Instituto Superior de Psicologia Aplicada
           Departamento de Formação Permanente

      Metodologia de Pesquisa, R...
Frase
A palavra foi dada ao homem para
explicar os seus pensamentos.
Os pensamentos são retratos das
coisas da mesma forma...
AGENDA
1. Comunicação Escrita
2. Comunicação Oral

3. As ideias de Robert Sternberg
   sobre a comunicação científica

4. ...
Instituto Superior de Psicologia Aplicada
           Departamento de Formação Permanente

      Metodologia de Pesquisa, R...
1. Não ler

    É muito aborrecido escutar
    uma conferência que é lida
    directamente do texto escrito
              ...
2. Iniciar de forma atraente e
    interessante

    Pode significar a
    diferença entre
    conseguir o
    interesse d...
3. Organizar a conferência de
    forma clara e adequada


      Uma sequência lógica
      de argumentos facilita
      a...
4. Anunciar a estrutura da conferência
    e resumir o principal


      Prepara os ouvintes
      e ajuda-os a perceber
 ...
5. Dar exemplos concretos



     São os exemplos
     concretos que ajudam
     os ouvintes a entender
     argumentos ab...
6. Não comprimir o que se vai dizer



          Ter em conta a
          quantidade de
          material em função
     ...
7. Mostrar entusiasmo


      Só se pode transmitir
      entusiasmo ao público se
      se estiver entusiasmado.




    ...
8. Assinalar a importância do tema



       Fazer com que o tema
       seja interessante para
       os ouvintes, é impo...
9. Conhecer o público


      Averiguar o máximo
      possível sobre o
      público para ajustar a
      conferência em ...
10. Variar o ritmo e o conteúdo


     Ajuda a manter o
     interesse do público;
     alternar o nível mais
     abstrac...
11. Não acelarar


      Não falar demasiado
     depressa nem
     “despachar”, ir variando
     os ritmos mas mantendo
 ...
12. Não ser arrogante




      Respeitar o auditório é
                   auditório,
      melhor ser modesto do
      qu...
13. Não se colocar na defensiva




        Aceitar abertamente
        perguntas e comentários.




             Metodolo...
14. Não improvisar

      Não podemos pensar
      que os outros não
      perceberão que não
      estamos preparados,
  ...
15. Ter confiança

     Se se preparar a
     conferência e tiver um
     domínio razoável do
     material que se apresen...
Questões?




          Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
20                     D...
Referências


      •   Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar:
             Aprenda as regras de ouro das
           ...
Departamento de Formação Permanente do ISPA

            Metodologia de Pesquisa, Redacção e
            Apresentação de T...
O LEITOR é o alvo que queremos atingir
  pelo que a redacção do artigo deve:




                 •Interessá-lo
          ...
1. ELEMENTOS PRINCIPAIS DO ARTIGO



               O TÍTULO
       Deve informar do que se trata

              O RESUMO
...
2. ESCREVER PENSANDO NO LEITOR




•   Ter em conta o vocabulário técnico utilizado



•   Manter um estilo de escrita ade...
3. ESCREVER COM CLAREZA




   O autor deve ser claro nas descrições
   que faz, pois o leitor pode não partilhar
   da me...
4. ELIMINAR A REDUNDÂNCIA DESNECESSÁRIA



Se por um lado a redundância pode
reforçar os argumentos, pode por outro
dificu...
5. EVITAR DIVAGAÇÕES



 As divagações distraem os Leitores
 das questões principais dos artigos.




                   28
6. NÃO EXPLICAR DEMASIADO



 Temos que supôr que os leitores, se
são profissionais, estão familiarizados
com os procedime...
7. EVITAR A SOBREVALORIZAÇÃO



Na escrita científica deve-se
ser conservador nas afirmações !!

A sobrevalorização pode p...
8. EVITAR OS QUALIFICATIVOS DESNECESSÁRIOS



EXEMPLO:
Um som bastante alto não é muito
diferente de um som alto.

