Workshop EE 2014 - 04. Marcelo Sigoli - A Visão da Abesco Sobre Eficiência Energética

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Apresentação do Workshop Cenário de Eficiência Energética no Brasil realizado na CPFL Energia em 16/07/2014.

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Workshop EE 2014 - 04. Marcelo Sigoli - A Visão da Abesco Sobre Eficiência Energética

  1. 1. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. O mercado de eficiência energética Sob a ótica da ABESCO Marcelo Sigoli Diretor Financeiro – ABESCO
  2. 2. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. É uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1997 e que representa oficialmente o segmento de eficiência energética brasileiro. Hoje congrega mais de 80 (oitenta) associados, entre prestadores de serviços, fabricantes e consultores. NOSSA MISSÃO: Fomentar e promover ações e projetos com o objetivo de desenvolver o crescimento do mercado energético. Quem somos
  3. 3. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Como vai o mercado de eficiência energética brasileiro? Muito bem. Obrigado! Será...
  4. 4. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. GOVERNO CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA FABRICANTES ESCOS CLIENTES INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS AGENTES DE FOMENTO AGÊNCIAS REGULADORAS Partes interessadas
  5. 5. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Oferta interna de energia elétrica
  6. 6. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Fonte: MME – PNE 2030 Estrutura de consumo de eletricidade
  7. 7. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Em 2030, estima-se a oferta de um montante de 53 TWh (5%), a partir da adoção de medidas indutoras de Eficiência Energética. Além das iniciativas de incremento da eficiência energética, observa-se ainda que: • Setor industrial terá uma participação 37%. • Setor terciário com 21% do consumo. • Setor residencial em torno de 23%. Estima-se que cerca de 13% de toda a eletricidade gerada será perdida no seu transporte. Considerações gerais
  8. 8. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. O Brasil é o quinto maior emissor mundial de gases de efeito estufa, mas é o terceiro com mais capacidade para reduzir as emissões em até 30% até 2020. Tecnologias que podem ajudar a diminuir a emissão dos gases de efeito estufa: • Videoconferência e teleconferências • Trabalho remoto • Sistemas de gerenciamento de energia em edifícios • Medidores de energia para monitoramento à distancia • Impressão digital • Automação de processos industriais Qual é o cenário
  9. 9. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Potencial de Mercado: compreende o resultado de medidas que podem ser introduzidas “por si mesmas”, ou seja, aquelas cuja adoção traria redução de custos ao usuário. Potencial Econômico: compreende o conjunto de medidas que têm viabilidade econômica, porém exigem condições de contorno que induzam à sua efetiva implantação. Potencial Técnico: é aquele que estabelece um limite teórico para penetração das medidas de eficiência energética, dado pela substituição de todos os usos da energia considerados por equivalentes com a tecnologia mais eficiente disponível. Potencial de eficiência energética
  10. 10. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. 10,6% = 6 TWh 44% 20% 17% 19% Iluminação Refrigeração Ar Condicionado Outros Consumo Anual 56 TWh 10,6% Segmento Comercial Segmento Industrial Consumo Anual 164 TWh 6,2% 6,2% = 10 TWh 51% 21% 20% 6% Motores Processo Eletroquímico Processo Eletrotérmico Refrigeração Outros2% POTENCIAL DE ECONOMIA Potencial de eficiência energética
  11. 11. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. • 25% da iluminação comercial está baseada em sistemas de iluminação obsoletos e ineficientes (Fluorescentes de 20W e 40W) e apenas 1% dos escritórios utilizam controles inteligentes (detector de presença e aproveitamento da luz natural). • Existe um enorme potencial de economia de energia elétrica e de dinheiro se forem utilizadas tecnologias mais eficientes. Segmento comercial O que isso pode significar: • Redução anual da emissão de CO2 = 864 mil toneladas. • Economia anual de energia elétrica = 363 GWh. • Os novos equipamentos são 40% menores e mais leves.
