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ANOTAÇÕES
ACESSO ABERTO
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TRANSPARÊNCIA
CONFORMIDADE LEGAL
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TECNOLOGIAS
Redes de computadores
Banco de dados
Ferramentas de software
Sistemas
Repositórios
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ECONÔMICA
POLÍTICA
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SUSTENTABILIDADE
ECONÔMICA
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ORGANIZACIONAL
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DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES
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POTENCIAL DE REUSO
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AGENDA DE PESQUISA
INSERÇÃO DA GESTÃO DE DADOS
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VOLTADA PARA
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REPOSITÓRIOS DE DADOS, AMBIENTES D...
INVESTIMENTO: OTIMIZAR O USO E O COMPARTILHAMENTO
EXPANSÃO DA IDEIA DE ACESSO LIVRE
ESTRUTURA E SEMÂNTICA: GARANTIR QUE OS...
INVESTIMENTO: OTIMIZAR O USO E O COMPARTILHAMENTO
EXPANSÃO DA IDEIA DE ACESSO LIVRE
ESTRUTURA E SEMÂNTICA: GARANTIR QUE OS...
BIBLIOGRAFIA
SALES, Luana Farias. Integração semântica de publicações científicas e dados de pesquisa: proposta
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INTERESSE COMERCIAL
VALORIZAÇÃO COMERCIAL DOS DADOS
PROTEGER A INOVAÇÃO
PATENTES
PERÍODO DE EMBARGO
PRIVACIDADE
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Ciência aberta
Quando há
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rapidamente
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Reprodutibilidade dos experimentos científicos é um dos fundamentos da ciência. Autocorreção
Os dados científicos devem es...
DEPENDÊNCIAS
TÉCNICAS
PROVENIÊNCIA
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DADOS
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Dados abertos de pesquisa: contribuição para um modelo de gestão para o país

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Palestra sobre "dados abertos de pesquisa" ministrada por Luís Fernando Sayão - pesquisador do Centro de Informações Nucleares (CIN/CNEN) - no II Seminário temático da Rede de Bibliotecas das Unidades de Pesquisa do MCTI (2º SBRP), em 23 de outubro de 2015, na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

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Dados abertos de pesquisa: contribuição para um modelo de gestão para o país

  1. 1. CONTRIBUIÇÃO PARA UM MODELO DE GESTÃO PARA O PAÍS Luis Fernando Sayão Comissão Nacional de Energia Nuclear/ Centro de Informações Nucleares Luana Farias Sales Comissão Nacional de Energia Nuclear/ Instituto de Engenharia Nuclear
  2. 2. PESQUISA TESE ? PUBLICAÇÃO DADOS DIGITAIS DADOS DE PESQUISA SÃO MUITO SUSCETÍVEIS A PERDAS BIBLIOTECA CONVENCIONAL BIBLIOTECA DE TESES E DISSERTAÇÕES REPOSITÓRIOS
  3. 3. MINHA TESE O TEXTO ACADÊMICO APRESENTA APENAS OS DADOS DE PESQUISA DE FORMA CONDENSADA UMA VISÃO DOS DADOS!!! [revisão por pares] [validação da pesquisa] VISÍVEL INVISÍVEL
  4. 4. ANALISADOS EM NOVOS E DIFERENTES CONTEXTOS REUSO Os pesquisadores começaram a creditar toda a confiança nos conteúdos digitais criados por outros pesquisadores para dar prosseguimento aos seus empreendimentos
  5. 5. O DILÚVIO DE DADOS Uma nova geração de instrumentos científicos, sensores, satélites, software de simulação, colaboratórios produzem em ritmo exponencial quantidades imensas e diversificadas de dados brutos de pesquisa
  6. 6. CIÊNCIA PRODUZIDA A PARTIR DO USO, ARMAZENAMENTO, PROCESSAMENTO, ANÁLISE E COMPARTILHAMENTO DE DADOS DE PESQUISA (GRAY, 2005). eScience O QUARTO PARADIGMA CIENTÍFICO O poder dos computadores modernos permite que relações altamente complexas e até então despercebidas possam ser identificadas e se tornem o motor do quarto paradigma [ [
  7. 7. eScience O QUARTO PARADIGMA CIENTÍFICO O MODO DE FAZER CIÊNCIA MUDA.... A computação não é mais meramente um suporte para o padrão tradicional de se conduzir a investigação científica em determinadas disciplinas, mas pode mudar fundamentalmente o desenvolvimento dessas disciplinas. Ao invés de hipóteses serem testadas e desenvolvidas a partir de dados coletados para este propósito, hipóteses são construídas após a identificação relações nos conjuntos de dados. Neste abordagem os dados vem primeiro, incorporados numa sequencia de captura de dados, curadoria e análises FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES
  8. 8. eScience O QUARTO PARADIGMA CIENTÍFICO ACELERAR A PESQUISA CIENTÍFICA E GERAR CONHECIMENTO COM BASE NA EXPLORAÇÃO DESSE ACÚMULO DE DADOS Ferramentas avançadas de software e de mineração de dados ajudam a interpretar e transformar os dados brutos em configurações ilimitadas de informação e conhecimento. Perguntas instigantes e recursivas colocadas perante os vários segmentos científicos podem agora ser endereçadas, pela combinação de múltiplas fontes de dados provenientes de domínios diferentes, através da aplicação de modelos complexos e de métodos inéditos de análise.
