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1   colaboração    WebEx Social:    colaboração    rumo à nuvem                                            dar um impulso ...
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Cisco Live Magazine ed. 8 (Português)
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  1. 1. > 4º trimestre 2012 | edição 8 4G, IPv6, plano de qualidade e celeridade de novos serviços ditam ritmo dos investimentosA metamorfose das telecomunicaçõesNOVO FOCO ENTREVISTA VOZ DO CLIENTEOne abre caminho Ronaldo Motta, da Novo prédio dopara programação Oi, fala sobre aliança Instituto Nacional dede redes orientadas com Cisco e os novos Traumatologia e Ortopediaa aplicações serviços corporativos (INTO) é 100% IP 1
  2. 2. 1editorial sumário DESAFIANDO LIMITES 04 Eventos F eiras e encontros com participação da Cisco 06 Curtas E spaço Inovação do Futurecom 2012 apoia startups brasileiras; Cisco na Olimpíada de s redes de telecomunicações serão colocadas à prova durante os próxi- A Londres mos quatro ou cinco anos. Esta tendência já está clara hoje e exemplos internacionais, como os Jogos Olímpicos de Londres evidenciam ainda 12 ONE A rquitetura aberta orienta programação de rede para aplicações mais a necessidade de um plano de expansão garantir o sucesso dos grandes eventos esportivos programados para o Brasil. Também está evidente a crescente simpatia do usuário brasileiro por novi- 16 Migração C loud Conect simplifica cloud computing para empresas dades tecnológicas. Não apenas na telefonia móvel, um grande e importante exemplo de adesão local, mas na transmissão e consumo de imagem – item 18 Rumo à nuvem C isco Quad evolui e se torna WebEx Social comprovado no avanço das assinaturas dos serviços de TV paga, a transmissão de vídeo e, é claro, o crescimento exponencial das redes sociais. 20 Novas fronteiras T ecnologias de rede do futuro transformam operadoras do presente O setor de telecomunicações está em evidência e conta com tecnologias capazes de auxiliar a oferta de serviços em larga escala, alta qualidade e custos compatíveis à receita gerada por cada item da cesta. Neste ponto, a experiência 28 Aliança O i fala sobre papel da Cisco na ampliação da oferta de serviços dos grandes fabricantes na construção de produtos atraentes e competitivos em nosso mercado é fundamental. 30 Saúde H ospital carioca cresce e expande infraestrutura de TI E para acompanhar o ritmo frenético de aumento do consumo de serviços de internet, torna-se urgente a migração da infraestrutura de comunicação 32 Telepresença R exam aprimora comunicação entre matriz e para o protocolo IPv6. O novo ambiente estimula a expansão da internet das subsidiárias coisas, confere maior segurança aos usuários e dá a longevidade que a internet precisará daqui para a frente. 34 Wireless T IM multiplica hotspots Wi-Fi e ganha capilaridade Para ilustrar essa alta demanda por infraestrutura e serviços de telecomu- nicações, publicamos nesta edição uma série de casos de sucessos, baseados 36 Varejo do Futuro G rupo Pão de Açúcar equipa matriz e lojas em projetos desenvolvidos por especialistas da Cisco, dos nossos parceiros e com rede IP clientes. Há iniciativas nas áreas de infraestrutura de rede, videoconferência, telefonia IP, data center, entre outros. As reportagens revelam um total ali- 37 Interatividade Estádio do Morumbi monta rede Wi-Fi de olho nos grandes eventos nhamento das tecnologias Cisco com as demandas de mercado, e mostram a agilidade com que as soluções são criadas pelo nosso ecossistema. 38 Oportunidades B rasil oferece grandes oportunidades de negócios, diz Bob Gault Como forma de acelerar ainda mais a capacidade de inovação, a Cisco acaba de lançar o Open Network Environment (ONE) - uma arquitetura cuja função é ajudar nossos clientes e parceiros a lidarem com inovações e tendências 40 Segurança M uito além dos appliances, tecnologia Cisco protege toda a rede corporativas, como mobilidade, nuvem, redes sociais e vídeo. Mais uma prova do nosso compromisso com a importância e qualidade da infraestrutura de 42 Artigo A s aflições estratégicas dos líderes de TI rede em todo o mundo. Boa leitura! Marco Barcellos cisco live magazine é uma publicação da Cisco do Brasil Equipe Responsável Diretor de Canais PRODUÇÃO Reportagem Arte Gráfica Cisco do Brasil Eduardo Almeida Jackeline Carvalho Marcelo Max Intergraf Comunicação Interativa Editora Marcelo Vieira Presidente Diretor de Marketing RP Rodrigo Abreu Marco Barcellos Capa Tiragem Jornalista Responsável Revisão Glenn Douglas 5000 exemplares Diretor de Engenharia Conselho Editorial Jackeline Carvalho Comunicação Interativa de Sistemas Adriana Bueno, Carolina Morawetz, MTB 12456 Asssessoria de Imprensa Marcelo Ehalt Isabela Polito, Isabella Micali, In Press Porter Novelli Jackeline Carvalho, Kiki Gama, Mariana Fonseca, Monica Lau e Diretora de Redação Marco Barcellos Jackeline Carvalho2 3
  3. 3. 1 eventosNOS VEMOS LÁ Eventos e encontros nos quais a equipe de profissionais da Cisco estará presente DistribuTECH Brasil Data: 25 a 27 de Setembro Local: Centro de Convenções Rio Centro - Rio de Janeiro Cisco Live México Descrição: DistribuTECH Brasil é um evento voltado às empresas de trans- Dados: 06 a 08 de Novembro missão e distribuição de energia elétrica, que abrange a medição inteligente, Local: Moon Palace Golf SPA Re- automação de distribuição, a eficiência energética, as perdas comerciais de sort Cancun Hotel, Cancun-México energia e os problemas de transmissão de energia em rede de alta tensão de Descrição: Cisco Live é o seu pas- longa distância. saporte para um novo mundo de Link: http://www.distributechbrasil.com/pt_BR/index.html possibilidades. Ele oferece uma combinação única e aprofundada de treinamento técnica e de formação, Seminário Cisco Data Cen- além de uma visão de vanguarda dos ter Design