ChildFund Brasil Visão Geral - ago 2014

24.226 visualizações

Publicada em

Visão Geral 2014 ChildFund Brasil

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
24.226
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
21.234
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
20
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

ChildFund Brasil Visão Geral - ago 2014

  1. 1. Visão Geral 2014
  2. 2. Conteúdo 1.Cenário brasileiro 2.ChildFund International 3.ChildFund Brasil 4.Ideologia 5.Governança 6.Marco legal 7.Organização 8.Plano Operacional Anual 9.Programática 10.Prestação de contas 11.Aquisição de doadores 12.Projetos 13.Lições aprendidas e desafios 14.Grandes desafios 15.Visão para o futuro 16.Parceiros
  3. 3. Cenário brasileiro
  4. 4. Cenário brasileiro População1 2011 2014 2020 190 milhões 201,5 milhões 208 milhões 7ª economia2 PIB (US$) = 2,246 trilhões3 6 milhões na pobreza4 1 Fonte: Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE) 2 Fonte: Banco Mundial 3 Fonte: Banco Mundial 4 Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (PNUD)
  5. 5. Cenário brasileiro: grandes números 4,1 trilhões 2,7% 190 milhões 6,1% 11.6 mil/ year 4,8 trilhões 5% 202 milhões 7,1% (1º trimestre) 5% 208 milhões NA PIB População Desemprego 2011 2013 2020 PIB per capta 108 milhões (54%) de pessoas estão na classe C1 1 Fonte: DataPopular/Serasa Fonte: CIA – The World Factbook, Banco Mundial (World Bank) 2012, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística “A evolução da classe média e o seu impacto no varejo”, FecomercioSP Taxa de crescimento anual 5,4 trilhões 35,00 mil/ano 21.252 ano 24.065 ano R$
  6. 6. A pobreza no Brasil Pobreza extrema Sem condições de se alimentar Renda mensal per capita de menos de R$ 77,00 Pobreza Condições mínimas de se alimentar, morar, mover e vestir-se Renda mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 362,00) Pobreza extrema 6,53 milhões(3,5% da população) Pobreza 15,7 milhões (8,4% da população) Conceitos População Fonte: Pnad 2012 The State of Food Insecurity in the World 2014 – FAO (ONU)
  7. 7. • 59% estão concentrados na região Nordeste: 9,6 milhões de pessoas; • Do total de brasileiros residentes no campo, um em cada quatro se encontra em extrema pobreza (25,5%); • 51% tem até 19 anos de idade; • 40% tem até 14 anos de idade; • 53% dos domicílios não estão ligados à rede geral de esgoto ou fossa séptica; • 48% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados à rede geral de distribuição de água e não têm poço ou nascente na propriedade; • 71% são negros ou pardos; • 26% são analfabetos (com 15 anos ou mais). Fonte: Censo Demográfico 2010 (IBGE) – Domicílios particulares permanentes ocupados. Cenário brasileiro: perfil dos extremamente pobres
  8. 8. Cenário brasileiro: crianças, adolescentes e jovens Crianças – 0 a 6 anos Adolescentes – até 17 anos Famílias •10,8 milhões são pobres. •80% menores de 3 anos não frequentam creches. •25,6 milhões são pobres. •30,3% são analfabetos e vivem em zona rural. •3 milhões estão fora da escola. •132 lares são sustentados por crianças de 10 a 14 anos.
  9. 9. Cenário brasileiro: classes sociais Participação no Consumo Crescimento Classe Source: IBPT (Brazilian Institute of Tax Planning 2011, The World Factbook (CIA), VEJA Magazine 2010, Cetel in 2005 – 2008. Popular Data 2011. FGV – Getulio Vargas Foundation A & B (15%) 16.5% C (52%) 13% D & E (33%) 12% Renda familiar (US$) A – 3,722 e mais B – de 2,855 até 3,722 C - de 662 até 2,855 D - de 414 até 662 E – até 414 15% de 34% até 45% de 51% até 40% Renda familiar Participação Renda Mensal Familiar (USD$) Participação no consumo Class e
  10. 10. Cenário brasileiro: políticas governamentais Fonte: PNAS 2004; 4° relatório nacional de acompanhamento dos objetivos de desenvolvimento do milênio; PNAS:Política Nacional de Assistência Social Universalização dos direitos sociais. Supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre a rentabilidade econômica. Divulgação ampla de benefícios, serviços, programa e projetos. Programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza. Organiza os serviços socioassistenciais do país. Destinado aos 16,2 milhões de brasileiros que vivem com menos de R$ 77/mês. Brasil sem Miséria SUAS: Sistema Único de Assistência Social Suporta e financia o PNAS Bolsa Família 3 eixos principais: transferência de renda, condicionalidades e programas complementares. Atende 50 milhões de brasileiros em 12,8 milhões de famílias. Até 2014 serão atendidas 250 mil famílias.
  11. 11. Cenário brasileiro: perfil do doador 17 milhões de brasileiros doam regularmente (9% da população). Total de doações por ano: US$ 3,05 bilhões. Doação média: US$ 14,70. Aumenta o número de doadores da classe C US$ 12.35 18.23 9%
  12. 12. Variação das doações per capta mensais (entre 2003 e 2010) Cenário brasileiro : perfil do doador (13%) (5%) (9%) (5%) US$ 32 US$ 16 US$ 5 US$ 4 10% US$ 9 A B C D E Média de doação mensal em 2010
  13. 13. Source: IDIS 2008 and VEJA Magazine 2008/Rgarber Statistics and Innovations 2011/ GIFE 2011 Assistência social 63 Saúde Desenvolvimento comunitário Educação Outros 25 14 12 21 Área de atuação que recebe mais% Alvo mais beneficiado com as doações: 72% - Crianças e adolescentes 35% - Idosos Características das doações individuais no Brasil: Média de doações mensais: US$ 14.70 Total de doações anuais: US$ 3,05 bilhões Brasil caiu do76º para o 85º lugar Quanto maior o nível de escolaridade, maior o percentual de participação da população e maior a média mensal doada. Ranking mundial de doação Cenário brasileiro : perfil do doador
  14. 14. O brasileiro e o terceiro setor 17 milhões de doadores – 9% Cenário brasileiro: perfil do doador Assistência social 63 Saúde Desenvolvimento comunitário Educação Outros 25 14 12 21 Área de atuação que recebe mais % Públicos mais beneficiados pelas doações: 72% - Crianças e adolescentes 35% - Idosos Características das doações individuais no Brasil: 79% dos que doam para ONGs, doam mensalmente. O dinheiro doado por brasileiros chega a 0,3% do PIB – 6,072 bi. Valor médio de doações por ano: R$ 388. Total de doações para ONGs: 1,4 bilhões.
