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AÇÃO 5| Recepção de estudantes bolsistas: recepção de dois bolsistas nas atividades       de pesquisa, criação e produção ...
Realização|sRg e Vergara Produções Artísticas & Grupo CoMteMpu’sApoios|Apoio Financeiro: Funceb, Fundo de Cultura – Bahia,...
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SAFOMera coincidência com a poetisa de mesmo nome, mas aqui, “SAFO” vem de sesafar: escapar, resistir, desviar, escorrer e...
Concepção        A escolha de Safo para realizaressa temporada se deu não somentepor ser o último espetáculo criadopelo gr...
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O Grupo CoMteMpus é um grupo de pesquisa e co-criação em dança e linguagensdo corpo, fundado em 2005 em Salvador-Ba e desd...
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Sérgio Andrade é Mestre em Artes-cênicas, pelo Programa de Pós-Graduação emArtes Cênicas da UFBA (2010), Licenciado em Dan...
Contatos|Salvador – Telefax: (71) 3431-4073 / Celular: (71) 8804-7249      Recife – (81) 96777380 / 8608-2627 (Iara Sales)...
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  1. 1. Sobre o projeto de Manutenção O projeto de Manutenção do Grupo CoMteMpu’s, ao todo, promove dozemeses de atividades continuadas do Grupo CoMteMpu’s, realizadas nas cidades deSalvador, Aracaju e Recife. Grupo fundado em 2005 em Salvador-Ba, o CoMteMpu’ssempre se caracterizou pela busca do entre pensar-fazer, dança-outro, arte-política-cotidiano. Ao longo de sua história seus integrantes passaram autonomear-se Zezasque produzem uma Dança Frouxa: uma dança movediça e por vir, disseminada emobras, projetos, intervenções, ações e afetos. Foi pensando no aprofundamento e na consolidação dos resultados emprocesso que surgiu a idealização desse projeto. Ao todo serão nove açõessubdivididas em atividades de pesquisa, intercâmbios, eventos, ações urbanas,temporadas de espetáculos, publicações e residências artísticas que se entrecruzarãode setembro de 2011 a setembro de 2012. As ações são: ACÃO 1| Encontros e Grupo de Estudos: encontros regulares para realização de ensaios, estudos bibliográficos, discussões, experimentações corporais e aprofundamento da pesquisa em curso. Essa atividade é interna, porém interessados poderão participar dos encontros mediante a solicitação prévia. Zeza coordenador: Sérgio Andrade AÇÃO 2| Organização de acervo e produtos culturais: catalogação de acervo e elaboração de identidade visual para os produtos culturais do grupo. Atividade interna. Zezas coordenadores: Mariana Gottschalk e Eros Ferreira. AÇÃO 3| ZeZOU – Zonas de Ocupação Urbana: quatro zonas de ocupação em quatro bairros de Salvador. A cada edição será convidado um artista (ou grupos/coletivos) que junto ao Grupo CoMteMpu’s coordenará ações artísticas no local na buscando de tensões entre dança, corpo e espaço urbano. Outros artistas, estudantes e pesquisadores interessados em participar da elaboração das intervenções poderão se inscrever por convocatórias lançadas no blog Zezolândia. Todas as ZeZOU são gratuitas e abertas ao público geral. Zeza coordenador: Sérgio Andrade e Iara Sales AÇÃO 4| Painéis: apresentações públicas de resultados alcançados pela pesquisa em andamento na Ação 1. Serão realizados quatro Painéis ao longo do projeto, podendo ser em formatos diversos: performances, exposição, debates, intercâmbios, colagens, publicações, aulas públicas etc. Atividade gratuita e aberta ao público geral. Zezas coordenadores: Iara Sales e Victor Hugo