  Ao us...
9. UTILIZAR A PALAVRA MAIS ADEQUADA



                      Não devemos utilizar
                      uma palavra
      ...
10. OPTAR POR PALAVRAS MAIS SIMPLES



 O principal objectivo da escrita
 é COMUNICAR e as palavras mais
 simples comunica...
11. UTILIZAR PALAVRAS E EXEMPLOS CONCRETOS


  Sempre que possível devemos escolher
  palavras concretas em vez de palavra...
12. OPTAR POR FRASES SIMPLES



Tudo depende do estilo do autor, mas frases
mais curtas tornam-se mais simples :


 - são ...
13. ESCREVER NA VOZ ACTIVA OU NA PASSIVA REFLEXA



As expressões na voz Passiva são mais
difíceis de ler.
Torna-se mais f...
14. OPTAR POR FRASES AFIRMATIVAS
EM VEZ DE NEGATIVAS


          As frases Afirmativas são
         mais fáceis de compree...
15. EVITAR CONSTRUÇÕES PENDENTES
  (tornam as frases vagas com mais do que um sentido)



Exemplo:
“Os participantes foram...
16. EVITAR AS CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS
SEM UM REFERENTE CLARO


Exemplo:
“Controlando o pulso, injectou-se adrenalina no bra...
17. NÃO OMITIR O SUJEITO QUANDO
O SUJEITO ANTERIOR É DIFERENTE



EXEMPLO:
”Quando a tarefa acabou, pôde ir embora”

dever...
18. UTILIZAR FRASES DE RESUMO




Em artigos muito extensos será útil,
no final de cada parte ou de um
argumento mais long...
19. UTILIZAR FRASES DE TRANSIÇÃO




Por vezes os autores descrevem o passo A
passando logo ao passo C, sem incluir
a fras...
20. MANTER-SE EM SEGUNDO PLANO
    MANTER-


O uso excessivo da “Primeira Pessoa”
tende a distrair o leitor, pois concentr...
21. CITAR AS FONTES




         Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
               ...
22. LER O ARTIGO PARA PROCURAR ERROS




            Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científ...
23. PEDIR UMA LEITURA CRÍTICA A UM AMIGO




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24. NÃO PARECER SEXISTA




             Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos
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Referências

          •      Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar:
                    Aprenda as regras de ouro da...
Para mais informações…




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                  (clopes@ispa.pt)


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#11 e #12 Sessão do Curso de Metodologias: Comunicação oral vs. Escrita

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#11 e #12 Sessão do Curso de Metodologias: Comunicação oral vs. Escrita