  15. 15. CLASSE 2003 2010 A 17,1 14,9 B 13,5 12,4 C 10,3 8,1 D 6,9 4,9 E 3,2 3,8 Total 10,1 9,0 PROPORÇÃO DOADORES (%) CLASSE 2003 2010 A 73,30 63,34 -13,6 B 33,05 31,43 -4,9 C 15,61 17,13 9,7 D 10,33 9,40 -9,0 E 8,75 8,31 -5,0 Total 25,60 25,37 -0,9 DOAÇÃO MÉDIA MENSAL (R$) CRESCIMENTO % 2010/2003 Que Razões fizeram com que você decidisse participar de uma instituição de ajuda a crianças como Fundo Cristão? % Tenho preocupações sociais, devemos ajudar quem mais precisa 74,9 Ajudar alguém faz-me sentir bem 68,0 Penso que as crianças representam uma esperança de mundo melhor 54,8 Que retribuir com o que eu recebi da vida 44,9 Sou religioso e minha religião prega a compaixão humana 25,8 Conhecer uma instituição como o Fundo Cristão 20,3 Outro. 9,4 Tive uma infância difícil, agora quero retribuir 6,7 O brasileiro e o terceiro setor Cenário brasileiro: perfil do doador
  16. 16.  Feminino.  Mais de 30 anos de idade.  Alto nível de educação.  Tem filhos.  34% entraram em contato por indicação.  38% obtiveram informações sobre o ChildFund Brasil via internet.  75% comprometem-se a ajudar na divulgação, apenas relatando suas experiências.  Transparência financeira  Presença em locais longe dos grandes centros 93% indicam o ChildFund Brasil Diferencial Cenário brasileiro: perfil do padrinho
  17. 17. Fonte: GIFE, 2010 1,2 bilhões investidos anualmente.  Apenas três organizações investem cerca de R$ 58,9 milhões/ano.  50% das organizações investem até R$ 1,8 milhão/ano.  70% investem entre R$ 295 mil e R$ 11,8 milhões/ano. 12 13 11 28 25 24 29 34 34 17 15 18 9 9 8 1 1 1 3 2 3 3 3 3 0 5 10 15 20 25 30 35 0,29 0,29 to 1,17 1,17 to 4,7 4,7 a 11,76 11,76 to 29,41 29,41 to 58,82 58,82 to 117,54 Ov er 117,54 2008 2009 2010 USD$ Million Cenário brasileiro: responsabilidade social corporativa
  18. 18. ONGs fraudulentas envolvidas em escândalos de corrupção com membros do governo impactaram negativamente todas as ONGs no Brasil. ONGs: o caminho fácil para a corrupção Fonte: revista Veja 29/10/2011 Cenário brasileiro: ONGs fraudulentas
  19. 19. ChildFund International
  20. 20. Onde atuamos O ChildFund Brasil é parceiro do ChildFund International, uma experiente rede que atua em prol da superação da pobreza infantil no mundo. Com mais de 75 anos de experiência, a rede tem presença global e por meio de uma aliança com outras organizações do ChildFund Alliance atua em 55 países, beneficiando mais de 15 milhões de pessoas. No mundo ChildFund no mundo
  21. 21. ChildFund no mundo
  22. 22. Quem somos ChildFund no mundo
  23. 23. ChildFund Brasil
  24. 24. Números 48 anos de experiência 157 mil pessoas atendidas R$ 23 milhões investidos diretamente em programas sociais em 2013 638 comunidades brasileiras Presente em mais de 10 mil Crianças apadrinhadas por doadores brasileiros 99 mil Crianças, adolescentes e jovens beneficiados por programas sociais 40 mil apadrinhadas por doadores estrangeiros 57 organizações sociais parceiras 3 mil Voluntários ChildFund Brasil
  25. 25. 1960/1970 1980/1990 2000 2010-2014 ChildFund Brasil: linha do tempo Nova abordagem metodológica Implantação do Monitoramento Anual dos Impactos e do Sistema de Avaliação - Aimes Foco no reforço das capacidades locais para o autodesenvolvimento Começa como escritório regional para América Latina Criação da primeira assembleia brasileira e do Conselho Consultivo Abertura do escritório em Fortaleza Expansão: Pernambuco, Rio Grande do Norte Prêmios e reconhecimento social Implantação do Lean Six Sigma Elaboração do Plano Estratégico País Projeto de Gestão Integrada e Sistema de Gestão e Aprendizagem (SIGA) Mudança de marca
  26. 26. O ChildFund Brasil atua em mais de 630 comunidades brasileiras urbanas e rurais nos estados de Minas Gerais, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Amazonas. ChildFund Brasil: Unidades de Campo
  27. 27. IDEOLOGIA www.childfundbrasil.org.br
  28. 28. www.childfundbrasil.org.br Declaração de propósito Nosso propósito é promover a transformação social e a superação da pobreza, por meio da integração e da articulação com crianças, famílias, comunidades, apoiadores e parceiros que atuam como agentes de mudanças sustentáveis, com foco no desenvolvimento e no bem-estar das crianças. O ChildFund Brasil é uma organização de desenvolvimento social, aliada a uma ampla e experiente rede internacional, comprometida com a superação da pobreza infantil no mundo.
  29. 29. www.childfundbrasil.org.br FUNDAMENTOS Missão Falta de condições materiais e serviços geralmente considerados essenciais ao desenvolvimento do pleno potencial das crianças. Resultado de processos injustos por meio dos quais a dignidade, a voz e os direitos das crianças são negados ou sua existência ameaçada. Incapacidade da sociedade de enfrentar as ameaças existentes ou prováveis contra as crianças em seu ambiente. Privação Exclusão Vulnerabilidade Apoiar o desenvolvimento de crianças em situação de privação, exclusão e vulnerabilidade para que sejam capazes de realizar melhorias em suas vidas e tenham oportunidade de se tornarem jovens, adultos, pais e líderes que conferirão mudanças sustentáveis e positivas às suas comunidades. Mobilizar pessoas e instituições para que atuem na valorização, proteção e promoção dos direitos das crianças na sociedade.
  30. 30. www.childfundbrasil.org.br Defesa e promoção dos direitos das crianças Nossos valores Honestidade e integridade Respeito e valorização das pessoas Diversidade de pensamento e experiência Desafio gerando inovação Proatividade e colaboração 1 2 3 4 6 5
  31. 31. www.childfundbrasil.org.br Nosso posicionamento O ChildFund Brasil é orientado para a qualidade do trabalho desenvolvido com crianças, fundamentado em uma profunda compreensão de suas experiências com a privação, a exclusão e a vulnerabilidade social.
  32. 32. www.childfundbrasil.org.br Resultados centrais Uma ampla rede de apoiadores e parceiros comprometidos com o bem-estar e com os direitos das crianças Famílias e organizações locais trabalhando interligadas em suas comunidades para promover o desenvolvimento e a proteção das crianças Jovens capacitados e participativos Crianças educadas e confiantes Bebês saudáveis e seguros Os resultados que devemos atingir para cumprir nosso propósito
  33. 33. www.childfundbrasil.org.br Competências organizacionais Trabalhamos com crianças. Entendemos as suas privações, exclusões, vulnerabilidades e experiências. Garantimos que elas tenham acesso à inclusão. Respeitamos as suas opiniões. Incorporamos a avaliação das próprias crianças no seu progresso como um importante fator na medição do nosso sucesso. O aprendizado gerado com as crianças é alinhado às nossas políticas para desenvolvermos programas e abordagens de apadrinhamento. E influenciamos outros atores da sociedade a fazer o mesmo.
  34. 34. www.childfundbrasil.org.br Princípios Operacionais Todos nós no ChildFund gerenciamos algo ou alguém. Os Princípios Operacionais foram criados para orientar nossa abordagem gerencial geral. Eles se diferem dos nossos valores, uma vez que não descrevem quem somos e em que acreditamos, mas guiam a maneira como tomamos decisões e conduzimos nossos relacionamentos diários.
  35. 35. www.childfundbrasil.org.br Princípios Operacionais Sempre direcionar decisões e relacionamentos de negócios por meio da estratégia Cada funcionário garantirá que todas as decisões e relacionamentos de negócios sejam guiados por nossa estratégia. Excelência é promovida através de nosso compromisso profundo com a responsabilidade Cada funcionário promove a responsabilidade em todas as suas ações e decisões. Os funcionários valorizam a responsabilidade em todos os níveis para com os doadores, colegas, comunidades, crianças e nossos parceiros. Riscos são avaliados e incorporados às tomadas de decisão Cada funcionário assumirá a responsabilidade de avaliar e reduzir os riscos nas tomadas de decisão. Nós coletivamente promovemos um ambiente no qual assumir riscos contribui para o aprendizado e a eficácia operacional. Valor derivado das decisões, dos relacionamentos e das ações é adicionado ao nosso trabalho com as crianças Cada funcionário entende que as decisões, os relacionamentos e as ações devem adicionar valor ao nosso trabalho com as crianças. Aprendizado, inovação e colaboração são a essência da adição de valor. Em cada um de nós está o ChildFund Cada funcionário assume o compromisso de alinhar suas ações, comportamentos e escolhas em todas as áreas e de responder com rapidez às necessidades de outros funcionários, onde quer que eles estejam. Todos seguimos nossa estratégia global compartilhada, lembrando que o ChildFund é um só, e que todas as partes afetam e são afetadas pelas outras partes. Os funcionários trabalharão juntos para colaborar e comunicar com eficácia para o bem da organização. S E R V E
  36. 36. www.childfundbrasil.org.br Premissas que nos inspiram • As crianças têm poder de contribuir substancialmente para realizar mudanças sustentáveis em suas vidas e de suas comunidades e podemos ajudá-las a atingir todo seu potencial. • O apadrinhamento permite que façamos compromissos de longo prazo com as crianças. • Oferecemos oportunidades de liderança e chances de formar e participar de comitês jovens, pois acreditamos que assim as crianças podem se tornar adultos melhor preparados. • Podemos desempenhar um papel estratégico, assistindo e influenciando outros atores da sociedade a promover o bem-estar e garantir os direitos das crianças. • A educação é um dos mais poderosos instrumentos de combate à pobreza e proteção das crianças do mundo. • Saúde e saneamento possibilitam um futuro melhor. • A nutrição é uma importante base estruturante para o progresso. • Empoderar os pais para estabelecer seus negócios impacta positivamente a vida de seus filhos. • As crianças devem ser consultadas e envolvidas na adoção de ações de melhoria das suas comunidades, escolas e lares.
