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Museu Mundial (2011-2012)Parceiros de 3 países: ONG’s, Universidades e MuseusAlemanha       . Forum fur internationale ent...
Museu Mundial (2011-2012)Propósito:Conceber abordagens criativas de modo a facilitar uma estratégia de EDS(Educação para o...
ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012> Museum Mediators 2011/2012     Decorre em várias cidades (Sacavém, Porto, Roma, Bruxela...
ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012> EMAC 2012 (European Museum Advisors Conference)                De 29 de Maio a 2 de Jun...
And now something different!
SEPARADOR
“Cities [such as museums] have        the capacity of providing  something for everybody onlybecause and only when they ar...
“As cidades [e os museus]   possuem a capacidade deprovidenciar algo para todos   apenas e só QUANDO são          criadas ...
“When we talk of heritage, we generally refer to it as something that simply ‘exists’  (…). However, heritage is not a nat...
“Quando se fala de património, é    geralmente referido como algo que        simplesmente existe. Contudo,património não é...
Museus e Comunidades = Voz          Igual = Partilha Identificação e discussão + preparação de  um projecto comum Identi...
Estar envolvido     museus e comunidades Heritage community = uma comunidade    baseada no reconhecimento de umpatrimónio ...
“To be more effective as agents of social inclusion,museums must seek to renegotiate the basis of theirrelationship with c...
“Para serem mais eficazes como agentes deinclusão social, os museus devem tentar renegociar abase de seu relacionamento co...
Dois exemplos:“Pelas ruas e lugares de Loures”+“Memórias com alma”
Desafios para os museus: Conceptual: uma melhor e visão mais  abrangente de todo o sector cultural Operacional: uma nova...
Desafios para os museus ANTES: trabalho em solidão, altamente  centralizado, from the top-down, apenas  um ou dois deciso...
Museus como fórum para discutir    valores éticos válidos para a vida!   Requer apenas uma mudança nos valores    defendi...
Museus como fórum para discutir    valores éticos válidos para a vida!   Quais os valores que os museus querem    partilh...
Museus como fórum para discutir    valores éticos válidos para a vida!   Museus devem formular perguntas pertinentes:    ...
Museus como fórum para discutir    valores éticos válidos para a vida!   Museus podem ajudar a produzir uma visão dos    ...
Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Museus deve publicitar quais os valores sociais  que ...
Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Vamos ter um futuro juntos pois com a sua  ajuda esta...
O que fazer agora?   Museus devem questionar-se sobre as    principais mudanças sociais que vão    ocorrer nos próximos 5...
O que fazer agora?   Desenhar um programa para responder a    cada uma das necessidades identificadas    one step at the ...
Obrigado pela atenção!
Workshop I – A importância dos Museus como Lugares de Aprendizagem
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II Conferência CIDAADS A EDS na Sociedade do Conhecimento - Joaquim
Jorge (Câmara Municipal de Loures/Rede de Museus e Galerias)

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Workshop I – A importância dos Museus como Lugares de Aprendizagem

  1. 1. A importância dos museus como lugares de aprendizagem numaperspectiva de educação parao desenvolvimento sustentável (EDS) Joaquim Jorge joaquim_jorge@cm-loures.pt
  2. 2. Onde estamos? Quem somos?O que temos feito (selecção)?
  3. 3. A Rede Municipal de Museus e Galerias Museu Municipal de LouresCasa do Adro 1986-1996 | Quinta do Conventinho 1998-Arqueologia e Etnografia Museu de Cerâmica de Sacavém 2000Património industrial Centro Interpretativo da Rota Histórica das Linhas de Torres 2011/2012 Museu do Vinho em Bucelas 2012/2013Património militar, vitivinícola, paisagístico e natural
  4. 4. A Rede Municipal de Museus e Galerias NúcleoMuseológico Casa-Museu José Pedro (Sacavém) Galeria Municipal Vieira da Silva (Loures) Galeria Municipal Castelo de Pirescoxe Núcleo Museológico da Repúlica (2013?)
  5. 5. Existem mais duas unidades museológicas no território Núcleomuseológico Luís Serra, gerido por voluntários do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta (Bucelas) Museu da Polícia Judiciária gerido por profissionais do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais (Loures)
  6. 6. Os museus como lugares de aprendizagem numa perspectiva de educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) O que fazemos?
