1 ,  ”- a? ” : w

7._ _ ~ 7 a ~ 2 r .  _›_
=  JT” svmñAx a»

Ediçao especial 2015 I Portugal E 3.50 (Continente)

   

à#
...
l'

” . e

a* A_
r

n l

l l

__ 

l

~. 

Xx

jT-x
xi

Iaredoutept

'tr _ ¡-
: ^' 45'" "
v.  tv' 
l Y 25.- ¡  › í
,  1_ *...
-T_ Edições,  Publicidade
: i2 Dlstribuiçào,  Lda. 

Conselho de Gerência
Alerta Arlño,  Rolf Heinz, 
Carlos Franco Lopez,...
Anima is

Há c ínlcas
para
peixes? 

á,  embora sejam,  em geral,  pouco conhecidos. 

Em janeiro de 2014, o ministro das ...
Esqípecial P&R

. r

   

f,  |
/  IA t'

_ l

'à

g í

_e

 i.  (

'. -. f. 

'Ls . i3

n °› ' -íç

z _ '
É

,  .- u . -5...
Animais

Há comidas de pombos? 
0 s pombos-correio,  Litilizados até ha poucos

anos como sistema de comunicação nas ope«
...
- use

_s

Como comunicam
as híenas? 

lem de utilizarem um sons peculiares e diversos

sinais visuais,  estes mamíferos t...
Anima is

O veneno do escorpião
pode matar uma pessoa? 

A estratégia de defesa desenvolvida pelos escor-
pióes há milhões...
Especial esta

 

'x
.  __ _ / 
r É

. 
,à
l, 
f l
Como e que as serpentes melhoram a vista? 
A.  visão limitada deste rép...
Como falam os papagaios? 

D as cerca de tres centenas de papagaios que

k
toiilieiçeiiitis.  a maioria pode imitar airios...
AGORA MAIS FÁCIL

www. assinerevistas. com
*Sir-nal

SUPER X â"i'^Êi"i°É'°Í§^ÉÊ

INTERESSANTE

'E' 2- A s* FElRA.9il30-13H...
REIÍTEÊÉ

Dnraamncait

O que é a ciberguerra? 

guerra evolui.  Serão os conflitos do futuro

semelhantes a cruéis partida...
.l', ¡4.' . O.

 

 

@ptaeüalil IP

Um membro

do Exército Livre
da Sírio socorro-se
de um ! Pad nos
PTGDBIBIIVOS de um
a...
internet ~ ' .  .,  ~ r

Qual foi aprimeira foto D r ' "
colocada online?  O_ j!  U  "

deias associadas ao Conselho Europ...
na. 

*z
1
í

O que é um heavy user? 

A s pecsoas que recorrem constantemente à intemet para usar os
seus serviços c apli...
5 ,  , ,  &à; 
ÉâyÉ-vxâ-? QL
f' 'P4

 
   

iiatsernet

   

á'.  .. y
r

JJ¡

l-'mm i
,  .e-
›' JV* “iÍV” 'v' 7:'
~ ' Êfâ...
Especial P&R

, .
9x": 
t.  _, 
"FIZ-w. 
gn . s



/   "* l / 
/',  _'

 / /. f ' L*

Quanto espaço ocupa a pomograña na r...
que é a go? 

. iit-wungiáihratulhiv 'LV-. Julnsmctr
' imita» : :icilv/ r-rat:  "ug, 
- "nl-i.  ar. ; *RON-lã
- ? ir-dllt-...
4-

Onde é que se bebe mais vinho por habitante? 

 

record cabe . io i'. iticano,  segundo um estudo
do Instituto (Éalif...
Murad o

Porque se usam abóboras
no Halloween? 

A origem desta tradição é incerta,  mas poderá estar
relacionada com um c...
O que é a Color Run? 

T rala-se de uma corrida,  também conhecida por
"os cinco quilómetros mais felizes do planeta", 
qu...
A. 
K
_ 1:1_
o  W
dl-. h _ v. ..
' É -

 - -. ; r n'
v' ' 'f tsln'.  í. .

'5~. : .  ' . 
vC? §a'* ln' x7;

'NNÇ' i

_~  ....
Qual é a maior
roda gigante sem raios? 

rata-se da roda-gigante do parque de

diversões Bauhinia.  em Changzhou, 
na prov...
[FU

  
   
 
 
 
  
  
  
  
  
 
 
  
  

De nome Tomás,  nasceu ami-ted*
provavelmente na aldeia dejl'  A. 
a meio cami...
@Em Espanha.  ia' tinha havido organismos inquisítonais
durante a idade . Vledia,  mas nunca tão duros 
r . 

   

como em...
à'

Qual foi a maior
migração em massa? 

C) subcontinente indiano ficou dividido
em dois países,  a Índia e o Paquistão, ...
Especial P&R

Júlio César tinha um piercing? 

S im,  o grande lider militar e politico de Roma usava
um PUQUCIKP . im ¡ie...
IJ
u
i: 
o
u

O que foi a Guerra
da Melancia? 

correu no século XlX e opôs os Estados Unidos a

Nova Granada,  pais então...
l Ê. ll'*w Ç ll. .

O que foi
a Belle Epoque? 

E nquanto a Europa entrava nas agruras
e nos horrores da Primeira Guerra
l...
Sexo

Porque é
que o sexo

ç. 
I

nao enoa?  

nossa vida sexual e' paradoxal.  Para conse«

guir sexo,  assumimos riscos ...
s

N

l

 

g
x1
, a
.  n.  .
. n 1
1
A. .
.  .. .
. _
: 
.. 
E
, AM
J . v.

› . .,

 

Interessante 31
O que é um
substituto sexual? 

D esigna-se assim o parceiro (ou parceira) pago das
pessoas que,  por diferentes razões -d...
n
z
H
a
z
E
n
2
9
: -
4
a

As Vozes graves
são mais sensuais? 

fascínio pelas vozes graves mas-

culinas e evolutivo.  Es...
iacunmu uniu i' GKYTV

 

4 “': .

Eles conquistam-se
pelo estômago? 

pesar do lugar-comum,  parece que ja n. 'io

é assi...
t. .

_l

Especial P&R

Somos naturalmente monógamos? 

m The ! Myth qflifonogamív,  a psiquiatra Judith

Lipton e o psicó...
Mistérios

Podeuhaver
uma lnvasao
zombie? 

um documentário do canal National Geographic
intitulado A Verdade por Detrás d...
.| l| v

, . b.  i
n,  .. .
_
lar. - Jin. .
; 
I l

interessante 37
.A ? Win . LÀÍ“'NL§. .

na? ?

 
 

   lll¡'. :'í os. 

É verdade que o regimento Norfolk desapareceu? 

m agosto de 1915,...
O ue foram
os oo _ñghterâ

oucos meses . intes de tcmiinar . i Segunda

Guerra Mundial,  dezenas de pilotos alia-
dos que ...
Mistérios


. d

l

*l

_ ! l
. l
/ 
Ç. 

Porque são tão temidos
os quadros dos
"meninos chorões"? 

D urante a década de ...
(iJâ

    
   
 

    

 

_ =  l . 
-r-«Lumawwa wJ-r/ s»

li

,  .

IE HI , 

Y
? uo-

  

Suuuxhdadoa
nmscuhna

- Quando...
É verdade que
a agua nao tem sabor? 

ão.  De facto,  Peter Cameron,  biólogo da Univ

versidade da Califórnia,  demonstro...
._ z
K
. 
-ê-Ç uniu-al'
. ... ... ,_. ______ x_

[ãgü @Em

Interessante 43
Eiêimcia

Os ciclistas mais pesados têm vantagem nas descidas? 

Train-sc de um debate ctcmo entre os ciclistas:  os magra...
"lt
l
_ l
› t
K
9.a' '
5 . ___
«'/  __
› cg_ A' 1
z  i¡
, Pi
¡S! 
il'
_J

ÚEITY

Especial P&R

Existe algum
método cientíñ...
Tecnologia

Hárobôs
artistas? 

odos os agentes sonham com eles:  chegam

pontualmente aos concertos e às gravações, 

não...
_r/ 
4.1
Q
o¡
n
C
S
S
0.
r
Q
t
n
Í
no
w
ê
Í
-t
9
G
n
›
x

Tecra ologia

 

A/ RIAA/ Dq

__-"'  7- '- í' / 

Os diiigíveis têm futuro? 

. i 77 anos que os di...
ii' f' 1” : irá: 

_auuznur-«qoliicaiq um_ ~. ›a¡u¡-¡Í.1I| Ir-àI; l[. 

a¡- " . ur,  1qI4llkIII-sl~IMlIIP1-'-v(IIHJÀÍÇIHHI...
Tecnologia

O que sao os datastzcks? 
N a corrida para emagrecer os dispositivos desti~
nados a -ammzenar dados,  o próxim...
«tm -r , 
_f

As revistas do grupo ívíotorpress Í 
pela escolha do consumidor

. . 1 Até

,  PREPARÍ SIPARAUHI ' LHAPMSISI...
¡naum!  !(00111

52 : um: 

 
 

/1 ¡ ko! 
f¡ Vu
I . 
W lí(
w
u*
Especial P&R

›_-«-. ~C' . .j

 nde se fabricam

  

os_ manequins a
mcarsastenrsuars? 

a * satfabrlca de tudo o que é po...
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Super interessante  8
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Super interessante 8

1.074 visualizações

Publicada em

SUPER INTERESSANTE

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.074
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
14
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
17
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Super interessante 8