  37. 37. www.childfundbrasil.org.br Nossas crenças •Todas as crianças merecem um ambiente de esperança, respeito e compreensão. •A pobreza é uma experiência pessoal para cada criança. Nós somos guiados em todas as nossas ações por essa compreensão. •Perspectiva global e esforço colaborativo são necessários para impactar substancialmente as questões da pobreza que as crianças enfrentam. •Devemos trabalhar juntos para criar um ambiente de real compreensão das crianças. O ambiente deve necessariamente considerar a diversidade cultural e religiosa. •Nossas ações devem ser norteadas pela mais alta integridade e transparência. •Somos responsáveis por todos os recursos que recebemos e geramos. Somos transparentes com os doadores e todas as partes interessadas no uso eficiente e produtivo dos recursos.
  38. 38. www.childfundbrasil.org.br Nosso compromisso •Envidar esforços para assegurar que as crianças possam se desenvolver plenamente durante a infância e a juventude, capacitando-as para se tornarem líderes de mudanças perenes. •Utilizar o Programa de Apadrinhamento e outros meios para firmar parcerias com famílias, comunidades e instituições locais, a fim de estabelecer ou reforçar programas e mecanismos de apoio que valorizem, protejam e promovam os direitos e o valor das crianças. Com os padrinhos
  39. 39. www.childfundbrasil.org.br •Desenvolver e apoiar programas e projetos que impactem direta e indiretamente o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens para transformar positivamente os ciclos de pobreza que os afetam e às comunidades onde vivem. •Envidar esforços para assegurar que os pontos de vista das crianças vão impactar em tudo o que a organização fizer. •Administrar os recursos confiados ao ChildFund Brasil com transparência, idoneidade e responsabilidade fiscal e contábil. •Assegurar a qualidade dos programas sociais desenvolvidos com crianças, famílias e comunidades atendidas. •Apoiar a operacionalização da estratégia de responsabilidade social dos parceiros corporativos alinhadas aos valores, princípios, à ética e à atuação programática do ChildFund Brasil. •Influenciar os diversos atores sociais, em vários níveis, para promover o bem-estar de crianças e jovens e o respeito ao direito de desenvolvimento e transformação de suas vidas. •Avaliar os resultados utilizando indicadores globais que medem o impacto social provocado por iniciativas e programas nas comunidades atendidas pelo ChildFund Brasil. •Associar a reputação que o ChildFund Brasil tem com parceiros comprometidos com os princípios do Pacto Global – iniciativa desenvolvida pela ONU para envolver a comunidade empresarial internacional em projetos sociais. O Pacto Global convida as empresas a incluírem em suas práticas de negócios a adoção voluntária, que faz parte dos valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. Com os parceiros Nosso compromisso
  40. 40. www.childfundbrasil.org.br Nossa ética Com as crianças •Dando a máxima prioridade em todas as decisões para o bem-estar de cada criança em um contexto construtivo familiar e comunitário. •Promovendo o seu crescimento como um membro contribuinte da sociedade. •Promovendo o autorrespeito e os direitos humanos. •Promovendo o desenvolvimento econômico e social compatíveis com estas metas. Com os pais e responsáveis pelas crianças •Garantindo o pleno conhecimento dos seus direitos parentais e da obrigação de assumir a responsabilidade por seu papel nas atividades do ChildFund Brasil. Assim as crianças podem desenvolver seus plenos potenciais como a força principal na determinação dos próprios destinos. Com os doadores •Garantindo a transparência das informações enviadas aos doadores sobre o desenvolvimento das crianças, bem como as necessidades das crianças e de suas famílias. •Respondendo aos questionamentos dos padrinhos pronta e honestamente, mantendo os mais elevados padrões de respeito pelos direitos e pela sensibilidade das partes envolvidas. O ChildFund Brasil se compromete a lidar de forma justa, equitativa, transparente e honesta:
  41. 41. www.childfundbrasil.org.br Com os colaboradores •Explicitando claramente suas funções, responsabilidades e obrigações com a organização, as crianças e os doadores. •Lidando com cada colaborador no mérito do desempenho individual na condução das atividades da organização. •Estabelecendo um ambiente de trabalho cooperativo, seguro e satisfatório. Com os governos •Cumprindo a legislação aplicável. •Pleiteando cooperativamente pelos direitos da criança. •Apoiando a implantação dos princípios definidos na Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada em 20 de novembro de 1989. Com os parceiros •Gerando impactos sociais e o bem-estar das crianças por meio da atuação da organização. •Garantindo o conhecimento das políticas, dos procedimentos e das metodologias, oferecendo capacitação, apoio técnico, financeiro e tecnológico para as organizações parceiras. •Garantindo uma relação transparente e de consideração permanente dos interesses mútuos. •Comprometendo-nos com o desenvolvimento integral da criança. Com a diretoria •Comprometendo-nos com as melhores práticas de governança alinhadas ao mercado. •Prestando contas dos recursos e gerenciando-os com idoneidade, integridade e transparência para racionalizar ao máximo a sua utilização. Nossa ética
  42. 42. www.childfundbrasil.org.br Como atuamos •Modelo de governança •Capacitação técnica •Apoio financeiro e tecnológico •Suporte à gestão organizacional (planejamento, execução, monitoramento e avaliação dos projetos sociais) •Auditoria Demais parceiros (voluntários, lideranças comunitárias e instituições) ChildFund migra para outras comunidades reiniciando o processo de desenvolvimento social Organizações Sociais Parceiras Metodologias participativas voltadas para o desenvolvimento local Atores sociais envolvidos nos processos de diagnóstico, problematização, priorização, desenvolvimento, execução, monitoramento e avaliação dos projetos sociais. Depois da atuação por tempo determinado, as organizações estão prontas para dar continuidade às atividades e seguir promovendo mudanças positivas em suas comunidades. Comunidades Famílias Crianças, adolescentes e jovens