  9. 9. eScience O QUARTO PARADIGMA CIENTÍFICO
  10. 10. Reprodutibilidade dos experimentos científicos é um dos fundamentos da ciência. Autocorreção Os dados científicos devem estar disponíveis para qualquer pessoa sem restrições de copyright, patentes ou outros mecanismos de controle. Dados abertos incentivam o reuso em outras áreas diferentes da original, o que pode levar a descobertas surpreendentes. Os pesquisadores devem divulgar suas descobertas de forma que elas estejam acessíveis para todos os usuários potenciais sem qualquer barreira. Colaboração crescente entre cientistas efetivada por meio das mídias sociais e da internet. Um número crescente de cientistas estão encontrando novas estratégias para comunicar seus trabalhos usando wikis, blogs, twitter Códigos fontes para reproduzir os dados; Uso de software livres e formatos abertos; Ferramentas de pesquisa abertas; Dados de entrada e metadados Cadernos de pesquisa abertos A avaliação pelas instituições de pesquisa, bem como a aprovação de financiamento pelas agências deve levar em conta a preparação dos dados para disponibilidade na mesma escala em que considera artigos de periódicos e outras publicações, ou seja o nível de transparência.
  11. 11. ENTREVISTAS ANOTAÇÕES DADOS DE PESQUISA SÃO GERADOS PARA DIFERENTES PROPÓSITOS, POR DIFERENTES COMUNIDADES CIENTÍFICAS E POR MEIO DE DIFERENTES PROCESSOS POLÍTICAS DE AMPLO ESPECTRO OPÇÕES GERENCIAIS E TECNOLÓGICAS PARA O ARQUIVAMENTO CURADORIA DIGITAL
  12. 12. DADOS EXPERIMENTAIS são provenientes de situações controladas em bancadas de laboratórios. Em tese, dados experimentais provenientes de experimentos que podem ser precisamente reproduzidos e não precisam ser armazenados indefinidamente; entretanto, nem sempre é possível reproduzir precisamente todas as condições experimentais.
