Feitoria de Arguim Coralina 8ºB nº8
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Feitoriia De Arguim[1]. .

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Feitoriia De Arguim[1]. .

  1. 1. Feitoria de Arguim Coralina 8ºB nº8
  2. 2. <ul><li>No ano de 1443 Nuno Tristão descobriu a feitoria </li></ul><ul><li>de Arguim. </li></ul><ul><li>Desde cedo que esta ilha era frequentada </li></ul><ul><li>pelas caravanas de mercadores, devido à sua </li></ul><ul><li>grande riqueza de sal, a abundância de água </li></ul><ul><li>doce no interior e de peixe nas águas </li></ul><ul><li>circundante, tornando-a assim um ponto </li></ul><ul><li>privilegiado para as expedições esclavagistas </li></ul><ul><li>portuguesas. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Foi durante o período de 1446 a 1460 que se fundou a feitoria de Arguim,  provavelmente o seu construtor foi o alcaide-mor Soeiro Mendes de Évora. </li></ul><ul><li>O objectivo desta feitoria era tentar desviar as rotas do comércio trans-saariano de Uadam . </li></ul>
  4. 4. <ul><li>No ano de 1445 foi criado em Lagos, um posto de abastecimento e controlo para a recolha dos produtos que vinham da feitoria de Arguim. Em 1463 este armazém foi transferido para Lisboa e veio a ser o núcleo da casa do Trato da Guiné . </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Este ouro vinha para Portugal, mas a maioria desse ouro era para pagar impostos ou outros impostos a pagar. Esse ouro também permitia aos portugueses de participar no comércio internacional do oceano Indico, dando-lhes assim vantagens aos mercadores e outros participantes dessa região. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>As principais mercadorias que negociavam eram cavalos que vendiam ao reino de Guiné. Luís de Cadamosto quando a visitou referiu que o principal comercio qe ali se fazia era “(...) panos, e tecidos de linho e pratas, alquicés, tapetes, saiotes e outras coisas e sobretudo trigo (...)&quot;, </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Todos os preços destes produtos aqui comercializados estavam tabelados por ordem régia e o feitor não podia mudá-los. Quase todas as operações comerciais eram do monopólio régio, mas o capitão, o feitor e o escrivão participavam nos lucros. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Essa feitoria assim ganhou em duplo prestigio, em primeiro tornou-se o 1º entreposto comercial permanente na costa ocidental Africana, em segundo tornou-se um ponto forte de tentativa de penetração dos circuitos internos do comércio que se fazia naquela região </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Na costa africana Arguim foi a primeira feitoria modelo de todas as outras, ate 1638 permaneceu na coroa portuguesa na primeira década do século XVI foi criada a feitora de S. Jorge da mina transferindo-lhe todo o prestigio da feitoria de Arguim para esta. </li></ul>

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