado, a 710 <br />metros do nível do mar, o monumento mede 38 <br />metros de altura - contando com o pedestal, onde <br />há uma capela - e pesa 1.145 toneladas. Foi <br />concebida pelo escultor francês Paul Landowski e  <br />esculpida por Heitor da Silva Costa. A estátua <br />levou cinco anos para ser construída, tendo sido  <br />inaugurada no dia 12 de Outubro de 1931. Tornou-se <br />o símbolo da cidade do Rio de Janeiro.<br />
  9. 9. 4º Lugar :Machu Picchu (1460-1470), Peru <br />No século XV, o imperador inca Pachacutec edificou<br />uma cidade nas nuvens, na montanha conhecida <br />como Machu Picchu (“velha montanha”). Este <br />extraordinário povoado está localizado no Planalto <br />dos Andes, nas profundezas da floresta amazônica <br />e acima do rio Urubamba. Abandonada pelos incas <br />devido a um surto de varíola e após a derrota do <br />Império Inca pelos espanhóis, a cidade foi <br />considerada “perdida” durante mais de três séculos. <br />Foi redescoberta por Hiram Bingham em 1911.<br />
  10. 10. 5º Lugar: A Pirâmide de Chichén Itzá, México<br />A pirâmide em Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.), <br />Península de Yucatan, México, Chichén Itzá, a mais <br />famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro <br />político e econômico da civilização maia. As várias <br />estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de <br />Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de <br />Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser <br />admiradas e são demonstrativas de um extraordinário <br />compromisso para com a composição e espaço <br />arquitetônico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer <br />dúvida, o mais grandioso de todos os templos da <br />civilização maia. <br />
  11. 11. 6º Lugar: Coliseu de Roma, Itália<br />Este grandioso anfiteatro foi construído no centro <br />de Roma no ano 82 d.C. em honra aos legionários <br />vitoriosos e para celebrar a glória do império <br />romano. O seu design conceitual mantém a <br />atualidade até os nossos dias, uma vez que, passados <br />cerca de 2000 anos, praticamente todos os modernos <br />estádios desportivos continuam a ter o cunho<br /> inconfundível do design original do Coliseu. <br />É através do cinema e dos livros de História que hoje <br />temos noção das lutas cruéis e dos jogos que tinham lugar <br />nesta arena, para júbilo dos espectadores.<br /> <br /> <br />
  12. 12.  7º Lugar: Taj-Mahal, Agra, India<br />Este imenso mausoléu foi construído em 1630 d.C. <br />por ordem do Xá Jahan, o quinto imperador mogul <br />muçulmano, em memória da sua falecida e adorada <br />esposa. Construído em mármore branco e rodeado <br />de maravilhosos e elaborados jardins, o Taj Mahal <br />é considerado uma das mais perfeitas jóias da arte <br />muçulmana na Índia. O imperador acabou por ser <br />preso e, segundo se conta, daí em diante só <br />conseguia ver o Taj Mahal a partir da pequena <br />janela da sua cela. <br />
  13. 13. CONTO<br /> Os portões da majestosa cidade da Atlântida fecharam-se atrás de mim. Sem temer caminhei. Onda ante onda, sem me molhar. Dei por mim, então a atravessar o mar sem temer qualquer tempestade. Sem que nenhuma rajada de vento me fizesse desequilibrar. Falaram-me de sete maravilhas. Teria eu que as visitar antes da última lua cheia chegar. Achei que era impossível. Nunca, ninguém tinha chegado às terras da Grécia em tão pouco tempo. Seria como um espia ou talvez como um viajante. Antes de pisar as areias lusitanas, já eu ouvia a saudade dos meus entes queridos, dormindo nos palácios da minha terra. Com uma estranha canção de paz em mim, cheguei ao meu primeiro destino após um dia de viajem. Olympia era a morada dos deuses rivais gregos. Zeus, em especial, invejava a sabedoria atlante, o poder, mas quando lhe informei da minha vinda, ele recebeu-me de braços abertos. A sua estátua era imponente, porém frágil. Totalmente feita de ouro! Imortal aos olhos e frágil às chamas. Zeus vangloriou-se pela