ADMINISTRAÇÃO DE 
OPERAÇÕES
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES 
• A administração de operações pode ser definida como o campo 
da administração...
ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES 
É a administração de qualquer atividade na qual 
insumos são transformados em produtos (mercad...
A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES 
• Todas as organizações produzem algo, logo é necessário gerenciar 
as ativid...
CENTRALIDADE DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES 
TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
SISTEMA DE OPERAÇÕES 
Inputs Transformação Outputs 
Controle 
Feedback 
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SISTEMA DE OPERAÇÕES 
RREECCUURRSSOOSS AA SSEERREEMM 
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MANUFATURA SERVICOS 
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PRODUTOS 
ACABADOS 
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SATISFACÀO DO 
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SISTEMA DE OPERAÇÕES - EXEMPLOS 
OPERACÃO 
RECURSOS 
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SAÍDAS 
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ORGANIZAÇÕES DE MANUFATURA x SERVIÇOS 
MANUFATURA (PRODUTOS) SERVIÇOS 
Produzem bens tangíveis e duráveis Produzem bens in...
SISTEMA DE OPERAÇÕES 
“As operações de produção são semelhantes na forma de 
transformar inputs, entretanto diferem entre ...
VOLUME QUANTIDADE DE ATIVIDADE 
VARIEDADE GRANDE NÚMERO DE ITENS 
VARIAÇÃO DE 
DEMANDA 
CAPACIDADE DE MUDAR 
GRAU DE CONTA...
DIMENSÕES DAS OPERAÇÕES 
Ambos são processos para transportar pessoas mas... 
• Quanto ao volume processado? 
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VOLUME 
EXEMPLOS 
• RESTAURANTE FAST- FOOD x À LA CARTE 
• FÁBRICA DE TV x FÁBRICA DE AVIÕES 
IMPLICAÇÕES 
ALTO VOLUME 
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VARIEDADE OU FLEXIBILIDADE 
EXEMPLOS 
• SERVIÇO DE TAXI x SERVIÇO DE ÔNIBUS 
• INDUSTRIA POR ENCOMENDA x INDUSTRIA SERIADA...
DIMENSÃO – VARIAÇÃO DA DEMANDA 
EXEMPLOS 
• HOTEL NA PRAIA x HOTEL DE NEGÓCIOS 
• SERVIÇOS PÚBLICOS (ELETRICIDADE, COLETA ...
CONTATO CLIENTE OU VISIBILIDADE 
EXEMPLOS 
• VENDA EM LOJA x VENDA POR CATÁLOGO OU INTERNET 
IMPLICAÇÕES 
ALTO CONTATO C/ ...
OBJETIVOS OPERACIONAIS ESTRATÉGICOS 
• QUALIDADE = FAZER CERTO 
– Desempenho, conformidade, consistência, durabilidade, ní...
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SISTEMA DE OPERAÇÕES 
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PROJETO DE PRODUTO OU SERVIÇO 
• O projeto de produtos e serviços é um processo estratégico que 
envolve três etapas básic...
PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE 
• O planejamento da capacidade envolve a decisão relativa à 
quantidade máxima de bens a serem...
PLANEJAMENTO DA LOCALIZAÇÃO 
• O objetivo do planejamento de localização é posicionar a 
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PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO 
• Nas organizações de manufatura: 
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– Produção artesanal. 
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Volume único 
Variedade muito alta 
Características 
Cada produto é único e a produção tem 
início e fim definidos podendo...
Volume muito baixo 
Variedade muito alta 
Características 
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Volume médio 
Variedade média 
Características 
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Volume alto 
Variedade baixa 
Características 
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Volume muito alto 
Variedade única 
Características 
Produção flui ininterruptamente por um 
conjunto de equipamentos cone...
PROCESSO DE MANUFATURA - RESUMO 
Baixo Volume 
• Menos integração 
vertical 
• Mais flexibilidade 
dos recursos 
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PROCESSO DE SERVIÇO - RESUMO 
Serviços Customizado 
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 serviço médico 
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PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT 
• O planejamento do arranjo físico envolve decisões sobre como 
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LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL 
Neste tipo de layout , o material permanece parado enquanto que o homem 
e o equipam...
LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL 
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LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL 
No layout funcional, máquinas-ferramentas são agrupadas funcionalmente 
de acordo com o t...
LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL 
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LAYOUT CELULAR 
A célula de manufatura consiste em arranjar em um só local, conhecido 
como célula, máquinas diferentes qu...
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LAYOUT DE PRODUTO (LINHA DE PRODUÇÃO) 
O layout em linha tem uma disposição fixa orientada para o produto. Os 
postos de t...
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PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT 
• Relação entre tipos de layout e custos de produção: 
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• Uma vez que o sistema de operações foi planejado e 
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LIMITACÕES DO 
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ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES 
Estoques são criados quando o recebimento de: 
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ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES 
• Os gerentes de operações utilizam um conjunto de técnicas que 
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PLANEJAMENTO DE NECESSIDADES DE MATERIAIS 
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LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO 
• A logística consiste no gerenciamento de toda movimentação de 
recursos, produtos, equipamento...
TENDÊNCIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES 
• Gestão da cadeia de valor. 
• Sistemas just-in-time. 
• Customização e produçã...
MÁQUINAS DE CONTROLE NUMÉRICO (CNC) 
Usadas para furar, tornear, fresar, 
diferentes tipos de pecas, com o 
Computador det...
Além da funções do CNC, permite a 
inclusão de várias ferramentas que 
podem ser trocadas 
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São usados para substituir pessoas 
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FLEXIBLE MANUFACTURING SYSTEM (FMS) 
Composto de vários Machining 
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AUTOMATICALLY GUIDED VEHICLES (AGV) 
Robôs programáveis que são 
guiados por faixas magnéticas no 
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SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE ARMAZENAGEM 
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  1. 1. ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES
  2. 2. FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • A administração de operações pode ser definida como o campo da administração responsável pelo planejamento, operação e controle do processo de transformação de uma organização. • O processo de transformação é o núcleo central de qualquer organização e envolve todas as atividades que contribuem para transformar os insumos em produtos e serviços. • A administração de operações é desempenhada pelo gerente de operações. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  3. 3. ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES É a administração de qualquer atividade na qual insumos são transformados em produtos (mercadorias ou serviços) TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  4. 4. A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • Todas as organizações produzem algo, logo é necessário gerenciar as atividades do seu processo de transformação. • A administração de operações é importante porque: – Assume um papel central no desenvolvimento de todas as atividades organizacionais. – Tem um papel estratégico no desempenho competitivo da organização. – Influencia positivamente não apenas a organização, mas também a competitividade de um dado país. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  5. 5. CENTRALIDADE DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  6. 6. SISTEMA DE OPERAÇÕES Inputs Transformação Outputs Controle Feedback TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  7. 7. SISTEMA DE OPERAÇÕES RREECCUURRSSOOSS AA SSEERREEMM TRANSFORMADOS o MATERIAIS o INFORMAÇÕES oCONSUMIDORES ENTRADAS o INSTALAÇÕES o MÃO DE OBRA RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO INFLUÊNCIAS E RESTRIÇÕES DO AMBIENTE INFLUENCIAS E RESTRIÇÕES ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES INTERNAS PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO PACOTE DE VALOR PRODUTOS E SERVIÇOS PLANEJAMENTOS E CONTROLES C L I E N T E F O R N E C E D O R E S TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  8. 