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Aula 07 resumo modulos 01 e 02 2015 01

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Resumo para preparação para a segunda prova. Alguns slides são diferentes dos slides das aulas normais, para facilitar a ligação com as demais partes da matéria.

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Aula 07 resumo modulos 01 e 02 2015 01

  1. 1. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 1 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton UNIASSELVI – FAMEG Prof. Claudio Bernardi Stringari Guaramirim, 14 de Abril de 2015. ENGENHARIA DA QUALIDADE Resumo Módulos 01 e 02
  2. 2. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 2 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton ENGENHARIA DA QUALIDADE Introdução à Qualidade
  3. 3. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 3 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade http://src.odiario.com/Imagem/2011/01/19/g_201630407.jpg
  4. 4. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 4 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade 1° Revolução Industrial – Era do Vapor 1760 a 1860 • 1760 - Primeiras máquinas práticas movidas a vapor. • 1803 – 1811 - Criação da 1° Linha de montagem padronizada (de mosquetes) por Eli Whitney nos EUA • A Inglaterra produz produtos com baixa qualidade e alto volume, dominando mercados nas Américas, África, Índia e China. Fábrica “movida a vapor”
  5. 5. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 5 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton 2° Revolução Industrial – Era da Eletricidade 1860 a 1939 • 1876 - Necessidade de controle mais apurado da qualidade: Administração científica (Taylor) • 1914 - Máquinas elétricas práticas dão maior agilidade à produção (Surge o primeiro movimento para a produção em massa: o Fordismo); • 1924 – aceitação por amostragem com foco corretivo (Dodge&Romig); • 1924 – criação dos primeiros gráficos de controle, foco preventivo (Dr. Shewart) • 1935 – Primeira norma de métodos estatísticos e padronização BS600 (E.S. Pearson) Típico produto movido a Motores elétricos Linha do Tempo da Qualidade 5
  6. 6. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 6 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno - 2° Guerra Mundial até os anos 90 do século XX • 1939 – 1945 Intensificação da produção em massa, normas de guerra dos EUA, • 1946 – Criação da União Japonesa de Engenheiros (JUSE) • 1950 e 1956 – Seminários de Deming (CQ) e Juran (Administração) • 1950 – 1960 Teorias motivacionais (Maslow/Herzberg) • 1959 Surgem as normas MIL STD Q-9858 Programas de Qualidade p/fornecedores das forças armadas (EUA) • 1962 – Criação dos CCQ – Kaoru Ishikawa • 1979 a 1987 – Desenvolvimento e publicação das normas ISO 9001 • 1990 em diante: Globalização, guerra comercial aberta Montagem de Computadores – 1980 Linha do Tempo da Qualidade 6
  7. 7. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 7 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno - 2° Guerra Mundial • Principais características: • Uso intensivo das técnicas de controle da qualidade durante a guerra; • Normalização das especificações por normas militares; • Uso da normalização como base do treinamento dentro da indústria (TWI); • Avanço tecnológico sem igual na história da humanidade. Linhas de Jipes feitas pela produção em massa norte americana Treinamento capacitando as mulheres a ocuparem o lugar da mão de obra masculina 7
  8. 8. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 8 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Período Moderno – do Pós guerra até os anos 70 do século XX - Ocidente • Principais características: • Criação das primeiras associações de engenheiros da qualidade: American Society for Quality Control (ASQC) e Japan Union of Scientists and Engineers – JUSE); • Auxílio na reconstrução do Japão no Pós Guerra; • Primeira abordagem sistêmica da qualidade publicada por Juran; • Criação do conceito de Controle da Qualidade Total – TQC por Feigenbaun; • Programa Zero Defeito, de Crosby; • EUA perdem competitividade. Automóvel, 1947 TV Philco Predicta, 1950 Telefone, anos 70 8
  9. 9. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 9 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Linha do Tempo da Qualidade Qualidade no Século XXI • 2000 – Foco em Gestão da Qualidade, com a revisão da norma ISO 9001:2000: Reflete o foco no cliente, não no produto • 2000-em diante – Divulgação dos conceitos de Seis sigma criados na Motorola em meados dos anos 1980 e difundidos pelo sucesso da GE conduzida por Jack Welch até 2001. • 2001 – Lançamento do livro O Modelo Toyota, que acelera o processo de popularização do Lean Manufacturing iniciado nos anos 1980 com o livro “A máquina que mudou o mundo” • 2008 – Nova revisão da norma ISO 9001. Fábrica moderna da Volkswagen do Brasil 9
  10. 10. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 10 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton As Eras da Qualidade • Inspeção; – Foco na verificação • Controle Estatístico do Processo; – Foco no controle; • Garantia da Qualidade; – Foco na coordenação; • Gestão da Qualidade. – Foco no impacto estratégico da qualidade