  7. 7. Os museus como lugares de aprendizagem numa perspectiva de educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) Pelas ruas e lugares de Loures (1996/97) Rota Histórica das Linhas de Torres (2006- 2011) + Sharing and Learning EU Cultural Heritage: Be Inspired by the Lines of Torres Vedras! Euroscapes (2010-2012) Museo Mundial (2011-2012) Actividades em parceria:  Museum Mediators + EMAC 2012 Portugal
  8. 8. Pelas ruas e lugares de Loures (1996/97)Factos chave: envolvimento de 4 comunidades imigrantes produção de uma exposição + catálogo em 5 idiomas diferentes Árabe (Comunidade Islâmica) Gujarati (Comunidade Hindu) Criolo de S. Tomé e Principe Criolo de Guiné Bissau Português As diferentes comunidades representaram-se nos seus próprios termos
  9. 9. Rota Histórica das Linhas de Torres (2006/11)Informação chave:6 autoridades públicas locais (Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira)(PILT | Plataforma Intermunicipal Linhas de Torres)Duas linhas defensivas erigidas em menos de 9 meses entre 1809-10 para defender Lisboa das tropas invasoras napoleónicas. As estruturas militares recebem obras de conservação e restauro graças a uma subvenção do MFEEE/EEA Grants no valor de 2 milhões de euros.Fazem parte desta Rota Histórica quase centena e meia de obras militares muito diversas, umas em terra batida outras escavadas na pedra: estradas militares, redutos, fortins, fortes baterias, escarpamentos, postes de sinalização telegráfica).Parceiros nacionais: IGESPAR e Ministério da Defesa Nacional.
  10. 10. Rota Histórica Linhas de Torres (2006/11)Projecto em números: 6 MunicípiosReabilitação estruturas militares: 887.242€Aquisição de terrenos e imóveis: 54.500€5 centros de interpretação locais: 734.762€Estruturas de apoio ao visitante: 164.695€Promoção turística: 139.998€Acções de comunicação : 35.022€ http://www.rhlt.com.pt/
  11. 11. FILMEEntre a História e o PatrimónioCircuito de Alrota/Arpim(duração: 8’)
  12. 12. Euroscapes (2010-2012)EUROSCAPES, financiado através do PIC INTERREG IVCUm novo modelo de gestão para as paisagens naturais e culturaisUma ferramenta de gestão dos objectivos da European Convention LandscapeSalvaguarda e promoção do património Cultural e NaturalMinimização dos problemas e tensões relacionados com a expansão urbana.14 parceiros representantes de municípios localizados junto de grandes áreas metropolitanas europeias: França, Alemanha, Espanha, Letónia, Hungria, Roménia, Grécia, Polónia, Reino Unido, Itália, Eslováquia e Bélgica.
  13. 13. Museu Mundial (2011-2012)Parceiros de 3 países: ONG’s, Universidades e MuseusAlemanha . Forum fur internationale entwicklung + planung e.V. . Naturhistorische Gesellschaft Nurnberg e.V. . Gesellschaft fur Kommunikation und Entwicklung – KommEnt . Dachverband Entwicklungspolitik Baden-Wurttemberg e.V.Republica Checa . EDUCON, občanske sdruženi . Eurosolar.cz . Museum (not yet identified)Portugal . Instituto Marquês de Valle Flor . Instituto Politécnico de Leiria . Rede de Museus de Loures
  14. 14. Museu Mundial (2011-2012)Propósito:Conceber abordagens criativas de modo a facilitar uma estratégia de EDS(Educação para o Desenvolvimento Sustentável) nos Museus; Formação dosguias dos museus.Fase 1: Desenvolver o conceito EDS nos museusFase 2: Elaborar materiais de acompanhamentoFase 3: Desenvolver e aplicar cursos de formação contínua para os guias dosmuseusFase 4: Elaborar, adaptar e divulgar o manual de boas práticas sobre EDS nosmuseus
  15. 15. ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012> Museum Mediators 2011/2012 Decorre em várias cidades (Sacavém, Porto, Roma, Bruxelas e Barcelona)
  16. 16. ACTIVIDADES EM PARCERIA 2011-2012> EMAC 2012 (European Museum Advisors Conference) De 29 de Maio a 2 de Junho de 2012 Sacavém, Lisboa, Mafra, Cascais, Almada
  17. 17. And now something different!