  12. 12. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  Os sistemas industriais são responsáveis por 26% da energia total consumida no país e apresentam grande potencial de redução de perdas.  32% e 27% dos sistemas de ar comprimido e de refrigeração, respectivamente, possuem perdas estimadas entre 5 a 10%. Segmento industrial Distribuição do consumo de energia elétrica por uso final 68,0%10,5% 16,0% 3,0% 2,0% 0,5% Força Motriz Eletroquímica Aquecimento Direto Iluminação Processo de Calor Outros  68% do consumo de energia na indústria é força motriz.  76% dos sistemas de bombeamento acionam o controle no botão liga e desliga.
  13. 13. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  Progresso Autônomo Aquele que se refere a dinâmica natural de aumento da eficiência, por meio da reposição espontânea do parque de equipamentos por similares novos e mais eficientes.  Progresso Induzido Aquele que requer estímulos e implementação de programas, por meio da adoção de políticas públicas. Para isso, deve-se identificar e/ou desenvolver:  Instrumentos de ação e de captação dos recursos;  Mecanismos de aperfeiçoamento do marco legal e regulatório;  Iniciativas para mobilizar a sociedade e preservar os recursos. Ganhos provenientes da eficiência energética
  14. 14. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. o Investimento Ganhos de Eficiência – Energia Economizada Medidas Administrativas “Retrofit” Edificações Existentes Melhoria de Processos Inovação Tecnológica Representação gráfica
  15. 15. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Com o Contrato de Desempenho, o investimento aportado retorna mediante a própria economia apurada no projeto. Novo Custo dos Insumos Custo dos Insumos Período do Contrato Economia Compartilhada Economia Total Implementação Agentes (Investidor / ESCO) Cliente Cliente Modelo de negócio
  16. 16. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. Levantamento de dados e compreensão das necessidades do Cliente Pré- proposta Definição do modelo de negócio e base ideal de financiamento Negociações e Financiamento Proposta Comercial Implantação do Projeto (Obras) Remuneração dos Agentes Contrato entre as partes Principais etapas do projeto
  17. 17. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  O custo mais elevado de novas tecnologias, conjuntamente com as indeterminações que estas tecnologias acarretam.  Desconhecimento das vantagens econômicas e ambientais da adoção de medias de conservação e uso racional da energia.  Elevados custos iniciais de implantação das ações de eficiência energética, com possíveis mudanças tecnológicas.  Carência de informações sobre as melhores tecnologias e os custos-benefícios a elas associados para os consumidores finais. Barreiras e entraves
  18. 18. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  Difícil avaliação dos resultados econômicos alcançados pelos consumidores finais (ganhos ou falta de percepção dos reais benefícios previstos nos projetos).  Divergência de objetivos, onde quem decide sobre a utilização de tecnologia eficiente não é o usuário final da energia.  Dificuldade de obtenção de recursos financeiros em condições atrativas. Os agentes financeiros não estão acostumados com a avaliação deste tipo de projeto. Barreiras e entraves
  19. 19. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  Cobertura máxima de até 80% do valor do contrato de eficiência energética;  Limite máximo de R$ 1,8 Milhão (equivalente a US$ 800 mil) para cada projeto;  Limite mínimo de R$ 335 mil (equivalente a US$ 150 mil) para cada projeto;  Prazo máximo para cada garantia de até 07 (sete) anos. Risco de Crédito: Cobertura para inadimplências por motivos técnicos e/ou financeiros. Risco de Desempenho: Cobertura para inadimplências causadas por razões técnicas do projeto. EEGM – Mecanismo Garantidor de EE
  20. 20. © CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados.  O principal objetivo do QualiESCO é ser um componente facilitador para a tomada de decisão do Contratante para os serviços especializados de eficiência energética.  Em nenhum momento pretende-se classificar as ESCOs, para tanto, apresenta de maneira criteriosa somente as qualidades técnicas das ESCOs.  Não é um fator determinante para a escolha e/ou para contratação de uma determinada ESCO.  O QualiESCO tem como objetivo especifico analisar a capacidade técnica das ESCOs em suas diferentes especialidades. Programa de Qualificação - QualiESCO
  21. 21. © CPFL Energia 2014. Todos os direitos reservados. Obrigado! Marcelo Sigoli Diretor Financeiro – ABESCO 11 3171-3088 abesco@abesco.com.br

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