  2. 2. AÇÃO 5| Recepção de estudantes bolsistas: recepção de dois bolsistas nas atividades de pesquisa, criação e produção no grupo. Os bolsistas permanecerão por seis meses no projeto alimentando, mutuamente, seus processos individuais de pesquisa e formação artística e as atividades em curso do Grupo CoMteMpu’s. A seleção dos bolsistas se dará por convocatória lançada no blog Zezolândia em Setembro de 2011. Zeza coordenador: Victor Hugo AÇÃO 6| Mostra de repertório local: temporada do espetáculo Safo (2009) em Salvador. RELEASE EM ANEXO. Zezas coordenadoras: Mariana Gottschalk e Natália Matos AÇÃO 7| Mostra de repertório regional: circulação pelas cidades de Aracaju – SE e Recife – PE dos trabalhos: (Semi)novissíssimos, ainda sem nome (2007); Safo (2009); Out- doors 1 (2008). Serão realizados também dois encontros, um em cada cidade, com estudantes dos cursos de graduação em Dança e Artes Cênicas locais para discutir a temática de “Continuidade de Pesquisa em Dança em Processos Colaborativos de Grupo”. Zezas coordenadoras: Iara Sales e Natália Matos AÇÃO 8| Manutenção do blog Zezolândia: continuidade da programação ativa do blog Zezolândia. Nesse espaço virtual são divulgadas as ações e convocatórias do projeto de manutenção, além de postagens de registros e novos desdobramentos da pesquisa em curso. Zeza coordenador: Eros Ferreira AÇÃO 9| Publicação de um compêndio: publicação impressa de um compêndio ilustrado sobre os sete anos de pesquisa e atividades continuadas do Grupo CoMteMpu’s. A publicação será composta por textos produzidos pelos integrantes do grupo em pesquisas acadêmicas e postagens no blog Zezolândia, além de artigos de pesquisadores locais convidados a desenvolverem temáticas afins. Zeza Coordenador: Sérgio AndradeFicha Técnica|Manutenção do Grupo CoMteMpu’s – Linguagens do Corpo*Zezas: Aristina (la moñeca), Eros Ferreira, Iara Sales, Mariana Gottschalk, NatáliaMattos, Sérgio Andrade e Victor HugoArtistas Colaboradores: Aldren Lincoln, Carol Diniz, Milianie Mattos e Tonlin ChengBolsistas: Aline Niere e GathàEquipe Técnica: Rivaldo Rio, Milianie Matos, Luís Parras e Paula DamascenoProgramação Visual: Tiago Ribeiro (fulaninho, fuleirinho, fuleiro)Assessoria de Imprensa: Tati RabelloArgumento e Direção Geral: Sérgio AndradeProdução Executiva: Raema Nascimento e Sérgio Andrade
  3. 3. Realização|sRg e Vergara Produções Artísticas & Grupo CoMteMpu’sApoios|Apoio Financeiro: Funceb, Fundo de Cultura – Bahia, Governo da Bahia.Apoio: Centro Cultural EnsaioContatos|Salvador – Telefax: (71) 3431-4073 / Celular: (71) 8804-7249Recife – (81) 9677-7380 / 8608-2627 (Iara Sales)Blog CoMteMpu’s: http://www.zezolandia.blogspot.comE-mail: comtempus@yahoo.com.br
  4. 4. --Releases
  5. 5. SAFOMera coincidência com a poetisa de mesmo nome, mas aqui, “SAFO” vem de sesafar: escapar, resistir, desviar, escorrer entre linhas e sobreviver em umambiente onde já não se resolve ser contra ou favor, marginal ou centro,academia ou botequim.Pulverizam-se os heróis, os contra-heróis e os anti-heróis. Posturacorpodiscursosse [des]fazem a cada situação apresentada: vestir, desnudar, agir, gritar, mover –tanto faz. Imagens se colam num discurso hiper-dadá onde tudo cabe.Nesse ambiente a coerência não busca aproximar-se da realidade, ou se opor aela. Tudo é um grande acordo onde nada mais importa além da sustentação emobilidade da imagem-corpo. Assim dizemos em coro:Tanto faz – pelo não-fazer, pela não-defesa, pelo silêncio, pela amoralidade, pelatensão que não se concretiza, pela promiscuidade, pelo deboche, pela indolência,pelo não se importar, pelo ruído, pelo desnecessário e pela simples provocação –porque é isso que se espera de nós.Para que ser um homem bomba se posso ser um “homem-chabú”: que criaalarde, fede a pólvora queimada, incomoda, mas não despedaça o próprio corpo?Imagemcorpodiscursoprovocadorobjetoritualdançacoisamultilingueideosabotagemverycrazypeople.Enfim, fizemos “mó” safadeza!