  1. 1. Instituto Superior de Psicologia Aplicada Departamento de Formação Permanente Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos II Comunicação Escrita e Oral #11 DFP | ISPA metodologias Carlos Lopes | 2009 (clopes@ispa.pt) 1
  2. 2. Frase A palavra foi dada ao homem para explicar os seus pensamentos. Os pensamentos são retratos das coisas da mesma forma que as palavras são retratos dos nossos pensamentos. Jean Molière , 22-06-2009 2
  3. 3. AGENDA 1. Comunicação Escrita 2. Comunicação Oral 3. As ideias de Robert Sternberg sobre a comunicação científica 4. Exercícios Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 3
  4. 4. Instituto Superior de Psicologia Aplicada Departamento de Formação Permanente Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos II Comunicação Oral DFP | ISPA metodologias Carlos Lopes | 2009 4
  5. 5. 1. Não ler É muito aborrecido escutar uma conferência que é lida directamente do texto escrito escrito, devemos ter um esquema ou qualquer outro resumo que nos permita transmitir sem ler. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 5 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  6. 6. 2. Iniciar de forma atraente e interessante Pode significar a diferença entre conseguir o interesse do público ou perdê-lo desde o início. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 6 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  7. 7. 3. Organizar a conferência de forma clara e adequada Uma sequência lógica de argumentos facilita a compreensão dos ouvintes. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 7 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  8. 8. 4. Anunciar a estrutura da conferência e resumir o principal Prepara os ouvintes e ajuda-os a perceber melhor o conteúdo. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 8 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  9. 9. 5. Dar exemplos concretos São os exemplos concretos que ajudam os ouvintes a entender argumentos abstractos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 9 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  10. 10. 6. Não comprimir o que se vai dizer Ter em conta a quantidade de material em função do tempo de que se dispõe. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 10 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  11. 11. 7. Mostrar entusiasmo Só se pode transmitir entusiasmo ao público se se estiver entusiasmado. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 11 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  12. 12. 8. Assinalar a importância do tema Fazer com que o tema seja interessante para os ouvintes, é importante que se demonstre o interesse e relevância da conferência. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 12 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  13. 13. 9. Conhecer o público Averiguar o máximo possível sobre o público para ajustar a conferência em função dele. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 13 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  14. 14. 10. Variar o ritmo e o conteúdo Ajuda a manter o interesse do público; alternar o nível mais abstracto com exemplos concretos, o geral com o específico, temas mais densos com temas mais ligeiros. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 14 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  15. 15. 11. Não acelarar Não falar demasiado depressa nem “despachar”, ir variando os ritmos mas mantendo uma velocidade que permita a compreensão. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 15 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  16. 16. 12. Não ser arrogante Respeitar o auditório é auditório, melhor ser modesto do que arrogante. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 16 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  17. 17. 13. Não se colocar na defensiva Aceitar abertamente perguntas e comentários. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 17 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  18. 18. 14. Não improvisar Não podemos pensar que os outros não perceberão que não estamos preparados, portanto o melhor é prepararmo-nos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 18 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  19. 19. 15. Ter confiança Se se preparar a conferência e tiver um domínio razoável do material que se apresenta, devemos então ter confiança e fazê-lo o melhor possível. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 19 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  20. 20. Questões? Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 20 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  21. 21. Referências • Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar: Aprenda as regras de ouro das apresentações em público. Lisboa: Dom público. Quixote. • Sternberg, Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s companion: companion: A guide to scientific writing for students and researchers (4th ed.). Cambridge: Cambridge University Press. Press. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 21 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  22. 22. Departamento de Formação Permanente do ISPA Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Comunicação Escrita # 12 Carlos Lopes | 2009 (clopes@ispa.pt) 22
  23. 23. O LEITOR é o alvo que queremos atingir pelo que a redacção do artigo deve: •Interessá-lo •Informá-lo •Persuadi-lo 23
  24. 24. 1. ELEMENTOS PRINCIPAIS DO ARTIGO O TÍTULO Deve informar do que se trata O RESUMO Faz a síntese A INTRODUÇÃO Deve aumentar a motivação do Leitor para a continuação da leitura 24
  25. 25. 2. ESCREVER PENSANDO NO LEITOR • Ter em conta o vocabulário técnico utilizado • Manter um estilo de escrita adequada ao público • Incluir os detalhes que se adequam aos leitores a quem nos dirigimos • Evitar abreviaturas 25
  26. 26. 3. ESCREVER COM CLAREZA O autor deve ser claro nas descrições que faz, pois o leitor pode não partilhar da mesma estrutura cognitiva e não seguir o raciocínio realizado. 26