  1. 1. 1 , ”- a? ” : w 7._ _ ~ 7 a ~ 2 r . _›_ = JT” svmñAx a» Ediçao especial 2015 I Portugal E 3.50 (Continente) à# / I Pr. ;r . atrcy ; QM *ar . qm mr Q r Iowa t* a "j , .›. . 1 í _c I 1 1 , . I . V. › u [ . g 'a' u# . a na a V ñ at, . s . cf . 'F › à” rra às . a : :Êgar _AI p! ? _sm a 7-; -a- « : n rua , s' u. a 1 . . . l . .já y m_ l . _ _x _ ¡ 4_ d» um_ * , '__ n 33v u¡ , fr _w_ 1 -ut W_ _ _w mc. , . . ar. u, u? . 4.08,» nas¡ . -4.p ur. u. *ea t . L. . z›. y e "i, .e= v4. Alimentos, Animais, Ciênciaucorpo, Desporto, Éêõñomia, História, Psicologia, Sexm-Techologia, Terra e muito mais K ' v.
  2. 2. l' ” . e a* A_ r n l l l __ l ~. Xx jT-x xi Iaredoutept 'tr _ ¡- : ^' 45'" " v. tv' l Y 25.- ¡ › í , 1_ *a* l ' 1 v; 3 / C5 à 'w '-2 “a Ideias Presenle porque o Nolol esló o chegar! í '“*Í$ÓL*1KÊTrFÍlFbH§í_ amuari"¡ _, . › . . _sua_ Envio GTÕ-'ÍÍS com o código promocional 8085 Saírwçn df' Apolo ao C¡ raul: : l n Hüdnutrz' JU¡ ? Il 'J ; ll (IF ' n. B' nas 9h nn 19h53m
  3. 3. -T_ Edições, Publicidade : i2 Dlstribuiçào, Lda. Conselho de Gerência Alerta Arlño, Rolf Heinz, Carlos Franco Lopez, João Ferreira Editor Executivo Joao Ferreira u : t: llllurb-ÇWÂTEYIIIL www. superintcressantept Diretor Carlos Madeira cmadeira@motorpress. pt Coordenador Filipe Moreira fmoreira@motorpress. pt Diretora de Publicidade Joana Pimenta Araújo iaraui0@gjportugai. pt Gestora: de contas Paula Duarte aduartc@g, iportugal. pt Susana Mariano smarianoQ-zigiportugaipt Assistente Comercial Elisabete Anacleto catmclcto@gjportugal. pt Rua Policarpo Anjos, 4 1495-742 Cruz Quebrada-Daiundo Tel. : 211 309 ou; - Fax: 21 415 45 01 Assinaturas e edições atrasadas httpgijlwviivizassinerevistas. com Sara Tomás assrnattiras@motorprcss. pt Tel. : 21 415 45 5o - Fax: 21415 45 oi Edição, Redação e Administração G4) Portugal - Edições, PubliCidddl: e Distribuição, Lda, - Rua Policarpo Anios, 4 1495-74: Cruz Quebrada-Dafundo Capital social: 133.318,02 euros Rugistada no Registo COlnCiClãl di. - Lisboa com o n. “11.754, contribuinte n. " 506.480.909 Pubiscação registada na Entidade Reguladora para a Comunicação com o n. ° 118.348 Propriedade do título u licença du publicação Grunerdahr Ag a. CoJGyJ España Ediciones, S. LS en C. Calle Albasanz, 15 - 28037 Madrid - NlPC 0-28481877 O vctiuhutil- iu-niuu Impressão L1sgràñca, S.A, - Queluz de Baixo Deposito legal nf 122452198 Distribuição Urbanos Press - Rua i. ” de . li/ laio Centro Empresarial da Granja - 2525-572 Vialonga Todos os direitos reservados Em virtude do disposto no artigo 68° n. " 2, i] e i). artigo 75." 11.* 2. m) do Codigo do Direito de Autor e dos Direãtos (anexos artigos 10." e 1o. " Bis da Convenção de Berna, são expressamente proibidas a reprodução, a distribuiçao, a comunicação pública ou colocação à disposição, da totali- dade ou de parte dos conteudos desta publicação, com fins comerciais diretos ou ind-retos, em qualquer suporte e por quaisquer meios técnicos, suma autorização da cu Portugal -Ediçóeg PublicidadeeDistribuição, LdaqdaGrLiner»JahrAg 81 Co. . da GyJ España Edicones. S. LS en C. ou da VISAPRESS, Gestão de Conteúdos dos Médaa, (RL Edição escrita ao abrigo do novo acordo ortográfico 12 'i8 24 36 42 Porque nos agrada imitar os outros? 46 56 60 64 68 72 76 88 94 cv-
  4. 4. Anima is Há c ínlcas para peixes? á, embora sejam, em geral, pouco conhecidos. Em janeiro de 2014, o ministro das Pescas de Kerala, um estado do sudoeste da Índia, anun ciou a construção de um destes hospitais na Universidade de Estudos Oceanográficos, que se chamará Laboratório de Saúde de Animais Aquáticos. No entanto, não é o primeiro centro deste tipo fundado naquele pais. Patit Paban Halder(na foto), um aficionado da criação de peixes omamentais, instalou um na sua casa, em Chandernagor, em 1996. A sua mulher e os seus filhos ajudavam-no a cuidar dos animais, em dezenas de aquários. Com o passar dos anos, Haider conseguiu que o seu projeto se tomasse uma instituição e, em 2008, inaugurou o Instituto para a Investigação dos Pei xes de Aquário, que, entre outras coisas, oferece a pos- sibilidade de assistir a aulas de criação e manutenção dos animais. As condições dos aquários-hospitais têm de se adaptar 'as necessidades destes doentes peculiares, mantendo a temperatura, o grau de acidez (pH) e a sali- nidade da água de acordo com as suas preferências. Os animais são isolados, tiram-seihes amostras de sangue, controla-se a evolução de possíveis infeções por fungos ou bactérias e dãose-Ihes injeções para evitar que con- traiam novas doenças. Tal como os humanos, os peixes podem sofrer queimaduras, lesões ou eletrocussões em algumas partes dos aquários. Podem viver só com um olho, se a água for tratada para a ferida não infetar, e ate' em cegueira total, se se tomarem as medidas ne- cessárias. Os parasitas e os tumores são as doenças mais frequentes. Há alguns sinais para identificar as diferem tes doenças que podem afetar os peixes: a posição da barbatana dorsal, a presença de manchas ou outras alterações nas escamas, brãnquias e barbatanas co- bertas de películas de outros organismos e falta de equilíbrio. (ostuma ser aconselhável aumentar a sali- nidade, e há um grande número de medicamentos que se acrescentam à água, como o azul de metileno, e até antibióticos, para os casos mais graves. Para manter os peixes fortes e sãos, também se lhes pode dar vitami nas. Muitos destes produtos podem ser obtidos em Io jas de animais e aplicados em casa, sem necessidade de recorrer a um hospital. 4 SUPER IXQCAKQLYM( CHUnIN-UIW r All' . * : :gnv 34
  5. 5. Esqípecial P&R . r f, | / IA t' _ l 'à g í _e i. ( '. -. f. 'Ls . i3 n °› ' -íç z _ ' É , .- u . -5- ~ v- *_ ; i . _ . ' i- g Q 4 . l , .. .. r _a › . ,. l * _ _ l '“ _ . - t-_L_ : um q¡ r l . , ¡ . .~-- “ ' - : :f- fã) v . x . s "'52 . s. . .4 . - _-. ,s 'r- ' ' ' "- . . . Í " a f? ” _ . z u? , ~ . v. Interessante 5
  6. 6. Animais Há comidas de pombos? 0 s pombos-correio, Litilizados até ha poucos anos como sistema de comunicação nas ope« raçoes militares, também competem em campeona- tos de velocidade. Há varias provas internacionais que se realnam ; inu-. ilmentc, e até existe uma olim- piada columbótila. Ainda que, atualmente, .i criaçao e o treino de pombosworreio tenha, em geral, fins desportivos, eles também podem . ser usados em caso de catástrofe e em operações de salvamento. Para participarem nas corridas, os coluiiibóñlos inscrevem os seus animais num registo, o que lhes da um número de matricula que as aves tem de usar num anel com um chip eletronico, preso numa das patas. Durante o ano, treinam as aves e cuidam de ; issegurar que elas estejam de boa saúde. Quando chega o momento da prova, os pombos são levados para o local da competição, onde . são largados para regressarem ao seu pomba] de origem. Quando che› gain a casa, o chip permito calcular o tempo de voo e fixar . i posição da ave na classificação geral. Curiosa- mente, também existe fraude neste "desporto": em 2013, um controlo undicioping numa corrida realiza- da na Belgica detetou analgésicos e cocaína em seis aves. Ainda não se sabe muito bem que mecanismo utilizam estas aves para se oiientareni tão bem, em- bora se creia que utilizem uma combinação entre a posição do Sol e o campo magnético terrestre. Por outro lado, um estudo do Instituto Max Planck de Ornitologia (Alemanha) demonstrou que usam o sentido do olfato para encontrar o seu pombal. Os animais também têm dores de cabeça? mbora . se tenha conseguido, no laboratório, induzir em algumas espécies muitos dos sinais da enxaqueca, não se sabe se eles padecem de forma natural. Se não existe qualquer teste para detetar a doença nas pessoas, determinar se um animal tem dor de cabeça é . iiiida mais dificil. Num estudo recente do zlnimciin Colicgc ofVetcriiiiuji' Internal ÀlCclICÍIIt', cientistas ; analisaram o caso de uma cocker . ipi-mid de cinco anos que desde os seis meses ladrava durante dias seguidos sem motivo aparente e evitava 6 SUPER os donos em episódios que . se repetiam a cada duas semanas'. Os' especialistas deduziram que o compor- tamento descrito, juntamente com a sensibilidade que o animal mostrava à lu7 e aos sons, podia indicar que sofria di: enxaqueca. e decidiram administrar-Ilu- uni medicamento destinado a combater a doença nos humanos'. Embora : :frequência e a intensidade dos episodios tenham diminuído, os ; autores do estudo nào ficaram com a certeza absoluta de que o problema da cadela fossem as' dores de cabeça.
  7. 7. - use _s Como comunicam as híenas? lem de utilizarem um sons peculiares e diversos sinais visuais, estes mamíferos trocam informação através das pistas olñitivas segregadas por umas glându- las situadas por baixo da cauda. No entanto, nao sao os órgãos que soltam os odores da sua linguagem particu- lar, mas as bactérias que neles se alojam. Vivem em sim- biose, e o seu metabolismo, baseado na fermentação, produz os ácidos gordos voláteis que as hienas usam para comunicar entre si. Um grupo de cientistas da Uni- versidade do ! Michigan demonstrou. ;ilém disso, que as populações de bactérias variam de hiena para hiena. Os investigadores observaram que os micro-organismos mais ; ibuiidantes eram distintos entre grupos liierairqiii~ cos e entre sexos. O que os especialistas ainda não con- seguiram determinará o grau de controlo que as hienas exercem sobre os seus parasitas bacterianos, embora se creia que certas enzimas e outras proteinas que o seu corpo envia às glândulas poderiam influenciar a respeti- va abundância. Também não se sabe se os micro-orga- nismos afetam o comportamento dos seus hospedeiros, embora, noutros . inimais, se saiba que o microbioma (o conjunto dos micróbios que existem num organismo) é crucial para a sua ecologia. Por exemplo, um fungo que parasita as formigas é Capaz de as controlar para atua- rem de forma a favorecer a sua própria sobrevivência. Nos seres humanos, o microbioina contem cem vezes mais genes do que todo o nosso genoma, e sabe-se que manter em bom estado as populações microbianas e- fundaniental para a nossa saúde. Especial P&R As abelhas têm parasitas? H . i efetivamente pequenos seres que vivem a expensas dos himenópteros. Concretamente, ;ilgumas especies dc ; iCa- ros, uns . iracnideos muito parecidos com uma versão em miniatura das carraças, alimentam-se do sangue e de outros fluidos corporais das abelhas adultas e das larvas, chegando . i mata-las. As especies Vamu¡ dcstructore Vurrmi ¡acolisoiii foram recente- mente relacionadas com a transmissão do virus da . isa defomiada, um dos principais responsáveis pelo colapso de milhares de colônias em todo o mundo. . Outra especie, a Aranzpis icioodi. instala-se nas vias respi- ratónas dos insetos, onde as fêmeas póem os seus ovos. Por seu lado, o fungo Nosrma : :pis irive nos intestinos das abelhas e causa ao seu hospedeiro nosemose, uma doença que se pode prevenir mantendo a Colmeia limpa e que se combate com fungicida. Há ainda um pequeno escamvelho, o Actliimi tuniidu, que . se instala nos cortiços, e uni. i traça, a Galleria mellanclliz, que se alimenta da cera das colmeias. Ambos sobreviveu¡ graças a serviços que as abelhas lhes propor- cionam involuntariamente. Interessante w Vu
  8. 8. Anima is O veneno do escorpião pode matar uma pessoa? A estratégia de defesa desenvolvida pelos escor- pióes há milhões de anos pode resultar mortal para os humanos, nos casos mais graves. Embora todas as 1700 espécies de escorpióes que conhe- cemos sejam venenosas, apenas 25 são capazes de causar a morte de uma pessoa. Uma das mais letais é o Androctomts australis, que vive nas zonas áridas do norte de África e do sudoeste da Ásia. A picada do Lciurus quinquestriutus (norte de África ate' ao Médio Oriente), também muito perigosa, e' doloro~ sa. As neurotoxinas que injeta nas suas vitimas atra~ ves do seu potente espigão produzem paralisia dos músculos e podem provocar um choque anafilatico e até a morte a crianças e pessoas com problemas cardíacos. Paradoxalmente, um dos componentes do seu veneno, uma clorotoxina, poderá vir a ser usado no tratamento de alguns tumores cerebrais. Um estudo publicado na revista . Molecular Biology and Evolution demonstrou que, na maiori. i dos ca- sos, é uma mutação genética que leva a defensina, uma proteína que atua como antibiótico natural em muitas plantas e animais, a transformar-se numa das substâncias tóxicas que estes aracnídeos usam para imobilizarem e matarem as suas presas e para se defenderem dos predadores que os atacam. , l 'qütçwãínlh¡ymiüqllhl I›ii¡h›u('»-¡i;4'_lt¡a : L E “É '3l¡Í'_i¡|0(ü§-Nl11l§l¡Úllf-'niorglillllllk llitââíílàsíhitltüun «ihiáooí-_tlhll-, tlla t 'ilha-Etna r . . : M: u yêigfr L-À7'›l<I0l-Ilq'tu : :ig-j-çw _e 0M: lift-r eu¡ . là-i--okwaiatir- ! Hittgkêill IíIhÍl-'I lWljf/ .H . 