RestauraçãO Da IndependêNcia De Portugal

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RestauraçãO Da IndependêNcia De Portugal

  1. 1. Da União Ibérica a Restauração da Independência de Portugal Realizado por: Maria de Fátima 8ºA Nº8
  2. 2. Índice <ul><li>A união Ibérica </li></ul><ul><li>A Restauração da Independência de Portugal </li></ul><ul><li>Morte de Miguel Vasconcelos </li></ul><ul><li>Monumento dos Restauradores </li></ul><ul><li>Palácio da Independência </li></ul>
  3. 3. A Restauração da independência de Portugal <ul><li> A insatisfação dos portugueses começou a crescer, pois Filipe II de Portugal nomeou castelhanos para órgãos do governo de Portugal. </li></ul><ul><li> E, com Filipe III de Portugal, o domínio espanhol revelou-se mais prejudicial aos interesses económicos e políticos portugueses. </li></ul><ul><li> Houve perdas territoriais devidas a ataques holandeses e ingleses, aumento de impostos para suportar as despesas militares espanholas. </li></ul>
  4. 4. A União Ibérica <ul><li> A Espanha, desenvolvendo simultaneamente o comércio dos produtos americanos e o das riquezas do oriente, tornava-se a maior potência colonial marítima da segunda metade do século XVI. </li></ul><ul><li> A crise de sucessão ao trono, provocada pelo desaparecimento de D. Sebastião em Alcácer Quibir, permitiu a Filipe II, rei de Espanha, apresentar-se como candidato natural ao trono português, apesar da existência de outros candidatos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li> A 1 de Dezembro de1640, uma conspiração dos nobres depôs os representantes espanhóis e aclamou como rei de Portugal o duque de Bragança . </li></ul><ul><li> Só em1668 foi reconhecida a Independência de Portugal . </li></ul>
  6. 6. <ul><li> Face a indecisão das cortes portuguesas que decidiam sobre os destinos das coroa, invadiu o território português, submeteu os outros candidatos e obteve das cortes de tomar a sua aclamação como rei de Portugal – Filipe I de Portugal. </li></ul><ul><li> Consumou-se, assim, a união das duas coroas ibéricas em 1580. </li></ul><ul><li> No entanto o rei prometeu que Portugal mantinha os seus poros, liberdades, usos e costumes. </li></ul>
  7. 7. <ul><li> A 12 de Outubro começa a juntar-se na casa de D. Antão de Almada, junto ao convento de são Domingos, um grupo de conjurados de que ao inicio faziam parte D. Miguel de Almeida, D. Francisco e de D. Jorge de Melo, Pedro de Mendonça e António Saldanha, e a que se junta João Pinto Ribeiro, pessoa de confiança do duque D.João, e mais tarde muitos outros. </li></ul><ul><li> Na noite de 29 de Novembro juntam-se pela última vez num pavilhão do jardim do palácio – hoje palácio da independência e sede da Sociedade Histórica da Independência de Portugal - os fidalgos fieis a Portugal . </li></ul>
  8. 8. Palácio da Independência
  9. 9. <ul><li> Entraram, embuçados e a furto, por uma porta secreta para que o segredo se mantivesse até ao fim do seu projecto. Decidiu-se que no sábado seguinte, dia 1 de Dezembro, quando soassem as nove badaladas, se dirigiriam todos ao Palácio da Ribeira para matar o traidor Miguel de Vasconcelos e tomar o poder em nome de el-rei D.João IV. </li></ul><ul><li> Os mais jovens mal podiam esperar. Muitos pediram a religiosos, familiares ou amigos, que rezassem pelo êxito da maravilhosa jornada que se avizinhava. </li></ul><ul><li> Levantaram-se cedo, prepararam-se e partiram , conforme o combinado para o Terreiro do Paço. Eram nove horas mal soou a primeira badalada, saltaram todos das respectivas carruagens e seguiram para o Paço. </li></ul>
  10. 10. Morte de Miguel Vasconcelos
  11. 11. <ul><li> Mas enquanto se aguarda a chegada de D.João IV, que só entra na cidade na noite do dia 6, forma-se uma junta de governadores que toma as primeiras medidas que a situação impunha, de modo que se mantivesse a ordem pública e a vida corrente, ao mesmo tempo que se obtêm dinheiros e armas para defesa, e nomeia fronteiros, mais tarde confirmados pelo novo monarca, para o Minho, as Beiras e o Alentejo. Correra entretanto pelo país fora notícia da Restauração vitoriosa, sucedendo-se manifestações de júbilo e incondicional adesão à dinastia nova. </li></ul>
  12. 12. Monumento dos restauradores em Lisboa  Monumento dos Restauradores de Portugal – Ficou conhecida na História do país como Guerra da Restauração, a luta que durante 28 anos se sustentou contra a Espanha, para resgatar e assegurar a Independência de Portugal, libertando o nosso país do jugo de 60 anos que sofreu sob o domínio espanhol. Em comemoração desta guerra, inaugurou-se a 28 de Abril de 1886, um monumento dedicado aos heróicos restauradores, na Avenida da Liberdade em Lisboa, no local a que se deu o nome de Praça dos Restauradores
  13. 13. Biografia <ul><li> História Cronos 8.º Ano </li></ul>
  14. 14. Conclusão <ul><li> Escolhi este tema porque queria saber mais sobre a Independência de Portugal. </li></ul><ul><li> Fiquei a saber que Portugal foi governado pelos os Espanhóis. </li></ul>

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