Deployment especialistas e organizações que es- 2012 - Brasília tão definindo a agenda para o futuro Data: 26 de Setembro da tecnologia e de negócios. Local: Centro de Convenções Brasil A agenda do evento inclui: 21 - Brasília, DF • Networkers Programa Técnico Descrição: Em sua 6 ª edição em • Programa de Gestão de TI Brasília, o Data Center Design Deployment acontecerá em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. A edição de 2012 tem como objetivo reunir es- Data Center Design De- pecialistas na área de TI, para discutir ployment 2012 - São Paulo a nova geração e as transformações Data: 16 de Outubro do data center, que visam a redução Local: Sheraton WTC - São Paulo, SP de custos operacionais, aumento de produtividade e eliminação de pro- blemas técnicos. VMware Fórum Data: 24 de Outubro Seminário Cisco Data Center Design Deployment 2012 - Rio de Janeiro Local: Hotel Transamérica São Paulo Descrição: Evento anual da VMwa- You’re thinking, I need to get my regional Data: 2 de Outubro Local: Centro de Convenções RB1 - Rio de Janeiro, RJ re Brasil, o VMWare Fórum é total- mente interativo e diferenciado no managers in the same room on a weekly basis. We’re doing... mercado. Neste fórum, analistas de Futurecom 2012 mercado e profissionais de TI falarão Data: 08 a 11 de Outubro sobre virtualização e Cloud Compu- It’s no mean feat for employees from dispersed geographical locations to collaborate effectively. Travel costs alone are enough to discourage Local: Rio Centro, Rio de Janeiro, RJ ting e como ela ajuda as organizações regular team meetings. By leveraging Dimension Data’s Converged Communications solutions, your organisation is equipped to improve Descrição: O maior evento de Telecomunicações TI do Brasil e da América a reduzir os gastos operacionais e communication, drive efficiencies, keep costs to a minimum and increase profit, all while enjoying the advantages of virtual face-to-face Latina, o evento reúne operadoras e concessionárias de telecomunicações, de capital, melhorar a agilidade, ga- interaction. service providers, integradores e provedores de acesso a serviços de telefonia, rantir a continuidade do negócio, Contact us to arrange a How Do You Meet Assessment, networking, solutions and services or visit our website for more information. banda larga e TV por assinatura. fortalecer a segurança e cuidar do Link: http://www.futurecom.com.br/2012/pt/index.php meio ambiente. www.dimensiondata.com.br 4 5
  4. 4. 1 curtas A Olimpíada mais conectada de todos os tempos Em Londres, o pico de páginas servidas por segundo foi de inacreditáveis 104.792 views alta performance e com o mais alto nível de segurança da informação e do públi- co presente. Toda esta infraestrutura foi projetada, testada e implementada pela Cisco em conjunto com o comitê local (LOCOG), e suportada pelo parceiro global BT (British Telecom), patrocina- C dor oficial responsável pelos serviços M de voz e vídeo durante os jogos. Y CM Legado MY Vale citar que todo o projeto de CY implantação da Olimpíada de Lon- CMY dres 2012 foi iniciado 6 anos antes – exatamente em 2006, com a reforma, K adaptação e construção de estádios e demais instalações olímpicas para os jogos, além de uma ampla nego- Javier Camacho, Maria Dincel e Marco Barcellos @ Cisco House ciação sobre a infraestrutura da ci- dade e o recrutamento e seleção dosE m Agosto passado, visitei os Redes Sociais, em especial Facebook, principais patrocinadores. O projeto, Jogos Olímpicos 2012, em Twitter e YouTube. Mas também foi que teve um planejamento total de 12 Londres, e tive a oportuni- o primeiro grande evento esportivo anos (7 anos antes e mais 4 anos após dade de identificar algumas global transmitido em múltiplas telas, os jogos), já previa todo o legado novidades e tendências na área de ao vivo e em full HD. para a sociedade local. tecnologia e comunicação, além de Desde a minha chegada ao aeroporto, A velocidade do desenvolvimento comprovar in loco o belo trabalho pude sentir que a população de Londres tecnológico neste último ciclo olímpi- que a Cisco executou durante a com- “respirava” a Olimpíada. Esta seria uma co foi impressionante, um verdadeiro petição. A Olimpíada deste ano teve grande chance de mostrar uma nova recorde. Desde os Jogos de Beijing, como principal novidade um novo imagem moderna da Inglaterra neste em 2008, o número de smartphones cenário mundial amplamente co- novo cenário global. cresceu 456% (mais de 196 milhões nectado e um espectador altamente A proposta da Cisco, como patro- atuais contra apenas 18.9 milhões). Em colaborativo e ávido por compar- cinador oficial na categoria de infra- 2008, o número de usuários do Face- tilhar fotos, imagens e mensagens. estrutura de rede de comunicação book beirava os 90 milhões, quando Os Jogos de Londres 2012 já eram (“Network Infrastructure Supporter”) agora já se aproxima do número mágico considerados a primeira Olimpíada era exatamente habilitar e transformar de 1 bilhão de usuários – um aumento “Social”, com grande influência das os jogos em um sucesso de conexão de acima de 900%. E o Twitter contava 6
