População com PEA: Etiologia, Características e
Estratégias de Intervenção
Celmira Macedo celmira.macedo@leque.pt (Special...
NEE- Conceito e operacionalização
celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
NEE- Conceito e operacionalização
Enquadramento legal (DL 3/2008 de 7 Janeiro)
Crianças ou jovens com limitações
significa...
Conceito;
Etiologia;
Avaliação e Intervenção:
Programa de Ensino Estruturado (TEACCH);
UEEA
Perturbações do Espectro do Au...
PEA
As PEA caracterizam-se numa tríade clínica de
perturbações do neuro-desenvolvimento, que se
mantêm ao longo da vida, p...
CAUSAS DO AUTISMO
Segundo a Federação Portuguesa de Autismo, estão ainda por esclarecer
completamente:
Pré-disposição gené...
PEA
Englobam:
DSM-IV – TR (2000) e CID-10
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(Special Education PhD)
Autismo primário (Síndrome de Kanner)
Leo Kanner que em 1943 descreveu uma
problemática infantil caracterizada,
essencialm...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
1 a 1.2 casos de autismo por cada mil
pessoas;
Em Portugal: 10.000;
É 3 a 4 vezes m...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
As manifestações são notadas, quase
sempre, antes dos 3 anos de idade;
Um período d...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Manifestações mais comuns:
Evitam o contacto ocular;
Podem resistir ao contacto pes...
celmira.macedo@leque.pt
(Special Education PhD)
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Manifestações mais comuns:
As pessoas poderão ser tratadas como se fossem meros
ins...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Atraso nas aquisições linguísticas;
Geralmente, não há discurso espontâneo, emitem ...
2SANY0128.AVI
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(Special Education PhD)
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Persistência da ecolália (repetição automática das palavras ou dos
fins das frases,...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Frequentemente, estabelecem ligações bizarras
com objectos;
Ficam tensas se alguém ...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Aderência inflexível a determinadas
rotinas;
As estereotipias (movimentos
repetitiv...
celmira.macedo@leque.pt
(Special Education PhD)
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Frequentemente, há um fascínio pelos contrastes de luzes;
Podem ter o hábito de che...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
Défice cognitivo ocorre entre 65 a 88% dos
casos;
Muitos apresentam habilidades e t...
Autismo primário ou Síndrome de Kanner
5-10 % destas crianças virão a
tornar-se adultos autónomos; 25%
adquirirão, até à i...
Atenção:
Nem todas as crianças com autismo apresentam as
características atrás mencionadas e há uma
ampla variedade, quer ...
Perturbação do Desenvolvimento
Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra
especificação (TID-SOE)
Autismo Atípico
...
Perturbação do Desenvolvimento
Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra
especificação (TID-SOE)
Inabilidade para...
Perturbação do Desenvolvimento
Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra
especificação (TID-SOE)
Hipersensibilida...
Theodor Heller, um reputado pediatra alemão, descreveu, em
1908, seis casos clínicos muito curiosos de Regressão Psicomoto...
Depois dos primeiros dois anos de vida são notadas perdas
significativas nas seguintes competências psicomotoras adquirida...
Controlo Intestinal (deixa de controlar as
fezes) ou Vesical (controlar a urina);
Jogo (perde o interesse em brincar ao "f...
4SANY0260.AVI
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(Special Education PhD)
Algum tempo depois de instalada a Regressão
Psicomotora, passam a apresentar alterações
comportamentais muito semelhantes ...
A evolução é geralmente desfavorável;
Depois da regressão Psicomotora, está descrito
um período de não evolutivo e com pou...
EduSANY0111 edu.AVI
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INTERVENÇÃO:
Os pais necessitarão de um grande
acompanhamento.
Na maioria das vezes, quando os pais destas
crianças conviv...
Em 1944, Hans Asperger, um Pediatra
Austríaco, relatou vários casos de
"psicopatia autística infantil".
Faz parte das pert...
Aproximadamente 1 em cada 300 a 500
indivíduos apresenta síndrome de
Asperger (20.000 a 30.000 em Portugal).
celmira.maced...
