Gestão para a renovação paroquial.pe.jose carlos

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9º Congresso Nacional de Gestão Eclesial

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Gestão para a renovação paroquial.pe.jose carlos

  1. 1. INDICAÇÕES FUNDAMENTAIS DOS ÚLTIMOS DOCUMENTOS DA IGREJA
  2. 2.  Exposição teórica e interativa;  Questionamentos que provoquem reflexão;  Sugestão bibliográfica para aprofundamento do tema;  Esclarecimento de dúvidas;  Questões para reflexão (se houver tempo)
  3. 3. UMA NOVA PARÓQUIA OU UMA PARÓQUIA RENOVADA?
  4. 4. Nova paróquia: O rompimento com a estrutura atual de paróquia e a construção de uma nova estrutura paroquial;  Paróquia renovada: A renovação das atuais estruturas, tornando-a mais missionária, participativa, enfim, Co 
  5. 5.   Paróquia renovada ou nova paróquia não significa o desmantelamento, ou a erradicação total do atual modelo de paróquia; Significa a renovação das suas estruturas, do seu ardor missionário e, sobretudo, a renovação de mentalidades;
  6. 6.     1) Renovação das suas estruturas (D.Ap. n. 172); 2) Torná-la missionária (D. Ap. n. 173); 3) Torná-la Comunidade de comunidades (D. Ap. n. 170ss); 4) Investir na formação de leigos missionários (d. Ap. n. 174);
  7. 7. Passar de uma paróquia centralizadora, para uma paróquia... REDE DE COMUNIDADES “...grupos capazes de se articular conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão” (n. 172). 
  8. 8. 1. 2. 3. 4. 5. Neste modelo de paróquia, como o padre vê e trata as pessoas? Com que tipo de pessoas ele se relaciona? Que tipo de relação às pessoas têm com o padre? Que tipo de pessoas tem contato com o padre? Se perguntássemos para as pessoas desse bairro: Quem é a Igreja? O que elas responderiam? OBS: => Essa estrutura carece de transformação
  9. 9. A renovação missionária das paróquias exige de nós IMAGINAÇÃO e CRIATIVIDADE para chegar às multidões de afastados (n. 173).    Cabe pensar: Quais os procedimentos que a minha paróquia adotou para chegar aos afastados? Quais os resultados obtidos? Que novas propostas estão em estudos?
  10. 10. Fazer um recenseamento paroquial;  Implantar ações que respondam aos desafios apontados pelo Censo paroquial. Exemplos: Implantar ou revitalizar a:  PASTORAL DA VISITAÇÃO;  PASTORAL DO ACOLHIMENTO;  PASTORAL DA ESCUTA; 
  11. 11.       1) Que as paróquias sejam células vivas da Igreja; 2) Reformulação de suas estruturas; 3) Redes de Comunidades; 4) Setorização de suas áreas geográficas; 5) Descentralização de suas atividades; 6) Formação de discípulos missionários;
  12. 12. Capelas Comunidades Pastorais Movimentos Comunidades Comunidades Setores Comunidades Matriz Comunidade Grupos de Reflexão Comunidades
  13. 13.  Celebrações;  Formações;  Conselhos;  Atividades Pastorais;  Confraternizações;  Vida de Comunidade...
  14. 14. 1. 2. 3. A setorização da paróquia; Integração de Comunidades, m ovimentos e grupos; Revitalização das Comunidades
  15. 15.  CONVERSÃO PASTORAL  Conversão dos ministros da Comunidade;  Protagonismo dos leigos;   TRANSFORMAR AS ESTRUTURAS; NOVAS LINGUAGENS PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ;
  16. 16.     Criatividade para atender melhor as pessoas; Formação de pequenas comunidades que favoreçam os valores do relacionamento interpessoal; Confiar aos leigos ministérios e responsabilidades; Preparar agentes de pastoral para essa nova mentalidade;
  17. 17.      Priorizar a catequese como elemento fundamental à iniciação da vida cristã; Abertura para a presença e atuação dos jovens; Atenção a liturgia para que a celebração seja compreendida como real encontro com Cristo; Evangelizar através do exercício da caridade; Cultivar a postura de acolhimento e de perdão;
  18. 18. 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. O que você vê nessa ilustração? Qual modelo de Igreja e de Comunidade é aqui representado? Por que, no meio de cada grupo, há um grande livro? O que significam as setas indicando saída, atrás de cada grupo? O que significa a corrente que conecta cada grupo? Qual é o papel do CPP nesse modelo? Quem são os que estão reunidos na igreja? Outras observações...?
  19. 19.      Valorização das diversas formas de vida comunitária; Destaque para as CEBs e outras formas de novas comunidades; Formação de redes de comunidades; Setorização das paróquia em unidades menores; Valorização dos Conselhos paroquiais e das coordenações de pastoral;