  5. 5. 1 curtas com menos de 1 milhão de usuários, enquanto hoje já ultrapassa os 300 milhões, gerando um impressionante crescimento de quase 30.000%. O nú- mero de tweets por dia cresceu mais de 12.000%, atingindo os 140 milhões de tweets diários. Isso sem falar nos tablets, que sequer existiam na última Olimpíada em Beijing Para dar conta desta nova demanda e garantir sucesso aos jogos, alguns cuidados foram tomados. No caso do controle da operação, o centro de pro- cessamento de dados era composto de 900 servidores, além de mais de 1.000 Vista externa da Cisco House @ Londres dispositivos de rede e segurança de informação, 10.000 computadores de que que o total nos Jogos de Beijing, por segundo foi de inacreditáveis todos os tipos e mais de 3.500 pessoas ou seja, uma comprovação real das 104.792 views. no ar, trabalhando em regime 24×7. Mas “tendências” de supercomputação e Enfim, comprovei com muito orgulho o grande detalhe da Olimpíada foi o big data. Isso sem falar do data center que a Cisco cumpriu seu papel com planejamento prévio. Olímpico, que processou aproxima- maestria e perfeição. O Governo, a po- No total, foram mais de 200.000 damente 1,2 petabytes, ou seja, 1,2 pulação e os participantes ficaram ab- horas de testes para uma tecnologia milhão de gigabytes, como resultado solutamente satisfeitos com o resultado que havia sido definida um ano e meio da requisição direta de 118 bilhões de um grande investimento e um legado antes dos jogos. Foi processado um de “objetos” – a famosa “Internet das ainda maior. Para a Cisco, os jogos em número de informações 30% maior Coisas”. O pico de páginas servidas Londres não representaram a linha de chegada, mas o ponto de partida para um desafio ainda maior. A base de Lon- dres 2012 representa a reconstrução e prosperidade para a cidade e para aquele país como um todo. Sem dúvida, um belo exemplo de como os negócios e a tecnologia podem transformar a visão de futuro de um governo em realidade. O próximo capítulo ocorrerá daqui a quatro anos, exatamente em solo bra- sileiro. Pode parecer muito distante, mas na realidade temos que começar a nos preparar para os Jogos RIO em 2016 agora, já que o tempo urge e as projeções do volume de dados e co- municação serão muitas vezes maiores do que qualquer previsão atual. O im- portante é que podemos, sim, entregar Jogos Olímpicos dignos da fama global da nossa Cidade Maravilhosa... Então, Entrada principal no Parque Olímpico @ Londres mãos à obra! • 8 9
  6. 6. 1 curtas Futurecom 2012: ESPAÇO INOVAÇÃO, ATALHO PARA A LIDERANÇA Entre os mais concorridos da feira, estande tem apoio da Cisco e promete visibilidade às PMEs brasileiras T razer visibilidade a startups selho do ITS e organizador do Espaço brasileiras que desenvolvem Inovação em parceria com a Provisuale. soluções inovadoras para “Nosso papel é dar visibilidade, colo- o mercado de telecomuni- cando aquela inovação no ambiente em cações e tecnologia da informação, que ela precisa e deve estar.” abrindo portas para que elas façam Empresas interessadas em partici- novos negócios e cresçam. Esse é par do Espaço Inovação passaram por o objetivo do Espaço Inovação, es- um processo criterioso de seleção, tande coletivo do Futurecom 2012. feito por um comitê de especialistas. É a terceira edição da iniciativa, pro- Puderam se inscrever organizações movida em parceria pelo Instituto de brasileiras com faturamento de até Tecnologia de Software (ITS) e pela R$ 7 milhões ao ano, que possuem Provisuale, com patrocínio da Cisco. soluções efetivamente desenvolvi- O Futurecom é considerado o das no País e aderentes ao setor de maior evento do setor de telecom no telecom. “O produto é o objeto da País. Este ano ele acontece entre os seleção, não a empresa”, explica Tei- “Nosso papel é dar dias 8 e 11 de outubro, no Rio de xeira. “Além de inovador, ele precisa visibilidade, colocando Janeiro. Serão escolhidas doze micro ter ao menos um beta test, com um e pequenas empresas brasileiras, que cliente utilizando ou testando.” Doze a inovação onde ela poderão expor suas soluções no es- empresa estarão nesta edição da Fu- precisa estar” tande de 120m², um dos mais concor- turecom e receberão prêmios; — Descartes de Souza Teixeira, presidente do conselho do ITS ridos da tradicional feira: autoridades, investidores, fornecedores e visitantes CIAB internacionais costumam visitá-lo. O Espaço Inovação no Futurecom “Existem inovações espalhadas por 2012 segue o modelo consagrado em aí, circunscritas a um ambiente quase outro evento, o CIAB. Voltado para fechado. As mentes criativas desen- o setor de tecnologia da informação tiva de sucesso se confirmou. “Um volvem uma solução, encontram um de instituições financeiras, o Espaço grande banco está conversando co- nosco porque quer uma interativida-6 12 empresas foram selecionadas para apresentarem de maior entre o ITS, que organizaprodutos durante o maior evento de telecomunicações o Espaço Inovação, e eles, que sãodo País, o Futurecom demandantes de tecnologias. Esse é o primeiro resultado concreto”, explica amigo disposto a testá-la e o processo também conta com o apoio da Cis- Teixeira. “Isso quer dizer que uma para por aí. A empresa fica estagnada, o co. Mobilidade e segurança foram grande instituição financeira, atu- fornecedor também”, explica Descartes os grandes destaques da edição do ante no País, está observando nosso de Souza Teixeira, presidente do con- Espaço no CIAB 2012. E a expecta- trabalho”, comemora. • 10 11
  7. 7. 1 conect pelas aplicações, de forma a atingir objetivos de negócios, como aumento da velocidade de serviços, otimização Reduza o tempo de Inatividade e de recursos e monetização. Farão parte da oferta uma ampla varie- tenha maior visibilidade e controle de dade de interface para programação de aplicativos (API) de plataforma, agentes, sua infraestrutura com soluções Panduit controladores e tecnologias de rede so- As soluções Panduit para Gerenciamento da Infraestrutura em Data brepostas. O ONE inclui soluções que Centers (DCIM) possibilitam que sua empresa gerencie visualmente a vão do transporte ao gerenciamento e à orquestração. Assim, os clientes po- conectividade da rede em tempo real e rastreie os ativos de TI em dem aproveitar a rede inteligente com instalações e escritórios remotos em qualquer lugar do mundo. A alta capacidade de programação em maior visibilidade das informações relevantes da rede ajuda a minimizar várias camadas, com opções de pro- riscos, reduzir o tempo de inatividade e obter vantagens operacionais tocolos, padrões do setor e modelos de implantação baseados na