'e: L'w¡¡ftíü¡_¡¡4u¡-u¡. , 11'94- íltglñÊTal-j_ ¡fa! Illítgi-Nllltlmcll¡piirllíix“Ilê-oN-uvãlllfldíijzàtllv-Ill gui-iiñiiiaatlo-éleimwm: Hit-sunita-(anuiw-iirni-iu: i¡qpunuuumicmiqilcucttaunumanu. «aqui-wont álnriluptlilmtkññl L-a-ielinsuéít-Hmlñu'piaqictairwz cismcm-putçimiuian IJIHCtMQgIQIÍOJIHFtSF-XI'JIIhIl-“IIOII gm, _numa-climas; iaimma-numamcmmuiamevaaíkue «uma . agir-atanlmiaitt»-llwüugutmv-uoic--tor-q-illouhia nílilllrttf-flauilnxv, .1ql¡Jnjkllltnlãlyllntmnl-rwtt hmm-an io--i . emaakisnn-iqiuài-i-iqtsaãe: :rvauimlriuuaiu: el: ;NOK : Nllllitñloarlflliklulünlirjn 'lúknlni-, ms-síruolia nutrir-tutti . mnvñnviatti-sanmlwgiuu-íii-n Jtn-aautniiiio. ir ¡nbliuvvlúutudéf-i lk'zfl)lliiui. ,iviváuinc 'ru-malva XIII' www: , um 'aaggcuiat-Êi 13h14minmdlxwuaudotilôuoqcml»'mIr-wqiiàufi-'It- um. , (aquiIlllvñniqulf¡uiaugílt; Juiakuiiitgui-. i Ill-LI” wuUuhI -isa-nauiuuuuhqpiwdéi-v--ievmanu-Ino inçdqeuiilnnauiuillíímywvãhtgilluólsaqolti-Éloukr- *f/ ÉSr-. i-: :vrumnq-Iauirllkn" Í-unnui” um, ou-. fktyi-in: u lEuílob-lcbôtütuwdllHillnukulo~iIék'1I¡-tl4h': '(= +'i0% hinlniâiI-iiniiiri-tnr "na . › . ll-nao : taum : Itum- ug-. i uJIo¡-i'lt5zitl: «uo| ;r: i1. nl! vgpíllíioutàlloxtgici itaim. : :in-mr. viu-icmssuiqgia-indir”iliiibíulírs. WIIKM” . I Nryimvimuu Leon ! sumos As emoções são exclusivas do ser humano? m geral, cre-se que ; i resposta e negativa, embora não se tenha tentado veriñcá-lo em todas as espécies animais. É certo que algumas empregam sinais externos para demonstrar o seu estado anímico. Os babuinos têm fama de ter mau caráter e o seus gritos expressam-no na perfeição, enquanto os movimentos da cauda dos cães nos indicam se estão felizes por ver o dono, se tem medo ou se vão atacar. Os ratos demonstraram ser uns roedores muito empati- cos e apaixonados, e os elefantes podem chegar . i apresentar sintomas de stress pós-traumático. Um estudo realixado por psicólogos e neurolo- gistas veterinários da Universidade de Washing- 8 SUPER ton confirmou que muitos animais podem expe~ rimentar felicidade, medo, ahorrecimento e dor. Segundo os investigadores, a substância cinzen› ta periaquedutal, uma estrutura primitiva do cérebro presente na maioria dos mamíferos, é a responsavel pela produção de sinais emocionais básicos. O medo e a empatia seriam, na realida- de, adaptações evolutivas para fomentar diferen- tes tipos de comportamentos que garantem a sobrevivência das espécies. Assim, podemos as- sentar em que alguns animais, principalmente os mamíferos, podem experimentar emoções bási~ cas. Outra coisa e' perguntar se têm consciência delas, debate que continua em aberto. . › Wi si, ,
  9. 9. Especial esta 'x . __ _ / r É . ,à l, f l Como e que as serpentes melhoram a vista? A. visão limitada deste répteis obriga-os externas. Investigadores da Universidade de a usar a língua como sensor para per- Waterloo (Canadá) descobriram recente ceber o que se passa em seu redor. Alguns, mente que esta terceira pálpebra possui um como as pitóes e as cascawveis, possuem complexo emaranhado dc vasos sanguíneos. junto dos olhos uns órgãos recetores de luz Embora a circulação impeça que as células infravermelha, as cavidades termorreceto- sanguineus se amontoem nesta zona, o que ras, que deter-am os intrusos através do calor diñcultaria ainda mais a sua xvisão, quando que eles emitem. Além disso, é possível que se apercebem de uma ameaça. os répteis algumas especies possam regular a sua visão. contraem os vasos sanguíneos das membra~ E o caso da serpente-chicote, a Àluitltlíphía' nas oculares, o que reduz a pressão arterial jlagellum, que vive na América do Norte. durante vários minutos. Assim, garantem Tal como o resto alas cobras e serpentes. um campo de visão mais limpo c mais claro, possui uma espécie de cortina (a membrana para poderem detetar a presença de um pos- nictitante) que protege o olho das agressões sivel ; itacante Interessante 9
  10. 10. Como falam os papagaios? D as cerca de tres centenas de papagaios que k toiilieiçeiiitis. a maioria pode imitar airios sons. HICllIIHLlO . i linguagem humana. A forma cn- nio o fazem c resultado de uma eonibiriaçao entre lllliil . tlhilüililii IIIUIÍU pilfllt Uldf L' llliid LiYgitIllZdy-HÇV cerebral que lhes pennite articular sons iguais aos que escutam. De ÍHUklU geral, .i iiioi'liiluigi. i da sua garganta o igual Ii nossa. Embora não possuam cordas vocais, possuem um orgao. .i siringe I: o equivalente . i nossa laringe l. situada no linal tla traqueia, onde esta se divide em dois iamos para chegar a cada um dos pulinoes. Ú seu aparelho 'vocal e composto por três pares de musculos e uma membrana em forma de tiinpano que vibra . i passagem do . ir. prntlu7inili3 . issim os sons que ou- vimos. Fortes musculos mantem esta membrana sob tt-iisño u ¡ieriuitciii inodiilai* . i lrequôiiu. i e a . implitude do som. Uma especie de saco cheio de . ir tiiz de caixa de ressonância e rodeia toda d estru- tura. Alem ilisso. .i lingua dos ¡iiipagaios c muito semelhante Li nussa [grossa e flexível l e ele sao capazes de . i mover em todas' . is direções, para re- gular a quantidade de ai' que entra e sai pelo bico. Abaixo. ;Nude ver-se em pormenor este . iparelho. O bico. de grande mobilidade, e a lingua, elastica e precisa nos seus movimentos, permitem vocalimr os sons eriiitidos pela siiinge. Traqueia Os papagaios. aves muito enceializadas. têm grandes areas cerebrais especificas para a audiçao (1) e a vocalizaçào (2). Permitem manter um tluxo de ar regular e, em consequência. um som modulável. Seis muscuios atuam sobre os anéis cartilaginosos _ que rodeiam as entradas ', bronquiais, de modo ~ que cada brónquio - emite um som diferente i Músculos esternotraqueais . i Músculos superficiais i _' Músculos profundos *, ' Anéis siríngeos 10s( Amuuu veins
  11. 11. AGORA MAIS FÁCIL www. assinerevistas. com *Sir-nal SUPER X â"i'^Êi"i°É'°Í§^ÉÊ INTERESSANTE 'E' 2- A s* FElRA.9il30-13HO0E iuiw-iaiioo MB [Fax] 2a 41s 45 (JT E) [E-mail] asslnalUlaSÍÍmOlüHWRSS pt VLIJIWXALU sauna naum. Nluorulíulodcánlücnxln rxmioq-»MMN-W" M. " lcínfâil ; gn-n. - . ..a ° Quando (hegu ~' "nl-*nopausa j ' Vltln c obra 'fl' Um iwiiis nao snbenms sobre o nos 5° DÍEIHCÍEI ¡UWJS humilha RCS - "tintas do hoodyvoukiddc [mir i, mk, -srno a pena m_ m” Como vem” ° (anna ¡nlanm ° Vnlo- nur oumptar no assinatura no: 2 anos Promoção VIÍIÚI m a palm acao d¡ wanna odiçao. Sim, um» unir-ur o Sion lnurnnm com: : l : ou 3% «amu nar : m: lu. mo z amu : MA duto-a u¡ sua II: !JIJ Hinn I mu¡ dia¡ naun¡ pu¡ Pmqan him: punida¡ com PMIJSCLIAS Nom¡ Maua¡ Lucinda¡ Côtlina Pam¡ Tainha¡ until Prclissõa Dm d¡ NOICÍIIIMII › ~ Ji fui assinam dura ruim? Sin¡ NS¡ S¡ sim. Iiilíquc u n' NIF ! OBRIGATÓMOI PMXIOÉNBÀMBNO cgugacúgnm among . cw nun-siq-«nuhun--u-mannn Uunnulunuvurzxnu chapa n' na valer da . t. da Banca A mania de En¡ ? animal Humana thin 50| - BGN# - 1$l01 Abi¡ Pa¡ : anúncio do Mila Dub SEIA entra em contacto atraves do email uohaunmônnmptuum ou : través do tamem 214 154 Em Vubuunsiimrlspmnsihduhnúhnnnlilnhillãilnuuhlikbütiçõa-&tqo-Stüe -Icnúluaúlvlí A-d-úrnup-Çuc-u-Uunu-huumwnuuutun¡lindu-u-Gratuita-w-ç-¡nn-lnnúlnvwubinhúuowumn--ínunlnlútààulanpoad n. um numca d¡ arm¡ d¡ Inn-nm mandante l uma¡ Anal¡ iu n¡ um: An uu mm l gar-uu o mu¡ ih tuna. inclua¡ mui¡ lu : ln-gh mui¡ an¡ um inn uma: nu non n vnomnnl por mui: iu um (no nll mind¡ moh um¡ Moon¡ ont-nono¡ uma null En¡ n non-M tabu» ln m¡ hm n manu ¡mm- u Mutum¡ lxhnwrlnw nula¡ : ou Fr
  12. 12. REIÍTEÊÉ Dnraamncait O que é a ciberguerra? guerra evolui. Serão os conflitos do futuro semelhantes a cruéis partidas de xadrez ¡o- gadas a partir de um teclado? Serão as bata- lhas disputadas por drones e robôs operados à distância? É o que se vislumbra corn a ciberguerri- Iha, que usa como arma a internet. A nossa civilização depende de tal forma da tecnologia e da rede que as comunicações online são pontos estratégicos que os clberguerrilheiros atacam, inutílizando páginas e servi- dores, difundindo virus informáticos. .. Já não bastam os bombardeamentos: é preciso interferir na estrutura de telecomunicações do inimigo. Assim, no inicio da sua disputa com a Rússica, a Ucrânia denunciou um ataque por parte deste pais ao seu sistema de tele- comunicações, que ínutilizou os telemóveis dos seus parlamentares. Por seu lado, o Exército Eletronico Si- II rio é um grupo de hackers partidários do presidente Bashar al-Assad que sabota pela internet os oposito~ res e críticos do regime. O seu maior êxito foi a pira- teagem da conta da Associated Press no Twitter, que aproveitaram para divulgar a noticia de um atentado na Casa Branca que teria ferido Barack Obama. Em dois minutos (o tempo que levou a desmentir a falsa noticia), Nall Street perdeu 136 mil milhões de dólares, embora depois tenha recuperado. Os Estados Unidos contemplam os ciberataques como uma ameaça maior do que o terrorismo: o Pentágono está a formar um comando de 3o mil soldados ciberneticos capazes de enfrentar agressões online. Muitos especialistas cream que, a haver um conflito entre a China e os Estados Unidos, a batalha pelo controlo da rede poderia decidir o vencedor. à. ..
  13. 13. .l', ¡4.' . O. @ptaeüalil IP Um membro do Exército Livre da Sírio socorro-se de um ! Pad nos PTGDBIBIIVOS de um ataque a objetivos govemamentais em Damasco. l A , “. '" . . 7 p . _* _ ' f Í Interessante I 3
  14. 14. internet ~ ' . ., ~ r Qual foi aprimeira foto D r ' " colocada online? O_ j! U " deias associadas ao Conselho Europeu para a Investigação Nuclear (CEIUQ): física de particu- las, o bosào de Higgs, o Grande Colisioiiiidor de Ha- i_ . drõcs (LHC), a primeira foto da internet. .. Ops! A à' p primeira foto da internet? Sim. No inicio dos anos 1 -l 90, a internet era apenas constituida por palavras. ' era uma ferramenta ; itraves da qual os cientistas intercambiavam infonnaçáo na forma de textos. O tisico Tim Berners-Lee, que trabalhava no CERV, achava pouco e quis dar uma nova dimensão ao invento. Em particular, Berners-Lee, que e' con~ siderado o pa¡ da World Wñdzr lt'eb, queria poder transmitir imagens. Estava-se em 1992, e algumas funcionárias do CERN tinham formado um grupo musical, Les Horribles Cemettes (LHC), que can- tava canções humoristicas, com letras relacionadas . Í com o que se passava nos laboratórios. Bemers-Lee _ _ sabia da sua existência e. portanto, escolheu uma __'_ i' foto sua para fazer : is primeiras experiências com imagens online. Tinha nascido ; i intemet multimé- dia. Desde então, houve biliões de imagens colo- cadas na rede. Só no Facebook, são 350 milhões por dia, e estima-se que, nos seus dez anos de vida, l I a rede social tenha acumulado 250 mil milhoes. «l l Na página oposta, pode ver-se ; i primeira foto do _ ' Facebook: não tem grande qualidade, mas mostra Ve¡ _ _ 5.' Mark Zuckerberg a trabalhar no seu projeto. no ' ' Í" dia 5 de setembro de 2004. As LHC . ainda existem ' ' Procure-as no YouTube. ' fa” › o 1 ' Í ' I 0 O que e a intemet das especies? G randes símios. golfinhos e elefantes possuem notáveis capacidades (IJ. comunicativas e revelaram ter autoconsciéncia. Poderá a intemet *É ser alargada de modo . i que também eles possam utiliLi-la? A ideia partiu “ a l do músico Peter Gabriel, que descobriu a capacidade de improvisação musi- n caldos bonohos (uma especie de chimpanzés) quando lhes deixava um te- a r clado. Gabriel interrogou-se se seria possivel criar interfaces AUdÍOVÍSUJIS , ' que lhes dessem acesso li intemet. Para isso. entrou em contacto com Diana Reiss, especialista em golfinhos e criadora de um teclado com › sons que os animais aprenderam a utilizar. sozinhos, para associar l í Nu? ~ simbolos e objetos, Neil Gershenfeld, especialista na intemet das i ' coisas, iuntou-se ao projeto. na companhia de Vint Cerf, um dos ' 31 , pioneiros da WWW. O passo seguinte é recrutar investigadores Í¡ Ã para desenvolverem ; t5 interfaces “ _ que permitam uma platafonna uni~ , r e** versa] de comunicação entre espécies. ' 14suPER
  15. 15. na. *z 1 í O que é um heavy user? A s pecsoas que recorrem constantemente à intemet para usar os seus serviços c aplicaçoes são apclidadas de ¡iemy itseri' (utili~ zadores intensivos). O que os distingue dos viciados na rede? Pode traçar-se uma linha entre o uso intensivo e a dependência? Os ¡im- ry users mostram . sintomas de adição, scgundo um trabalho realiza- do junto de 69 estudantes por investigadores das universidades do hríiswun c Duke (Estados Unidos). Os sujeitos analisados respon- deram a um questionário que Calibra os' males que podem resultar do uso da internet e identifica caracteristicas como a dependência, .i introvcrsào, o isolamento, a irascibilidndc, .1 ansiedade. .. A seguir, monitorizou-sc durante dois meees a atiwdade doe individuos na rede. Os autores do estudo descobriram que os que mais usavam a intcrnct cram os que tinham mais traços psicológicos próprios dos dependentes. Em termos europeus, estima-sc em cerca de 13 por cento o número de adolescentes viciados na intemet. Especial ? B4B Interessante 1 5