  6. 6. Concepção A escolha de Safo para realizaressa temporada se deu não somentepor ser o último espetáculo criadopelo grupo, mas, também, por ele tersido produzido num momento degrande maturidade da pesquisa doGrupo CoMteMpu’s, intitulada deDança Frouxa e Zeza. A Dança Frouxaé um ambiente de co-criação queentende a Dança como um ambiente de conflito revisor de paradigmas e padrões rígidos nonosso pensar-fazer artístico-político-cotidiano. O Zeza, por sua vez, é um codinome dadopelo CoMteMpu’s ao estado de despretensão, e certa indolência, necessário ao corpo quedança uma Dança Frouxa. Desde a fundação do grupo em 2005, os integrantes doCoMteMpu’s passaram a autonomear-se Zezas, transgredindo assim limites entre arte evida. A pesquisa do Zeza e da Dança Frouxa já se desdobrou em vários projetos dentrogrupo de diferentes naturezas, tais como: espetáculos, vídeos, performances, intervenções,textos, intercâmbio e pesquisa acadêmicas (PIBIC, Mestrado e Graduação). Em Safo, oCoMteMpu’s partiu inicialmente do cruzamento entre os contextos de subversão,marginalidade e sabotagem, os quais sempre acompanharam as produções independentesdo grupo. Iniciamos o processo de criação com observação de movimentos ditos ideológicos econtra-ideológicos, suas contradições e intersecções. Ao longo de nossa história ocidental,ao passo que encontraremos movimentos que formaram mentalidades e instituições,encontraremos também tantos outros contra-movimentos, que por uma espécie de políticade inversão e sabotagem constituíram outras mentalidades e instituições, criando um jogode diferenciação e complementaridade: a Igreja Católica e o Feudo X Protestantes; aColonização e a Catequese X Iluminismo; o Estado e a Ditadura Militar X UNE, PT, entreoutros; o Racismo e a Branquitude X Movimento Negro; o Capitalismo e a Guerra X Hippies;etc. Nesse jogo, ainda, poderíamos destacar também alguns possíveis símbolos, que a
  7. 7. depender de que lado estejam e a quais interesses atendam, ganham o título de “heróis” epassam a soar como orgulhos nacionais ou mundiais, como: o Papa e Lutero; Colombo e aRevolução Francesa; Vargas e Lula; Ku Klux Klan e Martin Luther King; Adolf Hitler e JohnLennon; entre outros. Hoje, com o que chamamos de “sistema dominante” – que com desgaste do próprioconsumo do termo, quase, se torna um entidade a qual chamamos de “o tal Sistema” –esses nomes e ícones passam a conviver como uma espécie de salada fastfood de símbolosde movimentos revertidos pelo fenômeno do “descartável”. Na lógica do consumo, tudo viraideologia descartável, até mesmo a contra-ideologia. O reverso passa a se comportar comomais uma marca, criando cenas absurdas (?) como tomar Coca-Cola trajando uma camisetade Che Guevara. Nessa mesma construção podemos tecer outras relações (absurdas?): RedeGlobo e as Novelas X MTV e João Gordo; Coca Cola e American Way of Life X GuaranáAntártica e Chapolin Colorado; entre outras. Aos heróis: a decadência; e a todo e qualqueresforço de sabotagem: um sentimento de construção autodestrutiva. Da esquerda para direita: Eros Ferreira, Mariana Gottschalk e o buquê de alface, Sérgio Andrade com o rosto enfaixado com fita crepe, Iara Sales carregando Aristina, e Natália Matos guiando seu cachorro de pelúcia. Foto Aldren Lincoln, 2009. Nessa rede de associações onde simplesmente ser contra ou favor já não dá maisconta, o CoMteMpu’s parte então para se perguntar como essas questões constroem aimagem do corpo contemporâneo: vivemos hoje um suposto dadaísmo (a)politizado? Comoconviver com jogos ideológicos: sabotar ou não sabotar? Se sim, como, sem possivelmente
  8. 8. tornar uma proposta de sabotagem mais um slogan corporal? E por que não? Por que nãousar o choque de slogans como uma dessacralização? Para que ser um homem-bomba seposso ser um homem-chabú, que faz alarde, fede a pólvora queimada mas não despedaça opróprio corpo? Daí surge a idéia de “safo” – do popular “se safar”. Aquele que se safa, anda namarginalidade sem sair do centro, ou até mesmo prefere se manter marginal para que ocentro se incomode. Como o "Tráfico" (enquanto instituição), do qual se tirarmos todo olharmoralista veremos um sistema paralelo que se mantêm pelas fragilidades do sistema central.“Para quê legalidade se assim ganha-se mais?” O Tráfico lida com o ganho sob a próprialógica do consumo, que antes repartiu e emancipou estados e sociedades, e, agora corróiesses mesmos sistemas. Assim, safar-se é como sobreviver em pleno estado de provocação. Provocação dosideais, das verdades que sustentam “o tal Sistema”, provocação de si mesmo: incomodar!Essa idéia traz ao CoMteMpu’s um reforço a sua proposta de comportamento Zeza: queprovoca por sua aparente ação indolente, relaxada e que por muitas vezes soa como maisum dos comportamentos que se espera: adere a tudo, e se mostra, sim, como um complexodadaísta, ou mesmo um subjétil. O Zeza podeser apático, antipático, agradável, bobalhão,esperto e ágil. Cria simulacros para sobreviver(se safar) e manter seu continuado estado deprovocação. No espetáculo Safo, imagens, ações,movimentos, objetos e sons se hiper-colam Papai me dá um dólar!construindo um ambiente que não se Papai me dá um dólar!preocupa em aproximar-se ou distanciar-se da Papai me dá um dólar, que eu faço doisrealidade. Os Zezas parecem querer a todo reaaaaal...custo provocar o público, fazê-lo reagir. Para Papai me dá um dólar!isso, lançam mão de uma postura cada vez Papai me dá um dólar! Papai me dá um dólar, isso sim que émais irônica e subversiva, invadindo espaços, capital.misturando referências e tornando a recepção “Papai me dá um dólar”, letra e música de Eros Ferreira (2008) cantadado público um ato participativo. numa cena do espetáculo Safo.