  43. 43. www.childfundbrasil.org.br Ser referência na gestão de excelência de programas socioambientais para a superação da pobreza infantil e a promoção dos direitos da criança e do adolescente. Visão 2020 1 Ser reconhecida como promotora do desenvolvimento local sustentável, por meio da mobilização de recursos diversificados. 2 Ser gestora do conhecimento produzido pela organização de forma sustentável, utilizando tecnologias digitais. 3 Ser percebida como uma organização que compartilha conhecimentos e modelo de gestão com outras organizações sociais no Brasil e em outros países. Possuir 77 mil crianças apadrinhadas, com o apoio de 17 mil padrinhos brasileiros e 60 mil estrangeiros até 2020. E beneficiar 380 mil pessoas através dos programas sociais desenvolvidos pelo ChildFund Brasil. 4 5
  44. 44. Governança
  45. 45. 45 Executiva (NET) Capital humano Estratégia corporativa Organização Planejamento econômico Alianças estratégicas Processos Infraestrutura Propósito Missão Visão de futuro Voluntários Assembleia Conselho Fiscal Conselho de Administração Conselho Consultivo Independente Auditoria externa Certificação programática Benchmark em mobilização de recursos Auditoria interna internacional Gestão Planejamento estratégico Programas Sociais (CSP) Mobilização social Recursos humanos Mobilização de Recursos (BP) Imagem institucional Finanças Parcerias Melhoria contínua Monitoramento Plano Operacional Anual (AOP) Critical Controls Checklist (CCC) Indicadores de performance Planejamento e Avaliação de Performance (PPE) Indicadores de impacto social Evolução das estratégias Contextos do país Inteligência de mercado Direction Constituição e Liderança Inspection Marco legal Ideologia Avaliação Promessas Governança
  46. 46. www.childfundbrasil.org •x INFORMAÇÕES DIRECIONAMENTOS APROVAÇÕES Assembleia 25 de maio de 2013 •x •x
  47. 47. www.childfundbrasil.org . Comitê de Tecnologia: Oracle / Amazon Web . Comitê P&C – Net/Set . Patrimônio (nove imóveis) . Balanço 2012 . Baixa de ativos . Proposta de Orçamento 2014 . Depreciação Oracle . 75 anos . Livro 50 anos . Comitê Eclesiástico . CMC – Comitê Marketing Comunicação . Campanhas . Corporativo (Telefonica) . Amazonas (FAS) . Comitê de Projetos . Ciclo CTs/CVs . Comitê de Impacto Social . PEA . Unidades de Campo . Áreas novas . Integração entre Programas e Relacionamento INFORMAÇÕES DIRECIONAMENTOS APROVAÇÕES Conselho de Administração 23 de maio de 2013 . Violência sexual . Comitê de Governança . IVS - Índice Vulnerabilidade Social . Visita a campo SUP T R M D S A E X . Visita do vice-presidente . Painel de Controle 2013 . Prioridades 2014 . FRO Consultation . PEC . Assembleia 30/11/13 . Prestação Serviço de Conselho Consultivo . Novos membros
  48. 48. www.childfundbrasil.org •x COMUNICAÇÕES APROVAÇÕES Assembleia 24 de maio de 2012 •x
  49. 49. www.childfundbrasil.org SOCIEDADE GOVERNO DOADORES Privação Exclusão Vulnerabilidade Mobilização de Recursos •Marketing •Comunicação •Aquisição de doadores •Atendimento aos doadores Linha de Frente •Desenvolvimento comunitário •Desenvolvimento de programas sociais •Gestão de projetos •Relacionamento criança-padrinho •Monitoramento e avaliação IDEOLOGIA & ESTRATÉGIAS ORGANIZAÇÕES PARCEIRAS Recursos Humanos/ Administração Financeiro/ Tecnologia Assessoria Executiva/ Asseguramento Avaliações independentes (auditorias) Comitê Executivo Nacional (NET) Assembleia •Conselho ADM •Conselho Fiscal Modelo de gestão SOCIAIS Comunidades Famílias Crianças, adolescentes e jovens
  50. 50. www.childfundbrasil.org FL SP RM MENSAL REUNIÕES EVENTOS Comitês SEMESTRAL Avaliação/Monitoramento ANUAL Revisão •COMET •Celebração de aniversariantes NET ASSEMBLEIA •Celebração fim de ano •Voluntários de governança visitam Unidade de Campo •Kick off em junho •Aniversariantes AGM •Donor Service •Comunicação •Front Line •Field Unit •Budget •GIP C O N S E L H O C O N S E L H O A V A L I A Ç Ã O •Comunicação aberta •Workshops institucionais •Avaliação PPE •Clean day ADMINISTRAÇÃO E CONSULTIVO Governança operacional EXTERNA FISCAL
  51. 51. www.childfundbrasil.org Prioridades e resultados YTD Fev/13 RM FLINE SP 1.Consolidar a estratégia no investimento social privado. 2.Implementar parcerias e responsabilidade social eclesiástica. 3.Estabelecer centro de competência da gestão de doadores. 4.Fortalecer a estratégia de captação e retenção de indivíduos no Brasil. 5.Assegurar transição sustentável das organizações sociais parceiras (OSPs). 6.Consolidar a gestão de projetos (PMO) e M&E. 7.Implantar Plano Estratégico de Área (PEA). 8.Estabelecer gestão de conhecimento programático. 9.Garantir satisfação do escritório internacional e aliança. 10.Otimizar o ciclo criança-padrinho. 13.Ampliar o ChildFund na Amazônia. 14.Desenvolver a estratégia “Violência Sexual 2020”. 12.Ampliar o programa de desenvolvimento de liderança (T&D). 11.Implantar ERP/AR e CRM (PeopleSoft). 15.Consolidar a governança. 16.Certificar-se no NGO Benchmarking. Assinado LOI com FAS. Piloto em andamento. Negociando LOI com Plan & Childhood. Rascunho em fase de revisão . Construindo estratégia para coordenadores. Implantado em março de 2013. Em operação assistida. Publicado contrato com FDC. Desenvolvimento da cartilha. Elaborado termo de referência. Captado US$ 950: Telefônica US$ 450 e Lei Rouanet US$ 400. Estabelecida estratégia eclesiástica. 21% da captação em indivíduos. Implantado CRM. Desenvolvimento de melhorias. Controlado nível de cancelamento. Menos de 1% mensal. Redução de 25 OSP (de 97 para 72). Consolidação processo de fusão. Estruturada área com um coordenador em cada Unidade de Campo. 100% dos funcionários de Programas Sociais treinados. Implantados 20 ASPs . Finalizando relatórios. Definir candidato. Buscar aprovação orçamentária. Implantada pesquisa de Satisfação. 90% real. Mapeamento realizado. Automatizando processos.
  52. 52. www.childfundbrasil.org Prioridades FY2014 1.Fortalecer canais para aquisição de doadores individuais e grandes doadores. 2.Fortalecer mobilização de recursos via investimento social privado. 3.Potencializar o CRM na relação com doadores. 4.Fortalecer a marca institucional. 5.Capturar oportunidade Copa para mobilização de recursos e visibilidade. MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS 6.Estabilizar e otimizar o ciclo de relacionamento criança–padrinho. 7.Fortalecer a integração com as Organizações Sociais Parceiras (OSPs). 8.Revisar o CSP e integrar ao ASP. 9.Consolidar o Escritório de Gestão de Projetos (PMO). 10.Consolidar a Gestão de Monitoramento e: Avaliação (M&E). 11.Fortalecer o desenvolvimento e capacitação dos gerentes e coordenadores. 12.Otimizar e expandir aplicativos do ERP/CRM. 13.Implantar piloto de análise de risco em finanças e nas OSPs. DESENVOLVIMENTO SOCIAL FINANÇAS & TI / RH ASSESSORIA EXECUTIVA APOIO 14.Consolidar e expandir a cobertura amazônica. 15.Expandir os fundamentos de governança. 16.Formatar e publicar o portfólio “Ofensas Sexuais 2020”.
