tecnologia na educação

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tecnologia na educação

  1. 1. O uso pedagógico da Plataforma Moodle numa perspectiva Virtual Colaborativa Resumo A aprendizagem virtual colaborativa vem tomando força nos últimos anos como uma possibilidade de ampliação e complementação da sala de aula nas instituições escolares . Essa proposta pedagógica possibilita uma interação “todos-todos” , ampliando para a produção do conhecimento em rede. Esse artigo procura investigar o seguinte questionamento: como utilizar e integrar as mídias tecnológicas na educação numa perspectiva pedagógica virtual colaborativa? O objeto de estudo relaciona-se ao uso pedagógico da Plataforma Moodle e suas ferramentas no processo ensino aprendizagem. Também procura compreender como esta sendo feito a formação de professores para o uso pedagógico destas tecnologias. Palavras chaves: formação de professores, aprendizagem colaborativa, Plataforma Moodle Introdução Ao longo da história, a organização da sociedade teve características específicas de cada época. A escola, indissociável dos movimentos sociais, esteve sempre vinculada às discussões das funções das mesmas e também do papel do professor e do aluno em relação a determinada época. Os novos paradigmas educacionais contemplam a inserção de novas tecnologias de informação e comunicação em ambientes educacionais. A informática na educação é um assunto bastante polêmico, marcado por mudanças que precisam ser incorporadas ao processo ensino aprendizagem. Nesse processo de mudanças na educação, com a inserção das tecnologias de informação e comunicação é necessário um amplo debate público sobre como esta ocorrendo a formação de professores para o uso pedagógico das tecnologias e suas mídias. 1
  2. 2. o debate oferece aos professores a oportunidade de se organizarem coletivamente para melhorar as condições em que trabalham, e demonstrar ao público o papel fundamental que eles devem desempenhar em qualquer tentativa de reformar as escolas públicas (GIROUX, 1997, p.158) Por isso é pertinente questionar como o professor poderá utilizar e integrar as mídias tecnológicas na educação numa perspectiva pedagógica virtual colaborativa? O objeto de estudo relaciona-se ao uso pedagógico da Plataforma Moodle e sua ferramentas no processo ensino aprendizagem. Mas quais são as competências necessárias para lidar com as novas tecnologias? A competência do professor não refere apenas a aspectos técnicos do manuseio dos instrumentos. Há, atualmente muitos cursos que ajudam a trabalhar com os diversos tipos de “software”. A competência se refere ao uso pedagógico das novas tecnologias, buscar formas alternativas de se relacionar com o conhecimento, com os outros e com o mundo, numa perspectiva colaborativa. Essas alternativas não serão adquiridas em cursos de formação que contemplam apenas aspectos técnicos e operacionais. Mas exigirá do professor reflexões que possibilitem alcançar uma nova concepção teórica de uso das tecnologias. É preciso usar os computadores em situações em que o conteúdo da aula faça sentido para o aluno, nas quais as produções escolares sejam significativas. Na concepção de Freire a educação constitui-se em um ato coletivo, solidário, uma troca de experiências, em que cada envolvido discute suas idéias e concepções. A dialogicidade constitui-se no princípio fundamental da relação entre educador e educando.O que importa é que os professores e os alunos se assumam epistemologicamente curiosos (FREIRE, 1998, p. 96). A curiosidade é fator fundamental para que o professor possa buscar novas formas de incorporar as tecnologias de informação e comunicação em sua prática docente adotando sustentada por ambientes virtuais colaborativos, “faço questão de ir me tornando um homem do meu tempo. Como indivíduo, recuso o computador porque acredito muito na minha mão. Mas como educador, acho que o computador, o vídeo, tudo isso é muito importante (FREIRE, 2001, p. 198). 2