  16. 16. 5 , , , &à; ÉâyÉ-vxâ-? QL f' 'P4 iiatsernet á'. .. y r JJ¡ l-'mm i , .e- ›' JV* “iÍV” 'v' 7:' ~ ' Êfâ'. à; fa' A 5 ; . ' *. -' t- _ A. . A A Alpegaida digital é perigosas N a vida imalógica, somos zelosos guardiães da nossa intimidade, mas na digital abrimos a porta da privacidade sem prevenir os riscos. Tudo o que fazemos na intemet (um "Gosto" no Facebook, uma mensagem de correio eletronico. as buscas no (Íoogle, as compras que fazemos, os sites que vemos) tleixa um rasto fácil de seguir que define a identidade digital do utilizador. O nosso historial diz muito sobre nos, e é cobiçado por empresas como a Google ou o Facebook, que vendem por bom dinheiro a informação que alegremente lhes demos. O rasto quase indelevel que circula entre os servidores é a chamada "pegada digital", que pode ser ativa ou passiva. A primeira surge quando os nossos dados e ações são compilados sem a nossa intervenção voluntária (por exemplo. quando o Google nota que an- damos a procurar bilhetes de avião); a segunda, quando cedemos deliberadamente dados pessoais para partilhar 16 : area infonnaçào sobre nós mesmos, como Eizemos ao distri- buir "Gostos" e mensagens em sítios como o Fizccbook ou o Twitter. Toda essa infonnaçào tica a disposição de quem queira e possa n' busca-Ia, e pode prejudicar seria- mente o utilizador, se ele não tiver sido minimamente cuidadoso. Muitas empresas já íizem hoje um rastreio digital dos candidatos a um posto de trabalho, nomea- damente analisando a sua presença nas redes sociais. Além disso, .is nossas ações passadas podem perseguir -nos na intemet e, por exemplo. impedir-nos o acesso a credito. Por isso, já existem empresas especializadas em apagar a pegada digital dos . seus clientes. e começa a vingar a ideia do chamado "direito ao esquecimento". que pemiite ao cidadão apagar informações pessoais obsoletas ou que firam os seus direitos fundamentais. A Google foi a primeira empresa a aceitar remover resul- tados. neste caso, do seu motor de busca.
  17. 17. Especial P&R , . 9x": t. _, "FIZ-w. gn . s / "* l / /', _' / /. f ' L* Quanto espaço ocupa a pomograña na rede? P 'art-cc scr muito menos do que aquilo que sc poderia scr levado a pensar. Ate' há relativamente pouco tempo, algumas estimativas apontavam para a possibilidade de o material pomograñco disponivel na internet poder repre- sentar cerca de um terço do total. Essas avaliações baseavam-se num estudo realizado em 2010 pela Optenet, uma firma de análise e filtragem de material digital. Nosso: mesmo ano, uma investigação scxológicai . idiantava que quatro por cento de todos os ivebsitcs eram de conteúdos pornográficos. enquanto as matérias de natureza sexual represcntariam 14% de todas as pesquisas realizadas nos motores de busca. Atualmente, o site especializado em dados digitais Extre- me 'Tech ainda situa em cerca de 30% o tráfego situado nesta matéria. embora acrescente que muitos dos silas de cariz pomográñco são um labirinto de links que levam os utilizadores de um lado para o outro (a ideia e' que ele vá clicando nos anúncios), o que inflacionaria o número de páginas relativamente ao núme- ro dc visitantes. Tudo considerado, a maioria dos especialistas considera que o volume total de matenais pornográficos deve rondar os 4919. Na foto, Ignacio Al- lende, também conhecido como Torbe. um famoso ator, realizador e produtor de filmes pomo. Interessante 1 7 . ê .
  18. 18. que é a go? . iit-wungiáihratulhiv 'LV-. Julnsmctr ' imita» : :icilv/ r-rat: "ug, - "nl-i. ar. ; *RON-lã - ? ir-dllt-iutu-ao». mira-ripar; - . king: :noticiar-whilea Ionmiir-Litaãog jul-g partirá-Im; N: stoírrirlàílñnn ? là V 'Iatm-li-titoxg rgnliçiiiiapiái-tíitdaii 'vülrlilãl”›3l| -á| t›--ÍOII la uíuiitíñjrdulà' Ilwirrv-À¡tIL'a: cl'-= .«lii1!)ililtaliiitililillihl-lr - ao)ii: :mmh. ainavkiiuiantuatpgciultram! - zauumiiioniitq, mlmltlíhlVllilhillüráinllr 'Ólãllhllgbfüuiêllñuloluhlrri»Qishltluhlí-Jur- . umnpiiíiuoftoi. :c lmllliílãl_illklrhllílcllnhlrllâf' t= LvI= lt= »-1'-< Int-Fu(- 'nm . “-1=Irn'r«-lrl›1=ig| l?3l°i @incial-Luci "IiAukí-lrlzlêiirçvzlrnlñitobiuj . Í "Wlqlllf-_lllírã-lf'. : . g-'HiriÍ uma¡ » . i ¡dir-rih- › 'mtjiiclhJ-a. -lunínt-. i-: la-. iqrlt-L¡ _tora p_ tam: if-l m-ifn- íàiaraitgf-rãn-nñ s, ,Iiíi-jiliuiing-r-llt-iití_ llüllñllltíil_ 316112,. : v; ,qçigtltçflomilgiauhuxu lÍuiiitanagiur-Fr-Iilíllllçli ' f-. xoiiiIunupioivioniçíirliuirçlliam v (iliiilrq. -^: ”' ÍImii-Iallrolhkfêíííiii u"Izll-líiálril-ullkur: #MilanñllwlãsláñúllllkllGUlUWlUKHIIÍ_ '-: ri516m1:uuzulhllãlkitàltliànàllfívidlklll" “tirtrarz r' 'rir-um “ 'ládrilálrhi Íir_: ~': - íntitj¡ ; miar-n 'til-taum' : sairam-i . pilar i-- « l : .. IIIIEÍuAlQF-PFI *OlOIQINIVlP-&fllllh mu' . alt-hiiq-_uku? oito-amu-coirmaiaiil-üxniiiqragi ~ñar-. aa--ai¡¡zan~g, _ ' 1 8 supere
  19. 19. 4- Onde é que se bebe mais vinho por habitante? record cabe . io i'. iticano, segundo um estudo do Instituto (Éalifomiano do Vinho: em 2012, cada habitante da Santa Sé bebeu uma mé- dio de 74 litros, o dobro de Itália e de França. O facto pode ter dixersas explicações, mas a primeira que vem à mente (o uso da bebida na missa) e pouco provável, já que é mínimo e, além disso. de uma variedade expressamente fabricada para o efeito, com uva pura, segundo exige o direito canónico. Maior influência parece ter a escassa população (umas S00 pessoas; o Luxemburgo carpa a segunda posição, com Só litros ptr capita), a que se soma a ausência de crianças. A imprensa italiana, com certa maldade, sugeriu também que o record ¡voderia dever-se aos baixos preços pra› ticados no supermercado do Vaticano, o Spizccio ilclFAnnona, que possui uma excelente oferta de vinhos e impostos muito mais baixos do que os praticados em itália e, portanto, nas redondezas. Interessante l 9
  20. 20. Murad o Porque se usam abóboras no Halloween? A origem desta tradição é incerta, mas poderá estar relacionada com um costume celta de esburacai' nabos, colocar no interior brasas incandescentes e deposita-los junto dos túmulos de seres queridos na Noite de Defuntos. É possivel que o rito tenha inspi- rado a lenda irlandesa de Stingyjack (jack Sovína). o espírito ele um bebado que o diabo obrigou a vaguear entre os vivos 'a lu7. de uma Candeia feita, precisamente. com um nabo e uma brasa. A lenda deu origem às jack- -af-ltmtcrns (lanternas dejack). elemento essencial do Halloween, celebrado no mundo angIo-sairào (e hoje em todo o planeta) na noite de 31 de outubro (ixespera do dia de Todos os Santos). A transição do somitico nabo para a opulenta abóbora com uma vela no interior produziu-se quando os imigrantes irlandeses chega- ram aos Estados Unidos e depararam com as enormes cucurbitáceas. que pennitem mesmo esculpir o rosto dejack na casca. / A qv 20 SUPER Os obesos (podem ser impedi os de andar de avião? T eoricamente, não. mas as pessoas com grande excesso de peso ou obesidade mór- bida deparam, na prática, com todo o género de entraves quando pretendem iajar num voo regu- lar. O caso do frances Kevin Chenais (na foto), divulgado pela comunicação social em novembro de 2013. e' paradigmatico: o jovem, que pesa 230 quilos devido a uma doença hormonal para a qual está a ser tratado nos Estados Unidos, ficou preso mais de um mês entre Chicago e Nova lor› que porque a British Airways se recusou a trans- porta-Io de regresso a Londres, alegando "razoes de segurança médica". O aspeto mais insólito do episódio é que o tinham aceite no voo de ida. Por fim. depois de também ter sido rejeitado pelo na- no Queen Alary, Kevin viajou gratuitamente num avião da Virgin Atlantic. Outras companhias pe- nalizam economicamente os obesos: em abril de 2013. a United Airlines e outras oito companhias aéreas menores norte~americanas introduziram a obrigatoriedade de estes passageiros pagarem por dois, e a irlandesa Ryanair estuda aplicar me- didas semelhantes. CONTACTO
  21. 21. O que é a Color Run? T rala-se de uma corrida, também conhecida por "os cinco quilómetros mais felizes do planeta", que se realiza desde janeiro de 2012 em todo o mundo. A pnucipal singularidade e' o espetaculo cromático: .io longo do percurso, os participantes (todos inicialmente vestidos com imaculail. is T-shirts brancas) são intcrmi› tentemente bombardeados com pos de múltiplas cores, feitos à base de farinha de milho e. por conseguinte, inócuos, pelos espetadores da iniciativa. ;armados com sprizíis'. Outras características da Colar Rim são . i ine- xistencia de premios, eronometragem e vencedores, a ¡aromoção do prazer, da saúde, da individualidade e da diversao em OPOSIÇÃO à competiwdade, a mistura de corredores protissionais e . unadores (e ; até de tlimilias inteiras com crianças) e o Facto de os fundos obtidos com as inscriçoes serem destinados a Fins sociais e hu- inanitários. Depois de alcançar a meta, a multidão diver- te-se numa festa que inclui atuações musicais, comida e bebida. O evento nasceu em Phoenix (Arizona), pela mão do promotor desportivo Travis Snyder e, passados dois anos, já se realiza em mais de 130 cidades da xrrie'› rica. da Europa, da Ásia e da Australia, ultrapassando os dois milhoes de participantes. Portugal foi o primeiro pais europeu a acolher uma Color Rim, em 2013. Na foto, a corrida de 2014, em Manila. Especial P&R É _i 7¡ . f, (bai é o animal mais velho do planeta? P oderá tratar-se de [oniitlimi, um macho de tartaruga-gigante alas Seychelles (Dipsui'¡¡rl, i=s Holiilissii), que vive na reserva natural de Planta- tion House, na ilha de Santa Helena. no Atlântico Sul. Estima-se que . i sua 'inlade e de 182 . trios, o que signiñca que teria nascido em 1832, ape» nas uma decada depois da morte de Napoleão Bonaparte na mesma ilha. A datação baseowsc numa Foto tirada em 1882 (quando ¡mmtliiiii foi transferido das Seychelles para Santa Helena), na qual parece ter meio século. pelo tamanho e pela maturidade fisica. A tartaruga pertence desde então ao governador da ilha (cargo pelo qual ; á passaram entretanto 39 pessoas) e faz parte da iconogralia local, ao ponto de . i moeda de cinco cêntimos ter a sua efigie. Hoje, lmmtliim está qua- se cego. devido as cataratas, e nao possui olfato, mas conserva o ouvido, As' tartarugas gigantes vivem muito tempo: pensase que podem chegar aos 250 anos, mas isso ainda não foi verificado. Interessante 21 DONÍICTD
  22. 22. A. K _ 1:1_ o W dl-. h _ v. .. ' É - - -. ; r n' v' ' 'f tsln'. í. . '5~. : . ' . vC? §a'* ln' x7; 'NNÇ' i _~ . Í -755 . n19”. .Íu l l bu l . . I g rma-. A-a- l z" ¡ _lu R. . . ==[Í', pi_ lÍíí§i_i_i_i. i_i_. i.i_i - . .--'__ _' __ °Fii", -° 'H »JV , q , vu 1. -*----~ -'~r"'°' . -. -. %--~ i«. “:Í. ii, ... ... .' W . e, _ _ A V v_ _“r; i.__. _g _e_ -' -~. _ . . _--. ';7_›-. “
  23. 23. Qual é a maior roda gigante sem raios? rata-se da roda-gigante do parque de diversões Bauhinia. em Changzhou, na província chinesa dejiangsu (là direita). Tem 89 metros de . iltura e custou 20 mi- lhoes de euros. Além de ser a maior roda do mundo sem raios nem sistema de fixação por caloos, foi a primeira deste tipo no gigante asiático. Quanto a rodas-gigantes convencionais. com raios, a mais alta tica também na China. em Cantão. uma das maiores e mais populosas cidades do pais, com i3 milhões de habitantes na area metropolitana. Foi inaugurada em 2012 e ergue-se a 450 metros de altura, no topo da Torre Guangzhou (Ci esquerda). Possui deusseis Cabinas, cada uma com capaci- dade para seis passageiros. e o passeio es- tratosférico dura cerca de »inte minutos, A descomunal roda foi concebida para resistir a sismos de grau oito na escala de Richter e a tufoes de nível doze, segundo os seus construtores. . a LPÍ ~ . ga . » às a; 'i3 v i ll! l a Ó v1' -' Án' o o , o -70 , .. _.- _ . ) . ..f ____ . ..- -_ o u. : " . .- o . .-1 . .__- . ' . .___. o . -vç t. .. , .c, r o ____ , .___. , ___- , .. . . ___. , . ._. .- . . . ..ao . j. .. . , .23. ¡ : ___ . -. n- -v cri -ySo %'. -vv oco -oooc_po°--o ' n' ""'I I i Q v
  24. 24. [FU De nome Tomás, nasceu ami-ted* provavelmente na aldeia dejl' A. a meio caminho entre Burgosjáxaii oli ¡ no seio de uma familia com asgendê judaica, o que terá determinaã vir '« obsessiva sanha contra os hêbi' v_ Passou a infância e aiuventúõ . w onde realizou estudósiêàiê¡ 1, no Convento de São _Emo . v Dominicana, a quesêmp _ ' “Í tada _ O iovcm Tomás destacou s rignr e pe' ' e tesouraria. de Is. he , . ou-o de fundaro _mn . Teve uma inilu' paraabLii-.1ç| u' «rn qLlL v upa Sizxto permu a criar a Inn ^ nobres importantes, acabou, inquisidor. Primeiro atuou contra os falsos conversos andaiuzes e. mais tarde, quando Femando, o Católico, herdou Aragão, de todo o reino. Punha-se assim em marcha uma terrível máquinas de repressão que exercena a sua crueldade durante 30o anos. . L Tornou-se inquisidor-geral em 1483, aos 63 anos. O seu prestígio de homem reto, sábio e santo aiudou-o a tornar-se confessar da rainha Isabel. Já não havia entraves ao seu poder. organizou a instituição por distritos que cobriam todo o reino e onde chegavam as denúncias, frequentemente anónimas e sem provas, e impôs a tortura como meio de confissão.
  25. 25. @Em Espanha. ia' tinha havido organismos inquisítonais durante a idade . Vledia, mas nunca tão duros r . como em França ou Itália no : mesmo periodo. Porém, a inquesição do seculo . W, desenhada po Torcguemada, aãcançou niveis inauditos de controlo ; v e terror, graças ao posterior : mpulso da Contra- -Refonna e à sua imposição no . Novo lvlundo. Diz-se que frei Tomás Í assistia às sessões de tortura, * compungido e sem deixar i: ' de rezar. Testemunhou assim afogamentos, dedos . , K esmagados, peles queimadas 7 por ferros' em brasa, corpos brutalmente esticados na roda, pendurados @em pêndulo (com os braços _atados por tras) ou metidos na “donzela de ferro", um caixão metálico _ forrado de pregos. 1 Torquemada "oi o autor direto das instruções para regular a atuação "rente a muitos delitos, especialmente ciuras no que se referia à falsa conversão dos iudeus. Qualquer pessoa que : não comesse carne de porco ou que usasse roupas Í coloridas ao sábado tornavarse suspeita. Os condenados eram obrigados a usar um chapéu cônico (corozd) e uma túnica t, em forma de escapulário (sumbenito). l e inaugurou os autos de fé, nos - › ' . 'as execuções determinadas pelos -' Os delitos de religião atribuídos a v- i - ' mouriscos e protestantes eram os mais graves idade. Retirou-se então para o Convento de São e levavam à pena capital. Ass como a bruxaria, Tomás, em Ávila, que ele próprio fundara. Ali a sodomia, a usura ou a bigam @iam quase viveu até à morte, acompanhado de um suposto sempre à tortura. Em quase todos os casos corno de Linicórnio que. segundo ele, o protegia proced' ' ' ' dos bens. dos falsos conversos que queriam envenená-lo. lvlorreu durante o sono, no dia i6 de setembro de 1498. Os seus restos desapareceram do Convento de São Tomás. Ha quem pense que eles foram desenterrados e queimados, por vingança, no século XVIII. Interessante 25