Alterações no relacionamento social, ocupacional e
outras áreas funcionais;
Não existe um atraso significativo da linguage...
Interacção
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C…SANY0228.AVI
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O prognóstico é, em geral, favorável. Parece haver
uma melhoria com o avançar da idade;
A maioria dos adultos com a síndro...
Perturbação descrita, até este momento, unicamente em meninas;
Caracterizado por um desenvolvimento inicial aparentemente ...
OPERACIONALIZAÇÃO
METODOLÓGICA
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A metodologia utilizada no trabalho com estas crianças tem
como referência o ensino estruturado preconizado pelo
programa ...
O Ensino Estruturado é um dos métodos
pedagógicos mais importantes da metodologia
TEACCH.
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(Special...
TEACCH
Consiste num sistema de organização do espaço, tempo, dos materiais, e
das actividades, de forma a facilitar os pro...
O que é uma UEEA?
Constitui uma resposta educativa específica que visa
sobretudo, melhorar a qualidade de vida das criança...
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Componentes Principais do Ensino Estruturado
As 4 componentes principais do ensino estruturado:
Estruturação Física;
Infor...
Corresponde ao espaço
onde estão os horários
individuais que irão
orientar as actividades
diárias de cada aluno. As
pistas...
Área de reunião:
Esta é uma Área destinada a desenvolver
actividades que, garantindo a
planificação e a estrutura, promove...
Área de trabalho individual:
É a área na qual se pretende que o aluno realize
de forma autónoma as actividades já
aprendid...
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Intervenção psicopedagógica
trabalho individual
celmira.macedo@leque.pt
(S...
Área do brincar
É o local destinado a: aprender a relaxar, fazer curtos momentos de espera;
permitir as estereotipias; apr...
Área da expressão plástica:
É a área na qual todo o grupo poderá
desenvolver trabalhos em conjunto.
Priorizase o desenvolv...
Área do aprender:
É o espaço de ensino individualizado,
limpo de estímulos distratores,
onde se desenvolve a atenção e a
c...
Área do computador:
Esta Área pode ser utilizada de
forma autónoma, com ajuda, ou em
parceria, aprendendo a esperar, a
dar...
Intervenção
psicopedagógica
ambiente de trabalho (espaço, tempo e os materiais)
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Componentes Principais do Ensino Estruturado
Informação Visual
Schopler
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Componentes Principais do Ensino Estruturado
Plano de Trabalho
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Pistas Facilitadoras do Desempenho
Schopler
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Disposição do espaço e materiais
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Sistema Pictórico de Comunicação
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Intervenção psicopedagógica na UEEA
Estratégias para incluir crianças com autismo
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Intervenção
psicopedagógica
trabalho individual
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TIGRE
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CÃO
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Treino de competências de literacia:
Construir um alfabeto a partir das vivências da criança
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(Spec...
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Intervenção psicopedagógica
Treino de competências de literacia:
Intervenção psicopedagógica
Treino de competências de literacia:
Silabários
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Intervenção psicopedagógica
consciência fonológica
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ma me mi mo mu
ma me mi mo mu
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pá
pé
popó
pó
papa
papá
Adaptação para powerpoint do método Distema
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celmir...
ZA
PI
PU
PU
MA CA
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o telemóvel a tesoura o telefone
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o tigre o tijolo a tigela
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A rena
Renata,celmira.macedo@leque.pt
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Rema na regata
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Rema na regata
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Qual é a primeira sílaba?
mu ma
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to
ta
Qual a primeira sílaba?
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(Special Education P...
to
tomatecelmira.macedo@leque.pt
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Em qual das seguintes imagens é que não se ouve o
som ?
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ra to
1 2
Intervenção psicopedagógica
Recurso às TIC
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fa to
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palu
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gato
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ma çã
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la ran ja
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Intervenção
psicopedagógica
Treino cognitivo e matemática funcional
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1. Qual é o alimento presente nesta
embalagem?
2. Quantas porções podes obter?
3. Poderás comer este alimento em
Setembro ...
