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Juventude ou juventudes?
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VAMOS REFLETIR . . .
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pás...
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Escola Acolhedora - considerações
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Juventude atual
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mundo do tr...
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Contexto do jovem – Projovem
• Altos índices de evasão escolar;
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Perfil do jovem atendido pelo Programa:
Dados do Sistema de Monitorament...
Perfil sociodemográfico dos participantes para
os estratos de 2008 e 2010
Resumo do perfil escolar dos egressos anterior ao
ProJovem
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Permanência do Educando no Projovem Urbano
Dificuldades:
– Obrigações co...
Relação entre principal motivo para interrupção dos
estudos e gênero em 2010
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“Eles tem sonhos e muitas vezes não acreditam que podem
conseguir.” (Depoimento de um Educador Projovem Urbano)
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Segundo dia de formação juventude – setembro 2013

  1. 1. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Juventude ou juventudes? • Vídeo “Retratos da Juventude.” Retratos da Juventude - COPPERJ.VOB
  2. 2. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Juventude ou juventudes? • Vídeo “Cidade dos Homens: A Coroa do Imperador”. Coroa do Imperador editado - cenas da aula - YouTube.mp4 • observação dos vários contextos onde a juventude está inserida
  3. 3. VAMOS REFLETIR . . . Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. Rubem Alves
  4. 4. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Escola Acolhedora - considerações
  5. 5. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Juventude atual • Múltiplas entradas e saídas da escola e do mundo do trabalho; • Estudar não garante um bom emprego; • Os jovens tem mais estudos que os pais; • Dificuldade de inserção produtiva; • Múltiplas formas de pertencimento.
  6. 6. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Contexto do jovem – Projovem • Altos índices de evasão escolar; • Representado como alguém que precisa:  De ajuda; Ser formado para exercer a sua cidadania; Incluir-se; “mudar de vida” por meio da escolarização; OPORTUNIDADE – INTERESSE – MUDANÇA DE VIDA
  7. 7. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Perfil do jovem atendido pelo Programa: Dados do Sistema de Monitoramento e Avaliação (SMA): • Predominantemente feminino, casadas (ou união estável), com filhos. • Homens predominantemente solteiros. • Entrada precária no mercado de trabalho/longos períodos de desemprego. • Cor/raça: parda/negra. • Trajetória escolar acidentada. • Baixa renda. • Baixo poder aquisitivo. • Oportunidades precárias de inserção no mercado de trabalho e de participação em redes e associações.
  8. 8. Perfil sociodemográfico dos participantes para os estratos de 2008 e 2010
  9. 9. Resumo do perfil escolar dos egressos anterior ao ProJovem
  10. 10. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Permanência do Educando no Projovem Urbano Dificuldades: – Obrigações cotidianas. – Acessibilidade. – Incompatibilidade com horário de trabalho e de estudo. – Cansaço resultante do trabalho. – Necessidade de cuidar dos filhos/parentes. – Medo da violência. – Falta de apoio familiar. – Atividades informais de trabalho/obtenção de emprego.
  11. 11. Relação entre principal motivo para interrupção dos estudos e gênero em 2010
  12. 12. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Permanência do Educando no Projovem Urbano Fatores facilitadores: – ESCOLA EXCLUDENTE x PROJOVEM INCLUDENTE. – Vínculo afetivo entre o professor do Projovem e o aluno. – Acolhimento promovido pelos educadores. – Flexibilidade de horários em relação ao trabalho. – Melhora da autoestima.
  13. 13. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Permanência do Educando no Projovem Urbano Fatores facilitadores: – Relações interpessoais. – Possibilidade de inserção na escola, no mundo de trabalho e suas comunidades. – Durabilidade do curso e suas três dimensões. – Bolsa auxílio.
  14. 14. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Permanência do Educando no Projovem Urbano Fatores facilitadores relatados pelos alunos: – Aulas mais interessantes. – Conteúdos mais atrativos. – Atenção e dedicação dos professores. – Relação de proximidade entre alunos e professores. – Os cursos de Qualificação Profissional.
  15. 15. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 “Não considerar os alunos como sujeitos jovens impede que a escola oferte um tratamento adequado, o que impacta na construção de sua identificação com a escola e na ruptura entre os jovens e os educadores.” (Regina Novaes – durante formação de formadores)
  16. 16. “Eles tem sonhos e muitas vezes não acreditam que podem conseguir.” (Depoimento de um Educador Projovem Urbano)
  17. 17. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Juventude ou juventudes? “Trajetórias juvenis: desigualdades sociais frente aos dilemas de uma geração”: Discussão e reflexões . . .
  18. 18. PROJOVEM URBANO- FORMAÇÃO INICIAL – SETEMBRO/2013 Juventude ou juventudes? 1. Como o grupo entende a definição de juventude, tendo como referência, além do texto, as experiências no seu contexto profissional. 2. Descreva sobre os principais estereótipos da juventude relatados no texto, comentando suas impressões sobre como estes se apresentam (ou não) no cotidiano. 3. Comente sobre os medos e inseguranças apontadas no texto que são compartilhados pelos jovens de 18 a 29 anos que não concluíram o ensino fundamental. 4. Caracterize a juventude brasileira vista de acordo com a metáfora do “jogo de espelhos”.

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