  13. 13. DADOS BRUTOS ou DADOS PRIMÁRIOS Dados provenientes diretamente do instrumento científico .PROCESSAMENTO . CALIBRAÇÃO .VALIDAÇÃO .COMBINAÇÃO COM OUTROS DADOS
  14. 14. REALIDADE VIRTUAL GAMES SIMULAÇÕES MODELOS EM 3D ESTRUTURAS QUÍMICAS SOFTWARE WEBSITE/MULTIMÍDIA VIDEOS FOTOS GRÁFICOS ESPECIFICAÇÕES ENTREVISTAS FORMÚLAS TABELAS ANOTAÇÕES DADOS NUMÉRICOS NÍVEISDEABSTRAÇÃO dispositivos de imersão e interativas apresentações sensoriais imagem em movimento imagens sons documentos letras símbolos números Texto e números não contam toda história DADOS DE PESQUISA SÃO OBJETOS COMPLEXOS, DIVERSIFICADOS E HETEROGÊNEOS. OS OBJETIVOS E OS MÉTODOS USADOS PARA PRODUZI-LOS VARIAM ENORMEMENTE DE ACORDO COM OS CAMPOS CIENTÍFICOS, ASSIM COMO OS CRITÉRIOS PARA COMPARTILHÁ-LOS,
  15. 15. A mesma tecnologia que muda a pesquisa científica coloca os dados gerados em risco e nos impõe o desafio estratégico, gerencial e político de criar, arquivar, preservar e tornar disponível esses dados[
  16. 16. METADADOS QUE DOCUMENTAM OS ELEMENTOS SEMÂNTICOS, AS PARTES DOS OBJETOS E SUAS RELAÇÕES, AS DEPENDÊNCIAS TÉCNICAS, A PROVENIÊNCIA, A IDENTIFICAÇÃO PERSISTENTE, AS RESTRIÇÕES E DIREITOS ASSOCIADOS AOS DADOS, AS POSSÍVEIS INTERVENÇÕES SOFRIDAS E SEUS EFEITOS. OU SEJA, OS METADADOS DEVEM REGISTRAR IDEALMENTE TUDO QUE DEVE SER DE INTERESSE DO PESQUISADOR, INCLUINDO MODELOS DE DADOS, EQUIPAMENTOS ESPECIAIS, ESPECIFICAÇÃO DA INSTRUMENTAÇÃO, LINHAGEM DOS DADOS E MUITO MAIS. [
  17. 17. TRANSMITIR CONHECIMENTO ACESSÍVEL Localizado e acessado INTELIGÍVEL Deve se apresentar de forma inteligível para aqueles que desejam entendê-lo ou analisá-lo. Deve ser diferente para diferentes audiências, mesmo para o cidadão comum. AVALIÁVEL Natureza, evidências, confiabilidade, fonte competente, financiador, objetivos UTILIZÁVEL Deve ser capaz de ser reusado em diferentes contextos e, minimamente, por outros cientistas.
  18. 18. É MAIS DIFÍCIL VALIDAR OS DADOS SE AS INFORMAÇÕES ENTRE A IDEIA INICIAL E RESULTADO FINAL ESTÃO FALTANDO
  19. 19. TRANSMITIR CONHECIMENTO (DADOS INTELIGENTEMENTE ABERTOS)
  20. 20. TRADICIONALMENTE CURADORIA NÃO ESTÁ PREOCUPADA APENAS COM A PRESERVAÇÃO POR LONGO PRAZO DE LIVROS RAROS, PINTURAS E OUTROS ARTEFATOS. SEU FOCO PRINCIPAL É MANTER A INTEGRIDADE E POSSIBILITAR E PROMOVER SUA DISPONIBILIDADE PARA AUDIÊNCIAS APROPRIADAS. ISTO TAMBÉM É VERDADEIRO PARA DADOS DE PESQUISA. PARA QUE ELES PERMANEÇAM ÚTEIS PODE SER NECESSÁRIO MANUTENÇÃO E MELHORIAS. ISTO SOMADO A PROMOÇÃO DOS DADOS PARA OS CONSUMIDORES POTENCIAIS SÃO OS DOIS PAPÉIS PRINCIPAIS DA CURADORIA DE DADOS.
  21. 21. GESTÃO DINÂMICA AVALIAÇÃO MANUTENÇÃO E ENRIQUECIMENTO INTERAÇÃO ENTRE CRIADOR E USUÁRIO REFORMATAÇÃO LINKS COM OUTROS RECURSOS ANOTAÇÃO ATIVIDADE INCLUÍDA NA CURADORIA ATRAVÉS DA QUAL ITENS ESPECÍFICOS DE DADOS SÃO MANTIDOS AO LONGO DO TEMPO DE FORMA QUE ELES POSSAM SER ACESSADOS E COMPREENDIDOS NO FUTURO A DESPEITO DAS MUDANÇAS TECNOLÓGICAS. A ATIVIDADE DE GESTÃO E DE PROMOÇÃO DE USO DO DADO DE PESQUISA DESDE A CRIAÇÃO/SELEÇÃO, ASSEGURANDO A SUA ADEQUAÇÃO PARA PROPÓSITOS ATUAIS E FUTUROS E TORNANDO-O DISPONÍVEL PARA DESCOBERTA E REUSO; ATIVIDADE DE CURADORIA QUE ASSEGURA QUE O DADO ESTÁ SELECIONADO, ARMAZENADO E PODE SER ACESSADO E QUE A SUA INTEGRIDADE FÍSICA E LÓGICA ESTÁ MANTIDA
  22. 22. DADOS REPOSITÓRIOS DE DADOS AGÊNCIAS FINANCIADORAS DE PESQUISA PLANOS DE COMPARTILHAMENTO DE DADOS POLÍTICAS MANDATÓRIAS Isso garante que os pesquisadores se comprometem a cuidar dos dados durante e após a pesquisa no sentido de otimizar o compartilhamento de dados. PERIÓDICO CIENTÍFICO Os periódicos exigem cada vez mais que os dados que sustentam a pesquisa publicada depositado dentro em uma base de dados ou repositório de acessível . ÓRGÃOS DE PESQUISA (CONSELHOS, GESTORES DE C&T, ETC) Financiam infraestruturas para gestão e serviços de dados para facilitar o compartilhamento dentro de domínios específicos. PESQUISADORES Iniciativas como o DataCite - que atribui identificador persistente (DOI) aos dados de pesquisa - ajudam o cientista a tornar seus dados citáveis, rastreáveis e acessíveis de modo que os dados de pesquisa, bem como as publicações baseadas nesses dados, façamparte da produção científica desse pesquisador.