VAMOS CONTAR
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Quantos peixes estão no aquário?
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Estão 3 peixes no aquário.
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quatro
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No ano de 2006, em que dia da semana foi:
O Dia do Pai (19 de Março);
O início da Primavera (21 de Março);
O Natal (25 de ...
Fazer bolos, medir a sala, ir às compras;
guia de programação da TV, etc.
Fazer um dicionário de matemática que
ajude a co...
O impacto destas actividades (puzzles, quebra cabeças,
adivinhas, etc.) na aprendizagem pode ser significativa, se for
con...
Materiais
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Antes de tudo eu sou uma criança.
Eu tenho uma perturbação do espectro autista .
Eu não sou somente "Autista". Tal como tu...
Estratégias para incluir crianças com autismo
Posso ter dificuldades
no discurso. Tenta
perceber-me e não
me apresses.
cel...
Estratégias para incluir crianças com autismo
Os meus sentidos, principalmente a
audição são muito sensíveis.
Muitas pesso...
Estratégias para incluir crianças com autismo
O meu sentido principal
é o da visão e é nele
que deves apostar
para me ajud...
Estratégias para incluir crianças com autismo
Quando falas comigo, não é que eu
não te oiça. Muitas vezes não te
compreend...
Eu sou um "pensador concreto,
não consigo fazer
abstracções.
Eu não compreendo gírias,
piadas, duplas intenções,
indirecta...
O meu vocabulário é limitado.
É muito difícil dizer-te o que quero
e o que sinto;
Posso estar com fome ou com
medo, mas es...
O meu vocabulário é limitado.
Às vezes pareço um papagaio e repito as palavras. Na
verdade, são palavras que eu memorizei ...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
Pode parecer que não quero
brincar, mas muitas vezes,
simplesmente não sei c...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
Não sei "LER" a expressão
facial ou as emoções dos
outros.
Ensina-me como de...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
Perco o controlo quando um ou mais
dos meus sentidos foi estimulado
ao extre...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
Eu não escolhi ser diferente.
Sem a tua ajuda as minhas hipóteses
de alcança...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
Vê a minha diferença como uma
habilidade e não como uma
incapacidade.
Talvez...
Estratégias para incluir crianças com
autismo
É verdade que eu não vou ser um Cristiano
Ronaldo do futebol. Mas, com a min...
Outros Autistas famosos
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Conferência realizada nas Jornadas Pedagógicas 2014 do Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus

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Celmira Macedo intervenção população com NE

  1. 1. População com PEA: Etiologia, Características e Estratégias de Intervenção Celmira Macedo celmira.macedo@leque.pt (Special Education Phd) UTAD Julho de 2014 celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  2. 2. NEE- Conceito e operacionalização celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  3. 3. NEE- Conceito e operacionalização Enquadramento legal (DL 3/2008 de 7 Janeiro) Crianças ou jovens com limitações significativas ao nível da actividade e da participação num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, aprendizagem, mobilidade, autonomia, relacionamento interpessoal e participação social. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  4. 4. Conceito; Etiologia; Avaliação e Intervenção: Programa de Ensino Estruturado (TEACCH); UEEA Perturbações do Espectro do Autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  5. 5. PEA As PEA caracterizam-se numa tríade clínica de perturbações do neuro-desenvolvimento, que se mantêm ao longo da vida, podendo coexistir com outro tipo de problemáticas. (Pereira, 2008) Défice cognitivo; Problemas sensoriomotores; Particularidades do padrão alimentar; Alterações do comportamento (neurose, agressividade, hiperactividade, etc.) Comunicação; Interacção social; Comportamento.
