Arquiteturas de Negócio

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Conceitos de arquiteturas de negócio e o seu uso para a melhoria da eficiência de implementações BPMS.

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Arquiteturas de Negócio

  1. 1. Arquiteturas de Negócio como Ferramenta Estratégica para Aumento da Eficiência Operacional de Implementações BPMS<br />Palestrante: Marco Aurélio S. Mendes<br />marco.mendes@arkhi.com.br<br />Autores: Marco Aurélio S. MendesAlcebíades Araújo<br />Alcebíades Araújo<br />
  2. 2. Objetivo desta palestra<br />Apresentar como arquiteturas de negócio podem facilitar a implementação de suítes BPM (BPMS).<br />
  3. 3. Um caso comum mas real – A promessa<br />
  4. 4. Um caso comum – A realidade.<br />
  5. 5. Cenário comum nas organizações<br />Longos ciclos para entrega de serviços e pressões das áreas usuárias<br />DOI (Desorganização informacional)<br />Falhas no “fazejamento” estratégico e sensação de impotência<br />
  6. 6. A estrutura de uma organização...<br />...é como a estrutura de qualquer sistema complexo.<br />
  7. 7. Empresas são organismos complexos<br />Por dentro, uma organização possui uma arquitetura que estrutura pessoas, processos, sistemas, informações e regras, que processam milhares de transações de negócio por dia.<br />
  8. 8. Arquitetura de Negócio<br />Toda empresa possui uma arquiteturainstalada que estrutura o seu negócio.<br />Uma boa arquitetura do negócio pode ser a diferença entre uma:<br />organização responsiva e eficiente ou uma<br />organização reativa.<br /> Como seria é a arquitetura de negócio da empresa que você trabalha?<br />
  9. 9. Anti-exemplo: Arquitetura JABOWS<br />Um grande banco Brasileiro investiu anos na criação de WebServices para criar uma “camada de serviços e processos” que isolasse os seus elementos de plataforma alta.<br />Ao final de 3 anos, eles criaram apenas um “punhado de WebServices”.<br />Sem governança de serviços.<br />Sem entendimento do valor agregado de cada processo.<br />Sem entendimento da natureza da organização e da sua arquitetura de negócio.<br />Lição aprendida: Banco está desenvolvendo um programa de governança e de desenvolvimento de uma arquitetura corporativa.<br />
  10. 10. O mito da TI como centro do universo e as leis da automação de Bill Gates<br />“A primeira lei de qualquer tecnologia é que a automação de um processo eficiente irá aumentar a sua eficiência”, Bill Gates<br />“A segunda lei de qualquer tecnologia é que a automação de um processo ineficiente irá aumentar a sua ineficiência”, Bill Gates<br />
  11. 11. Construção de capacidades corporativas<br />
  12. 12. Construção de capacidades corporativas<br />Tarefasbásicas<br />Excelência<br />Ruptura<br />Compreensão profunda de processos de negócio nucleares.<br />Processos básicosde gestão.<br />Automação e BPMS<br />
  13. 13. Os processos de negócio e a infraestrutura de TI, juntos, produzem as capacidades necessárias à organização para entregarem seus produtos e serviços, considerando os objetivos, metas, modelo operacional e a arquitetura da organização.<br />A natureza de uma organização é fornecida pelo modelo operacional.<br />Construção de capacidades corporativas<br />
  14. 14. Modelo operacional - Exemplos<br />Integração dos processos<br />Padronização dos processos<br />
  15. 15. Tipos de modelos operacionais<br />Integração dos processos<br />Padronização dos processos<br />
  16. 16. Tipos de modelos operacionais<br />Integração dos processos<br />Padronização dos processos<br />
  17. 17. Os modelos operacionais como obter maior valor de ferramentas BPMS<br />Serviços de dados<br />Serviços Corporativos<br />Serviços de Negócio<br />Serviços de Interface<br />Serviços de dados<br />Serviços Corporativos<br />Serviços de Negócio<br />Serviços de Interface<br />Serviços de dados<br />Serviços Corporativos<br />Serviços de Negócio<br />Serviços de Interface<br />Serviços de dados<br />Serviços Corporativos<br />Serviços de Negócio<br />Serviços de Interface<br />Serviços de Infra<br />Serviços de Infra<br />Serviços de Infra<br />Serviços de Infra<br />Sem padrão<br />Parcial<br />Padronizado<br />