8. MANUFATURA SERVICOS TRANSFOMA MATERIAIS EM PRODUTOS ACABADOS TRANSFORMA O ESTADO DE SATISFACÀO DO CONSUMIDOR SISTEMA DE OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  9. 9. SISTEMA DE OPERAÇÕES - EXEMPLOS OPERACÃO RECURSOS INPUT PROCESSO TRANSFORMACÀO SAÍDAS OUTPUTS LINHA AÉREA -AVIÕES -PILOTOS E EQUIPE -PASSAGEM E CARGA -COMBUSTÍVEL TRANSPORTAR PASSAGEIROS E CARGAS PASSAGEIROS E CARGAS TRANSPORTADOS FABRICANTE COMIDA CONGELADA -COMIDA FRESCA -OPERADORES -CONGELADORES -GAZ PREPARAR E CONGELAR A COMIDA COMIDA CONGELADA TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  10. 10. ORGANIZAÇÕES DE MANUFATURA x SERVIÇOS MANUFATURA (PRODUTOS) SERVIÇOS Produzem bens tangíveis e duráveis Produzem bens intangíveis Bens podem ser armazenados para consumo posterior O consumo e a produção dos serviços são simultâneos A quantidade e a qualidade dos bens produzidos são facilmente mensuráveis A qualidade dos serviços é percebida, mas é difícil de medir O resultado é padronizado O resultado é customizado Pouca participação e pouco contato com o consumidor Amplo contato e participação do consumidor durante o processo de transformação A localização é menos importante para o sucesso da organização A localização é crucial para o sucesso da organização Emprego intensivo de capital Emprego intensivo de trabalho TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  11. 11. SISTEMA DE OPERAÇÕES “As operações de produção são semelhantes na forma de transformar inputs, entretanto diferem entre si em função da natureza do output ” TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  12. 12. VOLUME QUANTIDADE DE ATIVIDADE VARIEDADE GRANDE NÚMERO DE ITENS VARIAÇÃO DE DEMANDA CAPACIDADE DE MUDAR GRAU DE CONTACTO COM CONSUMIDOR EXPOSIÇÃO DIRETA OU VISIBILIDADE DIMENSÕES DAS OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  13. 13. DIMENSÕES DAS OPERAÇÕES Ambos são processos para transportar pessoas mas... • Quanto ao volume processado? • Quanto à variedade processada? • Quanto ao recurso dominante? • Quanto a capacidade? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  14. 14. VOLUME EXEMPLOS • RESTAURANTE FAST- FOOD x À LA CARTE • FÁBRICA DE TV x FÁBRICA DE AVIÕES IMPLICAÇÕES ALTO VOLUME •Alta repetitibilidade •Especialização •Sistematização •Capital intensivo •Custo unitário baixo BAIXO VOLUME •Baixa repetição •Os funcionários participam mais do trabalho •Menor sistematização •Custo unitário alto TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  15. 15. VARIEDADE OU FLEXIBILIDADE EXEMPLOS • SERVIÇO DE TAXI x SERVIÇO DE ÔNIBUS • INDUSTRIA POR ENCOMENDA x INDUSTRIA SERIADA ALTA VARIEDADE •Complexidade •Atende às necessidades dos consumidores •Custo unitário alto BAIXA VARIEDADE •Bem definida •Rotinizada •Padronizada •Baixo custo unitário IMPLICAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  16. 16. DIMENSÃO – VARIAÇÃO DA DEMANDA EXEMPLOS • HOTEL NA PRAIA x HOTEL DE NEGÓCIOS • SERVIÇOS PÚBLICOS (ELETRICIDADE, COLETA DE LIXO) IMPLICAÇÕES ALTA VARIAÇAO DA DEMANDA •Capacidade mutável •Antecipação •Flexibilidade •Ajustada com a demanda •Custo unitário alto BAIXA VARIAÇAO DA DEMANDA • Capacidade Estável • Operação Rotineira • Operação Previsível • Alta utilização • Custo Baixo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  17. 17. CONTATO CLIENTE OU VISIBILIDADE EXEMPLOS • VENDA EM LOJA x VENDA POR CATÁLOGO OU INTERNET IMPLICAÇÕES ALTO CONTATO C/ CONSUMIDOR •Tolerância de espera limitada •Satisfação definida pela percepção do cliente •Necessidade de habilidade no contato com cliente •Custo unitário alto BAIXO CONTATO C/ CONSUMIDOR •Tempo de espera entre produção e consumo •Padronizado •Exige menor habilidade no contato •Custo unitário baixo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  18. 18. OBJETIVOS OPERACIONAIS ESTRATÉGICOS • QUALIDADE = FAZER CERTO – Desempenho, conformidade, consistência, durabilidade, nível de falhas, conforto, estética, atendimento, etc. • RAPIDEZ = RESPOSTA RÁPIDA, TEMPO. – Atendimento, entrega. • CONFIABILIDADE = SER EFICAZ, EM TEMPO. – Cumprimento do combinado, segurança. • FLEXIBILIDADE = CAPACIDADE DE MUDANÇA OPERACIONAL – de produto ou serviço; de composto dos produtos, de volume; de entrega, etc. • CUSTOS = FAZER MAIS BARATO – Mão de obra – Materiais – Instalações TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  19. 19. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SISTEMA DE OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  20. 20. PROJETO DE PRODUTO OU SERVIÇO • O projeto de produtos e serviços é um processo estratégico que envolve três etapas básicas: – Coleta de informação. – Seleção das melhores idéias. – Produção um projeto final do produto ou serviço. • Os gerentes de operações analisam a produtibilidade do produto ou serviço – para isso, eles comparam esse produto ou serviço com as prioridades competitivas em termos de qualidade, confiabilidade e custo. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  21. 21. PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE • O planejamento da capacidade envolve a decisão relativa à quantidade máxima de bens a serem produzidos ou ao número máximo de clientes a atender (quantos?). • As decisões relativas à capacidade geralmente são baseadas numa análise do futuro, e podem ser adotados três tipos básicos de estratégia: – Antecipação. – Reação. – Acompanhamento. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  22. 22. PLANEJAMENTO DA LOCALIZAÇÃO • O objetivo do planejamento de localização é posicionar a capacidade do sistema de operações de modo a minimizar os custos totais de produção e de distribuição: custos fixos de capital (ex: terreno) e custos variáveis de operação (ex: trabalho). TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  23. 23. PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO • Nas organizações de manufatura: – Produção por projeto. – Produção artesanal. – Produção por lotes. – Produção em massa. – Produção contínua. • Nas organizações de serviços: – Serviços profissionais. – Serviços de massa. – Lojas de serviços. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  24. 24. Volume único Variedade muito alta Características Cada produto é único e a produção tem início e fim definidos podendo ocorrer mudanças durante a sua execução PRODUÇÃO POR PROJETO Mão de Obra Equipamentos Exemplos • Múltiplas especialidades • Layout posicional • De uso temporário de acordo com o projeto • Construção civil • Estaleiros TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  25. 25. Volume muito baixo Variedade muito alta Características Produção de uma grande variedade de produtos em diferentes roteiros de fabricação sem conexão entre os centros produtivos PRODUÇÃO ARTESANAL Mão de Obra Equipamentos Exemplos • Polivalente • Produzem toda a tarefa • Layout funcional • Universais e flexíveis • Aumento de capacidade unitário • Ferramentaria • Fábrica de móveis TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  26. 26. Volume médio Variedade média Características Produção em lotes econômicos variados determinados pela economia de escala no tempo de preparação de cada equipamento (setup) Mão de Obra Equipamentos Exemplos • Especialistas • Produzem uma parte da tarefa • Layout por processo • Aumento de capacidade por lotes de produção • Alimentos congelados • Autopeças • Confecção de roupas PRODUÇÃO POR LOTES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  27. 27. Volume alto Variedade baixa Características Produção de um único produto que flui por estações de trabalho de maneira sincronizada ao longo do processo de fabricação PRODUÇÃO EM MASSA Mão de Obra Equipamentos Exemplos • Pouca especialização ou robotizada • Produzem uma fração do produto • Layout de produto • Aumento de capacidade por balanceamento das operações da linha • Eletrodomésticos • Automóveis • Computadores TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  28. 28. Volume muito alto Variedade única Características Produção flui ininterruptamente por um conjunto de equipamentos conexos uns aos outros PRODUÇÃO CONTÍNUA Mão de Obra Equipamentos Exemplos • Automação • Layout por fluxo contínuo • Aumento de capacidade por duplicação • Refinaria de petróleo • Siderúrgica • Fábricas de papel TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  29. 29. PROCESSO DE MANUFATURA - RESUMO Baixo Volume • Menos integração vertical • Mais flexibilidade dos recursos • Mais envolvimento do cliente • Menor intensidade de capital Baixo Volume Alto Alta Variedade Baixa Processos de produção Alto Volume • Mais integração vertical • Menor flexibilidade dos recursos • Menos envolvimento do cliente • Maior intensidade de capital Artesanal Lote Contínuo Produto Único Lotes Pequenos Produtos Múltiplos Volumes Baixos Produtos Limitados Volumes Grandes Volumes Grandes Produto Único Massa Projeto Um de cada tipo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  30. 30. PROCESSO DE SERVIÇO - RESUMO Serviços Customizado consultoria banco (pessoa jurídica) serviço médico assistência técnica Loja de Serviços banco ( pessoa física) restaurantes hotelaria varejo em geral Serviços de Massa transporte urbano cartão de crédito comunicações varejo de revistas Ênfase em: Pessoas Front office Produto Alto grau de: Contato Alta Personalização Autonomia Número de clientes processados por dia em uma unidade típica Ênfase em: Equipamentos Back room Processo Baixo grau de: Contato Personalização Autonomia Variedade Baixa