  6. 6. CAUSAS DO AUTISMO Segundo a Federação Portuguesa de Autismo, estão ainda por esclarecer completamente: Pré-disposição genética; Factores pré e peri-natais; Conjunção entre o potencial genético e o meio ambiente (ex: infecções virais…); Consenso: o autismo é causado por anomalias das estruturas e funções cerebrais. Manifesta-se de forma independente da etnia, cultura, educação ou classe social. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  7. 7. PEA Englobam: DSM-IV – TR (2000) e CID-10 celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  8. 8. Autismo primário (Síndrome de Kanner) Leo Kanner que em 1943 descreveu uma problemática infantil caracterizada, essencialmente, por uma perturbação na interacção social. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  9. 9. Autismo primário ou Síndrome de Kanner 1 a 1.2 casos de autismo por cada mil pessoas; Em Portugal: 10.000; É 3 a 4 vezes mais frequente nos rapazes; Não dependente da etnia ou de qualquer índice sócio-cultural. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  10. 10. Autismo primário ou Síndrome de Kanner As manifestações são notadas, quase sempre, antes dos 3 anos de idade; Um período de desenvolvimento psicomotor diferente. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  11. 11. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Manifestações mais comuns: Evitam o contacto ocular; Podem resistir ao contacto pessoal (Excepção: muitas crianças gostam do contacto corporal, o que constitui, uma das únicas formas de comunicação); Seres humanos, animais e objectos poderão ser tratados da mesma forma. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  12. 12. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  13. 13. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Manifestações mais comuns: As pessoas poderão ser tratadas como se fossem meros instrumentos; Não procuram conforto, ajuda ou segurança junto de adultos ou crianças; Relação social inadequada com os seus pares. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  14. 14. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Atraso nas aquisições linguísticas; Geralmente, não há discurso espontâneo, emitem sons monótonos e aleatórios; A imitação é pobre; O vocabulário é pobre, pouco variado. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  15. 15. 2SANY0128.AVI celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  16. 16. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Persistência da ecolália (repetição automática das palavras ou dos fins das frases, de forma monótona e repetitiva). Dificuldade na utilização dos pronomes pessoais; Poderão ser capazes de cantar canções e mesmo, repetir a letra, sendo incapazes, todavia, de o fazer sem a música. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  17. 17. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Frequentemente, estabelecem ligações bizarras com objectos; Ficam tensas se alguém pretende pegar neles; Objectos redondos produzem uma enorme atracção. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  18. 18. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Aderência inflexível a determinadas rotinas; As estereotipias (movimentos repetitivos, como o estalar os dedos, como os balanceamentos do tronco ou da cabeça) são muito frequentes; Reacção anómala à dor, ao calor e ao frio. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  19. 19. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  20. 20. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Frequentemente, há um fascínio pelos contrastes de luzes; Podem ter o hábito de cheirar pessoas e objectos; A hiperactividade (traduzida por uma enorme irrequietude); Podem apresentar comportamentos auto lesivos. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  21. 21. Autismo primário ou Síndrome de Kanner Défice cognitivo ocorre entre 65 a 88% dos casos; Muitos apresentam habilidades e talentos em determinadas áreas; Os défices auditivos e visuais são muito frequentes. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  22. 22. Autismo primário ou Síndrome de Kanner 5-10 % destas crianças virão a tornar-se adultos autónomos; 25% adquirirão, até à idade adulta, uma razoável, autonomia pessoal e social. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  23. 23. Atenção: Nem todas as crianças com autismo apresentam as características atrás mencionadas e há uma ampla variedade, quer na qualidade, quer na gravidade, das manifestações da problemática. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  24. 24. Perturbação do Desenvolvimento Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra especificação (TID-SOE) Autismo Atípico Atraso no desenvolvimento cognitivo e ou uma perturbação no desenvolvimento da linguagem expressiva; Casos borderline da infância. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  25. 25. Perturbação do Desenvolvimento Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra especificação (TID-SOE) Inabilidade para desenvolver relacionamentos; Preferência por jogos repetitivos; Fascínio por objectos que podem ser manipulados através de movimentos repetitivos de motricidade fina. DSM-IV celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  26. 26. Perturbação do Desenvolvimento Transtornos invasivos do desenvolvimento sem outra especificação (TID-SOE) Hipersensibilidade a estímulos ambientais; Boa capacidade de memorização de rotinas; Acentuado atraso na aquisição da linguagem. DSM-IV celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  27. 27. Theodor Heller, um reputado pediatra alemão, descreveu, em 1908, seis casos clínicos muito curiosos de Regressão Psicomotora; Após um período de desenvolvimento psicomotor convencional experimentaram uma dramática regressão psicomotora, levando- as, depois, a uma perda muito grave das habilidades sociais e comunicativas e uma profunda alienação; A etiologia ainda é desconhecida. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  28. 28. Depois dos primeiros dois anos de vida são notadas perdas significativas nas seguintes competências psicomotoras adquiridas: Linguagem Expressiva (deixa de nomear objectos, perdeu a capacidade de juntar palavras...) Linguagem Compreensiva (deixa de compreender pequenas ordens, perde a capacidade de reconhecer objectos...); Socialização e Autonomia (deixa de reconhecer pessoas familiares, perde o interesse de brincar, …) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  29. 29. Controlo Intestinal (deixa de controlar as fezes) ou Vesical (controlar a urina); Jogo (perde o interesse em brincar ao "faz- de-conta", deixa de bater palminhas...); Motora (deixa de correr ou de andar, perde a capacidade de utilizar o lápis no papel, mostra-se incapaz de fazer a pinça fina, ...). celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  30. 30. 4SANY0260.AVI celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  31. 31. Algum tempo depois de instalada a Regressão Psicomotora, passam a apresentar alterações comportamentais muito semelhantes às encontradas no Autismo. É como se esta perturbação se tratasse de um Autismo de início tardio; É bastante rara (muito menos frequente do que o Autismo); Parece preferir o género masculino (8 para 1). celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  32. 32. A evolução é geralmente desfavorável; Depois da regressão Psicomotora, está descrito um período de não evolutivo e com poucas ou nenhumas melhorias subsequentes; Costumam ter complicações neurológicas, especialmente a epilepsia; Apresentam comprometimento cognitivo. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  33. 33. EduSANY0111 edu.AVI celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  34. 34. INTERVENÇÃO: Os pais necessitarão de um grande acompanhamento. Na maioria das vezes, quando os pais destas crianças convivem com outras crianças com autismo ficam extremamente desapontados, pois o progresso visto em outras crianças com transtornos do espectro do autismo não ocorre com seu filho. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  35. 35. Em 1944, Hans Asperger, um Pediatra Austríaco, relatou vários casos de "psicopatia autística infantil". Faz parte das perturbações globais do desenvolvimento e traduz-se por alterações concomitantes em duas áreas: comportamento social e interesses. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  36. 36. Aproximadamente 1 em cada 300 a 500 indivíduos apresenta síndrome de Asperger (20.000 a 30.000 em Portugal). celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  37. 37. Alterações no relacionamento social, ocupacional e outras áreas funcionais; Não existe um atraso significativo da linguagem; Não existe um atraso significativo no desenvolvimento cognitivo. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  38. 38. Interacção celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  39. 39. C…SANY0228.AVI celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  40. 40. O prognóstico é, em geral, favorável. Parece haver uma melhoria com o avançar da idade; A maioria dos adultos com a síndrome de Asperger virá a ter uma vida convencional (com alguns comportamentos excêntricos ou peculiares). celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  41. 41. Perturbação descrita, até este momento, unicamente em meninas; Caracterizado por um desenvolvimento inicial aparentemente normal, seguido de uma perda parcial ou completa da linguagem, da marcha e competências das mãos, associados a um atraso no desenvolvimento craniano (ocorre normalmente entre os 5 e 30 meses); A perda dos movimentos voluntários das mãos e a sua torção (movimentos estereotipados) e a hiperventilação; O desenvolvimento social e o brincar estão geralmente afectados. A esta síndrome estão geralmente associadas limitações cognitivas. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  42. 42. OPERACIONALIZAÇÃO METODOLÓGICA celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  43. 43. A metodologia utilizada no trabalho com estas crianças tem como referência o ensino estruturado preconizado pelo programa TEACH e por outros modelos diversificados. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  44. 44. O Ensino Estruturado é um dos métodos pedagógicos mais importantes da metodologia TEACCH. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  45. 45. TEACCH Consiste num sistema de organização do espaço, tempo, dos materiais, e das actividades, de forma a facilitar os processos de aprendizagem, autonomia e a diminuir a ocorrência de problemas de comportamento. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  46. 46. O que é uma UEEA? Constitui uma resposta educativa específica que visa sobretudo, melhorar a qualidade de vida das crianças/jovens com Perturbações do Espectro do Autismo (PEA). A UEEA não é, em situação alguma, mais uma turma da escola. Todos os alunos têm uma turma de referência que frequentam, usufruindo da UEEA enquanto recurso pedagógico especializado. (DGIDC, 2008) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  47. 47. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  48. 48. Componentes Principais do Ensino Estruturado As 4 componentes principais do ensino estruturado: Estruturação Física; Informação Visual; Plano de Trabalho; Pistas Facilitadoras do Desempenho. Schopler celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  49. 49. Corresponde ao espaço onde estão os horários individuais que irão orientar as actividades diárias de cada aluno. As pistas visuais informam sobre onde, quando e o que fazer durante o dia ou parte do dia. Área de transição: celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  50. 