  9. 9. Assim, Safo não é um espetáculo somente para se ver, mas sim para se fruir pordiversas vias de percepção: jogo com imaginário, deformAção de referências e des-apropriação de elementos da cultura local e global; pelo cumprimento de tarefas; pelodeboche; por sabotagens de acordos entre público e obra; escutar um rock progressivo nonsense; e sentir na pele o medo da agressão que não se concretiza pelo prazer da ludicidade.Seja qual for a estratégia de percepção, Safo parece clamar ao público: “Reaja! Faça a suaparte! Criemos um ato, juntos!”. A trilha sonora se utiliza de ruídos captados em tempo real pelo movimento dosZezas no palco, mixado a outras músicas e sons pré-gravados, além de em momentos contarcom uma banda de rock no palco e outras cantorias despretensiosas. O figurino se utiliza deobjetos, rótulos, modeladores corporais, tatuagens e acessórios que dão ao corpo zeza umaspecto hora camuflado, hora extravagantemente sóbrio. Em alguns momentos, os zezas usam camisas com estampas “Terrorista”, “Narco”,“Che Guevera”, num troca-troca de rótulos e estilos [“clássicos ou básicos, tanto faz!”] quemultiplicam a concepção/leitura do espetáculo. Enquanto isso, o turbilhão não pára:chuva/banho de pipocas num ritual irônico, pé de alface pendurado, chuva de balões nopúblico, guerra de sapatos – tudo parece despencar sobre as cabeças tanto de quem estádentro quanto de quem está fora dos limites do palco, sugerindo a pergunta: há limite paraa festa? Cena em que Sérgio Andrade (a esquerda) e Natália Matos (a direita) orientam o público a colocarem os baldes na cabeça. Fotos de Aldren Licoln, 2009. Apoteose para um grande final e ritual de agradecimentos. Aplausos... – Não acabou? – Não! Alarde falso. Voltem todos às suas cadeiras, faltam ainda mais outros 20min.
  10. 10. Durante toda a temporada de estréia de Safo em 2009, realizada durante os mesesde Julho e Agosto, em Salvador, o público reagiu das formas mais variadas ao tom dedeboche que os Zezas o tratavam. Ao fim do espetáculo, alguns ficavam por alguns minutosparados diante do palco esperando se algo mais aconteceria com certa perplexidade comtudo que tinha acontecido. Alguns registros em vídeo mostram pessoas saindo egesticulando obscenidades, outros dando gargalhadas altas, batendo nos baldes (objetoscênicos dado ao público para se proteger da guerra de sapatos), estourando os poucosbalões que tinham caído em uma das cenas sobre suas cabeças. Toda a profusão de ações e envolvimentos entre público e obra em Safo ilustraclaramente os mecanismos de ironia e subversão a qual a Dança Frouxa do CoMteMpu’slida. Nesse espaço, o corpo socialmente polido, colonizado, se desloca para o lugar detransgressão. Isso não está somente deflagrado na indolência do Zeza de invadir o espaço dooutro, mas está também na indignação do público que gesticula obscenidades e revida aprovocação, participa e reivindica seu espaço de enunciação na obra. Assim, Safo faz um convite ao público a contratar um “negócio arriscado” que saltado palco para cima dele. É nesse risco que os Zezas do Grupo CoMteMpu’s mantêm ocaráter de imprevisibilidade, expectativa e vivacidade, de sua Dança Frouxa.