  3. 3. A tecnologia, por si só, não responde aos questionamentos que fazem parte do processo, tanto da sociedade quanto da escola, geradas e impulsionadas por seres humanos em suas manifestações, propostas, reivindicações, lutas e conquistas ao longo da história. O professor não pode ser mais um mero transmissor de informações. A utilização da internet, deve propiciar aprendizagens significativas aos alunos e aos professores para possibilitar a criação e construção de conhecimentos que realmente ampliem a capacidade crítica das pessoas. O professor deve romper com as práticas da “educação bancária”, de ser um depositador de conhecimentos. Essa forma de educação, segundo Paulo Freire (1987) reflete a sociedade opressora e a “cultura do silêncio”, não dando espaço para o diálogo e a criatividade. Mas para que o professor utilize as ferramentas da internet de forma criativa, ele precisa envolver-se nesta discussão. E se o objetivo é o de provocar mudanças no processo educacional o professor precisa compreender a distinção entre o uso do computador nas visões instrucionista (Skiner) e construcionista (Papert), avançando para uma proposta de Alcântara e Behens (2003), de “metodologia da aprendizagem colaborativa com tecnologias interativas”. A aprendizagem colaborativa possui pressupostos teóricos da Escola Nova e da Pedagogia Progressista. Estas teorias propõe a superação do paradigma tradicional de ensino. Portanto, rejeitam a metodologia de reprodução do conhecimento, que coloca o aluno como sujeito passivo no processo de ensino e de aprendizagem. A internet com o volume de informações e ferramentas de comunicações “desafia o docente a ser criativo, articulador e principalmente parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem” (Ibid, p. 427). Uma metodologia que desencadeie uma aprendizagem colaborativa não poderá propor o uso do computador de forma mecânica e instrucionista, dissociada dos conteúdos trabalhados em sala de aula. As atividades desenvolvidas em sala de aula devem abrir espaços para contatos com uma “comunidade em rede” por meio de recursos midiáticos. A internet contribui de 3
  4. 4. forma significativa para a ampliação dos conhecimentos compartilhados entre professores, alunos e comunidades. Ao assumir uma metodologia de aprendizagem colaborativa, o professor deve incorporar o uso da internet como uma ferramenta auxiliar no processo de ensino e de aprendizagem. Segundo Panitz “ a aprendizagem colaborativa é uma maneira de lidar com as pessoas que respeita e destaca a habilidades e contribuições individuais de cada membro do grupo ( 1996, p.1). Com isso o papel do professor é o de articulador, colaborador e coordenador das atividades que são desenvolvidas por todos, que querem participar da troca de conhecimentos, formando uma grande rede virtual de aprendizagens colaborativas. Justificativa Hoje, a sociedade está caminhando para uma nova realidade, a era da sociedade informatizada. As tecnologias da comunicação e da informação fornecem inúmeras possibilidades à educação e à formação da pessoa, por isso elas devem ser incentivadas na área educacional. Com o advento do computador, com a crescente importância de comunicação texto-áudio-visual e do acesso e utilização de informações em todos os campos de atuação dos indivíduos, é necessário que a escola envolva alunos e professores em reflexões sobre o uso das tecnologias na educação. Segundo Almeida, compreender as diferentes formas de representação e comunicação propiciadas pelas tecnologias disponíveis na escola, bem como criar dinâmicas que permitam estabelecer o diálogo entre as formas de linguagem das mídias, são desafios para a educação atual.( Almeida, 2005) Segundo TERUYA, “o professor deve se apropriar das diferentes linguagens existentes no mundo da mídia, não apenas decifrar os códigos, mas também estar munido de uma interpretação crítica dos conteúdos que circulam nos diversos meios de 4
  5. 5. comunicação.” Mas como propiciar ao professor uma visão crítica de uso das tecnologias? Uma pedagogia colaborativa, principalmente aquela apoiada pelas novas tecnologias, é um caminho que possibilita a construção de análises e reflexões sobre temas de interesses de um grupo. Os ambientes virtuais colaborativos de aprendizagem são espaços compartilhados de convivência que dão suporte à construção, inserção e troca de informações pelos participantes, visando a construção social do conhecimento. Existem vários ambientes de aprendizagem colaborativa, tais como: Webct, Equitext, Eureka, AulaNet, TelEduc, Moodle entre outros. Esse artigo pretende envolver os professores na discussão e uso da plataforma Moodle. Por se tratar de um software amplamente utilizado em Universidades, escolas públicas e particulares , não só para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos presenciais. O moodle potencializa a aprendizagem colaborativa, apresentando diversos recursos importantes, dentre eles: chat, fórum, mensagens, workshops , wiki, dentre outros. Também é indicado para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, desenvolvimento de projetos e criação de comunidades on-line