Projeto Transporte Rodoviário Carga

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Projeto Transporte Rodoviário de Carga

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Projeto Transporte Rodoviário Carga

  1. 1. Projeto de Venture Capital<br />1<br />
  2. 2. INDUSTRY<br />2<br />
  3. 3. Start Up<br />3<br />
  4. 4. Principais Produtos<br />4<br />
  5. 5. Complexo Soja<br />5<br />
  6. 6. Produção de Soja<br />6<br />
  7. 7. Milho<br />7<br />
  8. 8. Açúcar<br />8<br />
  9. 9. Adubo<br />9<br />
  10. 10. Mercado Alvo<br />10<br />
  11. 11. Commodities Agrícolas<br />11<br />
  12. 12. Interações Operacionais<br />12<br />
  13. 13. Abrangência Geográfica<br />13<br />
  14. 14. Vantagenscompetitivas<br />14<br />
  15. 15. Armazenagem x Produção<br />Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />15<br />
  16. 16. Grau de Dependência do Modal Rodoviário<br />Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />16<br />
  17. 17. Prioridade das Parcerias de TRANSPORTE<br />Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />17<br />
  18. 18. Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />Utilização da Ferrovia<br />18<br />
  19. 19. Curva de Eficiência - Ferrovia<br />Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />19<br />
  20. 20. Motivos para não utilização de Ferrovias<br />Centro de Estudos em Logística - UFRJ<br />20<br />
  21. 21. UP GRADE<br />21<br />
  22. 22. Valor Agregado<br />22<br />
  23. 23. Materiais Eletricos<br />23<br />
  24. 24. Parts<br />24<br />
  25. 25. Siderúrgicos<br />25<br />
  26. 26. Eletrônicos<br />26<br />
  27. 27. Crescimento<br />X<br />Estrutura<br />27<br />
  28. 28. Evolução da Frota<br />28<br />
  29. 29. + 6<br />6<br />3<br />Evolução da Estrutura <br />29<br />
  30. 30. PONTOS FORTES<br />30<br />
  31. 31. Geração de valor <br />x <br />baixa alavancagem<br />31<br />
  32. 32. Crescimento modular<br />32<br />
  33. 33. Elevada participação de custos variáveis<br />33<br />
  34. 34. Baixa necessidade de capital de giro<br />34<br />
  35. 35. Baixo overhead<br />35<br />
  36. 36. Ativos fixos com boa liquidez<br />36<br />
  37. 37. Pontos de atenção<br />37<br />
  38. 38. Motoristas<br />38<br />
  39. 39. Cargas<br />39<br />
  40. 40. RISCOS<br />40<br />
  41. 41. Crash<br />41<br />
  42. 42. Mitigação<br />42<br />
  43. 43. Offshore Company<br />43<br />
  44. 44. Manutenção<br />44<br />
  45. 45. Lucros Cessantes<br />45<br />
  46. 46. Reservas Acumuladas<br />46<br />
  47. 47. Controle da Operação<br />47<br />
  48. 48. Controle via Rastreamento<br />48<br />
  49. 49. Controle via Rastreamento<br />49<br />
  50. 50. Controle via Rastreamento<br />50<br />
  51. 51. Entendimento do Ganho Financeiro<br /><ul><li> Há um desembolso de recursos muito reduzido na aquisição dos veículos.
  52. 52. Em média, 95% da compra é financiada por capital de terceiros.
  53. 53. Os 5% restantes ficam por conta de pneus, emplacamento e outras pequenas despesas.
  54. 54. Ou seja: A estrutura é montada com baixíssima alocação de capital próprio.
  55. 55. Além disso, a estrutura de carência da operação proporciona um fluxo financeiro positivo no primeiro ano, o que impacta positivamente na viabilidade financeira da operação</li></ul>51<br />
  56. 56. 52<br />F I M<br />

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