  53. 53. www.childfundbrasil.org 1.Ednilton Soárez 2.Airton Maia 3.Maria P. Socorro 4.Othoniel Martins FOR BHZ 5.José Raimundo Lippi 6.Navantino Filho 7.Raymundo Mesquita 8.Ami Amorim 9.Jadyr Elon Braga 10.Valseni Braga 16.Guilherme Soárez 17.Natalia Jereissati 18.Priscila Soares SAO 11.Gilson Magalhães 12.Rosber Almeida 13.Herbert Barros 14.José Júlio Reis 15.Geraldo Caliman BSB Presidente: Vice-presidente: 1° tesoureiro: 2° tesoureiro: 1° secretário: 2° secretário: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHO FISCAL Rosber Almeida Ednilton Soárez Valseni Braga Jadyr Elon Braga José Júlio Reis Airton Maia Valseni Braga Rosber Almeida Gilson Magalhães Ednilton Soárez Maria P. Socorro 2009/12 2012/15 Raymundo Mesquita Natalia Jereissati Priscila Soares Ami Amorim Guilherme Soárez 2012/15 2009/12 Titulares Voluntários de governança Suplentes Priscila Soares Ami Amorim José R. Lippi Raymundo Lippi Ayrton Maia José Júlio Reis
  54. 54. www.childfundbrasil.org 1. Ednilton Soarez (IITS) 2. M. do Perpétuo Socorro (IISC) 10. José Júlio Reis (S) 7. Airton Maia (S) 11. Priscila Soares (T) 12. Guilherme Soárez 8. Raimundo Lippi (S) 9. Ami Amorim (T) 13. Othoniel Martins . Graça Bibas 18. Natalia Jereissati 14. Jadyr Elon Braga 15. Raymundo Mesquita 6. Gilberto Peixoto 7. Hélio Bitar 8. Amadeu Cruz 9. Ângela Guimarães 10. Ricardo Pires 11. Carlos Alberto Sousa 12. João Bosco Junior 13. Ronaldo Martins 14. Alethele Santos 15. Thais Correia 16. Flávia Lippi 17. Elisabete Waller 18. Luiz Alexandre Medeiros 19. Henrique Campos 1. Júlio Rocha 2. Sinézio Oliveira 3. Germano Almeida 4. José Rosa Vale 5. Renata Meira Lima Costa . Gerhard Fuchs 16. Geraldo Caliman 17. Herbert Barros ASS FOR BHZ M C S F C S 3. Valseni Braga (PRS) 4. Navantino Filho PRS BSB SAO RIO ADC 9 13 6 9 5. Rosber Almeida (VCP) 6. Gilson Magalhães (ITS) 20. Cida Cunha 21. Marco Simas 22. Davidson Freitas 23. Rogério Garber 24. João B. Borges 25. Dalton Sardenberg . José João Mesquita . Maria José Silva . Flávio Dutra . David Molles MAO M E B 6 0 43 Voluntários de governança
  55. 55. www.childfundbrasil.org AS S MANAGE R 1. Claudia Gontijo 2. Dov Rosenmann 3. Edson Marinho 4. Gelmaria Lopes 5. Joyce Mara 6. Mauricio Bianco 1. Clarissa Araújo 2. Claudia Gontijo 3. Danielle Ferreira 4. Ive Matos 5. Luza Marinho 6. Mauricio Bianco 1. Andrew Johnson 2. Claudia Gontijo 3. Dov Rosenmann 4. Jean Lopes 5. Joyce Mara 6. Mauricio Bianco 1. Andrew Johnson 2. Claudia Gontijo 3. Danielle Ferreira 4. Dov Rosenmann 5. Edson Marinho 6. Ive Matos 7. Lilian Silva FRONT LINE DONOR CARE BUDGET GIP 1. Elisabete Waller 2. Gilson Magalhães 3. Ami Amorim 4. João Bosco Junior 1. Rosber Almeida 2. Gilson Magalhães 3. Guilherme Soárez 1. Carlos Alberto Sousa 2. Henrique Campos 1. Eva Cristina Dengler 2. Elder Cerqueira TECNOLOGIA GOVERNANÇA PMO M&E Comitê de Governança
  56. 56. www.childfundbrasil.org 3.500 Vila São Geraldo Oitava Memorial Barra da Tijuca N. Jerusalém Belo Horizonte Jeremias Pereira Brasília Rio de Janeiro Fortaleza Obedes da Cunha Wesley Nascimentp Metodista Anglicana Diocese Anglicana E. Santo TBD Belo Horizonte Recife Recife Antônio Carlos Carlos Figueiredo Miguel Uchôa Cidade 2000 Vila Estrela 4.000 2.000 Paulo Mazoni Josué Salgado Paschoal Piragine Belo Horizonte Brasília Curitiba Fortaleza Central Memorial Primeira TBD # IGREJA LOCAL PASTORES FINANÇAS R$ 000 MEMBROS COMUNIDADE Batista 1 2 3 4 Presbiteriana 5 6 7 8 Outras 9 10 11 12 Orçado Social Responsabilidade Social Eclesiástica: alianças estratégicas Titular Aux # 6 6 3 3 3 6 12 5 15
  57. 57. www.childfundbrasil.org Responsabilidade Social Eclesiástica: Igreja Batista Central de Belo Horizonte ▪Sede: Rua Luiz Soares da Rocha, 37 Bairro: Luxemburgo – BH / MG Cep: 30380-600 ▪Administrativa: Rua Mar de Espanha, 570 Bairro: Santo Antônio – BH/ MG Fone: (31) 3296-1665 Site: www.ibcbh.com.br Unidade Geográfica (UG): Regional Centro-Sul N° de membros: 4000 (2011) Orçamento anual R$ XXX,XX •Missões: 25% •Ação Social: 25% •Administrativo: 18% Cadastro Eclesiástico ▪Pastor titular: Paulo Mazzoni •Pastores auxiliares: 1.Luiz de Jesus 2.Luiz Barros 3.Paulo Bottrel 4.Alexandre Regadas 5.Ana Cláudia 6.Osvaldo Sousa 7.Roberto Bottrel 8.Samyr Trad 9.Magid Saab 10.Leonardo Matos 11.Flávio Machado 12.Odair Volpe 13.Simone Bottrel ChildFund & Igreja ▪Comunidade: Vila Estrela ▪Brasil sem Miséria: TBD ▪Defesa de Direitos: Ofensas Sexuais (Happy Child)
  58. 58. www.childfundbrasil.org ▪Sede: Rua Nestor Soares de Melo, 15 Bairro: Palmares – BH/MG Fone: (31) 3449- 8600 Site: www.oitavaigreja.com.br Unidade Geográfica (UG): Regional Nordeste N° de membros: 3.500 (2011) Orçamento anual R$ XXX,XX •Missões: •Ação Social: •Administrativo: ▪Pastor titular: Jeremias Pereira •Pastores auxiliares: 1.Amauri C. de Oliveira 2.Fábio Luiz de Carvalho 3.Luís Fernando Nacif Rocha 4.Roberto Teixeira Santos 5.Uedson Souza Vieira ▪Comunidade: Vila São Geraldo ▪Brasil sem Miséria: TBD ▪Defesa de Direitos: TBD Responsabilidade Social Eclesiástica: 8º Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte Cadastro Eclesiástico ChildFund & Igreja
  59. 59. www.childfundbrasil.org AGENTES INTERNACIONAIS PLAN 50 países 6/12 ECPAT 75 países 6/12 CHILDHOOD BR/EUA/Alemanha 6/12 HAPPY CHILD BR/UK/Africa 12/12 6/12 8/12 UNIVERSIDADES USP CEARAS/AMEFI UFMG AMEFI/ ADTOS UNB CATÓLICA PROF. DE SAÚDE (PSC) AGENTES CRISTÃOS Ofensas Sexuais: alianças estratégicas ORGANIZAÇÕES ABRANGÊNCIA MOU FORTALEZAS LOI LOA CONV T. ADT T. PAR CORPO DE PSICÓLOGOS (CPPC) SEPAL RENAS Turismo sexual Copa da África do Sul Advocacy Reintegração familiar Atendimento/capacitação Atendimento Atendimento Atendimento Capacitação Advocacy/Mobilização
  60. 60. www.childfundbrasil.org Geração de relatórios Processamento de informações Controle de tempo Alerta de ações Monitoramento da execução dos processos TSM - GOV Plataforma para gerenciamento das exigências legais para ONG´s Sistema de Gestão Financeira Sistema de Gestão de Projetos Outras informações Portais do Governo (federal, estadual, municipal) MUN EST FED CNAS CEBAS UPF OSCIP CNAE CEAS SICONV CAGEC CEDCA CEAS CMDCA
  61. 61. www.childfundbrasil.org Responsabilidades centrais •Eleger, dar posse e destituir os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; •Aprovar a contratação e a dispensa do Gerente Executivo; •Aprovar a admissão de associados indicados pelo Conselho de Administração; •Decidir em última instância, em grau de recurso, sobre a exclusão de associado; •Deliberar sobre a dissolução do ChildFund Brasil nos termos deste Estatuto; •Deliberar sobre a alteração deste Estatuto; •Decidir sobre a conveniência de adquirir, alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens imóveis; •Deliberar sobre a previsão orçamentária e a prestação de contas. Assembleia •Apreciar os relatórios anuais de auditoria e de atividades e os relatórios dos projetos apoiados pela Associação; •Manifestar-se sobre o balanço anual e a respectiva prestação de contas; •Submeter à Assembleia Geral o Relatório Anual de Atividades, o Relatório Financeiro da Administração, Planejamento Anual e a Proposta Orçamentária; •Aprovar o Plano de Cargos e Salários; •Discutir as propostas de aquisição, alienação, oneração, doação, comodato e arrendamento de bens imóveis; •Autorizar a realização de acordos, contratos e convênios que constituam ônus de acordo com critérios previamente aprovados pela AG. Conselho de Administração •Examinar, opinar e emitir parecer anual sobre: - Relatório da administração - Demonstrações financeiras - Operações patrimoniais relevantes; •Analisar, ao menos trimestralmente, o balancete, orçamento e demais demonstrações financeiras; •Denunciar e sugerir providências junto ao Conselho e Assembleia quando houver: - Ocorrência de erros - Fraudes ou crimes - Descumprimento do Estatuto; •Acompanhar o trabalho dos auditores independentes. Conselho Fiscal