  11. 11. Ficha Técnica | Grupo CoMteMpu’s Zezas: Eros Ferreira, Iara Sales, Mariana Gottschalk, Natália Matos e Sérgio Andrade Estrelando: Aristina (la moñeca) Cenografia: Miniusina de Criação Execução Cenotécnica: Luís Parras e Paulo Batistela (Nietzsche) Pesquisa de Figurino: Carol Diniz Iluminação: Rivaldo Rio Ass. de Iluminação: Emillie Lapa Operação de Luz: Milianie Matos Concepção de Trilha Sonora: Tonlin Cheng Palpietagem na Trilha Sonora: Pauliño Nunes Sonoplastia: Tonlin Cheng e Aldren Lincoln Música “Papai me dá um dólar”: Eros Ferreira Músicos Convidados: Aline Santana (bateria) e Leno (baixo) Assessoria de Imprensa: Tati Rabello Design Gráfico: Iara Sales e Tiago Ribeiro Fotos: Aldren Lincoln Direção Geral e Argumento: Sérgio Andrade LINKS PARA INTERNET: Video divulgação 1: http://zezolandia.blogspot.com/2009/07/blog- post.html Vídeo Divulgação 2:http://zezolandia.blogspot.com/2008/04/videoteca_ 19.html
  12. 12. (semi)novissíssimos,ainda sem nome
  13. 13. (semi)novissíssimos, ainda sem nome. Foto Wallace Nogueira (2007) O corpo como um fenômeno plástico, o corpo como um objeto, o corpo como uma coisa: O que é legítimo do corpo? O que permanece corpo? O que é (anti)providencial ou desnecessário para essa imagem-corpo? Os Zezas trazem para cena o corpo-plástico-objeto-coisa.Um corpo assimétrico e ágil que seduz e se exibe e distorce e manipula e se permite à manipulação, por trinta segundos de propaganda. Em soluções pílulas de cena, os zezas em suas ações desajeitadas e aparentemente displicentes, subvertem os referenciais do corpo fantástico, ditando ordem e significados [ir]reais para as formas distorcidas do corpo. Se acabaram com a festa, dêem a eles a TV e os programas de auditório. E viva a decadência dos reis do pop, os (falsos) heróis sem poderes, os coronéis mancos, o descartável, o desnecessário, num mundo de plástico, com coisas-seres-objetos-plásticos!
  14. 14. Release “(semi)novissíssimos, ainda sem” é um espetáculo do Grupo CoMteMpu’s – Salvador/Ba,estreado em julho de 2007 no Teatro Vila Velha. A concepção da obra traz a discussão da utilização daimagem do corpo na construção das relações movediças de poder na sociedade midiática, pesquisaque o CoMteMpu’s vem chamando de “Corpo-Plástico-Objeto-Coisa (CPOC)”. Nos despertamos paraessa questão ao perceber que o agente negociador dessas relações é o corpo e que o objeto final demanipulação é o próprio corpo, o que cria um paradoxo. Uma tentativa de construção de uma imagempartida do seu próprio objeto – “do corpo para o próprio corpo” – como se os papéis (imagem e objeto,possuidor e possuído) pudessem ser invertidos ou simplesmente afrouxados. Foram nove meses dedesdobramento da pesquisa (Etapa01 do projeto) até a primeiraapresentação de resultados de uma“dança frouxa” intitulada de“(semi)novissíssimos, ainda semnome”, organizada em treze cenasque montam e se desmontam eminstantes, como as “pílulas” (ícones)criadas pela cultura de massa. Apropaganda, a moda, a TV e todo esse ambiente regido por aparências/imagens deram mote para acriação das metáforas do “Corpo-Plástico-Objeto-Coisa”: um corpo assimétrico que se exibe, manipulae se permite a manipulação, que perde a forma e aparenta um orgulho decadente num jogo demanipulações que compõem sua dança frouxa. Em cena, os Zezas”1 apresentam uma partitura coreográfica esgarçada: transfiguram a forma eretorcem e caem no chão e não quebram. Em falas displicentes, ditam expressões de ordem, oucomando, sugerindo sentidos [ir]reais para as formas retorcidas do corpo, e ou simplesmente ação paracena. Ditar regras, ações e conceitos por meio da palavra, configuradas em imagens, é mais umaestratégia para discutir a relações de poder. Sua aparência displicente se abre para o exagero, odescontrole, o desajeitado e comportamento variável. A irreverência do Zeza provoca um estado de desorganização harmônica, onde as partes dacoreografia se embaralham e por muitas vezes “sobram”, criando arestas (excessos? desperdícios?)que constroem significados positivamente ruidosos.1 Integrantes co-criadores do CoMteMpu’s.