  31. 31. PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT • O planejamento do arranjo físico envolve decisões sobre como organizar espacialmente as instalações. Há quatro tipos básicos de layout: – Layout de posição fixa ou posicional. – Layout de processo ou funcional. – Layout celular. – Layout de produto. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  32. 32. LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL Neste tipo de layout , o material permanece parado enquanto que o homem e o equipamento se movimentam ao redor. Atualmente, sua aplicação se restringe principalmente a caso onde o material, ou o componente principal, é difícil de ser movimentado, sendo mais fácil transportar equipamentos, homens e componentes até o material imobilizado. É o caso típico de montagem de grandes máquinas, montagens de navios, de prédios, barragens, grandes aeronaves, etc. O número de itens finais normalmente não é muito grande, mas o tamanho do lote dos componentes para o item final pode variar de pequeno a muito grande. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  33. 33. LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  34. 34. LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL No layout funcional, máquinas-ferramentas são agrupadas funcionalmente de acordo com o tipo geral de processo de manufatura: tornos em um departamento, furadeiras em outro, injetoras de plástico em outro e assim por diante. Ou seja, o material se movimenta através das áreas ou departamentos. Este tipo de arranjo é adotado geralmente quando há variedade nos produtos e pequena demanda. É o caso de fabricação de tecidos e roupas, trabalho de tipografia, oficinas de manutenção. Em virtude dos layouts funcionais precisarem realizar uma grande variedade de processos de manufatura, são necessários equipamentos de fabricação de uso genérico. Trabalhadores devem ter nível técnico relativamente alto para realizar várias tarefas diferentes. A vantagem desse tipo de layout é a sua capacidade de fazer uma variedade de produtos. Cada peça diferente que requer sua própria seqüência de operações pode ser direcionada através dos respectivos departamentos na ordem apropriada. Os roteiros operacionais são usados para controlar o movimentos de materiais. Empilhadeiras e carrinhos manuais são utilizados para transportar materiais de uma máquina para outra.
  35. 35. LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  36. 36. LAYOUT CELULAR A célula de manufatura consiste em arranjar em um só local, conhecido como célula, máquinas diferentes que possam fabricar o produto inteiro. O material se desloca dentro da célula buscando processos necessários, porém o deslocamento ocorre em linha. Nas células, operações e processo são agrupados de acordo com a seqüência de produção que é necessária para fazer um grupo de produtos. Lanchonete de supermercado independente, com próprio caixa. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  37. 37. LAYOUT CELULAR TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  38. 38. LAYOUT DE PRODUTO (LINHA DE PRODUÇÃO) O layout em linha tem uma disposição fixa orientada para o produto. Os postos de trabalho (máquinas, bancadas) são colocados na mesma seqüência de operações que o produto sofrerá. É comum existir uma máquina de cada tipo, exceto quando são necessárias máquinas em duplicata para balancear a linha de produção. Quando o volume se torna muito grande, especialmente na linha de montagem, ele é chamado de produção em massa. Esta é a solução ideal quando se tem apenas um produto ou produtos similares, fabricados em grande quantidade e o processo é relativamente simples. O tempo que o item gasta em cada estação ou lugar fixado é balanceado. As linhas são ajustadas para operar na velocidade mais rápida possível, independentemente das necessidades do sistema. O sistema não é flexível.
