Agrupamento Escolas Terras de Larus Escola Básica 2,3 da Cruz de Pau História Roberto Ivens Trabalho realizado por: Ana Ma...
Roberto Ivens <ul><li>Roberto Ivens nasceu no dia 12 de Junho de 1850, na freguesia de São Pedro em Ponta Delgada. </li></...
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Explorações Africanas <ul><li>A grande viagem inicia-se em Porto Pinda, no sul de Angola, em Março de 1884. Após uma incur...
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Webgrafia Neste trabalho foi pesquisar a: Parte de textos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Ivens Imagens: www.google....
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Roberto Ivens

  1. 1. Agrupamento Escolas Terras de Larus Escola Básica 2,3 da Cruz de Pau História Roberto Ivens Trabalho realizado por: Ana Margarida Tavares 9ºA nº 22
  2. 2. Roberto Ivens <ul><li>Roberto Ivens nasceu no dia 12 de Junho de 1850, na freguesia de São Pedro em Ponta Delgada. </li></ul><ul><li>Filho de Margarida Júlia de Medeiros Castelo Branco, que tinha apenas 18 anos, e de Robert Dreakspeare Ivens, de 30 anos. </li></ul><ul><li>Seu pai era filho do abastado comerciante inglês William Ivens, que vivia em Ponta Delgada desde 1800. </li></ul><ul><li>E seu bisavô materno era Thomas Hickling vice-cônsul americano em Ponta Delgada. </li></ul>Bandeira dos Açores Bandeira de Portugal
  3. 3. <ul><li>Seus pais não eram casados, Roberto Ivens era um filho vindo de paixões e relações proibidas, devido as diferenças sociais e convenções da época. </li></ul><ul><li>Roberto Ivens nasceu numa casa alugada onde seu pai tinha instalado a amante (a mãe de Roberto) que entretanto foi amaldiçoada, deserdada e expulsa de casa pelo pai do Roberto. </li></ul><ul><li>O Roberto (recém-nascido ainda) foi baptizado as escondidas como filho de pai incógnito, na igreja da Fajã de Cima. </li></ul><ul><li>Roberto foi criado na companhia da mãe e da tia, Ana Matilde. </li></ul><ul><li>Com o aparecimento de uma nova gravidez, Roberto Breakspeare Ivens providencia uma empregada e uma casa. </li></ul><ul><li>Por influência do Dr. Paulo de Medeiros, reconhece a paternidade sobre Roberto antes do nascimento do segundo filho, Duarte Ivens. </li></ul><ul><li>Roberto Ivens com apenas 3 anos de idade perde a mãe vítima da tuberculose. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Depois da morte da sua mãe permaneceu em Ponta Delgada, beneficiando do estatuto social e reconhecimento por parte da família Ivens lhe conferiu, frequentou a escola primária do Convento da Graça, e foi logo apelidado de “Roberto do Diabo” pelas travessuras em que se envolvia. </li></ul><ul><li>Entretanto seu pai casa-se e fixou-se em Faro, no Algarve para onde leva os filhos em Agosto de 1858. </li></ul><ul><li>Roberto Ivens é inscrito na Escola da Marinha, em Lisboa, ali fazendo os estudos que o conduziram a uma carreira oficial de marinha. </li></ul><ul><li>Foi sempre um estudante inteligente a aplicado mas também brincalhão. </li></ul>
  5. 5. Carreira Naval <ul><li>Concluiu o curso da Marinha em 1870, com apenas 20 anos, com as mais elevadas classificações. </li></ul><ul><li>Cronologia da sua Carreira Naval: </li></ul><ul><li>Em 1871 – Frequentou a Escola Prática de Artilharia Naval, e nesse ano partiu para a Índia onde e feito Guarda - Marinha. </li></ul><ul><li>1872 – Inicia contactos regulares com Angola. </li></ul><ul><li>1874 – Completa três anos de embarque nas colónias e regressa a Portugal. </li></ul><ul><li>1875 – Segue na corveta Duque da Terceira para São Tomé e Príncipe e daqui para os portos da América da Sul. </li></ul><ul><li>1876 – Regressa a Portugal e parte no mesmo mês para Filadélfia, com produtos portugueses para a Exposição Universal daquela cidade. </li></ul><ul><li>“ Após o regresso da grande viagem de exploração, Roberto Ivens, por motivos de saúde, abandona o mar, passando a prestar colaboração cartográfica na Sociedade de Geografia de Lisboa e na execução de trabalhos relacionados com África, sobretudo Angola, no Ministério da Marinha e Ultramar.” </li></ul>
  6. 6. <ul><li>1890 – Foi nomeado oficial às ordens da Casa Militar do rei D. Carlos. </li></ul><ul><li>1891 – Colabora na constituição de um instituto ultramarino do qual </li></ul><ul><li>viria a ser vogal da direcção. </li></ul><ul><li>1892 - Foi colocado no quadro da Comissão de Cartografia, como vogal permanente. </li></ul><ul><li>1893 – Foi transferido para o cargo de ajudante – de – campo do rei. </li></ul><ul><li>1895 - Foi feito oficial da Real Ordem Militar de S. Bento de Avis. </li></ul><ul><li>17 De Outubro de 1895 – Foi nomeado secretário da Comissão de Cartografia. </li></ul><ul><li>O topo da sua carreira na Marinha foi alcançado a 7 de Dezembro de 1895, com a promoção a capitão-de-fragata. </li></ul>Fragata
  7. 7. Antes da Exploração <ul><li>Quando Roberto regressou a Lisboa, soube do plano governamental de exploração científica no interior africano, destinado a explorar os territórios entre as províncias de Angola e Moçambique e, especialmente, a efectuar um reconhecimento geográfico das bacias hidrográficas do Zaire e do Zambeze. </li></ul><ul><li>E foi de imediato oferecer – se para ir explorar o continente africano. Como, porém, a decisão demorasse, pediu para ir servir na estação naval de Angola. Aproveitou esta estadia para fazer vários reconhecimentos, principalmente no rio Zaire, levantando uma planta do rio entre Borud e Nóqui. </li></ul>Vamos a Descoberta Preparados?