  15. 15. Os processos autobiográficos vivenciados durante a criação de (semi)novissíssimos, aindasem nome trouxeram para obra citações de objetos-imagem que recorrem ao cenário da década deoitenta, época em que os Zezas co-criadores da obra viveram parte sua infância. Outras épocastambém vêm à cena. Épocas vividas, ou contadas por alguém, em algum jornal, ou programa de tv.Referências misturam temporalidades permitindo à obra circular em analogias e ou transgressões aícones referenciais que constituíram a formação desses corpos. A pesquisa cenográfica tomou como referência os antigos programas de auditório,onde duas platéias se frontalizam e participam e assistem e gargalham e se exibem e se manipulamjunto aos apresentadores da tv para a câmera (ponto de fuga). No estúdio: a câmera. No espetáculo:um aquário de peixes, que hipnotizam e referenciam o foco do olhar e exibição do CPOC. A análise dosprogramas de auditório sugeriu ainda um recorte no espaço, dois quadrados (um dentro do outro)demarcados com fita crepe, que ampliam o olhar para a desordem do jogo de manipulações, numacoreografia disforme e imprevisível da Dança Frouxa. O figurino entra como mais uma parte comunicante da obra, reforçando a discussão daexploração do corpo como um produto para o mercado. As peças funcionam como acessórios (ouembalagens) para os corpos, com texturas análogas à moda da década de oitenta (ombreiras, coresvibrantes, listras e brilho), contribuindo para a imagem fantástica e decadente do CPOC. A Trilha Sonora entra na obra como citação incidental, hora reforçando as quebras edistorções do corpo, hora deslocando as imagens cênicas para antigas lembranças de quem se formououvindo as vinhetas da SBT, da Universal Studios, dos joguinhos de videogame, etc. Nessa Dança Frouxa e performativa, o CoMteMpu’s se elastece entre frágil e resistente, cleane excesso, passado e presente, abrindo à “(semi)novissíssimos, ainda sem nome” para oquestionamento e trânsito de referências, recriando e transfigurando conceitos pela imagem e pelaforma do corpo. (Semi)novissíssimos, ainda sem nome já foi apresentado em Salvador (BA), Itabuna (BA) eJequié (BA), e atualmente está com viagem marcada para sua primeira circulação na Colômbia, nascidades de Bogotá e Cal. Nessa viagem o Grupo CoMteMpu’s participará da Zona D.C – VitrinaPermanente de Danza Contemporanea, da Fundação Espacio Cero (Bogotá), e participará daprogramação do Teatro La Máscara (Cali), ambos em agosto de 2009. Ainda no mesmo período, ogrupo participará do VII Encontro Hemisférico de Performance e Política, evento organizado pelaUniversidade de Nova York que este ano será sediado em Bogotá, para realização da intervenção“OUT-DOORS 1” e fará uma mini-residência artística na Fundacción Lugar a Dudas.
  16. 16. Ficha TécnicaCo-criadores em cena (zezas)Eros FerreiraIara SalesMariana GottschalkNatália MattosSérgio AndradeParticipação Especial (palpietagem)Verônica de MoraesPesquisa de CenografiaMiniusina de CriaçãoAssistente de CenografiaIara SalesPesquisa de FigurinoCarol DinizIluminaçãoRivaldo RiosTécnica de LuzMilianie MatosSonoplastiaAldren LincolnArgumento e Direção GeralSérgio AndradeDURAÇÃO DA APRESENTAÇÃO45 min (apx.)LINK PARA VIDEO NA INTERNET:(Semi) Novissíssimos, ainda sem nome no eventoDança em Debate - Escola de Dança da UFBA em 2008http://zezolandia.blogspot.com/2000/04/semi-novississimos-ainda-sem-nome-danca.html
  17. 17. Out-doors 1Grupo CoMteMpu’s – Linguagens do Corpo Out-doors é um conjunto de ações intervencionistas em Dança do GrupoCoMteMpus - Linguagens do Corpo, que se desdobrou da pesquisa Corpo-Plástico-Objeto-Coisa (CPOC) e apresenta três possíveis versões de realização:Out-doors 1, 2 e 3. Para o projeto de Manutenção do Grupo CoMteMpu’s – Recife eAracajú, o será realizada a ação Out-doors 1. A ação Out-doors 1 propõe um contato direto e imediato entre o ambienteurbano e o CPOC: assimétrico, ágil, excessivo, distorcido e decadente. Aintervenção se organiza num roteiro itinerante, onde os Zezas 