utilização. As soluções de hardware inteligente PViQ™ potencializam a solução Orientado a negócios ao incluir gerenciamento remoto de mudanças e ampliações e “O Open Networking Environment ao rastrear todos os enlaces e equipamentos da rede. da Cisco é fundamental para nossa vi- são de uma rede inteligente, mais aberta, Minimize o Risco de Tempos de Inatividade programável e preparada para aplica- tivos. A rede é transformada em um • Resolva problemas de conectividade da rede, de forma 80% habilitador de negócios mais eficiente”, mais rápida em relação aos sistemas não gerenciáveis, explicou Padmasree Warrior, CTO e utilizando o software PIM™ para Gerenciamento da Infraestrutura vice-presidente de engenharia da Cisco. • Identifique a localização física exata de um acesso não autorizado A REDE Essa nova abordagem permite a co- à rede com agilidade até 90% maior se comparada à ausência de laboração com instituições de outros um sistema IPLM setores, incluindo entidades de padro- Reduza Custos AGNÓSTICA nização. Assim, o Cisco ONE oferece suporte a uma grande variedade de • Realize mudanças e ampliações com precisão e rapidez superior em modelos de implantação, incluindo 75% do que nos sistemas não gerenciáveis Abordagem ainda em desenvolvimento universidades e institutos de pesquisa, • Consolide as soluções de gerenciamento para camada física, energia e que particionam a rede ou “dividem o gerenciamento ambiental na plataforma única do software PIM™ possibilita a programação de redes campus” usando software controlador e orientadas a aplicações agentes OpenFlow para pesquisa SDN. Melhore a Capacidade da Rede e a Colaboração Junto com o ONE, a Cisco anunciou o • Melhore a colaboração entre pessoas, processos e sistemas, através de Padmasree Warrior, vice-presidente de engenharia da Cisco One Platform Kit (onePK), conjunto de interconectividade confiável e de alta performance entre os sistemas de API em todos os sistemas operacionaisO gerenciamento de rede e as aplicações Cisco Live, maior evento da na Califórnia, as atenções se voltaram da empresa: IOS, IOS-XR e NX-OS. Foi • Gerenciamento baseado na web para acesso local e remoto via um empresa, gera sempre gran- para o Open Network Environment, apresentada também a prova de conceito navegador web de expectativa. Serve não ou simplesmente Cisco ONE. de um software controlador e do agente só como consagração de Com abordagem ampla e versátil OpenFlow para pesquisa de rede defi- Faça o download do folheto sobre o Software PIM™ em http://ittybitty.bz/PIM1 um período, porque reúne parceiros, para programação de redes, o ONE nida por software (SDN). clientes e especialistas em tecnologia terá a função de ajudar as empresas a A Cisco vai fornecer suporte em Para mais informações: de todo o mundo, mas também como lidarem com inovações e tendências etapas para onePK em sistemas opera- Visite o site www.panduit.com/software, palco para anúncios de tecnologias corporativas, como a nuvem, mobili- cionais e plataformas de hardware IOS, envie um e-mail para info@panduit.com.br ou ligue 55-11-3613-2353 inovadoras, que integrarão o amplo dade, redes sociais e vídeo. A ideia é IOS-XR e NX-OS, incluindo switches portfólio global da Cisco. Na edição permitir flexibilidade e personalização ASR, ISR G2, CRS, Catalyst e Nexus, de 2012, que ocorreu em San Diego, de infraestruturas de rede orientadas iniciando pelos ASR1000 e ISRG2. • 12
  8. 8. 1 conect UM JATO PARA A NUVEM 6 ALIANÇA A Cisco e a EMC anunciaram novas arquiteturas de referência em conjunto,Connect Cloud prepara redes corporativas nando mais recursos ao roteamento incentivos para parceiros e suporte integrado para acelerar a evolução dos empresarial tradicional. Isso permite clientes para a nuvem. Foram desenvolvidos três caminhos para clientespara processamento em cloud computing aos clientes conectarem-se à nuvem e empresariais e prestadores de serviço: implementação de infraestrutura de ter uma experiência ideal”, completa. design customizado com os melhores produtos da categoria; instalação de A nunciada durante a Cisco conta, inclusive, com a tecnologia arquiteturas de referência validadas e fáceis de implantar com as soluções Live! 2012, em San Diego, AppNav - que reúne os equipamen- Produtos da Cisco para a infraestrutura comprovada EMC VSPEX; e aquisição de a solução Cisco Connect tos físicos e virtuais de Wide Area Líder global absoluta no mercado infraestrutura convergente pré-integrada com o sistema VCE Vblock. Cloud tem como principal Application Services (WAAS) em um de roteadores para empresas, a Cisco Os dois novos Cisco Validated Designs (CVD) para EMC VSPEX são objetivo fornecer uma rede pronta único pool de recursos gerenciados possui atualmente 500 mil clientes arquiteturas de referência de computação unificadas adaptadas para computação em nuvem e per- por um controlador central. em todo o mundo, e responde por para pequenas e médias empresas. Projetados para acelerar o mitir a migração simplificada dos 78,6% de todo o mercado. Isso con- trajeto à nuvem privada, os CVDs são as soluções da Cisco para aplicativos de negócios das empre- Ponto de controle fere à empresa uma posição privi- EMC VSPEX em Arquiteturas Microsoft Hyper-V e as soluções sas. Com roteamento habilitado para Por último, mas não menos impor- legiada na transformação pela qual da Cisco para EMC VSPEX para VMware vSphere 5.0. nuvem e plataformas de otimização tante, estão novos serviços de nuvem, passam as redes de longa distância e Mais de 200 parceiros da Cisco e da EMC Velocity foram treinados para para redes remotas (WAN), a solução como o Cloud Services Router (CSR), plataformas de roteamento. revender e implantar EMC VSPEX com o Cisco Unified Data Center. foi construída em arquitetura aberta. roteador virtual que permite expandir Por isso, o lançamento do Connect A Cisco