  11. 11. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 11 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Conceitos de Qualidade “A Qualidade é subjetiva e objetiva” - Shewhart Qualidade é a satisfação das necessidades dos clientes em primeiro lugar - Deming Qualidade é a composição total das características da empresa por meio das quais os produtos atenderão às expectativas dos clientes – Feigenbaum. Qualidade é conformidade com as especificações. - Crosby Qualidade é satisfazer radicalmente o cliente, para ser agressivamente competitivo. – Ishikawa. Qualidade é a diminuição das perdas geradas por um produto, desde a produção até seu uso pelos clientes - Taguchi Controle estatístico do processo TQM TQC TQC TQM Toyotismo - JIT Seis Sigma
  12. 12. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 12 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton • Todos mostram mostram os paradigmas característicos de cada era da qualidade e... • Possuem em comum a preocupação com o cliente. • Como um exemplo... Conceitos de Qualidade
  13. 13. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 13 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Conceito da Qualidade de Deming •Foco em resultados por meio de métodos; •Problemas devem ser resolvidos, não acobertados; •Deve-se dar prioridade máxima às preocupações do cliente; •Os produtos ou serviços gerados devem exceder as expectativas do cliente. A Reação em Cadeia de Deming
  14. 14. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 14 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Pergunta... Este conceito parece fora de lugar em 2015, 65 anos depois de ter sido formulado?
  15. 15. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 15 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton • Não! É bem atualizado! • E Juran ainda complementou que: “qualidade é a liberdade de deficiências”, • Isto levou à compreensão de que a produção com maior qualidade possui seu maior efeito na redução dos custos de fabricação e aumento da margem de contribuição! + Conceitos de Qualidade
  16. 16. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 16 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Envolvimento das Pessoas no Esforço pela Qualidade Qualidade Estratégica – Aula 01
  17. 17. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 17 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Ser Humano... • É componente fundamental das organizações; • É capaz de conduzir transformações nas organizações;
  18. 18. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 18 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Ser Humano... • É difícil de: avaliar, compreender, envolver e desenvolver de forma adequada. • Vale a pena empenhar-se pelo elemento humano?
  19. 19. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 19 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Por que Desenvolver o Ser Humano? • Ele oferece os melhores e maiores retornos; • O ser humano é adaptável.
  20. 20. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 20 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Por que Desenvolver o Ser Humano? • Sua capacidade envolve: – Geração de soluções criativas; – Sugestão de métodos de trabalho mais rápidos, eficazes e baratos; – Podem prever situações específicas em processos e produtos.
  21. 21. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 21 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Como as pessoas interagem numa empresa? • De duas formas: 1.Entre a organização e as pessoas 2.Entre as pessoas. • Resumindo: tanto pelas vias formais da empresa quanto pelas informais.
  22. 22. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 22 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Consolidando as Interações • As interações entre pessoas são mais sólidas quando vão além das meras trocas de informações; • É preciso definir referenciais que criem modelos práticos de conduta das pessoas; • Estes modelos são, principalmente, criados a partir de: – Exemplos institucionais; – Exemplo das pessoas.
  23. 23. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 23 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Motivação para a Qualidade Significa: mostrar às pessoas por que fazer e determina nelas o querer fazer. Geram-se motivos! É intransferível! Ninguém motiva ninguém. As pessoas motivam-se! Existem posturas gerenciais que ajudam a motivar, ou prejudicam esta motivação...
  24. 24. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 24 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Motivação para a Qualidade
  25. 25. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 25 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Evidenciando a Motivação... • Podemos evidenciá-la por meio de posturas conscientes na empresa: – Busca por maior qualificação pela mão de obra; • Exemplo: cursos sob demanda. – Ações coletivas na base da organização para a solução de problemas do trabalho; • Exemplo: grupos de CCQ. – Ações espontâneas, não associadas a recompensas. • Exemplo: caixas de sugestão.