2 constroem um microsistema de comportamento ruidoso meio ao macro sistema urbano. As ações dosZezas destoam do comportamento habitual das pessoas na rua, ao mesmo tempoem que parecem se comunicar afetivamente com o ambiente. O corpo se apresentacomo uma placa de outdoor humana, exibindo, seduzindo, distorcendo emanipulando sua própria imagem e a do outro meio a cidade, seus objetos eprodutos. Uma dança frouxa entre carros, avenidas, prédios e transeuntes quereorganiza o ambiente e se confunde com o dito cotidiano dele. Em Recife, a ação será realizada pelo centro da cidade. Para cada local derealização o grupo monta uma estratégia diferente de ação, buscando estabelecerrelações com ambiente rotineiro, seus transeuntes e comércio.2 Integrantes do Grupo CoMteMpu’s
  18. 18. Out-doors 1 já foi realizado em duas cidades do interior baiano, Jequié eItabuna, em janeiro de 2008, na capital Salvador, em setembro de 2008, durante oProjeto Quarta que Dança – FUNCEB. Em 2008, participou também do 7º FestivalPerformance de Cali (Santiago de Cali – Colômbia), e, em 2009, retornou aColômbia, dessa vez em Bogotá, para compor a programação de performancesurbanas do 7º Encontro do Instituto Hemisférico de Performance e Política,organizado pelo Hesmispheric Institute of Performance and Política, New YorkUniversity.Ficha TécnicaZezas cocriadoresAldren LincolnEros FerreiraIara SalesMiliane MatosMariana GottschalkNatália MattosSérgio AndradeVictor HugoArgumento e Direção GeralSérgio AndradeDuração mínima40 min.Bloghttp://zezolandia.blogspot.comLINK PARA VIDEOhttp://zezolandia.blogspot.com/2009/01/out-doors-1.html
  19. 19. --Currículos
  20. 20. O Grupo CoMteMpus é um grupo de pesquisa e co-criação em dança e linguagensdo corpo, fundado em 2005 em Salvador-Ba e desde 2009 é produzido pela sRg eVergara Produções Artísticas. O grupo trabalha em sistema de co-criação, ondeseus integrantes se autonomeiam de Zezas. São eles: Eros Ferreira, Iara Sales,Mariana Gottschalk, Natália Matos, Victor Hugo e Sérgio Andrade – este último,também, diretor do grupo.Atualmente o grupo é mantido através do Edital de Apoio a Grupos Artísticos doEstado da Bahia – FUNCEB/Secult-Ba, projeto Manutenção do Grupo CoMteMpu’s –Linguagens do Corpo.Principais trabalhos:  TRECHO (2005)  OBRAS DE UMA CARTA ANÔNIMA (2006)  SE ELA DANÇA, EU DANÇO (2006)  AMOSTRA GRÁTIS (2007)  (SEMI)NOVISSÍSSIMOS, AINDA SEM NOME (2007)  IN PLASTIQUEÈ (Vídeo-instalação-interativa) (2007)  OUT-DOORS 1, 2 e 3 (2008)  BOTA-FORA (2008)  SAFO (2009)  ZeZOU – Zonas de Ocupação Urbana (2011)Obras produzidas na Colômbia durante Residência Artística na Fundacción Lugar a Dudas – Projeto“Corpo-Plástico-Objeto-Coisa em Cali”:  AGLOMERADO (2008) Intervenção Urbana – também realizada em Salvador-Ba em 2010.  ILESOS, NOS VEMOS (O NOS VEMOS ILESOS) (2008) Videodanza, 15min. Espanhol.
  21. 21. Prêmios / Editais já recebidos  PIAC 2005 - Programa de Incentivo às Artes Cênicas. UNE/MinC.  Quarta que Dança 2007 – Categoria Espetáculo. FUNCEB.  Prêmio Ninho Reis 2007 – Edital de Apoio à Circulação de Dança pelo Estado da Bahia. FUNCEB.  Edital de Residência Artística no Exterior 2007. SeCult/Ba.  Quarta que Dança 2008 – Categoria Intervenção Urbana. FUNCEB.  Prêmio Yanka Rudzka 2008 – Edital de Apoio à Montagem de Espetáculos de Dança do Estado da Bahia. FUNCEB  Programa de Difusão e Intercâmbio Cultural 2009. Secult/Ba  Quarta que Dança 2009 – Categoria Intervenção Urbana. FUNCEB  Quarta que Dança 2009 – Categoria Espetáculo. FUNCEB  Edital de Apoio a Grupo Artísticos do Estado da Bahia – Categoria D – 2010Principais eventos e projetos:  Participação no projeto Quarta que Dança (FUNCEB) nos anos 2007, 2008 e 2009/2010  Residência Artística na Fundação Lugar a Dudas 2008 – projeto Corpo-Plástico-Objeto-Coisa em Cali  7º Festival de Performance de Cali 2008 (Cali - Colômbia)  Proyecto Gira CoMteMpu’s en Colombia 2009: participação no VII Encontro do Instituto Hemisférico de Performance e Política 2009 (Bogotá – Colômbia); Zona DC – Vitrina Permanente de Danza Contemporanea; Residência Artística na Fundação Lugar Dudas 2009 (Cali – Colômbia)  I Plataforma Internacional de Dança da Bahia 2009  Projeto de Manutenção do Grupo CoMteMpu’s – Linguagens do Corpo 2011-2012 (em curso)
