Objetos de aprendizagem_alternativa_dislexia_slideshare

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  • O processo de construção do conhecimento é algo muito particular, no sentido de que cada pessoa pode responder melhor a uma ou outra metodologia de ensino. Ocorre que, apesar disso, há pessoas cujas necessidades cognitivas precisam de especial atenção. A essas pessoas diagnostica-se como portadoras de transtornos de aprendizagem.
  • Dentre estes transtornos, tem chamado a atenção nos últimos tempos, a dislexia. Este diagnóstico se tribui a pessoas que não associam a imagem das letras aos sons que elas significam, dificultanto o processo lógico da leitura e, por esse motivo, a dificuldade na expressão verbal escrita. O dislexico não apresenta, normalmente, outras limitações cognitivas, sendo comum justamente o contrário, podendo aprensentar inteligência maior do que os leitores, memória visual e auditiva aumentada, porém com a impossibilidade da escrita. Face à essa realidade, urge a criação de sistemas que facilitem o processo de ensino e aprendizagem dos dislexicos, desenvolvendo atraves de metodologias diferenciadas agentes facilitadores de compreensão, estudo e expressão destes alunos.
  • Como proposta a essas novas metodologias e recursos, sugere-se aqui a pesquisa e a proposição de novas ferramentas socio-nterativas para apoio ao processo cognitivo de portadores de dislexia. A essas ferramentas chamaremos de objetos de aprendizagem
  • Objetos de aprendizagem_alternativa_dislexia_slideshare