50. Área de reunião: Esta é uma Área destinada a desenvolver actividades que, garantindo a planificação e a estrutura, promovem a comunicação e a interacção social; Zona para a exploração de objectos, imagens, sons e gesto. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  51. 51. Área de trabalho individual: É a área na qual se pretende que o aluno realize de forma autónoma as actividades já aprendidas. O plano de trabalho indica à criança as actividades a realizar e a sua sequência; As tarefas propostas estão organizadas em caixas individuais. O gabinete de trabalho permite: Redução de estímulos distractores Focalizar a atenção nos aspectos importantes da tarefa. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  52. 52. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) Intervenção psicopedagógica trabalho individual celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  53. 53. Área do brincar É o local destinado a: aprender a relaxar, fazer curtos momentos de espera; permitir as estereotipias; aprender a brincar (com a presença do adulto) e trabalhar o jogo simbólico; Promove a escolha de brincadeiras e o desenvolvimento de actividades com os pares; Possibilita a imitação de actividades da vida diária. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  54. 54. Área da expressão plástica: É a área na qual todo o grupo poderá desenvolver trabalhos em conjunto. Priorizase o desenvolvimento de actividades criativas e expressivas; Zona para a promoção da interacção social; Estimula a partilha e o trabalho com os pares; Fomenta a diversificação de actividades. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  55. 55. Área do aprender: É o espaço de ensino individualizado, limpo de estímulos distratores, onde se desenvolve a atenção e a concentração, ao mesmo tempo que novas competências e tarefas são trabalhadas e consolidadas. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  56. 56. Área do computador: Esta Área pode ser utilizada de forma autónoma, com ajuda, ou em parceria, aprendendo a esperar, a dar a vez e a executar uma actividade partilhada; Facilita a atenção e a concentração. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  57. 57. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho (espaço, tempo e os materiais) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  58. 58. Componentes Principais do Ensino Estruturado Informação Visual Schopler celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  59. 59. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  60. 60. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  61. 61. Componentes Principais do Ensino Estruturado Plano de Trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  62. 62. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  63. 63. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  64. 64. Componentes Principais do Ensino Estruturado Pistas Facilitadoras do Desempenho Schopler celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  65. 65. Disposição do espaço e materiais celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  66. 66. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  67. 67. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  68. 68. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  69. 69. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho
  70. 70. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho
  71. 71. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  72. 72. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho
  73. 73. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  74. 74. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  75. 75. Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  76. 76. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) Intervenção psicopedagógica ambiente de trabalho
  77. 77. Sistema Pictórico de Comunicação celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  78. 78. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  79. 79. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  80. 80. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  81. 81. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  82. 82. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  83. 83. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  84. 84. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  85. 85. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  86. 86. Intervenção psicopedagógica na UEEA Estratégias para incluir crianças com autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  87. 87. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  88. 88. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  89. 89. Intervenção psicopedagógica trabalho individual celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  90. 90. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  91. 91. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  92. 92. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  93. 93. TIGRE celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  94. 94. CÃO celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  95. 95. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  96. 96. Treino de competências de literacia: Construir um alfabeto a partir das vivências da criança celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  97. 97. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  98. 98. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  99. 99. Intervenção psicopedagógica Treino de competências de literacia:
