Bases de dados: Relações [1:M] e [M:M]Carlos SantosLabMM 4 - NTC - DeCA - UAAula 04, 26-02-2013
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LabMM4 (T04 - 12/13) - Relações 1:M e M:M

  1. 1. Bases de dados: Relações [1:M] e [M:M]Carlos SantosLabMM 4 - NTC - DeCA - UAAula 04, 26-02-2013
  2. 2. Motores de armazenamento para as tabelasNo MySQL • MyISAM • Motor tradicional no MySQL • Maior portabilidade das tabelas • Armazena mais dados, num menor espaço • Permite a compressão dos dados • InnoDB • Suporta chaves estrangeiras (integridade referencial) • Mecanismos de recuperação • Suporta transações
  3. 3. BDs na modelação de problemas do mundo real…Os problemas a modelar por uma BD, são normalmente constituídos pormúltiplas entidades (objetos) • Vendedores, Encomendas, Clientes, Artigos…As entidades (objetos) têm relações entre si • Uma encomenda tem apenas um vendedor responsável • Um vendedor pode ser responsável por várias encomendasUma BD é uma representação de entidades (objetos) e das relaçõesexistentes entre estas no mundo real.
  4. 4. Estratégias na análise de narrativasResponder às seguintes perguntas para modelar a BD • Quais as entidades a considerar? • O que caracteriza cada uma dessas entidades? • Que dados das diferentes entidades é necessários armazenar/extrair? • Quais as tabelas a incluir na BD e como se caracterizam as suas colunas? • Qual a chave primária de cada tabela? • Que relações existem entre as tabelas?
  5. 5. Estratégias na análise de narrativasIdentificar os nomes/sujeitos/substantivos do texto da narrativa • Entidades/Objetos -> TabelasIdentificar o que caracteriza cada entidade • Propriedades -> Colunas -> Tipo de dados -> ParâmetrosIdentificar ou definir colunas que identifiquem univocamente cadainstância (registo) armazenada da entidade • Chaves candidatas -> Chaves primáriasIdentificar e caracterizar (nos dois sentidos) as relações entre asentidades existentes • Relações
  6. 6. Estratégias na análise de narrativasDicas: • Se nem todos os objetos de uma tabela podem ser representados através dos mesmo campos, então deve ser ponderada a hipótese de dividir essa tabela em várias tabelas. • Caso sejam identificadas tabelas com estruturas idênticas então deve ser ponderada a possibilidade de agrupar esses objetos numa única tabela.
  7. 7. Tipos de relações no mundo realUm-para-um • Um objeto de uma tabela está relacionado apenas com um objeto da outra tabela (nos dois sentidos) • São relações pouco comunsUm-para-muitos • Um objeto de uma das tabelas pode estar relacionado com muitos objetos da outra tabela (apenas numa sentido)Muitos-para muitos • Qualquer objeto de qualquer uma das tabelas pode estar relacionado com muitos objetos da outra tabela
  8. 8. Relações no mundo real (EER)Notação Crow’s Foot (utilizada no MySQL Workbench)
  9. 9. Exemplo: loja de decoração Clientes NomeCliente ApelidoCliente MoradaCliente ContactoCliente Vendedores Encomendas Tipo (priv/empr)NomeVend nrEncomendaApelidoVend DataEncomendaMoradaVend DataPagamentoSexoContatoVendDataNascimentoDataEntradaEmpresa Produtos NomeProd DescricaoProd Preco Peso Dimensoes
  10. 10. Exemplo: loja de decoração (modelo ER - lógico) Clientes idCliente NomeCliente ApelidoCliente MoradaCliente Vendedores Encomendas ContactoCliente Tipo (priv/empr)idVend nrEncomendaNomeVend DataEncomendaApelidoVend DataPagamentoMoradaVendSexoContatoVendDataNascimentoDataEntradaEmpresa Produtos idProduto NomeProd DescricaoProd Preco Peso Dimensoes
  11. 11. Modelo lógico vs modelo físicoO modelo lógico representa todas as lógicas inerentes ao problema:tabelas, campos, chaves primárias e as suas relações.O modelo físico é uma versão mais completa do modelo lógico, sendoadicionada a informação necessária para que esse modelo possa serimplementado num SGBDR.Na maioria dos casos, esta passagem consiste na especificação dosmecanismos que permitem implementar num SGBDR as relaçõesidentificadas no modelo lógico. A ter em atenção: • É um processo baseado num conjunto de regras pré-determinadas; • Algumas ferramentas, por exemplo, o MySQL Workbench, permitem “automatizar” este processo (pelo menos parcialmente).
  12. 12. Um para muitos [1:M]Relações um-para-muitos: Como criar? • Identificar a chave primária da tabela do lado do “um” • Adicionar uma chave estrangeira na tabela do lado do “muitos” (o tipo de dados deste campo tem que ser idêntico ao tipo de dados da chave primária) • Criar uma ligação (JOIN) entre as duas tabelas com base nas duas chaves referidas anteriormente
  13. 13. Um para muitos [1:M] • Cada cliente poderá realizar várias encomendas • Cada encomenda será realizada apenas por um clienteTabela de partida (Clientes) • Chave primária (PK) • Sem valores nulos ou repetidosTabela de chegada (Encomendas) • Chave estrangeira (FK - foreign key) • Contem valores existentes na PK da outra tabela • Que podem repetir-se • Pode conter também valores nulosUma relação cria uma ligação (Join) entre as duas tabelas
  14. 14. Um para muitos [1:M] • Cada cliente poderá realizar várias encomendas • Cada encomenda será realizada apenas por um cliente[1:n] Non-Identifying Relationship ------- • Pode existir uma encomenda sem um cliente • FK Clientes_idCliente pode conter valores nulos • Pode existir um cliente sem uma encomenda • PK IdCliente pode conter valores inexistentes na FK Clientes_idClienteNon-Identifying -> Entidades existem de forma independente!
  15. 15. Um para muitos [1:M] Clientes Encomendas idCliente nomeCliente nrEncomenda dataEncomenda Clientes_idCliente 1 João 1 2010-­‐02-­‐23 1 2 Maria 2 2010-­‐04-­‐11 2 3 Manuel 3 2010-­‐03-­‐13 2 4 2010-­‐05-­‐21 1 5 2010-­‐06-­‐25
  16. 16. Muitos para muitos [M:M]Relações muitos-para-muitos: Como criar? • Identificar as chave primária das duas tabela envolvidas na relação • Adicionar uma nova tabela de relação com duas chaves estrangeiras (que vão servir de ligação às chaves primárias das duas tabelas do modelo lógico) • A chave primária da nova tabela é obtida pela associação das duas chaves estrangeiras - chave primária composta • Criar duas ligações (JOIN) do tipo [1:M]: • Uma ligação (JOIN) da chave primária da primeira tabela para a chave estrangeira correspondente da tabela de relação • Uma ligação (JOIN) da chave primária da segunda tabela para a chave estrangeira correspondente da tabela de relação

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