  26. 26. à' Qual foi a maior migração em massa? C) subcontinente indiano ficou dividido em dois países, a Índia e o Paquistão, :quando o imenso território se tomou inde« pendente do Reino Unido, em l947.1 Índia era dominada pelos hindus, e o Paquistão, dividido em duas regiões, a Ocidental e a Oriental, por muçulmanos. Por sua vez, os sikhs, que reivindicavaiii um estado próprio, juntaram-se inicialmente ao Paquistão, mas foram rejeitados. O novo mapa provocou . i maior migmção em massa da história, pois cerca de quinze milhões de pessoas foram forçadas a deslocar-se: os seguidores do lslào abandonaram) a Índia para se instala- rem no Paquistão, enquanto hindus e sikhs viajavam em sentido contrario. Nem os govemos nem as administrações locais esta- vam preparados para esse descomunal movi- mento humano, pelo que o caos e a siolência tomaram conta de ambos os lados das novas fronteiras. Os distúrbios fizeram entre 200 mil e um milhão de vitimas, e deixaram doze milhões de pessoas sem lar. O litígio prosse- guiu nos anos 70, com a cisão do Bangladesh (anterior Paquistão Oriental) do Paquistão, o qual continua, por sua vez, a disputar com a lndia o território de Caxemira. 26 SUPER Qual é a origem dos franco-atiradores? tualmente, o temio refere-se a qualquer pessoa que dispare, escondida, de uma certa distância, incluin- do os terroristas ou . issassinos contratados que agem por sua conta, mas surgiu. originalmente, no âmbito militar. Provem do üancésfrmic-tireur, que era já aplicado, em 1792, . i uma força de rápida mobilização operacional em terrenos montanhosos. Soldados especializados em atirar à distância foram também usados pelos ingleses contra as tropas napoleóníeas na ¡it-nínsula [bi-rica, e na Guerra da Secessáo norteamericana ( 1861 - l 865). Porém, a pala- vra tomar-se-ia popular a nivel intemacional com a guer- ra franco-prussiana de 1870, quando as espingardas de longo alcance melhoradas usadas pelos soldados gauleses levaram os alemães a chamar-lhesjranotireurs. As mortes infligidas à distância por esses disparos provocariam a vingança dos alemães na Primeira Guerra Àdundial, na qual utilizariam a mesma téenica tendo por alvo civis. A Segunda Guerra Mundial fez subir alguns desses com- batentes solitários à categoria de heróis, como foi o caso do russo Vasili Zaitsev. que causou cerca de duzentas vitimas entre os alemães no cerco a Estalinegrado, ou do . ainda mais mortífero Simojhaylia, um franco-atirador finlandês que pôs tim à vida de S05 soviéticos na guerra que opôs o seu país à Rússia, em 1939.
  27. 27. Especial P&R Júlio César tinha um piercing? S im, o grande lider militar e politico de Roma usava um PUQUCIKP . im ¡ieitiirailo num dos mamilos. Niro se tratava dc- um caso lxiildtlü, pois era um costiimt- . ir- reigado entre os militares romanos. especialmente entre os KCIHLIFRÕCN, O orii. imeiili'i eia um simbolo de tiarça e virilidade. e tambem uma mamfestaçao da fidelidade ao liiiperio e da Liniau entre os membros do CXCRIÍO. O uso do ¡Iicrting era tambem habitual entre os gladia dores, embora com uma motivaçati menos simbólica e mais pratica. Estes escravos. ll'. lIiAUfill. lLlL| N em luta- dores de espetaculo, faziam uma ¡ierfuraçao na glande, onde prendiam um aro que servia para . igarrar o penis e protege-lo dos embates. Traiava-se. em . iiiilios Ds rasos. de um costume lierdmlii desde . i . intigiiiilatle, pois os pierriiigs foram usados por diferentes cixilizaçoes. No caso dos i-giptios, era uma moda muito seguida e . issi- l1.1l.1'.1 . i categoria social, como demonstram . lx orelhas perturadas da iiiuiriizi da printesa . Àiiiiitise-Àlerywt- Amon, filha do ultimo farao da X'll dinastia. .St-gundo algumas teses, .ipenas os tiiraos podiam usar um ; Herring no umbigo. qualquer picsscña sem esse t-statiiti) que se atreresse . i fa7e lo podia ser imediatamente executada. Quem trabalhou como carrasco durante mais tempo? hamava-se William Calcraft e assumiu o cargo ilurantt* 45 anos, entre 1829 e 1874. ii. i ¡irisfio de Newgate. em Londres, onde efetuou 450 execu- ções. Caleraft era um jovem vendedor . imbulante quando foi recrutatlia pelo verdugiv entao em fun- çoesJohn Foston, que enforcava por estrangula mento. O metodo causava mais scifrimentci aos con- denados, pois demoravam varios minutos a morrer. ("lalcraft utilizou. desde o inicio, o sistema da fratura vertebral com rulura da medula espinal: puxava pelas pemas dos executados e até se pendurava ele proprio dos seus corpos, .i tim de . ibreviar a tortura. Ha quem diga que também o fazia para diversao do ¡iiiblico que se reunia e ¡vodia . ilcançar, por vezes. as 30 mil pessoas. Pelas suas maos especializadas passaram muitos criminosos célebres, como o casal Nlarie e Frederick Nlaiining, que tinham assassinado o amante dela. (Íliarles Dickens assistiu a essa exe- cução e descreveu o horror que sentiu numa carta eimada ao Times, (Çalcraft teve de . ibandonar as suas exibiçoes em 1868. quando foram proibidas as exe- CilçÕL'. $[,1t¡lll(dS ein lnglaierrra. Foi o ultimo . i matar diante dos espetadores, e também o primeiro a fazev -lo longe do Lilhar do publico. Interessante 27
  28. 28. IJ u i: o u O que foi a Guerra da Melancia? correu no século XlX e opôs os Estados Unidos a Nova Granada, pais então fonnado pela Colômbia e pelo Panamá. O tratado de Niallarino-Bidlack, assinado em 1846, assegurava aos norte-americanos a passagem pelo istmo pamamiano. quando ainda faltavam cinquenta anos para a inauguração do conhecido canal, assim como uma licença para construírem a linha férrea interoceanica. O ; acordo indignou a populaçao local, sobretudo perante o comportamento abusivo e a frequente embnaguez de mui- tos gringos. Era nesse estado que se encontravajack Oliver no dia 15 de abril de 1856 quando, depois de pedir uma fatia de melancia ao panamiano Manuel Luna, se negou a pagar e disparou para pór fim a discussão. O incidente coincidiu com a chegada do comboio da Colômbia, cheio de cidadãos norte-americanos, que se viram rodeados por centenas de panamianos em fúria. O distúrbio estendeu-se a outras populações do istmo. A Guerra da Melancia durou tres dias e foi teoricamente ganha pelos panamianos. mas a potência do norte recusou-se a admiti-lo e afimiou que constituíra um pretexto para saquear propriedades norte- -amcricanas 0 governo de Nova Granada teve dc pagar milhares de dólares de indemnizações, e muitas futuras obras. incluindo as do canal (na foto), acabaram por ser atribuídas a companhias dos Estados Unidos. 28 SUPER Espanha ofereceu Ceuta e Melilla a Marrocos? conteceu em 1801, quando ! Manuel Godoy se lembrou de entregar as duas praças-fortes espanholas ao reino magrebino em troca de trigo, pois não encontrava outra forma de remediar a crise de fome causada por mas colheitas. De acordo com o tratado de paz e intercâmbio que existia entre os ClOIS paises e dada a escassez iberica. o primeiro- «ministro de Carlos IV iniciou os triunites para comprar trigo marroquino, ta] como acon- tecera noutras ocasiões. Contudo, o sultão Mulei Suleiman negou-se a vende-lo, o que levou Godoy a oferecer-lhe Ceuta e Melilla. O mandatário alauita não só rejeitou a oferta como ameaçou tomar . ambas as cidades pela força. Godoy pensou, entao, na possibilidade dc conquistar Nlarrocos. Os preparativos de invasão já decomam quando Carlos lV soube da iniciativa e suspendeu o plano.
  29. 29. l Ê. ll'*w Ç ll. . O que foi a Belle Epoque? E nquanto a Europa entrava nas agruras e nos horrores da Primeira Guerra lvlundial, certos círculos artísticos e intelec- tuais franceses começaram a recordar com nostalgia o tempo que deixavam para trás e chamaram-lhe “a bela época". A verdade e que. desde finais do século XIX e até ao inicio do confronto, em 1914, a França vivera uma era plena de pujança económica. criatividade e liberdade. Paris era a capital do mundo e as suas ruas exibiam todo o po- tencial proporcionado pelos avanços cienti? ticos e industriais. Os border-atrás mostravam os floreados artísticos de estilos como o fau- vismo, o modemismo e o futurismo, assim como a arquitetura urbana mais elegante que se tinha visto, enquanto as exposições universais de 1889 e 1900 se encarregaram de diimlga-la. Era a expressão do bom viver. As classes altas prosperavam e os trabalha- dores também ; itravessavam tempos pci-siti- vos, graças aos novos ofícios especializados. Na imagem, Dança no . Nloulin Rouge, de Henri de Toulouse-Lautrec, de 1890. , p 4-' . ... ... ___ _ 4-: Qual foi o rimeiro anúncio te evisivo? c) s cabeleireiros Nlessrs Huge ne Ltd. , de Londres, usaram um circuito iecliado de televisao para promover-se, durante uma feira do setor. em 1930. Contudo, o primeiro ; múncio transmitido, realmente. por um canal televisi- vo foi concebido, em 1954. pelo publicitário Rosser Reeves, dire- tor da agência norte-americana Ted Bates 84 Co. , e tinha por protagonista o ; analgésico Álldflll. Foi desse modo que a publicidade iniciou uma das épocas mais brilhantes e de maior expansão da sua história. Pouco antes, já se começara a projetar ; anúncios comerciais nos cinemas. dando assim movimento a uma forma de ex- pressão que fora estática desde OS primórdios da humanida- de. O impulso posterior chegou. primeiro. com a imprensa e, depois. com a Revolução Industrial e a invenção da rádio, do cinema e da televisão. A pllbllClLlJklL' nesta nlesenvolvcu-se a pamr dos anos 50, nos Estados Unidos, pela mão de criativos como David Ogilvy, considerado o principal ideólogo. Interessante 29
  30. 30. Sexo Porque é que o sexo ç. I nao enoa? nossa vida sexual e' paradoxal. Para conse« guir sexo, assumimos riscos que contradi- zem o nosso medo evolutivo, deixamos de apreciar a vida se estivermos muito tempo sem relações e esquecemos as dores durante o orgasmo. Outro exemplo: quando estamos excitados, inibimos a aversão natural a certos odores, fluidos e sabores. O noio, asco ou rejeição e' um mecanismo bio lógico adaptativo que figura entre as emoções básicas, e os antropólogos estão de acordo em que se trata de um sentimento universal. Cabe ao sistema limbico, sobretudo a região das amígdalas cerebrais, a tarefa de o ativar, e a sua função é transmitir socialmente a evitação de substâncias potencialmente nocivas. No entanto. o noio seria uma emoção desadaptada (na realidade, contrária à evolução) se impedisse o inter- câmbio sexual. Como demonstrou um estudo da Uni- versidade de Groningen (Países Baixos), a excitação sexual inibe os mecanismos de desagrado e reieição. Os cientistas holandeses conceberam a seguinte expe- riêncía: três grupos de mulheres viram videos distin- tos, um com desportos radicais, outro de conteúdo erótico e um terceiro neutro. Depois, pediu-se-lhes que realizassem tarefas supostamente repugnantes (fingidas, clarot): meter a mão num recipiente cheio de preservativos usados, beber um copo de água com um inseto la' dentro. .. Nas voluntárias excitadas, as que tinham visto antes o vldeo sexualmente explicito, diminuiu o noio perante as tarefas pedidas, classifica- ram como menos repugnante a sua realização e mos- traram mais disponibilidade para prosseguir o estudo. Os investigadores concluíram que a excitação sexual diminui a resposta de nojo e influi na nossa disposição para realizar atividades que, fora do contexto erótico, poderiam ser consideradas repugnantes. Aliás, basta deixar passar alguns minutos para que o efeito se des- vaneça. 30 SUPER uma: :
  31. 31. s N l g x1 , a . n. . . n 1 1 A. . . .. . . _ : .. E , AM J . v. › . ., Interessante 31
