O Garum ou liquamen era um condimento muito
utilizado na Roma Antiga.
Tanques de preparação do Garum
É feito de sangue, víscera e de outras partes
selecionadas do atum ou da cavala misturadas
com peixes pequenos, crustáceos...
Em Portugal, a maior concentração de vestígios de
unidades de fabrico de garum localiza-se no
litoral algarvio.
As ruínas ...
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Este agrupamento de tanques insere-se,
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A crise económica de 1924 levou à criação em
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No entanto, por várias razões, Matosinhos foi o centro
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Os anos de 50 e 60 foram genericamente de ouro,
também devido à abundância de peixe no nosso mar.
Em 1959, foi criada, em ...
Em 1964/65 atingiu-se, na Zona Norte, o auge da
produção e da exportação. Seguiu-se logo a crise das
pescas.
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  1. 1. O Garum ou liquamen era um condimento muito utilizado na Roma Antiga. Tanques de preparação do Garum
  2. 2. É feito de sangue, víscera e de outras partes selecionadas do atum ou da cavala misturadas com peixes pequenos, crustáceos e moluscos esmagados, tudo isto era deixado em salmoura e ao sol durante cerca de dois meses ou então aquecido artificialmente. Instrumentos de fabrico do Garum
  3. 3. Em Portugal, a maior concentração de vestígios de unidades de fabrico de garum localiza-se no litoral algarvio. As ruínas destas fábricas até agora descobertas em território português são constituídos pelos tanques ou setárias destinados à salga de peixe e à preparação de conservas, normalmente de alvenaria. Tanques em local algarvio
  4. 4. Ao longo da praia de Angeiras (Lavra), encontram-se quatro grupos de tanques abertos na rocha. No entanto, devido à sua proximidade do mar, estas vinte e duas cavidades estão quase sempre assoreadas. Atribuídas ao Baixo Império Romano (séc. II e IV d.C.), destinar-se-iam à fabricação de "garum". Tanque de garum da praia de Angeiras
  5. 5. Este agrupamento de tanques insere-se, provavelmente, no conjunto de estruturas e construções mais complexas, nomeadamente uma "vilae" de que há vestígios significativos. Pela sua importância e raridade, foram classificados como monumento nacional em 1970. Tanques de Garum
  6. 6. Imagem de uma fábrica de conservas atual
  7. 7. A indústria conserveira em Matosinhos nasceu no século XX, e a Norte, a indústria teve um primeiro surto de desenvolvimento durante a Primeira Guerra Mundial, que se prolongou até 1922. Mas apenas se produzia 1,41% do total nacional e muitas das empresas tinham carência de capitais, o que os punha na dependência dos compradores para a continuação da atividade. Lata de uma conserva
  8. 8. A crise económica de 1924 levou à criação em Matosinhos, da União dos Conserveiros de Matosinhos, em 1926. Foi dissolvida em 1932. A Grande Depressão de 1929 atingiu a nossa indústria, fazendo baixar as receitas das exportações. Matosinhos Antigo
  9. 9. No entanto, por várias razões, Matosinhos foi o centro que menos sofreu. A Segunda Grande Guerra e o período subsequente deram nova oportunidade à indústria conserveira local. Em 1940, Matosinhos já era o maior centro conserveiro nacional.
  10. 10. Os anos de 50 e 60 foram genericamente de ouro, também devido à abundância de peixe no nosso mar. Em 1959, foi criada, em Matosinhos, a COPENOR, uma cooperativa de vendedores. Aderiram a ela 24 fábricas, na grande maioria de Matosinhos, mas foi efémera. Praia de Matosinhos
  11. 11. Em 1964/65 atingiu-se, na Zona Norte, o auge da produção e da exportação. Seguiu-se logo a crise das pescas. A sardinha deixou de ser abundante ao Norte e passou a sê-lo ao Sul. Várias fábricas encerraram no início da década de 70.
  12. 12. Net Grafia: Textos retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Garum http://paginas.fe.up.pt/porto-ol/is/lavraromana.html http://www.cm- matosinhos.pt/uploads/writer_file/location/2404/palestra_21Set2011.pdf

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