e a EMC também alinharam suas estruturas de Três elementos essenciais integram redes privadas virtuais (VPNs) para a Cloud, que nasce como elemento incentivos para simplificar o processo de incentivos ao canal o connect cloud. O primeiro reúne nuvem e a tecnologia Application Vi- Com o ASR 1002-X, a Cisco essencial do Cisco Cloud Intelligent e aumentar a lucratividade da parceria, além de criar uma os módulos de software Cloud Con- sibility and Control (AVC) integrada expandiu a série de roteadores Network e, junto com o Unified Data estrutura de suporte colaborativo aos clientes VSPEX. de serviços agregados nectors, hospedados na plataforma às plataformas G2 e ASR do rotea- Center e os serviços e aplicativos para de roteadores de serviços integrados dor de serviços integrados (ISR), cuja nuvem da Cisco, integra o forte por- de segunda geração (ISR G2) que in- meta é otimizar o fornecimento de tfólio da empresa na “era das nuvens”. teragem com serviços de nuvem para aplicativos em nuvem na rede. Além A solução inclui ainda melhorias para te virtualizar recursos de otimização de implantação com um modelo de melhorar o desempenho, a segurança disso, foram integrados módulos do roteamento tradicionais, segurança e de WAN agrupando-os elasticamente atualização baseado no crescimen- e a disponibilidade dos aplicativos. Sua servidor UCS E-Series no ISR G2. otimização de W AN, além de possuir e sob demanda para melhor desem- to da empresa (“Pay as you Grow”), plataforma aberta permite que provedo- “Como as empresas vêm motivando novos recursos e modelos para os equi- penho e latência. A solução fornece que oferece desempenho de até 36 res de serviços e parceiros desenvolvam a rápida adoção de serviços baseados pamentos ASR, ISR G2 e W AAS. aplicativos e conectividade com a nu- Gbps com serviços ativados para os Cloud Connectors para fornecer servi- na nuvem, as plataformas de rotea- Entre os principais lançamentos vem de forma extremamente segura, ambientes de borda de WAN, borda ços diferenciados aos clientes. mento e a WAN se tornaram um pon- está o roteador CSR 1000v. Ele ofe- somado a um modelo de implantação de internet e serviços gerenciados. A solução também tem uma versão to de controle estratégico para ofere- rece serviços avançados de rede e que acompanha o crescimento e pos- Também foi anunciado o ESP-100G, para o Cisco Hosted Collaboration cer a melhor experiência de usuário segurança em um formato para im- sibilita a aceleração dos aplicativos, processador de transferência para o Services (HCS), para o serviço de na nuvem”, explica o vice-presidente plantação em ambientes de cloud. assim como da visibilidade do desem- ASR 1000 Series em implantações de segurança baseado na web ScanSafe sênior e gerente geral do Grupo de Assim é possível ampliar e controlar penho por toda a empresa. O AppNav borda de nuvem, além do FlexVPN, e para o conector de armazenamento Tecnologia em Serviços de Roteamen- diversas facetas da rede corporativa pode ser instalado como módulo de para IPsec site-to-site de alta seguran- CTERA, do Cisco UCS-E Series. to da Cisco, Praveen Akkiraju. até a nuvem, oferecendo mais oportu- hardware em equipamentos WAVE ou ça e acesso remoto via VPN. O segundo pilar do Connect está “O Cisco Connect Cloud redefine nidades de receita para os provedores como software no novo CSR. Todos os produtos já estão dispo- nas plataformas habilitadas para a a arquitetura de W AN com inovações de serviços em nuvem que queiram A última novidade é o roteador níveis, exceto o CSR 1000v, o App- nuvem. A Cisco expandiu a série essenciais que aproveitam a inteligência utilizar um modelo sob demanda fle- ASR 1002-X. Ele permite aumentar Nav no CSR e o Cisco UCS E-Series Roteador CSR 1000v oferece serviços de roteadores de serviços agrega- da rede como um vínculo fundamental xível de “rede como serviço”. o desempenho de WAN em até sete no ISR G2, que devem ser comerciali- • avançados de rede e segurança prontos dos (ASR) com o ASR 1002-X, que nas implantações de nuvem, adicio- para implantação em nuvem Já o WAAS 5.0 com AppNav, permi- vezes, além de aprimorar a agilidade zados no quarto trimestre de 2012. 16 17
  9. 9. 1 colaboração WebEx Social: colaboração rumo à nuvem dar um impulso ao WebEx Social comunicações unificadas, integrando Cisco Quad migra ligando-o ao popular serviço na nu- mensagens instantâneas, telefonia e para o modelo SaaS, vem. “O WebEx tem sido historica- vídeo com redes sociais. A atualiza- mente associado a conferências web, ção do produto inclui a mesma tec- recebe novo nome e mas a nossa aspiração é torná-lo uma nologia de vídeo utilizada no Jabber, recursos para ferramenta de colaboração integrada”, além de ferramentas de colaboração explica Raj Gossain, vice-presidente sincronizada, trazendo vídeos de alta aumentar a de gerenciamento de produtos para o definição para a experiência social. produtividade da grupo de colaboração da Cisco. A E2 é uma conferência anual Recursos força de trabalho 2.0 voltada a empresas que adotaram - Recursos como o Unified Post, por ou pretendem adotar - ferramentas exemplo, permitem criar e compar-D urante o Enterprise 2.0, ou de colaboração e tecnologias para tilhar conteúdo de forma mais fácil E2, evento realizado em Boston, EUA, a Cisco cau- 6 O WebEx Social enfatiza a relação entre colaboração e sou boas impressões com comunicações unificadas, integrando mensagens instantâneas, o anúncio do WebEx Social, novo nome da plataforma de colaboração telefonia e vídeo com redes sociais Solucione problemas de Quad. As mudanças vão muito além do título: o produto passou a inte- melhorar a forma de conceber no- do que em e-mails, blogs ou wikis, baixa resposta em Aplicações grar o portfólio WebEx ao mesmo vas ideias, tomar decisões, executar e com feedback muito mais efetivo. tempo em que migrou para a nuvem, sendo