  100. 100. Intervenção psicopedagógica Treino de competências de literacia: Silabários celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  101. 101. Intervenção psicopedagógica consciência fonológica celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  102. 102. ma me mi mo mu ma me mi mo mu celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  103. 103. pá pé popó pó papa papá Adaptação para powerpoint do método Distema celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  104. 104. ZA PI PU PU MA CA celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  105. 105. o telemóvel a tesoura o telefone celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  106. 106. o tigre o tijolo a tigela celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  107. 107. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  108. 108. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  109. 109. A rena Renata,celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  110. 110. Rema na regata celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  111. 111. A rena Renata,celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  112. 112. Rema na regata celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  113. 113. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  114. 114. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  115. 115. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  116. 116. Qual é a primeira sílaba? mu ma celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  117. 117. to ta Qual a primeira sílaba? celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  118. 118. to tomatecelmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  119. 119. Em qual das seguintes imagens é que não se ouve o som ? celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  120. 120. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  121. 121. ra to 1 2 Intervenção psicopedagógica Recurso às TIC celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  122. 122. fa to 1 2celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  123. 123. palu celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  124. 124. gato celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  125. 125. ma çã celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  126. 126. la ran ja celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  127. 127. Intervenção psicopedagógica Treino cognitivo e matemática funcional celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  128. 128. 1. Qual é o alimento presente nesta embalagem? 2. Quantas porções podes obter? 3. Poderás comer este alimento em Setembro de 2006? Porquê? 4. Observa o slogan “puré de batata”. A palavra sublinhada é um nome ou um adjectivo? Leitura funcional: Intervenção psicopedagógica celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  129. 129. VAMOS CONTAR celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  130. 130. Quantos peixes estão no aquário? 1 2 3celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  131. 131. Estão 3 peixes no aquário. 1 2 3celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  132. 132. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  133. 133. quatro coelhos celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  134. 134. três peixes celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  135. 135. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  136. 136. quatro peixescelmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  137. 137. No ano de 2006, em que dia da semana foi: O Dia do Pai (19 de Março); O início da Primavera (21 de Março); O Natal (25 de Dezembro). O Dia da Mãe é sempre no primeiro domingo de Maio. Este ano em que dia foi: dia 4 dia 5 dia 6 3. Em que dia da semana foi o teu aniversário? Matemática funcional: Intervenção psicopedagógica Estratégias para incluir crianças com NEE celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  138. 138. Fazer bolos, medir a sala, ir às compras; guia de programação da TV, etc. Fazer um dicionário de matemática que ajude a compreender conceitos; Permitir o uso da calculadora; Realizar actividades de treino cognitivo (quebra cabeças, puzzles, adivinhas, etc.). Larkey (2008) Estratégias para a sucesso da matemática: celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  139. 139. O impacto destas actividades (puzzles, quebra cabeças, adivinhas, etc.) na aprendizagem pode ser significativa, se for continuada com relativa periodicidade; Elas permitem melhorar o rendimento, assim como a motivação e o auto-conceito dos alunos. Almeida (2009) Treino de competências de raciocinio lógico: Treino cognitivo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  140. 140. Materiais celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  141. 141. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  142. 142. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  143. 143. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  144. 144. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  145. 145. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  146. 146. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  147. 147. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  148. 148. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  149. 149. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  150. 150. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