  26. 26. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 26 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Vantagens e Desvantagens do Envolvimento das Pessoas • VANTAGENS • Resultados históricos do envolvimento das pessoas para a qualidade são bem conhecidos, facilitando sua aceitação; • Investimento elevado com retornos significativos que justificam o esforço. • Normalmente, o que vale para as organizações vale para as pessoas (gera identificação). • DESVANTAGENS • Não há desvantagens, há dificuldades; – Existe um excesso de opções de desenvolvimento – As estratégias bem sucedidas em um ambiente podem falhar em outro. – Todo envolvimento de pessoas exige bom entendimento da cultura da organização, o que não é fácil.
  27. 27. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 27 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Concluindo... • A transição para a dimensão estratégica pode ser considerada como decorrente: – Do uso dos conceitos de indicadores; – Das estratégias de envolvimento da mão-de- obra (cada vez mais complexa); – Do crescente aumento de competitividade das organizações.
  28. 28. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 28 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton A TRANSIÇÃO PARA A DIMENSÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE
  29. 29. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 29 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Comportamento Estratégico das Organizações... • Revelado pelas seguintes preocupações básicas: – Com a existência da organização; – Com sua atuação junto à sociedade; – Com o desenvolvimento de seu processo produtivo; – Com a visão de futuro da organização. 29
  30. 30. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 30 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qual o fator determinante para a Qualidade ? • CONCORRÊNCIA! 30
  31. 31. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 31 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Dimensão Estratégica • Pressupostos básicos: – A gestão estratégica trata dos meios para a sobrevivência da organização; – A qualidade tem papel fundamental na sobrevivência das organizações; – A dimensão estratégica da qualidade é caracterizada por: • Visão; • Princípios; • Métodos.
  32. 32. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 32 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton O Impacto nas Pessoas do conceito Estratégico da Qualidade • As atuações profissionais e institucionais são similares; • Os objetivos da qualidade das organizações dependem e aplicam-se também às pessoas; • As pessoas sofrem também com a concorrência • A qualidade da ação profissional é um diferencial considerável
  33. 33. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 33 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade Adaptada às Pessoas ● O que vale para as organizações vale para as pessoas; ● Vivemos em um ambiente competitivo; ● Exigência maior por resultados cada vez melhores; ● Espera-se que as pessoas superem as expectativas 33
  34. 34. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 34 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade Adaptada às Pessoas • O diferencial atual não é fazer tudo o que for compatível com a função, mas sim o que for a mais além disso. 34
  35. 35. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 35 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Concluindo • O que torna a produção e a avaliação da qualidade um fator estratégico é a visão que as pessoas da organização tem do assunto. • Por isso o primeiro passo para a implantação da visão estratégica das organizações é a criação desta visão nas pessoas ( o mesmo pode ser dito para a concepção da estratégia de toda a organização).
  36. 36. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 36 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Dimensão Estratégica da Qualidade • Mostra que a qualidade tem impacto decisivo na sobrevivência da organização. • Implica a priorização dos esforços de pessoas e setores para o pleno atendimento do ambiente onde a empresa atua; • Isto inclui a sociedade como um todo (clientes, fornecedores, concorrentes, governo, meio ambiente, etc.)
  37. 37. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 37 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Organizar o Processo para a Qualidade • Organização das ações comuns de produção para a produção da qualidade: – Organização do processo produtivo (Kanban, JIT); – Criação de novas estruturas de produção (e.g. processos em célula, etc.); – Desenvolvimento de novas estruturas internas nos setores (novas formas de agir); – Reorganização do espaço físico; – Melhoria do acesso e uso aos equipamentos. 37
  38. 38. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 38 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Envolvimento dos recursos humanos • Técnicas de motivação para a qualidade e modelos de formação e qualificação de mão de obra: – Centros de formação de aprendizes; – Implantação do CCQ; – Implantação de sistemas de sugestões; – Investimentos na formação profissional de colaboradores; – Auxílios escolares; – Etc. 38 http://vilacultural.com.br/blog/?tag=motivacao- e-qualidade-de-vida-para-equipes
  39. 39. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 39 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Planejamento do Processo para a Qualidade • Puxar o processo a partir da demanda (princípio do lean manufacturing): – Sistema de produção puxada; • Kanban • Redução de estoques; • Nivelamento de produção;. 39
  40. 40. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 40 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Principais Estratégias da Qualidade Operacional Produção da Qualidade no Processo • Inserir a qualidade nas atividades de processo e em todos os elementos que o compõe. – Programas zero defeito; – Programas de eliminação de erros; 40 http://qualidadeonline.wordpress.com/20 10/02/01/poka-yoke/ http://www.totalqualidade.c om.br/2009/10/gurus-da- qualidade-os-gurus- que.html