comercializado no modelo de projetos e criar novos produtos e serviços. Por isso, o Cisco WebEx Os posts podem inclusive ser confi- gurados para permitir comentários, de Data Centers software como serviço (SaaS). Social chamou atenção no evento: ele edição e novos compartilhamentos. Nunca foi tão fácil identificar a causa raiz do baixo desempenho das aplicações. Com a mudança, a Cisco pretende enfatiza a relação entre colaboração e Há ainda a Rede Social Corpora- A poderosa combinação de OptiView® NetFlow Tracker e ClearSight Analyzer™ tiva – que inclui perfis de usuário, ajuda você a: comunidades, busca, sugestões, ta- ggs e seções de QA , que pode • Coletar e agregar dados de toda a empresa • Resolver problemas de entrega de aplicativos ser usada para encontrar experts, ingressar em discussões e compar- • Alertar e solucionar problemas do desempenho • Diagnosticar e resolver problemas de desempenho tilhar conteúdos. da rede e das aplicações e aplicações em ambientes de multi-protocolo A integração com o Microsoft Office é total, sendo possível atuali- Para saber mais sobre o novo pacote de solução de problemas em data centers: zar e publicar documentos no WebEx visite: www.flukenetworks.com/troubleshootingpack ou envie e-mail para marketing@flukenetworks.com.br Social diretamente do Word, Excel e Power Point. Há ainda suporte nativo ou ainda ligue para: 11 4058.0200 a dispositivos móveis, como tablets e smartphones, o que permite manter a conexão com colegas, conteúdos e aplicações, independe de onde o Nova marca Webex Social visa ampliar oportunidade de negócios em nuvem usuário está. • ©2012 Fluke Corporation. Todos os direitos reservados. 18
  10. 10. 1 capaA NOVA FRONTEIRA DASTELECOMUNICAÇÕES Inovações tecnológicas e mudanças no perfil dos usuários desafiam os serviços de C telecom no Brasil M Y CM MY CY CMY K A ascensão da base instalada usuário, comum ou corporativo, ex- às mudanças das redes de celulares de smartphones no Brasil pondo os provedores de serviços no País. e no mundo evidencia não à polêmica necessidade de investi- Outra atualização que se faz neces- só a simpatia dos usuá- mentos na atualização e manutenção sária, não só para a rede móvel, mas rios por esse tipo de dispositivo, da qualidade das redes. para toda e qualquer infraestrutura mas também o aumento do consu- Na área móvel, a tecnologia LTE, de telecomunicações, é a migração mo das redes de dados. Com esses base para implementação da Quarta do protocolo IPv4 para o protocolo equipamentos é possível enviar e Geração da telefonia celular, já pos- IPv6, mais atual e com maior capa- receber dados, incluindo vídeo e sui cases no País, apesar de todas as cidade para integrar o conceito de áudio, e aumentar a autonomia do interrogações e expectativas quanto internet das coisas.• 20
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  12. 12. 1 capa 4G: MAIS INVESTIMENTOS, mais imprevisível. Se antes o smartpho- ne tinha usos e se conectava a redes Existem operadoras com pacotes de 300 MB até 5 GB”, conta Gerbovic. Evolved Packet Core (EPC), que anali- sa e aplica políticas de tráfego. Esses MAIS OPORTUNIDADES específicas em determinados horários, o 4G nos impossibilita de saber onde, quando e quais dispositivos estão nas Última – mas não menos importante – entre as preocupações das operado- ras estão os dispositivos, ou seja, smar- elementos são fundamentais para que a operadora lide com o grande tráfego previsto nas redes LTE. Tecnologia LTE aumenta preocupação das operadoras, mas redes. O impacto é muito grande.” Para Marcio Gerbovic, o desafio tphones, tablets e modems compatíveis com o padrão de 4G utilizado no País. “Temos uma solução de pequenas células sem fio que ajuda na imple- também cria novas oportunidades; soluções Cisco já apoiam comercial também é importante, pois A frequência de 2,5 GHz leiloada pela mentação não só do 4G, mas no offload de 3G, e amplia a cobertura duas iniciativas no País 6 Em teoria, o LTE prevê downloads de 30 para lugares de difícil alcance”, ex- plica Florian Hartmann.U a 40 vezes mais rápidos que o 3G m trilhão de gigabytes re- 6 “Operadoras precisarão Essas exigências, obviamente, não A mesma infraestrutura de conexão presenta uma quantidade ampliar capacidade se restringem ao consumidor final. O a implantação de uma rede 4G exige Anatel (Agência Nacional de Teleco- das antenas com o core da rede principal inimaginável de zeros e uns. do backhaul” usuário corporativo tem se distancia- novas formas de monetização. “É pre- municações) é única, portanto os dis- das operadoras pode conectar redes 2G, Esse valor corresponde a do da cadeira do escritório e exige ciso prover ao mercado aquilo que ele positivos brasileiros também serão. “O 3G, 4G e WiFi. A tecnologia IP RAN — Florian Hartmann, da cisco 1,3 zetabyte, medida que poucas das companhias a mesma experiência precisa. Várias operadoras no mundo Brasil está utilizando uma frequência di- (Radio Access Network) alia roteadores pessoas no mundo conhecem, mas lidade passa pelas redes sem fio, e o em casa ou no ambiente de trabalho. estão criando pacotes mais criati- ferente daquela dos EUA e Europa (700 à rede para uma arquitetura que atenda que passará pelas redes globais de Brasil deu um passo importante em Nesse sentido, acredita Gerbovic, o vos, e o Brasil deve seguir o mesmo MHz). Um iPad comprado nos EUA, a demanda de diferentes antenas. “Con- telecomunicações no ano de 2016. O junho ao leiloar as frequências que se- 4G facilita a colaboração remota e as caminho”, diz. A meta é fazer com por exemplo, não pode se conectar ao seguimos conectar tudo na mesma in- cálculo, parte do Visual Networking rão utilizadas para a quarta geração de iniciativas de BYOD, sigla do inglês que o usuário entenda os benefícios 4G no Brasil”, explica Hartmann. “A fraestrutura, e a operadora não precisa