  62. 62. Conselho Fiscal Assembleia •Examinar, opinar e emitir parecer anual sobre: - Relatório da administração - Demonstrações Financeiras - Operações patrimoniais relevantes; •Analisar, ao menos trimestralmente, o balancete, orçamento e demais demonstrações financeiras; •Denunciar e sugerir providências junto ao Conselho e Assembleia quando houver: - Ocorrência de erros - Fraudes ou crimes - Descumprimento do Estatuto; •Acompanhar o trabalho dos auditores independentes. •Eleger, dar posse e destituir os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; •Aprovar a contratação e a dispensa do Gerente Executivo; •Aprovar a admissão de associados indicados pelo Conselho de Administração; •Decidir em última instância, em grau de recurso, sobre a exclusão de associado; •Deliberar sobre a dissolução do ChildFund Brasil nos termos deste Estatuto; •Deliberar sobre a alteração deste Estatuto; •Decidir sobre a conveniência de adquirir, alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens imóveis; •Deliberar sobre a previsão orçamentária e a prestação de contas. Voluntários de governança
  63. 63. Conselho Consultivo Conselho de Administração •Apreciar os relatórios anuais de auditoria e de atividades e os relatórios dos projetos apoiados pela Associação; •Manifestar-se sobre o balanço anual e a respectiva prestação de contas; •Submeter à Assembleia Geral o Relatório Anual de Atividades, o Relatório Financeiro da Administração, Planejamento Anual e a Proposta Orçamentária; •Aprovar o Plano de Cargos e Salários; •Discutir as propostas de aquisição, alienação, oneração, doação, comodato e arrendamento de bens imóveis; •Autorizar a realização de acordos, contratos e convênios que constituam ônus de acordo com critérios previamente aprovados pela AG. Voluntários de governança
  64. 64. Marco Legal
  65. 65. 1.Lei 8742 (LOAS) 2.Lei 12101 3.Decreto 7237 / 6308 4.Resolução CNAS 109 5.Política Nacional Assistência Social 145 •Constituição •Código Civil •Lei Registro Civil PJ (Lei 6015) Marco Legal •CNPJ •Regimento Interno •Código de Ética •Declaração de conflito de interesses •Carta acordo internacional e nacional •Conselho Fiscal •Avaliação externa independente •Sociedade •Cartório de Registro •Conselho Municipal e Estadual •Ministério Desenvolvimento Social (MDS) •Ministério da Justiça •Ministério da Fazenda •Ministério Público •Serviço Único de Assistência Social (SUAS) •Tribunal de Contas Estatuto Planos, ações e relatórios •Gestão de projetos •Plano de contas e demonstrativo contábil Prestação de contas A N O Certificação e isenção
  66. 66. •Constituição (art. 150, 195, 203 e 204) •Códigos: •Civil (art. 53) •Tributário (art.9) •Leis: •6015 - Registro Civil PJ •8069 – ECA •8742 – LOAS •8080 - LOS •9394 – LDB Educação •12101 – Certificação •Decretos: •7300/7237 – Certificação •6308 – Assistência Social •Resoluções: •109 – CNAS •145 – PNAS •130 – NOB/SUAS •16 – IEOAS •Instrução Normativa •1071 – Receita Federal •Estatuto •CNPJ •Políticas & procedimentos •Código de Conduta •Declaração de conflito de interesses •Regulamento de Convênios •Plano de contas •Demonstrativo contábil •Gestão operacional •Gerenciamento de projetos •Conselho Fiscal •Auditoria Externa Independente •Tribunal de contas •Sociedade •Conselho Municipal e Estadual •Ministério Desenvolvimento Social (MDS) •Sistema Único de Assistência Social (SUAS) •Ministério da Saúde •Sistema Único de Saúde (SUS) •Ministério Público •Ministério da Justiça •Ministério da Fazenda •Ministério da Educação Prestação de contas Fiscalização Legislação ONGs Certificação e isenção
  67. 67.  Aprovado em novembro de 2011.  Alinhado com a legislação brasileira e adaptada à realidade social do Brasil.  Nova denominação social: ChildFund Brasil - Fundo para Crianças. Áreas de ação com foco em crianças:  Assistência social;  Garantia de direitos;  Cultura;  Esportes;  Ambiente. Transparência  Responsabilidade  Relatório anual de atividades  Folha de balanço  Demonstrações financeiras  Parecer de auditoria  Parecer do Conselho Fiscal Governança  Assembleia Geral  Conselho de Administração  Conselho Fiscal Estatuto
  68. 68. Plano Anual Operacional
  69. 69. www.childfundbrasil.org Mensal Semestral Anual ASSEMBLEIA A U D I T O R I A Governança / Governance EXTERNA COMET CONSELHO FISCAL CONSELHO ADMINISTRA- TIVO AVALIAÇÃO GERENCIAL MENSAL NET AGM Comunicação Executiva Time Executivo Nacional AOP Plano Opera- cional Anual AOP15 5 Anos Int’L Estra tégia CSP Estra tégia Anual ASP Estra tégia Stakeholders Organizações Sociais Parceiras (OSPs) Ct. Finanças Ct. Cuidado aos Padrinho Ct. Processos Ct. Linha Frente
  70. 70. www.childfundbrasil.org Estrutura | Structure ASSEMBLEIA CONSELHO ADMINISTRATIVO GERÊNCIA EXECUTIVA CONSELHO FISCAL STAKEHOLDERS Atual: BHZ / FOR / BSB / SPA / RIO Futuro: MAO AUDITORIA EXTERNA 1 2 3 4 5 6 7 Governança | Governance COMITÊS NET / GIP / Donor Care / FIN / Front Line
  71. 71. RECURSOS SEGMENTAÇÃO CANAIS-CHAVE Apadrinhamento De crianças Investimento social privado Novos negócios Indivíduos Major donors Corporativo Igrejas Escolas e universidades Fundações e institutos Governo Aplicações financeiras Retorno de ativos Oportunidades de negócios Mala direta TV e rádio Online Impressos Contato direto Eventos para aquisição Expansão e acréscimo de apadrinhamento Apadrinhamento comunitário Indivíduos Amazonas PROCESSO DE AQUISIÇÃO 1 Prospecção Child 5 Expansão 4 Retenção 2 Desenvolvimento 3 Conversão Face to face Aquisição de doadores
  72. 72. Member get member. Lean Six Sigma: redução do tempo de resposta nas correspondência s. Revisão do ciclo de comunicação com os padrinhos. Comunicação autêntica da criança. Comunicação digital. PROCESSO DE AQUISIÇÃO 1 Prospecção Child 5 Expansão 4 Retenção 2 Desenvolvimento 3 Conversão 4 Retention Retenção
  73. 73. Programática
  74. 74. À vida e à saúde. À liberdade, ao respeito e à dignidade. À convivência familiar e comunitária. À educação, à cultura, ao esporte e ao lazer. À profissionalização e à proteção no trabalho. Infância saudável e segura Crianças educadas e confiantes Jovens capacitados e participativos Famílias e organizações protetoras e integradas para o desenvolvimento Privação Exclusão A falta de condições materiais e serviços geralmente considerados essenciais ao desenvolvimento do pleno potencial das crianças. O resultado de processos injustos por meio dos quais a dignidade, a voz e os direitos das crianças são negados ou sua existência ameaçada. Uma incapacidade da sociedade de enfrentar as ameaças existentes ou prováveis contra as crianças em seu ambiente. PEV DI RE I TOS - E CA CICLOS DE VIDA Sociedade e parceiros comprometidos com os direitos das crianças Vulnerabilidade Programas Sociais
  75. 75. Programas Sociais
  76. 76. Matriz de Sustentabilidade
  77. 77. Famílias e organizações protetoras e integradas para o desenvolvimento •Fortalecimento dos vínculos interpessoais - Ações de prevenção contra a violência doméstica e de construção de vínculos familiares saudáveis. •Sustentabilidade do lar – Ações que contribuam para a garantia do direito à sobrevivência e o desenvolvimento das crianças e suas famílias, com melhorias na geração de renda: agricultura familiar, hortas comunitárias, criação de grupos produtivos e apoio na aquisição de equipamentos. •Convivência comunitária: participação e cidadania – Fortalecimento dos conhecimentos e afetividade familiar, com enfoque nas mulheres, para que elas assegurem a suas crianças cuidados, nutrição e proteção em casa e na comunidade Programas Sociais
  78. 78. Infância saudável e segura (0 – 6 anos de idade) •Competências familiares - Fortalecimento dos conhecimentos e afetividade familiar com enfoque nas mulheres, para que elas assegurem a suas crianças cuidados, nutrição e proteção em casa e na comunidade. •A criança e o ambiente favorável para seu desenvolvimento - Ações locais que contribuam para que organizações comunitárias trabalhem pelo desenvolvimento integral da criança pequena, com melhorias na pré-escola e creche, atividades de recreação e cultura e estímulo ao aprendizado, Casinha de Cultura e brinquedoteca são exemplos. Programas Sociais