  23. 23. PUBLICAÇÕES DADOS PERIÓDICOS BIBLIOTECAS REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS REPOSITRIOS TEMÁTICOS DEPOSITANDO-OS NUM REPOSITÓRIO DE DADOS DE CENTROS DE DADOS ESPECIALIZADOS SUBMETÊ-LOS A UM PERIÓDICO PARA APOIAR UMA PUBLICAÇÃO DEPOSITANDO-OS EM UM REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL TORNANDO-OS DISPONÍVEIS ON-LINE ATRAVÉS DE UM PROJETO OU SITE INSTITUCIONAL TORNANDO-OS DISPONÍVEIS INFORMALMENTE ENTRE PESQUISADORES DE PESSOA PARA PESSO
  24. 24. Databib BANCOS DE DADOS CIENTÍFICOS DIGITAIS QUE GARANTEM O ACESSO A RESULTADOS DE PESQUISA AGORA E NO FUTURO, TENDO COMO PERSPECTIVA PRIMORDIAL O ACESSO ABERTO AO QUE É CONSIDERADO TAMBÉM UM PATRIMÔNIO DIGITAL DA HUMANIDADE (SURF FOUNDATION, 2013) REPOSITÓRIOS DE DADOS DE PESQUISA
  25. 25. RECURSOS INTERNACIONAIS RELEVANTES WORDWILDE PROTEIN DATABANK LARGE HADRON COLLIDER EUROPEN BIOINFORMATICS INSTITUTE CENTROS DE DADOS NACIONAIS REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS COLEÇÕES INDIVIDUAIS INFRAESTRUTURA PADRÕES, SUSTENTABILIDADE PROVENIÊNCIA REAPONSABILIDADE DEMANDA POR ACESSO VALOR SOCIAL CONFIABILIDADE ESTABILIDADE REFERÊNCIAS NACIOANAIS E INTERNACIONAIS IMPORTANTES COLEÇÕES DE DADOS INSUBISTITUÍVEIS COLEÇÕES DE COMUNIDADES ESPECÍFICAS COLEÇÕES DE UM GRUPO DE PESQUISADORES RISCO DE PERDA USABILIDADE COMPARTILHAMENTO REUSO Baseado em THE ROYAL SOCIETY (June 2012) CARPE DIEN PIRÂMIDE DE REPOSITÓRIOS DE DADOS HIERAQUIA DE VALOR & PERMANÊNCIA NATIONAL BIODIVERSITY NETWORK
  26. 26. TECNOLOGIA NÃO RESOLVE TUDO! Apesar da tecnologia ser determinante para a pesquisa contemporânea, o progresso científico não depende unicamente da tecnologia. Políticas voltadas para a pesquisa, fóruns apropriados, legislação específica, fundos para financiamento, valores culturais, ou seja, um espectro multidimensional de fatores afeta profundamente a natureza das novas descobertas, a velocidade com que elas são desenvolvidas e a sua capacidade de se tornarem acessíveis e utilizadas efetivamente (OCDE, 2007)
  27. 27. ANOTAÇÕES ACESSO ABERTO FLEXIBILIDADE TRANSPARÊNCIA CONFORMIDADE LEGAL PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL RESPONSABILIDADE FORMAL PROFISSIONALISMO INTEROPERABILIDADE QUALIDADE SEGURANÇA RESPONSABILIZAÇÃO/PRESTAÇÃO DE CONTAS SUSTENTABILIDADE PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PARA ACESSO A DADOS DE PESQUISA FINANCIADOS POR RECURSOS PÚBLICOS OCDE, 2007
  28. 28. TECNOLOGIAS Redes de computadores Banco de dados Ferramentas de software Sistemas Repositórios
  29. 29. SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA POLÍTICA DE C,T & I DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DE DADOS CONFIGURAÇÃO ORGANIZACIONAL AS TECNOLOGIAS & PADRÕES SERVIÇOS RECURSOS HUMANOS ASPECTO SOCIAL, ÉTICO E LEGAL PESQUISA