Index (VNI) divulgado pela Cisco em telefonia celular, ou simplesmente 4G. A para “traga seu próprio dispositivo”. dos planos e escolha adequadamente, consequência é o aumento do preço dos se preocupar se o crescimento do LTE maio deste ano, corresponde a todo tecnologia LTE (Long Term Evolution), permitindo que a operadora obtenha dispositivos comercializados no País.” vai atrapalhar o tráfego 3G. O mesmo tráfego oriundo dos cada vez mais padrão para as redes em processo de Desafios o retorno esperado sobre o investi- backhaul IP é usado conforme o tráfego, comuns dispositivos com acesso a implantação no Brasil, em conjunto com Claro que tantas possibilidades não mento, que não é pequeno. Só com Soluções sem determinar uma porcentagem para banda larga – sem contar o aumento a 3G e as redes fixas, conectarão não só vêm sem algumas dificuldades. A com- a aquisição das frequências, foram No terreno do 4G, a Cisco atua jun- cada tecnologia”, diz Hartmann. do acesso a redes sem fio e a própria smartphones e tablets, mas também car- pra das licenças para o 4G trouxe para gastos mais de R$ 3 bilhões. to às provedoras de serviço principal- O EPC, por sua vez, analisa o tráfego mudança de hábito dos usuários, vo- ros, dispositivos para medição de con- as operadoras obrigações de cobertura Em teoria, o LTE prevê downloads mente em três momentos: rádios com e aplica políticas que tornam possível razes consumidores de vídeo, entre sumo de energia elétrica (smart grid), geográfica, em um primeiro momento de 30 a 40 vezes mais rápidos que o outras funcionalidades. painéis solares, linhas de produção de das cidades-sede da Copa das Confe- 3G. Tanta velocidade impele o usuário 6 “Como fabricantes temos que explorar Suportar tamanha demanda por grandes indústrias, além de aparelhos de derações de 2013 e, depois, daquelas a consumir mais dados, o que impõe dados não é tarefa fácil para ope- televisão e até geladeiras... As aplicações da Copa do Mundo da FIFA de 2014. a operadora o trabalho de conscien- tudo que a Cisco pode agregar ao 4G” radoras, provedores de conteúdo e, potenciais são ilimitadas. Assim, elas terão que preparar suas tizar o consumidor sobre a diferença — Marcio Gerbovic, da cisco claro, fabricantes de equipamentos. “Os usuários de dados exigem cada redes rapidamente e, de alguma for- entre consumo e plano contratado. Exige muito investimento, trabalho vez mais das operadoras, incluindo ma, aproveitar torres e interligações “A tendência internacional é a mesma soluções de pequenas células; infraes- distinguir, por exemplo, pacotes de e tecnologia. Mas não há alternativa: qualidade de serviço e variedade de já existentes. “Mas elas precisarão de que já existe, com pacotes de down- trutura de conexão desses rádios com vídeo, recurso muito sensível à baixa o movimento das telecomunicações produtos”, explica Marcio Gerbovic, mais antenas porque a propagação das load pré-contratado também no 4G. backhaul e shorthaul da operadora; e o latência e que pode ser priorizado so- rumo à onipresença das redes IP pa- gerente de vendas para a América ondas no 4G não é tão alta quanto no bre downloads de arquivos ou e-mails. rece inevitável. Mais e mais funciona- Latina da Cisco do Brasil. Para ele, 3G”, explica Florian Hartmann, tam- Importante para redes fixas, esse re- lidades dependem delas, e já é pos- a tecnologia LTE serve de oportuni- bém gerente de vendas para América curso nas redes móveis é fundamental. sível observar alguns detalhes deste dade de mercado para as teles, que Latina da Cisco do Brasil. 6 TRÊS TEMPOS A Cisco possui um laboratório no futuro no qual tudo será conectado. formularão novos pacotes de servi- Outro desafio é o “crescimento bru- País para que as empresas teste de so- Parte do caminho rumo a essa rea- ços para atender a demanda. tal do consumo de dados”, conforme No terreno do 4G, a Cisco atua junto às provedoras de serviço luções, parte delas fabricadas aqui – ou define o executivo. “As operadoras principalmente em três momentos: em vias de serem produzidas – graças precisarão ampliar a capacidade tam- • Rádios com soluções de pequenas células aos investimentos anunciados durante bém na conexão das antenas com a • Infraestrutura de conexão desses rádios com backhaul o Cisco Plus desse ano. Atualmente, rede principal (backhaul). Além disso, e shorthaul da operadora duas grandes operadoras já trabalham ocorre uma mudança na composição • Evolved Packet Core (EPC), que analisa e aplica políticas de tráfego. com a fabricante em implantações de do uso de dados, que fica cada vez 4G no Brasil. • 24 25
  13. 13. 1 capa o maior número de certificados do Tecnologia embarcada IPv6 Forum, com vários níveis de mento de segurança poderiam se be- Se depender da Cisco, operado- certificação. Claramente temos uma neficiar de redes de câmeras IP. Até ras e clientes finais não devem sentir posição de liderança em termos de a agricultura ganharia ao implantar dificuldade ao migrar para o novo suporte ao novo padrão.” sensores de baixa potência em reba- padrão de internet. Desde 2010 os Outra iniciativa importante da nhos para monitorar o deslocamento equipamentos da fabricante para empresa junto às operadoras é o IPv6 guia futuro da ou mesmo a saúde dos animais. operadoras e empresas suportam fomento não só da adesão ao IPv6, “As aplicações são infinitas. O que IPv6 por padrão. O mesmo vale para mas na capacitação dos colaborado- todas têm em comum é que preci- a família E de roteadores domésticos res que trabalham com protocolos internet e investimentos sam de conectividade, e por isso a importância do IPv6: somente com o número crescente de endereços é da linha Linksys. “Este ano, durante o Lançamento Mundial do IPv6, a Cisco assumiu o de internet. “Todos que tem algum contato com IP terão que passar por capacitação, e esse esforço não é pe- de operadoras 6 “As aplicações são infinitas” possível executar e experimentar a internet das coisas”, explica Gian- grossi. “Tudo isso vai acontecer, mas compromisso de que todos os seus equipamentos residenciais passa- riam a contar com suporte nativo queno, pois o IPv6 é muito diferente do IPv4”, diz o engenheiro. “Esse também é um esforço interno, com — Igor Giangrossi, da cisco alguns países desenvolvidos vão im- ao protocolo”, explica Giangrossi. a força de trabalho da própria Cisco,Novo padrão pavimenta estradapara a ‘internet das coisas’ O LTE é uma tecnologia totalmente IP, que assume que todos os disposi- plementar soluções primeiro.” “Do lado corporativo, a Cisco possui além de parceiros e clientes.”