  18. 18. Fauna de ferramentas BPMS<br />Tipos de ferramentas<br />
  19. 19. Fauna de ferramentas BPMS<br />Uma visão mais detalhada:<br />Workflows clássicos.<br />Automação de formulários e documentos (GED).<br />Modelagem de processos de negócio.<br />Simulação de processos.<br />Portais e mash-ups.<br />Orquestração de processos de negócio.<br />Execução/Motor de processos.<br />Motor de regras (RuleEngine)<br />Arquiteturas Dirigidas por Eventos (EDA)<br />Controle estatístico e monitoração de processos de negócio.<br />Integração – Barramentos de serviços/ESB.<br />Repositório de serviços para governança SOA.<br />
  20. 20. Metas e Objetivos<br />KPIs<br /> Missão e Visão<br />Define os limites estratégicos<br />Modelo Operacional<br />Estabelece<br />prioridades<br />Aprendizado <br />Exploração<br />Arquitetura Corporativa<br />Capacidades fundamentais<br />Fundação para execução<br /> Processos de negócio + Infra-estrutura de TI + Gerência <br />Fonte: Architecture as Strategy: Creating a Foundation for Business Execution,<br />J. Ross, P. Well, D. Robertson, HBS Press, Junho 2006<br />
  21. 21. Negócio - Mapas estratégicos, modelo operacional, a descrição dos processos de negócio essenciais, atores de negócio, fornecedores.<br />Informação – Dados chave que conectem os processos, modelo de dados corporativo.<br />Aplicações – Aplicativos, bases de dados e APIs de interoperabilidade com atores de negócio.<br />Tecnologia – Plataformas de hardware<br />O que contém a arquitetura corporativa?<br />
  22. 22. Exemplo real do valor da arquitetura corporativa<br />Duas grandes empresas de TELECOM em um complexo processo de fusão.<br />Meses de trabalho nos dois lados tentando adaptar seus processos à outra parte.<br />Após muitos insucessos, uma consultoria externa propôs um caminho do meio.<br />Um caminho do meio é uma terceira alternativa, melhor que as duas primeiras.<br />Neste caso, o modelo eTOM foi usado para fornecer um modelo de referência de uma empresa ideal de TELECOM.<br />Uma análise de gap foi realizada contra esta “arquitetura de negócio” e as ações derivadas permitiram a operacionalização da fusão.<br />
  23. 23. O que poderia conter uma arquitetura de negócio<br />Produtos de trabalho típicos de uma arquitetura de negócio<br />Modelos de motivação de negócio (ex: OMG BMM).<br />Modelos da organização (ex: EA/Zachman Framework).<br />Análise de gaps a modelos de referência como o<br />eTOM (TELECOM), <br />MES (Manufatura na Engenharia), <br />SCOR (SupplyChain)<br />ITIL (para TI) e <br />legislações governamentais de agências reguladoras (ex: empresa ideal da ANEEL).<br />Modelos de processos (ex: OMG BPMN ou XPDL).<br />Modelos de regras de negócio (ex: OMG SBVR).<br />
  24. 24. Cenários de benefícios de uso de uma arquitetura corporativa<br />
  25. 25. Racionalização do uso de ferramentas BPMS<br />
  26. 26. Conclusões<br />Suítes BPM são uma excelente ferramenta para organizações, mas requerem análise cuidadosa para geração de valor nas organizações.<br />BPMS por BPMS pode ser uma forma cara de criar uma arquitetura JABOWS em uma organização<br />JABOWS – Just a Bunchof Web Services<br />Arquiteturas de negócio permitem analisar a natureza de uma organização e compreender verdadeiramente os processos nucleares de uma empresa.<br />Palestra e informações complementares disponíveis em http://blog.marcomendes.com. <br />
  27. 27. Tipos de modelos operacionais<br />Integração dos processos<br />Padronização dos processos<br />

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