  30. 30. SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA POLÍTICA DE C,T & I DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES DE DADOS CONFIGURAÇÃO ORGANIZACIONAL TECNOLOGIAS & PADRÕES SERVIÇOS RECURSOS HUMANOS ASPECTO SOCIAL, ÉTICO E LEGAL PESQUISA FINANCIA FINANCIA DEFINE CONFIGURAÇÃO DEFINE POLÍTICAS FINANCIA ESTABELECE LINHAS DE FINANCIAMENTO DEFINE CÓDIGOS POLÍTICA DE FOMENTO DEFINE POLÍTICAS CONSIDERA CRIA CONHECIMENTO PARA CONSIDERA CONSIDERA OPERA CRIA CONHECIMENTO PARA APOIA A O DESENVOLVIMENTO EXECUTA/GERENCIA DISPONIBILIZA APLICA COORDENA APLICA [COMPROMISSOS SUSTENTÁVEIS E DURAODUROS
  31. 31. INSTÂNCIA DADOS DE PESQUISA TRAZEM BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE AÇÕES QUE GARANTAM O PETENCIAL DE USO BARREIRA PARA A PESQUISA INTERDISCIPLINAR GARANTIR O RETORNO DO INVESTIMENTO PÚBLICO, NÃO SÓ DO PONTO DE VISTA ECONÔMICO, MAS PRINCIPALMENTE DO PONTO DE VISTA DA QUALIDADE E DO ALCANCE DOS RESULTADOS DE PESQUISA POLÍTICAS NACIONAIS POLÍTICAS INTERNACIONAIS DIRETRIZES PARA DADOS FINANCIADOS POR RECURSOS PÚBLICOS MECANISMOS DE RECOMPENSA
  32. 32. INSTÂNCIA FÓRUNS GESTORES DE C&T AGÊNCIAS DE FOMENTO GERADORES DE DADOS COMUNIDADES DE PESQUISA DIRETRIZES E RECOMENDAÇÕES LINHAS DE FOMENTO POLÍTICAS MANDATÓRIAS PLANO DE GESTÃO DE DADOS • DESCRIÇÃO DOS DADOS • METADADOS • POLÍTICA DE ACESSO, COMPARTILHAMENTO E REUSO • SEGURANÇA • PRESEVAÇÃO • ETICA E PRIVACIDADE • COPYRIGHT
  33. 33. INSTÂNCIA CONFIGURAÇÃO CONFIGURAÇÃO ORGANIZACIONAL DISTRIBUIÇÃO DOS REPOSITÓRIOS APOIO À PESQUISA INTERDISCIPLINAR AÇÕES COLABORATIVAS POOL DE ESPECIALISTAS É IRREAL PENSAR QUE CADA INSTIUIÇÃO INDIVIDUALMENTE PODERÁ ESTABELECER CAPACIDADE LOCAL E PRÓPRIA DE CURADORIA DIGITAL DISTRIBUIÇÃO DOS REPOSITÓRIOS PESQUISA INTERDISCIPLINAR AÇÕES COLABORATIVAS REDE INTEROPERÁVEIS DE REPOSITÓRIOS POOL DE CIENTISTAS DE DADOS POOL DE ESPECALISTA EM CURADORIA FÍSICA ASTRONOMIA CIÊNCIAS AMBIENTAIS BIOCIÊNCIAS CIÊNCIAS SOCIAIS NOVAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO EM REDE NOVAS INFRAESTRUTURAS
  34. 34. DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES BIBLIOTECAS DE PESQUISA E REPOSITÓRIOS DE DADOS POTENCIAL DE REUSO MÉTRICAS DE AVALIAÇÃO/QUALIDADE METADADOS DISPONIBILIZAR OS DADOS NA INTERNET É APENAS UMA ETAPA DO CICLO COMPLEXO INFORMAÇÕES CONTEXTUAIS: SEMÂNTICA E ESTRUTURA proveniência | parte X relações | dependências técnicas | Identificação | direitos | intervenções | modelo de dados | equipamentos | instrumentos | linhagem | informações específicas da área COLETAR UMA GRANDE QUANTIDADE DE DADOS COLEÇÕES DE PROJETOS COLEÇÕES VINCULADAS À DISCIPLINA/COMUNIDADE COLEÇÕES REFERENCIAIS