em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem. Existem outros setores, não ligados diretamente à educação, que utilizam o Moodle como, por exemplo, empresas privadas, ONGs e grupos independentes que interagem na Internet. E também por ser considerada uma ferramenta que tem uma proposta bastante diferenciada: “aprender em colaboração” no ambiente on-line, baseando-se na pedagogia sócio construtivista. Outra grande vantagem desse software criado em 2001 pelo educador e cientista computacional Marti Dougiamas é que ele é gratuito.Pode ser instalado em diversos ambientes (Unix, Linux, Windows). O uso da plataforma ( Moodle) possibilita a integração de Mídias no processo de ensino e de aprendizagem. Trata-se de uma ferramenta de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem. Esse software tem uma proposta bastante diferenciada: “aprender em colaboração” no ambiente on-line, baseando-se na 5
  6. 6. pedagogia sócio construtivista. O uso dessa plataforma é aberto, livre e gratuito. Os recursos disponíveis para a utilização pedagógica são: No geral todo o sistema funciona de forma fácil e dinâmica. Esse ambiente virtual de aprendizagem colaborativa na internet possibilita ao professor conhecer o processo de criação-comunicação-alimentação e realimentação do ambiente virtual. Com isso destaca-se ainda a necessidade de se ouvir os professores sobre suas dificuldades e suas expectativas, a fim de desencadear ações que levem às mudanças metodológicas na prática pedagógica. Essas mudanças poderão contribuir para a construção de uma escola diferente desta que temos hoje. Uma escola na qual a as ferramentas tecnológicas possam estar presentes na construção de um processo de ensino e de aprendizagem que contemple a interação entre professores e alunos, para buscar novas alternativas de estudos. Objetivos (geral e específicos) Integrar as tecnologias e as mídias em uma pedagogia colaborativa a partir de novas perspectivas de ensinar e aprender são questões presentes no sistema escolar. No entanto, um dos principais fatores é a falta de domínio técnico-pedagógico para o desenvolvimentos de projetos integrandos as mídias tecnológicas no processo de ensino e aprendizagem. 6
  7. 7. Hoje temos um número significativo de professores desenvolvendo projetos e atividades mediados por tecnologias. Mas ainda existem muitas escolas e professores procurando saber como utilizar pedagogicamente esses recursos tecnológicos. Por isso esse artigo tem como objetivo geral envolver os professores da rede pública estadual em reflexões sobre o uso da plataforma Moodle numa perspectiva virtual colaborativa. E de como essa plataforma e seus recursos podem ser utilizadas pedagogicamente no apoio as disciplinas curriculares . Os objetivos específico são: • diagnosticar as tecnologias existentes na escola • explorar novas possibilidades de uso das tecnologias nas disciplinas curriculares • abordar os conceitos de pedagogia Colaborativa, Tecnologias e Mídias • explorar o uso pedagógico da plataforma Moodle como ferramenta de apoio as disciplinas curriculares. Fundamentação teórica; A aprendizagem colaborativa não são práticas recentes e resultam de diversas correntes do pensamento pedagógico. A origem da aprendizagem colaborativa remonta “ à Grécia Antiga e as teorias contemporâneas começam com os primeiros psicólogos educacionais e teóricos da pedagogia do início do século XX. A aprendizagem colaborativa insere-se em um conjunto de tendências pedagógicas difundidas a partir da pedagogia da Escola Nova (Dewey) e a Pedagógica Progressista . Juntamente com as teorias cognitivas formuladas por Piaget e Vygostsky. A aprendizagem colaborativa, por suas características próprias, representa um desdobramento teórico e metodológico dessas pedagogias e teorias, propiciando uma forma de ensinar e aprender que supera o paradigma tradicional de ensino. A aprendizagem colaborativa apresenta-se atualmente como uma metodologia inovadora em sintonia com as novas exigências da sociedade atual. Essa metodologia de aprendizagem acredita que o trabalhar , criar e o aprender em grupo faz parte de um conjunto de habilidades no qual alunos e professores constroem coletivamente conhecimentos significativos. 7