  79. 79. Crianças educadas e confiantes (6 a 14 anos de idade) •Eu, você e minha escola: integração que transforma - Promoção da participação de crianças, adolescentes e seus pais no ambiente escolar em trabalhos de oficinas de reforço escolar, educação ambiental e iniciação científica para crianças, capacitação para educadores e pais, bibliotecas itinerantes, campanhas educacionais, jardins de infância e apoio educacional. •Eu, você e a paz: um pacto que se faz – Ações socioeducativas realizadas fora da escola, complementando atividades escolares e despertando em crianças, jovens e famílias a busca pela cidadania, justiça social e paz. Programas Sociais
  80. 80. Jovens capacitados e participativos (15 a 24 anos de idade) •Promoção da participação ativa dos jovens - Envolvimento dos jovens no debate político de seu município e na definição de políticas públicas. •Qualificação pessoal e profissional - Capacitação dos jovens para o mercado de trabalho como forma de sobrevivência e de combate a drogas e violência. •Identidade e cultura cidadã - Fortalecimento da identidade dos jovens, melhorando sua autoestima, vínculos familiares, comunitários e sociais. Programas Sociais
  81. 81. Sociedade comprometida com a defesa e promoção dos direitos da Criança •Competências municipais - Fortalecimento da capacidade institucional dos setores de saúde, educação e assistência social do município. •Sociedade mobilizada para a defesa dos direitos à educação, participação e proteção - Ações para reforçar o compromisso da sociedade com os direitos humanos da criança e a construção de uma rede de organizações (públicas, privadas e da sociedade civil). •Organizações juvenis influenciando as políticas públicas nacionais - Incentivo à criação de comitês comunitários juvenis e à capacitação, para que os jovens possam intervir na criação de políticas públicas que garantam os direitos de crianças, adolescentes e jovens. Programas Sociais
  82. 82. ERP, CRM, BPM, ECM, BI, LMS, portal, mídias sociais e repositório multi-propostas ARQUITETURA TECNOLÓGICA Padrinho (B2S) Corp. (B2B) Funcionários Bra (B2E) Público externo (B2C) Colaboladores (B2B) Parceiros (B2B) Mídia (B2M) Governo (B2G) Governança CFI - Apadrinhamento internacional - Contabilidade internacional - Monitoramento de performance global Fundamentos tecnológicos Camada operacional Camada de suporte Camada estratégica - Definição da estratégia(1) - Plano de marketing - Plano de comunicação(1) Planejamento estratégico Planejamento de recursos - Gestão do portfólio de serviços - Gestão de capital humano - Panejamento financeiro - Planejamento de capacidade e viabilidade Implementação da estratégia - Gestão de performance empresarial - Gestão de performance de processos - Gestão de qualidade - Gestão de conhecimento -Social Intelligence -Cause Planning -Funding Opportunities Management Gestão de causas Preto: implementação do ERP Vermelho: implementação do CRM Azul: Gestão de projetos -Initialization -Planning -Execution -Monitoring and Control -Termination Gestão de programas -Program Planning -Solutions Modeling -Projects Portfolio Management Volunteering Mgmt. -Volunteers Planning - Gestão de relacionamento com doadores e investidores sociais - Gestão de beneficiários - Gestão de relacionamento com governo e outras entidades Gestão de relacionamento - Faturamento - Contas a receber - Contas a pagar - Livro-caixa - Gestão de fluxo de caixa -Gestão de ativos Gestão financeira - Gestão de inventário - Ordem de compra - Gestão de contratos Gestão da cadeia de valor - Tempo e trabalho - Viagens e despesas - Folha de pagamentos - Treinamento e desenvolvimento - Posicionamento e salário - Recrutamento Gestão de capital humano - Observânci a do SUAS - Relatórios Regulamentação governamental 82
  83. 83. Costumer Relatioship Management - CRM
  84. 84. Sistema Integrado de Gestão e Aprendizado - SIGA
  85. 85. Prestação de contas
  86. 86. O Four Business, como é chamado, constitui-se basicamente de unidades de negócios. A ideia é gerenciar a fonte de fundos pelas quatro unidades de negócios e também poder ter informações consolidadas sobre todos os fundos pelo EN (Internacionais + Locais). São eles: Internacional Fundos recebidos do EI: Subsídio + DFC + Fundo de Trabalho FROBR – Apadrinhamento Local CORP – Relações com Empresas Novo negócio - Desenvolver e investir em oportunidades para o EN (fundos de arranque) Fundos levantados localmente de pessoas físicas pelo Escritório de Levantamento de Fundos brasileiro: Subsídio + DFC + Doações Irrestritas + Projetos Especiais. Fundos levantados localmente em empresas pelo Escritório de Levantamento de Fundos brasileiro : Doações Irrestritas + Projetos Especiais Fundos recebidos de gerenciamento de bens: Renda de Juros + Renda de Aluguel + Doação Administrativa (irrestritos) Four Business
  87. 87. Achados de auditoria 10/11 Audit finding 10/11 Parecer de auditoria 08/10 Treinamento de pessoal 09/11 Entities personel training 09/11 Comentários Comments Alto nível de treinamento abre caminho para a autossuficiência. High level of training opens way towards self-sufficiency. Parecer de auditoria limpo demonstra transparência e boa gestão. Favorable audit’s opinion shows transparency and good management. Necessidade de melhoria nos resultados de auditoria. Need to improve the audit’s results. Parecer de auditoria desfavorável prejudica imagem da entidade. Unfavorable audit’s opinion hampers the entity’s image. Controle interno fortalecido atrai novas parcerias. Rigorous internal control attracts new partnerships. Independent Auditor’s Report (Opinion) 08/10 Asseguramento
  88. 88. Conceito de indicadores-chave: Quintals. Gestão Estratégico por Projeto Fontes de Informação: •SSMIS •AIMES •FIT •HQMS •Plano de transição •Dados secundários Estratégica Inteligência Organizacional Transparência Memória Entrada saída processo opinião Strategic Planning Transition Plan Project Implementation Audit Sponsorship Strategic Management Organizational Intelligence Accountability Transparence Benchmark Indicadores para: •Beneficiários •Investimentos •Desempenho •Impacto Sistema de Qualidade de Informação Planejamento estratégico Plano de transição Implementação de projetos Auditoria Apadrinhamento Gerenciamento estratégico Inteligência organizacional Responsabilidade Transparência Ponto de referência Radar
  89. 89. Desembolsos do ChildFund Brasil - 2013
  90. 90. Receitas e despesas
  91. 91. FY10 Real FY11 (10+2) FY12 BGT YOY % Personnel 2.064.183 2.246.249 1.834.672 (18) Operational 733.504 801.567 625.787 (22) Depreciation 53.370 65.934 99.541 51 S/T WF 2.851.057 3.113.751 2.560.000 (18) Personnel 608.052 561.227 1.039.415 85 Operational 1.483.294 1.060.692 1.135.338 7 Depreciation 74.298 76.199 76.199 0 S/T MORE 2.165.644 1.698.117 2.250.952 33 Total WF + MORE 5.016.701 4.811.868 4.810.952 0 Total Field Cost 942.621 915.122 1.038.453 13 International Projects 331.655 320.498 196.658 (39) National Projects 127.184 177.019 394.804 123 Total Projects 458.839 497.517 591.462 19 Total Geral 6.418.161 6.224.507 6.440.867 3 Despesas Working Fund + MORE
  92. 92. Aquisição de doadores
  93. 93. 1. Indivíduos SEGMENTAÇÃO CANAIS CICLOS 2. Major Donors 3. Corporativo 4. Fundações 5. Igrejas 7. Governo 8. Negócios sociais 6. Agências internacionais 1. Correios 2. Telemarketing 3. TV 4. Rádio 5. Publicações 6. Internet e mídias sociais 8. Porta a porta 7. Face to face 9. Eventos 11. Embaixadores 12. Outros Aquisição de doadores
  94. 94. Comunicação Administrativo Institucional Marketing
  95. 95. Marca : ações de mudança de marca •Formação com a Fundação Dom Cabral : compromisso da diretoria. •Livro sobre a mudança. •Ajuste manual de identidade visual. •Oficina interna sobre a nova marca. •Divulgação para os patrocinadores. •Divulgação aos interessados : relatórios impressos, assessoria de imprensa, redes sociais, e-mail marketing. Um novo nome para os mesmos valores.