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  227. 227. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  228. 228. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  229. 229. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  230. 230. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  231. 231. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  232. 232. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  233. 233. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  234. 234. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  235. 235. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  236. 236. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  237. 237. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  238. 238. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  239. 239. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  240. 240. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  241. 241. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  242. 242. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  243. 243. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  244. 244. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  245. 245. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  246. 246. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  247. 247. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  248. 248. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  249. 249. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  250. 250. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  251. 251. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  252. 252. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  253. 253. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  254. 254. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  255. 255. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  256. 256. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  257. 257. Antes de tudo eu sou uma criança. Eu tenho uma perturbação do espectro autista . Eu não sou somente "Autista". Tal como tu, sou uma pessoa com pensamentos, sentimentos e talentos. Retirado do site: http://www.autimismo.com.br/ e adaptado de Ellen Nottohm por Celmira Macedo Estratégias para incluir crianças com autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  258. 258. Estratégias para incluir crianças com autismo Posso ter dificuldades no discurso. Tenta perceber-me e não me apresses. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  259. 259. Estratégias para incluir crianças com autismo Os meus sentidos, principalmente a audição são muito sensíveis. Muitas pessoas a falar ao mesmo tempo, música, barulho dos meninos, telefones a tocar, crianças a chorar...fazem-se sentir desorientado. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  260. 260. Estratégias para incluir crianças com autismo O meu sentido principal é o da visão e é nele que deves apostar para me ajudares. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  261. 261. Estratégias para incluir crianças com autismo Quando falas comigo, não é que eu não te oiça. Muitas vezes não te compreendo. Quando me chamas do outro lado da sala, isto é o que eu oiço: "BBBFFFZZZZSWERSRTDSRDTY FDYT Mário". Em vez disso, vem falar comigo directamente e diz-me: “Mário, por favor, arruma o trabalho. Está na hora de almoçar". celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  262. 262. Eu sou um "pensador concreto, não consigo fazer abstracções. Eu não compreendo gírias, piadas, duplas intenções, indirectas ou sarcasmo. Fala comigo directamente. Estratégias para incluir crianças com autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  263. 263. O meu vocabulário é limitado. É muito difícil dizer-te o que quero e o que sinto; Posso estar com fome ou com medo, mas estas palavras estão para além da minha capacidade de expressão. Estratégias para incluir crianças com autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  264. 264. O meu vocabulário é limitado. Às vezes pareço um papagaio e repito as palavras. Na verdade, são palavras que eu memorizei do mundo ao meu redor. A isto chama-se ECOLALIA. Estratégias para incluir crianças com autismo celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  265. 265. Estratégias para incluir crianças com autismo Pode parecer que não quero brincar, mas muitas vezes, simplesmente não sei como entrar na brincadeira. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  266. 266. Estratégias para incluir crianças com autismo Não sei "LER" a expressão facial ou as emoções dos outros. Ensina-me como devo comportar-me. Se eu me rir quando o colega cai do escorrega, não é que eu ache engraçado, é que não sei como agir socialmente. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  267. 267. Estratégias para incluir crianças com autismo Perco o controlo quando um ou mais dos meus sentidos foi estimulado ao extremo. Se conseguires descobrir o que causa a minha perda de controle, isso poderá ser prevenido - ou até evitado. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  268. 268. Estratégias para incluir crianças com autismo Eu não escolhi ser diferente. Sem a tua ajuda as minhas hipóteses de alcançar uma vida adulta digna serão pequenas. Com o teu suporte e guia, a possibilidade é maior do que pensas. Eu prometo: EU VALHO A PENA. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  269. 269. Estratégias para incluir crianças com autismo Vê a minha diferença como uma habilidade e não como uma incapacidade. Talvez seja verdade que eu não seja bom a conversar, mas sabes que não minto, nem julgo outras pessoas. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  270. 270. Estratégias para incluir crianças com autismo É verdade que eu não vou ser um Cristiano Ronaldo do futebol. Mas, com a minha capacidade de atenção e de concentração no que me interessa, eu posso ser o próximo Einstein, Mozart ou Van Gogh. Eles também tinham autismo! celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  271. 271. Outros Autistas famosos celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)
  272. 272. celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD) celmira.macedo@leque.pt (Special Education PhD)

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