    1. 1. Objetos de aprendizagem como alternativa à dislexia Aluna: Carolina Mussoi Orientadora: Prof.a Dr. Ana Jacobus Co-orientador: Prof. Dr. Fleming Pedroso Centro Universitário Metodista – do IPA Mestrado Profissional em Reabilitação e Inclusão Pré-projeto de pesquisa
    2. 2. Justificativa <ul><li>As particularidades do processo de construção de conhecimentos; </li></ul><ul><li>Necessidades cognitivas que precisam de atenção especial; </li></ul><ul><li>Metodologias de ensino diferenciadas; </li></ul><ul><li>Uso da tecnologia em benefício da educação. </li></ul>
    3. 3. Dislexia <ul><li>Os transtornos e os processos de aprendizagem: situando a dislexia: </li></ul><ul><ul><ul><li>Não associação entre fonemas e letras; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dificuldade no processo lógico da leitura e escrita; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dificuldade na expressão verbal escrita; </li></ul></ul></ul>
    4. 4. Dislexia Identificação das letras Significado das palavras Processa toda a informação As outras áreas são menos ativadas, exigindo maior esforço de apenas uma região. Fonte da imagem: http://www.youtube.com/watch?v=ziQhPUGd4qw
    5. 6. Conseqüências excludentes: <ul><li>Baixa auto-estima em função das dificuldades nem sempre identificadas; </li></ul><ul><li>Estigmatizado como preguiçoso e incapaz; </li></ul><ul><li>Pode ocorrer o abandono dos estudos em função do não diagnóstico; </li></ul>
    6. 7. Alternativa proposta <ul><li>Utilização de Recursos educacionais digitais: objetos de aprendizagem. </li></ul>
    7. 8. Objetos de aprendizagem Definição <ul><li>São recursos educacionais digitais utilizados como apoio e estratégia de ensino e aprendizagem. </li></ul><ul><li>Eles podem ter “só a instrução, ou combinar a instrução e a prática. Podem, ainda, ter uma lógica e uma estrutura para gerar e/ou combinar com outros objetos de aprendizagem[...]” FLÔRES & TAROUCO (2008), </li></ul><ul><li>Objetos de aprendizagem da Rede Metodista </li></ul>
    8. 9. Pré-projeto estrutura
    9. 10. O problema de pesquisa <ul><li>Recursos educacionais digitais já são uma alternativa para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem de crianças com dislexia? </li></ul>
    10. 11. Objetivo geral <ul><li>Propor novos materiais educacionais digitais que possam ser aplicados como recursos extra no processo de ensino e aprendizagem de portadores de dislexia. </li></ul>
    11. 12. Objetivos específicos <ul><li>Investigar - os softwares utilizados para o trabalho com dislexia; </li></ul><ul><li>Analisar - a concepção de aprendizagem presente neles; </li></ul><ul><li>Comparar as metodologias; </li></ul><ul><li>Propor - novo produto com abordagem sócio-interacionista </li></ul>
    12. 13. Metodologia <ul><li>Técnicas e instrumentos da pesquisa: </li></ul><ul><ul><li>Revisão bibliográfica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista com equipe multidisciplinar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Análise dos softwares indicados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Proposição de novo material. </li></ul></ul>
    13. 14. Metodologia <ul><li>Pesquisa Qualitativa – materiais digitais em uso para atendimento a crianças com dislexia. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de entrevista estruturada com a equipe que utiliza os recursos, antes da análise do produto. </li></ul>
    14. 15. Metodologia <ul><li>Delimitação da pesquisa: </li></ul><ul><ul><li>a pesquisa se refere aos recursos tecnológicos passíveis de melhoramentos e inovação, não abrangendo testes com grupos de crianças; </li></ul></ul><ul><ul><li>Trata-se, num primeiro momento, da composição de novas propostas. </li></ul></ul><ul><ul><li>O diagnóstico da dislexia bem como o apontamento dos softwares utilizados será realizado por equipe multidisciplinar; </li></ul></ul>
    15. 16. Metodologia <ul><li>Técnicas de análise de dados: </li></ul><ul><ul><li>Verificação das concepções pedagógicas indicadas pela equipe e a que está realmente presente nos materiais digitais indicados por ela; </li></ul></ul><ul><ul><li>O processo comparativo se dará de forma qualitativa no sentido das concepções de aprendizagem de Vygotsky e Piaget [interação]. </li></ul></ul>
    16. 17. Considerações éticas <ul><li>A pesquisa em questão não objetiva expor sujeitos ou desqualificar produtos. </li></ul><ul><li>Não existe risco de demérito aos elementos que farão parte deste projeto, sejam ou não representações corporativas. </li></ul>
    17. 18. Recursos <ul><li>Humanos – pesquisador e orientação; </li></ul><ul><li>Financeiros – ainda não há previsão de financiamento externo para o projeto; </li></ul><ul><li>Materiais – em verificação; </li></ul><ul><li>Físicos – em verificação. </li></ul>
    18. 19. Cronograma 1º Semestre 2º Semestre 3º Semestre 4º Semestre Revisão bibliográfica X Construção da entrevista X Qualificação X Aprovação no Comitê de Ética X Realização das entrevistas X Análise dos materiais existentes X Produção teórica X X Redação da nova proposta de material digital. X
    19. 20. Referências <ul><ul><li>FILATRO, Andréa.Design instrucional na prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2008. </li></ul></ul><ul><ul><li>GUERRA, Leila Boni. A criança com dificuldades de aprendizagem: considerações sobre a teoria-modos de fazer. Rio de Janeiro, Enelivros, 2002. </li></ul></ul><ul><ul><li>ROTTA, Tellechea [et al.] Transtornos de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2006. </li></ul></ul><ul><ul><li>TAROUCO, Liane Margarida Rockenback. FLÔRES, Maria Lúcia Pozzatti. Diferentes tipos de Objetos para dar suporte a aprendizagem. In RENOTE - Revista Novas Tecnologias na Educação, V. 6 nº 1, 2008 ISSN 1679-1916 </li></ul></ul><ul><ul><li>WILEY, D. A. (2000). Learning object design and sequencing theory . Disponível em: http://www.reusability.org/read/chapters/wiley.doc Acesso em: 24/10/2010 </li></ul></ul>
    20. 21. Obrigada! <ul><li>Carolina Mussoi </li></ul><ul><li>Especialista em Educação a Distância </li></ul><ul><li>Mestranda em Reabilitação e Inclusão Centro Universitário Metodista do IPA </li></ul><ul><li>msn: carol _ mussoi @ hotmail .com </li></ul><ul><li>e-mail: cmussoi @ gmail .com </li></ul>

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