  20. 20.   Se queremos que as paróquias sejam centros de irradiação missionária em seus próprios territórios, elas devem ser também lugares de formação permanente. Isso exige que se organizem nelas várias instâncias formativas que assegurem o acompanhamento e o amadurecimento de todos os agentes pastorais e dos leigos inseridos no mundo. (D.A, n 306);
  21. 21. ENCONTRO COM JESUS CRISTO (Querigma) = primeiro anúncio CONVERSÃO DISCIPULADO MISSÃO COMUNHÃO
  22. 22. HUMANA E COMUNITÁRIA ESPIRITUAL INTELECTUAL PASTORAL E MISSIONÁRIA
  23. 23. ORGANOGRAMAS
  24. 24. Pensar a gestão paroquial em: Suas metas (o quê) Os passos (como) Responsáveis (quem) Recursos (com quê) Data (quando) Lugar (onde)
  25. 25. Primeiro Passo ONDE ESTAMOS Segundo Passo ONDE PRECISAMOS ESTAR Terceiro Passo NOSSAS URGÊNCIAS PASTORAIS Quarto Passo O QUE QUEREMOS ALCANÇAR Quinto Passo COMO VAMOS AGIR Sexto Passo O QUE VAMOS FAZER Sétimo Passo RENOVAÇÃO DAS ESTRUTURAS
  26. 26. URGÊNCIAS PASTORAIS 1) Igreja: Em estado permanente de missão 2) Igreja: casa da iniciação à vida cristã 4) Igreja: Comunidade de comunidades 5) Igreja: a serviço da vida plena para todos; 3) Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral Além destas, Quais as urgências da sua paróquia?
  27. 27. Assembleias Conselhos Reuniões
  28. 28. Plano Diocesano •Diocese De Pastoral Plano Paroquial de •Paróquia Pastoral Planejamento Pastoral das Comunidades • Comunidades
  29. 29. Bispos Párocos Coordenadores (as) de Pastoral
  30. 30.  Promover reformas espirituais, pastorais e institucionais (D.E n. 191);  Abandonar estruturas ultrapassadas que não favorecem a transmissão da fé (idem);  Considerar a importância dos processos participativos de todos os membros da Comunidade (D.E n. 192);
  31. 31.  Estimular o funcionamento dos Conselhos e assembleias; Superar a mentalidade que prioriza as construções e obras materiais e abdica de investir na formação das pessoas; Apoiar os leigos para que realizem cursos de aprofundamento pastoral e mantenha a unidade com a Diocese; (n. 192)  (n. 193)  (idem)
  32. 32.    Ter uma gestão qualificada e transparente, de acordo com as normas contábeis, a legislação vigente, civil e canônica; (n. 194); Novas posturas na questão da manutenção: desenvolver fundos de solidariedade entre as paróquias e comunidades da Diocese; Paróquias mais antigas e estáveis economicamente têm o dever missionário de partilhar seus recursos;
  33. 33.   Superar a mentalidade individualista ou corporativista que poderá existir em algumas pessoas; Distribuir melhor o atendimento do clero às paróquias (missão que compete ao bispo); Manter a unidade com a Diocese, na sua diversidade de realidades; (n. 196)  (n. 197)
  34. 34. Manter vínculos afetivos e efetivos com as paróquias de áreas missionárias  Fazer a passagem de uma pastoral de conservação, baseada numa sacramentalização e com pouca ênfase na evangelização, para uma pastoral decididamente missionária  (n. 198); (n. 199)
  35. 35.      Meta: uma paróquia em estado permanente de missão; Desafio para atingir a meta: renovação da estrutura paroquial; Meios: através de sua setorização em unidades menores e da formação de agentes; Subsidio: Documento de Aparecida e seus derivados; Material humano: ter à frente uma equipe de coordenação integrada por leigos/as e, dentro dos setores, a criação de comunidades de famílias (DA, . 372)
  36. 36. LEIAM EM GRUPO AS QUESTÕES ABAIXO E APRESENTEM PROPOSTAS CONCRETAS
  37. 37. 1. Que ações concretas as Dioceses podem ter para fazer com que os padres, sobretudo os párocos e administradores paroquiais, sejam sujeitos do processo de renovação paroquial, ajudando efetivamente a transformar a estrutura da Paróquia em Comunidade de Comunidades?
  38. 38.  Muitos padres ainda não têm clareza do papel dos Conselhos e das assembleias paroquiais. Como a Igreja no Brasil (CNBB e Dioceses) poderá contribuir para que esses organismos cumpram o seu papel no processo de conversão pastoral das Paróquias? Indique procedimentos concretos.
  39. 39.  Que medidas mais concretas podem ser tomadas para que a partilha e a solidariedade sejam compromissos afetivos e efetivos entre as comunidades da Paróquia, entre as paróquias da Diocese e até entre as Dioceses?
  40. 40.  Um dos desafios para a missão da Igreja no Brasil é a má distribuição do clero. Há regiões com um maior contingente de padres, e outras com escassez. Essa realidade ocorre até dentro das próprias Dioceses. Como superar essa má distribuição de modo que encurtem os abismos e as lacunas que existem nessa área?
  41. 41. www.pejosecarlospereira.com.br

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