  8. 8. Na visão de Capra (1996) um novo paradigma está surgindo. Para ele “ a aprendizagem colaborativa traz uma importante contribuição para a formação de pessoas comprometidas com o desenvolvimento da sociedade humana, justa e solidária.” Na aprendizagem colaborativa existe um interação e integração dos envolvidos. Cada qual com suas competências e conhecimentos que quando trabalhado em grupo possibilita a construção de novos conhecimentos por meio do ensino recíproco. Um conceito definido por Dillenbourg( 1999) sobre aprendizagem colaborativa define-a como: “uma situação de aprendizagem na qual duas ou mais pessoas aprendem ou tentam aprender algo juntas”. Morris acredita que a colaboração na aprendizagem pode ajudar a construir novos conhecimentos, que não seriam possíveis se as pessoas estivessem isoladas: A aprendizagem colaborativa pode trazer a tona o que há de melhor em você e o que sabe, fazendo o mesmo com seu parceiro, e juntos vocês podem agir de formas que talvez não estivessem disponíveis a um ou outro isoladamente.(1997,p.72) Assim pode-se afirmar que uma prática educativa colaborativa possibilita o debate, a discussão, a reflexão individual e coletiva e o respeito as idéias do outro. Esta prática pedagógica possibilita de acordo com Paulo Freire que “os alunos reflitam sobre seu papel de reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.” ( Freire, 1999, p.29). Na sociedade contemporânea, deposita-se na tecnologia, mais precisamente no computador e nas redes, a possibilidade de construir um espaço virtual propício à produção de aprendizagens colaborativas. Através do uso do computador e seus recursos , podemos conhecer outras formas de aquisição de conhecimento coletivo, colaborativo, construído de forma participativa através de um processo de interação entre duas ou mais pessoas. Portanto, os métodos de aprendizagem colaborativa apresentam-se nos dias atuais, a possibilidade de inovação da prática pedagógica. 8
  9. 9. Referências Bibliográficas ALCÂNTARA, P. BEHENS, M. Metodologia de projetos em aprendizagem colaborativa com tecnologias interativas. Teoria e Prática da Educação. 6 (14): 469-481. Ed. Especial, 2003. ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Pedagogia de projetos e integração de mídia . Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ppm/tetxt5.htm . Acesso em 26/10/2007. CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. DEWEY, John. Como Pensamos. 2ª ed, São Paulo, Nacional, 1959. DILLENBOURG, P. Collaborative-learning: Cognitive and Computational Approaches. Oxford: Elsevier, 1999. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido 30 anos depois. In: FREIRE. A. A.F. Pedagogia dos Sonhos Possíveis. São Paulo: Unesp, 2001. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987. GIROUX, Henry, A. Os professores como Intelectuais: Rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. PANITZ, T. A definition of colaborative vs cooperative learning. Disponível em http:// www.igu.ac.uk:/lollab.learning/panitz2.html.Acesso em 23 /10:2007 PAPERT, Seymour. Logo: Computadores e Educação. São Paulo: Brasiliense, TERUYA, Teresa Kazuko. Trabalho e educação na era midiática: uma visão sociológica. Tese de Doutorado. UNESP- Campus de Marília, 2000. MORRIS, T. E se Aristóteles dirigisse a General Motors? A nova alma das organizações . Trad. Ana Beatriz Rodrigues , Martins Celeste. Rio de janeiro: Elsevier.2004. 9
  10. 10. Referências Bibliográficas ALCÂNTARA, P. BEHENS, M. Metodologia de projetos em aprendizagem colaborativa com tecnologias interativas. Teoria e Prática da Educação. 6 (14): 469-481. Ed. Especial, 2003. ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Pedagogia de projetos e integração de mídia . Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ppm/tetxt5.htm . Acesso em 26/10/2007. CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix, 1996. DEWEY, John. Como Pensamos. 2ª ed, São Paulo, Nacional, 1959. DILLENBOURG, P. Collaborative-learning: Cognitive and Computational Approaches. Oxford: Elsevier, 1999. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido 30 anos depois. In: FREIRE. A. A.F. Pedagogia dos Sonhos Possíveis. São Paulo: Unesp, 2001. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987. GIROUX, Henry, A. Os professores como Intelectuais: Rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. PANITZ, T. A definition of colaborative vs cooperative learning. Disponível em http:// www.igu.ac.uk:/lollab.learning/panitz2.html.Acesso em 23 /10:2007 PAPERT, Seymour. Logo: Computadores e Educação. São Paulo: Brasiliense, TERUYA, Teresa Kazuko. Trabalho e educação na era midiática: uma visão sociológica. Tese de Doutorado. UNESP- Campus de Marília, 2000. MORRIS, T. E se Aristóteles dirigisse a General Motors? A nova alma das organizações . Trad. Ana Beatriz Rodrigues , Martins Celeste. Rio de janeiro: Elsevier.2004. 9

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