superioridade daquele monumento perante os do meu povo. Segui, na mesma noite. Antes da alva já eu visitava o templo de Artémis. Típico. Já eu tinha visitado inúmeros templos gregos, simétricos e suspensos em colunas...Eu sabia que tinha que depositar algo valioso numa daquelas sete maravilhas que eu iria passar, embora as duas primeiras fossem as que eu de certo tentaria não escolher. Ora, houve uma que me agradou bastante devido à sua singularidade, o mausoléu de Halicarnassus. Era um pouco mais forte que o templo de Artémis, mas não sei porquê, deu-me uma sensação de que se uns terramotos acontecessem, todo o complexo cairia.Segui caminho pelo mar até chegar a Rodes. O complexo surpreendeu-me bastante. Uma gigantesca estátua de bronze que honrava o deus grego Apolo marcava os limites entre o mar e os portos.Quando olhei para a estátua notei também alguma fragilidade, portanto parti...<br />
  14. 14. O mais surpreendente da Babilónia eram os seus jardins suspensos, considerados numa maravilha intocável pela revolta do cansaço. Quando lá cheguei, ouvi o rei a planear um grande monumento que revelaria o sucesso dos atlantes ao mundo. Aquela ideia provavelmente seria a ruína do império, portanto fui e levai a relíquia que me fora incumbida. Após outra caminhada pelo mar mediterrâneo, avistei o farol da cidade de Alexandria. Imponente! Mas de certa forma eu pressentia que tudo o que estivesse junto à costa era falível. O farol também era uma vasta biblioteca. Esta cobiça pelo melhor levaria à guerra e ao caos.Juro que pensei em desistir, em voltar à minha terra e receber a desonra. Desta vez, decidi partir como um Homem! Sem andar sob a água,sem percorrer o mundo em instantes. Converti-me no tesouro que guardava e cheguei calmamente ao último destino. Demorei dias até chegar lá, talvez semanas. Olhei de alto a baixo as pirâmides egípcias e coloquei o tesouro entre elas. Antes de voltar a Alexandria, soube que a Atlântida tinha caído. Os deuses resolveram despedaçá-la como quem destrói uma flor. Resolvi ficar no deserto, escondido nas grutas. Anos após a queda da minha terra natal, soube que seis das maravilhas haviam também sido derrubadas pela ira divina. Apenas a maravilha do deserto tinha resistido. As pirâmides. Deixei-lhes a paz, num sítio quase morto. Talvez tenha errado perante a Atlântida pela minha estupidez infantil, mas algo no meu coração diz que eu fiz bem em deixar a paz naquele local e sinto que concluí a minha demanda... <br />
  15. 15. POEMA<br />LER E DESCREVER O QUE ENTENDEU:<br />Lembrança<br />Vou andar<br />Com castas ideias<br />Num mundo desgastado<br />Onde pensar filosofia<br />Chamam de vadiar<br />Sem resenhas de soluções<br />O infinito fica esgotado<br /> <br />Carrego um lastro<br />Caso possa voar lasciva<br />Na alcova d’algum demente<br />Assim expulsá-lo para subir<br />É o desapego um mastro<br />Que repasso ao tempo<br />Meu único confidente<br /> <br />A glória é senil<br />E tanto vagueio em esperas<br />Revidando sortilégios<br />Em linhas sem mãos<br />Que meu canto é vil<br />Só alcanço o alvor<br />Em alicerces régios.<br /> <br />
  16. 16. TODA A PAZ<br />Apenas a paz<br />Tão simples, singela <br />Não acompanha a guerra<br />Nem chora a falta de tempo<br />Mas é loquaz<br />Quando o homem cai no lamento<br /> <br />Existe a vida<br />Na boca de todo faminto<br />Divina e repleta de instinto<br />Que vai à cata do destino legado<br />De alma erguida<br />A espera de um sono lindo e apaziguado<br /> <br />Nas mãos do tempo<br />Trama-se o sortilégio dos fracos<br />No descuido dos que fingem ser cacos<br />Nos dias tão descalços, quanto os anjos peregrinos<br />De asas ao vento<br />A cata do insípido socorro que viajou com os vespertinos<br /> <br />Apenas a paz<br />Tem cheiro de flores<br />Sem penas, ou pássaros<br />Seca o pranto dos caminhos <br />E traz<br />O bolor da história dos pergaminhos<br /> Categoria: poesiasEscrito por Nadilce Beatriz <br />
  17. 17. FIM<br />

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