  8. 8. <ul><li>1877 – Dia 11 de Maio foi nomeado para dirigir a expedição aos territórios </li></ul><ul><li>compreendidos entre as províncias de Angola e Moçambique e estudar as relações entre as bacias hidrográficas do Zaire e do Zambeze. </li></ul><ul><li>Na mesma data foi promovido a primeiro-tenente. </li></ul><ul><li>Entre 1877 a 1880 ocupou-se com Hermenegildo Capelo e, em parte, com Serpa Pinto, na exploração científica de Benguela às Terras de Iaca. </li></ul><ul><li>1880 – Nomeado em 19 de Agosto vogal da Comissão Central de Geografia. </li></ul><ul><li>1882 – 19 de Janeiro, foram-lhe concedidas honras de oficial às ordens. </li></ul><ul><li>E a 28 de Julho de 1882 foi nomeado para proceder à organização </li></ul><ul><li>da carta geográfica de Angola. </li></ul>Carta Geográfica de Angola
  9. 9. <ul><li>1883 – 19 de Abril, é nomeado vogal da comissão encarregada de elaborar e publicar uma colecção de cartas das possessões ultramarinas portuguesas. </li></ul><ul><li>28 de Novembro do mesmo ano foi encarregado de proceder a reconhecimentos e explorações necessários para se reunirem os elementos e informações indispensáveis para se reconstruir a carta geográfica de Angola. </li></ul><ul><li>Face às mais que previsíveis decisões da Conferência de Berlim era preciso mostrar a presença portuguesa no interior da África austral, para realizar tão grande façanha, são nomeados Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens. </li></ul>Sentado: Hermenegildo Capelo em pé Roberto Ivens
  10. 10. Explorações Africanas <ul><li>A grande viagem inicia-se em Porto Pinda, no sul de Angola, em Março de 1884. Após uma incursão de Roberto Ivens pelo rio Curoca, a comitiva reúne-se, de novo, desta vez em Moçamedes para a partida definitiva a 29 de Abril daquele ano. </li></ul><ul><li>Foram 14 meses de inferno no interior africano, durante os quais, a fome, o frio, a natureza agreste, os animais selvagens, a mosca tsé-tsé, puseram em permanente risco a vida dos exploradores e comitiva. </li></ul><ul><li>Só de uma vez, andaram perdidos 42 dias, por terrenos pantanosos, sob condições meteorológicas difíceis, sem caminhos e sem gente por perto. Foram dados como mortos ou perdidos, pois durante quase um ano não houve notícias deles. </li></ul>Mosca tsé-tsé
  11. 11. <ul><li>Ao longo de toda a viagem, Roberto Ivens escreve, desenha, faz croquis, levanta cartas; Hermenegildo Capelo recolhe espécimes de plantas, rochas e animais. </li></ul><ul><li>A 21 de Junho 1885, chega a finalmente expedição a Quelimane, em Moçambique, cumpridos todos os objectivos definidos pelo governo. </li></ul><ul><li>Na viagem foram percorridas 4500 milhas geográficas (mais de 8300 km), 1.500 das quais por regiões ignotas, tendo-se feito, numerosas determinações geográficas e observações magnéticas e meteorológicas. </li></ul><ul><li>Estas expedições, para além de terem permitido fazer várias determinações geográficas, colheitas de fósseis, minerais e de várias colecções de história natural, tinham como objectivo essencial afirmar a presença portuguesa nos territórios explorados e reivindicar os respectivos direitos de soberania, já que os mesmos se incluíam no famoso mapa cor-de-rosa que delimitava as pretensões portuguesas na África meridional </li></ul>
  12. 12. Webgrafia Neste trabalho foi pesquisar a: Parte de textos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Ivens Imagens: www.google.pt Espero que tenha gostado! Vemo-nos no próximo trabalho! Ana Margarida Tavares 9ºA nº 22

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