  32. 32. O que é um substituto sexual? D esigna-se assim o parceiro (ou parceira) pago das pessoas que, por diferentes razões -deñciéncias Hsicas ou psicológicas, por exemplo -, não podem ter uma vida sexual saudável. Não é alguém que exerça a prostituição, mas um profissional designado por psicólogos com llns terapêuticos. Embora . is sessões possam terminar na cama, o objetivo é que o paciente conheça o seu corpo, aprenda a desinibir-se e se liberta dos medos a tim de poder . idquirir, após uma serie de encontros, uma sexualidade madura e capacidade para encontrar parceiros! as não pagos. A figura do substitu- to sexual tornou-se em grande parte conhecida graças ao filme Seis Sessões (2.012), baseado num caso real: o da norte-americana Cheryl Cohen Greene (interpre- tada por Helen Hunt, que por este papel foi nomeada para o Oscar de Melhor Atriz), a qual afirma ter traba- lhado com mais de mil pessoas. O filme narra a sua in- tervenção junto de Mark O'Brien, uma homem virgem de 38 anos de idade que passara quase toda a vida com um pulmão de aço, devido a uma poliomielite que o deixara paraplégico. A partir da sua relaçao profissional com Cheryl, O'Brien conseguiu, finalmente, usufruir da sua sexualidade e conhecer uma vida a dois. Na foto, Ben Lewín, argumentista e realizador de Seis Sessões, na estreia do filme, com Cheryl Cohen Greene. 32 SUPER : um II. atum O que excita mn simoroñlico? A s semelhanças entre a morte e o orgasmo (petite mori é a expressão francesa para deno~ minar o periodo posterior) foram objeto de muitos ensaios e obras literárias. Uma delas e o romance Crash, dejames Ballard, que David Cronenberg transformou em filme. Nela, um grupo de pessoas VÍVC obcccada com os percalços do trafego e em sincronizar o clímax com o momento de uma coli- são. Esta variação sexual é designada por "simoroñ- lia". Na realidade, aqueles que usufruem dessa sen› saçào de flirtar com a morte não se arriscam muito: gozam ao ter relaçoes em lugares de desastres naturais ou tragédias coletivas. e excitam-se com cenas de acidentes ou de incêndios. As sensações orgasmicas (isto e', a vida) são acentuadas, para es- ses indivíduos, quando vivem o oposto, os instantes que antecedem a morte. Por isso, quanto mais se aproximam dos momentos finais das pessoas. mais o seu prazer se toma intenso. O que diz a sua cara sobre os seus orgasmos? portal Beautiful Agony (httpz/ _IR-row_ beautifulagonyxom) reúne a expres- são de êxtase de milhares de pessoas, gravada no momento crucial com a câmara apontada à zona menos apreciada do pomo. As nossas expressões são muito importantes no sexo, e podem estimular o ego do parceiro/ a. Um estudo da Universidade do Indiana mostra que. quando os homens olham uma mulher durante o ato sexual, fitam as suas feições mais do que qualquer outra parte do corpo para se assegurar da sua expressão de prazer. Saber até que ponto o outro/ a sente prazer aumenta a autoestima, algo de fundamental no sexo, e ajuda a controlar o ritmo do ato. Segundo os autores do estudo, c- por isso que existe uma expressão facial tão fundamental para o orgasmo: o homem fica a saber que a sua parceira ; ilcançou o clímax, o que lhe permite aumentar o seu prazer por empatia e deixar-se levar.
  33. 33. n z H a z E n 2 9 : - 4 a As Vozes graves são mais sensuais? fascínio pelas vozes graves mas- culinas e evolutivo. Esses tons são associados a caracteristicas biológicas desejáveis: tal como . Is mulheres com 'vozes agudas são consideradas mais sedutoras, pois estào relacionadas com elevados níveis de estrogenio, os lio- mens com vo7 grave. associada a 1114101' quantidade de testosterona. tomam~se mais . itracntes. O efeito que a voz de (George (Ílooney ou de Denzel Washing- ton produz tem a ver com a procura de uma maior quantidade de homonas reprodutivas_ Mas há mais: uma inves- tigaçào de Molly Babel, ¡vrofesstwrai de linguistica na Llniversidade da (Íolúm bia Britânica (Canadá). mostra que as mulheres preferem vozes com um tom semelhante ao da sua cultura de origem. A semelhança faz-nos sentir parte de um grupo social. .Alem da otimização de uma caracteristica fisica (o tom gra- 'C), |JTL'L'ÍSAIII1OS dc que ela se . idapte ao padrão do nosso grupo de referencia Na foto, .i cantora Cracejones. cuja voz grave afastaria muitos homens. Especial P&R As mulheres sexy têm menos parceiros sexuais? fenómeno paradoxal do medo das mulheres muito bonitas foi observado em diversos estudos. De facto, existe mesmo um nome para designa-lo: "venustrafobia" ou "caliginefobia". Uma investigação conjunta das universida- des de Valéncia (Espanha) e de Groningcn (Paises Baixos) constatou a veracidade da teoria: quando se pediu a um grupo de homens para fazerem Sudoku: na frente de uma mulher bonita, observou-se que os seus niveis de cortisol, a hormona que nos produz desassossego, subiam. A tensão afeta sobretudo as pessoas inseguras (em questões de sedu- ção, a maior parte dos individuos sente pouca confiança em si mesmo) que se aproximam de uma beldade. Além disso, nestes assuntos, focamo~nos geralmente no nosso grupo ob- jetivo: há um espectro estético com o qual consideramos po- der ter exito, e sentimos que uma mulher muito bonita foge desse padrão. Existem também caracteristicas psicológicas próprias das jovens atraentes que podem explicar a situação: .IS mulheres belas costumam ser mais seletivas e possuem um critério mais rigoroso quando se trata de escolher um parceiro. Por outro lado. a beleza produz um efeito de des confiança naquela que a possui: as mais bonitas têm tendên- cia para pensar que todos os que se aproximam o fazem pelo seu fisico, e não por apreciarem a sua personalidade. Interessante 33
  34. 34. iacunmu uniu i' GKYTV 4 “': . Eles conquistam-se pelo estômago? pesar do lugar-comum, parece que ja n. 'io é assim. Segundo um estudo da empresa de contactos online Avícctir, apenas um por cento dos homens recordavam ter-se sentido condicionados pela escolha da ementa num primeiro encontro. Para alguns antropólogos, .i perda de importância desse sentido, em termos de sedução, tem a ver com a progressiva in- dustrialização: barbatanas de tubarão; sopa de ninho de andorinha; a raiz de mandrágora que, segundo os investigadores, causava furor uteri- no nas supostas bruxas; pó de chifre de rinoce- ronte; ostras (Casanova recomendava comer diariamente dez ao pequeno-almoço); lingua de ganso; ameixas (nos bordéis da Inglaterra do século XVI, eram servidas de graça para estimular a clientela); lesmas do mar. .. Prati- camente tudo o que se pode ingerir foi usado com intenções Iibidinosas nas culturas predo- minantemente rurais. O único alimento que ainda mantém fama de afrodisíaco e' o choco- late. Segundo o inquérito, 56,85% dos franceses continuam a escolhe-lo como sabor erótico. O fruto do cacau foi proibido pela Igreja Católica durante muitos anos, por incitar à luxúria. 34 : open 1*- , -k, -_. , O homem inñel é reconhecível? psicologia evolutiva postula que a negatiiidade que associamos ao facto de um homem estar disponível, apesar de ter uma parceira, e' puramente cultural. Em termos evolutivos, a melhor estrategia reprodutiva masculina é distribuir os genes pelo maior número possivel de mulheres. Para consegui- -Io, o homem eleve mostrar a sua propensão para o coito fora do casal. Com base nesta ideia, três psicólo- gos da Llniversidade de Perth (Australia) conceberam um estudo que demonstra a risibilidade da tendência masculina para o adultério. Mostraram a voluntários de ambos os sexos fotografias de homens que tinham sido infiéis. Quando se perguntou aos voluntários do sexo masculino que tinham visto as fotos quais eram os indiiiduos que tinham tido aventuras extraconju- gais, só acertaram por acaso. Contudo, as mulheres somaram uma percentagem de respostas corretas surpreendente: à 'eolta de 70 por cento. Como dete- tavam elas o potencial para o adultério? :Bsociando a probabilidade de infidelidade aos traços tidos por mais masculinos: testa prominente, queixo pronun- ciado, feições angulosas, mandibulas fortes. .. y/ /A e
  35. 35. t. . _l Especial P&R Somos naturalmente monógamos? m The ! Myth qflifonogamív, a psiquiatra Judith Lipton e o psicólogo David Barash duvidam de que a fidelidade seia mais do que uma convenção. Na sua opinião, muitas culturas poligâmicas (e bastantes poliandricas. embora menos) demonstram que a na- tureza humana admite mais tipos de relação do que o amor a dois, e sublinham que quase não há monogamia sexual entre os animais. Algumas especies, sobretudo de aves, são socialmente monógamas. mas nenhuma é sexualmente fiel. Do ponto de vista evolutivo, convém Viver a dois provoca stress? M ; inter uma relaçao sentimental 'influencia o nosso nivel de stress. Porém, essa influência écomplexa e depende do momento. Quando o plano afetivo flui sem entraves, ter companhia amortece os nossos altos e baixos emocionais. Duas investigações recentes demonstram-no. Uma. da Universidade de Pittsburgh (Estados Unidos), indica que dormir acompanhado reduz o nivel de cortisol, a hormona do stress. Outra, da Universida- de da Carolina do Norte, relaciona a quantidade de abraços que recebemos do nosso eompanheiro/ a aos machos distribuir ao maximo os espermatozoides. Por isso, os seus corpos (incluindo as homionas, base do seu comportamento) foram feitos para a promiscui- dade: os machos de quase todas as espécies excitam-se com estímulos novos. Lipton e Barash afirmam que se passa algo de semelhante com as fêmeas em espécies como a nossa, o que explicaria as caracteristicas fisicas que parecem destinadas a conseguir mais parceiros se- xuais. Na foto. Kody Brown e as suas esposas, que pro- tagonizaram um reality . show nos Estados Unidos. com o aumento do nível de oxítocina, .i homiona que nos dá uma sensação de bem-estar, além de menor tensão arterial e ritmo cardíaco. Os efeitos da nossa vida sentimental também podem ser nega- tivos. O stress aumenta com os problemas que não têm uma nipida resolução; são assim, por definição, os conflitos entre o casal. Por isso, há mais tensão e dificuldade em desligar nos casais que estão a pas- sar por uma má Rise (infertilidade, infidelidadem), e naqueles com dificuldade em comunicar e resol- ver os conflitos do quotidiano. Interessante 35 . p_ _ , ' j/ * , r '~ l v l; . - I . t_ di: . , Í / 'F fik i l * i _ ' Inf f Â* V « l J _ ll: l; ãl/ « ir l' ° 2 V u* " : Í j( ' . '. i k_ 'J “A “X ~ ta? ” Wí S' f ' ; lb “ ; :<»-"A * -” ~ - - ' A/ r., à ' o VX _ 7 4 WN v X5( z' f_ ' hl- ff - kd" . iii-à: Í É s_ . <›. ~:~_›; a».
  36. 36. Mistérios Podeuhaver uma lnvasao zombie? um documentário do canal National Geographic intitulado A Verdade por Detrás dos Zombies, espe- culava-se sobre a possibilidade de a humanidade ter de enfrentar uma epidemia semelhante 'as relatadas nos filmes de mortos-vivos. Entre os especialistas consultados, Samita Andreansky. viróloga da ! Miller School of Medicine, da Universidade de Miami (Flórida), afirmou que, embora não pos- samos regressar da morte, certos virus poderiam unir-se gene- ticamente de modo a que o infetado desenvolvesse um com- portamento agressivo e uma conduta própria de zombie. Isto é, referia-se a um cenário mais parecido como o de filmes como 28 Dias Depois (Danny Boyle, 2002) do que com o descrito em A Noite dos Mortos-Vivos (George A. Romero, 1968). "lmaginemos que, através de técnicas de engenharia genética, o virus da raiva se misturava com o da gripe, para poder ser transmitido pelo ar; com o do sarampo, para produzir alterações na personalidade; com o da encefalite, para o cérebro arder de febre e aumentar a agressividade; e, por último, com o Ébola, para o infetado sangrar em iorros. Tudo isto combinado produziria algo como um virus zombie", disse Andreansky. Nem todos os seus colegas estão de acordo. Primeiro, porque misturar estes virus tão agressivos talvez provocasse a morte instantânea do infetado. Em segundo lugar, porque o período de incubação de algumas destas doen- ças, como a raiva, poderia ser de até um ano. Para resolver este segundo problema, Andreansky afirmou que a chave seria mani- pular os virus para encurtar os seus periodos de incubação, algo que, segundo ela, não seria extraordinariamente dificil: "Muitos virus mudam de forma constantemente para tentar iludir as nos- sas defesas. Se o da raiva tivesse mutações suficientes, poderia causar uma infeção num par de horas. É possivel. " Sobre a pro- babilidade real de alguém infetado com aquela combinação de virus morrer irremediavelmente, a especialista assinalou que também não seria necessário juntá-Ios a todos: "A única coisa imprescindível seria combinar o virus da raiva, uma doença que leva as pessoas a atuarem de uma fomia muito violenta, com o da gripe. " Seia como for, Elankumaran Subbiah, virólogo do Instituto Tecnológico da virginia, refere que é completamente impossivel combina-los, pois "são muito diferentes e não parti- lham informação genética suscetível de poder ser misturada". Na foto, duas maquilhadoras que se caracterizaram como mor- tos-vivos durante a última Comic Con, realizada em Nova Iorque, convenção que atraiu 133 mil fãs de banda desenhada. 36 sarau Ffurrnr. 'CAM a A¡ l ram pm
  37. 37. .| l| v , . b. i n, .. . _ lar. - Jin. . ; I l interessante 37