• tivos estão conectados na rede. Isso InvestimentosS e o futuro será marcado pela conectividade de todos os acaba sendo mais lenta. No entanto, todas as operadoras, provedoras de já seria suficiente para justificar a migração para o IPv6. Afinal, não Apesar do que considera uma implantação lenta do padrão IPv6 6 Cisco leva vídeo a qualquer dispositivo na ABTA 2012 objetos, em um movimento conteúdo e a sociedade da internet seria possível endereçar os bilhões de no Brasil, Giangrossi diz que ele já tecnológico atualmente co- estão engajadas na transição. terminais móveis do mundo apenas faz parte do plano de negócios das Aliada à visão de que o vídeo estará em todos os dispositivos, a Cisco nhecido como “internet das coisas”, com IPv4. operadoras. Se até dois anos atrás o apresentou no Congresso e Feira ABTA 2012, promovido pela Associação antes será necessário popularizar a Longevidade trabalho era convencer essas empre- Brasileira de TV por Assinatura, as principais soluções tecnológicas nova versão do protocolo de inter- Mas então por que o IPv6 também Aplicações sas a adotarem o protocolo, agora da empresa para o setor. Entre os destaques estiveram soluções de net, o IPv6. Iniciativas globais para a é uma tecnologia do futuro? “Porque Outras áreas também encontrarão elas estão preocupadas com a melhor rede WiFi doméstica e entrega de conteúdo em múltiplas telas (TV adoção desta tecnologia – que vem a maneira como ele é estruturado muita utilidade no IPv6. O setor de forma de fazê-lo. Everywhere). para substituir o antigo e esgotado significa que não deve haver nova utilities, por exemplo, poderá adotar Segundo o especialista, na banda Uma nova funcionalidade do Videoscape chamada Conductor, permite endereçamento IPv4 – serão funda- mudança de protocolo em um futu- soluções de smart grids, com me- larga para o usuário final, fixa ou mó- que o usuário receba, em tempo real, em um tablet ou smartphone,  mentais em um mundo no qual cada ro próximo”, explica o engenheiro. didores de energia inteligentes, nas vel, as implantações ainda estão atra- informações ou propagandas relacionadas ao conteúdo transmitido na TV. dispositivo terá um endereço IP. “Isso dá espaço para a internet cres- quais a coleta dos dados de consumo sadas. Mas o cenário muda quando se O Videoscape é uma plataforma lançada em 2011 que reúne conteúdos de “O IPv6 é uma tecnologia do pre- cer por vários e vários anos.” será totalmente automatizada. No trata do mercado corporativo. “Por TV digital e online com mídias sociais e comunicações em múltiplas telas. sente, mas que também pode ser Ainda falando de futuro, existe campo das energias renováveis, con- requerimento dos próprios clientes Mas as atenções se voltaram, principalmente, para o anúncio do Prime considerada do futuro”, explica Igor uma relação direta entre a internet sumidores com painéis solares e siste- muitas operadoras já implementaram Home, solução que permite o gerenciamento e provisionamento de Giangrossi, engenheiro consultor de das coisas e o IPv6. Sem o padrão mas de energia inteligente poderiam o IPv6”, diz. dispositivos residenciais e móveis conectados pelas operadoras. A arquiteturas para operadoras da Cis- seria impossível conectar tantos ob- se tornar fornecedores, vendendo o No começo de 2013, a entrega do tecnologia é baseada no protocolo TR-069 da ClearAccess, empresa co do Brasil. “Ainda que no Brasil as jetos, dispositivos e equipamentos. excedente para a concessionária. IPv6 para o mercado de massa deve adquirida no começo de 2012 pela Cisco. implementações estejam um pouco Há ainda uma relação óbvia com a A aplicação do IPv6 em controles crescer com a chegada do LTE, que Com servidores dedicados ou em nuvem, a operadora pode gerenciar atrasadas, estamos caminhando bem. tecnologia LTE. Na quarta geração remotos conectados poderia ser uti- apesar de não funcionar com o IPv4, a rede do assinante sem enviar especialistas, reduzindo gastos e Em alguns países da Ásia, por exem- de telefonia celular (4G), “obrigato- lizada na automatização residencial. deve estar presente na rede de todas agilizando a solução de problemas. O Prime Home permite ainda plo, o IPv6 é mais presente porque riamente todos os aparelhos têm um Carros IP permitiriam não só acesso as operadoras que atuarão no 4G. desenvolver novos produtos e serviços a partir de relatórios de perfil o IPv4 já esgotou.” endereço IP, diferente daqueles do à web, mas que o automóvel trocasse “Não faria sentido construir novas dos usuários finais. Um portal na internet permite ao usuário gerenciar a Para Giangrossi, enquanto houver 2G e 3G em que isso só acontecia informações de trânsito em tempo redes sem o IPv6. Do ponto de vista própria rede, filtrando conteúdo e priorizando tráfego na rede doméstica endereços IPv4 disponíveis para dis- quando o cliente tinha um plano de real com sistemas de controle dos técnico é muito provável que todas para voz ou vídeo, por exemplo. tribuição, a implementação do IPv6 dados”, explica Giangrossi. municípios. Centrais de monitora- as plataformas já sejam compatíveis.” 26 27

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