  22. 22. Produções Artísticas e Comércio LtdaSRG E VERGARA Produções Artísticas Com. Ltda é uma empresa soteropolitanaespecializada em produção em Artes Cênicas, sobretudo, em Dança, co-dirigida porSérgio Andrade e Raema Nascimento. Desde 2009, assumiu a coordenação deprojetos do Grupo CoMteMpu’s – Linguagens do Corpo, tendo já realizado: - Produção da temporada de estréia do espetáculo Safo – contemplado pelo Prêmio Yanka Rudzka 2008 (FUNCEB). Realizado nos meses de julho e agosto de 2009. - Produção do projeto Gira CoMteMpu’s en Colômbia. Circulação do Grupo CoMteMpu’s na Colômbia, que oportunizou a participação do grupo no 7º Encontro do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2009), organizado pelo Hesmispheric Institute of Performance and Política, New York University, participação na Zona D.C – Vitrina Permanente de Danza Contemporanea, organizada pela Fundacción Espacio Cero; e Mini- residência Artística na Fundaccion Lugar a Dudas (Cali). Apoio Secult/Ba. 21 de agosto a 03 de setembro de 2009 – Bogotá e Santiago de Cali; - Produção da remontagem do espetáculo Obras de uma carta anônima e da intervenção Aglomerado que participou do projeto Quarta que Dança 2009/2010 (FUNCEB). Apresentações em 19 de Maio e 14 de Julho de 2010; - Produção do Projeto Cinco anos do Grupo CoMteMpu’s – apresentação do espetáculo Obras de uma Carta Anônima no Teatro Vila Velha, dias 01 e 02 de Setembro. - Atualmente coordena e é o proponente responsável pelo Projeto de Manutenção do Grupo CoMteMpu’s, projeto patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/ Fundo de Cultura, através do Edital de Apoio a Grupos Artísticos do Estado da Bahia 2010. Este projeto prevê um ano (2011-2012) de atividades continuadas do CoMteMpu’s, envolvendo: manutenção de repertório, organização de acervo, circulação regional, projeto de pesquisa, manutenção de blog e lançamento de livro.Além das atividades com o Grupo CoMteMpu’s, SRG E VERGARA PRODUÇÕEStambém presta serviços de elaboração e administração de projetos culturais,consultoria, promoção de eventos artísticos, captação de recursos para projetos edemais serviços de execução de projetos culturais. Rua Silveira Martins nº 27 – Shopping Conexão Comercial, 1º andar, sala 19 (Térreo) – Cabula – Salvador-Ba. CEP: 41.150-000 / CNPJ: 13.057.286/0001-93 Telefax: (71) 3431-4073
  23. 23. Sérgio Andrade é Mestre em Artes-cênicas, pelo Programa de Pós-Graduação emArtes Cênicas da UFBA (2010), Licenciado em Dança pela Escola de Dança daUFBA (2008) e, atualmente, doutorando do Programa de Pós Graduação emFilosofia da PUC-Rio. Tem experiência como artista, produtor, professor epesquisador na área das Artes Cênicas, sobretudo em Dança. É sócio-diretor daempresa SRG e Vergara Produções Artísticas e Comércio LTDA (Salvador),prestando consultoria e serviço em elaboração e gestão de projetos culturais,sobretudo, projetos para Dança. É Diretor Geral e Co-Criador do Grupo CoMteMpus– Linguagens do Corpo (Salvador-Ba), tendo sido um de seus co-fundadores em2005, onde desde então realiza trabalhos de pesquisa e criação artística em Dança,Performance, Intervenção e Vídeo. Elaborou e realizou todos os projetosdesenvolvidos pelo Grupo CoMteMpu’s, além de já ter desenvolvido projetos emparceria com a Mazurca Produções (Salvador-Ba), destacando-se a Coordenaçãodo Projeto “Dois Gumes”, aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura,Programa VIVACULTURA, em 2006. Atualmente vive no trânsito entre Salvador eRio de Janeiro.--
  24. 24. Contatos|Salvador – Telefax: (71) 3431-4073 / Celular: (71) 8804-7249 Recife – (81) 96777380 / 8608-2627 (Iara Sales) Blog CoMteMpu’s: http://www.zezolandia.blogspot.com E-mail: comtempus@yahoo.com.br

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