  27. 27. 4. ELIMINAR A REDUNDÂNCIA DESNECESSÁRIA Se por um lado a redundância pode reforçar os argumentos, pode por outro dificultar a sua compreensão. Para dar mais ênfase ao que se pretende, deve-se: • situar as questões importantes nas zonas estratégicas- recorda-se melhor o que se lê no início ou final do artigo. • discutir com mais detalhe as questões que se querem enfatizar. • assinalar quais os pontos mais importantes pode ajudar a concentrar a atenção do leitor. 27
  28. 28. 5. EVITAR DIVAGAÇÕES As divagações distraem os Leitores das questões principais dos artigos. 28
  29. 29. 6. NÃO EXPLICAR DEMASIADO Temos que supôr que os leitores, se são profissionais, estão familiarizados com os procedimentos habituais e que só estão interessados nos que não são habituais. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 29
  30. 30. 7. EVITAR A SOBREVALORIZAÇÃO Na escrita científica deve-se ser conservador nas afirmações !! A sobrevalorização pode pôr em causa a credibilidade do autor e colocar o Leitor de “pé a trás” quanto à veracidade dos factos. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 30
  31. 31. 8. EVITAR OS QUALIFICATIVOS DESNECESSÁRIOS EXEMPLO: Um som bastante alto não é muito diferente de um som alto. Ao usar qualificativos como apenas, bastante, em grande parte, em grande medida, deve-se certificar que acrescentam realmente algo à frase. Caso contrário, devem ser eliminados! 31
  32. 32. 9. UTILIZAR A PALAVRA MAIS ADEQUADA Não devemos utilizar uma palavra que apenas se aproxima da ideia que queremos transmitir, quando existe uma que é a palavra mais adequada. (e.g., dicionário dos sinónimos) Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 32
  33. 33. 10. OPTAR POR PALAVRAS MAIS SIMPLES O principal objectivo da escrita é COMUNICAR e as palavras mais simples comunicam mais efectivamente do que as mais difíceis. A comunicação não se deve interromper devido a palavras difíceis. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 33
  34. 34. 11. UTILIZAR PALAVRAS E EXEMPLOS CONCRETOS Sempre que possível devemos escolher palavras concretas em vez de palavras abstractas. Os leitores percebê-las–ão melhor !! Ao expormos uma ideia abstracta devemos dar exemplos. 34
  35. 35. 12. OPTAR POR FRASES SIMPLES Tudo depende do estilo do autor, mas frases mais curtas tornam-se mais simples : - são de mais fácil compreensão; - existe uma menor probabilidade de se cometerem erros linguísticos e gramaticais. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 35
  36. 36. 13. ESCREVER NA VOZ ACTIVA OU NA PASSIVA REFLEXA As expressões na voz Passiva são mais difíceis de ler. Torna-se mais fácil se as modificarmos para a voz Activa ou Passiva Reflexa. Exemplos: >- ”A investigação deverá ser revista.” “Dever-se-á rever a investigação” >- “ Os testes foram aplicados” “Aplicaram-se os testes.” 36
  37. 37. 14. OPTAR POR FRASES AFIRMATIVAS EM VEZ DE NEGATIVAS As frases Afirmativas são mais fáceis de compreender Exemplo: “ Seis crianças estiveram ausentes da escola” – frase afirmativa > PERCEBE-SE MELHOR DO QUE “ Seis crianças não estiveram na escola.” – frase negativa 37
  38. 38. 15. EVITAR CONSTRUÇÕES PENDENTES (tornam as frases vagas com mais do que um sentido) Exemplo: “Os participantes foram informados falsamente pelos participantes cúmplices quando acabaram a sua tarefa.” O autor deveria ter escrito: a) “Quando os participantes terminaram a sua tarefa, os participantes cúmplices informaram- nos falsamente”. Ou b) “Quando terminaram a sua tarefa, os participantes foram informados falsamente pelos participantes cúmplices”. 38
  39. 39. 16. EVITAR AS CONSTRUÇÕES IMPESSOAIS SEM UM REFERENTE CLARO Exemplo: “Controlando o pulso, injectou-se adrenalina no braço esquerdo” Trata-se de uma frase ambígua, não se sabe quem controlou o pulso o próprio participante ou o experimentador. > Deveria ser então: “ Enquanto o experimentador controlava o pulso do participante, injectou adrenalina no braço esquerdo do participante”. 39
  40. 40. 17. NÃO OMITIR O SUJEITO QUANDO O SUJEITO ANTERIOR É DIFERENTE EXEMPLO: ”Quando a tarefa acabou, pôde ir embora” deverá ser: ”Quando a tarefa acabou, o participante pôde ir embora” Ou ”Quando o participante acabou a tarefa, pôde ir embora” 40
  41. 41. 18. UTILIZAR FRASES DE RESUMO Em artigos muito extensos será útil, no final de cada parte ou de um argumento mais longo, juntar uma ou duas frases de resumo, por forma a facilitar a compreensão do texto. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 41
  42. 42. 19. UTILIZAR FRASES DE TRANSIÇÃO Por vezes os autores descrevem o passo A passando logo ao passo C, sem incluir a frase de transição correspondente ao passo B. Ajudam a compreender o raciocínio do autor, fazendo a transição entre as ideias. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 42
  43. 43. 20. MANTER-SE EM SEGUNDO PLANO MANTER- O uso excessivo da “Primeira Pessoa” tende a distrair o leitor, pois concentra a sua atenção no autor em vez de naquilo que se quer transmitir. Considera-se que é melhor o autor manter-se em Segundo Plano, passando para primeiro plano apenas quando tem bons motivos para chamar a atenção sobre si próprio. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 43
  44. 44. 21. CITAR AS FONTES Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos Departamento de Formação Permanente do ISPA 44
  45. 45. 22. LER O ARTIGO PARA PROCURAR ERROS Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 45 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  46. 46. 23. PEDIR UMA LEITURA CRÍTICA A UM AMIGO Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 46 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  47. 47. 24. NÃO PARECER SEXISTA Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 47 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  48. 48. Referências • Rego, A., & Cunha, M. P. (2002). Comunicar: Aprenda as regras de ouro das apresentações em público. Lisboa: Dom público. Quixote. • Sternberg, Sternberg, R. J. (2005). The psychologist’s companion: companion: A guide to scientific writing for students and researchers (4th ed.). Cambridge: Cambridge University Press. Press. Metodologia de Pesquisa, Redacção e Apresentação de Trabalhos Científicos 48 Departamento de Formação Permanente do ISPA
  49. 49. Para mais informações… Carlos Lopes (clopes@ispa.pt) 49

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