  38. 38. .A ? Win . LÀÍ“'NL§. . na? ? lll¡'. :'í os. É verdade que o regimento Norfolk desapareceu? m agosto de 1915, em plena Primeira Guerra Mundial, 22 soldados neozelandeses garantiram ter presenciado a forma como o Primeiro Batalhão do Quarto Regimento Britânico de Norfolk, iormado por 267 homens, desaparecia durante a batalha de (Àialipoli, nos Dardanelos , após ter entrado numa estranha nu« vem que descreveram como tendo a forma de um pão. Embora falsa, a história correu pelas fileiras britânicas, e dali espalhou-se por toda a Europa. ganhando fiabi- lidade graças à reiteração e convertendo-se num dos grandes mistérios da Grande Guerra A verdade sobre o ocorrido chegaria ao grande público quando o escri- tor britânico Paul Begg publicou documentos oficiais, no final dos anos 90, nos quais se demonstrava que o sêàíáfñ . a Primeiro Batalhão do Quarto Regimento tinha sobre- viirido à guerra com baixas semelhantes às de unidades similares. Em contrapartida, houve outro batalhão em Galipoli, o Primeiro do Quinto Regimento, que sofreu um número inusitado de baixas. Dc muitos dos seus homens. jamais se voltou a ouvir falar, o que deixava a porta aberta a que tivesse sucedido algo . inormal. No entanto, tudo foi esclarecido alguns anos mais tarde. quando um documentário da BBC revelou que os membros desaparecidos do Quinto Regimento sofre- ram uma emboscada por parte dos turcos: os seus cor- pos tinham sido enterrados atrás das linhas inimigas. Na foto, soldados britânicos avançam contra posições turcas na batalha de Galipoli. O que são os bonecos embruxados? A o longo dos séculos, surgiu todo o tipo de his~ tórias sobre objetos supostamente encantador: quadros, joias, carros ou móveis que transportam consigo uma terrivel maldição ou são capazes, inclu- sivamente. de matar. De entre eles, os brinquedos configuraram um grupo próprio, especialmente no caso dos bonecos embruxados. Talvez o mais famo- so tenho sido Robert, que pertencia a um menino chamado Robert Otto. que vivia na cidade de Key West. na Flórida Segundo se conta, em 1906, Ro- bert recebeu como prenda da sua ama africana um boneco que ela tinha enfeitiçado com magia negra. Em breve, os pais do menino começaram a ouvir o boneco ialar, e ; ue o culparam de atirar alguns obie- tos ao chão. Os vizinhos garantiam vé-lo. por vezes, a espreitar nas janelas, e os pais do rapaz, alertados, 38 seven decidiram fecha-lo num sótfio. Quando uma nova familia se mudou para a casa em 1974, os donos encontraram o boneco e decidiram dit-lo à filha, que começou a contar que o brinquedo ganhava vida durante a noite e a tratava mal. Relatos semelhantes foram contados sobre outros bonecos, como Iifundv, cuja proprietária canadiana o abandonou depois de a boneca começar a chorar como um bebé durante a noite, ou de Alice, da qual se dizia que sussurrava às clianças quando estas a aproximavam dos ouvidos. Quem acredita nestas histórias assegura que alguns objetos são capazes de manter a "energia psíquica negativa" dos seus antigos donos. Para os seus detra- tores, em contrapartida, trata-se de simples lendas sem fundamento. perpetuadas, muitas vezes, com fins económicos.
  39. 39. O ue foram os oo _ñghterâ oucos meses . intes de tcmiinar . i Segunda Guerra Mundial, dezenas de pilotos alia- dos que combatiam na Europa informaram sobre uma espécie de bolas luminosas fantas- magóricas que batizaram comofoofiglitcrs. Dependendo da descrição, .is luzes, verme- lhas, douradas ou brancas, podiam ter ate' um metro de diâmetro. Durante os airistamentos, os jinrfiglitrrs não mostravam hostilidade, mas desapareciam para reaparecer em seguida. ou gíravam em torno da cabina. Devido . r estes movimentos, os comandos aliados pensaram que poderia tratar-se de algum tipo de arma psicológica inventada pelo III Rrich. Dc facto, quando os norte-americanos captura- ram a 'Lona do Reno, sede das investigações aeronáuticas nazis, as luzes desapareceram. ivlistério resolvido? Não: durante os interro- gatórios, aviadores nazis asseguraram ter visto as mesmas esferas luminosas. Mais: os pilotos que ainda combatiam no Pacífico informavam sobre . ivistamenlos idênticos. A melhor ex- plicação é que se tratasse de algum fenómeno eletroluminescente parecido com o fogo de Santelmo. Especial P&R O que é a reencarnação de Brídey Murphy? ndo começou em 1952, quando Virginia Tighe, uma dona de casa do Colorado, de 29 anos, se submeteu a uma hipnose. Durante a sessao, começou a falar com pro- núncia irlandesa e garantiu ser a rcencamição de Bridey Murphy, nascida no condado de Cork, em 1798. Apesar de nunca ter visitado o local, Virginia descrevia com precisão a Irlanda do seculo XIX: .is lojas, as canções populares, o mobiliário e as moedas em uso e muitos outros pormeno- res da vida quotidiana irlandesa, tudo contado através da linguagem coloquial da época. Quando a historia se tomou conhecida, muitas pessoas airenturaram-se a verificar a ve- racidade das suas . ifirmaçoes. Embora algumas se tivessem revelado exatas, outras. como o caso dos nascimentos e das mortes, eram quase impossiveis de confirmar. Comi: - çaram a surgir as dúvidas. Um dos rumores mais difundi- dos garantia que, em menina, Virginia teria privado com uma idosa imigrante irlandesa, chamada Bridey Murphy Cockell, embora não fosse claro como e' que poderia ter aprendido tantas coisas sobre a Irlanda. Para muitas pes- soas, Bridey converteu-se na prova da rcencamação. O c. i« so de Virginia pós na moda as sessões de hipnose em que. supostamente, os pacientes 'regressam' a vidas passadas. Interessante 39 CORRE¡ ri
  40. 40. Mistérios . d l *l _ ! l . l / Ç. Porque são tão temidos os quadros dos "meninos chorões"? D urante a década de 1980, um quadro do pintor italiano Giovanni Bragolin (pseudônimo dc Bruno Amadio, nascido em Veneza. em 191 I, e faleci- do em Padua, em 198 l) intitulado Crying Boy causou grande convulsão no Reino Llnido. A obra. da qual existem diversas xiersóes. mostra uma criança chorosa, de olhar triste. Nessa . iltura, o diário scnsacionalista britânico Sun lançou a ideia absurda de que o quadro propiciam o mau olhado. Logo a seguir, começou a correr o rumor de que as casas que possuíam reprodu- çóes eram propensas a incendiar-se, mas, quando isso sucedia, os quadros ticas/ am intactos. O Sun continuou a publicar supostos factos veridicos sobre os quadros, sempre associados a tragédias e desgraças. Num deles, um ¡wnsionista que possuia uma copia do C rying Boy morrer-a no incêndio da sua cara. Noutro, um oficial dos bombeiros do Yorkshire afirmava que as pinturas costumavam decorar as paredes de casas incendiadas. A histeria instalou-se e. em 1985, o jornal garantia que mi- lhares de quadros ja teriam sido queimados por pessoas receosas dos seus poderes. Os mais crédulos chegaram a dizer que o artista tinha maltratado o seu modelo, o que teria provocado . i maldição. Na foto, Tutty, um dos mais famosos dos 27 Crying Bqvs de Bragolin, que os pintou em serie, após a guerra, para os vender aos turistas que visitavam Veneza. 40 SUPER O que são as "chamadas do Além"? O s estudiosos norte-americanos de casos pa- ranormais Scott Rogo e Raymond Bayless iniciaram na década de 1970 uma investigação destinada a descobrir que verdade havena por detrás das chamadas telefónicas que algumas pessoas . itirmavam receber de familiares que tinham passado desta para melhor. O resultado das suas pesquisas deu origem a um livro, Phone' Cizllsfrnni the Dead. no qual examinavam casos como o de Mary Meredith, que relatava ter rece› bido uma comunicação da sua prim. i recém-fale- cida, precisamente no momento em que lia uma nota dentada pela mãe, em que esta lhe comuni- cava o óbito. A maioria das chamadas apenas du« rava alguns segundos, embora uma, supostamen- te, se tivesse prolongado durante mais de meia hora, e. de uma maneira geral, as vozes surgiam distorcidas por fortes interferências. Alem disso, quando os ! Íimiliarcs «lemonstravam o desejo LlL' ver o interlocutor, este negava-se. Curiosamente, o celebre inventor nortiramcricano Thomas Al~ va Edison trabalhou sem sucesso num aparelho que permitisse comunicar com os mortos. A ver- dade e que estas historias se baseiam em "provas" demasiado déheis para serem levadas a sério. Para os psicólogos que se debruçaram sobre o te« ma, o fenómeno pode ser explicado por diversas causas: a dificuldade em olvidar os seres queri- dos, o consolo de saber que se pode manter a co- municação, .i fraude pura e simples, os sonhos vindos ou a pre- senca de certas perturbações mentais. uenv
  41. 41. (iJâ _ = l . -r-«Lumawwa wJ-r/ s» li , . IE HI , Y ? uo- Suuuxhdadoa nmscuhna - Quando (he . i "nwnopuus - Vida e obra ¡h- um pf-vnis ' l ' . nita O que ainda nao sabemos sobre o l10SSO| )|. ll1CÍ-| Surdos lonas humndns Lt-utomm (nua w: Reservas de btodlwrsinluade Como vem? ! man mia-mam muralha j¡ pmhl du ms. ) u mnun mlanlil Leia a edição integral da Super Interessante no seu tablet ou smartphone i0S ou Android, com todo o conteúdo da edição em papel. A H". "T~Í: .a aims *i* "1 n 1=w2.': i. i11!'. vr'2i~z 71.: W111i v. ,i2 'ri= w~i. a:= -i1«: :r“»i< 1X1 , V , "i EXPEIIMEITEIMA inicio amam / ' Ou váawww. super¡nteressantept/ digital v” “Q
  42. 42. É verdade que a agua nao tem sabor? ão. De facto, Peter Cameron, biólogo da Univ versidade da Califórnia, demonstrou que alguns insetos, como a mosca do vinagre, possuem um gene que fabrica uma pro- teina, a PPK28, que serve apenas para saborear a água nas células do paladar. No caso dos humanos, o assunto - não foi suficientemente investigado, quanto mais não seia porque a imensa maioria diz que a água é insipida (outra coisa é sentir que são diferentes as a' 'uas de dis- tintas origens, devido ao seu conteúdo minfral). O que se sabe desde a década de 1920 é que o sabor da água depende do que comemos antes, algo demonstrado de forma sistemática, nos anos 6o e 7o, pela psicóloga Linda Bartoshuk, que publicou uma serie de artigos sobre o pós-sabor ou retrossabor da água. Durante mais de trinta anos, o dogma a este respeito foi: a água tem sabor, mas só como pós-sabor, depois de ter- mos ingerido alguma coisa. No entanto, no início deste século, alguns cientistas começaram a duvidar desta afirmação, ao descobrirem que certas partes do cére bro respondem especificamente 'a água. investigado- res da Universidade do Utah verificaram que as células do paladar dos mamíferos criam umas proteínas, as aquaporinas, que servem para transportar a água atra- vés das membranas. As aquaporinas, que também exis- tem noutros tipos de células, poderiam sera chave para o líquido vital estimular as células do paladar. Sidney Simon, fisiólogo da Universidade Duke (Estados Unidos), descobriu células específicas para a água no córtex gustativo dos ratos. Dado que outros cientistas não as encontraram, a disputa continua. O que é certo e' que a maioria dos neurocientistas pensa que o mecanismo pelo qual os insetos saborelam a água não aparece nos mamíferos. No entanto, uma vez que três quartos do planeta e dos seres vivos é água, fará sentido pensar que não desenvolvemos evolutivamente o sentido do gosto para ela? Por outro lado, experiências realizadas em França e na Irlanda do Norte demonstraram que somos incapazes de distinguir entre a água engarra- fada, a destilada e a da torneira à qual se tenha tirado o cloro. Na imagem, Jerk Ríese, um famoso escanção de águas de Berlim. 42 SUPER
  43. 43. ._ z K . -ê-Ç uniu-al' . ... ... ,_. ______ x_ [ãgü @Em Interessante 43
  44. 44. Eiêimcia Os ciclistas mais pesados têm vantagem nas descidas? Train-sc de um debate ctcmo entre os ciclistas: os magras queixam-se de que, ao desceram uma encosta ao lado de um companheiro mais gordo, têm de pedalar para se man~ / Í i ' › terem ao seu lado. enquanto ele não precisa de o fazer. y A física diz que a velocidade de queda de um corpo F _ _ à , * é indcpcndmtc da nussa: .1 vclocidadc é .1 mesma V ' ¡ ' ' para uma bola de chumbo e uma pena. No en- V à tanto. isto só é válido para o xrácuo. Em con- Ç ¡ diçõcs normais, entra em jogo . x resistência Í ~ do ar, que sustém a pena mas não A bola x de chumbo. No caso dos ciclistas, po- , _ deríamos pensar que deveriam chegar M”. ao mesmo tempo, mas nào e' assim. Quando um ciclista desce: uma cn› › ' costa, há três forças em ¡ogoz a com- _ › ' ponente do seu peso que é paralela __ _ ao solo, e que o empurra para baixo, _ ' r "-: ':'› 5T a _ x. .' e e duas tbrças de atrito. Uma. a aerodinâ- « , _, __-› ~ ' _ mim, depende da área que o corpo ofcrccc , , ("Í w a; à' ^ , ao ar. A segunda é a das rodas contra o solo. ' Um homem mais gordo oferece mais àrea, , mas o seu pcso é nmior, c é este que ganha: / ~ t a resistência do ar cresce com o quadrado J; __ da velocidade, enquanto .1 massa inñuencia .1 ' . Í r» velocidade num fator proporcional ao cubo. /" Este raciocinio só é válido para descidas em Í linha rem. Com curvas, entra cm . lção a for- ¡ ' ' ç. : centrífuga, que favorece os magros. l 44 saven
  45. 45. "lt l _ l › t K 9.a' ' 5 . ___ «'/ __ › cg_ A' 1 z i¡ , Pi ¡S! il' _J ÚEITY Especial P&R Existe algum método cientíñco de pôr os atacadores? m essência. há quatro fomaas de o fazer: em zi- guezague por todos os ilhoses; em ziguezague a cada dois ilhoses; a laçada rápida, que se usa nas sapatarias (um lado corre em ziguezague, enquan~ to o outro vai diretamente do primeiro ao último ilhós); e a laçada militar. Esta última foi concebida para ser fácil tirar as botas em caso de ferimento num pe', pois basta meter uma faca por baixo dos atacadores para os cortar de alto a baixo. As laça› das que requerem ; itacadores mais curtos são a de ziguezague por todos os ilhoses e a militar; a que exige um atacador mais comprido e- a Iaçada rapida. Se duvida, tem duas opções: fazer a experiencia com cada uma das laçadas ou, o que e' bastante mais fácil, usar o teorema de Pitágoras para calcular o comprimento necessário. Porque embaciam os vidros dos carros? or uma razão muito simples: estão sujos. Para isso acontecer, é necessario, evi- dentemente, que haja muita humidade no ar. Nessas condiçôes, tal como acontece com os espelhos da casa de banho, os vidros dos car- ros e as janelas das casas cobrem-se de uma ñna camada de gotas de água porque, embora pareçam limpos, não o estão. Se estivessem imaculadamente limpos. a água cobri-los-ia de uma fonna mais ou menos uniforme, e o que teriamos seria um vidro molhado, pois as moléculas do ridro exercem uma forte atra- ção sobre as da água. O cmbaciaixiento do vidro e' semelhante ao que acontece quando vaporizamos com água uma superfície ence- rada ou engordurada: a força de atração entre as moléculas da água é maior do que entre as da gordura e as da água (o contrário do que 'acontece no vidro). Isso leva à formação de microgotas de água por toda a superficie, exatamente o mesmo que acontece com as gorduras que estão no vidro, embora não as iriamos. Interessante 45