  39. 39. LAYOUT DE PRODUTO (LINHA DE PRODUÇÃO)
  40. 40. PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT • Relação entre tipos de layout e custos de produção: TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  41. 41. CONTROLE DA PRODUÇÃO • Uma vez que o sistema de operações foi planejado e implementado, é necessário monitorar o seu desempenho. • O controle das operações envolve: – Controle dos custos de produção. – Controle da capacidade. – Controle de tempo. – Controle da qualidade. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  42. 42. LIMITACÕES DO PLANEJEMENTO E CONTROLE Limitações de CUSTOS “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de custos determinados” Limitações de CAPACIDADE “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de limites da capacidade dos recursos projetados para a operação” Limitações de TEMPO “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de um intervalo de tempo, no qual eles ainda têm valor para o consumidor” Limitações de QUALIDADE “os produtos e serviços devem ter conformidade aos limites de tolerância projetados para o produto ou serviço” PLANEJAMENTO E CONTROLE TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  43. 43. ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES Estoques são criados quando o recebimento de: • Materiais (insumos) • Partes em processo, ou • Produtos acabados Excede o seu consumo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  44. 44. ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES • Os gerentes de operações utilizam um conjunto de técnicas que têm como objetivo otimizar a administração de estoques., entre as quais se destacam: – Lote econômico de compra (LEC). – Curva ABC. – Planejamento de necessidades de materiais (MRP). – Sistemas just-in-time (JIT). TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  45. 45. PLANEJAMENTO DE NECESSIDADES DE MATERIAIS TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com 46
  46. 46. LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO • A logística consiste no gerenciamento de toda movimentação de recursos, produtos, equipamentos e informações necessárias para a execução das atividades de uma organização. • A distribuição é o processo da logística responsável pela movimentação dos produtos acabados desde sua saída do processo de transformação até sua entrega ao cliente. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  47. 47. TENDÊNCIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • Gestão da cadeia de valor. • Sistemas just-in-time. • Customização e produção flexíveis. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  48. 48. MÁQUINAS DE CONTROLE NUMÉRICO (CNC) Usadas para furar, tornear, fresar, diferentes tipos de pecas, com o Computador determinando a seqüência de operações, monitorando a posição da ferramenta para controle dimensional e reduzindo o tempo de preparação, o que permite uma maior flexibilidade. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  49. 49. Além da funções do CNC, permite a inclusão de várias ferramentas que podem ser trocadas automaticamente realizando várias operações em um único equipamento, além de abastecer as pecas automaticamente o que permite longos períodos de produção sem intervenção do operador. MACHINE CENTERS TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  50. 50. São usados para substituir pessoas em atividades repetitivas ou perigosas, podendo executar tarefas como montar, pintar, soldar, em várias seqüências, de dimensão e peso elevados, com grande precisão. ROBÔS INDUSTRIAIS TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  51. 51. FLEXIBLE MANUFACTURING SYSTEM (FMS) Composto de vários Machining Centers que circundam um robô industrial, criando uma célula autônoma que permite realizar tarefas completas e independente da intervenção humana em meio ambiente da produção. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  52. 52. AUTOMATICALLY GUIDED VEHICLES (AGV) Robôs programáveis que são guiados por faixas magnéticas no chão da planta que melhoram a eficiência no transporte e movimentação de materiais nos centros produtivos. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
  53. 53. SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE ARMAZENAGEM TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com

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