  18. 18. SEPARADOR
  19. 19. “Cities [such as museums] have the capacity of providing something for everybody onlybecause and only when they are created by everybody”, Jane Jacobs
  20. 20. “As cidades [e os museus] possuem a capacidade deprovidenciar algo para todos apenas e só QUANDO são criadas por todos” Jane Jacobs
  21. 21. “When we talk of heritage, we generally refer to it as something that simply ‘exists’ (…). However, heritage is not a naturallyoccurring phenomenon, nor is it universal or eternal. It is in fact a socio-cultural construction, born at a specific moment in history…” (Llorenç Prats,in ‘Heritage and Identity’, p.76)
  22. 22. “Quando se fala de património, é geralmente referido como algo que simplesmente existe. Contudo,património não é um fenómeno natural que ocorra, não é universal nem eterno. Trata-se de um facto ou construção sóciocultural, que surge num momento específico da história” Llorenç Prats
  23. 23. Museus e Comunidades = Voz Igual = Partilha Identificação e discussão + preparação de um projecto comum Identificar metodologias, objectivos, resultados e outputs Estabelecer estratégias de avaliação (médio e longo prazo) Estebelecer indicatores tangíveis e instrumentos de medida concretos
  24. 24. Estar envolvido museus e comunidades Heritage community = uma comunidade baseada no reconhecimento de umpatrimónio em particular e no compromisso em salvaguardar e transmitir às gerações futuras (Council of Europe, Faro 2005 +Flemish Heritage Decree 2008)
  25. 25. “To be more effective as agents of social inclusion,museums must seek to renegotiate the basis of theirrelationship with communities. Rather than developingaims and objectives internally, based on theorganization’s agenda and priorities, museums mustlearn to develop mechanisms through whichcommunities can be empowered to take part in thedecision-making process. For many, thisdemocratisation of the museum and the resultantsharing of power, resources, skills and knowledgebetween museum and audience, challenges the verynotion of the museum professional as ‘expert’. Forothers, giving audiences a stake in the museum andspecific projects has proved to be the only way toengage with groups that may have perceivedmuseums as irrelevant to their lives.” Richard Sandell
  26. 26. “Para serem mais eficazes como agentes deinclusão social, os museus devem tentar renegociar abase de seu relacionamento com as comunidades.Ao invés de desenvolver metas eobjetivos internamente, com base na agenda daorganização e as prioridades, osmuseus devem aprender a desenvolver mecanismosatravés dos quais as comunidadespodem ser habilitadas a participar do processo dedecisão. Para muitos, essa democratização domuseu e da resultante partilha de poder,recursos,capacidades e conhecimentos entre museu e público,desafia a própria noção do profissional demuseu como ‘perito. Para outros, proporcionam aopúblico uma participação no museu. Projetosespecíficos provam ser uma maneira de o museu seenvolver com grupos que percebem os museus comoalgo irrelevante nas suas vidas.” Richard Sandell
  27. 27. Dois exemplos:“Pelas ruas e lugares de Loures”+“Memórias com alma”
  28. 28. Desafios para os museus: Conceptual: uma melhor e visão mais abrangente de todo o sector cultural Operacional: uma nova perspectiva muito diversificada e plural que permite pensar a cultura como uma alavanca para as actividades económicas e sociais combinando património e museus com as industrias criativas Os museus (e os seus profissionais) deixam de trabalhar como ilhas remotas e isoladas (fronteiras bem definidas) e necessitam adoptar uma configuração mais transversal em rede e com as fronteiras mais diluídas.
  29. 29. Desafios para os museus ANTES: trabalho em solidão, altamente centralizado, from the top-down, apenas um ou dois decisores AGORA: trabalho em rede, muitos decisores, vários níveis de decisão, muitos locais onde se tomam decisões, tendência para pensar os problemas à escala regional e/ou transnacional; estrutura lógica descentralizada, from the bottom- up
  30. 30. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Requer apenas uma mudança nos valores defendidos pelos museus mais tradicionais/conservadores. Creio que todos já conseguimos reconhecer a necessidade de mudar e abraçar a diversidade. Como explica Richard Sandell “ there is a resistance to change and an unwillingness to engage with issues of social inequality.”
  31. 31. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Quais os valores que os museus querem partilhar com as suas comunidades? Museus devem ter a coragem de propor aos cidadãos um código de valores éticos para a vida Ajudar a promover cidadãos mais capacitados, melhores pessoas do ponto de vista humano e mais conscientes dos problemas sociais
  32. 32. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Museus devem formular perguntas pertinentes: podemos viver todos juntos sem respeitar os recursos energéticos? Podem cristãos e muçulmanos partilhar o mesmo espaço europeu? Uma questão para atrair visitantes/cidadãos que gostam de pensar estas questões: como queremos viver as nossas vidas?
  33. 33. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Museus podem ajudar a produzir uma visão dos problemas do nosso mundo, colocando factos em perspectiva, ajudando as pessoas a discutir de forma racional, despertando consciências Como envolver cidadãos preocupados? 4 valores chave válidos para todas as comunidades: Não-violência e o respeito pelo outro Direitos iguais, iguais oportunidades, igual respeito Tolerância clara e plural Solidariadade e justiça
  34. 34. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Museus deve publicitar quais os valores sociais que defendem, explicando as razões pelas quais os escolheram, perguntar ao staff do museu o que pensa desse conjunto de valores, explicar sempre qual o propósito de trabalhar desta maneira. Convidar os visitantes para participar de modo a que este se possa ver envolvido no processo e tornar-se num adepto do museu, partilhando o mesmo ponto de vista; Ao agir desta forma o museu ganha a confiança das pessoas!
  35. 35. Museus como fórum para discutir valores éticos válidos para a vida! Vamos ter um futuro juntos pois com a sua ajuda estamos a responder aos problemas que as pessoas sentem hoje! Perguntar às pessoas: – O que é a convivialidade? O que é responsabilidade? Taking small steps, e sem pressas. As pessoas não estão habituadas a responder a questões tão profundas, sobretudo quando é um museu que as coloca!
  36. 36. O que fazer agora? Museus devem questionar-se sobre as principais mudanças sociais que vão ocorrer nos próximos 5 anos Avaliar quais as necessidades e desejos das suas comunidades: o que precisam e o que lhes faz falta?
  37. 37. O que fazer agora? Desenhar um programa para responder a cada uma das necessidades identificadas one step at the time, uma de cada vez Documentar e avaliar todos os esforços para se tornar socialmente relevante
  38. 38. Obrigado pela atenção!

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