  46. 46. Tecnologia Hárobôs artistas? odos os agentes sonham com eles: chegam pontualmente aos concertos e às gravações, não se drogam, não bebem, não destroem quartos de hotel e, .. não cobram. São os Z-Aiachines (nas fotos), três robôs japoneses muito talentosos: um teclista, um guitarrista (toca doze cordas com os seus 78 dedos) e um baterista com 22 braços. Cravaram um mini-álbum com os temas compos- tos para eles por Squarepusher, um produtor britânico que tenta investigar se os androides podem interpretar peças "emocionalmente atrativas". Há outras bandas robóticas. como os Compressorhead, que se dedicam ao heavy metal. A questão é: quando comporão as suas próprias canções, em vez de se limitarem a tocar as dos humanos? A verdade é quejá há máquinas que o fazem. O lamus, por exemplo, é um computador da Univer- sidade de Málaga (Espanha) que compôs nove peças de música clássica contemporânea. Foi programado com certas instruções (por exemplo, que um pianista não pode tocar um acorde de dez notas só com uma mão) e, a partir daí, com alguma informação prévia, o seu algoritmo leva cerca de oito minutos a criar a com~ posição. As artes plásticas parecem ser uma atividade exclusivamente humana, mas não será por muito tempo. O robô-pintor e-David, da Universidade de Konstanz (Alemanha) é um braço controlado por com- putador que utiliza cinco tipos de pincelada e 24 cores para pintar quadros que ninguém atribuiria a uma máquina. O e-David parte de uma fotografia do tema a representar e calcula os movimentos necessários para converter a imagem num desenho ou numa pin» tura de diferentes estilos. Evidentemente, o robô não tem consciência, Iimitase a tomar decisões e ajustar os seus movimentos em função do que vai fazendo. o que, por si só, lá é um grande avanço. Outros exemplos indicam que talvez estejamos a aproximar-nos do ponto a partir do qual as máquinas poderão ser chama das "artistas". O Painting Fool, criado por Simon Col- ton, professor de computação no Imperial College Lon« don, e' um programa informático que aprendeu a reco- nhecer as emoções humanas. Quando se lhe fornece informação (noticias, uma história. ..) cria uma imagem para ilustrá-la. O programa escolhe a paleta de cores, os materiais e a técnica, sem intervenção alguma, e pinta quadros que já foram expostos com êxito. Colton está agora a trabalhar numa versão literária (lvvriting Fool) que possa escrever poemas. 46 saves¡ 3 = 1° E. â O ›
  47. 47. _r/ 4.1 Q o¡ n C S S 0. r Q t n Í
  48. 48. no w ê Í -t 9 G n › x Tecra ologia A/ RIAA/ Dq __-"' 7- '- í' / Os diiigíveis têm futuro? . i 77 anos que os dirigiveis estavam mortos, desde que o zepelim alemão LZ 129 Hmdenliurg ardeu em Novajersey', no dia 6 de maio de 1937. Uma faísca incendiou o hidrogénio que sustinlm a nave e causou a morte de 36 pessoas. Ditou também o ñm dos primeiros ieículos aéreos dirigidos, utilizados com êxito em trajetos de longo curso nas três primeiras décadas do seculo XX, para fins civis e militares. Res- suscitam agora graças a projetos que poderão ; itivar rotas inacessiveis aos reatores comerciais ou de carga, que necessitam de grandes e dispendiosas pistas de aiterragem. par. ) já não falar da redução da poluição. A empresa noi1e~amer1cana Aeros e a islandesa lcelandair Cargo projetam uma nova ligação aerea no Ártico, com rotas a passar pela Sibéria, pelo Alasca, pela Gronelân- dia e pelo norte do Canada. Serão efetuadas pelo Aeros- O que é um hackathon? tata-se de um encontro de programadores (embora também possam comparecer desenhadores, analistas de sistemas ou empreen› (lCLlOÍCS) que se reúnem em eventos que podem durar um dia ou uma semana para desenvolverem em conjunto sqfhvart aberto. Trata-se de pro- gramas que fazem parte do domínio público ou que, depois de adquiridos, pode ser livremente utilizados, copiados, modificados ou distribuidos. O termo provém da conjugação das palavras inglesas huck e mnratlion, e evoca a verdadeira maratona de tempo destas reuniões, que dão por vezes origem a imagens de participantes a dor- mirem com a cabeça sobre o teclado, a tomarem 48 seven cruft, um dirigivel de descolagem e aterragem vertical, com capacidade para pousar em qualquer superficie, mesmo sobre água: liberta helio pressurizado para subir e volta a pressurizai-lo para descer. O protótipo de médio curso, denominado Dragon Dream, com uma envergadura de 34 metros e 15,4 de altura, ultrapassou com êxito diversos testes e demonstrações de desco- lagem. O primeiro voo está previsto para 2016 e as empresas contam ter 24 aeronaves ativas . nte 2020. Por sua vez, a empresa britânica Hybrid Air Vehicles desen- volve os Airlandtr, dois dirigiveis igualmente elevados a Iiólio que podem . iterrar em terra, na água e no gelo. 0 primeiro, nãotripulado (na foto), pode permanecer cinco dias no ar e funcionará como plataforma para comunicações, vigilância, investigação. " O segundo transportará passageiros e até 200 toneladas de carga. bebidas energéticas ou a devoraremjusrjood no meio dos monitores. Os hackathous são convo- cados com diferentes objetivos e representam o espírito ¡uzcker na sua ; iceçño mais positiva, pois estimulam a inovação, o trabalho em equipa e a aprendizagem. Contam. frequentemente, com uma abordagem social e solidária, mas alguns são competitivos, convocados por grandes empresas tecnológicas e da internet para encontrar talentos. A maior parte dos lmckatlimts são realizados com propósitos definidos: desenvolver um programa que possa colmatar necessidades específicas, tra- balhar com um sistema operativo ou uma lingua' gem de programação concreta, criar aplicações. .. u
  49. 49. ii' f' 1” : irá: _auuznur-«qoliicaiq um_ ~. ›a¡u¡-¡Í.1I| Ir-àI; l[. a¡- " . ur, 1qI4llkIII-sl~IMlIIP1-'-v(IIHJÀÍÇIHHIIBIIHF 'unit-L rzJãi-nu. ulucÍllllldlllls, QHJQHPM. mala-nu- V Alfama. : Ilnawqqana manualsma- IV . -lll ain't-u. .Ullillllh I-IlI›. 1l-I1I) ¡Iaivlcuunlln-. ioliix-: Ik uniu lundi” ll: llrvl| llll-óc)_líllllll~ -~ _ ur 'lmucuiioide "n atanplu_ oi-. úíaitírsr. › nur-uni¡udnui-¡wuiulu 'vu-tb #lr-amu §ÀvIlU§ãh| ll| ,l"~"'¡ Iln-amvíi-. L--llliurlíl-nl? -rit , . ol4-A1_›Luiriuu1. . M314 “treina-Ju Iluhkumllllol, uumirmur, mw. anuais_-wxaunguaiin-nrgiin; :qrtliulu: IMINIM. .allqnüllllllikiil '-'lll'llli'lltllilêllllãt›r vItym : :ufm w<. ídlt. 'itlnuxli ; r.›u-<ihn-nreniqni›nn nmnomrn . tvq-Yvrxf : uniu-h -i-iunu--iqnun qiliuum: 'naun-n. bi-uniigunlini-tu; -l-aquxxi--aw-_i-Iiv-l, «sm-mn» 'UÍllHütlíi-_Iciun.41'51"'"Ft-*ntlglhwilltvgllhllglliil'Illlull' ¡Hl'i›, i": r'~ir= nio-alhnapp IIIIIn-? HvJ-Il- u'. num» ¡u-ivlitiicv-qu--irn “IHRIIHII dux-(Iluirun-rdnnpiiltwtiq-cuvlni-luleiru. . ; auguuawausaliíínmitziiu-. .Chiluliniiivan'. .. culminou «uu FInIÚ-¡ín-vlrt- lU--it)lng'r. ›-«-<~ ÍíJoi-r. : nruliln-. I. II'~Iiiê-íâllftllvllIIKUIHI- n( VJHIÍIIHIA. ,II ¡ullktticlnx m¡ uiiayglcunoll~i » m». 'iáí-ul. ílnnual- mlillllln»- nnJn-. vrimciukuí. n-, Ir ›lr'I| l'1I'IIIfl lJIlS1IIl-3 'I. V'-I'IIII gtlitnn -uu . XÃwIl-rIILm-l: illll| lllllllWlllÍ"- a › -i› . P-lggllr, nrqlpiu, »nun urawxu» lll< iu-i-lm-i. din-n nú; N. 4 g¡ii1i°-')Ivr~uu›~n: oi “Hong, ;Laul-riqv-rvj- J . Hu~quilu-! Pr-rcarullhg, 'Jin Marina. ?actumohuurlmuy mir 'al-. iboliior-Ilí-«t uv t' ll l 'vma-HL nxmtilltlnutqswztr-luukui: rwujlu-lluini uni-un. IhlÍJvlI-IIIQJJII 'UJiOlÚI-Jllrãt: Ir-. v¡-. ç,1.ü1kn[. ~ ellñrlllllãllllk” 31;¡ nun-jp¡ u cI-Jytlñscat-u-aíllliío--hr-'ilch o ur-. Mñnlir «I
  50. 50. Tecnologia O que sao os datastzcks? N a corrida para emagrecer os dispositivos desti~ nados a -ammzenar dados, o próximo passo será dado por memóriasjitzsh com a espessura de uma folha de papel, que irão reformar os USB. É isso que preten« dem os DiztaStickics, o protótipo de uma start-up de Nova Deli. Os DatnStickies são colados sobre um painel ODTS (superñcie de transferência de dados óticos). colocado sobre a superfície de portáteis, tablets, moni~ tores. .. É o adesivo condutor que cola os DntaStickies ao 5 *a ~-~_: .;_= “-a_. r_'____ ~~<_-. *;_ __ _- i -« . *z -, , V. - l. ''~ l l . .a Fx* - . . x¡ N' 1:: x 'N 5:- v: .___ th_ 56' às «a Q _ 4 ODTS que transmite os dados. O dispositivo é reutili- zavel e baseia as suas propriedades num novo material que se esta a transformar numa panaceia tecnológica: o grafeno. A substância, fonnada por carbono puro, surge em camadas com a espessura de um átomo; uma pequena folha poderia guardar imensos dados. A tim de poder ser transformada num DutnStirktv, seria colocada entre duas camadas protetoras, das quais uma incluiria o adesivo transmissor. O que é a poeira inteligente? m diminuto enxame de sensores que se movem pelo corpo humano para »verificar o estado de saúde; que percorrem as colheitas em busca de para- sitas c pragas; que reúnem informação no campo de batalha; que se disseminam pelo betão de uma pon- te para detetar potenciais fendas; que comprovam a liabitabilidade de um planeta. .. A imaginação é o limite. Referimo-nos à smartdust, ou poeira inteli~ gente (grãos eu particulas). sensores microscópicos que poderiam captar quase tudo (humidade, tem- peratura, substàncias químicas. movimento, ondas cerebrais) em toda a parte. Este conceito de origem militar surgiu no início dos anos 90, nos trabalhos de pesquisa da DARPA, ;i Agência norte-americana 50 seven de Investigação de Projetos Avançados de Defesa. A poeira inteligente sem formada por minúsculos sem sores baseados em sistemas microeletromecánicos. de tamanho milimetrico, embora se esteja ; i traba- lhar para reduzi-los ainda mais, até alcançarem a es- cala do micrómetro (milionesima parte do metro). Um desses dispositivos seria um microcomputador de baixo custo que controlada os sensores e trans- mitiria por radio, a curta distância, a infomiaçaio reunida. As particulas, ao juntar-se. formariam redes muito eficazes para monitorizar edificios, pessoas, espaços amplos. .. Esta tecnología miniaturizada também poderia ameaçar a privacidade e a liberdade das pessoas. DAVASVICKI! !
  51. 51. «tm -r , _f As revistas do grupo ívíotorpress Í pela escolha do consumidor . . 1 Até , PREPARÍ SIPARAUHI ' LHAPMSISIHIIÀS' ,1 - 410% ' ', ~' " m' ' J . ... ... ... ... ... ... ... .vr. ... .. u' 'W' "“ 'i2 - f” " _nasua-nunca_ u mu¡ " 4: lvf_ péiicríh? " 'l ' BARRIGA ' : l ; lavar _ ! à _qr J. ..? , - 53¡*"'73'°§§: ,3,J- 5 E à. . Éíxgzs. . k « 'VH ? FHM ' r N z ' * . r . ts' , ' . “ v 4 * . n, ___ ( ~ . .d '* qua. . ¡gpvjzgj I f, 'w x f: : r¡ 3'? Í M_ . -I " ~ ' 1!' x. “7'~'-h31.›. z°°¡"°“" BÊ". .*'. 'FE~'&°ÉP 7** / ' “' A, war? " . __ -u ' g o . r 2-3 "4Â. f;; ;¡_ ; _-, ~ : _.. "" 7_ o ¡' '~j_-___ r-- --""""""r : nun-p t ; r-ç¡ uu l _Jar-v_ nã_ grítrõuvrnyqlrsÀe/ rtooníugkul th' › l 'i › ai": j¡ 1 * -2. -: _. . ro - lâà _r__›_ . , q” ou. M' . ..r A¡ . . v¡ .
  52. 52. ¡naum! !(00111 52 : um: /1 ¡ ko! f¡ Vu I . W lí( w u*
  53. 53. Especial P&R ›_-«-. ~C' . .j nde se fabricam os_ manequins a mcarsastenrsuars? a * satfabrlca de tudo o que é possivel e lmaglnável, a China não poderia ter passado ao lado dos manequins. Estes bonecos pen- sados como suporte de roupa e adereços ---r dãoànaodaurmdosede estilo. Dos modelos realistas, sóbriose inexpressivos de há algumas décadas, pas- sou-se a toda uma nova gama de opções. Há mane- . .. ' Í autos extraordinariamente esbeltos, abstratos e dificil- ______Q'| _ê| fl§g humanos, deformados com determinada inten- ção, esquemáticos ou exageradas. Extremar as formas sensuais é uma tendência que tem vindo a ganhar a¡ ~ ~ « terreno, sobretudo à medida que, na moda feminina, 'seexpandia o uso das roupas sexy e mesmo provo- cantes que começaram a ser vulgares a partir dos anos 7o. A imparável indústria chinesa, alheia à mora- lidade local de um pais repressivo em muitos aspe- tos. especializou-se em manequins cheios de curvas ç_ __ irresistjyeis. As fábricas onde se dá forma a estas muliieres tão artificiais como excitantes, e também a bonitos verões, repartem-se por toda a geografia do ~ - ¡gtande palsasiátimmas abundam principalmente nas ' “províncias de Cantão, situada na costa sui, perto de *'_ Hong Kong, e de Jiangsu, na costa central, com capital em Nankin. Na realidade, o fabrico destes figurinos _ _remonta à civilização egípcia, da qual se conserva um de madeira, sem braços, encontrado junto a um cofre de roupa no túmulo de Tutankhamon. 0 costume teve continuidade na Grécia e em Roma, onde muitas damas de alto coturno faziam executar bonecas com as suas próprias medidas. No século XVI, começou a utilizar-se o termo "manequim", do - -^ -flumengo manneken (homenzinho), embora muitas pessoas continuassem a utilizar o termo "boneco". Os do século XVllI eram de madeira, e por vezes articu- lados. Depois, apareceram os de vime e papel mache'. O manequim de corpo inteiro e tamanho natural chegou --com a Revolução Industrial, altura em que começou a usar-se também cera para dar mais realismo aos traços do rosto. Finalmente, impôs-se o uso do plástico e, mais recentemente, da fibra de vidro. Interessante 53

×