  41. 41. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 41 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Vantagens e Desvantagens Da Visão da Qualidade Operacional VANTAGENS  Criação de visão de conjunto, para a obtenção de melhorias gerais do processo;  Gerar resultados rápidos; DESVANTAGENS • Todas as estratégias dependem da pessoa do gestor; • As ações (que geram resultados rápidos) tem maior prioridade do que as estratégias em si (Sustentabilidade ruim) • Risco de desconsiderar as necessidades dos clientes. 41
  42. 42. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 42 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Componente Tático da Qualidade
  43. 43. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 43 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Diferença entre Operacional e Tático http://www.efdeportes.com/efd95/inici.htm
  44. 44. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 44 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão Tática
  45. 45. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 45 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Características do nível tático de gestão ● Modelo “intermediário”; ● Onde se decide como viabilizar as decisões estratégicas; ● Difícil de ser definida.... Visão Estratégica Visão Tática Visão Operacional Estratégias Gestão por indicadores Planos de Ação OperaçãoMedição Acompanhamento estratégico
  46. 46. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 46 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão da Qualidade com Base em Indicadores
  47. 47. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 47 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Características Essenciais de um Indicador 1. Definido com bases quantitativas, ou seja, é mensurável e sempre expresso em números; 2. Todo indicador avalia, direta ou indiretamente, o impacto do produto final sobre o consumidor. 47
  48. 48. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 48 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Indicadores e a Gestão da Qualidade • A concepção e o uso prático de indicadores permitiram tratar a avaliação da qualidade de modo amplo, com efeito na gestão das organizações; • Os indicadores mostraram que é possível realizar a avaliação da qualidade de modo amplo e objetivo devido aos dados quantitativas; • Os indicadores propõe , desenvolve, aplicam e comparam situações reais com os padrões a elas associados (comparativo por meio da ”distância entre perfis”) 48
  49. 49. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 49 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Gestão da Qualidade com Base em Indicadores– Vantagens e Desvantagens VANTAGENS  Passo relevante para a implementação de modelos participativos de gestão;  Forçam as pessoas a pensarem e agirem de forma objetiva;  Agregou à gestão da qualidade a noção de melhoria passível de medição quantitativa;  Criação de um processo participativo na avaliação da qualidade. DESVANTAGENS • Algumas empresas entendem que o processo participativo de definição de indicadores pode definir indicadores inadequados, que podem desde aumentar o custo da medição até descaracterizar o processo de avaliação da qualidade; • Quando a empresa não possui uma política da qualidade definida e conhecida, fica difícil o estabelecimento de um processo de avaliação da qualidade com base em indicadores. 49
  50. 50. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 50 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Qualidade: a Transição Crítica • Qual é o elemento com maior impacto sobre a decisão de produzir com qualidade? 50
  51. 51. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 51 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Duas Características da Transição da Qualidade do Plano Tático ao Estratégico • As empresas não tem opção quanto à concorrência, ela existe, deve ser encarada e vencida. Daí a relevância da identificação das ações estratégicas, entre elas a adoção da qualidade. • Os conceitos e métodos do planejamento estratégico passam a ter grande ênfase nas grandes organizações.
  52. 52. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 52 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Adequação ao uso; • Relação direta entre as áreas produtivas da organização e os consumidores; • Diferenciação de clientes e consumidores; • Atenção ao ambiente global; • Qualidade globalizada; • Multiplicidade de itens; • Evolução; • Antecipação das mudanças; • Aceitação crescente de bens e serviços;
  53. 53. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 53 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • Confiança no processo de produção; • Atribuição de elevados níveis de valor ao produto; • Confiança na imagem e na marca; • Atenção ao meio ambiente; • Ação social das organizações
  54. 54. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 54 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Os Métodos da Dimensão Estratégica da Qualidade • A aplicação intensiva dos conceitos estratégicos, levou as organizações a buscarem modelos de desdobramento da qualidade e da excelência, tais como: – Gestão da Qualidade Total – TQM (Total Quality Management); – ISO 9001:1987 – 1994 – 2000 – 2008; – Prêmios da Qualidade (Critérios de Excelência); – Programas de Lean manufacturing; – Gestão por processos; – Outras técnicas e programas de melhoria
  55. 55. Prof. Claudio Bernardi Stringari, Eng. Esp. 55 UNIASSELVI – FAMEG ENGENHARIADAQUALIDADE-EPR1.6e1.7 By Kroton Bons Estudos! Até o dia 28/04 !

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