  96. 96. Marca : linha do tempo
  97. 97. Canais Alto Falante Rede do Bem
  98. 98. Hot site Site www.childfundbrasil.org.br www.apadrinhamento.org.br Canais
  99. 99. + Presente nas redes sociais em diversos canais Canais: redes sociais
  100. 100. Artigo - Redução do fundo internacional Revista Veja– 01/08/2010 Pesquisa Perfil Brasileiro de Doadores Jornal Estado de Minas 30/08/2011 Artigo assinado pelo Brasil ChildFund Diretor Nacional Jornal Estado de Minas 21/01/2012 Artigo sobre as 10 entidades filantrópicas da região metropolitana de BH que desenvolvem um trabalho sério e merecem apoio. Revista Encontro 01/12/2011 Mídia
  101. 101. Doadores Parceiros especializados em esportes ChildFund Brasil nos esportes
  102. 102. ChildFund Brasil nos esportes Parcerias com referências esportivas. Formação de facilitadores das organizações parceiras. Aquisição e patrocínio de materiais esportivos. Maiores benefícios para as comunidades. Participação de crianças e adolescentes. Incentivo à prática esportiva como educação integral. Oportunidade devido a grandes eventos esportivos no Brasil.
  103. 103. Projetos
  104. 104. Apadrinhar é mais que uma doação: é uma experiência de vida. Programa de Apadrinhamento de Crianças •Padrinhos e madrinha são pessoas ou empresas que se comprometem com o desenvolvimento humano e com qualidade de vida de uma criança, sua família e comunidade. •Mensalmente realizam uma contribuição mínima de R$ 57 por criança, valor que é investido na execução de projetos sociais de acordo com a necessidade de cada comunidade atendida. •O relacionamento entre padrinhos e afilhados é fortalecido através de uma comunicação autêntica: troca de correspondências, visitas e recebimento de relatórios anuais sobre o desenvolvimento da criança em todas as fases de sua vida. Como apadrinhar? Para apadrinhar uma criança é fácil e rápido. Acesse www.apadrinhamento.org.br para conhecer as histórias de crianças que estão na fila de espera por um padrinho ou uma madrinha ou ligue para 0300 313 2003. Apadrinhamento de crianças
  105. 105. Expandir cobertura para a Amazônia É a maior floresta tropical do mundo e tem a maior biodiversidade. Cerca de 60% é em território brasileiro - além de incluir outros oito países. Possui 1/6 da água doce superficial do mundo. A Bacia Amazônica representa 40% dasflorestas tropicais nativas do mundo. Possui crianças em situação de PEV (Privação / Exclusão / Vulnerabilidade). Famílias estão mudando a maneira de gerar renda financeira (redução de desmatamento em Unidades de Conservação). Floresta Amazônica
  106. 106. Expandir cobertura socioambiental à Região Amazônica Objetivo Erradicar a pobreza infantil e implantar uma estratégia de patrocínio apropriada ao Programa Bolsa Floresta Conservação. Proposta Patrocínio da comunidade. Parceiro FAS - Fundação Amazonas Sustentável. Expandir cobertura para Amazônia
  107. 107. Criada em 2007, através de uma parceria entre Governo do Estado do Amazonas e Banco Bradesco. Mantenedor Parceiro Parceiro na RDS Parceiro na APA Rio Negro Parceiro na RDS Uacari Expandir cobertura para Amazônia
  108. 108. Expandir cobertura para Amazônia Apadrinhamento comunitário em Unidades de Conservação do estado do Amazonas, para apoiar financeiramente projetos do Programa Bolsa Floresta Conservação Social.
  109. 109. Expandir cobertura para Amazônia Renda Associação Social Família Os quatro componentes para o programa de conservação da floresta.
  110. 110. Posto de saúde Escola Casa Florestal da Família Casa do Professor Conservação Florestal do Programa Bolsa de Base Expandir cobertura para Amazônia Estrutura de Conservação das Unidades Centrais
  111. 111. Apadrinhe uma escola no Amazonas O Apadrinhamento de Escolas é uma estratégia de conservação ambiental através da valorização de crianças e jovens. Através de doações mensais de R$ 25 ou anuais de R$ 75.000 uma pessoa ou empresa investe na infraestrutura de escolas e em capacitação para professores que atendem crianças ribeirinhas. Dessa forma, as crianças terão condições de receber uma educação realmente eficiente e transformadora, tornando-se guardiões da floresta. Como apadrinhar? Para apadrinhar uma escola no Amazonas é fácil e rápido. Acesse www.apadrinheamazonas.org.br ou ligue para 0300 313 2003. Apadrinhamento de Escolas no Amazonas
  112. 112. Lições aprendidas e desafios
  113. 113. Implementação de Gerenciamento de Projetos. Integração de Sistema de Gestão e Aprendizagem (SIGA). Certificação (PMBOK / PMD). Cultura de gestão de projetos. Processo integrado ao sistema. Desenvolvimento de pessoas. Desafios Lições aprendidas Programas Área Implementação Unidade de Campo. OCB aceitar nossa presença mensal. Recrutamento e retenção de pessoas na área. •Participação dos jovens. •Implementação de CSP: três modelos de projeto. •Promoção de participação ativa da juventude. •Qualificação pessoal e profissional. •Promoção de identidade e cultura cidadã. Estabelecimento de Conselhos Consultivos da Juventude em nossa governança. Lições aprendidas e desafios
  114. 114. Conection Corner: projeto-piloto para facilitar e agilizar os meios de comunicação entre a criança e o padrinho. 639 padrinhos ativos de nove países diferentes. 883 cartas enviadas e 951 recebidas pelos padrinhos. Implementação do CRM PeopleSoft. Base de dados de inteligência. Desafios Lições aprendidas Apadrinhamento Área Mapa e redesenho de processos Integração garantir (Programa & Patrocínio e Finanças) Expansão de conhecimentos através da utilização de metodologia Lean Six Sigma. Desenvolvimento de um modelo de negócios integrado entre Apadrinhamento e Finanças. Adequação da contribuição dos patrocinadores mensal de U $ 30 / R $ 52 através da estratégia de telemarketing Base de dados inconsistente. Lições aprendidas e desafios
  115. 115. Bons resultados com a assessoria de imprensa. Cenário de descrédito de ONGs, devido a irregularidades envolvendo organizações e governo. Desafios Lições aprendidas Comunicação Área Transição da marca para ChildFund Brasil. Desconhecimento da nova marca ChildFund Brasil. Campanha de apadrinhamento com um tom positivo. Captação de novos padrinhos através de uma comunicação positiva, sem colocar a criança em uma situação vexatória. Lições aprendidas e desafios
  116. 116. Grandes desafios
  117. 117. 1.Expandir a cobertura socioambiental da Região Amazônica. 2. Implementar o Oracle ERP / CRM / Portal. 3. Fazer-se presente na Copa do Mundo e nas Olimpíadas. 4. Implementar ofensas sexuais como advocacy. 5. Consolidar Unidade de Campo e Project Management Office. 6. Implementar o Programa de Qualidade de Equipe. 7. Aumentar a renda nacional. Grandes desafios
  118. 118. Visão para o futuro
  119. 119. Ser uma referência em excelência na gestão de programas socioambientais e projetos para a superação da pobreza infantil e promoção dos direitos da criança e do adolescente. Ser reconhecido como promotor do desenvolvimento local sustentável, por meio da mobilização de recursos diversificados. Ser gestor do conhecimento produzido pela organização de forma sustentável, utilizando tecnologias digitais. Ser percebida como uma organização que compartilha conhecimento e modelo de gestão com outras organizações sociais no Brasil e em outros países. Visão para o futuro
  120. 120. Visão de longo prazo •Ter 77 mil crianças apadrinhadas. •17.000 padrinhos brasileiros e 60.000 estrangeiros. •Beneficiar 380 mil pessoas através dos programas sociais desenvolvidos pelo ChildFund Brasil.
  121. 121. Parceiros
  122. 122. ACADÊMICO MERCADO SEGMENTO Omnni Consultoria PARCE R I A AL I ANÇA Parceiros

×