  35. 35. AGENDA DE PESQUISA INSERÇÃO DA GESTÃO DE DADOS CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO BIBLIOTECONÔMIA DE DADOS CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO FRAGMENTAÇÃO X INTERDISCIPLINARIDADE LINHAS DE FINANCIAMENTO MANUAIS, GUIDELINES, CURSOS, PADRÕES PESQUISADORES | BIBLIOTECÁRIOS CIENTÍFICOS | GESTORES AGENDA DE PESQUISA VISUALIZAÇÃO E COMPARTILHAMENTO DESCOBERTAS DE DADOS POR MEIO DE TAXONOMIAS, ONTOLOGIAS, WEB SEMÂNTICA, LINKED DATA GESTÃO DE DADOS MODELOS DE CUSTO INTEROPERABILIDADE NOVAS PUBLICAÇÕES ACADÊMICAS E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA IMPACTOS ÉTICOS E LEGAIS METADADOS
  36. 36. BIBLIOTECONOMIA VOLTADA PARA PESQUISA GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CIÊNCIA BASEADA EM DADOS INFRAESTRUTURA DE DADOS TI PARA BIBLIOTECONOMIA BIBLIOTECONOMIA DE DADOS SERVIÇO DE DE DADOS Necessita de pesquisa e desenvolvimento Baseado em QUIN (Oct. 2013)
  37. 37. INSTÂNCIA SUSTENTABILIDADE HUMANA É CRÍTICA PARA ASSEGURAR A CONTINUIDADE E CONSISTÊNCIA AO LONGO DO TEMPO DE SERVIÇOS DE CURADORIA DE DADOS DE PESQUISA SE APLICA A QUEM FINANCIA, GERA, GERENCIA E USA DADOS DE PESQUISA PROFISSIONAIS GESTÃO/CURADORIA ANÁLISES CAPACITAÇÃO SISTEMATIZAÇÃO DO CONHECIMENTO INCORPORAÇÃO AOS CURRÍCULOS ACADÊMICOS
  38. 38. DEFINIÇÃO DO ELENCO DE PADRÕES PARA: TRATAMENTO, ACESSO, ARMAZENAMENTO, PRESERVAÇÃO NTEROPERABILIDADE MODELOS DE REPOSITÓRIOS AGREGAÇÕES DESENCOLVIMENTO DE CIBERINFRAESTRUTURA DE PESQUISA ELENCO DE NORMAS, PADRÕES, PROTOCOLOS ABERTOS E INTERNACIONAIS CIBERINFRAESTRUTURA DE PESQUISA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES INSTITUIÇÕES VOCACIONADAS
  39. 39. A WEB não tem MEMÓRIA PERSISTENTE, portanto é preciso CONSTRUI-LA INTENCIONALMENTE
  40. 40. E ACREDITE NOS REPOSITÓRIOS DIGITAIS CONFIÁVEIS
  41. 41. DADOS DE PESQUISA NÃO PODEM SER CONSIDERADOS SUBPRODUTOS DE PESQUISA PARCERIA e COLABORAÇÃO PARA UMA ECONOMIA DE ESCALA MODELOS DE CUSTO ALOCAÇÃO CONTINUA DE RECURSOS É UM PASSO FUNDAMENTAL PARA OS PROCESSOS DE CURADORIA
  42. 42. ASPECTO NO MUNDO ACADÊMICO NÃO SE RECONHECE COMPLETAMENTE OS DIREITSO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL RELATIVOS À PRODUÇÃO E COMPARTILHAMENTO DE DADOS MECANISMOS DE RECOMPENSA RECONHECIDO E CITADO COMPARTILHAMENTO DE DADOS CONFIDENCAIS E SENSÍVES TEMPO DE EMBARGO
  43. 43. DESCOBERTA ACESSO APLICAÇÕES COMPUTACIONAIS INTEROPERABILIDADE CIBERINFRAESTRUTURA SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA A GESTÃO DE PESQUISA OAI-PMH | OAI-ORE LINKED-DATA
  44. 44. CONSISTE DE SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO, SISTEMAS DE ARMAZENAMENTO, INSTRUMENTOS AVANÇADOS E REPOSITÓRIOS DE DADOS, AMBIENTES DE VISUALIZAÇÃO E PESSOAS, TUDO LINKADO POR REDES DE ALTO DESEMPENHO QUE TORNA POSSÍVEL INOVAÇÃO CIENTÍFICA E DESCOBERTAS QUE DE OUTRA MANEIRA NÃO SERIA POSSÍVEL CIBERINFRAESTRUTURA PARA DADOS DE PESQUISA FONTES DE DADOS SERVIÇOS APLICAÇÕES PESSOAS INSTRUMENTOS SENSORES LABORATÓRIOS COMPUTADORES OUTRAS FONTES CURADORIA PRESERVAÇÃO ARMAZENAMENTO ACESSO FACILIDADES P / O USO DIREITOS GESTÃO DE DADOS VISUALIZAÇÃO ANÁLISE MODELAGEM MINERAÇÃO PORTAIS/PUBLICAÇÃO CURADORIA/PRESERVAÇÃO SELEÇÃO/RECUPERAÇÃO FERRAMENTAS ESPECÍFICAS REUSO INOVAÇÃO INDICADORES DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA QUALIDADE DA PESQUISA VALIDAÇÃO DE RESULTADOS REPRODUTIBILIDADE
  45. 45. INVESTIMENTO: OTIMIZAR O USO E O COMPARTILHAMENTO EXPANSÃO DA IDEIA DE ACESSO LIVRE ESTRUTURA E SEMÂNTICA: GARANTIR QUE OS DADOS POSSAM TRANSMITIR CONHECIMENTO NO TEMPO E NO ESPAÇO A CIÊNCIA DEPOSITA UMA GRANDE ESPERANÇA NOS DADOS COLOCAR OS DADOS NA WEB NÃO É BASTANTE INSERÇÃO NA INFRAESTRUTURA DE INFORMAÇÃO
  46. 46. INVESTIMENTO: OTIMIZAR O USO E O COMPARTILHAMENTO EXPANSÃO DA IDEIA DE ACESSO LIVRE ESTRUTURA E SEMÂNTICA: GARANTIR QUE OS DADOS POSSAM TRANSMITIR CONHECIMENTO NO TEMPO E NO ESPAÇO A CIÊNCIA DEPOSITA UMA GRANDE ESPERANÇA NOS DADOS COLOCAR OS DADOS NA WEB NÃO É BASTANTE INSERÇÃO NA INFRAESTRUTURA DE INFORMAÇÃO
  47. 47. BIBLIOGRAFIA SALES, Luana Farias. Integração semântica de publicações científicas e dados de pesquisa: proposta de modelo de publicação ampliada para a área nuclear. IBICT/UFRJ, 2014 SAYAO, Luis Fernando ; SALES, Luana Farias . Dados abertos de pesquisa: ampliando o conceito de acesso livre. RECIIS. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde (Edição em Português. Online), v. 8, p. 76-92, 2014. SAYAO, L. F. ; SALES, Luana Farias . Dados de pesquisa: contribuição para o estabelecimento de um modelo de curadoria digital para o país. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v. 6, p. 7, 2013. SALES, Luana Farias ; SAYAO, L. F. ; SOUZA, R. F. . Publicações ampliadas: um novo modelo de publicação acadêmica para o ambiente de e-science. In: XIV ENANCIB - Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação, 2013, Florianópolis - SC. SALES, Luana Farias ; SAYAO, L. F. . O impacto da curadoria digital dos dados de pesquisa na Comunicação Científica. Encontros Bibli, v. 17, p. 118-135, 2012. SAYAO, L. F. ; SALES, Luana Farias . Curadoria digital: um novo patamar para a preservação de dados digitais de pesquisa. Informação & Sociedade, v. 22, p. 1, 2012
  48. 48. INTERESSE COMERCIAL VALORIZAÇÃO COMERCIAL DOS DADOS PROTEGER A INOVAÇÃO PATENTES PERÍODO DE EMBARGO PRIVACIDADE INFORMAÇÕES PESSOAIS: CRÍTICO PARA A PESQUISA NAS ÁREAS DE SAÚDE E CIÊNCIAS SOCIAIS; GOVERNANÇA X PROTEÇÃO DA CONFIDENCIALIDADE ANONIMIZAÇÃO NÃO GARANTE AMEAÇA A SEGURANÇA SEGURANÇA E SAUDE PÚBLICA PROTEÇÃO CONTRA INCIDENTES NÃO INTENCIONAIS PROTEÇÃO CONTRA ATAQUES DELIBERADOS “SÓ METADE DOS DADOS QUE DEVEM SER PROTEGIDOS ESTÁ PROTEGIDO” (IDC, 2011)
  49. 49. Ciência aberta Quando há compartilhamento de ideias e abertura do conhecimento a ciência avança mais rapidamente O compartilhamento e o intercâmbio permitem descobrir conexões no que estava antes desconectado
  50. 50. Reprodutibilidade dos experimentos científicos é um dos fundamentos da ciência. Autocorreção Os dados científicos devem estar disponíveis para qualquer pessoa sem restrições de copyright, patentes ou outros mecanismos de controle. Dados abertos incentivam o reuso em outras áreas diferentes da original, o que pode levar a descobertas surpreendentes. Os pesquisadores devem divulgar suas descobertas de forma que elas estejam acessíveis para todos os usuários potenciais sem qualquer barreira. Colaboração crescente entre cientistas efetivada por meio das mídias sociais e da internet. Um número crescente de cientistas estão encontrando novas estratégias para comunicar seus trabalhos usando wikis, blogs, twitter Códigos fontes para reproduzir os dados; Uso de software livres e formatos abertos; Ferramentas de pesquisa abertas; Dados de entrada e metadados Cadernos de pesquisa abertos A avaliação pelas instituições de pesquisa, bem como a aprovação de financiamento pelas agências deve levar em conta a preparação dos dados para disponibilidade na mesma escala em que considera artigos de periódicos e outras publicações, ou seja o nível de transparência.
  51. 51. DEPENDÊNCIAS TÉCNICAS PROVENIÊNCIA AUTORIA DIREITOS ASSOCIADOS INTERVENÇÕES MODELO DE DADOS Os metadados têm um forte impacto na capacidade dos dados de pesquisa de transmitir conhecimentos e poder ser interpretados e reusados agora e no futuro LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA VERSÃO DESCRITIVOS: DC, MARC21, MARCXML, MODS, ONIX, DDI, EAD, TEI... ADMINISTRATIVOS PREMIS (preservação) direitos, acesso, informação de representação, técnicos ESTRUTURAIS: OAI-ORE, MPEG 21, METS, RDF ESPECÍFICOS
  52. 52. DADOS GARANTIA DE QUE OS DADOS ESTÃO DE ACORDO COM PADRÕES DE QUALIDADE PRESERVAÇÃO DE LONGO PRAZO ARMAZENAMENTO SEGURO COM CAPACIDADE DE CONTROLAR O ACESSO, SEMPRE QUE NECESSÁRIO BACK-UPS DE DADOS REGULARES DESCOBERTA DE RECURSOS ON-LINE ATRAVÉS DE CATÁLOGOS DADOS ACESSO AOS DADOS EM FORMATOS POPULARES ACORDOS DE LICENCIAMENTO PARA RECONHECER OS DIREITOS ASSOCIADOS AOS DADOS MECANISMO DE CITAÇÃO PADRONIZADA VISIBILIDADE DOS DADOS PARA MUITOS USUÁRIOS • MONITORAMENTO DO USO SECUNDÁRIOS DOS DADOS OS CENTROS DE DADOS, COMO QUALQUER ARQUIVO TRADICIONAL, GERALMENTE SE APLICAM ALGUNS CRITÉRIOS PARA AVALIAR E SELECIONAR DADOS PARA PRESERVAÇÃO. REPOSITÓRIOS DE DADOS [

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